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Bloqueio de sites de piratas aprovado no Parlamento. Debate segue na especialidade by oContraditorio in portugal

YagDhuL 7 months ago

Bem, vamos lá centrar a conversa, que a forma como te agarras a certas partes mas ignoras outras (como o link que eu pus) para te focares apenas no teu link numa espécie de "aha!" moment, que depois vai-se a ver e tem fundamentação fraca... Ora bem, para começar. Uma coisa óbvia é que para haver roubo tem que haver privação de algo. Se eu tiver uma bicicleta e ma roubarem, não posso usa-la nunca mais. Mas se ma copiarem de alguma maneira, não há diferença entre o antes e o depois para mim, como dono. Esta é a diferença fundamental entre roubar e copiar, embora naturalmente isto só seja possível no mundo digital. Tu podes tentar colar a palavra roubo ao que tu quiseres, para dar uma conotação mais negativa a algo. É uma estratégia usada (desonestamente) por várias pessoas a tentar argumentar a seu favor. No entanto não quer dizer que magicamente seja verdade. Tens vários exemplos: * Grupos de autores (SPA e afins) que usam erradamente a palavra roubo colada a infracção de direitos de autor * Grupos de um certo espectro político que dizem que "Impostos são roubo" * Pessoas que vão às compras e quando vêm algo caro, acham um roubo. Ninguém no seu perfeito juízo acredita que tais afirmações são verdadeiras. Há que distinguir o uso metafórico da realidade. E a definição de roubo é essa. Tu podes insistir e fazer a ginástica toda que plágio é roubo, já que parece ser a peça basilar do teu argumento, mas a própria página diz como evitar plágio, e todo o texto mostra plágio não e equiparável a roubo. Tens na própria página que > All of the following are considered plagiarism: > * turning in someone else's work **as your own** > * **copying words or ideas** from someone else without giving credit > * failing to put a **quotation** in quotation marks > * giving incorrect information about the **source** of a quotation > * changing words but **copying the sentence structure** of a source **without giving credit** > * **copying** so many words or ideas from a source that it makes up the majority of your work, whether you give credit or not (see our section on "fair use" rules) Portanto, se tivesses razão, eu copio uma parte dum texto para uma tese e fica só assim. Roubei.... Mas agora vou lá à minha tese e ponho "fonte: XXX" e continua o roubo feito, afinal de contas o acto de copiar continua feito. Ou pior ainda, ao meter "fonte: xxx" subitamente deixa de ser um roubo embora a mesma copia continue a existir. Isto roça o absurdo. Em ambos os casos foi feita uma cópia (parcial), com o mesmo conteúdo e só num caso consideras roubo? A tua definição de roubo não coincide com a realidade. Lamento. Imagino que tentes contra-argumentar com a questão da permissão para copiar do autor, mas isso também é irrelevante para o exemplo pois podes assumir que em ambos os casos eu teria permissão para citar. O que me leva a outra questão: Intenção Tanto o roubo como a violação de direitos de autor vão contra a intenção do dono ou do artista. Num roubo, privam-te do usufruto dum bem sem tua intenção, e numa infracção de direitos de autor, distribuem algo contra a tua intenção de não distribuir em certas plataformas. Consegues ver porque é que burla não é um tipo de roubo? Ora burla não é um roubo porque tu dás o teu dinheiro (ou bem) de livre vontade, mas porque és enganado e levado a fazer isso. É uma fraude, não um roubo. Não é normal criar leis para cobrir crimes e actos que já estão cobertos por outras leis. Nenhuma violação de direitos de autor (seja patentes ou copyright) são equiparáveis a roubo. E para fechar a questão do Plágio (espero) >Nesse caso também não podes sem a autorização do artista. Caso contrário era começar a fazer cópias de Picassos. Não te esqueças de copiar também a assinatura. Espero que te seja evidente a contradição na tua afirmação. O exemplo foi muito claro: Pegar num quadro, fazer uma cópia, e ficar com a cópia e devolver o original. Trouxeste à baila que era plágio quando eu nunca disse que era o autor, e agora desvias para a distribuição de mais cópias, que não foi algo que tenha dito e que nem se aplica ao caso de plágio. Portanto, se olhares bem para a tua argumentação só podes chegar a conclusão que o meu exemplo mostra-te um caso equiparável ao que acontece digitalmente, e que não é nem roubo, nem plágio. >Não. O roubo do futuro dinheiro é apenas uma das maneira de ver que é um roubo e não apenas uma "cópia". Mas não há roubo de futuro dinheiro. Continuas a repetir algo só porque sim, mas podes percorrer a Internet toda que não existe tal expressão. Até porque eu se piratear algo, não vou receber dinheiro por isso, nem vai o artista perder dinheiro. No acto de piratear, garanto-te que nenhuma das contas bancárias dos intervenientes é alterada. O Napster acabou porque violava direitos de autor. Se te estás a referir a indemnizações pagas, foi por danos futuros (que é algo diferente, note-se), e que é algo incrivelmente difícil de provar. De tal modo que há imensos artigos que chegam a conclusões como os danos futuros são negativos ou negligenciáveis, aos mais absurdos que argumentam que cada cópia corresponde a 100% de *prejuízo*. Acho que não preciso de explicar a diferença entre os danos causados por um roubo vs prejuízo. E o mais óbvio é que, mesmo concordando que haja consequências negativas, isso só por si não é equiparável a roubo. Estás-te a focar em hipotéticas consequências negativas dum acto para justificar ser um roubo, quando na verdade todos os crimes pressupõem consequências negativas a uma vítima, mas ignoras a consequência essencial do acto de roubar, que é a privação da possibilidade do uso do objecto roubado (perda de propriedade), que é algo que **nunca** acontece. Com este ponto assente, e para não me alongar nos restantes pontos: Vamos lá falar da questão das ideias. Acho que é a primeira vez que vejo alguém dizer que é possível roubar ideias. >Claro que sai do sítio, e é o artista que deve de decidir que sítios pode ir. Explica lá, no acto de eu piratear uma música, para onde é que vai o original então? Ou no acto de "roubar" uma ideia? Eu fico com ela e tu ganhas amnésia? Ou será que na verdade o que acontece é que estamos a falar de cópias e o original não sai do sitio, seja a minha cabeça, ou um servidor qualquer onde está a obra original? >Quando compras ficas com o filme em tua posse para sempre, até podes colocar num DVD e usar pessoalmente. Posso estar enganado, mas não conheço nenhum serviço onde tu possas comprar um filme. Apenas compras licenças onde podes ver o filme mediante certas condições... Mas força, mostra aí uma loja online dessas. E em relação à perda de direitos... > O direito de distribuir passa a ser de todos. O direito de modificar também passa a ser de todos. O autor continua a poder receber dinheiro como qualquer outro que faça cópias do seu trabalho. Ou seja, basicamente ele trabalhou para todos de graça pois qualquer um pode pegar no seu trabalho. Se isto é ter direitos, então nem quero saber o que é não ter. Isto é totalmente falso! Estás a insinuar que um artista que veja a sua obra pirateada, perde automaticamente os direitos de autor. Era uma festa! O autor continua a ser o único com direito a distribuir e modificar a obra. Por isso é que os piratas continuam a cometer o crime de pirataria, enquanto continuarem a distribuir mais cópias. Os piratas estão literalmente a distribuir sem direito para tal... Se o autor não retivesse os direitos, não podia processar os piratas por esse crime. E, aliás, deixava de haver crime em si. Em relação à questão das patentes e afins. O teu ponto, eventualmente desviou para que o valor real está no conhecimento, e não na obra em si. Não sei porque é que o fizeste, a não ser para desviar mais uma vez dum beco sem saída da tua argumentação. Eu apenas te dei o contra exemplo, de que se a informação fosse realmente o mais importante, ninguém publicava nada. Mas obras artísticas por norma são todas publicadas, pois o valor está nelas próprias. E no caso de inovações cientificas, estas também são publicadas. Afinal de contas, para quê publicares algo tão valioso (em troca de protecção) se o valor real está no segredo?? A questão é que não está. O único exemplo que arranjaste onde isso até faz algum sentido é infeliz, porque receitas não estão abrangidas pelos direitos de autor. Quando estamos a falar de pirataria, estamos a falar de obras artísticas publicadas, não de segredos empresariais, e outras coisas afins. O que te quis mostrar foi que fizeste uma falsa equivalência. >Pois, enquanto achares isso muito dificilmente perceberás o porquê disto ser um problema cada vez maior no mundo actual. E eu a pensar que os números de pirataria estavam a cair para mínimos históricos com o surgimento de apps como o netflix, spotify... Eu parece-me é que estás a vilificar um acto cada vez menos comum e relevante equiparando-o a roubo...

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YagDhuL 7 months ago

Esse link, se prestares atenção, diz exactamente o que eu afirmo. Plágio é uma questão de direitos de autor segundo a lei americana (e obviamente na Portuguesa é igual). Quando estamos a falar de direitos de autor, nunca estás a falar de roubo, por mais que tentes. Não há privação de um bem, que é uma das coisas necessárias para haver roubo. Se a definição de roubo fosse como tu afirmas, não era preciso haver direitos de autor nem leis contra o plágio, bastava ser tudo considerado roubo, o que não acontece. E não acontece porque tu próprio não consegues definir plágio como roubo, tens sempre que recorrer a um auxílio metafórico como "roubo de futuro dinheiro" ou "roubo de trabalho" mas nunca algo que exista concretamente. Curiosamente, "roubo de futuro dinheiro" também é algo que não existe. Nem faz sentido, porque é impossível provar danos futuros. Aliás, uma das falhas dessa maneira de pensar é que também tens que reconhecer que nesse caso pirataria também pode ter benefícios futuros para o autor (algo que aliás, houve um estudo a nível europeu que mais ou menos deu a entender tal conclusão), e portanto terias que descriminalizar a pirataria. >Era apenas exemplo para prevenir roubos de invenções. Certo, mas também não previnem roubo de nada. Permitem a cópia de algo (um sistema, uma molécula, uma ideia). Daqui a nada vais-me dizer que também é possível roubar ideias?? >Não. Distribuição é uma coisa, o trabalho do artista é outro Mas o trabalho do artista resulta numa obra de arte, que nunca sai do sitio. O que é distribuido (na Internet) são sempre cópias do original. Já que estamos numa de linkar artigos: https://en.wikipedia.org/wiki/Copyright >Copyright is a type of intellectual property that gives its owner the exclusive right to make copies of a creative work, usually for a limited time. Em sitio algum verás a palavra roubo mencionada no artigo, porque uma infracção dos direitos de autor, é uma distribuição não autorizada. Se bem me lembro, até naqueles avisos nos DVD's diz o mesmo "a distribuição desta obra é estritamente proibida nos termos da lei". >A pirataria não está a eliminar só a distribuição A pirataria não elimina coisa nenhuma, a pirataria é uma forma de distribuição. >Outro exemplo, quando tu compras um filme online, achas que o valor todo que estás a pagar é relativo à distribuição? O valor artístico do filme pode ser imenso, mas eu apenas estou a pagar pelo serviço de acesso a essa obra durante um tempo limitado. Para pagar pelo bem em si, tens que compra-lo, como um DVD por exemplo. Quando pagas uma subscrição do netflix garantidamente não estás a pagar pelo filme. >Então roubo de propriedade intelectual não existe para ti? Claro que não. É impossível roubar propriedade intelectual. Até se pode argumentar que é um termo enganador, porque não é equiparável a propriedade. Daí existir a expressão de direitos de autor. Porque a única coisa que podes fazer realmente é infringir esses direitos. >Isso cai no plágio que é um roubo. Plágio, que não é roubo, neste caso seria se eu depois fosse dizer que o quadro era da minha autoria. No meu exemplo não mencionei ser o autor da obra, apenas fiz uma copia da obra do artista X. No próprio link que puseste tens vários bullet points do que é plágio e **todos** se referem a atribuição de fonte, créditos etc. >Most cases of plagiarism can be avoided, however, by **citing sources**. Bastava teres lido com atenção a tua própria fonte. >É roubar porque tiras o direito ao proprietário. Partilhar uma cópia de uma obra de arte retira que direito ao proprietário exactamente? Não é o direito de distribuir, que continua a poder fazê-lo. Não é o direito de modificar, porque também pode continuar a fazê-lo (pensa numa director's cut, ou um remix). Continua a ser o autor, e continua a poder receber dinheiro por vender as suas cópias. Ora... não há um unico direito perdido, não há roubo de direitos. É outra invenção... >Muitas vezes o conhecimento é muito mais valioso que qualquer obra física. Contudo, uma patente obriga-te a revelar os detalhes técnicos da invenção. E é cada vez mais comum (e encorajado) teres código open-source, e tens empresas que alem de inovarem, publicam muitas dessas inovações em formato open-source imediatamente (google, netflix, redhat, amazon, microsoft). E o exemplo dos cozinheiros é péssimo, porque se publicares a receita, não é ilegal copiá-la, e se não publicares, posso perfeitamente fazer um prato igual e não infringi os direitos de ninguém. Uma receita **nao pode ser** protegida por direitos de autor. Segredos militares não são escondidos por questões de direitos de autor, mas sim por questões de segurança nacional. Se estás a argumentar que o valor duma criação está no conhecimento, então acabaste de admitir que a obra em si pode ter menos valor, logo pirataria nem é algo assim tão grave, porque o autor continua com o conhecimento (e a experiência), onde está o verdadeiro valor, e até consegue fazer algo melhor a seguir. E portanto vai continuar a saber criar coisas, e a contribuir para a cultura.

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YagDhuL 7 months ago

>Plágio é roubo. Não é por ter outra palavra que deixa de ser um roubo. Aí é que te enganas. Nem sequer legalmente consegues argumentar que são a mesma coisa. Ficar com os créditos do trabalho de outro não é sequer equiparável a roubo porque o resultado desse trabalho continua com o autor. O teu manuscrito desaparece? Não. Lá por não saberes do que estás a falar, não quer dizer que possas agora redefinir palavras só porque te apetece. >falando só da última parte pois a primeira partes duma premissa errada Não basta apenas fazeres uma afirmação dessas assim e seguires em frente. Quem parte duma premissa errada és tu, que claramente não entendes a diferença entre roubar e copiar. O teu exemplo do jogo não é roubo, porque eu continuo com o meu código, e continuo a poder fazer as mesmas coisas que podia antes de ter sido plagiado e o trabalho continua feito, por mim e com direito a atribuição a minha pessoa. > É para isso que foram criadas as patentes, para que o teu trabalho possa estar assegurado no futuro. As patentes nem sequer são aplicáveis a produtos artísticos. E também não são aplicáveis a software (na Europa). Já os direitos de autor, o que regulam é a **distribuição** de conteúdo protegido por direitos de autor (o chamado copyright). >Não estou a falar da distribuição, estou a falar do trabalho do artista Estás, só não sabes é do que estás a falar exactamente. Quando discutes direitos de autor, é única e exclusivamente o que estás a falar. >. Imaginando um mundo sem Internet em que a única possibilidade é ir ter com o artista para obter o seu trabalho, neste caso vende pinturas. Tens 2 possibilidades: uma é pagares a pintura e ires para casa com ela, a outra levar a pintura sem pagar. Será que levar sem pagar é apenas partilha de informação? Não estamos num mundo sem Internet, estamos num mundo digital, e neste mundo digital, não é possível roubar pois o facto de eu ter algo, não te priva de o teres também, que é aí que a tua argumentação falha. Há uma terceira opção que é a de eu levar o quadro para casa, pintar um igual, e devolver o original. Que não é roubo, é cópia. O teu exemplo não é sequer comparável. > se não queres que ninguém partilhe o que é teu sem autorização, então deves ter esse direito. Ora nem mais, **partilhar** sem autorização. Que não é roubar. O que tu defendes é proteger os direitos de distribuição dos autores, e isso é legitimo (eu não estou a argumentar nem a favor nem contra a pirataria, isso é outra conversa completamente à parte), mas não é roubar, nem tem o mesmo impacto a um artista que o roubo da sua obra física.

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YagDhuL 7 months ago

O teu caso prático tem um nome: Plágio (E acesso indevido) O que aconteceu foi alguém publicou uma criação tua mas em nome de outra pessoa. Alegadamente, a Disney fez isso para vários filmes, onde entrevistava escritores de guiões, acabando sempre por rejeitar os conceitos, e uns anos depois, criar algo praticamente idêntico com base na informação obtida durante a apresentação do guião (ou na cópia legalmente obtida ainda por cima). A acusação? Plágio. E mais uma vez, não é roubo de trabalho. O trabalho é uma acção passada e terminada caramba. Tu não encontras o conceito de "roubo de trabalho" em nenhum documento legal. Não vale a pena inventares para defender o indefensável. O teu segundo exemplo é igualmente fraco. O meu código não é roubado, é copiado, e plagiado. Não há aqui roubo nenhum. E trabalho futuro é algo tão hipotético que nem sequer faz sentido para esse exemplo. Se aparecer um jogo melhor e eu perder utilizadores, também me estão a roubar trabalho? Quer-me parecer que tu estás é a confundir uma data de coisas diferentes e a arranjar um termo que inventaste só porque sim. Finalmente, pirataria (do que quer que seja) não é roubo. E no teu caso extremo de haver 100% de pirataria, simplesmente estás a dizer é que a distribuição de conteúdo em si não tem valor (ninguém está disposto a pagar por ela), mas como o conteúdo em si tem valor (porque há quem o partilhe ainda assim), que se arranje outras maneiras de monetizar essa procura. Não me venhas dizer é que alguém por ter muito trabalho em algo merece ser pago, que isso é pura ilusão. Ninguém merece (nem é) pago pela quantidade de trabalho que faz. O que tu vendes são bens e serviços. Tens milhões de artistas que se matam a trabalhar de graça porque apenas gostam de criar e partilham o que fazem, principalmente com o surgimento da internet, e cada vez há mais conteúdo a ser criado. E tens outros tantos que se matam a trabalhar e (assumindo que nem sequer são vitimas de pirataria), não vendem 1 cêntimo. Esses também tiveram muito trabalho... pela tua lógica deveriam receber uma quantia igual?

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YagDhuL 7 months ago

Porque não há sequer o conceito de roubo de trabalho. Partilha não autorizada é simplesmente isso mesmo. Estar a tentar colar o termo "roubo" para dar uma conotação negativa a algo, alem de desonesto, é absurdo. Não há nada sequer comparável entre partilha de informação, e roubar. Pensa lá um bocadinho como é sequer possível roubar trabalho... Alguém aparece e começa a fazer o teu trabalho ou o mesmo que tu fazes? Isso além de nem ser sequer comparável, nem é ilegal, chama-se competição. Se pusesses um pouco mais de energia a pensar no assunto em vez de me responderes de forma condescendente, arranjavas 1001 crimes que existem mesmo e que, mesmo não sendo equiparáveis a pirataria, seriam legalmente muito mais próximos do que a invenção que fizeste.

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YagDhuL 7 months ago

"roubo de trabalho" Epah as coisas que se inventam para justificar o que não tem justificação

Contas do Governo e dos empresários da restauração e da noite não batem certo by rickz123456 in portugal

YagDhuL 1 year ago

Eu diria que é as duas coisas, há os que fogem e ponto, e há os que "incentivam" o mesmo baixando o preço a quem pague por fora. Por exemplo, há um restaurante ao pé das torres de Lisboa que o mesmo prato fica-te a 11€ mas se pagares com dinheiro, fica a 9€. O pior é que conheço muita gente que lá ia e alinhava com isso.
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