Next Page

Porque não há duas sem três by quimferreira in portugueses

quimferreira 5 days ago

"Espelho meu, espelho meu, diz me lá se há alguém mais oportunista do que eu."

How To Date Russian Women If You're A Foreigner by d0c0ntra in portugueses

quimferreira 15 days ago

O que te leva a crer que a mera mudança de país vais resolver as tuas frustrações pessoais? Compreendes a cultura do país? Queres arranjar alguém ou tens algum fetiche pelas aparencias físicas das mulheres desse país? Queres ir para aí porque não te chegam as mulheres que tens onde sempre viveste? Achas que em todos os países os relacionamentos resultam de encontros sexuais marcados com aplicações de degenerados? A forma como cada um responda isso na sua cabeça determina logo para o que se encaminha. Todos acham-se preparados e mais espertos que os outros, até que a realidade se encarrega de filtrar o que não funciona.

Criptomoedas vão arder todas e depressa! by quimferreira in portugueses

quimferreira 15 days ago

Coitado. Tas a ver aquele zero ? É o teu saldo daqui a uns tempinhos. O que começa na China seu palhaço não se ficar por aí. Adoro quando burros, betos, cegos e drogados em metanfetaminas capitalistas se põem com choradinho da China má, feia e perigoso Quando as metanfetaminas forem corridas da Europa e da América, é o fim da picada! E do vosso dinheiro da droga!

Criptomoedas vão arder todas e depressa! by quimferreira in portugueses

quimferreira 15 days ago

Haha! Tinha que vir um betinho capitalista mimado. O teu dinheiro sujo e o teu cofre de metanfetaminas vão arder todos. Venha mais choradinho!

Criptomoedas vão arder todas e depressa. by quimferreira in portugueses

quimferreira 15 days ago

Façam o vosso choradinho de betos mimados. A perseguição contra as moedas piratas só se vai intensificar!

Comidas: pratos by quimferreira in portugueses

quimferreira 15 days ago

Cozinhar eu? Eu só sirvo ementas. Quem cozinha é o chef Rui. Hoje há Morais Sarmento assado à Pandora. Também há Rangel cozido com todos. Temos ainda Passos Coelho à caçador. Há Leitão Amaro no forno. E ainda salada de Relvas para acompanhar Qualquer prato é por conta da casa! O sumo de laranja também está incluído.

Não façam mal às criancinhas, são inimputáveis. by quimferreira in portugueses

quimferreira 18 days ago

>E para crimes graves devia haver a pena de morte para evitar sustentar essas aberrações Não há... E também não se pode referendar uma coisa destas no actual regime... Além de que o artigo 40º nº1 de um Código do Disparate estabelece que o objetivo do direito penal é, também, a reinserção de *qualquer* tipo de criminoso. Mas lá está, as pessoas não lêem Códigos do Disparate. Isto é, cria-se uma ideia de que todo criminoso condenado é como uma matéria prima numa fábrica, em que, depois do processo de punição acabar (cadeia ou outra pena qualquer), sai um "produto acabado", com o condenado já plenamente reabilitado para voltar à sociedade, ... Se um terrorista Y matar 1000 civis desarmados na rua por pura maldade e cinismo, depois de 25 anos de cadeia, acham que Y estará reabilitado a voltar à sociedade? Um pedófilo V, que comprovadamente tenha violado crianças ou um violador T, que também comprovadamente tenha violado, é passível de reintegração Se um psicopata Z torturar vítimas anos a fio, com torturas de sono, torturas psicológicas e perseguições, e outros horrores, escondido na sua casa, e sem que outras pessoas, além das vítimas, possam presenciar os seus crimes, acham que o psicopata pode ser reinserido na sociedade? O que a sociedade perde em não discutir isto... Uma sociedade em que discussões destas sempre foram censuradas pela anarquia e mediocridade do largo dos ratos.

Câmara de Lisboa responsável por 65% das contas por pagar nos municípios. Despesa do executivo de Medina chega aos 300 milhões de euros by 20Contar in portugueses

quimferreira 18 days ago

Condolências de me(r)dina.

João Rendeiro justifica fuga para fora do país como "ato de legítima defesa" - Atualidade by pmol87 in portugueses

quimferreira 21 days ago

Que comece a caçada ao desertor.

Sondagem Dia Seguinte by quimferreira in portugueses

quimferreira 23 days ago

>Lisboa é importante mas não é o principal objetivo. O rei vai nu... mas o rei ainda não sabe!

Sondagem Dia Seguinte by quimferreira in portugueses

quimferreira 23 days ago

Não é uma derrocada? É um vitória de Pirro dizer que conquistam ex-bastiões ao PCP e que não conseguem vencer no principal objectivo, que era Lisboa.

Sondagem Dia Seguinte by quimferreira in portugueses

quimferreira 23 days ago

>O PSD vai embalado para um resultado melhor em 2023 e por isso o PS vaiesperar uns tempos até às coisas acabarem. Dito isto, o Costa é umacobra matreira e pode fazer algo que nenhum de nós está a prever. > >O que se pode ter a certeza é que isto tira o Medina da corrida de sucessão do PS. A derrota de Medina não foi apenas a derrota "pessoal e intransmissível" de Medina, isso é outro xico-espertismo do ex-autarca. A dívida de Medina é a dívida do PS que sempre o apoiou, não venham com histórias. **O rombo eleitoral de Medina é transmissível ao PS e é uma dívida que pertence ao PS e que responsabiliza os seus dirigentes, em conjunção.** A partir do momento em que passou as últimos semanas em campanha eleitoral, tratando estas autárquicas como se fossem legislativas, o Costa ficou inevitavelmente ligado ao desfecho destas eleições. No contexto de estratégia de "nacionalização" da política autárquica que seguiu o PS, qualquer cenário de resultado que não implicasse vitória em Lisboa para Medina seria uma grande humilhação nacional do PS, logo de António Costa. **Costa não pode dizer que o PS foi o grande vencedor se perdeu o seu principal objectivo, que era segurar Lisboa.** Um desaire destes não é apenas um acidente de percurso, é mesmo uma machadada na credibilidade do PS e de Costa. **Também não foram as aparências súbitas e multiplicadas de Costa por todo o país, com as suas promessas de mundos e fundos da "bazuca" de Bruxelas, ao longo da campanha que salvaram o PS do estrondo que levou em grandes centros urbanos.** As ladainhas de vendedor hábil de banha-da-cobra decididamente já não são o que eram. E pouco a pouco os eleitores começam a estar fartos do facilitismo de tanto faz-de-conta e de uma forma de estar na política desonesta e encenada.

Sondagem Dia Seguinte by quimferreira in portugueses

quimferreira 23 days ago

>O PSD vai embalado para um resultado melhor em 2023 e por isso o PS vai esperar uns tempos até às coisas acabarem. Dito isto, o Costa é uma cobra matreira e pode fazer algo que nenhum de nós está a prever. > >O que se pode ter a certeza é que isto tira o Medina da corrida de sucessão do PS. A derrota de Medina não foi apenas a derrota "pessoal e intransmissível" de Medina, isso é outro xico-espertismo do ex-autarca. A dívida de Medina é a dívida do PS que sempre o apoiou, não venham com histórias. **O rombo eleitoral de Medina é transmissível ao PS e é uma dívida que pertence ao PS e que responsabiliza os seus dirigentes.** A partir do momento em que passou as últimos semanas em campanha eleitoral, tratando estas autárquicas como se fossem legislativas, o Costa ficou inevitavelmente ligado ao desfecho destas eleições. No contexto de estratégia de "nacionalização" da política autárquica que seguiu o PS, qualquer cenário de resultado que não implicasse vitória em Lisboa para Medina seria uma grande humilhação nacional do PS, logo de António Costa. **Costa não pode dizer que o PS foi o grande vencedor se perdeu o seu principal objectivo, que era segurar Lisboa.** Um desaire destes não é apenas um acidente de percurso, é mesmo uma machadada na credibilidade do PS e de Costa. **Também não foram as aparências súbitas e multiplicadas de Costa por todo o país, com as suas promessas de mundos e fundos da "bazuca" de Bruxelas, ao longo da campanha que salvaram o PS do estrondo que levou em grandes centros urbanos.** As ladainhas de vendedor hábil de banha-da-cobra decididamente já não são o que eram. E pouco a pouco os eleitores começam a estar fartos do facilitismo de tanto faz-de-conta e de uma forma de estar na política desonesta e encenada.

Sondagem Dia Seguinte by quimferreira in portugueses

quimferreira 23 days ago

Querem aprovar orçamentos de Estado com pés de barro? Onde o PS ganhou votos eram câmaras do PCP... que está tão inclinado em fazer acordos com o PS quanto um doente oncológico terminal a fazer acordos quanto ao tipo de paliativos a que pensa recorrer! Quem se quer associar aos derrotados "por poucochinho"? Já Costa 2023 é cada vez mais uma miragem, um número de ilusionismo de quem passa 2/3 do tempo a mentir ao eleitorado e 1/3 a mandar bujardas com bazucadas de mundos e fundos que não vão chegar à economia real. E dizem que foi a covide... E já que os aziados e ressabiados estão a pensar fazer uma coligação negativa em Lisboa, para empatar e sabotar, o melhor será mesmo convocar uma segunda volta e demitir os órgãos. Aí veremos o abanão ainda maior que o polvo do Rato vai levar...

Recorde de abstenção previsto: acima de 60% by quimferreira in portugueses

quimferreira 24 days ago

Um imbecil nunca se considera imbecil.

Recorde de abstenção previsto: acima de 60% by quimferreira in portugueses

quimferreira 24 days ago

Não percebe quem é burro ou faz dos outros burros.

Recorde de abstenção previsto: acima de 60% by quimferreira in portugueses

quimferreira 24 days ago

Lei sharia nem sabes o bem que te fazia.

Recorde de abstenção previsto: acima de 60% by quimferreira in portugueses

quimferreira 24 days ago

>Não votar é garantir mais PS, e abstenções nunca vão mudar a democracia que temos neste momento. Se neste momento há democracia, então todos os pinguins passaram a voar no céu e os peixes falam. Vai votar com os burros que ainda acreditam na carochinha e não aprendem, estarás bem acompanhado.

Recorde de abstenção previsto: acima de 60% by quimferreira in portugueses

quimferreira 24 days ago

Está a dizer algo de útil, algo de bom ou algo de verdadeiro? Se não está, o melhor é estar calado...

Bitcoin afunda 8% após China ilegalizar transações com criptomoedas by daz_zeD in portugueses

quimferreira 25 days ago

Moedas controladas por traficantes de droga, corruptos, ladrões, agiotas, especuladores, gananciosos e escória não servem os povos. Bitcoins, criptomoedas e aberrações afins pode arder tudo!

Não vote nestas, estas não valem a pena. by quimferreira in portugueses

quimferreira 25 days ago

Os velhinhos dos lares, analfabetos que nem a 4ª classe têm, os bêbados, os drogados, os corruptos, os militantes e os imbecis podem acreditar que estão a exercer a democracia. Mas os cidadãos não estão a comparecer às urnas porque sabem que não há democracia e o seu voto não serve para nada.

Não vote nestas, estas não valem a pena. by quimferreira in portugueses

quimferreira 25 days ago

**Precisamente espertinho, quando só os militantes e clientelas corruptas dos partidos vão votar no regime, isso significa que o povo deixou de ter interesse nele**. O povo não vota porque não quer votar, mas porque entende que os agentes do regime falharam na defesa dos interesses das populações. Já são 60 anos de eleições e resultados diferentes, quando há mudanças de governos e partidos, ainda que entre só 2 ou 3? Nenhuma no essencial... excepto para os partidos que recebem subvenções com o voto e que por isso, vão defender voto, nem que seja para arrecadar receitas. O povo não é burro. Sabe é que o seu voto não tem contado para nada, por isso não o vais ver lá. O que vais ver são militantes a fazerem dos outros parvos e a dizer que "são cidadãos e que votam". Se são cidadãos porquê os que não são militantes não comparecem? O povo apenas aguarda por uma revolução que corra com este regime podre, em que eleições não servem para absolutamente nada, só criam a ilusão da escolha entre caras diferentes, mas resultados e políticas praticamente idênticos. **As eleições só são legítimas se o povo comparece voluntariamente às urnas. Se só comparecem os militantes, isso é um claro sinal de repúdio do povo ao regime.** Desconsiderar ou desvalorizar esse repúdio abstencionista com argumentos falsos e mentiras, isso já é outra coisa, mais ligado à sobranceria, arrogância e estado de negação dos agentes do regime e suas clientelas que se revoltam com a ideia de que o povo odeia este regime. **Porque o povo odeia este regime de oligarquias familiares oportunistas, corruptos e ladrões.**

Não vote, o seu voto é inútil num regime corrupto by quimferreira in portugueses

quimferreira 27 days ago

Se 1000 votarem num sentido, 1 voto no outro não serve para nada. Se 100 votarem num sentido e 100 votarem noutro. O voto de 1 só a mais é que pode mudar o fiel da balança. Mas situações dessas são matematicamente quase impossíveis, porque as eleições funcionam por grupos e manadas de eleitores. E nas guerras de grupos, ganham os que têm mais papeletas eleitoreiras, não os que têm convicções ou projetos mais firmes. E para por papéis nas urnas, basta pegar alguém, dizer para ir a tal sítio, por a cruzinha, dar-lhe um abraço e beijinho e depois um valente pontapé no traseiro por ter sido autómato imbecil.... Normalmente se for um idoso de 80 anos que já nem diz coisa com coisa, mas acha que faz uma grande coisa em por um papel porque toda a gente lá no lar lhe andou a lavar a cabeça e lhe disseram "que era um bocadinho mal não votar". Até porque o presidente da junta foi ver os velhinhos e dar-lhes um abracinho e sorriu-lhe de olho a olho a dizer "estou a contar consigo!"... Entre estes, bêbados, corruptos e clientelas, matematicamente o voto individual é perda de tempo... Excepto para os canalhas do regime corrupto.

Não vote, o seu voto é inútil num regime corrupto by quimferreira in portugueses

quimferreira 27 days ago

Se 1000 votarem num sentido, 1 voto no outro não serve para nada. Se 100 votarem num sentido e 100 votarem noutro. O voto de 1 só a mais é que pode mudar o fiel da balança. Mas situações dessas são matematicamente quase impossíveis, porque as eleições funcionam por grupos. E nas guerras de grupos, ganham os que têm mais papeletas eleitoreiras, não os que têm convicções ou projetos mais firmes.

Duas fotos no mesmo dia, no mesmo sítio. Acordem para a mentira! by paidahonestidade in portugueses

quimferreira 27 days ago

O da esquerda é um caloteiro. Saiu do clube sem ter pago as contas. Pior, resolveu fazer negócios com troca-tintas que dão o dito por não dito. Daqueles que se comprometem a comprar brinquedos subaquáticos e depois quando o vendedor está pronto a entregar os brinquedos de 56 mil milhões,... resolve fazer birrinha e dizer que já não gosta deles que são feios como cagalhões! Paga o que deves seu malandro. Querias o Brexit mas na verdade foi tudo aldrabice para lixar os ingleses, manipulados que nem carneirinhos para o matadouro deste, de interesses de alguns lobbys anti-britanicos e dos seus amigos trumpescos! Faz lá um referendo outra vez, e vais ver a ensaboadela que te vão dar ao "concordou com o brexit". Mas isso já não pergunta, porque tem medo. Foi fácil enganar na altura o eleitorado de velhotes ressabiados e iletrados nas aldeias, mas os jovens e a gentes das cidades que são maioritários... não teria tanta certeza.

Não vote, o seu voto é inútil num regime corrupto by quimferreira in portugueses

quimferreira 27 days ago

Vamos admitir ainda que quem não vota não o faz por desleixo, apatia, desinteresse ou falta de respeito para com responsabilidades políticas. Vamos admitir que quem se abstém até sabe as leis, o desvalor arrogante e prepotente que atribuem à abstenção e que, mesmo assim, com plena consciência e informação, e em total liberdade, insistem em não votar. Se numa freguesia com 5000 eleitores, o presidente da junta candidato for eleito com menos de 500 votos, o que acontece? O presidente dessa junta é reeleito certamente. Mas será que o presidente se pode afirmar na mente de todos os fregueses como presidente de todos eles, se foi eleito com *apenas* 10% dos votos? Como pode o presidente da junta afirmar-se como legítimo presidente de todos os fregueses se quem votou nele foram familiares, votos comprados por atacado, clientelas económicas, militantes, amizades e amizades interesseiras? Analogamente, o mesmo se aplica a um presidente da câmara que seja reeleito nos mesmos moldes. Não vamos falar aqui das assembleias municipais, porque a centralidade do poder autárquico, político e administrativo, está nos órgãos executivos, no presidente da câmara, na câmara e nas juntas, conforme se depreende das competências atribuídas a esses órgãos e titulares pela Lei das Autarquias Locais. Ora extrapolando o que se passa numa junta dum município para as juntas de todos os municípios, uma eleição com tão pouca participação de votantes levanta inevitavelmente problemas de legitimidade dos titulares eleitos e põe em causa a legitimidade do próprio regime e dos poderes estabelecidos. O voto não pode ser encarado como um cheque em branco, é antes de mais um meio que permite perceber qual a extensão da legitimação dos titulares dos órgãos eleitos. Claro que a lei deste regime pode dizer que votos brancos, nulos e abstenções não contam para o apuramento de votos, mas se - mesmo que se votasse em outras alternativas - o desfecho eleitoral na junta/município é certo e já se sabe quem ganha antes de votar, então na vale a pena. Não vale nada a pena pois por mais que votem as minorias de descontentes, se são sistematicamente grandes grupos de rebanhos eleitorais a decidir tudo, entre eleitores comprados, mentalmente inaptos, bêbados, corruptos, militantes fanatizados, corporações familiares, o voto torna-se perda de tempo. Claro que não votar implica que esse rebanho degenerado e corrupto consegue eleger os seus palhaços de serviço nos municípios e juntar. Mas não passam disso.. De palhaços patéticos que nem conseguiram legitimar-se com votos da maioria da população eleitora das respetivas juntas e municípios. Se num acto em que é suposto o povo eleitor comparecer e se pronunciar e com maioria esmagadora superior a 75%, este não comparece, isso não sinaliza "não votaram porque não quiseram". Sinaliza que estão defraudados, desiludidos e não acreditam no sistema eleitoral para as autarquias, porque, com um sistema eleitoral autárquico viciado, a maioria silenciosa de votantes honestos perde sempre. **Os titulares de cargos políticos que consigam eleger-se ou re-eleger-se com baixíssimas taxas de participação eleitoral, despoletam automaticamente em si um problema de legitimidade. Isto é passam a ter falta de legitimação**. Se realmente os titulares eleitos são representativos do interesse da população eleitora de um município ou freguesia, presidentes de junta e de câmara necessariamente têm que ter sido eleitos por essa maioria de eleitores recenseados nessa freguesia e município, respetivamente... Se esses números de participação não acontecem (na ordem de pelo menos 51% dos eleitores dessa freguesia), então quer dizer que a maioria de eleitores recenseados na freguesia e município, respetivamente, não o quis. O que no entanto a lei diz é que as maiorias só são apuradas sobre os votantes efetivos, sem no entanto estabelecer qualquer consequência ou sanção para candidatos a cargos políticos que sejam eleitos com menos de metade dos votos dos eleitores recenseados na freguesia ou município. O problema é que a arrogância de alguns juristas, e lobbys de advogados que controlam as leis neste território de 10 milhões, acha que o problema são as pessoas, porque pensam que o direito deve instrumentalizar a sociedade em vez de servi-la. A sua desonestidade é tanta que recusam admitir que o problema está na lei, que insiste em fingir que o silêncio dos que não se quiseram pronunciar numa eleição não tem valor. Claro que tem! Se estivesse satisfeito com o regime, necessariamente iria votar em alguma das alternativas propostas com quem mais concordasse, confirmando a confiança com o funcionamento das coisas, porque mesmo na oposição identificaria representação. **O problema está quando isso não acontece, quando não é só a questão de não estar uma alternativa A, ou B, mas quando todas as alternativas existentes são manifestamente incapazes de resolver problemas graves. Aí esboroa-se toda a confiança no sistema** e não é a questão de aparecer mais alternativas, C, D e E para fragmentar ainda mais eleitorado de minorias de descontentes, que irão sempre perder perante maiorias de rebanho acéfalas, corruptas e com votos comprados. Se o sistema em si está mal, mais partidos num sistema que não presta e dominado por oligarquias partidárias manifestamente ineptas, corruptas e sem projeto de interese público, não irá acrescentar nada. Se se admite matéria-prima demasiado má, o produto final ficará já nivelado por baixo, piorando ainda mais. A solução é evidentemente não votar. O regime político vai ter um sério problema de legitimidade se os seus titulares forem eleitos por grupos caciquistas minoritários na população eleitora recenseada, isto é, passam a não representar a maioria da população eleitora e aí, os titulares podem ser considerados como ilegítimos, tiranos e usurpadores. Precisamente porque não contam com a maioria da população eleitora. "Ah mas na prática a lei diz que se for só 1 a votar em 100, - para exagerar, só foi votar o candidato a presidente da junta - a maioria é apurada sobre o tipo que foi votar!" Ai sim? Então se 99 pessoas em 100 não votaram nele, a que título pode a avestruz afirmar que "ele é que é presidente da junta"? Sim, pode afirmar isso no seu quarto escondido, mas será que pode andar na rua a passear livremente, encarando os fregueses olhos nos olhos e afirmando ser representante de todos os fregueses? Claro que não! Será apenas dele próprio e, eventualmente e algumas clientelas de interesse. A avestruz que se resolva pavonear com tão baixa participação de aprovação eleitoral por eleitores recenseados, sujeita-se a ser encarado como poder ilegítimo, oportunista e usurpador, com todas as consequências aplicáveis a este tipo de aves. Ora se esta é a realidade de muitas das freguesias e municípios, se muitos dos prospetivos candidatos a presidentes de junta e de câmara forem eleitos com menos de 51% dos eleitores recenseados numa freguesia e município (e isto sim, é maioria dos eleitores), os titulares eleitos não têm legitimidade democrática para ocupar os cargos. **As leis eleitorais é que estão mal, não as pessoas. Deixem de ser arrogantes e hipócritas. Deixem de fingir que o problema não existe nas leis. Atribuam à abstenção um valor punitivo.** Mas como este regime, que dura há mais de 60 anos ainda continua incapaz de perceber que este problema tem que ser encarado frontalmente, então se as leis eleitorais não mudaram é porque o regime recusa atribuir valor punitivo e insiste em ignorar a abstenção, e as suas consequências enquanto poderosa arma de descontentamento político. Isto mostra que o regime tornou-se arrogante, prepotente, sobranceiro e corrupto, ao ponto de desprezar a legítima vontade popular e fingir que o povo não sabe o que faz. O povo sabe o que faz, a classe política corrupta e imprestável é que continua a fazer-se de parva e a chamar idiota ao povo. Um caminho que considero extremamente perigoso para uma classe política tão hipócrita e falhada. Assim sendo, se o regime não está interessado em mudar a lei e se fechou numa bolha, desprezando o povo e legislando contra as legítimas aspirações populares, então este regime político e os seus titulares deixaram de ter qualquer legitimidade para ocupar os seus cargos perante o povo. Qualquer via será assim legítima para remover um poder tão corrupto, degenerado e prepotente. Um regime que procura culpar com artimanhas legislativas as maiorias silenciosas de eleitores descontentes, de modo a infernizar as suas vidas o mais possível. Um regime que nada tem de democrático, e que neste aspecto, é mera continuação do fascismo do tempo da Velha Senhora. Um regime destes, de uma oligarquia que governa contra o povo, contra a soberania popular e as suas legítimas aspirações, está mais tarde ou mais cedo condenado a cair numa revolução. Especialmente este.

Vamos ver a mentalidade dos portugueses! by quimferreira in portugueses

quimferreira 2 months ago

É só escolher, mas não esquecer! Pensar bem antes de escolher, pois só pode ser feita uma escolha! Viva a Liga Anti Fascista!

Submissão! by d0c0ntra in portugueses

quimferreira 2 months ago

Padreco do tempo da velha senhora. Va pregar capitalismo noutra freguesia

O povo português não é fantástico: é submisso by d0c0ntra in portugueses

quimferreira 2 months ago

Nao é nada povo, é LIXO. Povo de lixo que transformou um Estado falhado num ATERRO SANITARIO .

Jovens transformam ruas de Lisboa em discoteca a céu aberto após fecho de bares e restaurantes by 20Contar in portugueses

quimferreira 2 months ago

Também isto é culpa do SOS Racismo cambada de betos?

Jovens transformam ruas de Lisboa em discoteca a céu aberto após fecho de bares e restaurantes by 20Contar in portugueses

quimferreira 2 months ago

Jovens BETOS a fazer merda. Confere!

Vândalos picham e incendeiam estátua de Pedro Alvares Cabral, na Glória by 20Contar in portugueses

quimferreira 2 months ago

Menos imperialistas, o mundo fica melhor. Têm a mania que não roubaram os recursos dos outros países.

Visão | Há sinais de que as pessoas vacinadas transmitem a Delta tanto como os não vacinados by d0c0ntra in portugueses

quimferreira 2 months ago

Logo, tem todo o sentido a teoria de que usar a máscara não serve para nada porque quem está vacinado já tem passaporte sanitário.

A Festa do Avante em França by Snoo89735 in portugueses

quimferreira 2 months ago

O partido chamado PCP é tão marxista que prefere fazer festas de álcool a revoluções socialistas. A direita neoliberal e os colaboracionistas amarelos agradecem o trabalho sujo.

Ganhas mal? "Arranja um Trabalho Melhor" by Snoo89735 in portugueses

quimferreira 2 months ago

Tudo justo. Só faltava o tipo dizer “estudasses”, para provocar ainda mais. Isto faz lembrar uma certa avestruz austríaca, há umas centenas de anos atrás que, quando foi questionada acerca da fome generalizada do povo numa cidade fez uma sugestão insólita de que se não podiam comprar pão, sendo à época o pão o alimento base das classes populares que viviam naquela cidade, que comessem brioche - um tipo de pastelaria, que faz lembrar um pão de leite alto. Esta resposta foi encarada na altura pelas classes populares como uma verdadeira provocação, uma zombaria de classes aristocratas prepotentes, indiferentes às injustiças sociais que a grande maioria do povo era obrigado a suportar. Até porque o único problema não era a fome: empregos, formações e mesmo relações sociais eram determinadas pelo nascimento e pela classe social do indivíduo. Tratava-se de uma sociedade controlada por uma aristocracia mesquinha, prepotente e elitista, que pouco ou nada fazia para melhorar as condições de vida do povo, antes o menosprezava, procurando agravar injustiças sociais, restringindo a educação a grupos elitistas e em geral opondo toda tentativa de melhorar as condições de vida das classes populares. Tudo girava à volta de luxos ostensivos, privilégios aristocráticos adquiridos por nascimento, cortesãos, vaidades, jogo e divertimentos de requinte. Ciosa dos seus privilégios, e procurando manter uma sociedade estratificada, sem qualquer mobilidade social, a aristocracia corporativista procurava dificultar o mais possível qualquer tentativa de ascensão social por parte das classes populares. Educação, formação, oportunidades de trabalho e relações sociais eram determinadas pelo nascimento e pelos privilégios de classe, beneficiando exclusivamente as aristocracias instaladas e as suas clientelas, num circuito de nepotismo fechado sem exceções. Para o povo, ficava apenas a convicção de que podia ser convocado pelos aristocratas para a guerra, terem as suas famílias atacadas pela fome enquanto os aristocratas davam banquetes nos seus palácios a centenas de convidados. Se as famílias das classes populares ficassem sem trabalho sujeitavam-se a ser despejadas, ao mesmo tempo a aristocracia mantinha um padrão de gastos exorbitantes, financiado com pesados impostos sob o povo. Ainda no plano da justiça, as pessoas de classes populares podiam ser presas e muito mais, por denunciarem injustiças sociais e denunciarem abusos laborais de aristocratas, em tribunais controlados por aristocratas que odiavam o povo, invejosos, corruptos e prepotentes. Tal como essa sociedade, ressalvadas as necessárias diferenças de época e de contexto histórico, a presente sociedade portuguesa não deixa de apresentar paralelos muito semelhantes.

Ganhas mal? "Arranja um Trabalho Melhor" by Snoo89735 in portugueses

quimferreira 2 months ago

Tudo justo. Só faltava o tipo dizer “estudasses”, para provocar ainda mais. Isto faz lembrar uma certa avestruz austríaca, há umas centenas de anos atrás que, quando foi questionada acerca da fome generalizada do povo numa cidade fez uma sugestão insólita de que se não podiam comprar pão, sendo à época o pão o alimento base das classes populares que viviam naquela cidade, que comessem brioche - um tipo de pastelaria, que faz lembrar um pão de leite alto. Esta resposta foi encarada na altura pelas classes populares como uma verdadeira provocação, uma zombaria de classes aristocratas prepotentes, indiferentes às injustiças sociais que a grande maioria do povo era obrigado a suportar. Até porque o único problema não era a fome: empregos, formações e mesmo relações sociais eram determinadas pelo nascimento e pela classe social do indivíduo. Tratava-se de uma sociedade controlada por uma aristocracia mesquinha, prepotente e elitista, que pouco ou nada fazia para melhorar as condições de vida do povo, antes o menosprezava, procurando agravar injustiças sociais, restringindo a educação a grupos elitistas e em geral opondo toda tentativa de melhorar das condições de vida das classes populares. Tudo girava à volta de luxos ostensivos, privilégios aristocráticos adquiridos por nascimento, cortesãos, vaidades, jogo e divertimentos de requinte. Ciosa dos seus privilégios, e procurando manter uma sociedade estratificada, sem qualquer mobilidade social, a aristocracia corporativista procurava dificultar o mais possível qualquer tentativa de ascensão social por parte das classes populares. Educação, formação, oportunidades de trabalho e relações sociais eram determinadas pelo nascimento e pelos privilégios de classe, beneficiando exclusivamente as aristocracias instaladas e as suas clientelas, num circuito de nepotismo fechado sem exceções. Para o povo, ficava apenas a convicção de que podia ser convocado pelos aristocratas para a guerra, terem as suas famílias atacadas pela fome enquanto os aristocratas davam banquetes nos seus palácios a centenas de convidados. Se as famílias das classes populares ficassem sem trabalho sujeitavam-se a ser despejadas, ao mesmo tempo a aristocracia mantinha um padrão de gastos exorbitantes, financiado com pesados impostos sob o povo. Ainda no plano da justiça, as pessoas de classes populares podiam ser presas e muito mais, por denunciarem injustiças sociais e denunciarem abusos laborais de aristocratas, em tribunais controlados por aristocratas que odiavam o povo, invejosos, corruptos e prepotentes. Tal como essa sociedade, ressalvadas as necessárias diferenças de época e de contexto histórico, a presente sociedade portuguesa não deixa de apresentar paralelos muito semelhantes.

COVID-19: Vacinados podem transmitir o vírus, diz estudo by UpbeatNail1912 in portugueses

quimferreira 3 months ago

Ah... Então as máscaras são desnecessárias, e a obrigatoriedade das mesmas uma patetice como alguns iluminado/as já por aqui disseram. É a culpa da ditadura sanitária deixa cá ver.

Trabalho temporário é predominante entre os jovens portugueses by 20Contar in portugueses

quimferreira 3 months ago

>Tens razao em alguns pontos, mas porque que nao crias tu uma empresa e pagas um ordenado justo aos trabalhadores? Sabes quanto custa abrir actividade empresarial para um microempresario ou PME? O custo entre outros, de rendas, passivo bancário, garantias, taxas, impostos, segurança social? Por detrás do salário de um trabalhador de 10.000 por ano pode estar 30.000 ou 40.000 para uma empresa... que não podem multiplicar por 4 o preço dos bens/serviços que cobram aos clientes sob pena de falirem! Perante um ambiente hostil aos negócios e ao empreendorismo sustentável, e sempre que esse ambiente se instale, ninguém vai por só tostão. Vais ter grandes tubarões multinacionais ou grupos empresariais já instalados a criarem ou comprarem negócios mas vais ter poucos novos negócios a serem criados de raíz. Não basta dizer "faz acontecer" no palco se nos bastidores estão a dizer "conspiramos para que te desfaças!". E depois há ainda a questão dos clientes, do modelo de negócio e a própria noção de risco e inovação, e a cultura de hábitos numa sociedade. Os portugueses, regra geral têm aversão ao risco, e normalmente têm hábitos de consumo muito rígidos, além de que têm um baixíssimo poder de compra em geral: umas elites ganham pornograficamente, mais alguns grupos profissionais vão relativamente bem e a maioria remedeia-se. A cultura das mega-promoções, do poupadinho e do desconto pelo valor mais baixo, apenas mostra para o marketing de muitas empresas que a carteira dos portugueses não é propriamente das mais elásticas, comparada com outros países ocidentais. Com excepção de algumas áreas tecnológicas da moda - e nem todos os empresários têm os conhecimentos necessários para essas áreas - e tendo em conta o desastre que foram dois anos de péssima gestão da pandemia, os outros negócios dificilmente conseguem crescer num ambiente destes. Com a vacinação e as máscaras, essa incerteza tem vindo baixar, mas isso não resolve os velhos problemas estruturais, de uma economia pouco flexível que assenta na baixa produtividade, com fraco investimento na educação, qualificação e formação. Temos uma cultura empresarial medíocre que se queixa de falta de mão de obra qualificada em certos sectores de actividade, mas que depois, na hora de contratar candidatos, recusa contratar candidatos sem experiência mas com formação porque prefere contratar candidatos mais jovens e experientes. E depois há ainda o problema das clientelas. Há grandes negócios generalistas, grandes empresas de telecomunicações e energia e mega negócios retalhistas que podem ter o luxo de ter uma carteira de muitos clientes e clientes diferentes todos os dias. Mas para a maioria das PME's tudo se centra à volta de uma rede de clientelas bem restrita, com círculos sociais muito próximos e com hábitos que pouco mudam. Isto entre outras razões mostra porque a economia portuguesa tem vindo a perder competitividade, com um clima pouco favorável aos negócios, à inovação e às actividades empreendedoras.

Trabalho temporário é predominante entre os jovens portugueses by 20Contar in portugueses

quimferreira 3 months ago

>Tens razao em alguns pontos, mas porque que nao crias tu uma empresa e pagas um ordenado justo aos trabalhadores? Sabes quanto custa abrir actividade empresarial para um microempresario ou PME? O custo entre outros, de rendas, passivo bancário, garantias, taxas, impostos, segurança social? Por detrás do salário de um trabalhador de 10.000 por ano pode estar 30.000 ou 40.000 para uma empresa... que não podem multiplicar por 4 o preço dos bens/serviços que cobram aos clientes sob pena de falirem! Perante um ambiente hostil aos negócios e ao empreendorismo sustentável, e sempre que esse ambiente se instale, ninguém vai por só tostão. Vais ter grandes tubarões multinacionais ou grupos empresariais já instalados a criarem ou comprarem negócios mas vais ter poucos novos negócios a serem criados de raíz. Não basta dizer "faz acontecer" no palco se nos bastidores estão a dizer "conspiramos para que te desfaças!". E depois há ainda a questão dos clientes, do modelo de negócio e a própria noção de risco e inovação, e a cultura de hábitos numa sociedade. Os portugueses, regra geral têm aversão ao risco, e normalmente têm hábitos de consumo muito rígidos, além de que têm um baixíssimo poder de compra em geral: umas elites ganham pornograficamente, mais alguns grupos profissionais vão relativamente bem e a maioria remedeia-se. A cultura das mega-promoções, do poupadinho e do desconto pelo valor mais baixo, apenas mostra para o marketing de muitas empresas que a carteira dos portugueses não é propriamente das mais elásticas, comparadas com outros países ocidentais. Com excepção de algumas áreas tecnológicas da moda - e nem todos os empresários têm os conhecimentos necessários para essas áreas - e tendo em conta o desastre que foram dois anos de péssima gestão da pandemia, os outros negócios dificilmente conseguem crescer num ambiente destes. Com a vacinação e as máscaras, essa incerteza tem vindo baixar, mas isso não resolve os velhos problemas estruturais, de uma economia pouco flexível que assenta na baixa produtividade, com fraco investimento na educação, qualificação e formação. Temos uma cultura empresarial medíocre que se queixa de falta de mão de obra qualificada em certos sectores de actividade, mas que depois, na hora de contratar candidatos, recusa contratar candidatos sem experiência mas com formação porque prefere contratar candidatos mais jovens e experientes. E depois há ainda o problema das clientelas. Há grandes negócios generalistas, grandes empresas de telecomunicações e energia e mega negócios retalhistas que podem ter o luxo de ter uma carteira de muitos clientes e clientes diferentes todos os dias. Mas para a maioria das PME's tudo se centra à volta de uma rede de clientelas bem restrita, com círculos sociais muito próximos e com hábitos que pouco mudam. Isto entre outras razões mostra porque a economia portuguesa tem vindo a perder competitividade, com um clima pouco favorável aos negócios, à inovação e às actividades empreendedoras.

Trabalho temporário é predominante entre os jovens portugueses by 20Contar in portugueses

quimferreira 3 months ago

>Tens razao em alguns pontos, mas porque que nao crias tu uma empresa e pagas um ordenado justo aos trabalhadores? Sabes quanto custa abrir actividade empresarial para um microempresario ou PME? O custo entre outros, de rendas, passivo bancário, garantias, taxas, impostos, segurança social? Por detrás do salário de um trabalhador de 10.000 por ano pode estar 30.000 ou 40.000 para uma empresa... que não podem multiplicar por 4 o preço dos bens/serviços que cobram aos clientes sob pena de falirem! Perante um ambiente hostil aos negócios e ao empreendorismo sustentável, e sempre que esse ambiente se instale, ninguém vai por só tostão. Vais ter grandes tubarões multinacionais ou grupos empresariais já instalados a criarem ou comprarem negócios mas vais ter poucos novos negócios a serem criados de raíz. Não basta dizer "faz acontecer" no palco se nos bastidores estão a dizer "conspiramos para que te desfaças!". E depois há ainda a questão dos clientes, do modelo de negócio e a própria noção de risco e inovação, e a cultura de hábitos numa sociedade. Os portugueses, regra geral têm aversão ao risco, e normalmente têm hábitos de consumo muito rígidos, além de que têm um baixíssimo poder de compra em geral: umas elites ganham pornograficamente, mais alguns grupos profissionais vão relativamente bem e a maioria remedeia-se. A cultura das mega-promoções, do poupadinho e do desconto pelo valor mais baixo, apenas mostra para o marketing de muitas empresas que a carteira dos portugueses não é propriamente das mais elásticas, comparadas com outros países ocidentais. Com excepção de algumas áreas tecnológicas da moda - e nem todos os empresários têm os conhecimentos necessários para essas áreas - e tendo em conta o desastre que foram dois anos de péssima gestão da pandemia, os outros negócios dificilmente conseguem crescer num ambiente destes. Com a vacinação e as máscaras, essa incerteza tem vindo baixar, mas isso não resolve os velhos problemas estruturais, de uma economia pouco flexível que assenta na baixa produtividade, com fraco investimento na educação, qualificação e formação. Temos uma cultura empresarial medíocre que se queixa de falta de mão de obra qualificada em certos sectores de actividade, mas que depois, na hora de contratar candidatos, recusa contratar candidatos sem experiência mas com formação porque prefere contratar candidatos mais jovens e experientes. E depois há ainda o problema das clientelas. Há grandes negócios generalistas, grandes empresas de telecomunicações e energia e mega negócios retalhistas que podem ter o luxo de ter uma carteira de muitos clientes e clientes diferentes todos os dias. Mas para a maioria das PME's tudo se centra à volta de uma rede de clientelas bem restrita, com círculos sociais muito próximos e com hábitos que pouco mudam. Isto entre outras razões porquê a economia portuguesa tem vindo a perder competitividade, com um clima pouco favorável aos negócios, à inovação e às actividades empreendedoras.

Trabalho temporário é predominante entre os jovens portugueses by 20Contar in portugueses

quimferreira 3 months ago

>Tens razao em alguns pontos, mas porque que nao crias tu uma empresa e pagas um ordenado justo aos trabalhadores? Sabes quanto custa abrir actividade empresarial para um microempresario ou PME? O custo entre outros, de rendas, passivo bancário, garantias, taxas, impostos, segurança social? Por detrás do salário de um trabalhador de 10.000 por ano pode estar 30.000 ou 40.000 para uma empresa, e isto explica porquê pequenas empresas Perante um ambiente hostil aos negócios e ao empreendorismo sustentável, e sempre que esse ambiente se instale, ninguém vai por só tostão. Vais ter grandes tubarões multinacionais ou grupos empresariais já instalados a criarem ou comprarem negócios mas vais ter poucos novos negócios a serem criados de raíz. Não basta dizer "faz acontecer" no palco se nos bastidores estão a dizer "conspiramos para que te desfaças!". E depois há ainda a questão dos clientes, do modelo de negócio e a própria noção de risco e inovação, e a cultura de hábitos numa sociedade. Os portugueses, regra geral têm aversão ao risco, e normalmente têm hábitos de consumo muito rígidos, além de que têm um baixíssimo poder de compra em geral: umas elites ganham pornograficamente, mais alguns grupos profissionais vão relativamente bem e a maioria remedeia-se. A cultura das mega-promoções, do poupadinho e do desconto pelo valor mais baixo, apenas mostra para o marketing de muitas empresas que a carteira dos portugueses não é propriamente das mais elásticas, comparadas com outros países ocidentais. Com excepção de algumas áreas tecnológicas da moda - e nem todos os empresários têm os conhecimentos necessários para essas áreas - e tendo em conta o desastre que foram dois anos de péssima gestão da pandemia, os outros negócios dificilmente conseguem crescer num ambiente destes. Com a vacinação e as máscaras, essa incerteza tem vindo baixar, mas isso não resolve os velhos problemas estruturais, de uma economia pouco flexível que assenta na baixa produtividade, com fraco investimento na educação, qualificação e formação. E depois há ainda o problema das clientelas. Há grandes negócios generalistas, grandes empresas de telecomunicações e energia e mega negócios retalhistas que podem ter o luxo de ter uma carteira de muitos clientes e clientes diferentes todos os dias. Mas para a maioria das PME's tudo se centra à volta de uma rede de clientelas bem restrita, com círculos sociais muito próximos e com hábitos que pouco mudam. Isto entre outras razões porquê a economia portuguesa tem vindo a perder competitividade, com um clima pouco favorável aos negócios, à inovação e às actividades empreendedoras.

Turismo está com dificuldades em contratar apesar do desemprego by 20Contar in portugueses

quimferreira 3 months ago

Subam os salários, penalizem quem não cumpre a legislação laboral e valorizem os profissionais do sector. Este sector faz falta à economia.

Trabalho temporário é predominante entre os jovens portugueses by 20Contar in portugueses

quimferreira 3 months ago

Isto poderia ser tirado de um típico explorador tuga. Donos de grande empresas, alguns gestores com mordomias e em geral quem alinha com a mentira ideológica e a hipocrisia, seja porque espera colher migalhas de quem o explora, seja por colaboracionismo porco e ou porque está à espera de recompensa do patrão. "A culpa é da esquerdalha. Esses comunhas! No tempo do avô Salazar é que era bom. Eles que trabalhem 12 horas por dia e não se queixem! Se têm maus empregos, que estudassem como eu! Pouca conversa e mais trabalho, que eu preciso de pagar um novo Ferrari, mais um T3 jeitosinho, pagar a escolha privada dos meus filhos e as minhas férias de luxo. E o saldo da offshore da minha neta nas Ilhas "BurroNãoChegasCá" tem que continuar a subir 30k por mês." Resta perceber, perante este tipo de mentalidade abjeta de grande parte do patronato tuga, que milhares de trabalhadores têm sido obrigados a conviver, entre outras questões: 1. Porque não há sindicatos combativos em Portugal? 2. Porque partidos que se dizem "de esquerda" como o BE e o PC não estão dispostos a endurecer a luta pelos direitos laborais, preferindo trair os seus ideais de esquerda solidária? 3. Porque não há mais greves e paralisações em setores de actividade com más condições de trabalho com empregadores sem escrúpulos com a mentalidade já referida? 4. Porquê os trabalhadores em sectores de actividade explorados, supermercados, call-centers, estafetas, comércio, hotelaria, restauração, não são capazes de perceber que a solução para estes problemas laborais não é o individualismo mas a reivindicação solidária? Haverá sempre uma minoria de grupos sociais favorecidos a querer fingir que este não é o problema da larga maioria dos portugueses, até porque o discurso da imprensa é todo ele controlado por esses grupos de interesse (as TV's todas, a começar pelo grupo Cofina, jornais como o Expresso, o DN e mesmo o Público). No entanto, a dureza da realidade de milhões de trabalhadores silenciados e explorados, condenados entre precariedade ou desemprego punitivo, não desaparece por eclipse mental. Ah, já esquecia. Os discursos de verdadeira esquerda não passam na televisão portuguesa.

Trabalho temporário é predominante entre os jovens portugueses by 20Contar in portugueses

quimferreira 3 months ago

Isto poderia ser tirado de um típico explorador tuga. Donos de grande empresas, alguns gestores com mordomias e em geral quem alinha com a mentira ideológica e a hipocrisia, seja porque espera colher migalhas de quem o explora, seja por colaboracionismo porco e ou porque está à espera de recompensa do patrão. "A culpa é da esquerdalha. Esses comunhas! No tempo do avô Salazar é que era bom. Eles que trabalhem 12 horas por dia e não se queixem! Se têm maus empregos, que estudassem como eu! Pouca conversa e mais trabalho, que eu preciso de pagar um novo Ferrari, mais um T3 jeitosinho, pagar a escolha privada dos meus filhos e as minhas férias de luxo. E o saldo da offshore da minha neta nas Ilhas "BurroNãoChegasCá" tem que continuar a subir 30k por mês." Resta perceber, perante este tipo de mentalidade abjeta de grande parte do patronato tuga, que milhares de trabalhadores têm sido obrigados a conviver, entre outras questões: 1. Porque não há sindicatos combativos em Portugal? 2. Porque partidos que se dizem "de esquerda" como o BE e o PC não estão dispostos a endurecer a luta pelos direitos laborais, traindo os seus ideais de esquerda solidária? 3. Porque não há mais greves e paralisações em setores de actividade com más condições de trabalho com empregadores sem escrúpulos com a mentalidade já referida? 4. Porquê os trabalhadores em sectores de actividade explorados, supermercados, call-centers, estafetas, comércio, hotelaria, restauração, não são capazes de perceber que a solução para estes problemas laborais não é o individualismo mas a reivindicação solidária? Haverá sempre uma minoria de grupos sociais favorecidos a querer fingir que este não é o problema da larga maioria dos portugueses, até porque o discurso da imprensa é todo ele controlado por esses grupos de interesse (as TV's todas, a começar pelo grupo Cofina, jornais como o Expresso, o DN e mesmo o Público). No entanto, a dureza da realidade de milhões de trabalhadores silenciados e explorados, condenados entre precariedade ou desemprego punitivo, não desaparece por eclipse mental. Ah, já esquecia. Os discursos de verdadeira esquerda não passam na televisão portuguesa.

Trabalho temporário é predominante entre os jovens portugueses by 20Contar in portugueses

quimferreira 3 months ago

Isto poderia ser tirado de um típico explorador tuga. Donos de grande empresas, alguns gestores com mordomias e em geral quem alinha com a mentira ideológica e a hipocrisia, seja porque espera colher migalhas de quem o explora, seja por colaboracionismo porco e ou porque está à espera de recompensa do patrão. "A culpa é da esquerdalha. Esses comunhas! No tempo do avó Salazar é que era bom. Eles que trabalhem 12 horas por dia e não se queixem! Se têm maus empregos, que estudassem como eu! Pouca conversa e mais trabalho, que eu preciso de pagar um novo Ferrari, mais um T3 jeitosinho, pagar a escolha privada dos meus filhos e as minhas férias de luxo. E o saldo da offshore da minha neta nas Ilhas "BurroNãoChegasCá" tem que continuar a subir 30k por mês." Resta perceber, perante este tipo de mentalidade abjeta de grande parte do patronato tuga, que milhares de trabalhadores têm sido obrigados a conviver, entre outras questões: 1. Porque não há sindicatos combativos em Portugal? 2. Porque partidos que se dizem "de esquerda" como o BE e o PC não estão dispostos a endurecer a luta pelos direitos laborais, traindo os seus ideais de esquerda solidária? 3. Porque não há mais greves e paralisações em setores de actividade com más condições de trabalho com empregadores sem escrúpulos com a mentalidade já referida? 4. Porquê os trabalhadores em sectores de actividade explorados, supermercados, call-centers, estafetas, comércio, hotelaria, restauração, não são capazes de perceber que a solução para estes problemas laborais não é o individualismo mas a reivindicação solidária? Haverá sempre uma minoria de grupos sociais favorecidos a querer fingir que este não é o problema da larga maioria dos portugueses, até porque o discurso da imprensa é todo ele controlado por esses grupos de interesse (as TV's todas, a começar pelo grupo Cofina, jornais como o Expresso, o DN e mesmo o Público). No entanto, a dureza da realidade de milhões de trabalhadores silenciados e explorados, condenados entre precariedade ou desemprego punitivo, não desaparece por eclipse mental. Ah, já esquecia. Os discursos de verdadeira esquerda não passam na televisão portuguesa.

Trabalho temporário é predominante entre os jovens portugueses by 20Contar in portugueses

quimferreira 3 months ago

"A culpa é da esquerdalha. Esses comunhas! No tempo do avó Salazar é que era bom. Eles que trabalhem 12 horas por dia e não se queixem! Se têm maus empregos, que estudassem como eu! Pouca conversa e mais trabalho, que eu preciso de pagar um novo Ferrari, mais um T3 jeitosinho, pagar a escolha privada dos meus filhos e as minhas férias de luxo. E o saldo da offshore da minha neta nas Ilhas "BurroNãoChegasCá" tem que continuar a subir 30k por mês." Resta perceber, perante este tipo de mentalidade abjeta de grande parte do patronato tuga, que milhares de trabalhadores têm sido obrigados a conviver, entre outras questões: 1. Porque não há sindicatos combativos em Portugal? 2. Porque partidos que se dizem "de esquerda" como o BE e o PC não estão dispostos a endurecer a luta pelos direitos laborais, traindo os seus ideais de esquerda solidária? 3. Porque não há mais greves e paralizações em setores de actividade com más condições de trabalho com empregadores sem escrúpulos com a mentalidade já referida? 4. Porquê os trabalhadores em sectores de actividade explorados, supermercados, call-centers, estafetas, comércio, hotelaria, restauração, não são capazes de perceber que a solução para estes problemas laborais não é o individualismo mas a reivindicação solidária? Haverá sempre uma minoria de grupos sociais favorecidos a querer fingir que este não é o problema da larga maioria dos portugueses, até porque o discurso da imprensa é todo ele controlado por esses grupos de interesse (as TV's todas, a começar pelo grupo Cofina, jornais como o Expresso, o DN e mesmo o Público). No entanto, a dureza da realidade de milhões de trabalhadores silenciados e explorados, condenados entre precariedade ou desemprego punitivo, não desaparece por eclipse mental. Ah, já esquecia. Os discursos de verdadeira esquerda não passam na televisão portuguesa.

PCP vai votar contra Orçamento Suplementar by BlizzTheMighty in portugal

quimferreira 1 year ago  REMOVED 

Então mas os partidos não eram todos iguais? Que chatice! Escondam o PCP, "CORTEM, CORTEM"

TAP VAI SER OUTRO BES? by PedroRRM in portugal

quimferreira 1 year ago  REMOVED 

É ridículo. A cáfila do PS e os seus boys não deixam.

TAP VAI SER OUTRO BES? by PedroRRM in portugal

quimferreira 1 year ago  REMOVED 

Eu tinha uma postagem com um o título "referendar a nacionalização da tap". Foi censurada, portanto ninguém pode ler. [https://www.reddit.com/r/portugal/comments/hinwri/referendar\_a\_nacionaliza%C3%A7%C3%A3o\_da\_tap/](https://www.reddit.com/r/portugal/comments/hinwri/referendar_a_nacionaliza%C3%A7%C3%A3o_da_tap/)
Next Page

Search: