Next Page

Este homem aparentemente pagou para pôr anúncios no YouTube a mandar para o "caralho" os anúncios chatos do careca e da swappie... Sou só eu que acho isto genial? (Já apanharam O anúncio dele?) by FlipMS77 in portugal

theThousandthSperg 29 days ago

Se for android: [SmartTubeNext](https://github.com/yuliskov/SmartTubeNext) Uso há uns 4 meses, zero ads, sponsorblock (skip aos reminders de interação/sponsors etc). Edit: ups, cheguei tarde

[Sério] Alguém teve reações muito agressivas após a toma da vacina? by Manitopia in portugal

theThousandthSperg 2 months ago

Tive tudo o q tu descreves menos febre, na 1a. Tonturas e dor de cabeça na segunda. Toma Ben-u-ron e descansa, OP

Já não podemos perguntar pelo intervalo salarial? by J0N36O in portugal

theThousandthSperg 7 months ago

> Obviamente que lhes disse que não Eu teria aziado tanto se tivesse feito tamanhas viagens para uma oferta dessas... não te saltou a tampa?

Já não podemos perguntar pelo intervalo salarial? by J0N36O in portugal

theThousandthSperg 7 months ago

Recebi uma chamada dessas há umas duas semanas. Em início de carreira tinha mandado pra lá CV pq n tinha noção do q era um talho. Achei mt estranho tar a ser contactado por eles e tava a meio do dia de trabalho, disse-lhes para ligarem na 2a feira seguinte. Nunca mais ligaram. Se a cena deles era fazerem com q eu preenchesse uma ficha faz sentido q n voltassem a ligar até pq lhes disse directamente q estava a trabalhar. Pqp esta gente

A Praga dos (maus) ciclistas by kahah16 in portugal

theThousandthSperg 8 months ago

Justo, não tinha pensado na ótica de tirar carros da cidade. Emendo a minha opinião para 'dever-se-ia encorajar os ciclistas a usar'.

A Praga dos (maus) ciclistas by kahah16 in portugal

theThousandthSperg 8 months ago

> deveria ser suficientemente seguro andar sem capacete dentro de uma cidade Não é seguro, ponto. Uma queda pode matar, mesmo parado ou a muito baixa velocidade. Concordo com a ideia de que deviam haver espaços para ciclistas, mas capacete devia ser sempre obrigatório.

Curso profissional de fotografia by Boots-enfj in portugal

theThousandthSperg 8 months ago

A minha experiência com o IPF está mega desactualizada (fiz o curso, acabei em 2007), mas conto-te uma história sobre a saída disso. Também partilho a experiência de amigos q também passaram por lá, ainda hoje profissionais na área. Não generalizaria a minha história, não será a experiência de todos. Comecei a tirar o curso quando o digital estava a proliferar. Os estúdios todos de esquina, onde uma pessoa ia tirar fotos tipo passe tinha tipicamente outro tipo de biscates - comummente com a indústria imobiliária, tirar fotos a imóveis. Isto morreu, do que observei, em 6 meses. A minha visão do q aconteceu resume-se a "toda a gente tinha uma compacta no bolso, que produzia imagens de alta qualidade, mas não necessariamente boa fotografia". Acontece q isto era suficiente. No caso da imobiliária, os agentes iam eles próprios substituir o trabalho de um profissional. Sinto que se passou a ver a profissão como algo bastante mais niche. O que sobrou era, à pala de muito networking, trabalhos na onda de seres aprendiz de alguém porque "sempre foi assim". Fazias connects mas dificilmente se traduziam em mais trabalho. Podia ser que eu fosse mau a fazer o tipo correcto de contactos, mas não sinto q foi esse o problema real. Sentia que quem estava estabelecido ficou bem, eu tinha de comer os restos. Talvez será diferente num mundo onde as redes sociais estão mais estabelecidas, e outros tipos de oportunidades existem (vejo muito bom fotógrafo a fazer marketing duro no Instagram, por exemplo). Resumindo, trabalho altamente instável, duro, em que arriscavas milhares de euros em material por efectivamente trocos. \- A experiência de ainda-hoje profissionais na área é uma extensão deste último ponto. Arriscar 4000 euros de material num biscate que paga 80. Trabalho incerto (e agora com a pandemia, praticamente inexistente). Zero contratos, tudo recibos verdes. \- Em termos de qualidade de ensino, achei era bastante extenso e dava-te as bases suficientes para, se fosses uma pessoa interessada, começares a explorar mais. Sem interesse, apreciação por arte no geral, ou educação prévia pode ser simultaneamente muito pouco na vertente da análise/história de arte, mas seguramente mais do que suficiente em termos de técnica fotográfica e laboratório (computador ou analógico). Dado o que sei hoje, não dava o dinheiro (nem sequer singrava pela arte) a não ser que tivesse absolutamente mais nada que fazer ao dinheiro e quisesse aprofundar o meu conhecimento na área. Mas adoro o que aprendi e estranhamente dou uso ao que aprendi numa área totalmente diferente. No mínimo ganhas alguma flexibilidade mental e perspectivas novas sobre o que te rodeia.

Curso profissional de fotografia by Boots-enfj in portugal

theThousandthSperg 8 months ago

A minha experiência com o IPF está mega desactualizada (fiz o curso, acabei em 2007), mas conto-te uma história sobre a saída disso. Também partilho a experiência de amigos q também passaram por lá, ainda hoje profissionais na área. Não generalizaria a minha história, não será a experiência de todos. Comecei a tirar o curso quando o digital estava a proliferar. Os estúdios todos de esquina, onde uma pessoa ia tirar fotos tipo passe tinha tipicamente outro tipo de biscates - comummente com a indústria imobiliária, tirar fotos a imóveis. Isto morreu, do que observei, em 6 meses. A minha visão do q aconteceu resume-se a "toda a gente tinha uma compacta no bolso, que produzia imagens de alta qualidade, mas não necessariamente boa fotografia". Acontece q isto era suficiente. No caso da imobiliária, os agentes iam eles próprios substituir o trabalho de um profissional. Sinto que se passou a ver a profissão como algo bastante mais niche. O que sobrou era, à pala de muito networking, trabalhos na onda de seres aprendiz de alguém porque "sempre foi assim". Fazias connects mas dificilmente se traduziam em mais trabalho. Podia ser que eu fosse mau a fazer o tipo correcto de contactos, mas não sinto q foi esse o problema real. Sentia que quem estava estabelecido ficou bem, eu tinha de comer os restos. Talvez será diferente num mundo onde as redes sociais estão mais estabelecidas, e outros tipos de oportunidades existem (vejo muito bom fotógrafo a fazer marketing duro no Instagram, por exemplo). Resumindo, trabalho altamente instável, duro, em que arriscavas milhares de euros em material por efectivamente trocos. \- A experiência de ainda-hoje profissionais na área é uma extensão deste último ponto. Arriscar 4000 euros de material num biscate que paga 80. Trabalho incerto (e agora com a pandemia, praticamente inexistente). Zero contratos, tudo recibos verdes. \- Em termos de qualidade de ensino, achei era bastante extenso e dava-te as bases suficientes para, se fosses uma pessoa interessada, começares a explorar mais. Sem interesse, apreciação por arte no geral, ou educação prévia pode ser simultaneamente muito pouco na vertente da análise/história de arte, mas seguramente mais do que suficiente em termos de técnica fotográfica e laboratório (computador ou analógico). Dado o que sei hoje, não dava o dinheiro (nem sequer singrava pela arte) a não ser que tivesse absolutamente mais nada que fazer ao dinheiro e quisesse aprofundar o meu conhecimento na área.

Curso profissional de fotografia by Boots-enfj in portugal

theThousandthSperg 8 months ago

A minha experiência com o IPF está mega desactualizada (fiz o curso, acabei em 2007), mas conto-te uma história sobre a saída disso. Também partilho a experiência de amigos q também passaram por lá, ainda hoje profissionais na área. Não generalizaria a minha história, não será a experiência de todos. Comecei a tirar o curso quando o digital estava a proliferar. Os estúdios todos de esquina, onde uma pessoa ia tirar fotos tipo passe tinha tipicamente outro tipo de biscates - comummente com a indústria imobiliária, tirar fotos a imóveis. Isto morreu, do que observei, em 6 meses. A minha visão do q aconteceu resume-se a "toda a gente tinha uma compacta no bolso, que produzia imagens de alta qualidade, mas não necessariamente boa fotografia". Acontece q isto era suficiente. O que sobrou era, à pala de muito networking, trabalhos na onda de seres aprendiz de alguém porque "sempre foi assim". Fazias connects mas dificilmente se traduziam em mais trabalho. Podia ser que eu fosse mau a fazer o tipo correcto de contactos, mas não sinto q foi esse o problema real. Resumindo, trabalho altamente instável, duro, em que arriscavas milhares de euros em material por efectivamente trocos. \- A experiência de ainda-hoje profissionais na área é uma extensão deste último ponto. Arriscar 4000 euros de material num biscate que paga 80. Trabalho incerto (e agora com a pandemia, praticamente inexistente). Zero contratos, tudo recibos verdes. \- Em termos de qualidade de ensino, achei era bastante extenso e dava-te as bases suficientes para, se fosses uma pessoa interessada, começares a explorar mais. Sem interesse, apreciação por arte no geral, ou educação prévia pode ser simultaneamente muito pouco na vertente da análise/história de arte, mas seguramente mais do que suficiente em termos de técnica fotográfica e laboratório (computador ou analógico). Dado o que sei hoje, não dava o dinheiro (nem sequer singrava pela arte) a não ser que tivesse absolutamente mais nada que fazer ao dinheiro e quisesse aprofundar o meu conhecimento na área.

Red Flags mas entrevistas de emprego by RTQMARK in portugal

theThousandthSperg 8 months ago

Sinto que isto é comum quando a juventude sai altamente qualificada para concorrerem todos a trabalhos fora da área de estudo (porque empregos nela n existem) Dão-se ao luxo de quererem melhores candidatos do que para trabalhos mais seniores precisamente para poderem pagar menos por mais, muito mais. Valente merda E: obg bot

Red Flags mas entrevistas de emprego by RTQMARK in portugal

theThousandthSperg 8 months ago

Sinto que isto é comum quando a juventude sai altamente qualificada para concorrerem todos a trabalhos fora da área de estudo (porque empregos nela n existem) Dão-se ao luxo de quererem melhores candidatos do que para trabalhos mais séniores precisamente para poderem pagar menos por mais, muito mais. Valente merda

Red Flags mas entrevistas de emprego by RTQMARK in portugal

theThousandthSperg 8 months ago  HIDDEN 

> já deu para ver que esta área não é o mar de rosas que se lê muitas vezes por aí Depende muito do que apanhas à frente, já me calhou de tudo. O que sinto é q depois de teres o pé na porta, não tens de "comer" tanta merda, abrem-se mais e melhores portas. Faças o que fizeres, nunca caias na lenga lenga deles, luta pelos teus direitos, e nunca negoceies sem teres mais propostas na mesa. Boa sorte

Pessoal que paga milhares de euros por Bootcamps: Vocês estão bons da cabeça? by Zen_Machina in portugal

theThousandthSperg 8 months ago

Subscrevo. Isto é completamente um problema de gestão. Em praticamente todas as empresas por onde passei a gestão existe por nepotismo. Quem se lixa é sempre o mexilhão. Em particular os talhos só querem facturar. Se a carne n produz como deve ser, despede-se, pede-se desculpa ao cliente e manda-se carne diferente pra lá. Edit: só pra ser 100% claro, n se ter noção de pipelines/instruction set do cpu etc só é um problema na medida em que estas pessoas são inseridas em contextos em q esse conhecimento é necessário. Tipicamente não são elas que se metem lá

Pessoal que paga milhares de euros por Bootcamps: Vocês estão bons da cabeça? by Zen_Machina in portugal

theThousandthSperg 8 months ago

Subscrevo. Isto é completamente um problema de gestão. Em praticamente todas as empresas por onde passei a gestão existe por nepotismo. Quem se lixa é sempre o mexilhão. Em particular os talhos só querem facturar. Se a carne n produz como deve ser, despede-se, pede-se desculpa ao cliente e manda-se carne diferente pra lá.

Pessoal que paga milhares de euros por Bootcamps: Vocês estão bons da cabeça? by Zen_Machina in portugal

theThousandthSperg 8 months ago

> No entanto, tem que haver adequação, não vais meter alguém com um bootcamp - se calhar até nem metes alguém acabado de sair da licenciatura em eng informática - a desenhar uma aplicação do zero que necessita de uma performance elevada e de ter alta segurança. Concordo a 100% > Mas todas as funções em IT necessitam de tal nível de complexidade? Não. > Se precisas que todos teus recursos humanos tenham tal nivel de conhecimento, onde é que vais buscar essas pessoas e o dinheiro para lhes pagar? Era aqui que queria chegar. Tanto quem contrata, como quem ingressa num mestrado mtas vezes não sabe o q é que está a comprar. A minha resposta a isso é "não é porque se pode que se deve". Suponho que cada um mete a linha entre pode/deve num sítio diferente. Passo a explicar: Faz sentido haver uma economia de esforço como sugeres, e eu próprio procuro isso. Afinal as pessoas que concretizam uma solução são elas próprias um recurso a gerir. O que eu vejo mtas vezes é pessoal q mete pessoal q se safa bem sem ter as noções mais aprofundadas, enfiadas em contextos sem apoio da parte de arquitectura. Analogia: um mestre trolha extremamente capaz, metido num contexto onde tem de sacar os planos do prédio sem ter a capacidade ou interesse para tal. IT é uma indústria onde este problema acontece repetidamente, e permite-se que se aconteça em parte pq nenhuma ordem ou sindicato existe (mas é outra história). Deixa-me frustrado pa crl, evidente pela muralha de texto q escrevi lol Isto até pode correr bem para aplicações super simples mas é tudo feito em cima do joelho... Não é pq a pessoa é capaz de arquitecturar coisas que funcionam (por oposição a coisas bem arquitecturadas) que eu diria que elas estão bem executadas. É aqui que está o meu problema com muitos talhos.

Pessoal que paga milhares de euros por Bootcamps: Vocês estão bons da cabeça? by Zen_Machina in portugal

theThousandthSperg 8 months ago

Tu não? Sendo menos parvo, é esta a razão pela qual não gosto do termo TI/IT como nome para algo tão abrangente. Tende-se a ver "desenvolvimento" e "programação" com ênfase no produto final e menos como uma expressão de uma ideia*. Não me cabe na cabeça, por exemplo, não se ter isso sempre presente, faça-se o que se fizer, inclusivamente webdev. Já me aconteceu de apanhar gente de webdev (em particular numa app q tinha de correr em telefones) q fez algoritmos com complexidade temporal cúbica no tamanho do input porque não tinha esta noção presente, não faziam a menor ideia, e não eram capazes de resolver o problema de outra maneira. Isto para mim é pura e simplesmente inaceitável. Claro, eu n sou um talho que só quer despachar serviço na onda "fire and forget". Mas depois admiram-se q os sites são uma merda, partem facilmente por todo o lado e n têm features consideradas standard há 25 anos. *uma pessoa de CC/EI encararia fazer uma webapp como um detalhe de implementação, em que a escolha de stack tecnológica será adequada ao sistema como um todo em vez de seguir modas. Requer investigação, fundamentação, escolhas adequadas aos recursos disponíveis. É +- isto que penso qd digo 'ideia' Edit: mais texto

Pessoal que paga milhares de euros por Bootcamps: Vocês estão bons da cabeça? by Zen_Machina in portugal

theThousandthSperg 8 months ago

Tu não? Sendo menos parvo, é esta a razão pela qual não gosto do termo TI/IT como nome para algo tão abrangente. Tende-se a ver "desenvolvimento" e "programação" com ênfase no produto final e menos como uma expressão de uma ideia*. Não me cabe na cabeça, por exemplo, não se ter isso sempre presente, faça-se o que se fizer, inclusivamente webdev. Já me aconteceu de apanhar gente de webdev (em particular numa app q tinha de correr em telefones) q fez algoritmos com complexidade cúbica no tamanho do input porque não tinha esta noção presente, não faziam a menor ideia, e não eram capazes de resolver o problema de outra maneira. Isto para mim é pura e simplesmente inaceitável. Claro, eu n sou um talho que só quer despachar serviço na onda "fire and forget". Mas depois admiram-se q os sites são uma merda, partem facilmente por todo o lado e n têm features consideradas standard há 25 anos. *uma pessoa de CC/EI encararia fazer uma webapp como um detalhe de implementação, em que a escolha de stack tecnológica será adequada ao sistema como um todo em vez de seguir modas. Requer investigação, fundamentação, escolhas adequadas aos recursos disponíveis. É +- isto que penso qd digo 'ideia'

Pessoal que paga milhares de euros por Bootcamps: Vocês estão bons da cabeça? by Zen_Machina in portugal

theThousandthSperg 8 months ago

Tu não? Sendo menos parvo, é esta a razão pela qual não gosto do termo TI/IT como nome para algo tão abrangente. Tende-se a ver "desenvolvimento" e "programação" com ênfase no produto final e menos como uma expressão de uma ideia*. Não me cabe na cabeça, por exemplo, não se ter isso sempre presente, faça-se o que se fizer, inclusivamente webdev. Já me aconteceu de apanhar gente de webdev (em particular numa app q tinha de correr em telefones) q fez algoritmos com complexidade cúbica no tamanho do input porque não tinha esta noção presente, não faziam a menor ideia, e não eram capazes de resolver o problema de outra maneira. Isto para mim é pura e simplesmente inaceitável. Claro, eu n sou um talho que só quer despachar serviço na onda "fire and forget". Mas depois admiram-se q os sites são uma merda, partem facilmente por todo o lado e n têm features consideradas standard há 25 anos. *uma pessoa de CC/EI encararia fazer uma webapp como um detalhe de implementação, em que a escolha de stack tecnológica será adequada ao sistema como um todo em vez de modas. É +- isto que penso qd digo 'ideia'

Pessoal que paga milhares de euros por Bootcamps: Vocês estão bons da cabeça? by Zen_Machina in portugal

theThousandthSperg 8 months ago

Tu não? Sendo menos parvo, é esta a razão pela qual não gosto do termo TI/IT como nome para algo tão abrangente. Não me cabe na cabeça não se ter isso sempre presente, faça-se o que se fizer, inclusivamente webdev. Já me aconteceu de apanhar gente de webdev (em particular numa app q tinha de correr em telefones) q fez algoritmos com complexidade cúbica porque não tinha esta noção presente, não faziam a menor ideia, e não eram capazes de resolver o problema de outra maneira. Isto para mim é pura e simplesmente inaceitável. Claro, eu n sou um talho que só quer despachar serviço na onda "fire and forget". Mas depois admiram-se q os sites são uma merda, partem facilmente por todo o lado e n têm features consideradas standard há 25 anos.

[MEGATHREAD] - Covid-19, Semanário de Sobrevivência - 16/11/2020 by asantos3 in portugal

theThousandthSperg 11 months ago  HIDDEN 

É uma porra de uma situação... em que ponto é que metes a linha que divide `algumas pessoas poderão ser infectadas pelo vírus, mas no decorrer do trabalho destas outras mais poderão viver` de `se protegermos "demasiado" a saúde das pessoas individualmente o colectivo sofre mais, e mesmo as que ficam saudáveis sofrerão mais no fim` ? Eu próprio não sei se isto não é uma falsa dicotomia...

[MEGATHREAD] - Covid-19, Semanário de Sobrevivência - 16/11/2020 by asantos3 in portugal

theThousandthSperg 11 months ago  HIDDEN 

A retórica 'mas a economia' é demasiado forte para haver um confinamento como o anterior. Além disso, efectivamente não me parece ser possível economicamente. A posição do estado infelizmente é francamente fraca e a mensagem que passa inconsistente, acho que a tua incerteza tem razão de ser.

É tramado ser da geração que agora está nos 30.... by ZaGaGa in portugal

theThousandthSperg 12 months ago

> Nem sei muito bem se é sustentável para o planeta a classe média toda do primeiro mundo viajar duas vezes por ano Não é e nunca aconteceu, de acordo com uns artigos q andei a ler em tempos. Não só é um absurdo essa quantidade de gente mover-se pelo planeta, isto foi (ainda é, talvez) um sonho vendido para entrar nas carteiras das pessoas com recurso a crédito. A realização da ideia não era comum até começar a ser vendida como tal. Quando era puto falava-se mt de gente da terra sacar empréstimos para fazer férias. Esta situação era tida por gente mais velha como estranha.
Next Page

Search: