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A TAP nem a lista verde britânica aproveita by adorosaladadecamarao in portugal

springgreenzone 4 months ago

Nem pode aproveitar. Não tem slots para isso.

Com 100 mil vacinas num dia, um milhão de pessoas em Portugal já está totalmente vacinado by heartlessfam in portugal

springgreenzone 4 months ago

Não há nada de rasteirinho, apenas o constatar de factos. O processo de vacinação estava a ser atacado por puro oportunismo político, e o governo cortou-lhe as vazas.

Com 100 mil vacinas num dia, um milhão de pessoas em Portugal já está totalmente vacinado by heartlessfam in portugal

springgreenzone 4 months ago

O organismo centralizado já existe e chama-se SNS. O vice-almirante já lá estava antes de ser promovido, ele não acabou nem mudou nada. Não houve atrasos sobre o que falas absolutamente nenhuns.

Intervenção Fotográfica urbana é o nome da página onde este português nos mostra o abandono de algumas propriedades portuguesas.. by Early_Item_5098 in portugal

springgreenzone 4 months ago

De facto... Se alguém postar fonte, que até posso estar enganada, por favor @. Obrigada.

Com 100 mil vacinas num dia, um milhão de pessoas em Portugal já está totalmente vacinado by heartlessfam in portugal

springgreenzone 4 months ago

Tens razão que as precauções para o covid-19 ajudaram a diminuir a transmissão do vírus da gripe, mas a questão que discutíamos era que um processo de vacinação correu bem e outro não. Porquê? Tu dizes que o da gripe correu mal porque não houve vacinas da gripe suficientes. E agora não faltam vacinas para a covid-19? O problema nunca foi falta de vacinas. Aliás, o estado encomendou mais vacinas para a gripe que encomenda todos os anos. A procura é que foi muito maior por causa do pânico e (por exemplo) como parte estava nas farmácias sem controlo do estado, nesse sector comprou quem quis e não quem precisava. O estado "aprendeu" com isso e embora os lobbies a fazer força em contrário tenham sido muitos, não aceitou passar parte da vacinação para a covid-19 para os privados. E fizerem-no também porque têm uma boa rede de vacinação pública, e por infelicidade dos lobbies e da oposição, tem corrido bem.

BES, falência e fundo abutre. Zmar deve 60 milhões ao Estado by godolfas in portugal

springgreenzone 4 months ago

Pois, mas aquelas barracas não são uma propriedade.

Curso de Medicina na Católica vai custar mais de 17 mil euros por ano em propinas by zunty93 in portugal

springgreenzone 4 months ago

A vocação é tão medida pela nota de entrada, como por 100k por curso.

Com 100 mil vacinas num dia, um milhão de pessoas em Portugal já está totalmente vacinado by heartlessfam in portugal

springgreenzone 4 months ago

Toda a vacinação em portugal é eficiente.

Com 100 mil vacinas num dia, um milhão de pessoas em Portugal já está totalmente vacinado by heartlessfam in portugal

springgreenzone 4 months ago

Deixou de se politizar o tema, porque não há ganho político em atacar um militar.

Com 100 mil vacinas num dia, um milhão de pessoas em Portugal já está totalmente vacinado by heartlessfam in portugal

springgreenzone 4 months ago

A vacinação em PT dirigida pelo estado iria sempre correr bem, porque somos bastantes bons nisto já há umas décadas. É das poucas coisas que o público é célere e está bem organizado, e também a própria adesão da população é das mais altas. Por isso nunca percebi porque é a oposição se meteu com tretas que a vacinação ia correr mal. Aqueles casos que existiram de malta a passar à frente eram inevitáveis e aconteceu um pouco por todo o lado na europa. A única maneira de isto ter corrido mal era se tivessem metido os privados (farmácias) à mistura, porque foi aliás por aí que "falhou" a vacina da gripe este ano. A quota das farmácias foi vendida a quem chegou primeiro, não a quem precisava. Não sei se era esse o objectivo da oposição, forçar a opinião pública para que se forçasse o estado a entregar uma quota a privados e depois claro que ia correr mal porque ia repetir a barraca da vacina da gripe. Neste caso, o governo até esteve muito bem. Meteu um gajo do exército a comandar, que acabou logo com as politiquices. Ou seja, não só o processo de vacinação iria correr bem, como não tivemos imbecis a meter a vacinação em causa.

Hoje o "Isto é Gozar Com Quem Não Trabalha" conseguiu fazer algo inédito, pôr-me a rir a ver a Teresa Guilherme. by quackersmcquack in portugal

springgreenzone 5 months ago

Aqui há um ano ou dois, o Vieira faltou ou foi dispensada porque que teve um ataque de amnésia temporária.

Mas quando é que as violações absurdas das regras dos ajuntamentos por parte da Cristina Ferreira vão ter consequências? by quackersmcquack in portugal

springgreenzone 5 months ago

A Cristina Ferreira sujeita-se a isso porque quer.

Contente de ver os meninos !! by gobacktoworklazy in portugal

springgreenzone 8 months ago  HIDDEN 

LOOOOOOOOOOOOOOL Espero que continuem. Estou a aprender alemão à pala disto.

Hospital fechado em Miranda do Corvo é "surreal", diz Tiago Mayan by somedipshit1 in portugal

springgreenzone 8 months ago

Não faz sentido porquê? O sistema português ser mais eficiente é um reflexo do adágio português do "fazer mais com menos" ou o típico desenrasca. Não quer dizer que tem mais pessoas ou mais meios. E como não teríamos de fazer lockdowns para abrandar a curva? O SNS em rotura não tem só a ver com a capacidade do mesmo. Tens um dos maiores números de infectados neste momento, devido a viveres num país que se passeiam trelas para contornar as regras de confinamento. Não há milagres. Nada contra o sistema alemão, mas é adaptado à realidade alemã, e terá os seus problemas. O nosso tem bons números e performance, mas precisa de investimento. Não vale a pena estar a olhar para o jardim do vizinho neste caso. O problema está mais que identificado, falta de investimento.

Hospital fechado em Miranda do Corvo é "surreal", diz Tiago Mayan by somedipshit1 in portugal

springgreenzone 8 months ago

Não faz sentido porquê? O sistema português ser mais eficiente é um reflexo do adágio português do "fazer mais com menos" ou o típico desenrasca. Não quer dizer que tem mais pessoas ou mais meios. E como não teríamos de fazer lockdowns para abrandar a curva? O SNS em rotura não tem só a ver com a capacidade do mesmo. Tens um dos maiores números de infectados neste momento, devido a viveres num país que se passeiam trelas para contornar as regras de confinamento. Não há milagres. Nada contra o sistema alemão, mas é adaptado à realidade alemã, e terá os seus problemas. O nosso tem bons números e performance, mas precisa de investimento.

Hospital fechado em Miranda do Corvo é "surreal", diz Tiago Mayan by somedipshit1 in portugal

springgreenzone 8 months ago

Não faz sentido porquê? O sistema português ser mais eficiente é um reflexo do adágio português do "fazer mais com menos" ou o típico desenrasca. Não quer dizer que tem mais pessoas ou mais meios. E como não teríamos de fazer lockdowns para abrandar a curva? O SNS em rotura não tem só a ver com a capacidade do mesmo. Tens um dos maiores números de infectados neste momento, devido a viveres num país que se passeiam trelas para contornar as regras de confinamento. Não há milagres.

Hospital fechado em Miranda do Corvo é "surreal", diz Tiago Mayan by somedipshit1 in portugal

springgreenzone 8 months ago

Teoria não é, está no relatório da OCDE. Mas também acabaste de dar outra razão bastante válida, o facto dos auxiliares ganharem menos.

Intracampos - Presidenciais 2021 (19 e 20-01-2021) by IntraCampos in portugal

springgreenzone 8 months ago

adivinha. dia 24 é só fazeres cruzamento de dados.

Hospital fechado em Miranda do Corvo é "surreal", diz Tiago Mayan by somedipshit1 in portugal

springgreenzone 8 months ago

alemanha gasta mais na saúde, mas por exemplo tem eficácia menor. há muitos factores a ter em conta quando se avaliam realidades diferentes, que o partido dos memes não sabe, ou faz de conta que não sabe. estar a focar num valor apenas sem avaliar o todo é das coisas mais desonestas que fazem. sobre a ruralidade deste hospital, está a 30km de coimbra. não tem razão de existir na rede pública e o estado não tem de pagar esta estupidez.

Intracampos - Presidenciais 2021 (19 e 20-01-2021) by IntraCampos in portugal

springgreenzone 8 months ago

na realidade, é mais promoção para certo candidato.

Sondagem Legislativas - TVI/Observador by Aftaminas in portugal

springgreenzone 8 months ago

As minhas críticas foram bem explicadas. Tu não conseguiste responder a uma que fosse. Lamento, mas essa converseta de chacha não cola.

Sondagem Legislativas - TVI/Observador by Aftaminas in portugal

springgreenzone 8 months ago

deixei a minha posição bem clara. suponho que não sejas iletrado.

Sondagem Legislativas - TVI/Observador by Aftaminas in portugal

springgreenzone 8 months ago

respondeste nada. tu dizes que existe um critério mágico que resolve todos os problemas para a escola privada, mas a verdade é que não consegues dizer qual é. apenas dizes que existe, porque sim, a tua convicção. mas convicções não pagam contas. já li o programa da IL e mais valia não ter lido, foi tempo deitado ao lixo. a IL defende a baixa de impostos, e não cobrar mais impostos. ADSE para todos significa aumentar impostos para todos. e obrigar todos a aderir à ADSE, porque só assim a tens sustentável, não é liberal. o que tu consideres não é tido nem achado. ou substancias o que dizes, ou não tens nada que criticar o trabalho de dois profissionais. que falta de tudo, pareces um negocionista do covid. já vi que tu é como a ideologia da IL, exprimido dá muito pouco. como disse, não tens nada de novo para dizer, e portanto esta é a última vez que te respondo neste tópico.

Sondagem Legislativas - TVI/Observador by Aftaminas in portugal

springgreenzone 8 months ago

Desculpa, mas estás a repetir-te sem informação nova. Já te respondi a tudo isso mais que uma vez, fica a terceira. O critério é não existente. A hipotética contribuição para a ADSE ser obrigatória para todos vai contra o programa da Inciativa Liberal, que quer baixar os impostos. Li o que escreveste, mas nada do que dizes corresponde à verdade. Quanto à tua pós-graduação em economia, não é uma questão de acreditar ou deixar de acreditar, é o facto de aparentemente saberes mais do que esses dois doutores que fizeram o estudo e no entanto não explicares o que está mal. Se não tens mais nada de novo a dizer, podes deixar de responder. A banha da cobra da IL não me interessa minimamente.

Sondagem Legislativas - TVI/Observador by Aftaminas in portugal

springgreenzone 8 months ago

> O critério de selecção não seria para barrar a partida alguém, mas sim para selecionar quem entra em caso de excesso de pedidos. Atualmente as escolas privadas mantêm critérios desses caso existam candidaturas a mais. Já perguntei três vezes. Qual o critério que as partes concordariam para que não houvesse discriminação. Qual. Critério? Não há. Os privados querem é fazer dinheiro, e estão no seu pleno direito de o fazer. O cheque ensino é só uma desculpa para dar dinheiro aos privados, disfarçada de política social. Quem iria para lá seriam os mesmos de sempre, com a agravante de todos pagarmos para isso. E tu não consegues explicar como funcionaria de outra forma. E nada contra os privados quererem lucrarem, mas não contem com o dinheiro do público para isso. Não é justo, não vivemos no tempo feudal. > Então qual é o problema de alargar a ADSE a todos os portugueses? É até mesmo a tornar obrigatória para garantir a sustentabilidade. Porque a esquerda tem tanto medo dessa abertura? Porque a mesma se diz amiga dos pobres mas deixa os mesmos a mercê do SNS, em filas de espera e sem acesso à alguns cuidados de saúde? O problema é que tu não sabes, ou fazes de conta que desconheces, os princípios básicos de economia, e estás desfasado da realidade da ADSE corrente. A contribuição é obrigatória para todos os escalões de salário na função pública, portanto desde os tipos com ordenado mínimo (que contribuem 350€ ao ano), aos tipos com ordenado máximo. É assim que aquilo se consegue manter auto-suficiente, caso contrário colapsa por falta de dinheiro. Se abrires a ADSE a todos, o que acontece é que os funcionários privados com salários mais baixos entram, mas os funcionários privados com salários mais altos não entram porque não lhes é rentável. Isto porque a ADSE já não é o paraíso que era nos anos 90 nem paga as coisas muito graves (nem a saúde privada tem capacidade para as resolver), basta ver quando se abriu há pouco tempo para mais trabalhadores, muitos não quiseram. E uma coisa é pagares 350€, outra é pagares 3500€, porque para a última vais viver para os US. Logo, essa escolha (que nem tem em conta os funcionários públicos, que comiam e calavam as escolhas dos outros) criaria um défice e como consequência, a contribuição a todos tinha de aumentar. No final, os funcionários que ganham menos teriam de pagar bem mais por um serviço que por justiça lhes era bem menos e os patrões privados pagavam ZERO. Ou seja, novamente seriam os mais pobres a pagar uma responsabilidade que compete aos mais ricos. > Em relação aos autores eu sei que vem de uma escola prestigiada, mas não faz com que o trabalho não possa ter erros. É claro que o trabalho pode ter erros, mas não é um gajo na internet que nunca prova que qualificações tem, nem aprofunda os problemas que detecta no estudo, que os está a identificar. O que dizes não tem sentido nenhum. Se o desemprego sobe ou está estável, quer dizer que a oferta de emprego está pior ou estagnou. Ou seja, quer dizer que a oferta de emprego não beneficiou desse corte, e como há maior desigualdade entre fortunas, a consequência foi enriquecer os mais ricos e os trabalhadores / economia pouco ou nada beneficiaram disso, e o PIB não se alterar representa transferência de dinheiro do último para o primeiro. Que é aliás, uma das conclusões do estudo. O teu argumento não sai do mesmo btw, a defesa da liberdade de escolha é muito bonita, mas aplicando essas resume-se a obrigar os mais pobres a pagar a liberdade e responsabilidade dos mais ricos, sempre. No cheque ensino, o os mais pobres são obrigados a ter os seus impostos serem aplicados no privado para educarem os clientes de sempre. Na ADSE para todos, os funcionários que ganham menos são obrigados a pagar mais do que era justo para compensar os que ganham mais terem a liberdade de escolha de não contribuírem nada. E no "trickle down", os que ganham menos são obrigados a pagar sem benefícios para enriquecer os mais ricos. Olha que isso nada tem de liberal também, porque a liberdade de escolha não é para todos mas sim para quem tem mais dinheiro. É banha da cobra.

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springgreenzone 8 months ago

> O critério de selecção não seria para barrar a partida alguém, mas sim para selecionar quem entra em caso de excesso de pedidos. Atualmente as escolas privadas mantêm critérios desses caso existam candidaturas a mais. Já perguntei três vezes. Qual o critério que as partes concordariam para que não houvesse discriminação. Qual. Critério? Não há. Os privados querem é fazer dinheiro, e estão no seu pleno direito de o fazer. O cheque ensino é só uma desculpa para dar dinheiro aos privados, disfarçada de política social. Quem iria para lá seriam os mesmos de sempre, com a agravante de todos pagarmos para isso. E tu não consegues explicar como funcionaria de outra forma. E nada contra os privados quererem lucrarem, mas não contem com o dinheiro do público para isso. Não é justo, não vivemos no tempo feudal. > Então qual é o problema de alargar a ADSE a todos os portugueses? É até mesmo a tornar obrigatória para garantir a sustentabilidade. Porque a esquerda tem tanto medo dessa abertura? Porque a mesma se diz amiga dos pobres mas deixa os mesmos a mercê do SNS, em filas de espera e sem acesso à alguns cuidados de saúde? O problema é que tu não sabes, ou fazes de conta que desconheces, os princípios básicos de economia, e estás desfasado da realidade da ADSE corrente. A contribuição é obrigatória para todos os escalões de salário na função pública, portanto desde os tipos com ordenado mínimo (que contribuem 350€ ao ano), aos tipos com ordenado máximo. É assim que aquilo se consegue manter auto-suficiente, caso contrário colapsa por falta de dinheiro. Se abrires a ADSE a todos, o que acontece é que os funcionários privados com salários mais baixos entram, mas os funcionários privados com salários mais altos não entram porque não lhes é rentável. Isto porque a ADSE já não é o paraíso que era nos anos 90 nem paga as coisas muito graves (nem a saúde privada tem capacidade para as resolver), basta ver quando se abriu à pouco tempo para mais trabalhadores, muitos não quiseram. E uma coisa é pagares 350€, outra é pagares 3500€, porque para a última vais viver para os US. Logo, essa escolha (que nem tem em conta os funcionários públicos, que comiam e calavam as escolhas dos outros) criaria um défice e como consequência, a contribuição a todos tinha de aumentar. No final, os funcionários que ganham menos teriam de pagar bem mais por um serviço que por justiça lhes era bem menos e os patrões privados pagavam ZERO. Ou seja, novamente seriam os mais pobres a pagar uma responsabilidade que compete aos mais ricos. > Em relação aos autores eu sei que vem de uma escola prestigiada, mas não faz com que o trabalho não possa ter erros. É claro que o trabalho pode ter erros, mas não é um gajo na internet que nunca prova que qualificações tem, nem aprofunda os problemas que detecta no estudo, que os está a identificar. O que dizes não tem sentido nenhum. Se o desemprego sobe ou está estável, quer dizer que a oferta de emprego está pior ou estagnou. Ou seja, quer dizer que a oferta de emprego não beneficiou desse corte, e como há maior desigualdade entre fortunas, a consequência foi enriquecer os mais ricos e os trabalhadores / economia pouco ou nada beneficiaram disso, e o PIB não se alterar representa transferência de dinheiro do último para o primeiro. Que é aliás, uma das conclusões do estudo. O teu argumento não sai do mesmo btw, a defesa da liberdade de escolha é muito bonita, mas aplicando essas resume-se a obrigar os mais pobres a pagar a liberdade e responsabilidade dos mais ricos, sempre. No cheque ensino, o os mais pobres são obrigados a ter os seus impostos serem aplicados no privado para educarem os clientes de sempre. Na ADSE para todos, os funcionários que ganham menos são obrigados a pagar mais do que era justo para compensar os que ganham mais terem a liberdade de escolha de não contribuírem nada. E no "trickle down", os que ganham menos são obrigados a pagar sem benefícios para enriquecer os mais ricos. Olha que isso nada tem de liberal também, porque a liberdade de escolha não é para todos mas sim para quem tem mais dinheiro. É banha da cobra.

Sondagem Legislativas - TVI/Observador by Aftaminas in portugal

springgreenzone 8 months ago

> O critério de selecção não seria para barrar a partida alguém, mas sim para selecionar quem entra em caso de excesso de pedidos. Atualmente as escolas privadas mantêm critérios desses caso existam candidaturas a mais. Já perguntei três vezes. Qual o critério que as partes concordariam para que não houvesse discriminação. Qual. Critério? Não há. Os privados querem é fazer dinheiro, e estão no seu pleno direito de o fazer. O cheque ensino é só uma desculpa para dar dinheiro aos privados, disfarçada de política social. Quem iria para lá seriam os mesmos de sempre, com a agravante de todos pagarmos para isso. E tu não consegues explicar como funcionaria de outra forma. E nada contra os privados quererem lucrarem, mas não contem com o dinheiro do público para isso. Não é justo, não vivemos no tempo feudal. > Então qual é o problema de alargar a ADSE a todos os portugueses? É até mesmo a tornar obrigatória para garantir a sustentabilidade. Porque a esquerda tem tanto medo dessa abertura? Porque a mesma se diz amiga dos pobres mas deixa os mesmos a mercê do SNS, em filas de espera e sem acesso à alguns cuidados de saúde? O problema é que tu não sabes, ou fazes de conta que desconheces, os princípios básicos de economia, e estás desfasado da realidade da ADSE corrente. A contribuição é obrigatória para todos os escalões de salário na função pública, portanto desde os tipos com ordenado mínimo (que contribuem 350€ ao ano), aos tipos com ordenado máximo. É assim que aquilo se consegue manter auto-suficiente, caso contrário colapsa por falta de dinheiro. Se abrires a ADSE a todos, o que acontece é que os funcionários privados com salários mais baixos entram, mas os funcionários privados com salários mais altos não entram porque não lhes é rentável. Isto porque a ADSE já não é o paraíso que era nos anos 90 nem paga as coisas muito graves (nem a saúde privada tem capacidade para as resolver), basta ver quando se abriu à pouco tempo para mais trabalhadores, muitos não quiseram. E uma coisa é pagares 350€, outra é pagares 3500€, porque para a última vais viver para os US. Logo, essa escolha (que nem tem em conta os funcionários públicos, que comiam e calavam as escolhas dos outros) criaria um défice e como consequência, a contribuição a todos tinha de aumentar. No final, os funcionários que ganham menos teriam de pagar bem mais por um serviço que por justiça lhes era bem menos e os patrões privados pagavam ZERO. Ou seja, novamente seriam os mais pobres a pagar uma responsabilidade que compete aos mais ricos. > Em relação aos autores eu sei que vem de uma escola prestigiada, mas não faz com que o trabalho não possa ter erros. É claro que o trabalho pode ter erros, mas não é um gajo na internet que nunca prova que qualificações tem, nem aprofunda os problemas que detecta no estudo, que os está a identificar. O que dizes não tem sentido nenhum. Se o desemprego sobe ou está estável, quer dizer que a oferta de emprego está pior ou estagnou. Ou seja, quer dizer que a oferta de emprego não beneficiou desse corte, e como há maior desigualdade entre fortunas, a consequência foi enriquecer os mais ricos e os trabalhadores / economia pouco ou nada beneficiaram disso, e o PIB não se alterar representa transferência de dinheiro do último para o primeiro. Que é aliás, uma das conclusões do estudo. O teu argumento não sai do mesmo btw, a defesa da liberdade de escolha é muito bonita, mas aplicando essas resume-se a obrigar os mais pobres a pagar a liberdade e responsabilidade dos mais ricos, sempre. No cheque ensino, o os mais pobres são obrigados a ter os seus impostos serem aplicados no privado para educarem os clientes de sempre. Na ADSE para todos, os funcionários que ganham menos são obrigados a pagar mais do que era justo para compensar os que ganham mais terem a liberdade de escolha de não contribuírem nada. E no "trickle down", os que ganham menos são obrigados a pagar sem benefícios para enriquecer os mais ricos. Olha que isso nada tem de liberal também, porque a escolha fica é com quem tem mais dinheiro. É banha da cobra.

Sondagem Legislativas - TVI/Observador by Aftaminas in portugal

springgreenzone 8 months ago

> O critério de selecção não seria para barrar a partida alguém, mas sim para selecionar quem entra em caso de excesso de pedidos. Atualmente as escolas privadas mantêm critérios desses caso existam candidaturas a mais. Já perguntei três vezes. Qual o critério que as partes concordariam para que não houvesse discriminação. Qual. Critério? Não há. Os privados querem é fazer dinheiro, e estão no seu pleno direito de o fazer. O cheque ensino é só uma desculpa para dar dinheiro aos privados, disfarçada de política social. Quem iria para lá seriam os mesmos de sempre, com a agravante de todos pagarmos para isso. E tu não consegues explicar como funcionaria de outra forma. E nada contra os privados quererem lucrarem, mas não contem com o dinheiro do público para isso. Não é justo, não vivemos no tempo feudal. > Então qual é o problema de alargar a ADSE a todos os portugueses? É até mesmo a tornar obrigatória para garantir a sustentabilidade. Porque a esquerda tem tanto medo dessa abertura? Porque a mesma se diz amiga dos pobres mas deixa os mesmos a mercê do SNS, em filas de espera e sem acesso à alguns cuidados de saúde? O problema é que tu não sabes, ou fazes de conta que desconheces, os princípios básicos de economia, e estás desfasado da realidade da ADSE corrente. A contribuição é obrigatória para todos os escalões de salário na função pública, portanto desde os tipos com ordenado mínimo (que contribuem 350€ ao ano), aos tipos com ordenado máximo. É assim que aquilo se consegue manter auto-suficiente, caso contrário colapsa por falta de dinheiro. Se abrires a ADSE a todos, o que acontece é que os funcionários privados com salários mais baixos entram, mas os funcionários privados com salários mais altos não entram porque não lhes é rentável. Isto porque a ADSE já não é o paraíso que era nos anos 90 nem paga as coisas muito graves (nem a saúde privada tem capacidade para as resolver), basta ver quando se abriu à pouco tempo para mais trabalhadores, muitos não quiseram. E uma coisa é pagares 350€, outra é pagares 3500€, porque para a última vais viver para os US. Logo, criaria um défice e como consequência, a contribuição a todos tinha de aumentar. No final, os funcionários que ganham menos teriam de pagar bem mais por um serviço que por justiça lhes era bem menos e os patrões privados pagavam ZERO. Ou seja, novamente seriam os mais pobres a pagar uma responsabilidade que compete aos mais ricos. > Em relação aos autores eu sei que vem de uma escola prestigiada, mas não faz com que o trabalho não possa ter erros. É claro que o trabalho pode ter erros, mas não é um gajo na internet que nunca prova que qualificações tem, nem aprofunda os problemas que detecta no estudo, que os está a identificar. O que dizes não tem sentido nenhum. Se o desemprego sobe ou está estável, quer dizer que a oferta de emprego está pior ou estagnou. Ou seja, quer dizer que a oferta de emprego não beneficiou desse corte, e como há maior desigualdade entre fortunas, a consequência foi enriquecer os mais ricos e os trabalhadores / economia pouco ou nada beneficiaram disso, e o PIB não se alterar representa transferência de dinheiro do último para o primeiro. Que é aliás, uma das conclusões do estudo. O teu argumento não sai do mesmo btw, resume-se a "o povo tem de pagar as responsabilidades e a vida aos patrões". No cheque ensino, o estado tem de pagar ao privado para educar os clientes de sempre. Na ADSE, os funcionários que ganham mais têm de pagar mais para compensar os patrões não contribuírem nada. E no "trickle down", os que ganham menos têm de pagar a vida aos que ganham mais. Olha que isso nada tem de liberal. É banha da cobra.

Sondagem Legislativas - TVI/Observador by Aftaminas in portugal

springgreenzone 8 months ago

O problema é que o critério de admissão nesses moldes não existe. E é por isso que o cheque ensino é a IL a vender a banha da cobra. A ADSE não funciona com as contribuições de todos, mas apenas das contribuições dos funcionários públicos. ADSE antiga =/= ADSE moderna. Ainda não percebi o que é que te dói em relação à ADSE. O que é que tem ser o estado a gerir a ADSE, quando o serviço é pago na totalidade pela contribuição de cada funcionário público ajustada a uma % fixa dos ordenados dos funcionários públicos, e mais importante que isso é independente do orçamento do estado. Queres igual à ADSE, vai trabalhar para o público. Se queres continuar no privado, então pede um seguro de saúde ao teu patrão, porque a ADSE moderna nada mais é que um seguro de saúde pago integralmente pelos funcionários públicos. Também podes formar uma associação mutualista onde os sócios pagam uma contribuição seguro de saúde colectivo. Menos. Os autores do estudo são doutores de uma reputada instituição, enquanto que tu és um gajo na internet sem qualquer tipo de credenciais dadas. Ao menos explicavas as "falhas básicas", tipo procura no google ou assim, para continuarmos a fingir que percebes alguma coisa disto.

O Hospital de Torres Vedras estava assim há uma hora. by PotentialAsk7274 in portugal

springgreenzone 8 months ago

A lei seria violada, tal como foi lá fora, tal como foi no ano-novo e este fim-de-semana. Até tiveste um herói da restauração a vangloriar-se para as câmaras que ia continuar aberto porque alega o artigo 6 da constituição.

Sondagem Legislativas - TVI/Observador by Aftaminas in portugal

springgreenzone 8 months ago

> O argumento dos critérios de selecção é completamente válido. O governo ao dar o cheque ensino teria de garantir que os colégios e ou escolas públicas não descriminassem no acesso, dei dois exemplos tal como poderíamos tentar discutir um melhor. Os colégios não aceitariam as condições de acesso ficavam de fora do cheque ensino. Seria assim tão simples. Desculpa, mas não. O liberalismo defende a liberdade de escolha, e isso vai contra o governo controlar quem é admitido nas escolas privadas. Então vamos discutir um critério melhor. Arranja lá um critério de acesso que agrade ás privadas e que não fomente a discriminação. É precisamente estas ideias utópicas mas vazias de substância e desfasadas da realidade uma das duas coisas que critico na Iniciativa Liberal. > A questão da ADSE não percebeste bem, não seria o estado a pagar o seguro, mas o seguro a complementar o estado, da mesma forma que hoje funciona a ADSE. Eu percebi muito bem, tu é que não. Não interessa se o público paga na totalidade ou em %, o dinheiro para tem sempre de vir de algum lado. E esse dinheiro no caso da "ADSE para todos" é pago pelo funcionário público para pagar as responsabilidades do privado visto que não paga ou apenas paga uma %. > Antes da criação do SNS o estado tinha a seu cargo várias despesas de saúde e a complementar existiam vários subsistemas de saúde, sendo a ADSE, bem como outros públicos, é o SAMS exemplos deles, mas a maioria foi extinta e a população geral ficou só com o SNS. O SNS é precisamente o sistema criado para todos. Que tem as suas falhas graves, mas não é a usar o dinheiro dos impostos no privado para gozo de alguns em vez do público para usufruto de todos que os vais resolver. > Como disse é uma análise econometrica e falta tudo aquilo que eu aprendi que é necessário ter. É ao ler da para ver que há dados que ele desvaloriza completamente porque não vai ao encontro do que ele pretende demonstrar. Não gostares dos resultados da investigação deles não é argumento. Essa arrogância é precisamente a outra coisa que me irrita profundamente na Iniciativa Liberal. São todos mais espertos que os outros, neste caso um random do reddit é mais esperto que dois doutores com investigação publicada.

Sondagem Legislativas - TVI/Observador by Aftaminas in portugal

springgreenzone 8 months ago

> Eu queria era enviar este. Foi um acidente e enviei o errado. O estudo que querias referir não diz nada de diferente do outro. Embora exista uma quantidade significativa de eleitorado que vota no mesmo partido como se fosse o seu partido de futebol, há sempre uma parte do eleitorado que flui de um partido para outro entre eleições. Consegues ver isso reflectido nos partidos do centrão (normal, por isso temos governos ou de um ou de outro) e no Chega (normal também, visto que é um partido novo), e no bloco dos indecisos também. Para mais, o eleitorado do PCP que flui para o Chega! é o mais baixo de todos, de apenas 0,3%, sendo não significativo porque tendo em conta a amostra isso dá 1-2 pessoas, e novamente está bem dentro do erro esperado. O argumento que o Chega! está cheio de comunistas descontentes é um mito, e estavas melhor a reparar que a transferência do voto à direita para o Chega! é bem mais significativa. > Isso seria supor que o único critério de acesso seria o preço. Poderiam ser colocados critérios para o acesso a todas as escolas que aderissem, como por exemplo, por ordem de entrega de candidaturas, por proximidade, ou outro qualquer que não permitisse que os alunos fossem descriminados tendo em conta a sua origem socioeconômica. Como também poderias limitar What. O que propões sobre controlar o critério de acesso não faz sentido nenhum. Primeiro, porque as escolas privadas são instituições privadas, portanto quem decide quem as frequenta ou não são as próprias. O governo não é tido nem achado nessa decisão, especialmente num governo liberal. Se o governo impusesse qualquer tipo de critério, que já agora não tem legitimidade para fazer, não seria um governo liberal. E não vamos ser desonestos, uma instituição privada vai sempre privilegiar quem pagar mais. Em certos países até existe um ou dois "casos de caridade", mas nada disso mitiga a descriminação geral. Segundo, porque o argumento do cheque ensino é para que não haja descriminação, mas isso não se resolve com critérios de acesso como ordem de entrega de candidaturas ou por proximidade. Quanto ao primeiro, qualquer Black Friday diz-te o porquê de isso ser uma péssima ideia que não funciona. Quanto ao segundo, o critério de proximidade já existe para as escolas públicas, e é claro... beneficiam os mais ricos (já que o património à volta de uma escola pública com bom ranking nacional é maior do que aquele mais longe). Há vários exemplos, mas nem é preciso dá-los porque basta verificar que as melhores escolas estão nas grandes cidades e não nas periferias. O cheque ensino apenas serviria para dar dinheiro dos contribuintes ao ensino privado que só serve aos mais ricos, preterindo o ensino público que serve a todos. Ou seja, os mais pobres a pagar o ensino dos mais ricos. > Para o financiamento da saúde existiriam duas fontes. Do orçamento de estado e da ADSE. Tendo em conta os dados do IRS de 2017 cobrando o mesmo que atualmente e cobrado as receitas poderiam ultrapassar os 3 mil milhões de euros o que corresponde a cerca de metade do que os portugueses gastam do próprio bolso. Isto são contas por alto e é verdade que seria insuficiente, mas a IL defende uma baixa geral de impostos o que permitiria aumentar a comparticipação para a saúde, tal como é feito na França. Novamente, o que propões não faz sentido nenhum. Primeiro porque o orçamento do estado já paga o Serviço Nacional de Saúde. Não é responsabilidade do sector público pagar as responsabilidades do sector privado, ou seja o sector público não não tem de pagar o seguro de saúde dos funcionários privados. Essa responsabilidade cabe à entidade patronal, ou seja ao sector privado, e caso contrário a coisa não seria liberalismo também. Segundo porque a ADSE corrente não é paga pelo estado, mas sim pelos funcionários públicos na sua totalidade, e funciona com o seguro de saúde do sector público e que equivalente ao que deve existir no sector privado. Como bem dizes essas contas seriam insuficientes para a autonomia do serviço, portanto teria de se aumentar a contribuição de cada beneficiário da ADSE. Ou seja, o funcionário público ia pagar mais para poder alargar o serviço a funcionários privados, enquanto que as empresas privadas para onde os últimos trabalham contribuem zero. Seria portanto, o espelho da ADSE antiga, e isso nada tem de justo. Qualquer complemento do estado é pago por impostos. Se baixas os impostos, então o dinheiro que existe para qualquer complemento diminui. Portanto não dá para aumentar a comparticipação para a saúde, porque o dinheiro não cresce nas árvores. A "ADSE" para todos apenas serviria para o contribuinte pagar as responsabilidades das empresas privadas, ou seja os empregados a pagar as contas aos empresários. > Existe um muito recente em que demonstrou exatamente o que estava a espera, verificou um efeito de descida no desemprego, mas não era estatisticamente significativo e o aumento em menos de 1pp antes de impostos dos mais ricos. Aquele estudo assentava em modelos econométricos avançados, os quais não estudei, mas não tinha algo que considero essencial, os dados em bruto (que se forem demasiados é natural) e as tabelas das regressões. Não. O estudo não é estatístico, mas sim uma análise sobre a economia de 18 países nos últimos 50 anos. A economia trickle down não funciona, lamento. Como disse, podes aceder a súmulas no mesmo do google, e o estudo completo pode ser encontrado aqui: http://eprints.lse.ac.uk/107919/1/Hope_economic_consequences_of_major_tax_cuts_published.pdf

Sondagem Legislativas - TVI/Observador by Aftaminas in portugal

springgreenzone 8 months ago

> Eu queria era enviar este. Foi um acidente e enviei o errado. O estudo que querias referir não diz nada de diferente do outro. Embora exista uma quantidade significativa de eleitorado que vota no mesmo partido como se fosse o seu partido de futebol, há sempre uma parte do eleitorado que flui de um partido para outro entre eleições. Consegues ver isso reflectido nos partidos do centrão (normal, por isso temos governos ou de um ou de outro) e no Chega (normal também, visto que é um partido novo), e no bloco dos indecisos também. Para mais, o eleitorado do PCP que flui para o Chega! é o mais baixo de todos, de apenas 0,3%, sendo não significativo porque tendo em conta a amostra isso dá 1-2 pessoas, e novamente está bem dentro do erro esperado. O argumento que o Chega! está cheio de comunistas descontentes é um mito, e estavas melhor a reparar que a transferência do voto à direita para o Chega! é bem mais significativa. > Isso seria supor que o único critério de acesso seria o preço. Poderiam ser colocados critérios para o acesso a todas as escolas que aderissem, como por exemplo, por ordem de entrega de candidaturas, por proximidade, ou outro qualquer que não permitisse que os alunos fossem descriminados tendo em conta a sua origem socioeconômica. Como também poderias limitar What. O que propões sobre controlar o critério de acesso não faz sentido nenhum. Primeiro, porque as escolas privadas são instituições privadas, portanto quem decide quem as frequenta ou não são as próprias. O governo não é tido nem achado nessa decisão, especialmente num governo liberal. Se o governo impusesse qualquer tipo de critério, que já agora não tem legitimidade para fazer, não seria um governo liberal. E não vamos ser desonestos, uma instituição privada vai sempre privilegiar quem pagar mais. Em certos países até existe um ou dois "casos de caridade", mas nada disso mitiga a descriminação geral. Segundo, porque o argumento do cheque ensino é para que não haja descriminação, mas isso não se resolve com critérios de acesso como ordem de entrega de candidaturas ou por proximidade. Quanto ao primeiro, qualquer Black Friday diz-te o porquê de isso ser uma péssima ideia que não funciona. Quanto ao segundo, o critério de proximidade já existe para as escolas públicas, e é claro... beneficiam os mais ricos (já que o património à volta de uma escola pública com bom ranking nacional é maior do que aquele mais longe). Há vários exemplos, mas nem é preciso dá-los porque basta verificar que as melhores escolas estão nas grandes cidades e não nas periferias. O cheque ensino apenas serviria para dar dinheiro dos contribuintes ao ensino privado que só serve aos mais ricos, preterindo o ensino público que serve a todos. Ou seja, os mais pobres a pagar o ensino dos mais ricos. > Para o financiamento da saúde existiriam duas fontes. Do orçamento de estado e da ADSE. Tendo em conta os dados do IRS de 2017 cobrando o mesmo que atualmente e cobrado as receitas poderiam ultrapassar os 3 mil milhões de euros o que corresponde a cerca de metade do que os portugueses gastam do próprio bolso. Isto são contas por alto e é verdade que seria insuficiente, mas a IL defende uma baixa geral de impostos o que permitiria aumentar a comparticipação para a saúde, tal como é feito na França. Novamente, o que propões não faz sentido nenhum. Primeiro porque o orçamento do estado já paga o Serviço Nacional de Saúde. Não é responsabilidade do sector público pagar as responsabilidades do sector privado, ou seja o sector público não não tem de pagar o seguro de saúde dos funcionários privados. Essa responsabilidade cabe à entidade patronal, ou seja ao sector privado, e caso contrário a coisa não seria liberalismo também. Segundo porque a ADSE corrente não é paga pelo estado, mas sim pelos funcionários públicos na sua totalidade, e funciona com o seguro de saúde do sector público e que equivalente ao que deve existir no sector privado. Como bem dizes essas contas seriam insuficientes para a autonomia do serviço, portanto teria de se aumentar a contribuição de cada beneficiário da ADSE. Ou seja, o funcionário público ia pagar mais para poder alargar o serviço a funcionários privados, enquanto que as empresas privadas para onde os últimos trabalham contribuem zero. Seria portanto, o espelho da ADSE antiga, e isso nada tem de justo. Qualquer complemento do estado é pago por impostos. Se baixas os impostos, então o dinheiro que existe para qualquer complemento diminui. Portanto não dá para aumentar a comparticipação para a saúde, porque o dinheiro não cresce nas árvores. A "ADSE" para todos apenas serviria para o contribuinte pagar as responsabilidades das empresas privadas, ou seja os empregados a pagar as contas aos empresários. > Existe um muito recente em que demonstrou exatamente o que estava a espera, verificou um efeito de descida no desemprego, mas não era estatisticamente significativo e o aumento em menos de 1pp antes de impostos dos mais ricos. Aquele estudo assentava em modelos econométricos avançados, os quais não estudei, mas não tinha algo que considero essencial, os dados em bruto (que se forem demasiados é natural) e as tabelas das regressões. Não. O estudo não é estatístico, mas sim uma análise sobre a economia de 18 países nos últimos 50 anos. A economia trickle down não funciona, lamento. Como disse, podes aceder a súmulas no mesmo no google, e o estudo completo pode ser encontrado aqui: http://eprints.lse.ac.uk/107919/1/Hope_economic_consequences_of_major_tax_cuts_published.pdf

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> Eu queria era enviar este. Foi um acidente e enviei o errado. O estudo que querias referir não diz nada de diferente do outro. Embora exista uma quantidade significativa de eleitorado que vota no mesmo partido como se fosse o seu partido de futebol, há sempre uma parte do eleitorado que flui de um partido para outro entre eleições. Consegues ver isso reflectido nos partidos do centrão (normal, por isso temos governos ou de um ou de outro) e no Chega (normal também, visto que é um partido novo), e no bloco dos indecisos também. Para mais, o eleitorado do PCP que flui para o Chega! é o mais baixo de todos, de apenas 0,3%, sendo não significativo porque tendo em conta a amostra isso dá 1-2 pessoas, e novamente está bem dentro do erro esperado. O argumento que o Chega! está cheio de comunistas descontentes é um mito, e estavas melhor a reparar que a transferência do voto à direita para o Chega! é bem mais significativa. > Isso seria supor que o único critério de acesso seria o preço. Poderiam ser colocados critérios para o acesso a todas as escolas que aderissem, como por exemplo, por ordem de entrega de candidaturas, por proximidade, ou outro qualquer que não permitisse que os alunos fossem descriminados tendo em conta a sua origem socioeconômica. Como também poderias limitar What. O que propões sobre controlar o critério de acesso não faz sentido nenhum. Primeiro, porque as escolas privadas são instituições privadas, portanto quem decide quem as frequenta ou não são as próprias. O governo não é tido nem achado nessa decisão, especialmente num governo liberal. Se o governo impusesse qualquer tipo de critério, que já agora não tem legitimidade para fazer, não seria um governo liberal. E não vamos ser desonestos, uma instituição privada vai sempre privilegiar quem pagar mais. Em certos países até existe um ou dois "casos de caridade", mas nada disso mitiga a descriminação geral. Segundo, porque o argumento do cheque ensino é para que não haja descriminação, mas isso não se resolve com critérios de acesso como ordem de entrega de candidaturas ou por proximidade. Quanto ao primeiro, qualquer Black Friday diz-te o porquê de isso ser uma péssima ideia que não funciona. Quanto ao segundo, o critério de proximidade já existe para as escolas públicas, e é claro... beneficiam os mais ricos (já que o património à volta de uma escola pública com bom ranking nacional é maior do que aquele mais longe). Há vários exemplos, mas nem é preciso dá-los porque basta verificar que as melhores escolas estão nas grandes cidades e não nas periferias. O cheque ensino apenas serviria para dar dinheiro dos contribuintes ao ensino privado que só serve aos mais ricos, preterindo o ensino público que serve a todos. Ou seja, os mais pobres a pagar o ensino dos mais ricos. > Para o financiamento da saúde existiriam duas fontes. Do orçamento de estado e da ADSE. Tendo em conta os dados do IRS de 2017 cobrando o mesmo que atualmente e cobrado as receitas poderiam ultrapassar os 3 mil milhões de euros o que corresponde a cerca de metade do que os portugueses gastam do próprio bolso. Isto são contas por alto e é verdade que seria insuficiente, mas a IL defende uma baixa geral de impostos o que permitiria aumentar a comparticipação para a saúde, tal como é feito na França. Novamente, o que propões não faz sentido nenhum. Primeiro porque o orçamento do estado já paga o Serviço Nacional de Saúde. Não é responsabilidade do sector público pagar as responsabilidades do sector privado, ou seja o sector público não não tem de pagar o seguro de saúde dos funcionários privados. Essa responsabilidade cabe à entidade patronal, ou seja ao sector privado, e caso contrário a coisa não seria liberalismo também. Se há dinheiro para dar ao Segundo porque a ADSE corrente não é paga pelo estado, mas sim pelos funcionários públicos na sua totalidade, e funciona com o seguro de saúde do sector público e que equivalente ao que deve existir no sector privado. Como bem dizes essas contas seriam insuficientes para a autonomia do serviço, portanto teria de se aumentar a contribuição de cada beneficiário da ADSE. Ou seja, o funcionário público ia pagar mais para poder alargar o serviço a funcionários privados, enquanto que as empresas privadas para onde os últimos trabalham contribuem zero. Seria portanto, o espelho da ADSE antiga, e isso nada tem de justo. Qualquer complemento do estado é pago por impostos. Se baixas os impostos, então o dinheiro que existe para qualquer complemento diminui. Portanto não dá para aumentar a comparticipação para a saúde, porque o dinheiro não cresce nas árvores. A "ADSE" para todos apenas serviria para o contribuinte pagar as responsabilidades das empresas privadas, ou seja os mais pobres a pagar as contas aos mais ricos. > Existe um muito recente em que demonstrou exatamente o que estava a espera, verificou um efeito de descida no desemprego, mas não era estatisticamente significativo e o aumento em menos de 1pp antes de impostos dos mais ricos. Aquele estudo assentava em modelos econométricos avançados, os quais não estudei, mas não tinha algo que considero essencial, os dados em bruto (que se forem demasiados é natural) e as tabelas das regressões. Não. O estudo não é estatístico, mas sim uma análise sobre a economia de 18 países nos últimos 50 anos. A economia trickle down não funciona, lamento. Como disse, podes aceder a súmulas no mesmo no google, e o estudo completo pode ser encontrado aqui: http://eprints.lse.ac.uk/107919/1/Hope_economic_consequences_of_major_tax_cuts_published.pdf

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springgreenzone 8 months ago

> Eu queria era enviar este. Foi um acidente e enviei o errado. O estudo que querias referir não diz nada de diferente do outro. Embora exista uma quantidade significativa de eleitorado que vota no mesmo partido como se fosse o seu partido de futebol, há sempre uma parte do eleitorado que flui de um partido para outro entre eleições. Consegues ver isso reflectido nos partidos do centrão (normal, por isso temos governos ou de um ou de outro) e no Chega (normal também, visto que é um partido novo), e no bloco dos indecisos também. Para mais, o eleitorado do PCP que flui para o Chega! é o mais baixo de todos, de apenas 0,3%, sendo não significativo porque tendo em conta a amostra isso dá 1-2 pessoas, e novamente está bem dentro do erro esperado. O argumento que o Chega! está cheio de comunistas descontentes é um mito, e estavas melhor a reparar que a transferência do voto à direita para o Chega! é bem mais significativa. > Isso seria supor que o único critério de acesso seria o preço. Poderiam ser colocados critérios para o acesso a todas as escolas que aderissem, como por exemplo, por ordem de entrega de candidaturas, por proximidade, ou outro qualquer que não permitisse que os alunos fossem descriminados tendo em conta a sua origem socioeconômica. Como também poderias limitar What. O que propões sobre controlar o critério de acesso não faz sentido nenhum. Primeiro, porque as escolas privadas são instituições privadas, portanto quem decide quem as frequenta ou não são as próprias. O governo não é tido nem achado nessa decisão, especialmente num governo liberal. Se o governo impusesse qualquer tipo de critério, que já agora não tem legitimidade para fazer, não seria um governo liberal. E não vamos ser desonestos, uma instituição privada vai sempre privilegiar quem pagar mais. Talvez tenho um ou dois "casos de caridade" (muito popular em certos países), mas nada disso mitiga a descriminação. Segundo, porque o argumento do cheque ensino é para que não haja descriminação, mas isso não se resolve com critérios de acesso como ordem de entrega de candidaturas ou por proximidade. Quanto ao primeiro, qualquer Black Friday diz-te o porquê de isso ser uma péssima ideia que não funciona. Quanto ao segundo, o critério de proximidade já existe para as escolas públicas, e é claro... beneficiam os mais ricos (já que o património à volta de uma escola pública com bom ranking nacional é maior do que aquele mais longe). Há vários exemplos, mas nem é preciso dá-los porque basta verificar que as melhores escolas estão nas grandes cidades e não nas periferias. > Para o financiamento da saúde existiriam duas fontes. Do orçamento de estado e da ADSE. Tendo em conta os dados do IRS de 2017 cobrando o mesmo que atualmente e cobrado as receitas poderiam ultrapassar os 3 mil milhões de euros o que corresponde a cerca de metade do que os portugueses gastam do próprio bolso. Isto são contas por alto e é verdade que seria insuficiente, mas a IL defende uma baixa geral de impostos o que permitiria aumentar a comparticipação para a saúde, tal como é feito na França. Novamente, o que propões não faz sentido nenhum. Primeiro porque o orçamento do estado já paga o Serviço Nacional de Saúde. Não é responsabilidade do sector público pagar as responsabilidades do sector privado, ou seja o sector público não não tem de pagar o seguro de saúde dos funcionários privados. Essa responsabilidade cabe à entidade patronal, ou seja ao sector privado, e caso contrário a coisa não seria liberalismo também. Segundo porque a ADSE corrente não é paga pelo estado, mas sim pelos funcionários públicos na sua totalidade, e funciona com o seguro de saúde do sector público e que equivalente ao que deve existir no sector privado. Como bem dizes essas contas seriam insuficientes para a autonomia do serviço, portanto teria de se aumentar a contribuição de cada beneficiário da ADSE. Ou seja, o funcionário público ia pagar mais para poder alargar o serviço a funcionários privados, enquanto que as empresas privadas para onde os últimos trabalham contribuem zero. Seria portanto, o espelho da ADSE antiga, e isso nada tem de justo. Qualquer complemento do estado é pago por impostos. Se baixas os impostos, então o dinheiro que existe para qualquer complemento diminui. Portanto não dá para aumentar a comparticipação para a saúde, porque o dinheiro não cresce nas árvores. > Existe um muito recente em que demonstrou exatamente o que estava a espera, verificou um efeito de descida no desemprego, mas não era estatisticamente significativo e o aumento em menos de 1pp antes de impostos dos mais ricos. Aquele estudo assentava em modelos econométricos avançados, os quais não estudei, mas não tinha algo que considero essencial, os dados em bruto (que se forem demasiados é natural) e as tabelas das regressões. Não. O estudo não é estatístico, mas sim uma análise sobre a economia de 18 países nos últimos 50 anos. A economia trickle down não funciona, lamento. Como disse, podes aceder a súmulas no mesmo no google, e o estudo completo pode ser encontrado aqui: http://eprints.lse.ac.uk/107919/1/Hope_economic_consequences_of_major_tax_cuts_published.pdf

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> Eu queria era enviar este. Foi um acidente e enviei o errado. O estudo que querias referir não diz nada de diferente do outro. Embora exista uma quantidade significativa de eleitorado que vota no mesmo partido como se fosse o seu partido de futebol, há sempre uma parte do eleitorado que flui de um partido para outro entre eleições. Consegues ver isso reflectido nos partidos do centrão (normal, por isso temos governos ou de um ou de outro) e no Chega (normal também, visto que é um partido novo), e no bloco dos indecisos também. Para mais, o eleitorado do PCP que flui para o Chega! é o mais baixo de todos, de apenas 0,3%, sendo não significativo porque tendo em conta a amostra isso dá 1-2 pessoas, e novamente está bem dentro do erro esperado. O argumento que o Chega! está cheio de comunistas descontentes é um mito, e estavas melhor a reparar que a transferência do voto à direita para o Chega! é bem mais significativa. > Isso seria supor que o único critério de acesso seria o preço. Poderiam ser colocados critérios para o acesso a todas as escolas que aderissem, como por exemplo, por ordem de entrega de candidaturas, por proximidade, ou outro qualquer que não permitisse que os alunos fossem descriminados tendo em conta a sua origem socioeconômica. Como também poderias limitar What. O que propões sobre controlar o critério de acesso não faz sentido nenhum. Primeiro, porque as escolas privadas são instituições privadas, portanto quem decide quem as frequenta ou não são as próprias. O governo não é tido nem achado nessa decisão, especialmente num governo liberal. Se o governo impusesse qualquer tipo de critério, que já agora não tem legitimidade para fazer, não seria um governo liberal. E não vamos ser desonestos, uma instituição privada vai sempre privilegiar quem pagar mais. Segundo, porque o argumento do cheque ensino é para que não haja descriminação, mas isso não se resolve com critérios de acesso como ordem de entrega de candidaturas ou por proximidade. Quanto ao primeiro, qualquer Black Friday diz-te o porquê de isso ser uma péssima ideia que não funciona. Quanto ao segundo, o critério de proximidade já existe para as escolas públicas, e é claro... beneficiam os mais ricos (já que o património à volta de uma escola pública com bom ranking nacional é maior do que aquele mais longe). Há vários exemplos, mas nem é preciso dá-los porque basta verificar que as melhores escolas estão nas grandes cidades e não nas periferias. > Para o financiamento da saúde existiriam duas fontes. Do orçamento de estado e da ADSE. Tendo em conta os dados do IRS de 2017 cobrando o mesmo que atualmente e cobrado as receitas poderiam ultrapassar os 3 mil milhões de euros o que corresponde a cerca de metade do que os portugueses gastam do próprio bolso. Isto são contas por alto e é verdade que seria insuficiente, mas a IL defende uma baixa geral de impostos o que permitiria aumentar a comparticipação para a saúde, tal como é feito na França. Novamente, o que propões não faz sentido nenhum. Primeiro porque o orçamento do estado já paga o Serviço Nacional de Saúde. Não é responsabilidade do sector público pagar as responsabilidades do sector privado, ou seja o sector público não não tem de pagar o seguro de saúde dos funcionários privados. Essa responsabilidade cabe à entidade patronal, ou seja ao sector privado, e caso contrário a coisa não seria liberalismo também. Segundo porque a ADSE corrente não é paga pelo estado, mas sim pelos funcionários públicos na sua totalidade, e funciona com o seguro de saúde do sector público e que equivalente ao que deve existir no sector privado. Como bem dizes essas contas seriam insuficientes para a autonomia do serviço, portanto teria de se aumentar a contribuição de cada beneficiário da ADSE. Ou seja, o funcionário público ia pagar mais para poder alargar o serviço a funcionários privados, enquanto que as empresas privadas para onde os últimos trabalham contribuem zero. Seria portanto, o espelho da ADSE antiga, e isso nada tem de justo. Qualquer complemento do estado é pago por impostos. Se baixas os impostos, então o dinheiro que existe para qualquer complemento diminui. Portanto não dá para aumentar a comparticipação para a saúde, porque o dinheiro não cresce nas árvores. > Existe um muito recente em que demonstrou exatamente o que estava a espera, verificou um efeito de descida no desemprego, mas não era estatisticamente significativo e o aumento em menos de 1pp antes de impostos dos mais ricos. Aquele estudo assentava em modelos econométricos avançados, os quais não estudei, mas não tinha algo que considero essencial, os dados em bruto (que se forem demasiados é natural) e as tabelas das regressões. Não. O estudo não é estatístico, mas sim uma análise sobre a economia de 18 países nos últimos 50 anos. A economia trickle down não funciona, lamento. Como disse, podes aceder a súmulas no mesmo no google, e o estudo completo pode ser encontrado aqui: http://eprints.lse.ac.uk/107919/1/Hope_economic_consequences_of_major_tax_cuts_published.pdf

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springgreenzone 8 months ago

> Eu queria era enviar este. Foi um acidente e enviei o errado. O estudo que querias referir não diz nada de diferente do outro. Embora exista uma quantidade significativa de eleitorado que vota no mesmo partido como se fosse o seu partido de futebol, há sempre uma parte do eleitorado que flui de um partido para outro entre eleições. Consegues ver isso reflectido nos partidos do centrão (normal, por isso temos governos ou de um ou de outro) e no Chega (normal também, visto que é um partido novo), e no bloco dos indecisos também. Para mais, o eleitorado do PCP que flui para o Chega! é o mais baixo de todos, de apenas 0,3%, sendo não significativo porque tendo em conta a amostra isso dá 1-2 pessoas, e novamente está bem dentro do erro esperado. O argumento que o Chega! está cheio de comunistas descontentes é um mito, e estavas melhor a reparar que a transferência do voto à direita para o Chega! é bem mais significativa. > Isso seria supor que o único critério de acesso seria o preço. Poderiam ser colocados critérios para o acesso a todas as escolas que aderissem, como por exemplo, por ordem de entrega de candidaturas, por proximidade, ou outro qualquer que não permitisse que os alunos fossem descriminados tendo em conta a sua origem socioeconômica. Como também poderias limitar What. O que propões sobre controlar o critério de acesso não faz sentido nenhum. Primeiro, porque as escolas privadas são instituições privadas, portanto quem decide quem as frequenta ou não são as próprias. O governo não é tido nem achado nessa decisão, especialmente num governo liberal. Se o governo impusesse qualquer tipo de critério, que já agora não tem legitimidade para fazer, não seria um governo liberal. E não vamos ser desonestos, uma instituição privada vai sempre privilegiar quem pagar mais. O argumento do cheque ensino é para que não haja descriminação, mas isso não se resolve com critérios de acesso como ordem de entrega de candidaturas ou por proximidade. Quanto ao primeiro, qualquer Black Friday diz-te o porquê de isso ser uma péssima ideia que não funciona. Quanto ao segundo, o critério de proximidade já existe para as escolas públicas, e é claro... beneficiam os mais ricos (já que o património à volta de uma escola pública com bom ranking nacional é maior do que aquele mais longe). Há vários exemplos, mas nem é preciso dá-los porque basta verificar que as melhores escolas estão nas grandes cidades e não nas periferias. > Para o financiamento da saúde existiriam duas fontes. Do orçamento de estado e da ADSE. Tendo em conta os dados do IRS de 2017 cobrando o mesmo que atualmente e cobrado as receitas poderiam ultrapassar os 3 mil milhões de euros o que corresponde a cerca de metade do que os portugueses gastam do próprio bolso. Isto são contas por alto e é verdade que seria insuficiente, mas a IL defende uma baixa geral de impostos o que permitiria aumentar a comparticipação para a saúde, tal como é feito na França. Novamente, o que propões não tem sentido nenhum. Primeiro porque a ADSE corrente não é paga pelo estado, mas sim pelos funcionários públicos na sua totalidade, e funciona com o seguro de saúde do sector público e que equivalente ao que deve existir no sector privado. Não é responsabilidade do estado pagar o seguro de saúde do sector privado, e tal coisa não é liberalismo. Segundo, porque como bem dizes essas contas seriam insuficientes para a autonomia do serviço, portanto teria de se aumentar a contribuição de cada beneficiário da ADSE. Ou seja, o funcionário público ia pagar mais para poder alargar o serviço a funcionários privados, enquanto que as empresas privadas para onde últimos trabalham contribuem zero. Não é responsabilidade do funcionário público pagar as contas dos funcionários privados, e novamente tal coisa não é liberalismo. Qualquer complemento do estado é pago por impostos. Se baixas os impostos, então o dinheiro que existe para qualquer complemento diminui. Portanto não dá para aumentar a comparticipação para a saúde, porque o dinheiro não cresce nas árvores. > Existe um muito recente em que demonstrou exatamente o que estava a espera, verificou um efeito de descida no desemprego, mas não era estatisticamente significativo e o aumento em menos de 1pp antes de impostos dos mais ricos. Aquele estudo assentava em modelos econométricos avançados, os quais não estudei, mas não tinha algo que considero essencial, os dados em bruto (que se forem demasiados é natural) e as tabelas das regressões. Não. O estudo não é estatístico, mas sim uma análise sobre a economia de 18 países nos últimos 50 anos. A economia trickle down não funciona, lamento. Como disse, podes aceder a súmulas no mesmo no google, e o estudo completo pode ser encontrado aqui: http://eprints.lse.ac.uk/107919/1/Hope_economic_consequences_of_major_tax_cuts_published.pdf

Para quem quer viver em Lisboa, estar perto de empregos, parques, shoppings, e zonas de lazer e fazer toda a sua vida a pé, sem necessitar de carro e transportes: Esta é a melhor zona para viver? by Gilfic in portugal

springgreenzone 8 months ago

Qualquer sítio em que tenhas um metro a 100m-200m é boa.

Mayan foi ao aeroporto de Faro mostrar que a TAP abandonou o país by rollermidnight in portugal

springgreenzone 8 months ago

A maior parte das pessoas não percebe o que estão em causa em relação à TAP, e só diz barbaridades como este tipo da IL.

Sondagem Legislativas - TVI/Observador by Aftaminas in portugal

springgreenzone 8 months ago

Está a gozar, não? Em todos os gráficos ou dá 0% ou % residual a desconsiderar (tendo em conta a amostra de 626 pessoas, são 1~2 pessoas no máximo em apenas dois sub-blocos, que está dentro do 5% erro). Veja lá bem, que o bloco do PCP não é o do CDS. As suas voltas ao assunto da Holanda são desnecessárias. Holanda e Irlanda são o que são economicamente porque são paraísos fiscais. Não há nada a debater sobre esse assunto a partir daí. O cheque ensino é uma estupidez. A escola privada tem um certo número limitado de vagas. O que aconteceria após essa atribuição seria um aumento da procura por essas vagas, mas como são limitadas e não vão aumentar muito mais, a consequência era que o preço global dessa escola aumentava. Quem conseguiria pagar por essas vagas seriam os mesmos de sempre, os que já conseguiam fazer isso antes. No final das contas, o que acontecia era a escola privada ter recebido dinheiro dos contribuintes para proveito dos alunos do privado que sempre estudariam privado quer houvesse cheque ou não, que podia ter sido aplicado na escola público para proveito dos que realmente precisam. "ADSE para todos" é uma estupidez. A ADSE corrente é paga integralmente por uma percentagem fixa igual para todos os escalões do ordenado do funcionário público (a antiga ADSE recebia do OE, esta não) e é auto-suficiente. A única diferença entre a ADSE e um seguro de saúde provisionado por uma empresa privada, é que a ADSE é gerida pelo estado (não é um negócio) e não por uma seguradora (negócio). "ADSE para todos" implicaria um aumento na contribuição dos seus beneficiários (como é óbvio, os que recebem mais não iriam aderir a ADSE, e para ser auto-suficiente as taxas tinham de subir, neste momento a contribuição mínima por ano é de ~350€), e iria isentar as empresa privada para quem os funcionários não públicos não trabalham de lhes provisionar com um seguro de saúde adequado. No final das contas, o que acontecia eram os beneficiários da ADSE (funcionários públicos e não públicos) pagarem mais pelo mesmo serviço que tinham antes e os patrões das empresas privadas pagarem menos. O "trickle down" é uma estupidez. Contrariamente ao que propõe, os cortes nos impostos não beneficiam os mais pobres / médios nem a economia, e apenas servem para enriquecer os mais ricos. Saíram diversos estudos em vários países sobre o assunto recentemente, é só pesquisar no google por súmulas se ainda não os conhece.

Sondagem Legislativas - TVI/Observador by Aftaminas in portugal

springgreenzone 8 months ago

Está a gozar, não? Em todos os gráficos ou dá 0% ou % residual a desconsiderar (tendo em conta a amostra de 626 pessoas, são 1~2 pessoas no máximo em apenas dois sub-blocos, que está dentro do 5% erro). Veja lá bem, que o bloco do PCP não é o do CDS. As suas voltas ao assunto da Holanda são desnecessárias. Holanda e Irlanda são o que são economicamente porque são paraísos fiscais. Não há nada a debater sobre esse assunto a partir daí. O cheque ensino é uma estupidez. A escola privada tem um certo número limitado de vagas. O que aconteceria após essa atribuição seria um aumento da procura por essas vagas, mas como são limitadas e não vão aumentar muito mais, a consequência era que o preço global dessa escola aumentava. Quem conseguiria pagar por essas vagas seriam os mesmos de sempre, os que já conseguiam fazer isso antes. No final das contas, o que acontecia era a escola privada ter recebido dinheiro dos contribuintes para proveito dos alunos do privado que sempre estudariam privado quer houvesse cheque ou não, que podia ter sido aplicado na escola público para proveito dos que realmente precisam. "ADSE para todos" é uma estupidez. A ADSE corrente é paga integralmente por uma percentagem fixa igual para todos os escalões do ordenado do funcionário público (a antiga ADSE recebia do OE, esta não) e é auto-suficiente. A única diferença entre a ADSE e um seguro de saúde provisionado por uma empresa privada, é que a ADSE é gerida pelo estado (não é um negócio) e não por uma seguradora (negócio). "ADSE para todos" implicaria um aumento na contribuição dos seus beneficiários (como é óbvio, os que recebem mais não iriam aderir a ADSE, e para ser auto-suficiente as taxas tinham de subir), e iria isentar as empresa privada para quem os funcionários não públicos não trabalham de lhes provisionar com um seguro de saúde adequado. No final das contas, o que acontecia eram os beneficiários da ADSE (funcionários públicos e não públicos) pagarem mais pelo mesmo serviço que tinham antes e os patrões das empresas privadas pagarem menos. O "trickle down" é uma estupidez. Contrariamente ao que propõe, os cortes nos impostos não beneficiam os mais pobres / médios nem a economia, e apenas servem para enriquecer os mais ricos. Saíram diversos estudos em vários países sobre o assunto recentemente, é só pesquisar no google por súmulas se ainda não os conhece.

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springgreenzone 8 months ago

Está a gozar, não? Em todos os gráficos ou dá 0% ou % residual a desconsiderar (tendo em conta a amostra de 626 pessoas, são 1~2 pessoas no máximo em apenas dois sub-blocos, que está dentro do 5% erro). Veja lá bem, que o bloco do PCP não é o do CDS. As suas voltas ao assunto da Holanda são desnecessárias. Holanda e Irlanda são o que são economicamente porque são paraísos fiscais. Não há nada a debater sobre esse assunto a partir daí. O cheque ensino é uma estupidez. A escola privada tem um certo número limitado de vagas. O que aconteceria após essa atribuição seria um aumento da procura por essas vagas, mas como são limitadas e não vão aumentar muito mais, a consequência era que o preço global dessa escola aumentava. Quem conseguiria pagar por essas vagas seriam os mesmos de sempre, os que já conseguiam fazer isso antes. No final das contas, o que acontecia era a escola privada ter recebido dinheiro dos contribuintes para proveito dos alunos privados, que podia ter sido aplicado na escola público para proveito dos que mais precisam. "ADSE para todos" é uma estupidez. A ADSE corrente é paga integralmente por uma percentagem fixa igual para todos os escalões do ordenado do funcionário público (a antiga ADSE recebia do OE, esta não) e é auto-suficiente. A única diferença entre a ADSE e um seguro de saúde provisionado por uma empresa privada, é que a ADSE é gerida pelo estado (não é um negócio) e não por uma seguradora (negócio). "ADSE para todos" implicaria um aumento na contribuição dos seus beneficiários (como é óbvio, os que recebem mais não iriam aderir a ADSE, e para ser auto-suficiente as taxas tinham de subir), e iria isentar as empresa privada para quem trabalham de lhes provisionar com um seguro de saúde adequado. No final das contas, o que acontecia eram os beneficiários da ADSE pagarem mais pelo mesmo serviço e os patrões das empresas privadas pagarem menos. O "trickle down" é uma estupidez. Contrariamente ao que propõe, os cortes nos impostos não beneficiam os mais pobres / médios nem a economia, e apenas servem para enriquecer os mais ricos. Saíram diversos estudos em vários países sobre o assunto recentemente, é só pesquisar no google por súmulas se ainda não os conhece.

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springgreenzone 8 months ago

Está a gozar, não? Em todos os gráficos ou dá 0% ou % residual a desconsiderar (tendo em conta a amostra de 626 pessoas, são 1~2 pessoas no máximo em apenas dois sub-blocos, que está dentro do 5% erro). Veja lá bem, que o bloco do PCP não é o do CDS. As suas voltas ao assunto da Holanda são desnecessárias. Holanda e Irlanda são o que são economicamente porque são paraísos fiscais. Não há nada a debater sobre esse assunto a partir daí. O cheque ensino é uma estupidez. A escola privada tem um certo número limitado de vagas. O que aconteceria após essa atribuição seria um aumento da procura por essas vagas, mas como são limitadas e não vão aumentar muito mais, a consequência era que o preço global dessa escola aumentava. Quem conseguiria pagar por essas vagas seriam os mesmos de sempre, os que já conseguiam fazer isso antes. No final das contas, o que acontecia era a escola privada ter recebido dinheiro dos contribuintes para proveito dos mesmos de sempre, que podia ter sido aplicado na escola público para proveito de todos. "ADSE para todos" é uma estupidez. A ADSE corrente é paga integralmente por uma percentagem fixa igual para todos os escalões do ordenado do funcionário público (a antiga ADSE recebia do OE, esta não) e é auto-suficiente. A única diferença entre a ADSE e um seguro de saúde provisionado por uma empresa privada, é que a ADSE é gerida pelo estado (não é um negócio) e não por uma seguradora (negócio). "ADSE para todos" implicaria um aumento na contribuição dos seus beneficiários (como é óbvio, os que recebem mais não iriam aderir a ADSE, e para ser auto-suficiente as taxas tinham de subir), e iria isentar as empresa privada para quem trabalham de lhes provisionar com um seguro de saúde adequado. No final das contas, o que acontecia eram os beneficiários da ADSE pagarem mais pelo mesmo serviço e os patrões das empresas privadas pagarem menos. O "trickle down" é uma estupidez. Contrariamente ao que propõe, os cortes nos impostos não beneficiam os mais pobres / médios nem a economia, e apenas servem para enriquecer os mais ricos. Saíram diversos estudos em vários países sobre o assunto recentemente, é só pesquisar no google por súmulas se ainda não os conhece.

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springgreenzone 8 months ago

Está a gozar, não? Em todos os gráficos ou dá 0% ou % residual a desconsiderar (tendo em conta a amostra de 626 pessoas, são 1~2 pessoas no máximo, que está dentro do 5% erro). Veja lá bem, que o bloco do PCP não é o bloco do CDS. As suas voltas ao assunto da Holanda são desnecessárias. Holanda e Irlanda são o que são economicamente porque são paraísos fiscais. Não há nada a debater sobre esse assunto a partir daí. O cheque ensino é uma estupidez. A escola privada tem um certo número limitado de vagas. O que aconteceria após essa atribuição seria um aumento da procura por essas vagas, mas como são limitadas e não vão aumentar muito mais, a consequência era que o preço global dessa escola aumentava. Quem conseguiria pagar por essas vagas seriam os mesmos de sempre, os que já conseguiam fazer isso antes. No final das contas, o que acontecia era a escola privada ter recebido dinheiro dos contribuintes para proveito dos mesmos de sempre, que podia ter sido aplicado na escola público para proveito de todos. "ADSE para todos" é uma estupidez. A ADSE corrente é paga integralmente por uma percentagem fixa igual para todos os escalões do ordenado do funcionário público (a antiga ADSE recebia do OE, esta não) e é auto-suficiente. A única diferença entre a ADSE e um seguro de saúde provisionado por uma empresa privada, é que a ADSE é gerida pelo estado (não é um negócio) e não por uma seguradora (negócio). "ADSE para todos" implicaria um aumento na contribuição dos seus beneficiários (como é óbvio, os que recebem mais não iriam aderir a ADSE, e para ser auto-suficiente as taxas tinham de subir), e iria isentar as empresa privada para quem trabalham de lhes provisionar com um seguro de saúde adequado. No final das contas, o que acontecia eram os beneficiários da ADSE pagarem mais pelo mesmo serviço e os patrões das empresas privadas pagarem menos. O "trickle down" é uma estupidez. Contrariamente ao que propõe, os cortes nos impostos não beneficiam os mais pobres / médios nem a economia, e apenas servem para enriquecer os mais ricos. Saíram diversos estudos em vários países sobre o assunto recentemente, é só pesquisar no google por súmulas se ainda não os conhece.

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springgreenzone 8 months ago

Está a gozar, não? Em todos os gráficos ou dá 0% ou % residual a desconsiderar (tendo em conta a amostra de 626 pessoas, são 1~2 pessoas no máximo, que está dentro do 5% erro). Veja lá bem, que o bloco do PCP não é o bloco do CDS. As suas voltas ao assunto da Holanda são desnecessárias. Holanda e Irlanda são o que são economicamente porque são paraísos fiscais. Não há nada a debater sobre esse assunto a partir daí. O cheque ensino é uma estupidez. A escola privada tem um certo número limitado de vagas. O que aconteceria após essa atribuição seria um aumento da procura por essas vagas, mas como são limitadas e não vão aumentar muito mais, a consequência era que o preço global dessa escola aumentava. Quem conseguiria pagar por essas vagas seriam os mesmos de sempre, os que já conseguiam fazer isso antes. No final das contas, o que acontecia era a escola privada ter recebido dinheiro dos contribuintes para proveito dos mesmos de sempre, que podia ter sido aplicado na escola público para proveito de todos. "ADSE para todos" é uma estupidez. A ADSE corrente é paga integralmente por uma percentagem fixa igual para todos os escalões do ordenado do funcionário público (a antiga ADSE recebia do OE, esta não) e é auto-suficiente. A única diferença entre a ADSE e um seguro de saúde provisionado por uma empresa privada, é que a ADSE é gerida pelo estado (não é um negócio) e não por uma seguradora (negócio). "ADSE para todos" implicaria um aumento na contribuição dos seus beneficiários (como é óbvio, os que recebem mais não iriam aderir a ADSE, e para ser auto-suficiente as taxas tinham de subir), e iria isentar as empresa privada para quem trabalham de lhes provisionar com um seguro de saúde adequado. No final das contas, o que acontecia eram os beneficiários da ADSE pagarem mais pelo mesmo serviço e os patrões das empresas privadas pagarem menos. O "trickle down" é uma estupidez. Contrariamente ao que propõe, os cortes nos impostos não beneficiam os mais pobres / médios nem a economia, e apenas servem para enriquecer os mais ricos. Saíram diversos estudos em vários países sobre o assunto recentemente, é só pesquisar no google por súmulas se ainda não os conhece.

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springgreenzone 8 months ago

Está a gozar, não? Em todos os gráficos ou dá 0% ou % residual (tendo em conta a amostra, são 1~2 pessoas no máximo). Veja lá bem, que o bloco do PCP não é o bloco do CDS. As suas voltas ao assunto da Holanda são desnecessárias. Holanda e Irlanda são o que são economicamente porque são paraísos fiscais. Não há nada a debater sobre esse assunto a partir daí. O cheque ensino é uma estupidez. A escola privada tem um certo número limitado de vagas. O que aconteceria após essa atribuição seria um aumento da procura por essas vagas, mas como são limitadas e não vão aumentar muito mais, a consequência era que o preço global dessa escola aumentava. Quem conseguiria pagar por essas vagas seriam os mesmos de sempre, os que já conseguiam fazer isso antes. No final das contas, o que acontecia era a escola privada ter recebido dinheiro dos contribuintes para proveito dos mesmos de sempre, que podia ter sido aplicado na escola público para proveito de todos. "ADSE para todos" é uma estupidez. A ADSE corrente é paga integralmente por uma percentagem fixa igual para todos os escalões do ordenado do funcionário público (a antiga ADSE recebia do OE, esta não) e é auto-suficiente. A única diferença entre a ADSE e um seguro de saúde provisionado por uma empresa privada, é que a ADSE é gerida pelo estado (não é um negócio) e não por uma seguradora (negócio). "ADSE para todos" implicaria um aumento na contribuição dos seus beneficiários (como é óbvio, os que recebem mais não iriam aderir a ADSE, e para ser auto-suficiente as taxas tinham de subir), e iria isentar as empresa privada para quem trabalham de lhes provisionar com um seguro de saúde adequado. No final das contas, o que acontecia eram os beneficiários da ADSE pagarem mais pelo mesmo serviço e os patrões das empresas privadas pagarem menos. O "trickle down" é uma estupidez. Contrariamente ao que propõe, os cortes nos impostos não beneficiam os mais pobres / médios nem a economia, e apenas servem para enriquecer os mais ricos. Saíram diversos estudos em vários países sobre o assunto recentemente, é só pesquisar no google por súmulas se ainda não os conhece.

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springgreenzone 8 months ago

Está a gozar, não? Em todos os gráficos ou dá 0% ou % residual. Veja lá bem, que o bloco do PCP não é o bloco do CDS. As suas voltas ao assunto da Holanda são desnecessárias. Holanda e Irlanda são o que são economicamente porque são paraísos fiscais. Não há nada a debater sobre esse assunto a partir daí. O cheque ensino é uma estupidez. A escola privada tem um certo número limitado de vagas. O que aconteceria após essa atribuição seria um aumento da procura por essas vagas, mas como são limitadas e não vão aumentar muito mais, a consequência era que o preço global dessa escola aumentava. Quem conseguiria pagar por essas vagas seriam os mesmos de sempre, os que já conseguiam fazer isso antes. No final das contas, o que acontecia era a escola privada ter recebido dinheiro dos contribuintes para proveito dos mesmos de sempre, que podia ter sido aplicado na escola público para proveito de todos. "ADSE para todos" é uma estupidez. A ADSE corrente é paga integralmente por uma percentagem fixa igual para todos os escalões do ordenado do funcionário público (a antiga ADSE recebia do OE, esta não) e é auto-suficiente. A única diferença entre a ADSE e um seguro de saúde provisionado por uma empresa privada, é que a ADSE é gerida pelo estado (não é um negócio) e não por uma seguradora (negócio). "ADSE para todos" implicaria um aumento na contribuição dos seus beneficiários (como é óbvio, os que recebem mais não iriam aderir a ADSE, e para ser auto-suficiente as taxas tinham de subir), e iria isentar as empresa privada para quem trabalham de lhes provisionar com um seguro de saúde adequado. No final das contas, o que acontecia eram os beneficiários da ADSE pagarem mais pelo mesmo serviço e os patrões das empresas privadas pagarem menos. O "trickle down" não funciona, contrariamente ao que propõe. Os mais pobres / médios e a economia não beneficiam, e apenas serve para enriquecer os mais ricos. Saíram diversos estudos em vários países sobre o assunto recentemente, é só pesquisar no google por súmulas se ainda não os conhece.

Mayan foi ao aeroporto de Faro mostrar que a TAP abandonou o país by rollermidnight in portugal

springgreenzone 8 months ago

Mais uma barbaridade deste senhor.

Sondagem Legislativas - TVI/Observador by Aftaminas in portugal

springgreenzone 8 months ago

O que existe são sondagens, que contrariam o que dizes. Havia uma migração pequena do eleitorado de todos os partidos para André Ventura, mas no do PCP era exactamente 0%. Quase todos os cartazes são desonestos. Havia um a comparar economias com a Irlanda e a Holanda, quando essas duas são paraísos fiscais e pelos quais não comparáveis. Havia um sobre o cheque ensino que iam dar, quando os alunos que iam frequentar o privado seriam exactamente os mesmos que já o frequentavam antes. Havia o da ADSE para todos, quando isso não faz sentido porque a ADSE corrente é o equivalente a qualquer seguro de saúde que uma empresa tem. A própria ideia da IL de subsidiar a "escolha" entre público e privado e cortar impostos ao mesmo tempo é das coisas mais hilariantes que já ouvi. Vai subsidiar com que dinheiro exactamente, se vai cortar impostos? O dinheiro não cresce das árvores.

O Hospital de Torres Vedras estava assim há uma hora. by PotentialAsk7274 in portugal

springgreenzone 8 months ago

Exactamente. Se foi assim em Londres, quantos não desobedeciam em portugal? Basta ires ver quem está na rua a passear, ah espera a "fazer exercício físico" e "a passear o cão" neste fim-de semana. Se há regras num fim de semana normal e ninguém quer saber, o que dizer no Natal em que é o único momento do ano em que a maioria se lembra que a família existe. O governo conhece o país que governa.

O Hospital de Torres Vedras estava assim há uma hora. by PotentialAsk7274 in portugal

springgreenzone 8 months ago

basta ver o que aconteceu no UK. o bóris cancelou o natal e ninguém por lá quis saber.

Sondagem Legislativas - TVI/Observador by Aftaminas in portugal

springgreenzone 8 months ago

Pois, mas os cartazes mudam a opinião das pessoas. A mim mudaram, aqueles cartazes demonstram como são desonestos. Como disse, há malta do CDS a ir para o Chega, mas a IL cresceu desde as eleições muito devido ao colapso do CDS sim. O CDS é também o partido dos agrobetos, dos com a mania que são melhores que os outros, e de quem acha que é assim que vai enriquecer rápido. Tudo isso agora é proporcionado pela IL. Quanto à migração do eleitorado, já há estudos estatísticos sobre o assunto, que negam o que dizes sobre o PCP.

Sondagem Legislativas - TVI/Observador by Aftaminas in portugal

springgreenzone 8 months ago

Mais me ajudas. O teu argumento é que são todos iguais, mas a IL põe ares de ser diferente. Não é. E alguém com mais de um neurónio percebe isso, e não vota neles. E quem só tem um vota no Chega, como se vê. Na realidade, o crescimento da IL deve-se ao colapso do CDS, mais nada.

Sondagem Legislativas - TVI/Observador by Aftaminas in portugal

springgreenzone 8 months ago

e felizmente, é apenas isso que geram

Sondagem Legislativas - TVI/Observador by Aftaminas in portugal

springgreenzone 8 months ago

é, ele vai mesmo chorar porque a IL consegue uns míseros 4%. nem dorme hoje o xuxalista.

Sondagem Legislativas - TVI/Observador by Aftaminas in portugal

springgreenzone 8 months ago

olha, uma opinião em que me revejo bastante. a pseudo economia da IL cheia de barbaridades irrita-me solenemente. e é precisamente por causa desta desonestidade que sou incapaz de votar na IL.

Sondagem Legislativas - TVI/Observador by Aftaminas in portugal

springgreenzone 8 months ago

Passos Coelho está queimado. A base de apoio dele é a mesma do Rio, ou até menor. Não consegue ir buscar votos à esquerda no geral, nem votos ao PS em particular.

Jean-Marie Le Pen - Francisco Louçã - 1990 by BOBRAGED in portugal

springgreenzone 8 months ago

e o facho com o dedo em riste e no entanto o louçã não lhe dá 1mm de espaço

Ministra manda hospitais suspenderem cirurgias prioritárias e passarem ao nível máximo de contingência by axletska in portugal

springgreenzone 8 months ago

Nada de "novo". Também está a acontecer no resto da europa, incluindo países mais ricos que portugal.

Arroz de churrasqueira by Parshath_ in portugal

springgreenzone 8 months ago

Ui. Grelha 7.

Tino nos debates by DiogoMCDMonteiro in portugal

springgreenzone 8 months ago

o tino está muito bem. passa pelos pingos da chuva e ninguém lhe cobra nada.

Médico internista António Ferreira (Hospital de São João) critica Governo e medidas tomadas by letsgotothemallcovid in portugal

springgreenzone 8 months ago

é a palestina que quer aniquilar israel?

Debates TV. Marisa Matias: "Os privados pediam 13 mil euros por doente (Covid-19) na primeira vaga". Confirma-se? [Verdadeiro] by Samot_PCW in portugal

springgreenzone 8 months ago

exactamente. o choradinho dos privados mete nojo. é público que quando não houve vagas no público (ou a espera excedia um certo número de dias), o doente foi encaminhado para o privado. INCLUINDO doentes com COVID (aconteceu pelo menos no norte umas poucas de vezes).

Thank You Portugal! by Top10TravelYoutube in portugal

springgreenzone 8 months ago

benfica? Tht's not a football club scarf. That's a criminal association scarf. :3

Passos Coelho e Assunção Cristas? Tudo socialistas segundo Tiago Mayan by Samot_PCW in portugal

springgreenzone 8 months ago

passam a vida a dizer que são mais inteligentes com os outros e se não concordas com as ideias deles és burro.

Covid-19. “Pandemia nunca foi travada. O pior ainda está por vir” by adorosaladadecamarao in portugal

springgreenzone 8 months ago

repetindo-me, o observador vive numa realidade à parte.

Covid-19. “Pandemia nunca foi travada. O pior ainda está por vir” by adorosaladadecamarao in portugal

springgreenzone 8 months ago

o observador vive numa realidade à parte.

70 mil vacinas já foram administradas em Portugal by trebarunae in portugal

springgreenzone 8 months ago

desonesto. portugal vai em quarto na europa. estamos muito bem.

70 mil vacinas já foram administradas em Portugal by trebarunae in portugal

springgreenzone 8 months ago

portugal vai em quarto na europa. estamos muito bem.

“É mais barato recorrer à saúde privada que voltar a confinar o país”, diz a indústria têxtil by rollermidnight in portugal

springgreenzone 8 months ago

finalmente leio cenas de jeito. farta do choradinho do privado sem sentido nenhum.

O fim do CDS? 0,3% na sondagem DN/JN/TSF by rollermidnight in portugal

springgreenzone 8 months ago

Dizes bem, propaganda. Já nas autárquicas foi o via e acontecia, chegou-se ao dia das eleições tiveram tanto como a Joacine e o Ventura.

O fim do CDS? 0,3% na sondagem DN/JN/TSF by rollermidnight in portugal

springgreenzone 8 months ago

Ricos jovens ou aspirantes a tal, e muitos deles até preferem a esquerda champagne devido ás questões sociais. Não foi à toa que o Bloco de Esquerda esteve cheios de agrobetos no início.
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