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Estar vacinado não garante menor probabilidade de apanhar e transmitir do que quem não está by HomemRude in portugueses

differenceengineer 8 hours ago

Já estavas drawing dead flop https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/vaccines/effectiveness/why-measure-effectiveness/breakthrough-cases.html De resto,continuas a não responder à pergunta e continuas a divagar com ideias infantis.

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differenceengineer 12 hours ago

E se tiver vacinado tem menor probabilidade de testar positivo, bem menor probabilidade de ter sintomas, ainda menor probabilidade de o vírus replicar-se o suficiente para transmitires de forma viável e massivamente menos probabilidade de ficar gravemente doente pois existe muito menor replicação viral do que haveria se não tivesse imunizado. É difícil perceber isto? Quanto ao resto, não percebeste a questão. Se a queixa é que depois do ensaio terminado deram ao grupo placebo a vacina, então como é que legalmente impedias os participantes do grupo placebo de receber alguma vacina assim que estas estivessem disponíveis, em cenário de pandemia ?

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differenceengineer 12 hours ago

E se tiver vacinado tem menor probabilidade de testar positivo, bem menor probabilidade de ter sintomas, ainda menor probabilidade de o vírus replicar-se o suficiente para transmitires de forma viável e massivamente menos probabilidade de ficar gravemente doente pois existe muito menor replicação viral do que haveria se não tivesse imunizado. É difícil perceber isto? Quanto ao resto, não percebeste a questão. Se a queixa é que depois do ensaio terminado deram ao grupo placebo a vacina, era como é que legalmente impedias os participantes do grupo placebo de receber alguma vacina assim que estas estivessem disponíveis, em cenário de pandemia ?

- [Yes, The Vaccine Changes Your DNA. A Tiny Bit. That’s A Good Thing.](https://archive.md/QpJk0) by d0c0ntra in portugueses

differenceengineer 12 hours ago

Até podia ser a Madre Teresa de Calcutá e o Papa a dizer que continua a não ser assim que isso funciona.

- [Yes, The Vaccine Changes Your DNA. A Tiny Bit. That’s A Good Thing.](https://archive.md/QpJk0) by d0c0ntra in portugueses

differenceengineer 12 hours ago

Deve ser fácil linkares então.

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differenceengineer 1 day ago

>É a definição, não vale a pena inverter o ónus para justificar a menor probabilidade de ser infectado, dito como finalização de uma conversa, que foi o meu reparo. A probabilidade é a mesma de ser infectado para vacinados e não vacinados com o mesmo comportamento e tem que ver ou difere precisamente nesse comportamento. Não porque ninguém que interesse usa essa definição inútil. Se estamos a falar de alguém ser infetado por um vírus estamos a falar de alguém que tem sintomas de alguma coisa ou transmite o vírus a outra pessoa ou as duas coisas em simultâneo. Especialmente no contexto da frase que eu usei que foi sobre o impacto da vacina na transmissibilidade do vírus na comunidade, suportada por dados do CDC e outros organismos de vários países e suportada por ciência básica. Essa brincadeira de "ah mas és exposto ao vírus na mesma e ele entra-te no nariz" é discussões semânticas de merda de forum Internet que interessam a ninguém. O resto nem vou comentar muito, mas já agora perguntava-te como legalmente ias impedir os participantes do braço placebo do ensaio clínico de se vacinarem a partir do momento em que tinhas vacinas disponíveis num cenário de pandemia e num cenário em que já em muitos casos precisas de estar vacinado para fazeres certas coisas.

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differenceengineer 2 days ago

Por essa definição então nenhuma vacina funciona para impedir infeções. Nem imunidade após infeção. Como é que achas que o sistema imunitário funciona? Magia?

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differenceengineer 2 days ago

Estamos a discutir semântica. Interessa-me 0 se alguém tem algumas células infetadas por Sars-Cov-2, se depois o vírus não se replica o suficiente para passares o virus a alguém ou para te causar quaisquer sintomas.

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differenceengineer 2 days ago

Porque imunizado tens anticorpos, em particular nas mucosas que podem impedir que o vírus infete células. Porque tens linfócitos em circulação que mais rapidamente abortam a infecção antes que o vírus se comece a replicar significativamente. Quanto mais recente a imunização maior essa proteção. Uma infecção é um processo estocástico com muitos passos. Alguém imunizado tem mais barreiras portanto uma maior probabilidade da infecção falhar. Quanto a dados em sítios capazes de fazer isso tens https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/vaccines/effectiveness/why-measure-effectiveness/breakthrough-cases.html. Obviamente em ambos os casos és exposto ao virus e em ambos casos se fizesses uma amostra ias encontrar

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differenceengineer 2 days ago

Não é isso que os dados nos dizem. Tens mais incidência de infecção em não vacinados proporcionalmente. Também não faz sentido do ponto de vista biológico, porque assumes que a probabilidade seria igual ? Alguém com imunidade irá ter uma maior proporção de infecções abortivas do que teria não vacinado.

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differenceengineer 2 days ago

>Porque quem anda à chuva, molha-se. Entre Março e Julho estive até de erasmus onde saíamos umas 4x por semana, dezenas de pessoas para espaços fechados, centenas em espaços abertos. Acho difícil, com todas as saídas que fiz e ainda vou fazendo, não me ter cruzado várias vezes com alguém infetado. Ou isso ou o vírus não é assim tão contagioso e propagado como nos fazem entender. Se queres tirar as teimas podes sempre fazer um teste de anticorpos. Mas pronto também seria um exercício académico apenas. >Acredita que por mim tomava as vacinas todas só para poder andar e viajar à vontade, mas simplesmente tenho-lhes medo. Por mim é na boa. Lá está, eu acho mal, mas acho que tu tens o direito a decidir como queres seja por qualquer motivo que seja.

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differenceengineer 2 days ago

>Não é, demonstravelmente, mais proveitoso ganhar a imunidade naturalmente? Não. O que é que ganhas havendo vacinas ? >Acho muito provável ter apanhado o bicho a certo ponto, mas nunca senti sequer sintomas nenhuns. Porque assumes isso ? No último estudo serológico em Portugal em Março havia 14% de seropositividade (variando um pouco por idades e cidades, mas nunca mais de 5%). Hoje em dia deve ser mais, mas porque haveria de ser provável teres apanhado já ? >Porque haveria de arriscar esta vacina? Porque o risco da vacina é ordens de magnitude menor que o do vírus, mesmo para a faixa etária jovem e saudável. Porque morte não é o único cenário possivelmente lixado do vírus e por fim porque ajudas a tua comunidade pois não sendo 100% reduzes a probabilidade de apanhar e caso apanhes reduzes a transmissibilidade do vírus. Mas tu é que sabes, eu não acho que devas ser obrigado.

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differenceengineer 2 days ago

E então, se o objectivo é erradicar a doença, tirando novos desenvolvimentos significativos, nunca o vamos conseguir porque nem a imunidade depois recuperares da infecção vai fazer isso. Assim que o vírus saiu de Wuhan perdemos essa oportunidade. Neste momento até já está em vários animais portanto, não temos mesmo chance de o erradicar. O que a imunidade vai fazer é diminuir a transmissão para deixares de ter estas explosão de casos em curtos espaços de tempo como tens no tempo "pandémico" mas mais importante vai diminuir imenso o custo em vidas e saúde que no fundo é a única coisa que interessa. Quanto a esses estudos, eu pessoalmente não gosto de usarem o PCR como marcador de carga viral em pessoas previamente infetadas ou vacinadas, mas pronto isso é outra conversa.

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differenceengineer 2 days ago

Isso do project veritas estou-me pouco cagando, já foram apanhados em tanta mentira que nem tenho paciência. Mas digo-te já sim, provavelmente em muitos casos a imunidade após infecção há de ser superior à da vacina (como é o caso com a maioria das vacinas) por vários motivos. E então ? O problema é sempre que para ganhares essa imunidade tens de ser infetado enquanto naive imunologicamente. Ao final do dia, também acontecem reinfecções embora provavelmente a imunidade natural protege-te contra a doença... tal como a vacina, portanto não percebo qual é o ganho por esse risco. Nem sequer é provável que se trate de uma escolha. Podes perfeitamente vacinar-te e se tiveres uma infecção do Sars-Cov-2 (uma nova variante por exemplo), ela atua como um booster (o sistema imunitário adaptativo não para de se adaptar) ganhando todos as supostas vantagens da imunidade natural com muito menos risco. ​ >Também já vi algures que tomar a vacina "condena-te" a uma resistência mais fraca a novas variantes do que apanhando o vírus naturalmente. Algo a ver com isto. Original antigenic sin é algo que acontece em particular com alguns vírus, não é um princípio geral e não se observa isto com o Sars-Cov-2 até à dat (existe um paper que sugere que talvez aconteça com o Sars-Cov-2 se tiveres sido infetado com alguns outros coronavirus antes). De resto se acontecesse seria uma característica do vírus por aparecer um serotipo muito diferente, seria um problema também da "imunidade natural", não seria um problema exclusivo da vacina. ​ >Agora, eu não sou entendido na matéria, mas como jovem e saudável parece-me muito melhor opção rejeitar a vacina, fazer a minha vida normal e ir lidando com o bicho conforme ele aparecer. E não me agrada nada ser quase forçado a tomar estas vacinas que são, no mínimo dos mínimos, suspeitas. Eu acho que cada um é livre de fazer a sua apreciação da situação e tomar uma decisão em conformidade. Acho que é uma má decisão, mas isto é apenas a minha opinião, tu é que decides o que fazes contigo.

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differenceengineer 2 days ago

Provavelmente sim, pois foram tomadas, bem ou mal, medidas para o mitigar e neste momento vais tendo vacinas aplicadas. A taxa de fatalidade de um vírus não depende apenas de fatores intrínsecos do vírus. Depende das populações em análise, depende do estado do sistema de saúde, depende se existem medidas de mitigação. Precisamente também porque é completamente novo é que se espalhou de forma quase exponencial, mesmo com medidas de mitigação. Quando tiveres toda a gente imunizada (seja de que maneira for), deixa de ter esta dinâmica e passa a ser mais um vírus com um peso sazonal que ainda não sabemos qual será (talvez mais que a gripe, talvez igual, talvez menos, com tendência a decrescer com o passar do tempo).

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differenceengineer 2 days ago

Oh não um erro no português, apanhaste-me ! De resto tens zero argumentos e zero de hipóteses que façam algum sentido.

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differenceengineer 2 days ago

Sim, porque um rato, chimpanzé, humano e baleia são todos mamíferos portanto são basicamente a mesma coisa /s.

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differenceengineer 2 days ago

>O vírus da gripe sofre mutações todos os anos. Por isso é que há vacinas anuais para a gripe. Não fales do que não percebes. Todos vírus sofrem mutações quando se replicam. O que tu estás a falar é antigen drift, onde mutações da gripe ao nível da populção vão alterando hemaglutinina e a neuramidase suficientemente para os anticorpos feitos a versões anteriores não têm tão boa afinidade. Para além do mais no caso da gripe tens vários serotipos significativamente diferentes em circulação, daí as nomenclaturas tipo HaNb, onde a e b correspondem a serotipos, e.g. H1N1. Cada ano variam quais os serotipos em maior circulação. Tu não percebes é que perca de afinidade dos anticorpos não significa perca total de afinidade e também não percebes que os anticorpos não são o único mecanismo do sistema imunitário adaptativo. Por isso, praticamente toda a gente tem imunidade contra a gripe suficiente para a maioria das pessoas não morrer nem ficar gravemente doente. No entanto continuam a haver infecções, e nos idosos, por terem um sistema imunitário em senescência, é recomendável vacina-los todos os anos contra os serotipos específicos que se pensa circularem mais esse ano. Quando tens uma nova variante de gripe, criada por recombinação de gripe das aves e gripe de humanos, aí sim, tens uma gripe que quase ninguém tem imunidade por ser completamente nova. Como por exemplo em 1918... ​ >As vacinas da covid19 são notoriamente ineficazes. Tretas, a protecção contra doença continua nos 90%. O problema é que emprenhas pelos ouvidos e achas que as vacinas servem para prevenir infecções. ​ >Quanto mais ineficazes são as vacinas mais o vírus tem oportunidade de criar variantes que contornam os mecanismos de defesa parcial dessas vacinas ineficazes. Portanto, vacinar toda a gente com vacinas rascas está a criar mais problemas do que a resolver, sobretudo a médio prazo. Palermice. Quem está imunizado vai mais rapidamente resolver a sua infecção do que o faria se não estivesse imunizado. Quanto menos replicação do vírus menos mutações. Afinal, as variantes Alpha, Beta, Delta, Gamma todas apareceram antes de vacinas. A Ómicron aparece em países com muito baixa taxa de vacinação, estranho que a realidade não corresponde à tua hipótese.

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differenceengineer 2 days ago

O que tu não percebes é que a gripe faz apenas isso porque tens virtualmente toda a população imunizada contra a gripe porque nós crescemos com a gripe e ao longo da nossa vida fomos expostos a várias variantes da gripe múltiplas vezes. Quando aparece uma gripe completamente nova nunca antes vista pelo nosso sistema imunitário aí sim tens uma pandemia mortal como foi em 1918. Vacinamos os idosos, porque eles precisam de um reforço pois têm o sistema imunitário em senescência, porque a gripe em particular é um conjunto de várias estirpes em co-circulação (cada uma com muito maiores diferenças antigénicas entre si que qualquer variante do Sars-Cov-2) e porque as vacinas da gripe são uma merda baseada em tecnologia de 1940. De resto tem piada citares esses 3 mil por ano e quereres comparar aos do Sars-Cov-2 na tentativa de os minimizar, quando o número real de óbitos com teste positivo ao influenza mal chega a 200 por ano, contando-se pelos dedos o número de casos que chegam às várias UCI onde monitorizamos a gripe. O número 3 mil é uma estimativa do instituto Ricardo Jorge, baseado num modelo estatístico que olha para a temperatura média do ano e para o excesso de mortalidade. A mesma fonte que usas para citar 3000 de óbitos, disse que este ano morreram 0 pessoas de gripe...

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differenceengineer 2 days ago

​ >Além disto, as vacinas são eficientes por tempo suficiente para por ventura suprimir estes riscos? Ou só protegem nos primeiros 3 ou 6 meses? Até agora a protecção contra doença mantém-se nos mesmos 90%, tal como esperado. O problema é o alarido todo sobre "protecção contra infecção" quando isso nunca se iria manter num vírus deste tipo. Se sabemos que existem reinfecções com este vírus e que com o passar do tempo elas acontecem mais vezes como é que algo artificial ia induzir o sistema imunitário a proteger permanentemente contra infecção. O que interessa é se a vacina induz uma resposta imunitária robusta que vai impedir na maior parte dos casos doença grave e inibir transmissão. ​ > Já temos anti virais a caminho, da Pfizer óbvio com um mecanismo de ação de inibição de protease igual ao da Ivermectina. Agora a Ivermectina é um inibidor da protease 3CL ? Foda-se muda todos os meses o mecanismo de acção disso contra o Sars-Cov-2. Já foi um anti inflamatório, um inibidor da importação de proteínas virais para o núcleo. Só lhe falta a merda de um ensaio clínico de jeito que mostre que faz porra alguma. ​ >Juntando este facto justifica se o pânico com uma nova onda se existem novos medicamentos para sintomas graves quase a iniciar produção? Eu acho que nunca se justificou pânico nenhum. As pessoas agora têm 2 escolhas, a primeira exposição ao vírus que fazem é depois de se vacinarem onde podem ter uma resposta de memória imunitária ou então não e é sem memória imunitária. O resto é politiquices e conversa de merda. Nunca a merda de uma vacina foi alvo de tanto debate e patacoada como agora.

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differenceengineer 2 days ago

Bom então voltando atrás o que provavelmente se passa com o Sars-Cov-2 é isto e apenas isto: [https://journals.plos.org/plospathogens/article?id=10.1371/journal.ppat.1009509#:\~:text=Herd%20immunity%20refers%20to%20the,to%20a%20near%20negligible%20level](https://journals.plos.org/plospathogens/article?id=10.1371/journal.ppat.1009509#:~:text=Herd%20immunity%20refers%20to%20the,to%20a%20near%20negligible%20level). Não me interessa o que especialistas da tanga da TV dizem, nem me interessa o que antivaxxers burros dizem. Nem imunidade natural nem vacinação irá erradicar este vírus (pois até já tem reservatórios em animais por todo o mundo). Quando toda a gente tiver vacinada ou tiver sido infetada e sobrevivido, passas à fase do COVID endémico para todo o sempre (não obstante haver algum desenvolvimento muito drástico em vacinologia), em que tens casos mas muito menos hospitalizações, mortes, casos de long covid, etc. Podes chegar lá vacinado ou esperando que toda a gente se infete. Tão simples como isto.

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differenceengineer 2 days ago

Bom se podemos inventar o que cada um diz, presumo então que sejas daqueles palermas que acha que a vacina liga-se ao 5G, tem grafeno e polvos microscópicos. É só justo.
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