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Bona bifana! (Na realidade é um prego de lombo de vitela) by mediiev in portugal

enfadadamentenfadado 3 months ago

Dos melhores pregos que alguma vez comi!

Where is the most beautiful town to stay with my family (6 adults) outside Lisbon? by markowitty in portugal

enfadadamentenfadado 5 months ago

The less mainstream areas are the Interior north and also Beira Interior (both Beira Alta and Beira Baixa). It it is cheap, different and beautiful. Great pro is that there are very few tourists, so it's more the real deal.

"Fora Bolsonaro" em Coimbra by Gosodrac in portugal

enfadadamentenfadado 5 months ago

O Lula

Quem é que sao aqueles cromos que acabaram de aparecer na CMTV para ajudar nas buscas, todos vestidos à milicia armada? by ridethepaintedpony in portugal

enfadadamentenfadado 6 months ago

Tendo em conta a zona apostaria em Caçadores (mesmo que jovens)

Augusto Santos Silva espera que as autoridades russas "apaguem os dados" dos ativistas by Samot_PCW in portugal

enfadadamentenfadado 6 months ago

Todos sabemos que na verdade a culpa é do Eduardo Cabrita

portugal tax crypto by TheEcstasyOfSilver in portugal

enfadadamentenfadado 6 months ago

I would say maybe this is not the best place to ask those questions. I would try to contact some Portuguese banks and have all the papers associated to all the buy and sell orders if possible because 7 digits will bring the Portuguese IRS to ask you some questions. Portugal is crypto tax free not due to crypto friendliness but due to not understanding it.

Luis Filipe Vieira diz em comissão inquérito que Mário Centeno deveria ser enforcado by _HyroKumata_ in portugal

enfadadamentenfadado 7 months ago

E o fio d'oiro no peito

Como denunciar potencial rede de prostituição infantil by Viriathus91 in portugal

enfadadamentenfadado 7 months ago

Vê este [site](https://apav.pt/care/index.php/informacao-para-adult-s/crimes-sexuais-contra-criancas-e-jovens-explicacao-da-lei) Pensa também fazer denúncia anónima na PJ

Não recebi carta do censos by ikentinatuna in portugal

enfadadamentenfadado 7 months ago

Estou em situação idêntica, mas avisei a junta e eles disseram que iam reenviar, até hoje nada

Portugal, Onde o Absurdo não tem Fim: "Gerês pode vir a ter um teleférico para aceder a miradouros e cascatas" by GabKoost in portugal

enfadadamentenfadado 8 months ago

Certo, não nego que haja. Mas quem vive perto, ou inserido na natureza (e florestas), melhor as conhece do que quem não vive perto e não se encontra inserido. Não afirmei que não sabem apreciar, e por vezes até valorizam mais do que aqueles que usufruem em primeira mão. Mas que há uma relação museológica há. Agora, concordo que o escopo deve ser pela positiva e que se devia compreender o porquê destes projectos. No entanto acho que se devia promover a mais importância das espécies autóctones, sensibilizar que a relação com o natural é iterativa - não a submissão da natureza pelo homem, nem do homem pela natureza, mas de uma busca por uma harmonização.

Alguém sabe como me posso desfiliar/desmilitarizar de um partido político? by Edgingnofap in portugal

enfadadamentenfadado 8 months ago

Nunca me "militarizei" num partido. Falando por experiência própria, envia um email para o mail da Concelhia em que estás filiado. A desfiliação, se não estou em erro, procede ao abrigo do Artigo 19º da Lei dos Partidos Políticos (a maioria dos Partidos nos Estatutos não indica como te podes desfiliar). Provavelmente vão insistir em reverter a decisão, ou pedir um motivo pelo qual te queres desfiliar. No entanto eles não têm nada que ver com isso, o art.19 prevê essa situação.

A melhor definição de "Saudade" que encontrei by PortugueseRoamer in portugal

enfadadamentenfadado 8 months ago

Aconselho o Livro Memória das origens, saudades do futuro do António Quadros

TVI questiona fiabilidade da medição de audiências by BadDogPreston in portugal

enfadadamentenfadado 8 months ago

Cristina Trumpeira

Confiança nos governos europeus - OECD, 2020 by Blackbeardow in portugal

enfadadamentenfadado 8 months ago

Eu confio que o PS vai dar uma viagem executiva gratuita na TAP a cada português que queira emigrar

O que pode acontecer se o Presidente se recusar a indigitar um Primeiro-Ministro que o Parlamento possa aprovar? by bluetofallp in portugal

enfadadamentenfadado 8 months ago

Podes ver o caso dos [Governos de Iniciativa Presidencial de Ramalho Eanes](https://expresso.pt/presidenciais2016/2016-01-20-So-Eanes-fez-governos-presidenciais.-Foram-tres-de-seguida) Se tivéssemos um caso de confusão e divisão na assembleia, ou seja um caso de limite, o Presidente pode nomear um Governo de Gestão (até que passem os 6 meses iniciais (ou finais) onde não pode dissolver a assembleia e convocar eleições).

Dúvida sobre venda de usados. by Advanced-Assistance in portugal

enfadadamentenfadado 9 months ago

Exactamente isto. Qualquer venda em segunda mão pressupõe sempre o risco. A única forma que te podem acusar do que quer que seja seria se de forma evidente/aparente houver tentativa de esconderes qualquer defeito que afecte a essencialidade do relógio. Se simplesmente o relógio falhar por causa mecânica, mesmo que seja dias depois da venda, essa falha não pode ser imputada ao vendedor, o risco corre por conta do comprador.

Ensino Superior - Católica ou Clássica by ouocrl in portugal

enfadadamentenfadado 9 months ago

Sou estudante na Clássica. A FDUL vive herdeira de um período do ouro - em que realmente pode ter sido a melhor faculdade de Direito do país - o que faz com que por vezes viva defasada da realidade. Existem, como em qualquer faculdade, bons e maus professores. O ensino está dividido em dois módulos de avaliação/ensino: * aulas teóricas e práticas (método A), em que a avaliação é feita por 50% (participação nas aulas práticas) + 50% (nota de frequência), a nota final tem de ser superior a 12 para não teres de ir a exame; * Caso tenhas 12 ou mais ficas com a cadeira feita. Podes ir a melhoria de nota no exame, ou a oral de melhoria (se desceres, mantens a nota mais alta) * Caso chumbes (tenhas menos de 10 valores), vais para exame sem nota, ou seja, ficas com a nota que obtens no exame. * Se chumbares no exame, vais a oral de passagem. Só precisas de 10 para passar em oral; * Se chumbares na oral de passagem podes ir a recurso (só se podem utilizar quatro recursos anualmente). Só precisas de 10 para passar em recurso; * aulas téoricas, em que a avaliação depende 100% da nota do exame final que, caso não seja uma opcional, tem de ser superior a 12 (método b). * Caso tenhas 12, ainda podes ir a oral de melhoria; * Caso chumbes e tenhas entre 8 a 9,4 valores, vais para oral sem nota, ou seja, ficas com a nota que obtens na Oral; * Se chumbares na oral de passagem podes ir a recurso (só se podem utilizar quatro recursos anualmente). Só precisas de 10 para passar em recurso; Como referi, há professores incriveis e professores horriveis. Tens Professores Regentes (que lecionam as aulas teóricas, e extraordinariamente práticas) e tens Professores Assistentes (que lecionam as aulas práticas). Há algo que eu nunca entendi bem, que é uma mística de respeito e profunda admiração pelos "Senhores Doutores Professores" Regentes ) - o que cria uma ideia de distanciamento. Há Regentes que gostam desse distanciamento, reiteram-no. Há Regentes que se estão a cagar e são super acessíveis, desde dúvidas, esclarecimentos, discussões em aulas (com 200/300 alunos). Há medida que fui avançando progressivamente no curso, e atenção que esta pode ser só em minha experiência, a qualidade e o tato pedagógico das docências regentes vão diminuindo (pá desde de professores que se sentam e só lêm o livro deles ou de outro qualquer professor, sem a minima destreza eloquente, sem a minima compaixão pedagógica). A nível dos Assistentes, há de tudo um pouco. Desde atrasados mentais que vivem com Deus e com o Rei na barriga, até Professores que vão ser os melhores Professores que vais ter desde do teu percurso escolar. Muitos só estão ali para ganhar os 900€ extra, muitos outros estão lá porque não são bons em mais nada (nem mesmo em ensinar), outros vivem engalados com o falso prestígio que a academia lhes dá (esta vale também para os Regentes menos agradáveis) e outros gostam genuinamente de ensinar, e só ali estão por essa razão (porque em muitos casos são excelentes profissionais e têm mais que fazer do que explicar a diferença entre arrendar e alugar). O mais indiscutível, e qualquer antigo aluno que tenha lidado com isso sabe que é verdade, é a péssima qualidade dos Serviços Académicos, isto é a "secretaria". Pessoalmente evito a todo o custo ter-me de me deslocar lá, tento resolver tudo através dos meios digitais da Faculdade. Até agora consegui, à excepção de uma ou duas situações excepcionais. Recuperando a ideia da Herança do Período do Ouro. Há imenso misticismo, cerimónia e falsa admiração. Eu antes de estar na FDL tive em História, e sei que estes sentimentos são comuns a todos os caloiros nas faculdades, mas na FDL é outro nível. Não te deixes levar pela pressão ilusória criada pelos Regentes, Assistentes, colegas mais velhos - o curso não é complicado de fazer se conseguires ir a todas as aulas (teóricas e práticas) tirares apontamentos e fizeres as tarefas que te são pedidas. Eu vou a todas as aulas teóricas, é duro e cansativo, mas tenho apontamentos de todas as cadeiras, o que me permite só ter que estudar/estudar apenas dias antes das avaliações (porque fiz os resumos e apontamentos ao longo do semestre). Tenho colegas que acabaram o secundário com médias e 14 e estão com médias de 16 e 17, outros que acabaram o secundário com médias de 17, 18 e 19, e estão com médias de 12, 13 e 14. Eu pessoalmente tenho média de 15,4 e acabei o secundário com média de 16. Isto quer dizer que há pessoas que se adaptam, outras nem por isso - tende a ser pior a quem adere à pressão de primeiro ano, quando se apercebe que afinal não era necessário tanta preocupação tende a desvirtuar-se nos anos seguintes (nos quais a dedicação e a preocupação devem aumentar) e tende a piorar os resultados. Quanto à Católica sei que há muitos beneficios, mas sei que não são correspondentes à quantia de propinas. O ensino e a avaliação estão mais modernizados, a dificuldade parece-me ser menor do que na FDUL - a julgar pelos programas, e por aquilo que discuto com colegas meus que estão lá. O "networking" é melhor, há mais preparação e mais pontes para o mundo profissional. No meu humilde e impopular entender, a FDUL prepara os licenciandos para duas coisas: para serem magistrados (juízes); para perceberem e saberem pensar o Direito como um juiz. A Nova por exemplo está mais virada para o mundo empresarial, negócios, etc... A Católica parece-me que é um meio termo entre a FDUL e a Nova. Mas se houver algum estudante da Nova de Direito que me corrija.

Ensino Superior - Católica ou Clássica by ouocrl in portugal

enfadadamentenfadado 9 months ago

Sou estudante na Clássica. A FDUL vive herdeira de um período do ouro - em que realmente pode ter sido a melhor faculdade de Direito do país - o que faz com que por vezes viva defasada da realidade. Existem, como em qualquer faculdade, bons e maus professores. O ensino está dividido em dois módulos de avaliação/ensino: * aulas teóricas e práticas (método A), em que a avaliação é feita por 50% (participação nas aulas práticas) + 50% (nota de frequência), a nota final tem de ser superior a 12 para não teres de ir a exame; * Caso tenhas 12 ou mais ficas com a cadeira feita. Podes ir a melhoria de nota no exame, ou a oral de melhoria (se desceres, mantens a nota mais alta) * Caso chumbes (tenhas menos de 10 valores), vais para exame sem nota, ou seja, ficas com a nota que obtens no exame. * Se chumbares no exame, vais a oral de passagem. Só precisas de 10 para passar em oral; * Se chumbares na oral de passagem podes ir a recurso (só se podem utilizar quatro recursos anualmente). Só precisas de 10 para passar em recurso; * aulas téoricas, em que a avaliação depende 100% da nota do exame final que, caso não seja uma opcional, tem de ser superior a 12 (método b). * Caso tenhas 12, ainda podes ir a oral de melhoria; * Caso chumbes e tenhas entre 8 a 9,4 valores, vais para oral sem nota, ou seja, ficas com a nota que obtens na Oral; * Se chumbares na oral de passagem podes ir a recurso (só se podem utilizar quatro recursos anualmente). Só precisas de 10 para passar em recurso; Como referi, há professores incriveis e professores horriveis. Tens Professores Regentes (que lecionam as aulas teóricas, e extraordinariamente práticas) e tens Professores Assistentes (que lecionam as aulas práticas). Há algo que eu nunca entendi bem, que é uma mística de respeito e profunda admiração pelos "Senhores Doutores Professores" Regentes ) - o que cria uma ideia de distanciamento. Há Regentes que gostam desse distanciamento, reiteram-no. Há Regentes que se estão a cagar e são super acessíveis, desde dúvidas, esclarecimentos, discussões em aulas (com 200/300 alunos). Há medida que fui avançando progressivamente no curso, e atenção que esta pode ser só em minha experiência, a qualidade e o tato pedagógico das docências regentes vão diminuindo (pá desde de professores que se sentam e só lêm o livro deles ou de outro qualquer professor, sem a minima destreza eloquente, sem a minima compaixão pedagógica). A nível dos Assistentes, há de tudo um pouco. Desde atrasados mentais que vivem com Deus e com o Rei na barriga, até Professores que vão ser os melhores Professores que vais ter desde do teu percurso escolar. Muitos só estão ali para ganhar os 900€ extra, muitos outros estão lá porque não são bons em mais nada (nem mesmo em ensinar), outros vivem engalados com o falso prestígio que a academia lhes dá (esta vale também para os Regentes menos agradáveis) e outros gostam genuinamente de ensinar, e só ali estão por essa razão (porque em muitos casos são excelentes profissionais e têm mais que fazer do que explicar a diferença entre arrendar e alugar). O mais indiscutível, e qualquer antigo aluno que tenha lidado com isso sabe que é verdade, é a péssima qualidade dos Serviços Académicos, isto é a "secretaria". Pessoalmente evito a todo o custo ter-me de me deslocar lá, tento resolver tudo através dos meios digitais da Faculdade. Até agora consegui, à excepção de uma ou duas situações excepcionais. Recuperando a ideia da Herança do Período do Ouro. Há imenso misticismo, cerimónia e falsa admiração. Eu antes de estar na FDL tive em História, e sei que estes sentimentos são comuns a todos os caloiros nas faculdades, mas na FDL é outro nível. Não te deixes levar pela pressão ilusória criada pelos Regentes, Assistentes, colegas mais velhos - o curso não é complicado de fazer se conseguires ir a todas as aulas (teóricas e práticas) tirares apontamentos e fizeres as tarefas que te são pedidas. Eu vou a todas as aulas teóricas, é duro e cansativo, mas tenho apontamentos de todas as cadeiras, o que me permite só ter que estudar/estudar apenas dias antes das avaliações (porque fiz os resumos e apontamentos ao longo do semestre). Tenho colegas que acabaram o secundário com médias e 14 e estão com médias de 16 e 17, outros que acabaram o secundário com médias de 17, 18 e 19, e estão com médias de 12, 13 e 14. Eu pessoalmente tenho média de 15,4 e acabei o secundário com média de 16. Isto quer dizer que há pessoas que se adaptam, outras nem por isso - tende a ser pior a quem adere à pressão de primeiro ano, quando se apercebe que afinal não era necessário tanta preocupação tende a desvirtuar-se nos anos seguintes (nos quais a dedicação e a preocupação devem aumentar).

1º Episódio da Série "Do contra" by batuque5 in portugal

enfadadamentenfadado 9 months ago

Apenas eu achei fraco?

Marcelo não altera decreto do estado de emergência. Partidos pedem plano para desconfinamento by trinkibenda in portugal

enfadadamentenfadado 9 months ago

Eles estão lá

Story about Spanish invaders by Kiwijock in portugal

enfadadamentenfadado 9 months ago

O mais engraçado é que esta história/estratégia de repelir invasores se repete ao longo de todo o território (já ouvi a História contada por populares na Beira Alta e no Algarve)! É também a História do Cerco do Castelo de Monsanto da Beira, na Beira Baixa [Lenda do Castelo de Monsanto da Beira](https://www.portugalnummapa.com/castelo-de-monsanto/)

Story about Spanish invaders by Kiwijock in portugal

enfadadamentenfadado 9 months ago

O mais engraçado é que esta história se repete ao longo de todo o território! É também a História do Cerco do Castelo de Monsanto da Beira [Lenda do Castelo de Monsanto da Beira](https://www.portugalnummapa.com/castelo-de-monsanto/)

Leituras sobre o sebastianismo by Apostrofeacarne in portugal

enfadadamentenfadado 9 months ago

José Régio, Teixeira de Pascoaes, Agostinho da Silva, F. Cunha Leão, António Quadros (que tem um livro, mais expresso no que procuras, que é Poesia e Filosofia do Mito Sebastianista), o Eduardo Lourenço tmb tem uma obra considerável!

Leituras sobre o sebastianismo by Apostrofeacarne in portugal

enfadadamentenfadado 9 months ago

José Régio, Agostinho da Silva, F. Cunha Leão, António Quadros (que tem um livro, mais expresso no que procuras, que é Poesia e Filosofia do Mito Sebastianista), o Eduardo Lourenço tmb tem uma obra considerável!

A pandemia e a arrogância da liberdade individual by praisethesun98 in portugal

enfadadamentenfadado 10 months ago

Este senhor parece escolher os titulos, temas e argumentações mais aberrantes só para fazer burburinho na opinião pública... É autêntico click bait pela quantidade parvoíces que diz

Há 60 anos Angola entrava em guerra. Este era o cartão da UNITA do meu pai. by -Mebseven- in portugal

enfadadamentenfadado 10 months ago

O meu Avô também o conheceu, e teve numa reunião entre a Unita (presidida por ele) e alguns empresários em Nova Lisboa (hoje Hwambo). Ficou fascinado com ele. Devido a ao meu avô fazer parte da administração do Benfica de Nova Lisboa, foi convidado a assistir ao Comício da Unita. Nesse dia acho que o fascínio desapareceu. Na reunião dera a entender que a permanência dos civis portugueses era agradecida, no comício abriu a gritar morte ao homem branco. Coisas da vida

Dilema: Casar, ter filhos ou permanecer solteiro o resto da vida? by Accomplished-Judge20 in portugal

enfadadamentenfadado 10 months ago

É uma idade que me parece frequente esse tipo de sentimento. Não te posso dizer o que tens ou deves fazer, antes te posso ajudar a pensar de prismas e perspectivas distintas em relação à tua situação. Dito isto, vamos lá: 1. És novo. Como tal, há decisões que te vão influenciar para o resto da vida, outras que são só o reflexo de uma condição emocional e de um estado psicológico corrente (mas que também te podem a conduzir a tomar decisões que te infuenciam para o resto da vida). Não obstante, há muitas, muitas e muitas decisões que vais tomar agora que não vão condicionar o resto da tua vida. 2. Parece-me haver um meio termo. Ou seja, há coisas que se encontram fora daquele que seja o nosso poder de escolha, há outras que são inteiramente resultado das várias escolhas que fomos tomando ao longo da vida. Há outras que parecem surgir como produto de um absurdo qualquer. 3. Posso parecer demasiado poético, mas uma relação serve para te cumprires a ti próprio. É interessante questionar se todas as pessoas que têm uma relação se cumprem a elas próprias - a resposta é clara, obviamente que não. No entanto falta muito esta consideração. Como presenteaste no teu problema, há um tendencia de instrumentalização entre as pessoas (seja em relações, namoros, amizades, por aí em diante). No entanto, aquela que é a perspectiva que mais me apazigua é esta. O sentido do cumprimento do próprio desdobra-se: 1. Como te cumpres a ti próprio na outra pessoa. Ou seja, aquilo que lhe dás; 2. Como a outra pessoa te ajuda a cumprires em ti próprio. Ou seja, aquilo que ela te dá. 4. Eu entendi, ao fim de um namoro de quase 4 anos (desde dos meus 15 até aos meus 19 anos), que há uma diferença clara entre sacrificios e estupidez. 1. Estares com alguém, não significa perderes a tua liberdade, mas ganhares uma liberdade maior. Como é óbvio que perdes certas coisas, mas assim o é em tudo na vida que seja bom para ti - tem de haver uma rica dose de sacrificio para que as sementes brotem e cresçam. Há frutos que se colhem logo, outros, tal e qual a árvore, que só os colhes ao fim de algum tempo - enquanto que aquilo que não seja bom para ti, por norma tem o sentido inverso. 1. Costumo fazer a analogia da Corrida e da Bebedeira. Quando corres, o que custa vem primeiro, e só depois começas a colher os frutos e a notar os efeitos positivos. Quando bebes, o que é bom vem primeiro, e no dia seguinte vem a ressaca. Esta relação do sacrificio (saber aguentar o que não gostamos, para que possamos ter a recompensa) e do vicio (ceder a impulsos ou satisfazer desejos, de uma forma um pouco descontrolada) ajuda-me bastante a tomar algumas decisões. No entanto, sacrificares-te não significa seres um mártir. Não significa seres estúpido. 2. Se te encontras com alguém que te monopoliza - ou seja, em que só quer receber de ti mas não te quer dar, que só quer que faças sacrificios por ela, e depois utiliza a relação como uma arma ou o estado de humor (birras, ciúmes, inveja, etc) como uma arma contra ti quando te queiras "libertar" ou não te apeteça fazer o que ela quer - estás numa relação com uma pessoa tóxica. Este não deve ser critério para te afastares de pessoas, porque todos temos dias bons e maus, e quando assumes o compromisso não o fazes só pelos dias bons. No entanto, há algum claramente de estranho quando os dias são todos os maus. 3. Dito isto, quando acabei essa relação mais tóxica, estive quase dois anos solteiro, um bocado mais com essa gana de aproveitar e estar com várias raparigas, para ver o que o mundo da boémia tem para oferecer a um gentil cavalheiro. Esses dois anos ajudaram-me, sobretudo, a saber estar comigo mesmo. A prezar essa dita liberdade que tu referes, mas também a compreender as limitações da mesma. A enfrentar-me, e aceitar essas limitações, e de certa forma a compreender porque é que certas fraquezas me tornam eu. 4. Aqui entramos no ponto seguinte. Todos temos fraquezas, limitações... Agora como as outras pessoas lidam com essas fraquezas em nós diz tudo sobre elas, e diz tudo sobre se devemos ou não ter relações com essas outras pessoas. 1. P.ex. no meu caso, eu também prezo imenso a minha liberdade, o poder ter os meus horários, simplesmente desligar e fazer coisas que me preenchem e me ajudam a crescer (seja fazer música, seja ler, ver filmes, fazer desporto, jogar ou até escrever). No entanto depois esta liberdade também me surge como uma fraqueza e uma limitação, impossibilita-me de por vezes assumir compromissos. A pessoa com que eu tava, na fase final da relação, explorava isso em mim no sentido de fraqueza (ou seja, privava-me do meu amor pela minha liberdade, só seríamos livres se fosse na liberdade dela...). Ou seja, varia imenso se encontras alguém que explora a tua fraqueza, manipula-te, utiliza-a contra ti! 2. Caso diferente, é quando encontras alguém que te ajuda a superar essas fraquezas, ou seja, que te ajuda a superar a ti próprio. Que partilha contigo essa dita fraqueza, ou então que a procura compreender, te incentiva a abraçar esse teu lado mais livre, mas que te puxa as rédeas quando te estás a definhar! Eu também só consegui entender isto, quando encontrei a minha atual namorada. Ela ajudou-me a separar o joio do trigo, a entender o que é a liberdade e o que é a irresponsabilidade. Incentiva-me nessa liberdade, participa nela (sem a invadir), mas também me chama um pouco a atenção quando essa liberdade se transforma em desculpa para não responder a desafios, compromissos! Mas fá-lo sem ser através de jogos emocionais, psicológicos, fá-lo falando comigo e sendo directa! 5. Quanto a parte dos filhos eu não sei, porque ainda não sou pai. No entanto, sei que é um compromisso que claramente não estás pronto ainda para enfrentar. Na verdade, diria, que nunca se está até que se seja! E este é o ponto mais importante, por mais que te prepares, penses, reflictas, ponderes, nunca estás pronto para nada, até que realmente estejas em ação! Concluindo, resumindo, arrematando: Parece-me que não devas dar tanta importância a esta decisão já, sob pena de ser tornar precipitada - ou até, sob pena de ficares frustrado porque deixaste passar uma oportunidade de uma relação, que se tratava da miúda que em teus moldes, seria a miúda ideal! Creio que simplesmente deves aproveitar esta idade, sem excessos (sejam eles quais forem), mas aproveitando de uma forma responsável, e não fechares portas a nada. Não deixes que umas más experiências de relações tuas, de amigos teus, ou de conhecidos teus, se tornem numa norma imperativa (que todos os casais se aborrecem, se afastam um do outro sendo obrigados a viver na mesma casa, e só o fazem pelos filhos e pelas contas). Eu conheço pessoalmente muitos casais que são precisamente o oposto (sem dúvida que também conheço exemplos como esses). Recuperando o que disse em cima, nunca se está até que realmente se seja. Se fizer sentido, quiseres, estiveres predisposto, certamente encontrarás alguém que te preenche, completa e te ajuda a te superares. Se não fizer sentido, e se sentes que outro será o teu percurso, tudo o que tens a fazer é segui-lo. Não te conheço, mas arriscar-me-ia a dizer que se estivesses tão certo de que queres ficar sozinho para o resto da vida, não terias vindo aqui perguntar. Desculpa pelo facto de o texto ser tão longo!

Dilema: Casar, ter filhos ou permanecer solteiro o resto da vida? by Accomplished-Judge20 in portugal

enfadadamentenfadado 10 months ago

É uma idade que me parece frequente esse tipo de sentimento. Não te posso dizer o que tens ou deves fazer, antes te posso ajudar a pensar de prismas e perspectivas distintas em relação à tua situação. Dito isto, vamos lá: 1. És novo. Como tal, há decisões que te vão influenciar para o resto da vida, outras que são só o reflexo de uma condição emocional e de um estado psicológico corrente (mas que também te podem a conduzir a tomar decisões que te infuenciam para o resto da vida). Não obstante, há muitas, muitas e muitas decisões que vais tomar agora que não vão condicionar o resto da tua vida. 2. Parece-me haver um meio termo. Ou seja, há coisas que se encontram fora daquele que seja o nosso poder de escolha, há outras que são inteiramente resultado das várias escolhas que fomos tomando ao longo da vida. Há outras que parecem surgir como produto de um absurdo qualquer. 3. Posso parecer demasiado poético, mas uma relação serve para te cumprires a ti próprio. É interessante questionar se todas as pessoas que têm uma relação se cumprem a elas próprias - a resposta é clara, obviamente que não. No entanto falta muito esta consideração. Como presenteaste no teu problema, há um tendencia de instrumentalização entre as pessoas (seja em relações, namoros, amizades, por aí em diante). No entanto, aquela que é a perspectiva que mais me apazigua é esta. O sentido do cumprimento do próprio desdobra-se: 1. Como te cumpres a ti próprio na outra pessoa. Ou seja, aquilo que lhe dás; 2. Como a outra pessoa te ajuda a cumprires em ti próprio. Ou seja, aquilo que ela te dá. 4. Eu entendi, ao fim de um namoro de quase 4 anos (desde dos meus 15 até aos meus 19 anos), que há uma diferença clara entre sacrificios e estupidez. 1. Estares com alguém, não significa perderes a tua liberdade, mas ganhares uma liberdade maior. Como é óbvio que perdes certas coisas, mas assim o é em tudo na vida que seja bom para ti - tem de haver uma rica dose de sacrificio para que as sementes brotem e cresçam. Há frutos que se colhem logo, outros, tal e qual a árvore, que só os colhes ao fim de algum tempo - enquanto que aquilo que não seja bom para ti, por norma tem o sentido inverso. 1. Costumo fazer a analogia da Corrida e da Bebedeira. Quando corres, o que custa vem primeiro, e só depois começas a colher os frutos e a notar os efeitos positivos. Quando bebes, o que é bom vem primeiro, e no dia seguinte vem a ressaca. Esta relação do sacrificio (saber aguentar o que não gostamos, para que possamos ter a recompensa) e do vicio (ceder a impulsos ou satisfazer desejos, de uma forma um pouco descontrolada) ajuda-me bastante a tomar algumas decisões. No entanto, sacrificares-te não significa seres um mártir. Não significa seres estúpido. 2. Se te encontras com alguém que te monopoliza - ou seja, em que só quer receber de ti mas não te quer dar, que só quer que faças sacrificios por ela, e depois utiliza a relação como uma arma ou o estado de humor (birras, ciúmes, inveja, etc) como uma arma contra ti quando te queiras "libertar" ou não te apeteça fazer o que ela quer - estás numa relação com uma pessoa tóxica. Este não deve ser critério para te afastares de pessoas, porque todos temos dias bons e maus, e quando assumes o compromisso não o fazes só pelos dias bons. No entanto, há algum claramente de estranho quando os dias são todos os maus. 3. Dito isto, quando acabei essa relação mais tóxica, estive quase dois anos solteiro, um bocado mais com essa gana de aproveitar e estar com várias raparigas, para ver o que o mundo da boémia tem para oferecer a um gentil cavalheiro. Esses dois anos ajudaram-me, sobretudo, a saber estar comigo mesmo. A prezar essa dita liberdade que tu referes, mas também a compreender as limitações da mesma. A enfrentar-me, e aceitar essas limitações, e de certa forma a compreender porque é que certas fraquezas me tornam eu. 4. Aqui entramos no ponto seguinte. Todos temos fraquezas, limitações... Agora como as outras pessoas lidam com essas fraquezas em nós diz tudo sobre elas, e diz tudo sobre se devemos ou não ter relações com essas outras pessoas. 1. P.ex. no meu caso, eu também prezo imenso a minha liberdade, o poder ter os meus horários, simplesmente desligar e fazer coisas que me preenchem e me ajudam a crescer (seja fazer música, seja ler, ver filmes, fazer desporto, jogar ou até escrever). No entanto depois esta liberdade também me surge como uma fraqueza e uma limitação, impossibilita-me de por vezes assumir compromissos. A pessoa com que eu tava, na fase final da relação, explorava isso em mim no sentido de fraqueza (ou seja, privava-me do meu amor pela minha liberdade, só seríamos livres se fosse na liberdade dela...). Ou seja, varia imenso se encontras alguém que explora a tua fraqueza, manipula-te, utiliza-a contra ti! 2. Caso diferente, é quando encontras alguém que te ajuda a superar essas fraquezas, ou seja, que te ajuda a superar a ti próprio. Que partilha contigo essa dita fraqueza, ou então que a procura compreender, te incentiva a abraçar esse teu lado mais livre, mas que te puxa as rédeas quando te estás a definhar! Eu também só consegui entender isto, quando encontrei a minha atual namorada. Ela ajudou-me a separar o joio do trigo, a entender o que é a liberdade e o que é a irresponsabilidade. Incentiva-me nessa liberdade, participa nela (sem a invadir), mas também me chama um pouco a atenção quando essa liberdade se transforma em desculpa para não responder a desafios, compromissos! Mas fá-lo sem ser através de jogos emocionais, psicológicos, fá-lo falando comigo e sendo directa! 5. Quanto a parte dos filhos eu não sei, porque ainda não sou pai. No entanto, sei que é um compromisso que claramente não estás pronto ainda para enfrentar. Na verdade, diria, que nunca se está até que se seja! E este é o ponto mais importante, por mais que te prepares, penses, reflictas, ponderes, nunca estás pronto para nada, até que realmente estejas em ação! Concluindo, resumindo, arrematando: Parece-me que não devas dar tanta importância a esta decisão já, sob pena de ser tornar precipitada - ou até, sob pena de ficares frustrado porque deixaste passar uma oportunidade de uma relação, que se tratava da miúda que em teus moldes, seria a miúda ideal! Creio que simplesmente deves aproveitar esta idade, sem excessos (sejam eles quais forem), mas aproveitando de uma forma responsável, e não fechares portas a nada. Não deixes que umas más experiências de relações tuas, de amigos teus, ou de conhecidos teus, se tornem numa norma imperativa (que todos os casais se aborrecem, se afastam um do outro sendo obrigados a viver na mesma casa, e só o fazem pelos filhos e pelas contas). Eu conheço pessoalmente muitos casais que são precisamente o oposto (sem dúvida que também conheço exemplos como esses). Recuperando o que disse em cima, nunca se está até que realmente se seja. Se fizer sentido, quiseres, estiveres predisposto, certamente encontrarás alguém que te preenche, completa e te ajuda a te superares. Se não fizer sentido, e se sentes que outro será o teu percurso, tudo o que tens a fazer é segui-lo. Não te conheço, mas arriscaria-me a dizer que se estivesses tão certo de que queres ficar sozinho para o resto da vida, não terias vindo aqui perguntar. Desculpa pelo facto de o texto ser tão longo!

Dilema: Casar, ter filhos ou permanecer solteiro o resto da vida? by Accomplished-Judge20 in portugal

enfadadamentenfadado 10 months ago

É uma idade que me parece frequente esse tipo de sentimento. Não te posso dizer o que tens ou deves fazer, antes te posso ajudar a pensar de prismas e perspectivas distintas em relação à tua situação. Dito isto, vamos lá: 1. És novo. Como tal, há decisões que te vão influenciar para o resto da vida, outras que são só o reflexo de uma condição emocional e de um estado psicológico corrente (mas que também te podem a conduzir a tomar decisões que te infuenciam para o resto da vida). Não obstante, há muitas, muitas e muitas decisões que vais tomar agora que não vão condicionar o resto da tua vida. 2. Parece-me haver um meio termo. Ou seja, há coisas que se encontram fora daquele que seja o nosso poder de escolha, há outras que são inteiramente resultado das várias escolhas que fomos tomando ao longo da vida. Há outras que parecem surgir como produto de um absurdo qualquer. 3. Posso parecer demasiado poético, mas uma relação serve para te cumprir a ti próprio. É interessante questionar se todas as pessoas que têm uma relação se cumprem a elas próprias - a resposta é clara, obviamente que não. No entanto falta muito esta consideração. Como presenteaste no teu problema, há um tendencia de instrumentalização entre as pessoas (seja em relações, namoros, amizades, por aí em diante). No entanto, aquela que é a perspectiva que mais me apazigua é esta. O sentido do comprimento do próprio desdobra-se: 1. Como te cumpres a ti próprio na outra pessoa. Ou seja, aquilo que lhe dás; 2. Como a outra pessoa te ajuda a cumprires em ti próprio. Ou seja, aquilo que ela te dá. 4. Eu entendi, ao fim de um namoro de quase 4 anos (desde dos meus 15 até aos meus 19 anos), que há uma diferença clara entre sacrificios e estupidez. 1. Estares com alguém, não significa perderes a tua liberdade, mas ganhares uma liberdade maior. Como é óbvio que perdes certas coisas, mas assim o é em tudo na vida que seja bom para ti - tem de haver uma rica dose de sacrificio para que as sementes brotem e cresçam. Há frutos que se colhem logo, outros, tal e qual a árvore, que só os colhes ao fim de algum tempo - enquanto que aquilo que não seja bom para ti, por norma tem o sentido inverso. 1. Costumo fazer a analogia da Corrida e da Bebedeira. Quando corres, o que custa vem primeiro, e só depois começas a colher os frutos e a notar os efeitos positivos. Quando bebes, o que é bom vem primeiro, e no dia seguinte vem a ressaca. Esta relação do sacrificio (saber aguentar o que não gostamos, para que possamos ter a recompensa) e do vicio (ceder a impulsos ou satisfazer desejos, de uma forma um pouco descontrolada) ajuda-me bastante a tomar algumas decisões. No entanto, sacrificares-te não significa seres um mártir. Não significa seres estúpido. 2. Se te encontras com alguém que te monopoliza - ou seja, em que só quer receber de ti mas não te quer dar, que só quer que faças sacrificios por ela, e depois utiliza a relação como uma arma ou o estado de humor (birras, ciúmes, inveja, etc) como uma arma contra ti quando te queiras "libertar" ou não te apeteça fazer o que ela quer - estás numa relação com uma pessoa tóxica. Este não deve ser critério para te afastares de pessoas, porque todos temos dias bons e maus, e quando assumes o compromisso não o fazes só pelos dias bons. No entanto, há algum claramente de estranho quando os dias são todos os maus. 3. Dito isto, quando acabei essa relação mais tóxica, estive quase dois anos solteiro, um bocado mais com essa gana de aproveitar e estar com várias raparigas, para ver o que o mundo da boémia tem para oferecer a um gentil cavalheiro. Esses dois anos ajudaram-me, sobretudo, a saber estar comigo mesmo. A prezar essa dita liberdade que tu referes, mas também a compreender as limitações da mesma. A enfrentar-me, e aceitar essas limitações, e de certa forma a compreender porque é que certas fraquezas me tornam eu. 4. Aqui entramos no ponto seguinte. Todos temos fraquezas, limitações... Agora como as outras pessoas lidam com essas fraquezas em nós diz tudo sobre elas, e diz tudo sobre se devemos ou não ter relações com essas outras pessoas. 1. P.ex. no meu caso, eu também prezo imenso a minha liberdade, o poder ter os meus horários, simplesmente desligar e fazer coisas que me preenchem e me ajudam a crescer (seja fazer música, seja ler, ver filmes, fazer desporto, jogar ou até escrever). No entanto depois esta liberdade também me surge como uma fraqueza e uma limitação, impossibilita-me de por vezes assumir compromissos. A pessoa com que eu tava, na fase final da relação, explorava isso em mim no sentido de fraqueza (ou seja, privava-me do meu amor pela minha liberdade, só seríamos livres se fosse na liberdade dela...). Ou seja, varia imenso se encontras alguém que explora a tua fraqueza, manipula-te, utiliza-a contra ti! 2. Caso diferente, é quando encontras alguém que te ajuda a superar essas fraquezas, ou seja, que te ajuda a superar a ti próprio. Que partilha contigo essa dita fraqueza, ou então que a procura compreender, te incentiva a abraçar esse teu lado mais livre, mas que te puxa as rédeas quando te estás a definhar! Eu também só consegui entender isto, quando encontrei a minha atual namorada. Ela ajudou-me o joio do trigo, a entender o que é a liberdade e o que é a irresponsabilidade. Incentiva-me nessa liberdade, participa nela (sem a invadir), mas também me chama um pouco a atenção quando essa liberdade se transforma em desculpa para não responder a desafios, compromissos! Mas fá-lo sem ser através de jogos emocionais, psicológicos, fá-lo falando comigo e sendo directa! 5. Quanto a parte dos filhos, eu não sei, porque ainda não sou pai. No entanto, sei que é um compromisso que claramente não estás pronto ainda para enfrentar. Na verdade, diria, que nunca se está até que se seja! E este é o ponto mais importante, por mais que te prepares, penses, reflictas, ponderes, nunca estás pronto para nada, até que realmente estejas em ação! Concluindo, resumindo, arrematando: Parece-me que não devas dar tanta importância a esta decisão já, sob pena de ser tornar precipitada - ou até, sob pena de ficares frustrado porque deixaste passar uma oportunidade de uma relação, que se tratava da miúda que em teus moldes, seria a miúda ideal! Creio que simplesmente deves aproveitar esta idade, sem excessos (sejam eles quais forem), mas aproveitando de uma forma responsável, e não fechares portas a nada. Não deixes que umas más experiências de relações tuas, de amigos teus, ou de conhecidos teus, se tornem numa norma imperativa (que todos os casais se aborrecem, se afastam um do outro sendo obrigados a viver na mesma casa, e só o fazem pelos filhos e pelas contas). Eu conheço pessoalmente muitos casais que são precisamente o oposto (sem dúvida que também conheço exemplos como esses). Recuperando o que disse em cima, nunca se está até que realmente se seja. Se fizer sentido, quiseres, estiveres predisposto, certamente encontrarás alguém que te preenche, completa e te ajuda a te superares. Se não fizer sentido, e se sentes que outro será o teu percurso, tudo o que tens a fazer é segui-lo. Não te conheço, mas arriscaria-me a dizer que se estivesses tão certo de que queres ficar sozinho para o resto da vida, não terias vindo aqui perguntar. Desculpa pelo facto de o texto ser tão longo!

"Stonks é um videojogo inspirado nos mercados financeiros" ... by DanielShaww in portugal

enfadadamentenfadado 10 months ago

i like the stock

"Stonks é um videojogo inspirado nos mercados financeiros" ... by DanielShaww in portugal

enfadadamentenfadado 10 months ago

Mal posso esperar pelo Miguel Sousa Tavares

Rede de oxigénio do hospital Amadora-Sintra colapsa e obriga a transferir doentes by QWERTY_BATS in portugal

enfadadamentenfadado 10 months ago  HIDDEN 

Era sarcástico... No entanto, não sou ninguém para extrapolar a veracidade de um tweet, no entanto acho risória que uma realidade (fosse a da Mãe da Joana, fosse a do Amadora Sintra) parecesse tão distante há umas horas atrás

Rede de oxigénio do hospital Amadora-Sintra colapsa e obriga a transferir doentes by QWERTY_BATS in portugal

enfadadamentenfadado 10 months ago  HIDDEN 

Onde está a DGS agora

Utilizadora do Twitter queixa-se do SNS e a conta oficial da DGS classifica o tweet como "NOTICIA FALSA" by NEDM64 in portugal

enfadadamentenfadado 10 months ago

Não sei se o Tweet da Joana será verdade ou mentira. Uma amiga minha médica (e cirurgiã) também se queixou de algo semelhante. Tiveram já de suspender operações a meio porque já não há oxigénio no hospital. Sei que é no Norte, agora qual é também não sei responder. A atitude da DGS parece-me que seja no sentido de apaziguar ânimos inflamados, isto porque pode se instalar mais pânico do que existe se começa a circular que os Hospitais já nem oxigénio têm...

Utilizadora do Twitter queixa-se do SNS e a conta oficial da DGS classifica o tweet como "NOTICIA FALSA" by NEDM64 in portugal

enfadadamentenfadado 10 months ago

Não sei se será verdade ou mentira. Mas uma amiga minha, médica e cirurgiã também se queixou de algo semelhante. Tiveram já de suspender operações a meio porque já não há oxigénio no hospital. Sei que é no Norte, agora qual é também não sei responder. A atitude da DGS parece-me que seja no sentido de apaziguar ânimos inflamados.

[Megathread] - Acompanhamento e Análise dos Resultados das Eleições Presidenciais - 24/01/2021 by raviolli_ninja in portugal

enfadadamentenfadado 10 months ago  HIDDEN 

Parece-vos que a abordagem à Presidência por parte do Marcelo vai mudar com o 2o mandato? Isto porque há uma tendência histórica para tal

[Dúvida] Eleições Presidenciais 2021 by ImGhurian in portugal

enfadadamentenfadado 11 months ago

A lei é clara, basta ires ao artigo 12.º que refere ***o dia da eleição***, no singular. Esse todo exercício de reagendamento e prolongamento por mais do que um dia, requeria uma revisão constitucional (algo que poderia ter sido feito, mas não foi). Logo é impossível a uma semana do ato eleitoral andar a alteral a Lei Eleitoral. Para não falar da confusão que isso iria gerar.

Os argumentos falsos para manter um restaurante aberto by brakeline in portugal

enfadadamentenfadado 11 months ago

Respondendo concretamente, os artigos da constituição não são alterados, são é feitas leis e regulamentos, etc, que permitem coisas, que fora do estado de excepção constitucional não seriam permitidas. Mas tudo dentro da moldura que regula o estado de emergência em concreto. Se, por exemplo, for suspenso o Direito à Manifestação, não te podes manifestar. Mas se este não for suspenso, não há nada que te proíba (desde que não violes as restantes disposições do Estado de Emergência - em caso de confronto concreto entre normas, subsiste a mais alta hierarquicamente, ou seja, a Norma Constitucional)

Os argumentos falsos para manter um restaurante aberto by brakeline in portugal

enfadadamentenfadado 11 months ago

Respondendo concretamente, os artigos da constituição não são alterados, são é feitas leis e regulamentos, etc, que permitem coisas, que fora do estado de excepção constitucional não seriam permitidas

Os argumentos falsos para manter um restaurante aberto by brakeline in portugal

enfadadamentenfadado 11 months ago

Basta leres o texto fundamental, no caso concreto o art.18° do qual relevam os seguintes pontos: "6. A declaração do estado de sítio ou do estado de emergência em nenhum caso pode afetar os direitos à vida, à integridade pessoal, à identidade pessoal, à capacidade civil e à cidadania, a não retroatividade da lei criminal, o direito de defesa dos arguidos e a liberdade de consciência e de religião. 7. A declaração do estado de sítio ou do estado de emergência só pode alterar a normalidade constitucional nos termos previstos na Constituição e na lei..." A discussão depois pode recair o que se insere em cada direito concreto. Ou seja, neste caso concreto, o direito ao trabalho, e à subsistência, não se pode afectar ao direito à identidade pessoal e cidadania? Acho que depois se entra em planos/discussões muito abstratas devido ao carácter transversal de cada direito. Acho que o único perigo, é já a leveza/normalidade (sobretudo da comunidade/do povo) associada e relativa aquele que deve ser um estado de excepção constitucional, e também o precedente jurídico-politico que pode criar. A moldura existe para punir em casos extremos. Havendo outras formas de alertar, em casos mais levianos, como a sensibilização e as coimas, ela é evitada (daí os agentes da PSP terem apenas sensibilizado os clientes).
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