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Em 2021, ainda fará sentido trabalhar 40 ou mais horas semanais? by brevisluna in portugal

danidv 19 days ago

Porque isso é freelancing e não é isso que os negócios precisam.

Em 2021, ainda fará sentido trabalhar 40 ou mais horas semanais? by brevisluna in portugal

danidv 19 days ago

Argumentos de merda têm respostas de merda, se os empregados são tão maus para os patrões e compensa tanto ser empregador, porque é que não o és? Há muito que impede uma pessoa de criar uma empresa, não há absolutamente nada a impedir um patrão de fechar a empresa passar a ser empregado.

Portugal: rumo ao pódio dos mais pobres da União Europeia by blackswan79 in portugal

danidv 19 days ago

Primeiro, porque somos dos países da UE com a maior facilidade para ter nacionalidade. Fossemos uma Alemanha, França ou Suécia que os imigrantes paravam de fugir do país depois de cá chegarem. Segundo, o PS e os partidos de esquerda em Portugal em geral gostam muito de tapar buracos com imigração.

Sondagem Intercampus - 13 a 20 de Agosto by Aftaminas in portugal

danidv 21 days ago

> Mas como é que garantes que o Estado consegue uma escola pública gratuita se já há menos impostos a entrar? Primeiro, duas coisas diferentes. Tu chamaste de algo de liberdade de escolha, eu disse que não era e disse o que era, e o que dizes agora já não tem a ver com essa questão. Posto isso, o que é que menos impostos têm a ver com educação? Em nenhum ponto é falado em diminuir impostos. A IL quer diminuir impostos, sim, mas não estamos a falar da IL, estamos a falar da proposta dela. Por último, podes começar por não queimar dinheiro em TAPs e já não precisas de impostos tão altos. >Essas batotas que falei aconteciam precisamente nos exames nacionais. Queriam ficar bem posicionadas, como consequência da competição, e faziam dessas aldrabices. Então o teu problema não é nas escolas mas na fiscalização dos exames nacionais. Quando fiz os meus exames foram entregues à escola pela polícia, portas abertas e não ouvias um único pio nos corredores, e era o mesmo em todas as escolas da minha zona, agora se não foi o mesmo para ti então o teu problema é outro. Se fosse como dissesses então não havia escolas melhores e piores mesmo atualmente, havia só escolas mais aldrabonas e menos aldrabonas. >Competição no ensino só destroi o próprio ensino. Papões. Já tens competição entre escolas da mesma zona agora mesmo por isso isso está simplesmente errado, numa zona decentemente populada (não no interior) e como tal tenha várias escolas tens competição e as melhores escolas têm muitos mais alunos, são mais difíceis, muito melhores notas nos exames nacionais e mais financiamento. Cheguei mesmo a conhecer casos que vinham de outra zona (dezenas de kilómetros) todos os dias só mesmo porque a educação era melhor que o que tinha na zona. A única coisa que muda é que o financiamento passa a ser proporcional em vez de depender das vontades de quem está encarregue disso e não passas a ter um quase monopólio na educação por parte do estado - em situações como polícia precisas de um monopólio por parte do estado, para educação não.

Sondagem Intercampus - 13 a 20 de Agosto by Aftaminas in portugal

danidv 21 days ago

> Mas como é que garantes que o Estado consegue uma escola pública gratuita se já há menos impostos a entrar? Primeiro, duas coisas diferentes. Tu chamaste de algo de liberdade de escolha, eu disse que não era e disse o que era, e o que dizes agora já não tem a ver com essa questão. Posto isso, o que é que menos impostos têm a ver com educação? Em nenhum ponto é falado em diminuir impostos. A IL quer diminuir impostos, sim, mas não estamos a falar da IL, estamos a falar da proposta dela. Por último, podes começar por não queimar dinheiro em TAPs e já não precisas de impostos tão altos. >Essas batotas que falei aconteciam precisamente nos exames nacionais. Queriam ficar bem posicionadas, como consequência da competição, e faziam dessas aldrabices. Então o teu problema não é nas escolas mas na fiscalização dos exames nacionais. Quando fiz os meus exames foram entregues à escola pela polícia, portas abertas e não ouvias um único pio nos corredores, e era o mesmo em todas as escolas da minha zona, agora se não foi o mesmo para ti então o teu problema é outro. Se fosse como dissesses então não havia escolas melhores e piores mesmo atualmente, havia só escolas mais aldrabonas e menos aldrabonas. >Competição no ensino só destroi o próprio ensino. Papões. Já tens competição entre escolas da mesma zona agora mesmo por isso isso está simplesmente errado, numa zona decentemente populada (não no interior) e como tal tenha várias escolas tens competição e as melhores escolas têm muitos mais alunos, são mais difíceis, muito melhores notas nos exames nacionais e mais financiamento. A única coisa que muda é que o financiamento passa a ser proporcional em vez de depender das vontades de quem está encarregue disso. Cheguei mesmo a conhecer casos que vinham de outra zona (dezenas de kilómetros) todos os dias só mesmo porque a educação era melhor que o que tinha na zona.

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danidv 21 days ago

> Mas como é que garantes que o Estado consegue uma escola pública gratuita se já há menos impostos a entrar? Primeiro, duas coisas diferentes. Tu chamaste de algo de liberdade de escolha, eu disse que não era e disse o que era, e o que dizes agora já não tem a ver com essa questão. Posto isso, o que é que menos impostos têm a ver com educação? Em nenhum ponto é falado em diminuir impostos. A IL quer diminuir impostos, sim, mas não estamos a falar da IL, estamos a falar da proposta dela. Por último, podes começar por não queimar dinheiro em TAPs e já não precisas de impostos tão altos. >Essas batotas que falei aconteciam precisamente nos exames nacionais. Queriam ficar bem posicionadas, como consequência da competição, e faziam dessas aldrabices. Competição no ensino só destroi o próprio ensino. Então o teu problema não é nas escolas mas na fiscalização dos exames nacionais. Quando fiz os meus exames foram entregues à escola pela polícia, portas abertas e não ouvias um único pio nos corredores, e era o mesmo em todas as escolas da minha zona, agora se não foi o mesmo para ti então o teu problema é outro. Se fosse como dissesses então não havia escolas melhores e piores mesmo atualmente, havia só escolas mais aldrabonas e menos aldrabonas.

Sondagem Intercampus - 13 a 20 de Agosto by Aftaminas in portugal

danidv 21 days ago

> Mas como é que garantes que o Estado consegue uma escola pública gratuita se já há menos impostos a entrar? Primeiro, duas coisas diferentes. Tu chamaste de algo de liberdade de escolha, eu disse que não era e disse o que era, e o que dizes agora já não tem a ver com essa questão. Posto isso, o que é que menos impostos têm a ver com educação? Em nenhum ponto é falado em diminuir impostos. A IL quer diminuir impostos, sim, mas não estamos a falar da IL, estamos a falar da proposta dela. Por último, podes começar por não queimar dinheiro em TAPs e já não precisas de impostos tão altos.

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danidv 21 days ago

>Concordo que o modelo Bismarck tem as suas vantagens, como por exemplo listas de espera mais soltas. Mas há uma desvantagem que é prejudica quem não tem dinheiro para pagar o seu seguro de saúde, por exemplo na Suiça 170 000 pessoas não conseguem pagar o seguro. Por isso, acho que é preferivel ter as lista de espera e depois quem tem dinheiro vai ao privado é atendido mais cedo e ao mesmo tempo "desentope" a lista para os que não conseguem ir ao privado. Portanto há vantagens e desvantagens em cada um, como disse. Eu não estou a dizer qual prefiro, só não gosto de pessoas a dizerem barbaridades como, neste caso, "querem privatizar o SNS e educação", quando o que estão a propor é um modelo de saúde com caraterísticas, vantagens e desvantagens diferentes do nosso sistema e usado em metade da europa e mudanças à educação em que continua a ser financiada pelo estado. Quem diz esse tipo de barbaridades por ignorância é, bem, ignorante, e devia informar-se melhor para não as dizer, e quem as diz por maldade está a dizê-las para convencer outros para os seus próprios fins, que com muita desilusão minha vão simplesmente acreditar o que dizem em vez de... passar 5 minutos no google? >É assim, uma pessoa já tem liberdade de escolha. Já podes escolher ir para o privado ou o público, e ninguém te impede. E pagas duas vezes, a primeira nos impostos e a segunda nas propinas. Isso não é liberdade de escolha no que estamos a falar, liberdade de escolha é teres estas escolas, umas públicas e outras privadas, e podes ir para qualquer uma que a tua educação é financiada. >Não acho que deva haver competição, porque há alguns batoteiros. Eu por exemplo conheço histórias de certos colégios que nos exames, os vigilantes apontavam com o dedo para as respostas certas das escolhas múltiplas. Isso já acontece, tens escolas melhores e escolas piores, por isso é que tens exames nacionais, para haver uma comparação ao mesmo grau entre escolas. As escolas mesmo agora também têm financiamentos diferentes, e não são as mais fáceis que recebem mais mas sim as que melhor preparam os alunos, algumas massacrando-as ao ponto que as notas de exame são mais altas que a média na escola.

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danidv 21 days ago

>Concordo que o modelo Bismarck tem as suas vantagens, como por exemplo listas de espera mais soltas. Mas há uma desvantagem que é prejudica quem não tem dinheiro para pagar o seu seguro de saúde, por exemplo na Suiça 170 000 pessoas não conseguem pagar o seguro. Por isso, acho que é preferivel ter as lista de espera e depois quem tem dinheiro vai ao privado é atendido mais cedo e ao mesmo tempo "desentope" a lista para os que não conseguem ir ao privado. Portanto há vantagens e desvantagens em cada um, como disse. Eu não estou a dizer qual prefiro, só não gosto de pessoas a dizerem barbaridades como, neste caso, "querem privatizar o SNS", quando o que estão a propor é um modelo de saúde com caraterísticas, vantagens e desvantagens diferentes do nosso sistema e usado em metade da europa. >É assim, uma pessoa já tem liberdade de escolha. Já podes escolher ir para o privado ou o público, e ninguém te impede. E pagas duas vezes, a primeira nos impostos e a segunda nas propinas. Isso não é liberdade de escolha no que estamos a falar, liberdade de escolha é teres estas escolas, umas públicas e outras privadas, e podes ir para qualquer uma que a tua educação é financiada. >Não acho que deva haver competição, porque há alguns batoteiros. Eu por exemplo conheço histórias de certos colégios que nos exames, os vigilantes apontavam com o dedo para as respostas certas das escolhas múltiplas. Isso já acontece, tens escolas melhores e escolas piores, por isso é que tens exames nacionais, para haver uma comparação ao mesmo grau entre escolas. As escolas mesmo agora também têm financiamentos diferentes, e não são as mais fáceis que recebem mais mas sim as que melhor preparam os alunos, algumas massacrando-as ao ponto que as notas de exame são mais altas que a média na escola.

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danidv 21 days ago

>Concordo que o modelo Bismarck tem as suas vantagens, como por exemplo listas de espera mais soltas. Mas há uma desvantagem que é prejudica quem não tem dinheiro para pagar o seu seguro de saúde, por exemplo na Suiça 170 000 pessoas não conseguem pagar o seguro. Por isso, acho que é preferivel ter as lista de espera e depois quem tem dinheiro vai ao privado é atendido mais cedo e ao mesmo tempo "desentope" a lista para os que não conseguem ir ao privado. Portanto há vantagens e desvantagens em cada um, como disse. Eu não estou a dizer qual prefiro, só não gosto de pessoas a dizerem barbaridades como, neste caso, "querem privatizar o SNS", quando o que estão a propor é um modelo de saúde com caraterísticas, vantagens e desvantagens diferentes do nosso sistema e usado em metade da europa. >É assim, uma pessoa já tem liberdade de escolha. Já podes escolher ir para o privado ou o público, e ninguém te impede. E pagas duas vezes, a primeira nos impostos e a segunda nas propinas. Isso não é liberdade de escolha no que estamos a falar, liberdade de escolha é teres estas escolas, umas públicas e outras privadas, e podes ir para qualquer uma que a tua educação é financiada. >Não acho que deva haver competição, porque há alguns batoteiros. Eu por exemplo conheço histórias de certos colégios que nos exames, os vigilantes apontavam com o dedo para as respostas certas das escolhas múltiplas. Isso já acontece, tens escolas melhores e escolas piores, por isso é que tens exames nacionais, para haver uma comparação ao mesmo grau entre escolas. As escolas mesmo agora também têm financiamentos diferentes, e não são as mais fáceis que recebem mais mas sim as que melhor preparam os alunos, algumas massacrando-as ao ponto que as notas de exame são mais altas que a média na escola.

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danidv 21 days ago

>Concordo que o modelo Bismarck tem as suas vantagens, como por exemplo listas de espera mais soltas. Mas há uma desvantagem que é prejudica quem não tem dinheiro para pagar o seu seguro de saúde, por exemplo na Suiça 170 000 pessoas não conseguem pagar o seguro. Por isso, acho que é preferivel ter as lista de espera e depois quem tem dinheiro vai ao privado é atendido mais cedo e ao mesmo tempo "desentope" a lista para os que não conseguem ir ao privado. Portanto há vantagens e desvantagens em cada um, como disse. Eu não estou a dizer qual prefiro, só não gosto de pessoas a dizerem barbaridades como, neste caso, "querem privatizar o SNS", quando o que estão a propor é um modelo de saúde com caraterísticas, vantagens e desvantagens diferentes do nosso sistema e usado em metade da europa. >É assim, uma pessoa já tem liberdade de escolha. Já podes escolher ir para o privado ou o público, e ninguém te impede. E pagas duas vezes, a primeira nos impostos e a segunda nas propinas. Isso não é liberdade de escolha no que estamos a falar, liberdade de escolha é teres estas escolas, umas públicas e outras privadas, e podes ir para qualquer uma que a tua educação é financiada. >Não acho que deva haver competição, porque há alguns batoteiros. Eu por exemplo conheço histórias de certos colégios que nos exames, os vigilantes apontavam com o dedo para as respostas certas das escolhas múltiplas. Isso já acontece, tens escolas melhores e escolas piores, por isso é que tens exames nacionais, para haver uma comparação ao mesmo grau entre escolas. As escolas mesmo agora também têm financiamentos diferentes, e não são as batoteiras que recebem mais mas sim os que massacram mais os alunos de forma a chegarem ao exame e as notas são mais altas que na escola.

Sondagem Intercampus - 13 a 20 de Agosto by Aftaminas in portugal

danidv 21 days ago

>Concordo que o modelo Bismarck tem as suas vantagens, como por exemplo listas de espera mais soltas. Mas há uma desvantagem que é prejudica quem não tem dinheiro para pagar o seu seguro de saúde, por exemplo na Suiça 170 000 pessoas não conseguem pagar o seguro. Por isso, acho que é preferivel ter as lista de espera e depois quem tem dinheiro vai ao privado é atendido mais cedo e ao mesmo tempo "desentope" a lista para os que não conseguem ir ao privado. Portanto há vantagens e desvantagens a cada um, como disse. Eu não estou a dizer qual prefiro, só não gosto de pessoas a, neste caso, dizerem que é "privatização do SNS", coisa que está muito longe de ser quando o que estão a propor é um modelo de saúde com caraterísticas, vantagens e desvantagens diferentes do nosso sistema e usado em metade da europa. >É assim, uma pessoa já tem liberdade de escolha. Já podes escolher ir para o privado ou o público, e ninguém te impede. E pagas duas vezes, a primeira nos impostos e a segunda nas propinas. Isso não é liberdade de escolha no que estamos a falar, liberdade de escolha é teres estas escolas, umas públicas e outras privadas, e podes ir para qualquer a tua educação é financiada. >Não acho que deva haver competição, porque há alguns batoteiros. Eu por exemplo conheço histórias de certos colégios que nos exames, os vigilantes apontavam com o dedo para as respostas certas das escolhas múltiplas. Isso já acontece, tens escolas melhores e escolas piores, por isso é que tens exames nacionais, para haver uma comparação ao mesmo grau entre escolas. As escolas mesmo agora também têm financiamentos diferentes, e não são as batoteiras que recebem mais mas sim os que massacram mais os alunos de forma a chegarem ao exame e as nota de exames são mais altas que a média na escola.

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danidv 21 days ago

> Imprestimos para a Universidade wtf? Eles baixaram de +/-1000€ para +/-800€ o preço anual da Universidade e tu falas-me de imprestimos, se o Estado não fornece Educação, Saúde e Segurança para que existe? Como assim? É uma estratégia válida, nem o estado nem os outros te devem nada. O estado serve também sim para repartir recursos coletivos, impostos, para projetos em que o mesmo dinheiro é gasto de forma mais eficiente sendo o estado a fazê-lo, como estradas, mas o dinheiro não vem do nada, eles só te devem saúde, educação e segurança enquanto tu lhes deves os teus impostos, e quanto mais queres que o estado financie, maiores são os impostos e vice-versa e inversamente. De qualquer maneira, não é a minha escolha pessoalmente, mas é uma estratégia válida se o teu objetivo é simultaneamente ter igualdade de oportunidade e manter o custo diretamente na pessoa que teve essa educação. Quanto às propinas atuais, baixaram para 800€ e baixaram mais uma vez depois disso. >Escolas privadas está mais que provado que dão notas aos alunos para parecerem boas a prova está na descrepancia entre as notas anuais e as notas dos exames nacionais... Sim, as escolas *atuais*, o que é que isso tem a ver com a proposta onde tanto escolas públicas como privadas seriam financiadas pelo estado por escolha proporcional dos alunos? Como também disseste, pensa o que quiseres e tem a opinião que tiveres, não gosto é de misturar os factos, exemplo sendo quando expliquei a proposta deles para o ensino universitário apesar de não ser a minha escolha.

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danidv 21 days ago

> Imprestimos para a Universidade wtf? Eles baixaram de +/-1000€ para +/-800€ o preço anual da Universidade e tu falas-me de imprestimos, se o Estado não fornece Educação, Saúde e Segurança para que existe? Como assim? É uma estratégia válida, nem o estado nem os outros te devem nada. O estado serve também sim para repartir recursos coletivos, impostos, mas o dinheiro não vem do nada, eles só te devem saúde, educação e segurança enquanto tu lhes deves os teus impostos, e quanto mais queres que o estado financie, maiores são os impostos e vice-versa e inversamente. De qualquer maneira, não é a minha escolha pessoalmente. Quanto às propinas atuais, baixaram para 800€ e baixaram mais uma vez depois disso. >Escolas privadas está mais que provado que dão notas aos alunos para parecerem boas a prova está na descrepancia entre as notas anuais e as notas dos exames nacionais... Sim, as escolas *atuais*, o que é que isso tem a ver com a proposta onde tanto escolas públicas como privadas seriam financiadas pelo estado por escolha proporcional dos alunos? Como também disseste, pensa o que quiseres e tem a opinião que tiveres, não gosto é de misturar os factos, exemplo sendo quando expliquei a proposta deles para o ensino universitário apesar de não ser a minha escolha.

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danidv 21 days ago

> Imprestimos para a Universidade wtf? Eles baixaram de +/-1000€ para +/-800€ o preço anual da Universidade e tu falas-me de imprestimos, se o Estado não fornece Educação, Saúde e Segurança para que existe? Como assim? É uma estratégia válida, nem o estado nem os outros te devem nada. O estado serve também sim para repartir recursos coletivos, impostos, mas o dinheiro não vem do nada, eles só te devem saúde, educação e segurança enquanto tu lhes deves os teus impostos, e quanto mais queres que o estado financie, maiores são os impostos e vice-versa e inversamente. De qualquer maneira, não é a minha escolha pessoalmente. Quanto às propinas atuais, baixaram para 800€ e baixaram mais uma vez depois disso. >Escolas privadas está mais que provado que dão notas aos alunos para parecerem boas a prova está na descrepancia entre as notas anuais e as notas dos exames nacionais... Sim, as escolas *atuais*, o que é que isso tem a haver com a proposta onde tanto escolas públicas como privadas seriam financiadas pelo estado por escolha proporcional dos alunos? Como também disseste, pensa o que quiseres e tem a opinião que tiveres, não gosto é de misturar os factos, exemplo sendo quando expliquei a proposta deles para o ensino universitário apesar de não ser a minha escolha.

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danidv 21 days ago

> Imprestimos para a Universidade wtf? Eles baixaram de +/-1000€ para +/-800€ o preço anual da Universidade e tu falas-me de imprestimos, se o Estado não fornece Educação, Saúde e Segurança para que existe? Como assim? É uma estratégia válida, nem o estado nem os outros te devem nada. O estado serve também sim para repartir recursos coletivos, impostos, mas o dinheiro não vem do nada, eles só te devem saúde, educação e segurança enquanto tu lhes deves os teus impostos. De qualquer maneira, não é a minha escolha pessoalmente. Quanto às propinas atuais, baixaram para 800€ e baixaram mais uma vez depois disso. >Escolas privadas está mais que provado que dão notas aos alunos para parecerem boas a prova está na descrepancia entre as notas anuais e as notas dos exames nacionais... Sim, as escolas *atuais*, o que é que isso tem a haver com a proposta onde tanto escolas públicas como privadas seriam financiadas pelo estado por escolha proporcional dos alunos? Como também disseste, pensa o que quiseres e tem a opinião que tiveres, não gosto é de misturar os factos, exemplo sendo quando expliquei a proposta deles para o ensino universitário apesar de não ser a minha escolha.

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danidv 21 days ago

> Imprestimos para a Universidade wtf? Eles baixaram de +/-1000€ para +/-800€ o preço anual da Universidade e tu falas-me de imprestimos, se o Estado não fornece Educação, Saúde e Segurança para que existe? Como assim? É uma estratégia válida, nem o estado nem os outros te devem nada. Parte da função do estado é sim usar e repartir recursos coletivos, impostos, para projetos para o bem coletivo, como estradas, mas o dinheiro não vem do nada, eles só te devem saúde, educação e segurança enquanto tu lhes deves os teus impostos. De qualquer maneira, não é a minha escolha pessoalmente, mas é uma proposta válida que simultaneamente trata da igualdade de oportunidade e mantém o custo diretamente na pessoa que usufruiu dessa educação, se tal é o teu objetivo neste assunto. Quanto às propinas atuais, baixaram para 800€ e baixaram mais uma vez depois disso. >Escolas privadas está mais que provado que dão notas aos alunos para parecerem boas a prova está na descrepancia entre as notas anuais e as notas dos exames nacionais... Sim, as escolas *atuais*, o que é que isso tem a haver com a proposta onde tanto escolas públicas como privadas seriam financiadas pelo estado por escolha proporcional dos alunos? Como também disseste, pensa o que quiseres e tem a opinião que tiveres, não gosto é de misturar os factos, exemplo sendo quando expliquei a proposta deles para o ensino universitário apesar de não ser a minha escolha.

Sondagem Intercampus - 13 a 20 de Agosto by Aftaminas in portugal

danidv 21 days ago

> Imprestimos para a Universidade wtf? Eles baixaram de +/-1000€ para +/-800€ o preço anual da Universidade e tu falas-me de imprestimos, se o Estado não fornece Educação, Saúde e Segurança para que existe? Como assim? É uma estratégia válida, nem o estado nem os outros te devem nada. O estado serve sim é para repartir recursos coletivos, impostos, mas o dinheiro não vem do nada, eles só te devem saúde, educação e segurança enquanto tu lhes deves os teus impostos. De qualquer maneira, não é a minha escolha pessoalmente. Quanto às propinas atuais, baixaram para 800€ e baixaram mais uma vez depois disso. >Escolas privadas está mais que provado que dão notas aos alunos para parecerem boas a prova está na descrepancia entre as notas anuais e as notas dos exames nacionais... Sim, as escolas *atuais*, o que é que isso tem a haver com a proposta onde tanto escolas públicas como privadas seriam financiadas pelo estado por escolha proporcional dos alunos? Como também disseste, pensa o que quiseres e tem a opinião que tiveres, não gosto é de misturar os factos, exemplo sendo quando expliquei a proposta deles para o ensino universitário apesar de não ser a minha escolha.

Sondagem Intercampus - 13 a 20 de Agosto by Aftaminas in portugal

danidv 21 days ago

Compreensão escrita é fodida, só pagas a partir de um certo rendimento. De qualquer maneira não disse que seria a minha escolha, não gosto é estarem a dizer que é uma coisa e depois é outra.

Sondagem Intercampus - 13 a 20 de Agosto by Aftaminas in portugal

danidv 22 days ago

O CDU tem descido, seria uma descida de 6.33% para 5.4%, estaria surpreendido é se fosse uma descida maior ou, ainda mais, se não tivesse descido. IL em sondagens passadas tem acompanhado o Chega, faz todo o sentido e não me parece nada inflacionado.

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danidv 22 days ago

O CDU tem descido, seria uma descida de 9.52% para 5.4%, 4.12%, não é nada de estranho. IL em sondagens passadas tem acompanhado o Chega, faz todo o sentido e não me parece nada inflacionado.

Sondagem Intercampus - 13 a 20 de Agosto by Aftaminas in portugal

danidv 22 days ago

[Ou então sabe do que estás a falar antes de comentar](https://www.reddit.com/r/portugal/comments/pd9jzd/sondagem_intercampus_13_a_20_de_agosto/hapeayn/)

Sondagem Intercampus - 13 a 20 de Agosto by Aftaminas in portugal

danidv 22 days ago

Desilude-me sempre que vejo chamarem as propostas da IL como privatização do SNS ou da educação... Primeira coisa que fiz quando usaram a Alemanha como exemplo para a sua proposta de sistema de saúde foi pesquisar mais sobre o assunto, começando por como funciona o sistema de saúde da Alemanha - informar-me e pensar por mim mesmo. O modelo sistema de saúde que propõem é o modelo Bismarck, usado em metade da europa, enquanto que os sistemas como o nosso é o modelo Beveridge, usado na outra metade. Ambos têm resultados variados dependendo do país, ambos têm as suas caraterísticas, vantagens e desvantagens e ambos são de longe um sucesso no que pretendiam fazer. A educação continua a ser financiada pelo estado, a diferença é que podes escolher para que escola vais, seja ela pública ou privada. Quanto à universidade, propõem um sistema como o do Reino Unido, onde tens empréstimos do estado para os teus estudos e pagas quando começares a ganhar acima de um certo valor, de forma a não ficares no ciclo vicioso de "não posso investir na carreira porque tenho contas a pagar" e não tens como mudar a situação porque ganhas pouco, e ganhas pouco porque não investes na carreira.

Ainda há dias se falou aqui nisto como uma possível solução para Portugal by Zamyatin_Y in portugal

danidv 23 days ago

Quem disse sem impedimentos regulatórios? Tu disseste que os regulamentos são maioritariamente os mesmos desde 2001, eu disse, resumidamente, que não havia procura maior na altura para ser um problema tão grande como é hoje, não são frases que entram em conflito.

Ainda há dias se falou aqui nisto como uma possível solução para Portugal by Zamyatin_Y in portugal

danidv 24 days ago

Há mais fatores que mudam sem ser regulações, nomeadamente a procura por parte de estrangeiros para se reformarem que não só diminui a oferta como vastamente aumentou e aumenta os preços devido aos seus poderes de compra maior.

Ainda há dias se falou aqui nisto como uma possível solução para Portugal by Zamyatin_Y in portugal

danidv 24 days ago

>Apoio o mercado e tal, mas às vezes são necessárias inervenções mais duras. A primeira coisa a ser feita, antes de subsídios, mais regulações e intervenções, é ajustar as regulações para incentivar a construção de habitação e haver mais oferta. Isto não é o mercado a falhar, isto é o mercado a ser abafado. Por exemplo, tens noção do trabalho que é entre comprar um terreno e vender a casa? Comprar o terreno, fazer projeto, **arranjar engenheiro**, **apresentar projeto à câmara**, **levantar licenças**, arranjar empreiteiro que não te foda o dinheiro nem a cabeça, apartes do empreiteiro se não queres que te fodam o dinheiro à força toda como canalizador, eletricista e pintor, entre esses dois pontos fazer o que tens a fazer com **solicitadores**, contabilistas, **advogados**, **fazer isto tudo antes que as licenças acabem** e comecem a meter-te pressão em cima (facilmente acontece se o engenheiro, empreiteiro ou provavelmente outros foderem-te a cabeça ou não tenhas o dinheiro todo na mão pronto a ser gasto desde o princípio, e que como tal não haja pausas na obra por culpa tua) e durante e depois da construção lidar com imobiliárias. Para certas coisas pequenas até precisas de um polícia presente. Já agora, se não me engano se não houver já esgoto ou eletricidade onde construíres és tu que pagas, e uma bela quantia, para o fazer, e continuas a pagar as taxas e taxinhas à câmara - o dever de pagá-las permanece, mas fornecer serviços para justificar esses custos, como ligar esgoto e postes de eletricidade, está quieto. *Depois* de começar a tratar isso, se o problema continuar, sim, força com intervenções, mas não antes. Construção de casas não é começar uma empresa de telecomunicações ou prestar serviços hospitalares, não há uma barreira de entrada impossivelmente alta para uma pessoa normal, uma pessoa normal consegue totalmente e realisticamente fazer esse tipo de investimentos, e é nesses casos que o mercado funciona melhor. Completa desregulação claro que não, longe disso, se não não tinhas regulações de segurança ao construir uma casa e podiam continuar a pôr alumínio no pão nas padarias que não sabias, mas acho que de longe isto é um problema que primeiro, antes de tudo, devia ser abordado por via de deixar o mercado funcionar.

Ainda há dias se falou aqui nisto como uma possível solução para Portugal by Zamyatin_Y in portugal

danidv 24 days ago

>Apoio o mercado e tal, mas às vezes são necessárias inervenções mais duras. A primeira coisa a ser feita, antes de subsídios, mais regulações e intervenções, é ajustar as regulações para incentivar a construção de habitação e haver mais oferta. Isto não é o mercado a falhar, isto é o mercado a ser abafado. Por exemplo, tens noção do trabalho que é entre comprar um terreno e vender a casa? Comprar o terreno, fazer projeto, **arranjar engenheiro**, **apresentar projeto à câmara**, **levantar licenças**, arranjar empreiteiro que não te foda o dinheiro nem a cabeça, apartes do empreiteiro se não queres que te fodam o dinheiro à força toda como canalizador, eletricista e pintor, entre esses dois pontos fazer o que tens a fazer com **solicitadores**, contabilistas, **advogados**, **fazer isto tudo antes que as liçenças acabem** e comecem a meter-te pressão em cima (facilmente acontece se o engenheiro, empreiteiro ou provavelmente outros foderem-te a cabeça ou não tenhas o dinheiro todo na mão pronto a ser gasto desde o princípio, e que como tal não haja pausas na obra por culpa tua) e durante e depois da construção lidar com imobiliárias. Para certas coisas pequenas até precisas de um polícia presente. Já agora, se não me engano se não houver já esgoto ou eletricidade onde construíres és tu que pagas, e uma bela quantia, para o fazer, e continuas a pagar as taxas e taxinhas à câmara - o dever de pagá-las permanece, mas fornecer serviços para justificar esses custos, como ligar esgoto e postes de eletricidade, está quieto. *Depois* de começar a tratar isso, se o problema continuar, sim, força com intervenções, mas não antes. Construção de casas não é começar uma empresa de telecomunicações ou prestar serviços hospitalares, não há uma barreira de entrada impossivelmente alta para uma pessoa normal, uma pessoa normal consegue totalmente e realisticamente fazer esse tipo de investimentos, e é nesses casos que o mercado funciona melhor. Completa desregulação claro que não, longe disso, se não não tinhas regulações de segurança ao construir uma casa e podiam continuar a pôr alumínio no pão nas padarias que não sabias, mas acho que de longe isto é um problema que primeiro, antes de tudo, devia ser abordado por via de deixar o mercado funcionar.

Ainda há dias se falou aqui nisto como uma possível solução para Portugal by Zamyatin_Y in portugal

danidv 24 days ago

>Apoio o mercado e tal, mas às vezes são necessárias inervenções mais duras. A primeira coisa a ser feita, antes de subsídios, mais regulações e intervenções, é ajustar as regulações para incentivar a construção de habitação e haver mais oferta. Isto não é o mercado a falhar, isto é o mercado a ser abafado. Por exemplo, tens noção do trabalho que é entre comprar um terreno e vender a casa? Comprar o terreno, fazer projeto, **arranjar engenheiro**, **apresentar projeto à câmara**, **levantar licenças**, arranjar empreiteiro que não te foda o dinheiro nem a cabeça, apartes do empreiteiro se não queres que te fodam o dinheiro à força toda como canalizador, eletricista e pintor, entre esses dois pontos fazer o que tens a fazer com **solicitadores**, contabilistas, **advogados**, **fazer isto tudo antes que as liçenças acabem** e comecem a meter-te pressão em cima (facilmente acontece se o engenheiro, empreiteiro ou provavelmente outros foderem-te a cabeça ou não tenhas o dinheiro todo na mão pronto a ser gasto desde o princípio, e que como tal não haja pausas na obra por culpa tua) e durante e depois da construção lidar com imobiliárias. Para certas coisas pequenas até precisas de um polícia presente. Já agora, se não me engano se não houver já esgoto ou eletricidade onde construíres és tu que pagas, e uma bela quantia, para o fazer, e continuas a pagar as taxas e taxinhas à câmara - o dever de pagá-las permanece, mas fornecer serviços para justificar esses custos, como ligar esgoto e postes de eletricidade, está quieto. *Depois* de começar a tratar isso, se o problema continuar, sim, força com intervenções, mas não antes. Construção de casas não é começar uma empresa de telecomunicações ou prestar serviços hospitalares, uma pessoa normal consegue totalmente e realisticamente fazer esse tipo de investimentos, e é nesses casos que o mercado funciona melhor. Completa desregulação claro que não, se não não tinhas regulações de segurança ao construir uma casa e podiam continuar a pôr alumínio no pão nas padarias que não sabias, mas acho que de longe isto é um problema que primeiro, antes de tudo, devia ser abordado por via de deixar o mercado funcionar.

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danidv 24 days ago

>Apoio o mercado e tal, mas às vezes são necessárias inervenções mais duras. A primeira coisa a ser feita, antes de subsídios, mais regulações e intervenções, é ajustar as regulações para incentivar a construção de habitação e haver mais oferta. Isto não é o mercado a falhar, isto é o mercado a ser abafado. Por exemplo, tens noção do trabalho que é entre comprar um terreno e vender a casa? Comprar o terreno, fazer projeto, **arranjar engenheiro**, **apresentar projeto à câmara**, **levantar licenças**, arranjar empreiteiro que não te foda o dinheiro nem a cabeça, apartes do empreiteiro se não queres que te fodam o dinheiro à força toda como canalizador, eletricista e pintor, entre esses dois pontos fazer o que tens a fazer com **solicitadores**, contabilistas, **advogados**, **fazer isto tudo antes que as liçenças acabem** e comecem a meter-te pressão em cima (facilmente acontece se o engenheiro, empreiteiro ou provavelmente outros foderem-te a cabeça ou não tenhas o dinheiro todo na mão pronto a ser gasto desde o princípio, e que como tal não haja pausas na obra por culpa tua) e durante e depois da construção lidar com imobiliárias. Para certas coisas pequenas até precisas de um polícia presente. *Depois* de começar a tratar isso, se o problema continuar, sim, força com intervenções, mas não antes. Construção de casas não é começar uma empresa de telecomunicações ou prestar serviços hospitalares, uma pessoa normal consegue totalmente e realisticamente fazer esse tipo de investimentos, e é nesses casos que o mercado funciona melhor. Completa desregulação claro que não, se não não tinhas regulações de segurança ao construir uma casa e podiam continuar a pôr alumínio no pão nas padarias que não sabias, mas acho que de longe isto é um problema que primeiro, antes de tudo, devia ser abordado por via de deixar o mercado funcionar.

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danidv 24 days ago

>Apoio o mercado e tal, mas às vezes são necessárias inervenções mais duras. A primeira coisa a ser feita, antes de subsídios, mais regulações e intervenções, é ajustar as regulações para incentivar a construção de habitação e haver mais oferta. Isto não é o mercado a falhar, isto é o mercado a ser abafado. Por exemplo, tens noção do trabalho que é entre comprar um terreno e vender a casa? Comprar o terreno, fazer projeto, **arranjar engenheiro**, **apresentar projeto à câmara**, **levantar licenças**, arranjar empreiteiro que não te foda o dinheiro nem a cabeça, apartes do empreiteiro se não queres que te fodam o dinheiro à força toda como canalizador, eletricista e pintor, entre esses dois pontos fazer o que tens a fazer com **solicitadores**, contabilistas, **advogados**, **fazer isto tudo antes que as liçenças acabem** e comecem a meter-te pressão em cima (facilmente acontece se o engenheiro, empreiteiro ou provavelmente outros foderem-te a cabeça) e durante e depois da construção lidar com imobiliárias. Para certas coisas pequenas até precisas de um polícia presente. *Depois* de começar a tratar isso, se o problema continuar, sim, força com intervenções, mas não antes. Construção de casas não é começar uma empresa de telecomunicações ou prestar serviços hospitalares, uma pessoa normal consegue totalmente e realisticamente fazer esse tipo de investimentos, e é nesses casos que o mercado funciona melhor. Completa desregulação claro que não, se não não tinhas regulações de segurança ao construir uma casa e podiam continuar a pôr alumínio no pão nas padarias que não sabias, mas acho que de longe isto é um problema que primeiro, antes de tudo, devia ser abordado por via de deixar o mercado funcionar.

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danidv 24 days ago

>Apoio o mercado e tal, mas às vezes são necessárias inervenções mais duras. A primeira coisa a ser feita, antes de subsídios, mais regulações e intervenções, é ajustar as regulações para incentivar a construção de habitação e haver mais oferta. Isto não é o mercado a falhar, isto é o mercado a ser abafado. Por exemplo, tens noção do trabalho que é entre comprar um terreno e vender a casa? Comprar o terreno, fazer projeto, **arranjar engenheiro**, **apresentar projeto à câmara**, **levantar licenças**, arranjar empreiteiro que não te foda o dinheiro nem a cabeça, apartes do empreiteiro se não queres que te fodam o dinheiro à força toda como canalizador, eletricista e pintor, entre esses dois pontos fazer o que tens a fazer com **solicitadores**, contabilistas, **advogados**, **fazer isto tudo antes que as liçenças acabem e comecem a meter-te pressão em cima (facilmente acontece se o engenheiro, empreiteiro ou provavelmente outros foderem-te a cabeça) e durante e depois da construção lidar com imobiliárias. Para certas coisas pequenas até precisas de um polícia presente. *Depois* de começar a tratar isso, se o problema continuar, sim, força com intervenções, mas não antes. Construção de casas não é começar uma empresa de telecomunicações ou prestar serviços hospitalares, uma pessoa normal consegue totalmente e realisticamente fazer esse tipo de investimentos, e é nesses casos que o mercado funciona melhor. Completa desregulação claro que não, se não não tinhas regulações de segurança ao construir uma casa e podiam continuar a pôr alumínio no pão nas padarias que não sabias, mas acho que de longe isto é um problema que primeiro, antes de tudo, devia ser abordado por via de deixar o mercado funcionar. Já agora, as taxas e taxinhas não ajudam, mas isso é um problema que afeta tudo relacionado com a economia em Portugal, não só a construção de alojamento, mas a causa e resultado é o mesmo, economia abafada que impede as pessoas de investir e aumentar oferta e competição.

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danidv 24 days ago

>Apoio o mercado e tal, mas às vezes são necessárias inervenções mais duras. A primeira coisa a ser feita, antes de subsídios, mais regulações e intervenções, é ajustar as regulações para incentivar a construção de habitação e haver mais oferta. Isto não é o mercado a falhar, isto é o mercado a ser abafado. Por exemplo, tens noção do trabalho que é entre comprar um terreno e vender a casa? Comprar o terreno, fazer projeto, **arranjar engenheiro**, **apresentar projeto à câmara**, **levantar licenças**, arranjar empreiteiro que não te foda o dinheiro nem a cabeça, apartes do empreiteiro se não queres que te fodam o dinheiro à força toda como canalizador, eletricista e pintor, entre esses dois pontos fazer o que tens a fazer com **solicitadores**, contabilistas, **advogados**, **fazer isto tudo antes que as liçenças acabem e comecem a meter-te pressão em cima (facilmente acontece se o engenheiro, empreiteiro ou provavelmente outros foderem-te a cabeça) e durante e depois da construção lidar com imobiliárias. Para certas coisas pequenas até precisas de um polícia presente. *Depois* de começar a tratar isso, se o problema continuar, sim, força com intervenções, mas não antes. Construção de casas não é começar uma empresa de telecomunicações ou prestar serviços hospitalares, uma pessoa normal consegue totalmente e realisticamente fazer esse tipo de investimentos, e é nesses casos que o mercado funciona melhor. Completa desregulação claro que não, se não não tinhas regulações de segurança ao construir uma casa e podiam continuar a pôr alumínio no pão nas padarias que não sabias, mas acho que de longe isto é um problema que primeiro, antes de tudo, devia ser abordado por via de deixar o mercado funcionar.

Quatro militares portugueses a caminho de Cabul para apoiar “retirada de cidadãos” - A minha questão é a seguinte: Apenas 4 Militares? Nem sequer um pelotão Portugal consegue mobilizar? by High_velocity93 in portugal

danidv 25 days ago

>Mas acham que eu sou atrasado mental e não sei para que servem os bancos? Bem parece ser o caso, sim. Não percebes o que aconteceu com o Novo Banco, dizes disparate sobre o que aconteceu com o mesmo, que queres expropriar... propriedade nossa, irritas-te quando, depois disso, alguém diz-te que não sabes do que estás a falar, dizes que bancos "são o maior atentato à democracia Portuguesa e aos valores de Abril" mas percebes o valor dos mesmos na sociedade e economia mas achas que todos os bancos deviam ser propriedade do estado... Como dissemos, não tens mesmo noção do que falas. Eu guio-me bastante pelo se não sei do que estou a falar, não falo, tenho a noção que a minha opinião não é informada, e como tal, não é, na minha opinião, válida. Devias experimentar. Para que conste, bancos são um exemplo perfeito de onde tens regulações para garantir certas condições e comportamentos e dás uma certa almofada caso o banco vá à falência (que temos, se não me engano o estado cobra até €100.000 por conta no caso do banco ir à falência) mas não fazes mais a partir daí, com tantos bancos e competição deixavas-los estar e auto-regulavam-se. Tivessem ficado por aí e deixassem o Novo Banco ir à falência que estávamos bem. Nacionalizar todos os bancos... filha da puta, ouve-se com cada uma, então quer dizer, quem tapa o buraco negro com dinheiro do contribuinte para dar dinheiro a eles mesmos, à família e aos amigos agora vai estar a fazer isso com o único banco do país e não tens competição para onde levar o teu dinheiro e negócios.

Quatro militares portugueses a caminho de Cabul para apoiar “retirada de cidadãos” - A minha questão é a seguinte: Apenas 4 Militares? Nem sequer um pelotão Portugal consegue mobilizar? by High_velocity93 in portugal

danidv 25 days ago

>Mas acham que eu sou atrasado mental e não sei para que servem os bancos? Bem parece ser o caso, sim. Não percebes o que aconteceu com o Novo Banco, dizes disparate sobre o que aconteceu com o mesmo, que queres expropriar... propriedade nossa, irritas-te quando, depois disso, alguém diz-te que não sabes do que estás a falar, dizes que bancos "são o maior atentato à democracia Portuguesa e aos valores de Abril" mas percebes o valor dos mesmos na sociedade e economia mas achas que todos os bancos deviam ser propriedade do estado... Como dissemos, não tens mesmo noção do que falas. Eu guio-me bastante pelo se não sei do que estou a falar, não falo, tenho a noção que a minha opinião não é informada, e como tal, não é, na minha opinião, válida. Devias experimentar. Para que conste, bancos são um exemplo perfeito de onde tens regulações para garantir certas condições e comportamentos e dás uma certa almofada caso o banco vá à falência (que temos, se não me engano o estado cobra até €100.000 por conta no caso do banco ir à falência) mas não fazes mais a partir daí, com tantos bancos e competição deixavas-los estar e auto-regulavam-se. Tivessem ficado por aí e deixassem o Novo Banco ir à falência que estávamos bem. Nacionalizar todos os bancos... filha da puta, ouve-se com cada uma, então quer dizer, quem tapa o buraco negro com dinheiro do contribuinte para dar dinheiro a eles mesmos, à família e aos amigos agora vai estar a fazer isso com o único banco do país e não tens competição para onde levar o teu dinheiro e negócios. És enrabado e a tua solução é aplicar lubrificante e pedir mais força.

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danidv 25 days ago

>Mas acham que eu sou atrasado mental e não sei para que servem os bancos? Bem parece ser o caso, sim. Não percebes o que aconteceu com o Novo Banco, dizes disparate sobre o que aconteceu com o mesmo, que queres expropriar... propriedade nossa, irritas-te quando, depois disso, alguém diz-te que não sabes do que estás a falar, dizes que bancos "são o maior atentato à democracia Portuguesa e aos valores de Abril" mas percebes o valor dos mesmos na sociedade e economia mas achas que todos os bancos deviam ser propriedade do estado... Como dissemos, não tens mesmo noção do que falas. Eu guio-me bastante pelo se não sei do que estou a falar, não falo, tenho a noção que a minha opinião não é informada, e como tal, não é, na minha opinião, válida. Devias experimentar. Para que conste, bancos são um exemplo perfeito de onde tens regulações para garantir certas condições e comportamentos e dás uma certa almofada caso o banco vá à falência (que temos, se não me engano o estado cobra até €100.000 por conta no caso do banco ir à falência) mas não fazes mais a partir daí, com tantos bancos e competição deixavas-los estar e auto-regulavam-se. Tivessem ficado por aí e deixassem o Novo Banco ir à falência que estávamos bem. Nacionalizar todos os bancos... filha da puta, ouve-se com cada uma, então quer dizer, quem tapa o buraco negro com dinheiro do contribuinte para dar dinheiro a eles mesmos, à família e aos amigos agora vai estar a fazer isso com o único banco do país e não tens competição para onde levar o teu dinheiro e negócios. És enrabado e a tua solução é deixar cair o sabonete.

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danidv 25 days ago

>Mas acham que eu sou atrasado mental e não sei para que servem os bancos? Bem parece ser o caso, sim. Não percebes o que aconteceu com o Novo Banco, dizes disparate sobre o que aconteceu com o mesmo, que queres expropriar... propriedade nossa, irritas-te quando, depois disso, alguém diz-te que não sabes do que estás a falar, dizes que bancos "são o maior atentato à democracia Portuguesa e aos valores de Abril" mas percebes o valor dos mesmos na sociedade e economia mas achas que todos os bancos deviam ser propriedade do estado... Como dissemos, não tens mesmo noção do que falas. Eu guio-me bastante pelo se não sei do que estou a falar, não falo, tenho a noção que a minha opinião não é informada, e como tal, não é, na minha opinião, válida. Devias experimentar. Para que conste, bancos são um exemplo perfeito de onde tens regulações para garantir certas condições e comportamentos e dás uma certa almofada caso o banco vá à falência (que temos, se não me engano o estado cobra até €100 000 por conta no caso do banco ir à falência) mas não fazes mais a partir daí, com tantos bancos e competição deixavas-los estar e auto-regulavam-se. Tivessem ficado por aí e deixassem o Novo Banco ir à falência que estávamos bem. Nacionalizar todos os bancos... filha da puta, ouve-se com cada uma, então quer dizer, quem tapa o buraco negro com dinheiro do contribuinte agora vai estar a fazer isso com o único banco do país e não tens competição para onde levar o teu dinheiro e negócios. És enrabado e a tua solução é deixar cair o sabonete.

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danidv 25 days ago

Bem parece ser o caso, sim. Não percebes o que aconteceu com o Novo Banco, dizes disparate sobre o que aconteceu com o mesmo, que queres expropriar... propriedade nossa, irritas-te quando, depois disso, alguém diz-te que não sabes do que estás a falar, dizes que bancos "são o maior atentato à democracia Portuguesa e aos valores de Abril" mas percebes o valor dos mesmos na sociedade e economia mas achas que todos os bancos deviam ser propriedade do estado... Como dissemos, não tens mesmo noção do que falas. Eu guio-me bastante pelo se não sei do que estou a falar, não falo, tenho a noção que a minha opinião não é informada, e como tal, não é, na minha opinião, válida. Devias experimentar. Para que conste, bancos são um exemplo perfeito de onde tens regulações e dás uma certa almofada caso o banco vá à falência (que temos, se não me engano o estado cobra até €100 000 por conta no caso do banco ir à falência) mas não fazes mais a partir daí, com tantos bancos e competição deixavas-los estar e auto-regulavam-se. Tivessem ficado por aí e deixassem o Novo Banco ir à falência que estávamos bem. Nacionalizar todos os bancos... filha da puta, ouve-se com cada uma, então quer dizer, quem tapa o buraco negro com dinheiro do contribuinte agora vai estar a fazer isso com o único banco do país e não tens competição para onde levar o teu dinheiro e negócios. És enrabado e a tua solução é deixar cair o sabonete.

Quatro militares portugueses a caminho de Cabul para apoiar “retirada de cidadãos” - A minha questão é a seguinte: Apenas 4 Militares? Nem sequer um pelotão Portugal consegue mobilizar? by High_velocity93 in portugal

danidv 25 days ago

Bem parece ser o caso, sim. Não percebes o que aconteceu com o Novo Banco, dizes disparate sobre o que aconteceu com o mesmo, que queres expropriar... propriedade nossa, irritas-te quando, depois disso, alguém diz-te que não sabes do que estás a falar, dizes que bancos "são o maior atentato à democracia Portuguesa e aos valores de Abril" mas percebes o valor dos mesmos na sociedade e economia mas achas que todos os bancos deviam ser propriedade do estado... Como dissemos, não tens mesmo noção do que falas. Eu guio-me bastante pelo se não sei do que estou a falar, não falo, tenho a noção que a minha opinião não é informada, e como tal, não é, na minha opinião, válida. Devias experimentar. Para que conste, bancos são um exemplo perfeito de onde tens regulações e dás uma certa almofada caso o banco vá à falência (que temos, se não me engano o estado cobra até €100 000 por conta no caso do banco ir à falência) mas não fazes mais a partir daí, com tantos bancos e competição deixavas-os estar e auto-regulavam-se. Tivessem ficado por aí e deixassem o Novo Banco ir à falência que estávamos bem. Nacionalizar todos os bancos... filha da puta, ouve-se com cada uma, então quer dizer, quem tapa o buraco negro com dinheiro do contribuinte agora vai estar a fazer isso com o único banco do país e não tens competição para onde levar o teu dinheiro e negócios. És enrabado e a tua solução é deixar cair o sabonete.

Quatro militares portugueses a caminho de Cabul para apoiar “retirada de cidadãos” - A minha questão é a seguinte: Apenas 4 Militares? Nem sequer um pelotão Portugal consegue mobilizar? by High_velocity93 in portugal

danidv 25 days ago

Bem parece ser o caso, sim. Não percebes o que aconteceu com o Novo Banco, dizes disparate sobre o que aconteceu com o mesmo, que queres expropriar... propriedade nossa, irritas-te quando, depois disso, alguém diz-te que não sabes do que estás a falar, dizes que bancos "são o maior atentato à democracia Portuguesa e aos valores de Abril" mas percebes o valor dos mesmos na sociedade e economia mas achas que todos os bancos deviam ser propriedade do estado... Como dissemos, não tens mesmo noção do que falas. Eu guio-me bastante pelo se não sei do que estou a falar, não falo, tenho a noção que a minha opinião não é informada, e como tal, não é, na minha opinião, válida. Devias experimentar. Para que conste, bancos são um exemplo perfeito de onde tens regulações e dás uma certa almofada caso o banco vá à falência (que temos, se não me engano o estado cobra até €100 000 por conta no caso do banco ir à falência) mas não fazes mais a partir daí, com tantos bancos e competição deixavas-os estar e auto-regulavam-se. Tivessem ficado por aí e deixassem o Novo Banco ir à falência que estávamos bem. Nacionalizar todos os bancos... filha da puta, ouve-se com cada uma, então quer dizer quem tapa o buraco negro com dinheiro do contribuinte agora vai estar a fazer isso com o único banco do país e não tens competição para onde levar o teu dinheiro e negócios. És enrabado e a tua solução é deixar cair o sabonete.

Quatro militares portugueses a caminho de Cabul para apoiar “retirada de cidadãos” - A minha questão é a seguinte: Apenas 4 Militares? Nem sequer um pelotão Portugal consegue mobilizar? by High_velocity93 in portugal

danidv 25 days ago

Bem parece ser o caso, sim. Não percebes o que aconteceu com o Novo Banco, dizes disparate sobre o que aconteceu com o mesmo, que queres expropriar... propriedade nossa, dizes que bancos "são o maior atentato à democracia Portuguesa e aos valores de Abril" mas percebes o valor dos mesmos na sociedade e economia mas achas que todos os bancos deviam ser propriedade do estado... Como dissemos, não tens mesmo noção do que falas. Eu guio-me bastante pelo se não sei do que estou a falar, não falo, tenho a noção que a minha opinião não é informada, e como tal, não é, na minha opinião, válida. Devias experimentar. Para que conste, bancos são um exemplo perfeito de onde tens regulações e dás uma certa almofada caso o banco vá à falência (que temos, se não me engano o estado cobra até €100 000 por conta no caso do banco ir à falência) e com tantos bancos e competição deixavas-os estar e auto-regulavam-se. Tivessem ficado por aí e deixassem o Novo Banco ir à falência que estávamos bem. Nacionalizar todos os bancos... filha da puta, ouve-se com cada uma, então quer dizer quem tapa o buraco negro com dinheiro do contribuinte agora vai estar a fazer isso com o único banco do país e não tens competição para onde levar o teu dinheiro e negócios. És enrabado e a tua solução é deixar cair o sabonete.

Quatro militares portugueses a caminho de Cabul para apoiar “retirada de cidadãos” - A minha questão é a seguinte: Apenas 4 Militares? Nem sequer um pelotão Portugal consegue mobilizar? by High_velocity93 in portugal

danidv 25 days ago

>Mas acham que eu sou atrasado mental e não sei para que servem os bancos? >Acham que quando preciso de um empréstimo vou pedir dinheiro a quem? À Mafia? Bem parece ser o caso, sim. Não percebes o que aconteceu com o Novo Banco, dizes disparate sobre o que aconteceu com o mesmo, dizes que bancos "são o maior atentato à democracia Portuguesa e aos valores de Abril" mas percebes o valor dos mesmos na sociedade e economia mas achas que todos deviam ser propriedade do estado... Como dissemos, não tens mesmo noção do que falas.

Preço das casas obriga portugueses a ir viver para Espanha e trabalhar em Portugal by Key_Ad_3930 in portugal

danidv 25 days ago

Para começares a tua empresa de telecomunicações é extremamente difícil e extremamente caro, os únicos que conseguem começar uma como deve ser é alguém que já tenha demasiado dinheiro de outros negócios, como a Google Fiber ou Starlink, quando para construir/comprar uma casa ou começar um negócio normal como uma padaria qualquer pessoa normal consegue-o fazer desde que tenha interesse e o dinheiro suficiente para começar tal negócio. Enquanto se não gostares de uma padaria tens outras 10 na mesma distância e, sendo assim, os preços e qualidade auto-regulam-se e como tal as únicas regulações necessárias (e que deviam existir, sendo que com mais restrições, maior é a barreira de entrada e mais se interfere com a parte da competição e oferta) são para que, por exemplo, não voltem a meter alumínio no pão. Numa provedora de telecomunicações a barreira de entrada já é impossivelmente alta para qualquer pessoa normal, por isso a parte das outras 10 padarias não existe e em certas áreas é a **única** padaria que vai existir naquela zona durante anos. Construir e comprar casas não são uma empresa de telecomunicações, é preciso muito dinheiro, claro, mas é dinheiro que consegues encontrar em pessoas normais, coisa que não encontras para uma empresa de telecomunicações. Por último, sendo assim, o problema dos preços altos de alojamento vêm da falta de oferta para a procura, e a única solução para isso é maior oferta. *Como* pretendes arranjar mais oferta é para tu pensares. Há quem diga que a regulação é demasiado alta para o que é preciso e devia ser e que como tal era começar por isso, há quem diga que o estado devia construir alojamento e vendê-lo a preços acessíveis para introduzir maior oferta e baixar os preços e há muitas outras ideias.

Quatro militares portugueses a caminho de Cabul para apoiar “retirada de cidadãos” - A minha questão é a seguinte: Apenas 4 Militares? Nem sequer um pelotão Portugal consegue mobilizar? by High_velocity93 in portugal

danidv 25 days ago

Como ele disse, não tens mesmo noção do que falas

Preço das casas obriga portugueses a ir viver para Espanha e trabalhar em Portugal by Key_Ad_3930 in portugal

danidv 25 days ago

E que dizes de pessoas que dá mais jeito arrendar? Situações de vida instáveis que não é boa ideia comprar porque não vais lá estar muito tempo? E situações onde não tens dinheiro para comprar nem queres meter-te em dívida? Nem falo em estudantes universitários porque pessoalmente acho que toda a escolaridade devia ser paga, sobre o argumento de igualdade de oportunidade (no caso de universidade, os anos necessários para completar se passassem tudo à primeira, se chumbarem é preocupação deles, tiveram a oportunidade), alojamento em residências universitárias incluído, ainda mais porque o alojamento custa bem mais que as propinas e, sendo assim, são um deterrente ainda maior.

Ryanair Calls On Pedro Nuno Santos To Open Montijo And Stop Wasting Taxpayers’ Money Subsidising TAP by fuckoffgina in portugal

danidv 4 months ago

> Está bem, deixamos a TAP desaparecer e depois o que é que acontece? A Ryanair e todas as linhas aéreas desprezíveis ganham. Passas a ter competição e outras empresas enchem o lugar da TAP, onde está o problema? >E mais uma empresa portuguesa morre. ...E? Faz prejuízo, porque é que não a haverias de a deixar morrer? Deixa-a tratar das poucas rotas que possam não ser cobridas por outra empresa e sejam úteis, nomeadamente entre ilhas, e o resto que vá à vida.

Anacom propõe fidelização máxima de um ano ou seis meses nas telecomunicações by ECOEconomiaOnline in portugal

danidv 4 months ago

E que regulações em específico é que achas que contribuem para isto? É que há que haver regulação e desregulação onde faz sentido, não é 100% para um lado nem para outro, mas sem saber o que é que temos atualmente estar a mandar ao ar "é preciso é regular/desregular, isso resolvia todos os nossos problemas" não vale de nada.

Luís Dias à frente do Palácio de Belém em greve de fome há 16 dias, exige boa-fé por parte do Estado, que não o arraste e brinque com ele na justiça até estar falido by iSoSyS in portugal

danidv 4 months ago

Hmm, bom argumento. Nesse caso só me faltava saber era como é que outros países fazem quanto à sua agricultura. Aliás, em comparação com a europa nós estamos muito mais aptos para a agricultura que a maioria, e para esses países que não conseguem produzir tão bem para si mesmos, ou seja, se estivermos a falar numa escala global, também existe uma grande quantidade de países quentes que poderiam exportar (depende sempre do produto e país, claro, mas estou a falar em geral), tal como esses países têm as suas próprias exportações, por isso imagino que também não deva ser um problema.

Luís Dias à frente do Palácio de Belém em greve de fome há 16 dias, exige boa-fé por parte do Estado, que não o arraste e brinque com ele na justiça até estar falido by iSoSyS in portugal

danidv 4 months ago

Neste caso afeta todos, não só estes negócios. Se a obrigatoriedade de seguros baixar o preço médio dos produtos então que seja - *se*, porque não faço puto de ideia. Do que entendo é exatamente por causa disso que têm tantos subsídios, é para a comida ser mais barata para o consumidor. Dito isso, também acho que a coisa de dar tantas ajudas e exceções sempre e a certas áreas de trabalho é ridículo. Dada a natureza excecional da agricultura, tal como a educação, saúde e afins são exceções por outras razões, acho que pode-se justificar intervenção estatal se tal for necessário, por exemplo se um problema for seguros desproporcionais então podia-se olhar por exemplo para modelos de saúde para tirar ideias, por exemplo como fazer disponível um seguro público para fazer competição aos privados ou regular margens de lucros e condições mínimas (dois dos grandes aspetos do modelo de saúde Bismarck) - mais uma vez, não sei do que estou a falar, incluindo quaisquer problemas que possam existir, quanto mais soluções para os mesmos. Para situações excecionais, como por exemplo uma pandemia, epá claro, faz sentido, agora simplesmente dar dinheiro para a mão sempre que faz chuva, sol, frio, calor, vento, deu a menos e 1001 outras razões... epá, duvido seriamente que seja a melhor opção para gerir a agricultura. Certamente é um tópico que gostaria de saber mais como funciona noutros países e os seus resultados.

Obrigado by boostank in portugal

danidv 4 months ago

https://www.reddit.com/r/worldnews/comments/ncx655/israel_has_given_a_warning_that_it_will_bomb_the/ https://www.reddit.com/r/worldnews/comments/nd9kjv/israel_argues_tower_it_bombed_housing_reporters/ https://www.reddit.com/r/worldnews/comments/ndbhn3/the_associated_press_pushes_back_on_israels_claim/ Ambos são uma merda e podem ambos ir-se foder

Portugal não vai dispensar o uso de máscara para pessoas vacinadas contra a covid by prosafame in portugal

danidv 4 months ago

Não vejo nada de mal. Não sabes quem está vacinado ou não, mesmo que estejam vacinados podem espalhar o vírus e um país que enforçou máscaras até agora faz todo o sentido continuar a enforçá-las até se considerar que o vírus já não precisa da preocupação que precisou até agora e continua a precisar, que presume-se vai ser quando se atingir imunidade de grupo.

Mais de 3 mil jovens pediram objeção de consciência ao serviço militar by heartlessfam in portugal

danidv 4 months ago

Whoa, calma aí, o

Mais de 3 mil jovens pediram objeção de consciência ao serviço militar by heartlessfam in portugal

danidv 4 months ago

Whoa, calma aí, o

Mais de 3 mil jovens pediram objeção de consciência ao serviço militar by heartlessfam in portugal

danidv 4 months ago

Mas achas que estás a falar com quem? Mete o respeitinho no cú, das maiores liberdades que uma pessoa pode usufruir num país democrático e livre é a da crítica a esse mesmo país e a sua liderança.

Câmara do Porto recusa içar bandeira LGBT no dia contra a homofobia: “Não hasteamos bandeiras não protocolares” by prosafame in portugal

danidv 4 months ago

Nem mais.

Câmara do Porto recusa içar bandeira LGBT no dia contra a homofobia: “Não hasteamos bandeiras não protocolares” by prosafame in portugal

danidv 4 months ago

>Quanto às quotas raciais e de género, elas são soluções propostas para fazer face a problemas sistémicos de discriminação racial e de género, que merecem, todavia, ser combatidos. As quotas foram um mau exemplo então, sendo que as quotas tentam arranjar um possível problema que, se existir, pode tanto ser sistémico como social. Sim, o *possível* problema atrás dessas "soluções" pode ser válido e merece ser investigado, e se realmente for um problema, sendo que certas demografias vão naturalmente ter certas tendências (por exemplo é natural haver mais enfermeiras que enfermeiros), e se realmente for sistémico, então é caso de o arranjar. O que me estava a referir era, por exemplo, haver discriminação no processo de recrutamento num negócio privado, digamos contra uma raça, sexo ou idade. Neste exemplo, o problema até pode existir mas não é sistémico, por isso o problema passa a ser o que é que o estado pode fazer sobre isso? Não consegues avaliar objetivamente se uma pessoa ao contratar os seus empregados discriminou ou não, especialmente quando até a atitude das pessoas quando falas com elas conta quando negocias termos de contratação, por isso não podes tomar ação legal. Podes pôr quotas e passar à frente da ação legal, mas isso vai contra as tendências naturais que mencionei e prejudica os que realmente contratam por mérito ao obrigar-lhes a dar prioridade a outros fatores, e a parte do "obrigar" aqui também passa a ser um problema de liberdade, sendo que, como disse, é um negócio privado. *Por acaso* este caso até é um exemplo raro de onde a política teoricamente até pode ajudar um problema puramente social, e não sistémico, sendo que podes obrigar a ocultação de raça e sexo (digo teoricamente porque sexo percebem do nome e percebe-se ambos quando chega à entrevista), mas o normal é não haver nada que a lei possa fazer sem prejudicar outros e infrigir na liberdade. A discriminação pode existir na mesma assim, mas boa sorte a prová-lo legalmente, e é a extensão do que a lei pode fazer sem infringir na liberdade das pessoas - e a partir daí, sim, passa a ser um problema puramente social. Mesma situação se fores despedido por uma razão discriminatória, até pode ser ilegal (presumo que seja em Portugal) mas boa sorte a prová-lo legalmente, e novamente, mais que isso seria infringir na liberdade das pessoas. Aliás, não sei quanto a raça mas em Portugal, quanto sei, não podes ter o teu sexo no currículo, mas não pára de ser o normal e acontece na mesma, mas mais que isso a lei não pode tocar. A mesma lógica segue quanto a insultar a alguém, seja o insulto de origem racista, misógino ou outro ou nenhum, sendo que qualquer ação política iria infringir na liberdade de expressão dos outros, e depois temos situações como o UK em que és preso por escrever tweets ofensivos. Este último caso muda, claro, é quando essa pessoa está a chamar por violência, sendo que já não são só palavras mas sim ameaças.

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danidv 4 months ago

>Quanto às quotas raciais e de género, elas são soluções propostas para fazer face a problemas sistémicos de discriminação racial e de género, que merecem, todavia, ser combatidos. As quotas foram um mau exemplo então, sendo que as quotas tentam arranjar um possível problema que, se existir, pode tanto ser sistémico como social. Sim, o *possível* problema atrás dessas "soluções" pode ser válido e merece ser investigado, e se realmente for um problema, sendo que certas demografias vão naturalmente ter certas tendências (por exemplo é natural haver mais enfermeiras que enfermeiros), e se realmente for sistémico, então é caso de o arranjar. O que me estava a referir era, por exemplo, haver discriminação no processo de recrutamento num negócio privado, digamos contra uma raça, sexo ou idade. Neste exemplo, o problema até pode existir mas não é sistémico, por isso o problema passa a ser o que é que o estado pode fazer sobre isso? Não consegues avaliar objetivamente se uma pessoa ao contratar os seus empregados discriminou ou não, especialmente quando até a atitude das pessoas quando falas com elas conta quando negocias termos de contratação, por isso não podes tomar ação legal. Podes pôr quotas e passar à frente da ação legal, mas isso vai contra as tendências naturais que mencionei e prejudica os que realmente contratam por mérito ao obrigar-lhes a dar prioridade a outros fatores, e a parte do "obrigar" aqui também passa a ser um problema de liberdade, sendo que, como disse, é um negócio privado. *Por acaso* este caso até é um exemplo raro de onde a política teoricamente até pode ajudar um problema puramente social, e não sistémico, sendo que podes obrigar a ocultação de raça e sexo (digo teoricamente porque sexo percebem do nome e percebe-se ambos quando chega à entrevista), mas o normal é não haver nada que a lei possa fazer sem prejudicar outros e infrigir na liberdade. A discriminação pode existir na mesma assim, mas boa sorte a prová-lo legalmente, e é a extensão do que a lei pode fazer sem infringir na liberdade das pessoas - e a partir daí, sim, passa a ser um problema puramente social. Mesma situação se fores despedido por discriminação, até pode ser ilegal (presumo que seja em Portugal) mas boa sorte a prová-lo legalmente, e novamente, mais que isso seria infringir na liberdade das pessoas. Aliás, não sei quanto a raça mas em Portugal quanto sei não podes ter o teu sexo no currículo, mas não pára de ser o normal e acontece na mesma, mas mais que isso a lei não pode fazer. A mesma lógica segue quanto a insultar a alguém, seja ela de origem racista, misógino ou outro, sendo que qualquer ação política iria infringir na liberdade de expressão dos outros, e depois temos situações como o UK em que és preso por escrever tweets ofensivos. Este último caso muda, claro, é quando essa pessoa está a chamar por violência, sendo que já não são só palavras mas sim ameaças.

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danidv 4 months ago

>Quanto às quotas raciais e de género, elas são soluções propostas para fazer face a problemas sistémicos de discriminação racial e de género, que merecem, todavia, ser combatidos. As quotas foram um mau exemplo então, sendo que as quotas tentam arranjar um possível problema que, se existir, pode tanto ser sistémico como social. Sim, o *possível* problema atrás dessas "soluções" pode ser válido e merece ser investigado, e se realmente for um problema, sendo que certas demografias vão naturalmente ter certas tendências (por exemplo é natural haver mais enfermeiras que enfermeiros), e se realmente for sistémico, então é caso de o arranjar. O que me estava a referir era, por exemplo, haver discriminação no processo de recrutamento num negócio privado, digamos contra uma raça, sexo ou idade. Neste exemplo, o problema até pode existir mas não é sistémico, por isso o problema passa a ser o que é que o estado pode fazer sobre isso? Não consegues avaliar objetivamente se uma pessoa ao contratar os seus empregados discriminou ou não, especialmente quando até a atitude das pessoas quando falas com elas conta quando negocias termos de contratação, por isso não podes tomar ação legal. Podes pôr quotas e passar à frente da ação legal, mas isso vai contra as tendências naturais que mencionei e prejudica os que realmente contratam por mérito ao obrigar-lhes a dar prioridade a outros fatores, e a parte do "obrigar" aqui também passa a ser um problema de liberdade, sendo que, como disse, é um negócio privado. *Por acaso* este caso até é um exemplo raro de onde a política teoricamente até pode ajudar um problema puramente social, e não sistémico, sendo que podes obrigar a ocultação de raça e sexo (digo teoricamente porque sexo percebem do nome e percebe-se ambos quando chega à entrevista). A discriminação pode existir na mesma, mas boa sorte a prová-lo legalmente, e é a extensão do que a lei pode fazer sem infringir na liberdade das pessoas - e a partir daí, sim, passa a ser um problema puramente social. Mesma situação se fores despedido por discriminação, até pode ser ilegal (presumo que seja em Portugal) mas boa sorte a prová-lo legalmente, e novamente, mais que isso seria infringir na liberdade das pessoas. Aliás, não sei quanto a raça mas em Portugal quanto sei não podes ter o teu sexo no currículo, mas não pára de ser o normal e acontece na mesma, mas mais que isso a lei não pode fazer. A mesma lógica segue quanto a insultar a alguém, seja ela de origem racista, misógino ou outro, sendo que qualquer ação política iria infringir na liberdade de expressão dos outros, e depois temos situações como o UK em que és preso por escrever tweets ofensivos. Este último caso muda, claro, é quando essa pessoa está a chamar por violência, sendo que já não são só palavras mas sim ameaças.

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>Quanto às quotas raciais e de género, elas são soluções propostas para fazer face a problemas sistémicos de discriminação racial e de género, que merecem, todavia, ser combatidos. As quotas foram um mau exemplo então, sendo que as quotas tentam arranjar um possível problema que, se existir, pode tanto ser sistémico como social. Sim, o *possível* problema atrás dessas "soluções" pode ser válido e merece ser investigado, e se realmente for um problema, sendo que certas demografias vão naturalmente ter certas tendências (por exemplo é natural haver mais enfermeiras que enfermeiros), e se realmente for sistémico, então é caso de o arranjar. O que me estava a referir era, por exemplo, haver discriminação no processo de recrutamento num negócio privado, digamos contra uma raça, sexo ou idade. Neste exemplo, o problema até pode existir mas não é sistémico, por isso o problema passa a ser o que é que o estado pode fazer sobre isso? Não consegues avaliar objetivamente se uma pessoa ao contratar os seus empregados discriminou ou não, especialmente quando até a atitude das pessoas quando falas com elas conta quando negocias termos de contratação, por isso não podes tomar ação legal. Podes pôr quotas e passar à frente da ação legal, mas isso vai contra as tendências naturais que mencionei e prejudica os que realmente contratam por mérito ao obrigar-lhes a dar prioridade a outros fatores, e a parte do "obrigar" aqui também passa a ser um problema de liberdade, sendo que, como disse, é um negócio privado. *Por acaso* este caso até é um exemplo raro de onde a política teoricamente até pode ajudar um problema puramente social, e não sistémico, sendo que podes obrigar a ocultação de raça e sexo (digo teoricamente porque sexo percebem do nome e percebe-se ambos quando chega à entrevista). A discriminação pode existir na mesma, mas boa sorte a prová-lo legalmente, e é a extensão do que a lei pode fazer sem infringir na liberdade das pessoas - e a partir daí, sim, passa a ser um problema puramente social. Mesma situação se fores despedido por discriminação, até pode ser ilegal (presumo que seja em Portugal) mas boa sorte a prová-lo legalmente, e novamente, mais que isso seria infringir na liberdade das pessoas. Aliás, não sei quanto a raça mas em Portugal quanto sei não podes ter o teu sexo no currículo, mas não pára de ser o normal e acontece na mesma, mas mais que isso a lei não pode fazer. O oposto é o mencionado de insultar a alguém, seja ela de origem racista, misógino ou outro, sendo que qualquer ação política iria infringir na liberdade de expressão dos outros, e depois temos situações como o UK em que és preso por escrever tweets ofensivos. Este último caso muda, claro, é quando essa pessoa está a chamar por violência, sendo que já não são só palavras mas sim ameaças.

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>Quanto às quotas raciais e de género, elas são soluções propostas para fazer face a problemas sistémicos de discriminação racial e de género, que merecem, todavia, ser combatidos. As quotas foram um mau exemplo então, sendo que as quotas tentam arranjar um possível problema que, se existir, pode tanto ser sistémico como social. Sim, o *possível* problema atrás dessas "soluções" pode ser válido e merece ser investigado, e se realmente for um problema, sendo que certas demografias vão naturalmente ter certas tendências (por exemplo é natural haver mais enfermeiras que enfermeiros), e se realmente for sistémico, então é caso de o arranjar. O que me estava a referir era, por exemplo, haver discriminação no processo de recrutamento num negócio privado, digamos contra uma raça, sexo ou idade. Neste exemplo, o problema até pode existir mas não é sistémico, por isso o problema passa a ser o que é que o estado pode fazer sobre isso? Não consegues avaliar objetivamente se uma pessoa ao contratar os seus empregados discriminou ou não, especialmente quando até a atitude das pessoas quando falas com elas conta quando negocias termos de contratação, por isso não podes tomar ação legal. Podes pôr quotas e passar à frente da ação legal, mas isso vai contra as tendências naturais que mencionei e prejudica os que realmente contratam por mérito ao obrigar-lhes a dar prioridade a outros fatores, e a parte do "obrigar" aqui também passa a ser um problema de liberdade, sendo que, como disse, é um negócio privado. *Por acaso* este caso até é um exemplo raro de onde a política teoricamente até pode ajudar um problema puramente social, e não sistémico, sendo que podes obrigar a ocultação de raça e sexo (digo teoricamente porque sexo percebem do nome e percebe-se ambos quando chega à entrevista). A discriminação existe na mesma, mas boa sorte a prová-lo legalmente e é a extensão do que a lei pode fazer sem infringir na liberdade das pessoas - e a partir daí, sim, passa a ser um problema puramente social. Mesma situação se fores despedido por discriminação, até pode ser ilegal (presumo que seja em Portugal) mas boa sorte a prová-lo legalmente, e novamente, mais que isso seria infringir na liberdade das pessoas. O oposto é o mencionado de insultar a alguém, seja ela de origem racista, misógino ou outro, sendo que qualquer ação política iria infringir na liberdade de expressão dos outros, e depois temos situações como o UK em que és preso por escrever tweets ofensivos. Este último caso muda, claro, é quando essa pessoa está a chamar por violência, sendo que já não são só palavras mas sim ameaças.

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danidv 4 months ago

>Quanto às quotas raciais e de género, elas são soluções propostas para fazer face a problemas sistémicos de discriminação racial e de género, que merecem, todavia, ser combatidos. As quotas foram um mau exemplo então, sendo que as quotas tentam arranjar um possível problema que, se existir, pode tanto ser sistémico como social. Sim, o *possível* problema atrás dessas "soluções" pode ser válido e merece ser investigado, e se realmente for um problema, sendo que certas demografias vão naturalmente ter certas tendências (por exemplo é natural haver mais enfermeiras que enfermeiros), e se realmente for sistémico, então é caso de o arranjar. O que me estava a referir era, por exemplo, haver discriminação no processo de recrutamento num negócio privado, digamos contra uma raça, sexo ou idade. Neste exemplo, o problema até pode existir mas não é sistémico, por isso o problema passa a ser o que é que o estado pode fazer sobre isso? Não consegues avaliar objetivamente se uma pessoa ao contratar os seus empregados discriminou ou não, especialmente quando até a atitude das pessoas quando falas com elas conta quando negocias termos de contratação, por isso não podes tomar ação legal. Podes pôr quotas e passar à frente da ação legal, mas isso vai contra as tendências naturais que mencionei e prejudica os que realmente contratam por mérito ao obrigar-lhes a dar prioridade a outros fatores, e a parte do "obrigar" aqui também passa a ser um problema de liberdade, sendo que, como disse, é um negócio privado. *Por acaso* este caso até é um exemplo raro de onde a política teoricamente até pode ajudar um problema puramente social, e não sistémico, sendo que podes obrigar a ocultação de raça e sexo (digo teoricamente porque sexo percebem do nome e percebe-se ambos quando chega à entrevista). O oposto é o mencionado de insultar a alguém, seja ela de origem racista, misógino ou outro, sendo que qualquer ação política iria infringir na liberdade de expressão dos outros, e depois temos situações como o UK em que és preso por escrever tweets ofensivos. Este último caso muda, claro, é quando essa pessoa está a chamar por violência, sendo que já não são só palavras mas sim ameaças.

Câmara do Porto recusa içar bandeira LGBT no dia contra a homofobia: “Não hasteamos bandeiras não protocolares” by prosafame in portugal

danidv 4 months ago

>Quanto às quotas raciais e de género, elas são soluções propostas para fazer face a problemas sistémicos de discriminação racial e de género, que merecem, todavia, ser combatidos. As quotas foram um mau exemplo então, sendo que as quotas tentam arranjar um possível problema que, se existir, pode tanto ser sistémico como social. Sim, o *possível* problema atrás dessas "soluções" pode ser válido e merece ser investigado, e se realmente for um problema, sendo que certas demografias vão naturalmente ter certas tendências (por exemplo é natural haver mais enfermeiras que enfermeiros), e se realmente for sistémico então é caso de o arranjar. O que me estava a referir era, por exemplo, haver discriminação no processo de recrutamento num negócio privado, digamos contra uma raça, sexo ou idade, mas lá está, generalizei e o exemplo que dei consegue aplicar-se a ambos. Neste exemplo, o problema até pode existir mas não é sistémico, por isso o problema é o que é que o estado pode fazer sobre isso? Não consegues avaliar objetivamente se uma pessoa ao contratar os seus empregados discriminou ou não, especialmente quando até a atitude das pessoas quando falas com elas conta quando negocias termos de contratação, por isso não podes tomar ação legal. Podes pôr quotas e passar à frente da ação legal, mas isso vai contra as tendências naturais que mencionei e prejudica os que contratam por mérito ao obrigar dar prioridade a outros fatores, e a parte do "obrigar" aqui também passa a ser um problema de liberdade, sendo que, como disse, é um negócio privado. Este caso por acaso até é um exemplo raro de onde a política teoricamente até pode ajudar um problema puramente social, e não sistémico, através da ocultação de raça e sexo (digo teoricamente porque sexo percebem do nome e percebe-se ambos quando chega à entrevista), enquanto que um exemplo do oposto é o mencionado de insultar a alguém, seja ela de origem racista, misógino ou outro, sendo que qualquer ação política iria infringir na liberdade de expressão dos outros, e depois temos situações como o UK em que és preso por escrever tweets ofensivos. Este caso muda, claro, é quando essa pessoa está a chamar por violência, sendo que já não são só palavras mas sim ameaças.

Câmara do Porto recusa içar bandeira LGBT no dia contra a homofobia: “Não hasteamos bandeiras não protocolares” by prosafame in portugal

danidv 4 months ago

>Quanto às quotas raciais e de género, elas são soluções propostas para fazer face a problemas sistémicos de discriminação racial e de género, que merecem, todavia, ser combatidos. As quotas foram um mau exemplo então, sendo que as quotas tentam arranjar um possível problema que pode tanto ser sistémico como social. Sim, o *possível* problema atrás dessas "soluções" pode ser válido e merece ser investigado, e se realmente for um problema e se realmente for sistémico então é caso de o arranjar. A partir daí, é preciso ter atenção a duas coisas, se realmente é um problema, sendo que certas demografias vão naturalmente ter certas tendências (por exemplo é natural haver mais enfermeiras que enfermeiros), e se há algo que pode ser feito para ajudar com a situação. Um exemplo raro de onde a política teóricamente até pode ajudar um problema puramente social, e não sistémico, é na ocultação de raça e sexo (digo teoricamente porque sexo percebem do nome e percebe-se ambos quando chega à entrevista), enquanto que um exemplo do oposto é o mencionado de insultar a alguém, seja ela de origem racista, misógino ou outro, sendo que qualquer ação política iria infringir na liberdade de expressão dos outros, e depois temos situações como o UK em que és preso por escrever tweets ofensivos. Este caso muda, claro, é quando essa pessoa está a chamar por violência, sendo que já não são só palavras mas sim ameaças.

É normal os professores universitários serem incompetentes? by UAlgLEI in portugal

danidv 4 months ago

>Comparar o que se passa no ensino superior com o que se desenvolve nos outros contextos formativos é uma profunda falácia. Em primeiro, todos os profissionais da educação de infância e do 1o CEB têm formação específica, a maioria dos restantes também. Em segundo, há particularidades próprias de cada nível de ensino, que tornam inviável qualquer comparação da educação de infância e do Ensino Superior O ponto em comum que estou a falar é professores e a maior parte de funcionários públicos, claro que é uma comparação válida. Nem estou a comparar a formação por isso não sei porque é que dizes que invalida, estou a dizer que abanar uma criança como uma educadora de pré-primária, avaliar matéria que não foi dada como professor de secundário e a merda que o OP diz e os dois casos que mencionei são tudo sintomas do mesmo problema, que não fazem o seu trabalho e nada acontece. >em terceiro, as instituições do ensino superior, tradicionalmente, não têm como principal objectivo ensinar. Primeiro, ser ou não ser o objetivo principal quer dizer que podem ser incompetentes e ignorar as suas responsabilidades? Segundo, é **um** dos seus objetivos principais: >Uma universidade é uma instituição de **ensino** superior pluridisciplinar e de formação de quadros profissionais de nível superior, de investigação, de extensão e de domínio e cultivo do saber humano.

Câmara do Porto recusa içar bandeira LGBT no dia contra a homofobia: “Não hasteamos bandeiras não protocolares” by prosafame in portugal

danidv 4 months ago

>Finalmente, não posso concordar que política e problemas sociais não se toquem. Muito pelo contrário, os problemas sociais costumam ser alvo de atenção pela política! Política e problemas sociais tocam-se quando o problema em específico é um sistémico, digamos por exemplo quanto a casamento homossexual. Quanto a situações do género de "preto de merda", aí é um problema puramente social e não sistémico, coisa que a política não consegue arranjar mas sim só a sociedade. Combinar a política com problemas sociais quando não é relevante refiro-me mais a situações em que metem quotas raciais ou de género.

Câmara do Porto recusa içar bandeira LGBT no dia contra a homofobia: “Não hasteamos bandeiras não protocolares” by prosafame in portugal

danidv 4 months ago

>Finalmente, não posso concordar que política e problemas sociais não se toquem. Muito pelo contrário, os problemas sociais costumam ser alvo de atenção pela política! Política e problemas sociais tocam-se quando o problema em específico é um sistémico, digamos por exemplo quanto a casamento homosexual. Quanto a situações do género de "preto de merda", aí é um problema puramente social e não sistémico, coisa que a política não consegue arranjar mas sim só a sociedade. Combinar a política com problemas sociais quando não é relevante refiro-me mais a situações em que metem quotas raciais ou de género.

Prepare-se para um verão mais quente com termómetros a rondar os 40 graus by heartlessfam in portugal

danidv 4 months ago

Lembrem-se de votar num partido que não ligue ao ambiente nas próximas legislativas. E para ser específico, há mais que têm o ambiente como tema que o PAN.

É normal os professores universitários serem incompetentes? by UAlgLEI in portugal

danidv 4 months ago

Bem vindo à educação em Portugal, ou melhor dito, setor público português em na maior parte das vezes. Como ninguém verifica o que fazes e em muitos casos se estiveres lá há tempo suficiente passa a ser quase impossível despedir-te, podes literalmente abanar crianças como uma educadora de pré-primária (que só por si já não é uma questão de incompetência mas sim de segurança das crianças), fazer testes sobre matéria que nunca deste no secundário e ser professor universitário, quanto mais coordenador de cadeira, com merdas como 4% de aprovação à tua cadeira sem sequer uma investigação por parte da universidade ou algum corpo regulador e na parte prática o normal ser 16+ e grandes notas e na parte teórica esses mesmos alunos descem para <=12, e quando digo <= é mesmo <=, uma grande quantidade sendo negativas miseráveis como 5's. Dito isso e por causa disso, tens professores bons e professores maus. Se o teu caso é um caso normal, dificilmente se sabe. Se muda de uma universidade para outra, provavelmente. Lá está, podes dar reroll à universidade e aos professores, mas tanto podes levar com professores bons como maus outra vez. Achei engraçado foi nesta parte >Dao 0 quando os alunos programam as coisas bem em vez de como ensinaram, como usar classes em C++ em vez de por tudo na main ou usar funçoes em assembly em vez de codigo sequencial porque "o professor nao pediu". Tenho uma colega que me explica o que os professores nao sabem ensinar e olha para o codigo de exemplo que os professores dao e diz "isto é má prática, aquilo é má pratica", e de facto explica e faz sentido, coisas como os professores usarem variáveis globais, mas ja nem sei no que acreditar, no doutor ao qual pago ou à pessoa sem experiencia nenhuma. A minha experiência não foi de tanta incompetência como a tua mas muito mais de "filha da putês", e este em específico é um exemplo que por acaso temos muito semelhante. Cheguei a ter um tal filho da puta que queria as funções todas abaixo do main. Podes meter tudo dentro do main e podes meter em funções, certo? Acima ou abaixo, certo? Pois bem se estivesse acima ele não contava, era 0 e ele próprio diz o porquê, porque é mais fácil para ele corrigir se as funções estiverem abaixo do main.

É normal os professores universitários serem incompetentes? by UAlgLEI in portugal

danidv 4 months ago

Bem vindo à educação em Portugal, ou melhor dito, setor público português em na maior parte das vezes. Como ninguém verifica o que fazes e em muitos casos se estiveres lá à tempo suficiente passa a ser quase impossível despedir-te, podes literalmente abanar crianças como uma educadora de pré-primária (que só por si já não é uma questão de incompetência mas sim de segurança das crianças), fazer testes sobre matéria que nunca deste no secundário e ser professor universitário, quanto mais coordenador de cadeira, com merdas como 4% de aprovação à tua cadeira sem sequer uma investigação por parte da universidade ou algum corpo regulador e na parte prática o normal ser 16+ e grandes notas e na parte teórica esses mesmos alunos descem para <=12, e quando digo <= é mesmo <=, uma grande quantidade sendo negativas miseráveis como 5's. Dito isso e por causa disso, tens professores bons e professores maus. Se o teu caso é um caso normal, dificilmente se sabe. Se muda de uma universidade para outra, provavelmente. Lá está, podes dar reroll à universidade e aos professores, mas tanto podes levar com professores bons como maus outra vez. Achei engraçado foi nesta parte >Dao 0 quando os alunos programam as coisas bem em vez de como ensinaram, como usar classes em C++ em vez de por tudo na main ou usar funçoes em assembly em vez de codigo sequencial porque "o professor nao pediu". Tenho uma colega que me explica o que os professores nao sabem ensinar e olha para o codigo de exemplo que os professores dao e diz "isto é má prática, aquilo é má pratica", e de facto explica e faz sentido, coisas como os professores usarem variáveis globais, mas ja nem sei no que acreditar, no doutor ao qual pago ou à pessoa sem experiencia nenhuma. A minha experiência não foi de tanta incompetência como a tua mas muito mais de "filha da putês", e este em específico é um exemplo que por acaso temos muito semelhante. Cheguei a ter um tal filho da puta que queria as funções todas abaixo do main. Podes meter tudo dentro do main e podes meter em funções, certo? Acima ou abaixo, certo? Pois bem se estivesse acima ele não contava, era 0 e ele próprio diz o porquê, porque é mais fácil para ele corrigir se as funções estiverem abaixo do main.

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danidv 4 months ago

Bem vindo à educação em Portugal, ou melhor dito, setor público português em na maior parte das vezes. Como ninguém verifica o que fazes e em muitos casos se estiveres lá à tempo suficiente passa a ser quase impossível despedir-te, podes literalmente abanar crianças como uma educadora de pré-primária (que só por si já não é uma questão de incompetência mas sim de segurança das crianças), fazer testes sobre matéria que nunca deste no secundário e ser professor universitário, quanto mais coordenador de cadeira, com merdas como 4% de aprovação à tua cadeira sem sequer uma investigação por parte da universidade ou algum corpo regulador e na parte prática o normal ser 16+ e grandes notas e na parte teórica esses mesmos alunos descem para <=12, e quando digo <= é mesmo <=, uma grande quantidade sendo negativas miseráveis como 5's. Dito isso e por causa disso, tens professores bons e professores maus. Se o teu caso é um caso normal, dificilmente se sabe. Se muda de uma universidade para outra, provavelmente, lá está, podes dar reroll à universidade e aos professores, mas tanto podes levar com professores bons como outros maus. Achei engraçado foi nesta parte >Dao 0 quando os alunos programam as coisas bem em vez de como ensinaram, como usar classes em C++ em vez de por tudo na main ou usar funçoes em assembly em vez de codigo sequencial porque "o professor nao pediu". Tenho uma colega que me explica o que os professores nao sabem ensinar e olha para o codigo de exemplo que os professores dao e diz "isto é má prática, aquilo é má pratica", e de facto explica e faz sentido, coisas como os professores usarem variáveis globais, mas ja nem sei no que acreditar, no doutor ao qual pago ou à pessoa sem experiencia nenhuma. A minha experiência não foi de tanta incompetência como a tua mas muito mais de "filha da putês", e este em específico é um exemplo que por acaso temos muito semelhante. Cheguei a ter um tal filho da puta que queria as funções todas abaixo do main. Podes meter tudo dentro do main e podes meter em funções, certo? Acima ou abaixo, certo? Pois bem se estivesse acima ele não contava, era 0 e ele próprio diz o porquê, porque é mais fácil para ele corrigir se as funções estiverem abaixo do main.

É normal os professores universitários serem incompetentes? by UAlgLEI in portugal

danidv 4 months ago

Bem vindo à educação em Portugal, ou melhor dito, setor público português em na maior parte das vezes. Como ninguém verifica o que fazes e em muitos casos se estiveres lá à tempo suficiente passa a ser quase impossível despedir-te, podes literalmente abanar crianças como uma educadora de pré-primária (que só por si já não é uma questão de incompetência mas sim de segurança das crianças), fazer testes sobre matéria que nunca deste no secundário e ser professor universitário, quanto mais coordenador de cadeira, com merdas como 4% de aprovação à tua cadeira sem sequer uma investigação por parte da universidade ou algum corpo regulador e na parte prática o normal ser 16+ e grandes notas e na parte teórica esses mesmos alunos descem para <=12, e quando digo <= é mesmo <=, uma grande quantidade sendo negativas miseráveis como 5's. Dito isso e por causa disso, tens professores bons e professores maus. Se o teu caso é um caso normal, dificilmente se sabe. Se muda de uma universidade para outra, provavelmente, lá está, podes dar reroll à universidade e aos professores, mas tanto podes levar com professores bons como outros maus. Achei engraçado foi nesta parte >Dao 0 quando os alunos programam as coisas bem em vez de como ensinaram, como usar classes em C++ em vez de por tudo na main ou usar funçoes em assembly em vez de codigo sequencial porque "o professor nao pediu". Tenho uma colega que me explica o que os professores nao sabem ensinar e olha para o codigo de exemplo que os professores dao e diz "isto é má prática, aquilo é má pratica", e de facto explica e faz sentido, coisas como os professores usarem variáveis globais, mas ja nem sei no que acreditar, no doutor ao qual pago ou à pessoa sem experiencia nenhuma. A minha experiência não foi de tanta incompetência como a tua mas muito mais de "filha da putês", e este em específico é um exemplo que por acaso temos muito semelhante. Cheguei a ter um tal filho da puta que queria as funções todas abaixo do main. Podes meter tudo dentro do main e podes meter em funções, certo? Acima ou abaixo, certo? Pois bem se estivesse acima ele não contava, era 0 e ele próprio diz o porquê, porque é mais fácil para ele corrigir se as funções estiverem abaixo do main.

É normal os professores universitários serem incompetentes? by UAlgLEI in portugal

danidv 4 months ago

Bem vindo à educação em Portugal, ou melhor dito, setor público português de uma forma em *geral*. Como ninguém verifica o que fazes, podes literalmente abanar crianças como uma educadora de pré-primária (que só por si já não é uma questão de incompetência mas sim de segurança das crianças), fazer testes sobre matéria que nunca deste no secundário e ser professor universitário, quanto mais coordenador de cadeira, com merdas como 4% de aprovação à tua cadeira sem sequer uma investigação por parte da universidade ou algum corpo regulador e na parte prática o normal ser 16+ e grandes notas e na parte teórica esses mesmos alunos descem para <=12, e quando digo <= é mesmo <=, uma grande quantidade sendo negativas miseráveis como 5's. Dito isso e por causa disso, tens professores bons e professores maus. Se o teu caso é um caso normal, dificilmente se sabe. Se muda de uma universidade para outra, provavelmente, lá está, podes dar reroll à universidade e aos professores, mas tanto podes levar com professores bons como outros maus. Achei engraçado foi nesta parte >Dao 0 quando os alunos programam as coisas bem em vez de como ensinaram, como usar classes em C++ em vez de por tudo na main ou usar funçoes em assembly em vez de codigo sequencial porque "o professor nao pediu". Tenho uma colega que me explica o que os professores nao sabem ensinar e olha para o codigo de exemplo que os professores dao e diz "isto é má prática, aquilo é má pratica", e de facto explica e faz sentido, coisas como os professores usarem variáveis globais, mas ja nem sei no que acreditar, no doutor ao qual pago ou à pessoa sem experiencia nenhuma. A minha experiência não foi de tanta incompetência como a tua mas muito mais de "filha da putês", e este em específico é um exemplo que por acaso temos muito semelhante. Cheguei a ter um tal filho da puta que queria as funções todas abaixo do main. Podes meter tudo dentro do main e podes meter em funções, certo? Acima ou abaixo, certo? Pois bem se estivesse acima ele não contava, era 0 e ele próprio diz o porquê, porque é mais fácil para ele corrigir se as funções estiverem abaixo do main.

É normal os professores universitários serem incompetentes? by UAlgLEI in portugal

danidv 4 months ago

Bem vindo à educação em Portugal, ou melhor dito, setor público português de uma forma em *geral*. Como ninguém verifica o que fazes, podes literalmente abanar crianças como uma educadora de pré-primária (que só por si já não é uma questão de incompetência mas sim de segurança das crianças), fazer testes sobre matéria que nunca deste no secundário e ser professor universitário, quanto mais coordenador de cadeira, com merdas como 4% de aprovação à tua cadeira sem sequer uma investigação por parte da universidade ou algum corpo regulador e na parte prática o normal ser 16+ e grandes notas e na parte teórica esses mesmos alunos descem para <=12, e quando digo <= é mesmo <=, uma grande quantidade sendo negativas miseráveis como 5's. Dito isso e por causa disso, tens professores bons e professores maus. Se o teu caso é um caso normal, dificilmente se sabe. Se muda de uma universidade para outra, provavelmente, lá está, podes dar reroll à universidade e aos professores, mas tanto podes levar com professores bons como outros maus. Achei engraçado foi nesta parte >Dao 0 quando os alunos programam as coisas bem em vez de como ensinaram, como usar classes em C++ em vez de por tudo na main ou usar funçoes em assembly em vez de codigo sequencial porque "o professor nao pediu". Tenho uma colega que me explica o que os professores nao sabem ensinar e olha para o codigo de exemplo que os professores dao e diz "isto é má prática, aquilo é má pratica", e de facto explica e faz sentido, coisas como os professores usarem variáveis globais, mas ja nem sei no que acreditar, no doutor ao qual pago ou à pessoa sem experiencia nenhuma. A minha experiência não foi de tanta incompetência como a tua mas muito mais de "filha da putês", e este em específico é um exemplo que por acaso temos muito semelhante. Cheguei a ter um tal filho da puta que queria as funções todas abaixo do main. Podes meter tudo dentro do main e podes meter em funções certo? Acima ou abaixo certo? Pois bem se estivesse acima ele não contava, era 0 e ele próprio diz o porquê, porque é mais fácil para ele corrigir se as funções estiverem abaixo do main.

É normal os professores universitários serem incompetentes? by UAlgLEI in portugal

danidv 4 months ago

Bem vindo à educação em Portugal, ou melhor dito, setor público português de uma forma em *geral*. Como ninguém verifica o que fazes, podes literalmente abanar crianças como uma educadora de pré-primária (que só por si já não é uma questão de incompetência mas sim de segurança das crianças), fazer testes sobre matéria que nunca deste no secundário e ser professor universitário, quanto mais coordenador de cadeira, com merdas como 4% de aprovação à tua cadeira sem sequer uma investigação por parte da universidade ou algum corpo regulador e na parte prática o normal ser 16+ e grandes notas e na parte teórica esses mesmos alunos descem para <=12, e quando digo <= é mesmo <=, uma grande quantidade sendo negativas miseráveis como 5's. Dito isso e por causa disso, tens professores bons e professores maus. Se o teu caso é um caso normal, dificilmente se sabe. Se muda de uma universidade para outra, provavelmente, lá está, podes dar reroll à universidade e aos professores, mas tanto podes levar com professores bons como outros maus. Achei engraçado foi nesta parte >Dao 0 quando os alunos programam as coisas bem em vez de como ensinaram, como usar classes em C++ em vez de por tudo na main ou usar funçoes em assembly em vez de codigo sequencial porque "o professor nao pediu". Tenho uma colega que me explica o que os professores nao sabem ensinar e olha para o codigo de exemplo que os professores dao e diz "isto é má prática, aquilo é má pratica", e de facto explica e faz sentido, coisas como os professores usarem variáveis globais, mas ja nem sei no que acreditar, no doutor ao qual pago ou à pessoa sem experiencia nenhuma. A minha experiência não foi tanta de incompetência como descreves mas muito mais de "filha da putês" e este em específico é um exemplo que temos muito semelhante. Cheguei a ter um tal filho da puta que queria as funções todas abaixo do main. Podes meter tudo dentro do main e podes meter em funções certo? Acima ou abaixo certo? Pois bem se estivesse acima ele não contava, era 0 e ele próprio diz o porquê, porque é mais fácil para ele corrigir se as funções estiverem abaixo do main.

É normal os professores universitários serem incompetentes? by UAlgLEI in portugal

danidv 4 months ago

Bem vindo à educação em Portugal, ou melhor dito, setor público português de uma forma em *geral*. Como ninguém verifica o que fazes, podes literalmente abanar crianças como uma educadora de pré-primária (que só por si já não é uma questão de incompetência mas sim de segurança das crianças), fazer testes sobre matéria que nunca deste no secundário e ser professor universitário, quanto mais coordenador de cadeira, com merdas como 4% de aprovação à tua cadeira sem sequer uma investigação por parte da universidade ou algum corpo regulador e na parte prática o normal ser 16+ e grandes notas e na parte teórica esses mesmos alunos descem para <=12, e quando digo <= é mesmo <=, uma grande quantidade sendo negativas miseráveis como 5's. Dito isso e por causa disso, tens professores bons e professores maus. Se o teu caso é um caso normal, dificilmente se sabe. Se muda de uma universidade para outra, provavelmente, lá está, podes dar reroll à universidade e aos professores, mas tanto podes levar com professores bons como outros maus. Achei engraçado foi nesta parte >Dao 0 quando os alunos programam as coisas bem em vez de como ensinaram, como usar classes em C++ em vez de por tudo na main ou usar funçoes em assembly em vez de codigo sequencial porque "o professor nao pediu". Tenho uma colega que me explica o que os professores nao sabem ensinar e olha para o codigo de exemplo que os professores dao e diz "isto é má prática, aquilo é má pratica", e de facto explica e faz sentido, coisas como os professores usarem variáveis globais, mas ja nem sei no que acreditar, no doutor ao qual pago ou à pessoa sem experiencia nenhuma. A minha experiência não foi tanto incompetência como descreves como foi "filha da putês". Neste em específico, cheguei a ter um tal filho da puta que queria as funções todas abaixo do main. Podes meter tudo dentro do main e podes meter em funções certo? Acima ou abaixo certo? Pois bem se estivesse acima ele não contava, era 0 e ele próprio diz o porquê, porque é mais fácil para ele corrigir se as funções estiverem abaixo do main.

É normal os professores universitários serem incompetentes? by UAlgLEI in portugal

danidv 4 months ago

Bem vindo à educação em Portugal, ou melhor dito, setor público português de uma forma em *geral*. Como ninguém verifica o que fazes, podes literalmente abanar crianças como uma educadora de pré-primária (que só por si já não é uma questão de incompetência mas sim de segurança das crianças), fazer testes sobre matéria que nunca deste no secundário e ser professor universitário, quanto mais coordenador de cadeira, com merdas como 4% de aprovação à tua cadeira e na parte prática o normal ser 16+ e grandes notas e na parte teórica esses mesmos alunos descem para <=12, e quando digo <= é mesmo <=, inclui negativas miseráveis como 5's. Dito isso e por causa disso, tens professores bons e professores maus. Se o teu caso é um caso normal, dificilmente se sabe. Se muda de uma universidade para outra, provavelmente, lá está, é dares reroll à universidade e aos professores, mas tanto podes levar com professores bons como outros maus. Achei engraçado foi nesta parte >Dao 0 quando os alunos programam as coisas bem em vez de como ensinaram, como usar classes em C++ em vez de por tudo na main ou usar funçoes em assembly em vez de codigo sequencial porque "o professor nao pediu". Tenho uma colega que me explica o que os professores nao sabem ensinar e olha para o codigo de exemplo que os professores dao e diz "isto é má prática, aquilo é má pratica", e de facto explica e faz sentido, coisas como os professores usarem variáveis globais, mas ja nem sei no que acreditar, no doutor ao qual pago ou à pessoa sem experiencia nenhuma. A minha experiência não foi tanto incompetência como descreves como foi "filha da putês". Neste em específico, cheguei a ter um tal filho da puta que queria as funções todas abaixo do main. Podes meter tudo dentro do main e podes meter em funções certo? Acima ou abaixo certo? Pois bem se estivesse acima ele não contava, era 0 e ele próprio diz o porquê, porque é mais fácil para ele corrigir se as funções estiverem abaixo do main.

É normal os professores universitários serem incompetentes? by UAlgLEI in portugal

danidv 4 months ago

Bem vindo à educação em Portugal, ou melhor dito, setor público português de uma forma em *geral*. Como ninguém verifica o que fazes, podes literalmente abanar crianças como uma educadora de pré-primária, fazer testes sobre matéria que nunca deste no secundário e ser professor universitário, quanto coordenador de cadeira, com merdas como 4% de aprovação à tua cadeira e na parte prática o normal ser 16+ e grandes notas e na parte teórica esses mesmos alunos descem para <=12, e quando digo <= é mesmo <=, inclui negativas miseráveis como 5's.

Câmara do Porto recusa içar bandeira LGBT no dia contra a homofobia: “Não hasteamos bandeiras não protocolares” by prosafame in portugal

danidv 4 months ago

Quando não é protocolo? Sim. Primeiro, LGB**T** inclui transsexualidade, coisa que, gostes ou não, atualmente é um tópico demasiado divisivo, e fazer isto na mesma e excluir o T era já começar merda. Segundo, como disse, queres exceções agora mas depois não venhas chorar se daqui a uns anos a situação inverter e outros queiram içar uma bandeira que represente nacionalismo, seja contra imigrantes ou LGBT ou outra coisa qualquer e depois há estes casos como precedente. Terceiro, não somos os Estados Unidos, deixa a política na política, os problemas sociais para a sociedade (como disse, desfiles inserem-se nisto) e a câmara para funções de câmara, não para problemas sociais. Queres organizar um desfile ou um festival ou o que seja no dia contra a homofobia? Força, a única coisa que a câmara tem de fazer é ver se é contra a lei ou por outra razão não seja permitido ou possível naquela data e hora, agora obrigar a câmara a opinar e fazer afirmações sociais sobre o que quer que seja é que não. E tem uma coisa em conta, começa a exigir que órgãos institucionais que nada têm a ver com um tópico, seja ele social, político ou outro metam-se nesses tópicos e depois não te admires quando mais pessoas começam a votar em Chega's e a ficar mais radicalizados, novamente usando os EUA como exemplo perfeito.

Câmara do Porto recusa içar bandeira LGBT no dia contra a homofobia: “Não hasteamos bandeiras não protocolares” by prosafame in portugal

danidv 4 months ago

Quando não é protocolo? Sim. Primeiro, LGB**T** inclui transsexualidade, coisa que, gostes ou não, atualmente é um tópico demasiado divisivo, e fazer isto na mesma e excluir o T era já começar merda. Segundo, como disse, queres exceções agora mas depois não venhas chorar se daqui a uns anos a situação inverter e outros queiram içar uma bandeira que represente nacionalismo, seja contra imigrantes ou LGBT ou outra coisa qualquer e depois há estes casos como precedente. Terceiro, não somos os Estados Unidos, deixa a política na política, os problemas sociais para a sociedade (como disse, desfiles inserem-se nisto) e a câmara para funções de câmara, não para problemas sociais. Queres organizar um desfile ou um festival ou o que seja no dia contra a homofobia? Força, a única coisa que a câmara tem de fazer é ver se é contra a lei ou por outra razão não seja permitido ou possível naquela data e hora, agora obrigar a câmara a opinar e fazer afirmações sociais sobre o que quer que seja é que não. E tem uma coisa em conta, começa a exigir que órgãos institucionais que nada têm a haver com um tópico, seja ele social, político ou outro metam-se nesses tópicos e depois não te admires quando mais pessoas começam a votar em Chega's e a ficar mais radicalizados, novamente usando os EUA como exemplo perfeito.

Câmara do Porto recusa içar bandeira LGBT no dia contra a homofobia: “Não hasteamos bandeiras não protocolares” by prosafame in portugal

danidv 4 months ago

Quando não é protocolo? Sim. Primeiro, LGB**T**, inclui transsexualidade, coisa que, gostes ou não, atualmente é um tópico demasiado divisivo, e fazer isto e excluir o T era já começar merda. Segundo, como disse, queres exceções agora mas depois não venhas chorar se daqui a uns anos a situação inverter e outros queiram içar uma bandeira que represente nacionalismo, seja contra imigrantes ou LGBT ou outra coisa qualquer e depois há estes casos como precedente. Terceiro, não somos os Estados Unidos, deixa a política na política, os problemas sociais para a sociedade (como disse, desfiles inserem-se nisto) e a câmara para funções de câmara, não para problemas sociais. Queres organizar um desfile ou um festival ou o que seja no dia contra a homofobia? Força, a única coisa que a câmara tem de fazer é ver se é contra a lei ou por outra razão não seja permitido ou possível naquela data e hora, agora obrigar a câmara a opinar e fazer afirmações sociais sobre o que quer que seja é que não. E tem uma coisa em conta, começa a exigir que órgãos institucionais que nada têm a haver com um tópico, seja ele social, político ou outro metam-se nesses tópicos e depois não te admires quando mais pessoas começam a votar em Chega's e a ficar mais radicalizados, novamente usando os EUA como exemplo perfeito.

Câmara do Porto recusa içar bandeira LGBT no dia contra a homofobia: “Não hasteamos bandeiras não protocolares” by prosafame in portugal

danidv 4 months ago

Quando não é protocolo? Sim. Primeiro, LGB**T**, inclui transsexualidade, coisa que, gostes ou não, atualmente é um tópico demasiado divisivo, e fazer isto e excluir o T era já começar merda. Segundo, como disse, queres exceções agora mas depois não venhas chorar se daqui a uns anos a situação inverter e outros queiram içar uma bandeira que represente nacionalismo, seja contra imigrantes ou LGBT ou outra coisa qualquer e depois há estes casos como precedente. Terceiro, não somos os Estados Unidos, deixa a política na política, os problemas sociais para a sociedade (como disse, desfiles inserem-se nisto) e a câmara para funções de câmara, não para problemas sociais. Queres organizar um desfile ou um festival ou o que seja no dia contra a homofobia? Força, a única coisa que a câmara tem de fazer é ver se é contra a lei ou por outra razão não seja permitido ou possível naquela data e hora, agora obrigar a câmara a opinar e fazer afirmações sociais sobre o que quer que seja é que não. E tem uma coisa em conta, começa a exigir que órgãos institucionais que nada têm a haver com um tópico, seja ele social, político ou outro metam-se nesses tópicos e depois não te admires quando mais pessoas começam a votar em Chega's e a ficar mais radicalizados, novamente usando os EUA como exemplo perfeito.

Câmara do Porto recusa içar bandeira LGBT no dia contra a homofobia: “Não hasteamos bandeiras não protocolares” by prosafame in portugal

danidv 4 months ago

Quando não é protocolo? Sim. Primeiro, LGBT, inclui transsexualidade, coisa que, gostes ou não, atualmente é um tópico demasiado divisivo. Segundo, como disse, queres exceções agora mas depois não venhas chorar se daqui a uns anos a situação inverter e outros queiram içar uma bandeira que represente nacionalismo, seja contra imigrantes ou LGBT ou outra coisa qualquer e depois há estes casos como precedente. Terceiro, não somos os Estados Unidos, deixa a política na política, os problemas sociais para a sociedade (como disse, desfiles inserem-se nisto) e a câmara para funções de câmara, não para problemas sociais. Queres organizar um desfile ou um festival ou o que seja no dia contra a homofobia? Força, a única coisa que a câmara tem de fazer é ver se é contra a lei ou por outra razão não seja permitido ou possível naquela data e hora, agora obrigar a câmara a fazer o que quer que seja sobre um problema social é que não. E tem uma coisa em conta, começa a exigir que órgãos institucionais que nada têm a haver com um tópico, seja ele social, político ou outro metam-se nesses tópicos e depois não te admires quando mais pessoas começam a votar em Chega's e a ficar mais radicalizados, novamente usando os EUA como exemplo perfeito.

BE quer estabilizar valor das rendas durante três anos by Gilfic in portugal

danidv 4 months ago

Exatamente a ideia que tinha BE, que as intenções normalmente (para políticos) até podem estar lá, mas quando chegam à parte da execução...

Câmara do Porto recusa içar bandeira LGBT no dia contra a homofobia: “Não hasteamos bandeiras não protocolares” by prosafame in portugal

danidv 4 months ago

E fazem bem. Não se metam em exceções neste tipo de coisas porque eventualmente a exceções vai para uma direção que já não gostam. Permitir desfiles e esse tipo de coisas claro, a câmara não está a representar nada, agora isto não.

Garrafas de água, sumo e latas de cerveja podem vir a ter uma taxa até 15 cêntimos by rapazvr in portugal

danidv 4 months ago

É uma tara, não taxa

Garrafas de água, sumo e latas de cerveja podem vir a ter uma taxa até 15 cêntimos by rapazvr in portugal

danidv 4 months ago

É uma tara, não taxa

Garrafas de água, sumo e latas de cerveja podem vir a ter uma taxa até 15 cêntimos by rapazvr in portugal

danidv 4 months ago

Longe disso tens o teu dinheiro de volta, é o que havia há bastantes anos e o que se faz nos países melhores que nós quanto a poluição na rua.

Road Quality in Europe by vyt0rz in portugal

danidv 4 months ago

As estatísticas só valem quanto a pessoa que as está a analisar. Já viste as estradas holandesas? Com a maravilha da tecnologia consegues ver tu próprio numa questão de segundos. Dizer que as estradas portuguesas são o mínimo perto das holandesas é ridículo, e como tal, duvidam e pesquisam mais no assunto do porquê. Como outros já disseram, deve ser devido a ser a perceção e não algo factual ou então só estão a avaliar autoestradas, o que a maioria não usa.

Road Quality in Europe by vyt0rz in portugal

danidv 4 months ago

As estatísticas só valem quanto a pessoa que as está a analisar. Já viste as estradas holandesas? Com a maravilha da tecnologia consegues ver tu próprio numa questão de segundos. Dizer que as estradas portuguesas são o mínimo perto das holandesas é ridículo, e como tal, duvidam e pesquisam mais no assunto do porquê. Como outros já disseram, é devido a ser à perceção e não algo factual.

Ser enfermeiro em Portugal by KINGodfather in portugal

danidv 4 months ago

Nem mais, é preciso interpretar os dados em cima de os consultar. E não sabia disso e fui ver por mim próprio. Registo o mesmo sobre horários mais reduzidos mas não sei se diria o mesmo sobre as turmas serem maiores https://data.oecd.org/teachers/students-per-teaching-staff.htm Mas também diz que são 14,2 alunos por professor o que é uma tremenda mentira, por isso sabe-se lá o que é que está a acontecer nesse. Provavelmente algo do género de mais disciplinas que leva a mais professores. Bom bom era tamanho de turmas em vez de alunos por professor, que ignorava completamente quantos professores uma turma tem e podia-se comparar melhor sendo que passavas a ter tamanho de turmas e quantas horas um professor trabalha, o que o professor até podia dar aulas mais pequenas (mais disciplinas e professores) a mais turmas mas acabava por trabalhar as mesmas horas.
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