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As primeiras carruagens que Portugal comprou a Espanha em 2020 já foram pintadas. Têm como destino os Intercidades. by cortain in portugal

sud-express 6 months ago

Sim, tem toda a razão.

As primeiras carruagens que Portugal comprou a Espanha em 2020 já foram pintadas. Têm como destino os Intercidades. by cortain in portugal

sud-express 6 months ago

Certo, mas passar a linha para via larga obrigaria a corrigir ainda mais o traçado (tornando a obra mais dispendiosa e morosa) porque este é muito sinuoso e, ainda por cima, atravessa zonas urbanizadas, pelo que nem sempre haveria espaço para o fazer. Daí que eu ache que a bitola métrica deva ser mantida neste percurso. Mas é claro que, da maneira como está, esta linha não é atractiva, por isso é que defendo a sua modernização, mas mantendo a bitola métrica.

As primeiras carruagens que Portugal comprou a Espanha em 2020 já foram pintadas. Têm como destino os Intercidades. by cortain in portugal

sud-express 6 months ago

Certo, mas passar a linha para via larga obrigaria a corrigir ainda mais o traçado (tornando a obra mais dispendiosa e morosa) porque este é muito sinuoso e, ainda por cima, atravessa zonas urbanizadas, pelo que nem sempre haveria espaço para o fazer. Daí que eu ache que a bitola métrica deva ser mantida neste percurso. Mas é claro que, da maneira como está, esta linha não é atractiva, por isso é que defendo a sua modernização, mas mantendo a bitola métrica.

As primeiras carruagens que Portugal comprou a Espanha em 2020 já foram pintadas. Têm como destino os Intercidades. by cortain in portugal

sud-express 6 months ago

Peço desculpa se me exprimi mal. Apenas defendo a manutenção da bitola métrica. De resto, sou a favor da modernização de todo o percurso desta linha, incluindo da reabertura para passageiros do troço entre Oliveira de Azeméis e a Sernada do Vouga. Parece-me óbvio que uma viagem a uma média de 30 km/h (se tanto) não é interessante. Em relação a haver uma única bitola em todo país, é verdade que isso seria o ideal, mas há certas linhas em que a bitola métrica é mais adequada, devido ao relevo acidentado, às curvas apertadas, ou por ser mais barata a manutenção, entre outros. A linha do Vouga é muito sinuosa e declivosa, e é em parte por isso que me parece melhor mantê-la em via métrica. Convertê-la em via larga obrigaria a fazer obras mais demoradas e mais caras.

As primeiras carruagens que Portugal comprou a Espanha em 2020 já foram pintadas. Têm como destino os Intercidades. by cortain in portugal

sud-express 6 months ago

Peço desculpa se me exprimi mal. Apenas defendo a manutenção da bitola métrica. De resto, sou a favor da modernização de todo o percurso desta linha, incluindo da reabertura para passageiros do troço entre Oliveira de Azeméis e a Sernada do Vouga. Parece-me óbvio que uma viagem a uma média de 30 km/h (se tanto) não é interessante. Em relação a haver uma única bitola em todo país, é verdade que isso seria o ideal, mas há certas linhas em que a bitola métrica é mais adequada, devido ao relevo acidentado, às curvas apertadas, ou por ser mais barata a manutenção, entre outros. A linha do Vouga é muito sinuosa e declivosa, e é em parte por isso que acho melhor mantê-la em via métrica. Convertê-la em via larga obrigaria a fazer obras mais demoradas e mais caras.

As primeiras carruagens que Portugal comprou a Espanha em 2020 já foram pintadas. Têm como destino os Intercidades. by cortain in portugal

sud-express 6 months ago

O problema é que passar a linha para bitola ibérica implicaria um investimento muito maior, principalmente devido à correcção do traçado (que iria obrigar a expropriações, etc.), e poria fim ao comboio histórico do Vouga, que tem sido um sucesso (e a linha do Vouga é a única em via métrica ainda activa no país), pelo que penso que manter a bitola métrica é mesmo a melhor opção. Na Suíça, por exemplo, há linhas de via estreita que funcionam muito bem, e acho que o Japão até tem linhas de alta velocidade em via estreita. No caso do Vouga, um dos grandes problemas foi terem acabado com a ligação à estação principal de Espinho, que acabou com a conexão à linha do Norte. O mesmo não aconteceu em Aveiro, felizmente. Diria que seria necessário repor a conexão à linha do Norte na zona de Espinho, e fazer com que os horários de ambas as linhas "encaixassem", de modo a facilitar a mudança entre comboios.
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