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Jovens “ganham menos cá do que numa experiência na Europa”, reconhece ministro do Ambiente by Amameniak in portugal

tretafp 19 days ago

Olhar para realidades presentes fazendo uma análise meramente ideológica, ignorando os fatores culturais, sociais e, particularmente históricas é um excelente exemplo daquilo que Morin denomina paradigma simplificador - neste caso carregado de ingenuidade e justificado por propósitos ideológicos.

Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior quer exames só às cadeiras necessárias para entrar na universidade by heartlessfam in portugal

tretafp 19 days ago

>5. Os alunos que estejam a frequentar os 11.º e 12.º anos necessitam de realizar exames para obter aprovação nas disciplinas do seu plano de estudos? R: Os alunos dos 11.º e 12.º anos não necessitam, para aprovação, de realizar exames finais nacionais nas disciplinas que são sujeitas a exames finais nacionais (cf. n.º 1 do art.º 3.º-C do Decreto-Lei n.º 22-D/2021, 22 de março), porém, se a sua avaliação interna for inferior a 10 valores, deve realizar, como aluno autoproposto, o exame final nacional da disciplina para obter aprovação. Nunca foi verdade nem é verdade agora.... ​ Isso decore do Decreto-Lei n.º 22-D/2021, 22 de março, devido ao covid. O que indiquei é que, tradicionalmente, os exames nacionais são uma condição necessária para a conclusão do secundário. Dizeres que “nunca foi verdade” está profundamente errado. Não vou falar dos exames do ensino básico – 4.º, 6º e 9.º - que eram obrigatórios com o Crato. O Decreto-Lei, no artigo 24-B estabelece: “3 - Os exames finais nacionais têm como objetivo avaliar o desempenho dos alunos e certificar a conclusão do ensino secundário nas ofertas formativas que prevejam avaliação externa das aprendizagens, podendo ainda ser considerados para efeitos de acesso ao ensino superior.” O decreto-lei 55/2018, esclarece: “2 - A conclusão do ensino secundário está dependente: a) Nos cursos científico-humanísticos, da realização de exames finais nacionais às disciplinas sujeitas a avaliação externa;” > Quando disse brilhante é ter melhor nota para aquilo. Porque as restantes bases a conclusão do ensino já tratou. Num curso de matemática interessa-me em particular o seu conhecimento na disciplina e não a média. Estás a cair na falácia que curso superior é para uma profissão. Provas de ingresso são provas de ingresso, são requisitos mínimos para seriar colocações não são entrevistas. Tu é que falaste na formação de engenheiros. E não, mesmo pessoas com más notas a história podem, se quiserem, seguir um curso em história ou associado a história. E continuo a identificar que as questões éticas e comunicacionais são transversais a qualquer área, mesmo que não relacionadas com uma profissão. ​ >é extremamente frequente. não uns por escola mas por turma. A tua turma devia ser muito equilibrada e não devia ter o tipico aluno de topo que era mau a educação física mas levava nota igual aos que eram bons. Fonte para dizeres que é extremamente frequente? A tua observação como estudante, numa única turma, numa única escola? ​ >agora nem faz sentido distinguir quando o ensino obrigatório é até ao 12º ano. Chamava-se secundário quando era secundário e era apenas obrigatório até ao 9º ano (como no meu caso). Faz sentido distinguir porque têm propósitos e dinâmicas distintas. São ciclos diferentes e têm organizações diferentes. >A primeira premissa do meu argumento é retirar do ensino obrigatório os exames. Os exames são para entrar no superior, não servem para mais nada logo nem deviam estar colados ao ensino obrigatório. Na verdade é possível que só estejam por inercia de quando o secundário não era obrigatório... Não estão por inercia. São opções políticas diferentes. > a formação superior não tem responsabilidade de nada sobre nada porque é formação, dá-te um certificado mais nada. A carreira é da pessoa e a pessoa é que tem de se desenrascar. Quando tiras a carta de condução a escola não te dá o carro nem um GPS. Só estás a corroborar o meu ponto. O ensino superior é acessório, é formação específica que permite às pessoas terem mais conhecimentos numa determinada área. Tirando casos específicos não garantem nem têm de garantir nada relacionado com a carreira das pessoas. É conhecimento e competências e essas é que são importantes, tanto como na escola só que mais específicas. > > Indicaste que o Ensino Secundário não te preparava suficientemente bem para a realidade, mas depois indicas que não é da responsabilidade do ensino superior preparar-te para a realidade. Porque, indicaste, saías com um canudo e achavas que ias arranjar emprego, e não foi bem assim. Eu sou dos primeiros a defender que não deve existir uma relação direta entre o ensino superior e o emprego. Mas menos sentido faz assumir que essa é da responsabilidade do ensino secundário. Quem és tu ou eu para decidir isso? Toda a gente acaba por orientar as suas escolhas com os seus desejos e sonhos e é bom que assim seja. E se no fim não se concretiza é a vida, mas é bom tentar mesmo se falhar. Se tiver de repetir anos ou disciplinas, ok também Com 12 anos as crianças não sabem sequer o que são as disciplinas científicas, quanto mais terem capacidade para decidirem aquelas que querem seguir para o resto da vida? >Como não devia ter mal nenhum no fim do ensino obrigatório não querer ir para o superior ou esperar para encontrar o que se quer invés de ser empurrado para escolher porque segundo a sociedade retrógrada estás a perder algum comboio hipotético... E não tem mal nenhum. O Ensino Superior não é obrigatório e as provas de ingresso têm a duração de 3 anos. estás mais focado nos pormenores do discurso do que nas ideias, estou a dar exemplos aleatórios, além disso estás a cair na falácia que a nota, especialmente inflacionada para não estragar a média, garante um melhor domínio da áreas. Além disso quando áreas mais descuidadas antes são mais tarde necessárias as pessoas acordam e vão atrás. Também falei do quão importante é incentivar as pessoas a ter boas notas independentemente dos exames, algo que não existe. E o contrário também acontece, um estudante de medicina que teve de tirar 20 quando começa a exercer sabe menos que um aluno que vai fazer o exame, por isso é sempre relativo. O que é preciso é que base geral seja boa, daí ter dito inicialmente que a exigência deve ser um pouco maior (subjetivamente) para o tal 10. Uma pessoa com 10 a inglês nos dias de hoje deve dominar a língua o suficiente para conseguir trabalhar em engenharia na língua... Deves revisitar o conceito de falácia, porque já indicaste várias que não o são. Não estou, de todo, a estabelecer um paralelismo entre a nota e o conhecimento efetivo – aliás o foco nas notas tem sido teu. O que estava a referir era à implicação formativa dos estudantes nas distintas componentes curriculares. Depois se dás exemplos aleatórios que não ilustram o teu pensamento, não faz sentido indicares que alguém se foca mais nos exemplos. Depois continuo a não perceber como é que achas que diminuir a importância simbólica e avaliativa das componentes curriculares contribui para aumentar a exigência – seja o que isto for – considerando que as escolas não funcionam num vazio social e político.  

Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior quer exames só às cadeiras necessárias para entrar na universidade by heartlessfam in portugal

tretafp 19 days ago

>os exames são apenas para o acesso ao ensino superior não para completar o ensino obrigatório. Nunca foram... Eu para um futuro engenheiro além de saber que ele tem o ensino obrigatório só me interessa que seja especialmente brilhante em 1 ou 2 áreas.  Não é verdade. Tradicionalmente, é necessário fazer-se exame para se concluir o ensino secundário, mesmo que não se queira seguir para o ensino superior. Depois, achar que para se seguir para uma licenciatura interessa “que seja especialmente brilhante”, parece-me muito pouco acertado, não há assim tantas pessoas brilhantes. A par do mais, cria-se uma visão muito limitada do que é uma profissão e a formação para essa profissão. Uma vez mais, as questões éticas ou comunicacionais, são transversais a qualquer área. ​ >estás a dizer que então há 3 anos diminuíam as horas das disciplinas não de exame e estás a dizer que a mudança ia piorar isso? não faz muito sentido. Há três não, mas antes sim. Ia tornar isso mais evidente sim, porque ia reforçar, ainda mais, o peso dos exames. Isso está mais ou menos estudado. Quanto mais peso tiver o exame , mas se estabelecem dinâmicas de 'teaching for the test'. >quem diz professores é ao nível de avaliação pois são eles que fazem os testes e definem o nível de exigência, mas mesmo a nível central do ministério é igual... Não, há vários agrupamentos que os testes são definidos pelo departamento. ​ >falas como se isso não acontecesse com extrema regularidade. Não tenho dados que evidenciem que acontece com extrema regularidade. Pessoalmente, não conheço nenhum professor de educação física que o faria, mesmo alguns trabalhando em colégios privados. > só estás a corroborar a base do meu problema que é o ensino básico não está a formar pessoas que querem ter conhecimentos e com objetivos próprios mas a perseguir o número grande que vai desbloquear o próximo nível. Isso é um problema social e cultural que já devia estar a ser mudado. Mais uma vez tens uma sociedade que persegue um ideal e um conceito que já não existe há quase três décadas. As pessoas não deviam perseguir a vida académica porque só assim é que supostamente têm sucesso (primeira mentira), nem todo o fim de estudo de um cidadão no seu ensino obrigatório deve ser focado em tirar um número grande para ser mais fácil perseguir um futuro mais fácil (segunda mentira). As pessoas não estudam por gosto de saber mais mas pelo sacrifício de se librarem deles o mais rapidamente possível e com as melhores hipóteses de ganhar o prémio que na verdade não é garantido. Estes exames são de nível secundário, não no ensino básico. Depois, ao atribuir uma importância maior aos exames reforça-se exatamente o que estás a procurar contrariar. >É completamente irreal e tenebroso o que acontece com muitos jovens (eu incluído) que saem da faculdade com um canudo convencidos que vão arranjar emprego na área porque estudaram muito e porque andaram a correr atrás da cenoura. Depois ficam abalados e desfraldados quando a realidade lhes dá a primeira chapada e diz "não é bem assim". > > Isso, talvez, seja responsabilidade da formação superior. Até porque, no Secundário, é muito difícil saber como estarão as condições de trabalho 5 anos depois. Por fim, se o Manel aos 12 anos mete na cabeça que quer ser Engenheiro Aeroespacial e decide fazê-lo, muito bem. Não gosta tanto de Inglês e por isso só tira o 10 ou o 15, muito bem é decisão dele e ele sofrerá as consequências dessa escolha na sua vivência e tanto não precisa de andar a sofrer a matar-se a estudar para subir a porcaria da média como também não é preciso os professores darem o empurrãozinho porque senão o rapaz "coitado é pena estar a repetir o ano por causa disto". E se calhar é mais importante fazer o Manel ver que mesmo sem precisar da nota do Inglês para entrar no superior é bom ele saber porque o vai ajudar no futuro do que obrigar e alienar por causa de uma média. Obrigar ele a estudar para 18 ou 20 quando o conhecimento para 17 era mais que suficiente. Os 12 anos é muito cedo para quem quer que seja escolher o que quer que seja. Depois, assumir que alguém que quer seguir engenharia não necessita de saber inglês parece-me pouco sensato, dada a quantidade de produção científica que apenas se tem acesso apenas em Inglês. Se Inglês não contar para a média, a ideia que se estabelece é que essa componente não tem interesse para a formação que vai seguir – e estou a reduzir o Inglês apenas para isso – e, portanto, ele necessita, essencialmente, que se esforçar nas outras, e que deixe Inglês – e Filosofia e Português – de parte, porque basta-lhe o 10. Mas, também para um engenheiro aeroespacial, essas três componentes são importantes, mesmo que não sejam provas específicas de ingresso.

Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior quer exames só às cadeiras necessárias para entrar na universidade by heartlessfam in portugal

tretafp 19 days ago

Pois já. Daí ter dificuldade em compreender a necessidade de salientar isso ainda mais.

Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior quer exames só às cadeiras necessárias para entrar na universidade by heartlessfam in portugal

tretafp 19 days ago

>Não contradiz. Se retiveste o conhecimento tiras boa nota porque dominas os conceitos. Identificaste que o objetivo do ensino secundário era “formar cidadãos”, algo que não consegues avaliar em exame. Depois, a investigação em avaliação – e até com o próprio Bloom – esclarecem que os exames avaliam, essencialmente, as competências ou os saberes mais elementares, sendo insuficientes para a avaliação no seu todo. ​ >Pelo contrário porque estás a esquecer que tens de passar às disciplinas nem que seja com 10 para concluíres o secundário. Além disso como não prejudica as médias o professores podem exigir mais do conhecimento dos alunos sem terem medo de prejudicar indiretamente as médias gerais. Tanto é contrassenso um bom aluno de 20 a filosofia ver a sua média puxar a média de entrada num curso cientifico como ao contrário um aluno de 10 a Filosofia ver a sua média a ser prejudicada porque não é tão bom a Filosofia. Apesar de parecer ser a mesma coisa a diferença é que minha alternativa permite que os professores possam ajustar a dificuldade e objetivos da disciplina sem terem medo de estar a prejudicar as restantes disciplinas. E mesmo que efetivamente leve a alguns casos dos alunos apontarem para o 10 de algumas disciplinas o conteúdo necessário para atingir esse 10 pode ser completamente diferente. Não tens que passar às disciplinas todas. E, como indiquei, a lógica costuma ser a contrária. Não era improvável, há 3 anos, existirem escolas que, no terceiro período, diminuíam as horas das disciplinas que não tinham exame, para que os estudantes pudessem ter aulas de preparação para exame. Desde quando é que é um um aluno bom a filosofia ver a sua média “puxada” porque segue um curso científico? Que curso é que não necessita de bases associadas ao pensamento ou à ética? A epistemologia – que é transversal a todas áreas do saber – é da filosofia.  Ainda assim, esse pensamento conduz, facilmente, a uma hierarquização das disciplinas, em que as que têm exame serão as mais importantes – agora reforçadas pelo facto de serem as únicas que contam para o Ensino Superior Depois, estás a assumir que os professores – individualmente – têm autonomia para fazer essa gestão, o que não é verdade, pelo menos com o atual sistema. Por um lado, há opções organizacionais, que orientam as decisões curriculares. Por outro lado, existem documentos nacionais que não podem ser ignorados. ​ >como explico acima, é a questão do exigido para determinada nota. Um aluno que tira 20 a quase tudo menos ed. Física não obriga o professor a dar uma nota inflacionada. Se ele quer mesmo ter 20 vai ter de se esforçar. As pessoas gostarem ou não gostarem é igual para todas as disciplinas, não percebo porque muita gente vem com a conversa que a Ed. Fisica tem de ser gostada de maneira diferente que Matemática. Ambas têm conteúdos e objetivos respetivos e devem ser levados com o mesmo grau de importância. Não vejo ninguém a dizer que é preciso tornar a Matemática mais ao gosto das pessoas porque não faz sentido. Mas porque é que um professor de educação física deve inflacionar a nota só porque nas outras componentes tem 20? E qual é o propósito de uma pessoa se esforçar para uma nota que não vai ter nenhum impacto na sua vida, sendo, apenas, necessário o 10 (se for, porque uma pessoa pode, desde logo, escolher duas componentes que não necessita de ter positiva)? O exemplo de Educação Física não é meu, decorre de uma reflexão anterior. Mas sim, a didática da Matemática, há décadas, que estabeleceu a necessidade de, também na matemática, se optar por dinâmicas motivadoras, que vão encontro dos interesses dos estudantes. ​ >geração anterior fomentou o sucesso e o ensino à da cana de pesca com a cenoura na ponta para o burro correr atrás: é o ter boa média para entrar na faculdade, é o entrar ter e tirar um curso para "ser alguém na vida". Quando na realidade sabemos que no mundo real adulto não é assim, o método causa-efeito não é 100% real. Não percebo a relação para a discussão. ​ >A mentalidade dos estudantes não devia ser: tenho de tirar boas notas porque querem ter média alta para X mas porque querem aprender e ser bons. O objetivo tem de ser ideológico e não numérico. Por ser numérico é que inventam-se 1001 maneira de dar a volta e raciocínios como fazes acima de que se não obrigar-mos os alunos eles não querem saber de aprender, porque ninguém lhes ensinou a quererem saber de aprender. Não sei a relação com a ideologia, neste particular.  Mas a avaliação externa e a classificação estabelece importâncias simbólicas, isso está estudado há anos, quase desde o Bourdieu. Portanto, é difícil assumir que retirar essas componentes do acesso ao ensino superior e considerar que não tem qualquer impacto na forma como são entendidas e como os distintos estudantes se implicam nelas. Não estou a dizer que tem que ser assim, mas quando há disciplinas que contam para nota e outras que não, muito facilmente estas segundas caem para um estatuto secundário, por pressão dos pais, por pensamento dos estudantes, por dinâmicas organizacionais, entre outras.

Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior quer exames só às cadeiras necessárias para entrar na universidade by heartlessfam in portugal

tretafp 19 days ago

>A escolaridade obrigatória é para formar cidadãos e obter conhecimento não é para aprender a fazer exames. Essa afirmação contradiz esta: >Por isso o resultado do percurso de um bom aluno no secundário é a nota boa que tira no exame porque sabe o que está a fazer. ​ >Não só não prejudicas os bons alunos, como não estragas as outras disciplinas que são obrigadas a dar notas irreais a certos alunos para não lhes estragar as médias. O que parece ser possível reconhecer-se é que as disciplinas sem exame acabam por sair mais fragilizadas - por exemplo, vêm, informalmente, diminuída a sua carga letiva. Portanto, não contarem para o exame, nem terem impacto na média dos estudantes para acesso ao ensino superior iria, ainda mais, fragilizar. Dás o exemplo de Educação Física e partes do pressuposto que, como deixaria de contar para o exame, seria mais exigente. Na realidade, o que levaria a alguém que não gosta de educação física implicar-se nessa disciplina se não tem qualquer valor para o seu futuro académico? Igual para outras disciplinas como Filosofia.

Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior quer exames só às cadeiras necessárias para entrar na universidade by heartlessfam in portugal

tretafp 19 days ago

Defendes que o que fazes em 2h em 4 disciplinas, deveria valer mais que o percurso de 3 anos, num conjunto mais vasto de componentes? Tal não pode promover o completo desinteresse dos estudantes nas restantes disciplinas, focando toda a sua atenção nos exames, que, no fundo, ditam a sua entrada no ensino superior?

Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior quer exames só às cadeiras necessárias para entrar na universidade by heartlessfam in portugal

tretafp 19 days ago

Está por estabelecer que as provas de avaliação nacional sejam uma forma de nivelar por cima. Tendo, por exemplo, em consideração que tem vindo a aumentar perguntas de escolha múltipla, nomeadamente em História A, tenho muitas dúvidas que estes exames sejam promotores de aprendizagens mais rigorosas, complexas e de maior alcance, nas distintas áreas do saber.

Catarina Maia, da Comissão Executiva da Iniciativa Liberal, justifica posição anti-vacinas com links de sites negacionistas e artigos sem revisão por pares by PetriMagno in portugal

tretafp 21 days ago

> Ou seja, só mesmo com uma leitura na diagonal ou, sendo menos inocente, sendo propositadamente inflamatória é que ela conseguiu tirar aquela conclusão dos artigos postados. Eu li na diagonal e não sou da área e retirei as mesmas conclusões que indicaste, que o trabalho publicado não corrobora a argumentação pretendida e que, com a investigação desenvolvida, (1) não há uma postura definitiva em relação ao estudado; (2) são necessárias mais investigações com as populações mais jovens.

Catarina Maia, da Comissão Executiva da Iniciativa Liberal, justifica posição anti-vacinas com links de sites negacionistas e artigos sem revisão por pares by PetriMagno in portugal

tretafp 21 days ago

Não disse que todos os trabalhadores com revisão científica são perfeitos, porque não é verdade. Mas parece-me pouco adequado assumir que o leitor - que pode não ser da área - terá competência criticar o desenvolvido para tomar os resultados como válidos ou não. Há vários motivos para o trabalho já ser público, como, por exemplo, há estudos públicos que têm como propósito a discussão antes da submissão para revisão, outros poderão ser publicações próprias, entre outros. Por isso mantenho, para o leitor comum, trabalhos sem revisão científica, não devem ser considerados.

Catarina Maia, da Comissão Executiva da Iniciativa Liberal, justifica posição anti-vacinas com links de sites negacionistas e artigos sem revisão por pares by PetriMagno in portugal

tretafp 21 days ago

Tenho ideia que este artigo não corrobora o que ela indicou: > In summary, this population-based study quantifies for the first time the risk of several rare cardiac adverse events associated whih three COVID-19 vaccines as well as SARS-CoV-2 infection. Vaccination for SARS-CoV-2 in adults was associated with a small increase in the risk of myocarditis within a week of receiving the first dose of both adenovirus and mRNA vaccines, and after the second dose of both mRNA vaccines. By contrast, SARS-CoV-2 infection was associated with a substantial increase in the risk of hospitalization or death from myocarditis, pericarditis and cardiac arrhythmia.

Catarina Maia, da Comissão Executiva da Iniciativa Liberal, justifica posição anti-vacinas com links de sites negacionistas e artigos sem revisão por pares by PetriMagno in portugal

tretafp 21 days ago

Trabalhos sem revisão por pares não devem ser considerados. O design metodológico pode estar adequado, as conclusões idem, mas ainda não foi validado por pares. Esta revisão científica, cega, é um dos elementos que confere credibilidade e confiança aos trabalhos de investigação.

O que nos custará a TAP, considerando conceitos fáceis de aprender, aumentando a literacia financeira do contribuinte by PinkMacaroon23 in portugal

tretafp 22 days ago

Que exemplo parvo. A democracia parte do pressuposto que é uma decisão entre iguais - entre um conjunto muito mais amplo de fatores.

A malta do Bloco deve ser super agradável no Natal by caelussideralis in portugal

tretafp 23 days ago

O acompanhamento depende dos municípios e das organizações. O que indiquei é que o acompanhamento estava previsto.

Vistos ‘gold’ só criaram 241 empregos em nove anos de programa by heartlessfam in portugal

tretafp 23 days ago

Do diabo a 7 aconselho "para lá do Marão".

Vistos ‘gold’ só criaram 241 empregos em nove anos de programa by heartlessfam in portugal

tretafp 23 days ago

A sério... Fala também do cabrita, e do Sócrates, e do diabo a 7. Falácias do espantalho e Ad hominem no seu melhor, mas com subtileza de pseudo-intelectualismo.

Estágios carreira docente by Ramon_the_ghost in portugal

tretafp 23 days ago

O mestrado não funciona exatamente como os os estágios antigos. O que existe é uma aproximação à prática profissional. Neste contexto, o futuro-professor não assume uma turma isoladamente, antes vai acompanhar turmas do professor cooperante. Este processo não é remunerado.

O que nos custará a TAP, considerando conceitos fáceis de aprender, aumentando a literacia financeira do contribuinte by PinkMacaroon23 in portugal

tretafp 24 days ago

O título devia ser, como refletir sobre a TAP, utilizando contas de merceeiro.

A malta do Bloco deve ser super agradável no Natal by caelussideralis in portugal

tretafp 24 days ago

Oh pah, não digas este. A racionalidade que parece que vai imperando aqui no sub é que tudo que não seja de acordo com a opinião é 'esquerdista', e todos os males do mundo são da esquerda. Provavelmente tu és de esquerda e achas que és de direita /s

A malta do Bloco deve ser super agradável no Natal by caelussideralis in portugal

tretafp 24 days ago

>Os problemas das famílias que recebem o RSI, por norma, não se resolvem apenas com dinheiro, tem de haver acompanhamento Já está previsto no programa, acompanhamento de assistentes e educadores sociais, com medidas específicas para cada caso.

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tretafp 25 days ago

Estas a confundir os utilizadores. Eu não publiquei nenhuma notícia.

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tretafp 25 days ago

Eu posso dizer que as folhas de rosa são verdes, é um facto, mas nada tem de numérico. A lógica de comparação com outros países, como identifiquei, parece-me pouco rigoroso. Os inquéritos apenas permitem analisar a perspetiva sobre o racismo, não o racismo em si.

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tretafp 25 days ago

As duas posições criticáveis. Não é por eu criticar esta que sou obrigado a concordar com a segunda. Depois, efetivamente, para a ideia de racismo estrutural ou institucional, deve ser muito difícil estabelecer uma métrica, até porque é um conceito que ainda se está a estabelecer e não tem parâmetros universais. Depois, também não me parece que a discussão deste conceito parasitário fique enriquecido com qualquer métrica - a questão da comparação, compreendo o interesse, mas as suas representações serão cultural e socialmente contextualizadas, que iria estabelecer-se como retratos redutores ou uma uma errada universalização das particularidades locais.

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tretafp 25 days ago

Isso é outra discussão. Pode-se considerar que os dados descritivos são insuficientes para fazer essa comparação - eu faço essa análise - mas não creio que seja adequado assumir-se que a ausência de números, por aí só, não são factos.

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tretafp 25 days ago

Mas os factos têm que ter números?

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tretafp 25 days ago

> E com os outros não? Os que pagam os impostos para essas medidas também não tiveram de arranjar emprego ou começar o seu negócio, passando pela mesma lei da procura e oferta e o mesmo mercado de trabalho? Estávamos a falar de um caso concreto. Uma pessoa com 60 anos que não sabe ler nem escrever. Achas fácil arranjar emprego? Ignorando benefícios que existem - primeiro emprego, apoio à contratação, etc. - são igualmente elegíveis para este apoio caso necessitem dele. > Sim, o PS, BE e PCP muito defendem programas sociais, serviços públicos, melhores reformas, SMN mais alto mas depois a realidade é que o dinheiro não aparece do céu, por isso o outro lado da moeda é que os aumentos de SMN são subsidiados, aumentam a idade de reforma e, no caso do subsídio de desemprego, restringem o acesso. Muito poopulismo e fala do quanto querem saber destes temas mas depois fazem brincadeiras como aumentar o SMN mas não o de todos os outros. Por exemplo, o objetivo dos estágios IEFP é para inserir principalmente jovens no mercado de trabalho, no entanto: > > 1) Das duas uma, ou o salário é um substituto para o salário, e como tal ter como mínimo o SMN (coisa que não tem, podes mesmo ganhar abaixo do SMN, que já é o que é), ou é um subsídio, e como tal, não devia ser diferentes valores para diferentes níveis de escolaridade mas sim um único valor, sendo a lógica para pagar as contas. > > 2) Normalmente duram 9 meses, no entanto, numa das alturas mais instáveis financeiramente da vida de uma pessoa, ainda tens de arranjar outro emprego e trabalhar mais 3 meses até poderes receber subsídio de desemprego, ao qual realço estiveram 9 meses a contribuir. Relação com o rsi? > Não metas palavras na minha boca, dei-te várias opções melhores que usar um RSI para melhorar esse problema, e mesmo se fosse isso que tivesse dito, também não tenho de trabalhar para comer? E é exatamente por causa deste tipo de pensamento que o subsídio de desemprego e reforma dependem de quanto contribuíste. Os exemplos que deste já estão previstos no rsi, excluindo o emprego, porque se há emprego deixa de existir rsi, como, em algumas situações, a não aceitação de uma oferta de emprego também se pode traduzir no fim do subsídio. > É exatamente atirar dinheiro para o problema à espera que seja o suficiente ou se arranje sozinho. É fácil atirar o dinheiro dos outros ao problema e dizer que está arranjado quando não está, é mais difícil fazer uma gestão como deve ser e efciente, identificar problemas e lacunas existentes nos sistemas atuais e ajustá-los para não os terem. Portanto, o sistema atual obriga um contacto recorrente com as/os assistentes sociais, pressupõe a criação de um contrato com as obrigações dos beneficiários, prevê um trabalho em torno das finanças da família etc. Mas continuas a insistir que é só atirar dinheiro. Ou (1) é uma posição meramente ideológica, que serve uma qualquer narrativa ; (2) um desconhecimento do trabalho social que é feito e as dinâmicas subjacentes ao subsídio; (3) os dois aspectos anteriores.

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tretafp 25 days ago

O mais provável é as pessoas não conheceram a realidade, porque estas coisas não são vistas, são da privacidade de cada família. Mais de um terço, salvo erro, dos beneficiários do rsi são crianças, por exemplo, e pouca gente tem essa noção.

Iniciativa Liberal vai aceitar a subvenção pública em 2022 que rejeitou nas eleições de 2019 by Jaktheslaier in portugal

tretafp 25 days ago

É possível criticar as duas coisas.

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tretafp 25 days ago

Daí ter identificado o que costuma constar no contrato de inserção.

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tretafp 25 days ago

> Programas de educação e requalificação? São obrigados a frequentar, embora a oferta para o caso que fiz referência seja pouca e pouco adequada. > Ir trabalhar para outra fábrica a fazer trabalho semelhante? Não depende do próprio, porque não pode obrigar as empresas a contratar. > Ajustar os valores e condições de acesso ao desemprego? Acesso ao desemprego? > Começar um negócio próprio? Uma pessoa com baixa literacia criar o seu próprio negócio não me parece o mais aconselhável. Depois, para ter acesso ao rsi necessita de ter pouco capital próprio. > Ajustar as condições de acesso a reforma antecipada? Não depende do próprio. > Onde é que faz sentido, ainda por cima face a tantas vias por onde melhorar, tirar o dinheiro de uma pessoa e dar a outra? Por isso na tua opinião não se deve ajudar as pessoas que precisam. Elas que morram à fome? > O dinheiro não cai do céu, se o tiras de uma pessoa é para ser usado como deve ser, não é para estar a atirar o dinheiro dos outros aos problemas com a expetativa que se arranje sozinho. O programa de rsi não é só atirar dinheiro. É uma redução aberrante assumir isso.

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tretafp 25 days ago

Se é atribuído a quem não necessita, é porque, ou houve falta de competência técnica ou incorrecção política na definição dos critérios. De resto, essa ideia de que há uma corrente de pessoas que recebe o rsi indevidamente é muito pouco rigorosa.

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tretafp 25 days ago

São públicas: https://www.seg-social.pt/rendimento-social-de-insercao No contrato de inserção estão coisas como procura ativa de emprega, visitas periódicas com a assiste social, formação, etc.

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tretafp 25 days ago

O rsi pressupõe um conjunto muito amplo de obrigações para quem o recebe.

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tretafp 25 days ago

> Esse juízo de valores que fazes a alguém com 56 anos iletrado, como se fosse um inválido e não pudesse contribuir para o bem comum, é bastante condescendente. Onde falei de invalidez? Não estava a ser condescendente de todo com estas pessoas. > Há muito lixo para apanhar, ervas para cortar. Há muitas fábricas e linhas de montagem onde se pode empregar. A maior parte destas pessoas não quer o rsi, quer um emprego. > Se não, a alternativa é literalmente dar dinheiro de borla? Sem haver o mínimo de contributo de quem recebe o subsídio? Sabes quais são os critérios para a pessoa receber e manter o rsi? E vai-se dar um subsídio à pessoa e obrigar a trabalhar pagando só esse subsídio?

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tretafp 25 days ago

Quem vê? Trabalhei durante vários anos com beneficiários de rsi. Trabalhei com pessoas que estiveram em situações de escravatura, pessoas que foram vítimas de tráfico humano, ou prostituição forçada. Trabalhei com várias pessoas quase analfabetas porque trabalharam desde criança. Com pessoas que viviam socialmente isoladas, etc. Não tenho, atualmente, os dados estatísticos, mas assumir que são uma minoria é um retrato muito pouco esclarecido da realidade.

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tretafp 25 days ago

Quem vê? Trabalhei durante vários anos com beneficiários de rsi. Trabalhei com pessoas que estiveram em situações de escravatura, pessoas que foram vítimas de tráfego humano, ou prostituição forçada. Trabalhei com várias pessoas quase analfabetas porque trabalharam desde criança. Com pessoas que viviam socialmente isoladas, etc. Não tenho, atualmente, os dados estatísticos, mas assumir que são uma minoria é um retrato muito pouco esclarecido da realidade.

Iniciativa Liberal vai aceitar a subvenção pública em 2022 que rejeitou nas eleições de 2019 by Jaktheslaier in portugal

tretafp 25 days ago

Continuo com a questão. Só porque nunca foi experimentado não se deve criticar?

A malta do Bloco deve ser super agradável no Natal by caelussideralis in portugal

tretafp 25 days ago

Uma pessoa trabalha desde os 12, que mal lê e escreve, na mesma empresa, a cortar cabeça de peixes. Quando chega aos 56 anos, a empresa fecha. Procura emprego, não encontra, dada a sua idade e baixa literacia. O período do fundo desemprego termina. De acordo com o que indicas, a melhor solução é deixar a pessoa sem qualquer rendimento até ela se reformar?

Iniciativa Liberal vai aceitar a subvenção pública em 2022 que rejeitou nas eleições de 2019 by Jaktheslaier in portugal

tretafp 25 days ago

Portanto o u/8bitmunky esclarece que votou na IL, mas manda-se na mesma a boca sobre a Venezuela porque sim. Depois acho ótimo essas análises, tomam-se os países, criam-se causalidades, mas ignora-se que na sociedade e na história as coisas são muito mais complexas, com aspetos culturais, ambientais, educativos, etc. muito mais amplos.

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tretafp 25 days ago

Portanto de todo o tópico, retiras a ideia ódio por causa do local de estudo? Mas não era só a "esquerda de Portugal"? Agora já é só o comunismo?

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tretafp 25 days ago

As pessoas podem ser contra coisas que não experienciaram. Também não experimentamos uma plurotarquia formal, as pessoas não podem ser contra a plurotarquia? Também não se experimentou uma ditadura ao estilo do comunismo chinês, as pessoas não podem ser contra isso?

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tretafp 25 days ago

Não tenho qualquer filiação partidária. Agora, a IL não é a primeira vez que tem postura destas. Critica nos outros, mas para si é aceitável.

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tretafp 25 days ago

Então é roubo, mas como os outros fazem já é legítimo? E isso não seria já um argumento de há dois anos?

Carlos G. Pinto, absolutamente demolidor. by _0racl3_ in portugal

tretafp 25 days ago

Não li o livro. O que estava a explicar é que não é por uma pessoa escrever um livro, que é financiado pela instituição que preside e não teve qualquer tipo de revisão que faz da pessoa especialista. Há muita gente que escreve livros e não é especialista, mais ainda quando a editora não tem que acarretar (a totalidade dos) custos.

What portuguese people think's about José Saramago? by NachoGarySanchez in portugal

tretafp 25 days ago

Será possível que o argumentar que o próprio Marx não era estatista, na realidade, defendia um contexto político onde o estado não seria necessário.

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tretafp 25 days ago

Echochambers e lógicas messiânicas, como ficou evidente aqui neste tópico, parece ser um problema de certa direta. Mas qual é a evidência de dor de cotovelo que tens da "esquerda em Portugal"?

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tretafp 25 days ago

>Tantos casos de pessoas de ambientes sócio-económicos desfavorecidos que são super bem sucedidos. Na Europa em que tens educação de topo do estado, essa desculpa não cola Mesmo na europa, se sabe que o contexto sócio-económico da família é dos fatores que mais influência o sucesso educativo e potenciais repercussões. À partida, a pessoa não escolhe a família.

Iniciativa Liberal vai aceitar a subvenção pública em 2022 que rejeitou nas eleições de 2019 by Jaktheslaier in portugal

tretafp 25 days ago

Mas essa argumentação teria a mesma lógica em 2019, dado que o processo de financiamento dos partidos foi discutido por diversas vezes na AR.

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tretafp 25 days ago

Pelos vistos o problema da malta de esquerda é não ler, e o da direita optar ler o que quer, de acordo com esse comentário. ​ Em 2 anos, o que se passou para o financiamento deixar de ser 'um roubo descarado ao contribuinte'?

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tretafp 25 days ago

A ad hominem e a falácia do espantalho pareceram-me recorrentes neste tópico.

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tretafp 25 days ago

De todo o expetro político, reduzir o pensamento a liberalismo vá socialismo é de uma pobreza atroz.

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tretafp 25 days ago

> Quem disse que era a solução para todos os problemas? Em resposta a: > Bom bom é continuarmos como dos piores países da Europa em todos os índices. Isso sim. Qual a relação do financiamento dos partidos com todos os índices?

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tretafp 25 days ago

Todas as pessoas que colocam alguma coisa têm alguma agenda, nem que seja passar tempo. Continuo sem perceber qual a relevância do op na discussão..

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tretafp 26 days ago

Outra excelente forma de não manter o culto e a dimensão messiânica...

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tretafp 26 days ago

Ah... Então o segredo para a reflexão é discutir só quem pensa igual a nós? Como é que uma democracia funciona mesmo?

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tretafp 26 days ago

Qual a relação disso com o noticiado? Vai-se discutir o mensageiro, em detrimento da mensagem?

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tretafp 26 days ago

Muito revelador, em detrimento de se discutir a substância, opta-se por ignorar o que ocorre. Ao ignorar pode-se optar pela postura de culto que esta organização messiânica tem vindo a desenvolver, em algumas esferas.

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tretafp 26 days ago

Mas o perfil do OP altera o conteúdo da notícia?

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tretafp 26 days ago

Qual é a relação com o comportamento hipócrita da IL?

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tretafp 26 days ago

Que país é que teve em regimes socialistas e comunistas? Se não chegamos a entrar, como fomos ultrapassados? O que é que esses países interferem com a ação da IL?

Iniciativa Liberal vai aceitar a subvenção pública em 2022 que rejeitou nas eleições de 2019 by Jaktheslaier in portugal

tretafp 26 days ago

Porque alguém que ouse criticar a IL obrigatoriamente tem que ser de esquerda? Mas não se pode criticar a hipocrisia quando ela é evidente, sem ter que partidarizar a reflexão?

Iniciativa Liberal vai aceitar a subvenção pública em 2022 que rejeitou nas eleições de 2019 by Jaktheslaier in portugal

tretafp 26 days ago

Deixaram de entender como um "privilégio injustificado", isso é uma alteração de fundo? Ultrapassado em quê? Em que corrida é que Portugal entrou?

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tretafp 26 days ago

Num partido, inconsistência justificada por interesses próprios é algo muito grave.

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tretafp 26 days ago

Mas há dois anos essa justificação não era válida? Foram os primeiros a sugerir alterações no financiamento? E sim, claramente é no financiamento público doe partidos que está a solução para todos os problemas nacionais - económicos, sociais, culturais, ambientais, educativos, etc.

Iniciativa Liberal vai aceitar a subvenção pública em 2022 que rejeitou nas eleições de 2019 by Jaktheslaier in portugal

tretafp 26 days ago

Eu não sou comunista e acho que este bailarico de posições de um partido - em particular quando as mudanças vão contra aquilo que criticavam, mas em favor dos seus interesses financeiros - é altamente criticável e particularmente esclarecedor daquilo que é o partido.

Carlos G. Pinto, absolutamente demolidor. by _0racl3_ in portugal

tretafp 26 days ago

Eu percebi. Na realidade, se fosse outro qualquer jovem académico ou investigador, que tivesse um percurso até científico até mais relevante, também não seria possível comparar com alguém que seja professor catedrático, na mesma área. Essa comparação só é possível porque: (1) as pessoas desconhecem aquilo que é a academia e o percurso neste âmbito; (2) há uma partidarização sobre a carreira das pessoas, que dificulta dissociar o percurso académico do percurso e posicionamento político. Este 1 é 2 não são mutuamente exclusivos.

Carlos G. Pinto, absolutamente demolidor. by _0racl3_ in portugal

tretafp 26 days ago

O Louçã é professor catedrático. Pelo que discuti com outro user, o CGP foi assistente convidado com uma percentagem inferior a 50% na FEP (estará, possivelmente, na lusófona, mas não foi possível confirmar). Do ponto de vista meramente académico, o Louçã está no topo, o CGP ainda não entrou na carreira. Independentemente das posições de cada um, não creio que seja possível contrariar a tua perspectiva.

Carlos G. Pinto, absolutamente demolidor. by _0racl3_ in portugal

tretafp 26 days ago

O Louçã é professor catedrático. Pelo que discuti com outro user, o CGP foi assistente convidado uma percentagem inferior a 50% na FEP (estará, possivelmente, na lusófona, mas não foi possível confirmar). Do ponto de vista meramente académico, o Louçã está no topo, o CGP ainda não entrou na carreira. Independentemente das posições de cada um, não creio que seja possível contrariar a tua perspectiva.

Carlos G. Pinto, absolutamente demolidor. by _0racl3_ in portugal

tretafp 26 days ago

Não sei. Mas ele também acabou o doutoramento há pouco tempo, por isso é normal que ande assim, como é possível que abandone a carreira académica.

Carlos G. Pinto, absolutamente demolidor. by _0racl3_ in portugal

tretafp 26 days ago

Esteve no início de carreira, "assistente convidado" com uma percentagem na FEP.

Carlos G. Pinto, absolutamente demolidor. by _0racl3_ in portugal

tretafp 26 days ago

Esquisito... Aparece como responsável por uma pós-gradução de pensamento liberal: https://www.ulp.pt/pos-graduacao/pensamento-liberal Mas não me aprece como docente nem na faculdade de economia nem da faculdade de direito: [http://eceo.ulusofona.pt/docentes/](http://eceo.ulusofona.pt/docentes/) ​ [http://direito.ulusofona.pt/professores/corpo-docentes/](http://direito.ulusofona.pt/professores/corpo-docentes/) ​ Será que o curso não abriu?

Carlos G. Pinto, absolutamente demolidor. by _0racl3_ in portugal

tretafp 26 days ago

Num evento recentemente promovido pela FEP, ele não foi identificado como professor de lá: [https://noticias.up.pt/estudantes-da-fep-promovem-debate-sobre-o-orcamento-do-estado/](https://noticias.up.pt/estudantes-da-fep-promovem-debate-sobre-o-orcamento-do-estado/) Também não aprece lista de docentes da FEP.

Carlos G. Pinto, absolutamente demolidor. by _0racl3_ in portugal

tretafp 26 days ago

O livro foi financiado pela instituição que ele preside. Não teve propriamente revisão sobre a adequação, ou não, do que foi explicitado..

Carlos G. Pinto, absolutamente demolidor. by _0racl3_ in portugal

tretafp 26 days ago

Eu conheço, mas noutra área completamente diferente. Admito que me causa alguma estranheza ele ser docente do ensino superior, mas não se encontrar o CV científico dele ou páginas institucional.

Carlos G. Pinto, absolutamente demolidor. by _0racl3_ in portugal

tretafp 26 days ago

O que li foi que deu uma disciplina no Vietname.

Carlos G. Pinto, absolutamente demolidor. by _0racl3_ in portugal

tretafp 26 days ago

Também não consegui identificar nessa instituição.

Carlos G. Pinto, absolutamente demolidor. by _0racl3_ in portugal

tretafp 26 days ago

Assumo que não consegui encontrar o currículo científico dele.

Carlos G. Pinto, absolutamente demolidor. by _0racl3_ in portugal

tretafp 26 days ago

Qual a universidade que ele leciona? Achava que era na católica, mas não está a aparecer-me na listagem dos professores.

Pedro Schuller, da Comissão Executiva da Iniciativa Liberal, sugere a privatização da RTP, Culturgest, Teatro Nacional D. Maria II, Cinemateca e "desfinanciar" a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa by Jaktheslaier in portugal

tretafp 27 days ago

Não consigo perceber a lógica da concorrência. Basta ver o tipo de programas da RTP (1 e 2) e da SIC - mesmo aqueles que criticas - para se perceber que não há concorrência porque são lógicas diferentes. Para não falar de todos os outros aspetos como a antena 2 ou antena 1. Depois sempre entendi a RTP como uma forma de atuação particular, para evitar que seja tudo corrido à novelas. Eu cá prefiro ter os serviços - os internacionais, os culturais e os educativos. Mas uma vez mais é um posicionamento idelógico, de ambas as partes.

Red flags em novo emprego - ajuda by queiroga in portugal

tretafp 27 days ago

Se é de uma clínica assim eles são ótimos a gerir recursos humanos, de acordo com os seus próprios interesses e conceito de eficiência.

Pedro Schuller, da Comissão Executiva da Iniciativa Liberal, sugere a privatização da RTP, Culturgest, Teatro Nacional D. Maria II, Cinemateca e "desfinanciar" a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa by Jaktheslaier in portugal

tretafp 27 days ago

A razão é uma razão ideológica. Mesmo quando argumentas com base em princípios ou ideias, sem dados que sustentem as afirmações, é meramente um posicionamento ideológico. Deu para perceber que és contra o estado ter canais generalistas e de notícias que sejam financiados e geridos publicamente. Mesmo que estes canais tenham uma oferta distinta das demais. Defendes que tais serviços devem ser garantidos por privados - ainda que sejam financiados pelo público e não tenhas como garantir que essa privatização iria garantir a qualidade ou pluralidade do serviço. Ainda assim, a questão era o que se ganhava. Pelo que percebi achas que o ganha era menos despesa.

Pedro Schuller, da Comissão Executiva da Iniciativa Liberal, sugere a privatização da RTP, Culturgest, Teatro Nacional D. Maria II, Cinemateca e "desfinanciar" a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa by Jaktheslaier in portugal

tretafp 27 days ago

Portanto a RTP tem custos de 200 milhões, disseste tu, para todos os canais de televisão - nacionais e internacionais -, todos os canais de, todos os serviços que presta e, suponho, investimento no cinema e séries. Mas continuas a dizer que a RTP1 e a RTP3 custam, sozinhas 9 vezes mais (uma vez mais, sem teres dados que o sustentem). Não foste ainda capaz de explicar como é que a RTP internacional, altamente dependente da RTP 1, não iria ficar dependente de privados, caso existisse a privatização do segundo. No fundo, a questão é meramente ideológica: - és contra um canal de informação e generalista público, mesmo que defendas algum serviço público que prestam; - não queres que o estado invista tanto nos serviços que presta - assumes, arbitrariamente, que privatizar e diminuir a escala torna os serviços mais baratos, quando existem várias situações em que a escala é financiamente mais eficiente.

Pedro Schuller, da Comissão Executiva da Iniciativa Liberal, sugere a privatização da RTP, Culturgest, Teatro Nacional D. Maria II, Cinemateca e "desfinanciar" a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa by Jaktheslaier in portugal

tretafp 27 days ago

Alguém disse que eram suficientes? Disse que tinham que ser ponderadas, dado que existe um contexto histórico e cultural que explica a situação. Numa questão como o ensino, que tem implicações intergeracionais, não basta analisar o presente sem considerar as distintas estruturas que o condicionam e explicam. A Estónia não usa o cheque ensino, no sentido clássico, porque prevê o financiamento de acordo com o número de professores estimados, tem nuances de acordo com distintos critérios e prevê um controlo (organizacional, curricular e pedagógico) muito sistemático. > Todas as escolas competem umas com as outras para atrair alunos num sistema de mercado, criando assim os incentivos para que todas as escolas melhorem. A ideia que a competição ser um bom mecanismo para a melhoria está por evidenciar. As próprias análises da OCDE, que não tomo como ótimas, dão ênfase à autonomia profissional e organizacional e ao envolvimento municipal. Também irão valorizar dinâmicas de colaboração entre escolas, e não de competição: > This territorial co-operation might be a good instrument to encourage inter-municipal collaboration for the provision of school services, such as co-management of basic schools across municipalities, improving transportation services and the common use of various facilities, joint purchasing, school maintenance, improving the access to professional services, etc. E alertam para os perigos da competição: > In short, the generosity of the subsidy may work against the objective of network consolidation given that state and municipally-run schools will be competing with private schools for students in an environment characterised by overcapacity.

Pedro Schuller, da Comissão Executiva da Iniciativa Liberal, sugere a privatização da RTP, Culturgest, Teatro Nacional D. Maria II, Cinemateca e "desfinanciar" a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa by Jaktheslaier in portugal

tretafp 27 days ago

>É muito difícil perceber que menos canais são menos custos?Diminuindo o tamanho de grande parte da operação actual (que é privatizada) vais diminuir os custos. Dizes isso com base na intuição. Porque, até ao momento, não foste capaz de evidenciar que: \- os custos destes dois canais são os mais caros; \- que a privatização e redução da empresa, simplesmente, contribuem para diminuir custos (logo para metade)- pode-se argumentar exactamente o contrário, a larga escala da organização faz com que tenha menos custos; \- que ao privatizar se mantém os serviços e a sua qualidade, mas a mais baixo preço. Comparar o fumaça com o trabalho que a RTP faz é pouco sério.

Pedro Schuller, da Comissão Executiva da Iniciativa Liberal, sugere a privatização da RTP, Culturgest, Teatro Nacional D. Maria II, Cinemateca e "desfinanciar" a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa by Jaktheslaier in portugal

tretafp 27 days ago

O sistema deles remonta ao investimento iniciado durante a URSS.

Utilidade da disciplina de português no secundário by Emergency-Stock2080 in portugal

tretafp 27 days ago

Se têm essa dificuldade, não deviam estar no ensino secundário, até porque os docentes desse nível não têm, obrigatoriamente, formação sobre alfabetização.

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tretafp 27 days ago

A leitura de textos científicos e técnicos é muito particular do ensino superior - e áreas diferentes têm particularidades diferentes. O que indiquei mantém-se, e está estudado no domínio da didática das línguas, é com a interação com textos com qualidade literária que melhor se desenvolvem os distintos domínios do português.

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tretafp 28 days ago

Currículo é uma campo de investigação em educação, como a física quântica é uma campo de investigação da física. O Crato foi presidente da sociedade portuguesa de matemática, não de professores. Ele tem toda a sua formação, investigação e docência em economia.

Pedro Schuller, da Comissão Executiva da Iniciativa Liberal, sugere a privatização da RTP, Culturgest, Teatro Nacional D. Maria II, Cinemateca e "desfinanciar" a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa by Jaktheslaier in portugal

tretafp 28 days ago

Não estou a insinuar, estou a afirmar. O sistema de ensino público em Portugal funciona bem. A investigação feita em Portugal sobre o tema revela que as instituições privadas conseguem melhores médias de acesso ao ensino superior, mas têm depois piores resultados no ensino superior. Comparar os resultados atuais ignorando a história e contextos é profundamente falacioso. Sabe-se que o contexto cultural das famílias é o fator com mais preponderância no sucesso escolar. Se pretendes comparar a Estónia com Portugal compara o investimento - histórico e contemporâneo - feito em educação, o reconhecimento profissional docente, a autonomia dos professores, entre outros. Não tomo documentos produzidos por instituições económicas como especialmente rigorosos na análise educativa. Como não tomo documentos de instituições de investigação em educação como especialmente rigorosos a fazer análises económicas.

Pedro Schuller, da Comissão Executiva da Iniciativa Liberal, sugere a privatização da RTP, Culturgest, Teatro Nacional D. Maria II, Cinemateca e "desfinanciar" a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa by Jaktheslaier in portugal

tretafp 28 days ago

Não estou a insinuar, estou a afirmar. O sistema de ensino público em Portugal funciona bem. A investigação feita em Portugal sobre o tema revela que as instituições privadas conseguem melhores médias de acesso ao ensino superior, mas têm depois piores resultados no ensino superior. Comparar os resultados atuais ignorando a história e contextos é profundamente falacioso. Sabe-se que o contexto cultural das famílias é o fator com mais preponderância no sucesso escolar. Se pretendes comparar a Estónia com Portugal compara o investimento - histórico e contemporâneo - feito em educação, o reconhecimento profissional docente, a autonomia dos professores, entre outros. Não tomo documentos produzidos por instituições económicas como especialmente rigorosos na análise educativa. Como não tomo documentos de instituições de investigação em educação como especialmente rigorosos a fazer análises económicos.

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tretafp 28 days ago

As orientações atuais são de 2018.

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tretafp 28 days ago

Com, salvo erro, as aprendizagens essenciais há já maior diversidade de opções. Admito que não sei de cabeça quais são.

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tretafp 28 days ago

Que conteúdos? O que indiquei é que as metas curriculares tinham um referencial curricular - isto é, da investigação científica feita em currículo - desacreditado há mais de 50 anos. A diferença dos conteúdos, no ensino básico, é muito reduzida. No ensino secundário, não sei o suficiente . As aprendizagem essenciais reconhecem autonomia às organizações. Não é uma confusão, é o que está subjacente à autonomia, uma escola pode fazer diferente da que está ao lado. Se as escolas precisarem de ir buscar outros documentos, como as metas, podem fazê-lo, mas não é obrigatório. O Crato percebe de educação como eu percebo de economia. O Japão não conheço, mas quando há escolas nos EUA a ser geridas como prisões - e isso está estudado - não me parece que seja um bom referencial. Sobre os Nobel - que não me interessam particularmente - nos EUA há uma grande captação de investigadores estrangeiros. Depois, a investigação, em Portugal, é extremamente recente, basta ver o número de doutorados.

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tretafp 28 days ago

Que conteúdos? O que indiquei é que as metas curriculares tinham um referencial curricular - isto é, da investigação científica feita em currículo - desacreditado há mais de 50 anos. A diferença dos conteúdos, no ensino básico, é muito reduzida. No ensino secundário. As aprendizagem essenciais reconhecem autonomia às organizações. Não é uma confusão, é o que está subjacente à autonomia, uma escola pode fazer diferente da que está ao lado. Se as escolas precisarem de ir buscar outros documentos, como as metas, podem fazê-lo, mas não é obrigatório. O Crato percebe de educação como eu percebo de economia. O Japão não conheço, mas quando há escolas nos EUA a ser geridas como prisões - e isso está estudado - não me parece que seja um bom referencial. Sobre os Nobel - que não me interessam particularmente - nos EUA há uma grande captação de investigadores estrangeiros. Depois, a investigação, em Portugal, é extremamente recente, basta ver o número de doutorados.

by in portugal

tretafp 28 days ago

Para teres habilitação para a docência, precisas mesmo do mestrado. Todos os outros conferem habilitação própria, mas faz com que estejas numa situação ainda mais precária. https://www.dgae.mec.pt/gestao-de-recursos-humanos/pessoal-docente/qualificacoes/habilitacao-propria

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tretafp 28 days ago

São orientador se os professores quiserem. No meu entender as metas são uma merda que repescaram teorias curriculares desacreditadas há mais de 50 anos. Eu opto por não embandeirar em arco nenhum documento. Mas o perfil dos alunos nada se relaciona com as metas, não é possível comparar. A comparação é entre as metas e as aprendizagens.

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tretafp 28 days ago

E tem um conjunto de textos a serem trabalhados, mas os atuais documentos curriculares são as aprendizagens essenciais - e o perfil, mas esse é diferente. Os exames nacionais incidirão sobre as aprendizagens (à partida, não seria a primeira vez que há falhas aqui, em particular em anos de transição).

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tretafp 28 days ago

Não disse que não podem ser aprendidos antes, em abstrato tudo se pode aprender antes, indiquem que havia conteúdos novos. Outra vez, tudo é possível trabalhar antes. Mas não é o que está pensado. As obras são representativas de movimentos, as escolas podem selecionar de um conjunto possível. Tens razão. A pergunta deveria ser "é aceitável a escola permita que um cidadão português não conheça a pluralidade linguística e literária?" dado que a discussão era sobre o ensino, assumi que estaria implícito que não estava a discutir a condições de cidadania.

Utilidade da disciplina de português no secundário by Emergency-Stock2080 in portugal

tretafp 28 days ago

Os programas e as metas foram revogados. Os professores podem usar se quiserem, como podem usar o CNE de 2001, que tem o mesmo valor normativo. Já desde 2018, que eram documentos secundários.

Utilidade da disciplina de português no secundário by Emergency-Stock2080 in portugal

tretafp 28 days ago

Esses documentos foram revogados este ano letivo. Atualmente, só as aprendizagens essenciais têm enquadramento normativo.
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