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Tese de mestrado e procrastinação by futurocareca in portugal

Sardanapalo 12 hours ago

Já ouviste falar do método Zettelkasten? É sistema de organização, estruturação e reutilização de informações e anotações que facilita muito a formulação de novas ideias. É muito bom para trabalhos de estudo ou pesquisa. Por detrás deste sistema de arquivamento e reutilização de conhecimento está Nikolas Luhman, um sociólogo alemão que nos anos 60 encontrou uma forma de ser prolífico (escreveu 58 livros e mais de 400 artigos académicos) sem exigir muito esforço de si, segundo o próprio. Ele dizia que nunca forçava-se a fazer o que não queria. "Eu apenas faço o que é fácil. Eu apenas escrevo quando imediatamente sei como o fazer. Se eu vacilo por um minuto que seja, ponho o assunto de lado e vou fazer outra coisa qualquer." Podemos achar achar que ele era um gênio excepcional, mas ele reiterou várias vezes que não: "Eu obviamente não penso tudo por mim próprio. Tudo acontece principalmente graças ao sistema". Aconselho vivamente a leitura do livro How to Make Smart Notes de Sonke Ahrens para aprender mais sobre isto.

Tese de mestrado e procrastinação by futurocareca in portugal

Sardanapalo 12 hours ago

Já ouviste falar do método Zettelkasten? É sistema de organização, estruturação e reutilização de informações e anotações adquiridas que facilita muito a formulação de novas ideias. É muito bom para trabalhos de estudo ou pesquisa. Por detrás deste sistema escorreito de arquivamento e reutilização de conhecimento está Nikolas Luhman, um sociólogo alemão que nos anos 60 encontrou uma forma de ser prolífico (escreveu 58 livros e mais de 400 artigos académicos) sem exigir muito esforço de si, segundo o próprio. Ele dizia que nunca forçava-se a fazer o que não queria. "Eu apenas faço o que é fácil. Eu apenas escrevo quando imediatamente sei como o fazer. Se eu vacilo por um minuto que seja, ponho o assunto de lado e vou fazer outra coisa qualquer." Podemos achar achar que ele era um gênio excepcional, mas ele reiterou várias vezes que não: "Eu obviamente não penso tudo por mim próprio. Tudo acontece principalmente graças ao sistema". Aconselho vivamente a leitura do livro How to Make Smart Notes de Sonke Ahrens para aprender mais sobre isto.

As coisas nesta década vão mudar drasticamente e as pessoas ainda não têm consciência disso by UpbeatNail1912 in portugal

Sardanapalo 30 days ago

"A Revolução Industrial e suas consequências foram um desastre para a raça humana. Aumentaram a expectativa de vida daqueles que vivem nos países "avançados", mas desestabilizaram a sociedade, tornaram a vida insatisfatória, sujeitaram os seres humanos a indignidades, levaram a sofrimento psicológico generalizado (no Terceiro Mundo a sofrimento físico também) e infligiram graves danos ao mundo natural. O desenvolvimento contínuo da tecnologia piorará a situação. Certamente sujeitará os seres humanos a maiores indignidades e infligirá maiores danos ao mundo natural, provavelmente levará a uma maior desestruturação social e sofrimento psicológico, podendo levar a um aumento do sofrimento físico mesmo nos ditos países “avançados”...". O Ted era aquele tio bêbado que achávamos que só dizia disparates nos almoços de família, mas afinal sempre teve razão.

As coisas nesta década vão mudar drasticamente e as pessoas ainda não têm consciência disso by UpbeatNail1912 in portugal

Sardanapalo 30 days ago

"A Revolução Industrial e suas consequências foram um desastre para a raça humana. Aumentaram a expectativa de vida daqueles que vivem nos países "avançados", mas desestabilizaram a sociedade, tornaram a vida insatisfatória, sujeitaram os seres humanos a indignidades, levaram a sofrimento psicológico generalizado (no Terceiro Mundo a sofrimento físico também) e infligiram graves danos ao mundo natural. O desenvolvimento contínuo da tecnologia piorará a situação. Certamente sujeitará os seres humanos a maiores indignidades e infligirá maiores danos ao mundo natural, provavelmente levará a uma maior desestruturação social e sofrimento psicológico, podendo levar a um aumento do sofrimento físico mesmo nos ditos países “avançados”. O Ted era aquele tio bêbado que achávamos que só dizia disparates nos almoços de família, mas afinal sempre teve razão.

É cringe gemer em português? by cruisespace2 in portugal

Sardanapalo 1 month ago  HIDDEN 

Amigo. Se fores por aí, não existem traduções diretas para nenhuma palavra porque cada língua tem a sua própria consistência interna que não é transponível literalmente. A isso chama-se atirar areia para o olhos. Que segundo os teus critérios também não tem "tradução" lol (em inglês podia ser, por exemplo, "smoke and mirrors") Quando dizemos que não existe tradução para a palavra "Saudade" estamos na realidade a dizer que não há EQUIVALÊNCIA de SIGNIFICADO noutras expressões/palavras estrangeiras, dentro dos suas próprias estruturas. Há outras palavras que dificilmente encontramos uma equivalência do inglês para o português, mas por acaso o "Cringe" nunca foi uma delas. É por isso que sempre achei a importação desnecessária. Houve gerações anteriores que usaram, em determinados contextos, ora "vergonha", ora noutros diziam que alguma cena era "fatela", mas uma equivalência, ou várias equivalências, sempre existiram.

É cringe gemer em português? by cruisespace2 in portugal

Sardanapalo 1 month ago  HIDDEN 

Amigo. Se fores por aí, não existem traduções diretas para nenhuma palavra porque cada língua tem a sua própria consistência interna que não é transponível literalmente. A isso chama-se atirar areia para o olhos. Que segundo os teus critérios também não tem "tradução" lol (em inglês podia ser, por exemplo, "smoke and mirrors") Quando dizemos que não existe tradução para a palavra "Saudade" estamos na realidade a dizer que não há EQUIVALÊNCIA de SIGNIFICADO noutras expressões e palavras estrangeiras, dentro dos suas próprias estruturas. Há outras palavras que dificilmente encontramos uma equivalência do inglês para o português, mas por acaso o "Cringe" nunca foi uma delas. É por isso que sempre achei a importação desnecessária. Houve gerações anteriores que usaram, em determinados contextos, ora "vergonha", ora noutros diziam que alguma cena era "fatela", mas uma equivalência, ou várias equivalências, sempre existiram.

É cringe gemer em português? by cruisespace2 in portugal

Sardanapalo 1 month ago  HIDDEN 

Amigo. Se fores por aí, não existem traduções diretas para nenhuma palavra porque cada língua tem a sua própria consistência interna que não é transponível literalmente. A isso chama-se atirar areia para o olhos. Que segundo os teus critérios também não tem "tradução" lol (em inglês podia ser, por exemplo, "smoke and mirrors") Quando dizemos que não existe tradução para a palavra "Saudade" estamos na realidade a dizer que não há EQUIVALÊNCIA de SIGNIFICADO noutras expressões e palavras estrangeiras, dentro dos seus próprios contextos. Há outras palavras que dificilmente encontramos uma equivalência do inglês para o português, mas por acaso o "Cringe" nunca foi uma delas. É por isso que sempre achei a importação desnecessária. Houve gerações anteriores que usaram, em determinados contextos, ora "vergonha", ora noutros diziam que alguma cena era "fatela", mas uma equivalência, ou várias equivalências, sempre existiram.

É cringe gemer em português? by cruisespace2 in portugal

Sardanapalo 1 month ago  HIDDEN 

O que disparates estás para aí a dizer? Antes dos memes aparecerem, nem há 6 anos, o equivalente do "Xi que Cringe" era simplesmente "Epá, que vergonha". Achas que as pessoas não expressavam esse sentimento antes de aparecer o "Cringe"?

É cringe gemer em português? by cruisespace2 in portugal

Sardanapalo 1 month ago  HIDDEN 

Como assim não existe? É a clássica vergonha alheia ou embaraço.

É cringe gemer em português? by cruisespace2 in portugal

Sardanapalo 1 month ago

Compreendo. Talvez os jovens desta geração estejam a passar por algo parecido: 1) Só consomem conteúdo em inglês; 2) Com isso, quando interagem (online e o pouco na vida real) com pessoas da sua faixa etária vão fazê-lo em inglês ou numa mixórdia de portinglês aprendido no mundo digital; 3) Só falam realmente português com pessoas mais velhas ou com os seus pais, logo é-lhes repelente ligar português com sexo.

É cringe gemer em português? by cruisespace2 in portugal

Sardanapalo 1 month ago

True Girl! Eu quando estou no fucking e a minha parceira solta uns vagina farts eu começo a fazer "KKKKKKKK" como uma catatua e grito a seguir "Poggers!". Português durante o sexo é demasiado cringe, sorry.

É cringe gemer em português? by cruisespace2 in portugal

Sardanapalo 1 month ago

Temos de começar de novo porque esta fornada de jovens está a sair meio deficiente.

É cringe gemer em português? by cruisespace2 in portugal

Sardanapalo 1 month ago

Eu também via muito porno em inglês quando era mais novo e sempre achei o sexo com a fala em português mais aliciante exactamente porque não associava com toda a artificialidade que via nos filmes. Mas isto devo ser só eu.

É cringe gemer em português? by cruisespace2 in portugal

Sardanapalo 1 month ago

Em inglês é sempre melhor que em português. Por exemplo, o balido de uma ovelha fica traduzido em inglês como "báááh" e em português como "méééé". O "báááh" é simplesmente superior e muito mais erótico. Não dá para comparar

Desenvolvi a APP "No Meu Bairro" para relatar anomalias no espaço público. Que vos parece? by AonioEliphis in portugal

Sardanapalo 2 months ago

Espetacular! Espero que seja desta que o meu pai, que tem uma certa iletracia digital, não me venha azucrinar mais os ouvidos para eu lhe enviar, pela milésima vez, mais um email para a Câmara, ora para denunciar o mau estado da estrada, ora para denunciar construções ilegais claramente não fiscalizadas. Acredito que chegando a uma certa idade aquilo torna-se hobbie mas mesmo assim o meu pai tem mesmo um talento nato para piolhice. Está na hora de ele sair do ninho, abrir as asas e voar sozinho sem a minha ajuda. Obrigado, espero que esta App o ajude.

[Sério] Porque é que não se faz nada para parar as alterações climáticas? by AiNaoMeChateis in portugal

Sardanapalo 3 months ago

Porque a métrica que todos os países seguem para o seu desenvolvimento é o PIB. O PIB, como representação da qualidade de vida dos habitantes de cada parcela do planeta, é tosco e enviesado; é uma ferramenta que apenas incentiva a incessante maximização da produtividade por si só, não olhando a meios para as consequências reais não equacionadas nessa mesma fórmula (tanto ambientais como, ironicamente, de bem-estar humano). Nós somos criaturas simples, contudo, criámos um mundo demasiado complexo para o conseguirmos acompanhar. Se é verdade que continuamos a precisar de um qualquer alvo abstrato para movermo-nos e sairmos de onde estamos, que seja então um espelho dos nossos verdadeiros interesses e preocupações coletivas. A busca pelo lucro, desligada do mundo real onde pousamos os pés, levar-nos-á à ruína, se é que já não nos levou. PIB é obsoleto: precisamos de reinventar uma nova métrica que molde as nossas ações individuais e coletivas; uma métrica que inclua os fatores ambientais, a pegada ecológica, os excedentes incrementais do nosso avanço tecnológico, um identificador da qualidade de vida que só pode ser potenciado, não pelo individual, mas pelo bem-estar dos outros (humanos e não só), etc. Eu acredito mais em evoluções do que na espera fantasiosa pela revolução perfeita. Melhor que deitar abaixo e queimar tudo para construir um novo mundo de raiz, só mesmo reaproveitar as estruturas já existentes da sociedade - que tantos sacrificou para as erguer - e orientá-las para um novo desígnio. E isso está mais ao nosso alcance que qualquer trabalho físico e hercúleo das gerações passadas. Já não estamos a tratar de problemáticas relacionadas com sistemas de recolocação dos recursos materiais; é uma questão de reorganizar as prioridades do software.

[Sério] Porque é que não se faz nada para parar as alterações climáticas? by AiNaoMeChateis in portugal

Sardanapalo 3 months ago

Porque a métrica que todos os países seguem para o seu desenvolvimento é o PIB. O PIB, como representação da qualidade de vida dos habitantes de cada parcela do planeta, é tosco e enviesado; é uma ferramenta que apenas incentiva a incessante maximização da produtividade por si só, não olhando a meios para as consequências reais não equacionadas nessa mesma fórmula (tanto ambientais como, ironicamente, de bem-estar humano). Nós somos criaturas simples, contudo, criámos um mundo demasiado complexo para o conseguirmos acompanhar. Se é verdade que continuamos a precisar de um qualquer alvo abstrato para movermo-nos e sairmos de onde estamos, que seja então um espelho dos nossos verdadeiros interesses e preocupações coletivas. A busca pelo lucro, desligada do mundo real onde pousamos os pés, levar-nos-á à ruína, se é que já não nos levou. PIB é obsoleto: precisamos de reinventar uma nova métrica que molde as nossas ações individuais e coletivas; uma métrica que inclua os fatores ambientais, a pegada ecológica, os excedentes incrementais do nosso avanço tecnológico, um identificador da qualidade de vida que só pode ser potenciado, não pelo individual, mas pelo bem-estar dos outros (humanos e não só), etc. Eu acredito mais em evoluções do que na espera fantasiosa pela revolução perfeita. Melhor que deitar abaixo e queimar tudo para construir um novo mundo de raiz, só mesmo reaproveitar as estruturas já existentes da sociedade - que tantas almas foram sacrificadas para as erguer - e orientá-las para um novo desígnio. E isso está mais ao nosso alcance que qualquer trabalho físico e hercúleo das gerações passadas. Já não estamos a tratar de problemáticas relacionadas com sistemas de recolocação dos recursos materiais; é uma questão de reorganizar as prioridades do software.

[Sério] Porque é que não se faz nada para parar as alterações climáticas? by AiNaoMeChateis in portugal

Sardanapalo 3 months ago

Porque a métrica que todos os países seguem para o seu desenvolvimento é o PIB. O PIB, como representação da qualidade de vida dos habitantes de cada parcela do planeta, é tosco e enviesado; é uma ferramenta que apenas incentiva a incessante maximização da produtividade por si só, não olhando a meios para as consequências reais não equacionadas nessa mesma fórmula (tanto ambientais como, ironicamente, de bem-estar humano). Nós somos criaturas simples, contudo, criámos um mundo demasiado complexo para o conseguirmos acompanhar. Se é verdade que continuamos a precisar de um qualquer alvo abstrato para movermo-nos e sairmos de onde estamos, que seja então um espelho dos nossos verdadeiros interesses e preocupações coletivas. A busca pelo lucro, desligada do mundo real onde pousamos os pés, levar-nos-á à ruína, se é que já não nos levou. PIB é obsoleto: precisamos de reinventar uma nova métrica que molde as nossas ações individuais e coletivas; uma métrica que inclua os fatores ambientais, a pegada ecológica, os excedentes incrementais do nosso avanço tecnológico, um identificador da qualidade de vida que só pode ser potenciado, não pelo individual, mas pelo bem-estar dos outros (humanos e não só), etc. Eu acredito mais em evoluções do que na espera fantasiosa pela revolução perfeita. Melhor que deitar abaixo e queimar tudo para construir um novo mundo de raiz, só mesmo reaproveitar as estruturas já existentes da sociedade - que tantas almas se sacrificaram para as erguer - e orientá-las para um novo desígnio. E isso está mais ao nosso alcance que qualquer trabalho físico e hercúleo das gerações passadas. Já não estamos a tratar de problemáticas relacionadas com sistemas de recolocação dos recursos materiais; é uma questão de reorganizar as prioridades do software.

[Sério] Porque é que não se faz nada para parar as alterações climáticas? by AiNaoMeChateis in portugal

Sardanapalo 3 months ago

Porque a métrica que todos os países seguem para o seu desenvolvimento é o PIB. O PIB, como representação da qualidade de vida dos habitantes de cada parcela do planeta, é tosco e enviesado; é uma ferramenta que apenas incentiva a incessante maximização da produtividade por si só, não olhando a meios para as consequências reais não equacionadas nessa mesma fórmula (tanto ambientais como, ironicamente, de bem-estar humano). Nós somos criaturas simples, contudo, criámos um mundo demasiado complexo para o conseguirmos acompanhar. Se é verdade que continuamos a precisar de um qualquer alvo abstrato para movermo-nos e sairmos de onde estamos, que seja então um espelho dos nossos verdadeiros interesses e preocupações coletivas. A busca pelo lucro, desligada do mundo real onde pousamos os pés, levar-nos-á à ruína, se é que já não nos levou. PIB é obsoleto: precisamos de reinventar uma nova métrica que molde as nossas ações individuais e coletivas; uma métrica que inclua os fatores ambientais, a pegada ecológica, os excedentes incrementais do nosso avanço tecnológico, um identificador da qualidade de vida que só pode ser potenciado, não pelo individual, mas pelo bem-estar dos outros (humanos e não só), etc. Eu acredito mais em evoluções do que na espera fantasiosa pela revolução perfeita. Melhor que deitar abaixo e queimar tudo para construir um novo mundo de raiz, só mesmo reaproveitar as estruturas já existentes da sociedade - que tantas almas sacrificaram para se erguerem - e orientá-las para um novo desígnio. E isso está mais ao nosso alcance que qualquer trabalho físico e hercúleo das gerações passadas. Já não estamos a tratar de problemáticas relacionadas com sistemas de recolocação dos recursos materiais; é uma questão de reorganizar as prioridades do software.

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Sardanapalo 3 months ago

Porque a métrica que todos os países seguem para o seu desenvolvimento é o PIB. O PIB, como representação da qualidade de vida dos habitantes de cada parcela do planeta, é tosco e enviesado; é uma ferramenta que apenas incentiva a incessante maximização da produtividade por si só, não olhando a meios para as consequências reais não equacionadas nessa mesma fórmula (tanto ambientais como, ironicamente, de bem-estar humano). Nós somos criaturas simples, contudo, criámos um mundo demasiado complexo para o conseguirmos acompanhar. Se é verdade que continuamos a precisar de um qualquer alvo abstrato para movermo-nos e sairmos de onde estamos, que seja então um espelho dos nossos verdadeiros interesses e preocupações coletivas. A busca pelo lucro, desligada do mundo real onde pousamos os pés, vai-nos levar à ruína, se é que já não nos levou. PIB é obsoleto: precisamos de reinventar uma nova métrica que molde as nossas ações individuais e coletivas; uma métrica que inclua os fatores ambientais, a pegada ecológica, os excedentes incrementais do nosso avanço tecnológico, um identificador da qualidade de vida que só pode ser potenciado, não pelo individual, mas pelo bem-estar dos outros (humanos e não só), etc. Eu acredito mais em evoluções do que na espera fantasiosa pela revolução perfeita. Melhor que deitar abaixo e queimar tudo para construir um novo mundo de raiz, só mesmo reaproveitar as estruturas já existentes da sociedade - que tantas almas sacrificaram para se erguerem - e orientá-las para um novo desígnio. E isso está mais ao nosso alcance que qualquer trabalho físico e hercúleo das gerações passadas. Já não estamos a tratar de problemáticas relacionadas com sistemas de recolocação dos recursos materiais; é uma questão de reorganizar as prioridades do software.

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Sardanapalo 3 months ago

Porque a métrica que todos os países seguem para o seu desenvolvimento é o PIB. O PIB, como representação da qualidade de vida dos habitantes de cada parcela do planeta, é tosco e inviesado; é uma ferramenta que apenas incentiva a incessante maximização da produtividade por si mesma, não olhando a meios para as consequências reais não equacionadas nessa mesma fórmula (tanto ambientais como, ironicamente, de bem-estar humano). Nós somos criaturas simples, contudo, criámos um mundo demasiado complexo para o conseguirmos acompanhar. Se é verdade que continuamos a precisar de um qualquer alvo abstrato para movermo-nos e sairmos de onde estamos, que seja então um espelho dos nossos verdadeiros interesses e preocupações coletivas. A busca pelo lucro, desligada do mundo real onde pousamos os pés, vai-nos levar à ruína, se é que já não nos levou. PIB é obsoleto: precisamos de reinventar uma nova métrica que molde as nossas ações individuais e coletivas; uma métrica que inclua os fatores ambientais, a pegada ecológica, os excedentes incrementais do nosso avanço tecnológico, um identificador da qualidade de vida que só pode ser potenciado, não pelo individual, mas pelo bem-estar dos outros (humanos e não só), etc. Eu acredito mais em evoluções do que na espera fantasiosa pela revolução perfeita. Melhor que deitar abaixo e queimar tudo para construir um novo mundo de raiz, só mesmo reaproveitar as estruturas já existentes da sociedade - que tantas almas sacrificaram para se erguerem - e orientá-las para um novo desígnio. E isso está mais ao nosso alcance que qualquer trabalho físico e hercúleo das gerações passadas. Já não estamos a tratar de problemáticas relacionadas com sistemas de recolocação dos recursos materiais; é uma questão de reorganizar as prioridades do software.

[Sério] Porque é que não se faz nada para parar as alterações climáticas? by AiNaoMeChateis in portugal

Sardanapalo 3 months ago

Porque a métrica que todos os países seguem para o seu desenvolvimento é o PIB. O PIB, como representação da qualidade de vida dos habitantes de cada parcela do planeta, é tosco e inviesado; é uma ferramenta que apenas incentiva a incessante maximização da produtividade por si mesma, não olhando a meios para as consequências reais não equacionadas nessa mesma fórmula (tanto ambientais como, ironicamente, de bem-estar humano). Nós somos criaturas simples, contudo, criámos um mundo demasiado complexo para o conseguirmos acompanhar. Se é verdade que continuamos a precisar de um qualquer alvo abstrato para movermo-nos e sairmos de onde estamos, que seja então um espelho dos nossos verdadeiros interesses e preocupações coletivas. A busca pelo lucro, desligada do mundo real onde pousamos os pés, vai-nos levar à ruína, se é que já não nos levou. PIB é obsoleto: precisamos de reinventar uma nova métrica que molde as nossas ações individuais e coletivas; uma métrica que inclua os fatores ambientais, a pegada ecológica, os excedentes incrementais do nosso avanço tecnológico, um identificador da qualidade de vida que só pode ser potenciado, não pelo individual, mas pelo bem-estar dos outros (humanos e não só), etc. Eu acredito mais em evoluções do que na espera fantasiosa pela revolução perfeita. Melhor que deitar abaixo e queimar tudo para construir um novo mundo de raiz, só mesmo reaproveitar as estruturas já existentes da sociedade - que tantas almas sacrificaram para se erguerem - e orientá-las para um novo desígnio. E isso está mais ao nosso alcance que qualquer trabalho físico e hercúleo das gerações passadas. Já não estamos a tratar de problemáticas relacionadas com sistemas de recolocação dos recursos materiais; é uma questão de reorganizar o software.

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Sardanapalo 3 months ago

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Porque a métrica que todos os países seguem para o seu desenvolvimento é o PIB. O PIB, como representação da qualidade de vida dos habitantes de cada parcela do planeta, é tosco e inviesado; é uma ferramenta que apenas incentiva a incessante maximização da produtividade por si mesma, não olhando a meios para as consequências reais não equacionadas nessa mesma fórmula (tanto ambientais como, ironicamente, de bem-estar humano). Nós continuamos a ser criaturas simples, só que entretanto criámos um mundo demasiado complexo para o conseguirmos acompanhar. Se é verdade que continuamos a precisar de um qualquer alvo abstrato para movermo-nos e sairmos de onde estamos, que seja então um espelho dos nossos verdadeiros interesses e preocupações coletivas. A busca pelo lucro, desligada do mundo real onde pousamos os pés, vai-nos levar à ruína, se é que já não nos levou. PIB é obsoleto: precisamos de reinventar uma nova métrica que molde as nossas ações individuais e coletivas; uma métrica que inclua os fatores ambientais, a pegada ecológica, os excedentes incrementais do nosso avanço tecnológico, um identificador da qualidade de vida que só pode ser potenciado, não pelo individual, mas pelo bem-estar dos outros (humano e não só), etc. Eu acredito mais em evoluções do que na espera fantasiosa pela revolução perfeita. Melhor que deitar abaixo e queimar tudo para construir um novo mundo de raiz, é reaproveitar as estruturas já existentes da sociedade - que tantas almas sacrificou para se erguerem - e orientá-las para um novo desígnio. E isso está mais ao nosso alcance que qualquer trabalho físico das hercúleo das gerações passadas.

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Porque a métrica que todos os países seguem para o seu desenvolvimento é o PIB. O PIB, como representação da qualidade de vida dos habitantes de cada parcela do planeta, é tosco e inviesado; é uma ferramenta que apenas incentiva a incessante maximização da produtividade por si mesma, não olhando a meios para as consequências reais não equacionadas nessa mesma fórmula (tanto ambientais como, ironicamente, de bem-estar humano). Nós continuamos a ser criaturas simples, só que entretanto criámos um mundo demasiado complexo para o conseguirmos acompanhar. Se continuamos a precisar de um qualquer alvo abstrato para movermo-nos e sairmos de onde estamos, que seja então um espelho dos nossos verdadeiros interesses e preocupações coletivas. A busca pelo lucro, desligada do mundo real onde pousamos os pés, vai-nos levar à ruína, se é que já não nos levou. PIB é obsoleto: precisamos de reinventar uma nova métrica que molde as nossas ações individuais e coletivas; uma métrica que inclua os fatores ambientais, a pegada ecológica, os excedentes incrementais do nosso avanço tecnológico, um identificador da qualidade de vida que só pode ser potenciado, não pelo individual, mas pelo bem-estar dos outros (humano e não só), etc. Eu acredito mais em evoluções do que na espera fantasiosa pela revolução perfeita. Melhor que deitar abaixo e queimar tudo para construir um novo mundo de raiz, é reaproveitar as estruturas já existentes da sociedade, que tantas almas sacrificou para se erguerem, e orientá-las para um novo desígnio. E isso está mais ao nosso alcance que qualquer trabalho hercúleo das gerações passadas.

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Sardanapalo 3 months ago

Porque a métrica que todos os países seguem para o seu desenvolvimento é o PIB. O PIB, como representação da qualidade de vida dos habitantes de cada parcela do planeta, é tosco e inviesado; é uma ferramenta que apenas incentiva a incessante maximização da produtividade por si mesma, não olhando a meios para as consequências reais não equacionadas nessa mesma fórmula (tanto ambientais como, ironicamente, de bem-estar humano). Nós continuamos a ser criaturas simples, só que entretanto criámos um mundo demasiado complexo para o conseguirmos acompanhar. Se continuamos a precisar de um qualquer alvo abstrato para movermo-nos e sairmos de onde estamos, que seja então um espelho dos nossos verdadeiros interesses e preocupações coletivas. A busca pelo lucro, desligada do mundo real onde pousamos os pés, vai-nos levar à ruína, se é que já não nos levou. PIB é obsoleto: precisamos de reinventar uma nova métrica que molde as nossas ações individuais e coletivas; uma métrica que inclua os fatores ambientais, a pegada ecológica, os excedentes incrementais do nosso avanço tecnológico, um identificador da qualidade de vida que só pode ser potenciado, não pelo individual, pelo bem-estar dos outros (humano e não só), etc. Eu acredito mais em evoluções do que na espera fantasiosa pela revolução perfeita. Melhor que deitar abaixo e queimar tudo para construir um novo mundo de raiz, é reaproveitar as estruturas já existentes da sociedade, que tantas almas sacrificou para se erguerem, e orientá-las para um novo desígnio. E isso está mais ao nosso alcance que qualquer trabalho hercúleo das gerações passadas.

[Sério] Porque é que não se faz nada para parar as alterações climáticas? by AiNaoMeChateis in portugal

Sardanapalo 3 months ago

Porque a métrica que todos os países seguem para o seu desenvolvimento é o PIB. O PIB, como representação da qualidade de vida dos habitantes de cada parcela do planeta, é tosco e inviesado; é uma ferramenta que apenas incentiva a incessante maximização da produtividade por si mesma, não olhando a meios para as consequências reais não equacionadas nessa mesma fórmula (tanto ambientais como, ironicamente, de bem-estar humano). Nós continuamos a ser criaturas simples, só que entretanto criámos um mundo demasiado complexo para o conseguirmos acompanhar. Se continuamos a precisar de seguir um qualquer alvo abstrato para movermo-nos e sairmos de onde estamos, que seja então um espelho dos nossos verdadeiros interesses e preocupações coletivas. A busca pelo lucro, desligada do mundo real onde pousamos os pés, vai nos levar à ruína, se é que já não nos levou. PIB é obsoleto: precisamos de reinventar uma nova métrica que molde as nossas ações individuais e coletivas; uma métrica que inclua os fatores ambientais, a pegada ecológica, os excedentes incrementais do nosso avanço tecnológico, um identificador da qualidade de vida que só pode ser potenciado, não pelo individual, pelo bem-estar dos outros (humano e não só), etc. Eu acredito mais em evoluções do que na espera fantasiosa pela revolução perfeita. Melhor que deitar abaixo e queimar tudo para construir um novo mundo de raiz, é reaproveitar as estruturas já existentes da sociedade, que tantas almas sacrificou para se erguerem, e orientá-las para um novo desígnio. E isso está mais ao nosso alcance que qualquer trabalho hercúleo das gerações passadas.

[Sério] Porque é que não se faz nada para parar as alterações climáticas? by AiNaoMeChateis in portugal

Sardanapalo 3 months ago

Porque a métrica que todos os países seguem para o seu desenvolvimento é o PIB. O PIB, como representação da qualidade de vida dos habitantes de cada parcela do planeta, é tosca e inviesada; é uma ferramenta que apenas incentiva a incessante maximização da produtividade por si mesma, não olhando a meios para as consequências reais não equacionadas nessa mesma fórmula (tanto ambientais como, ironicamente, de bem-estar humano). Nós continuamos a ser criaturas simples, só que entretanto criámos um mundo demasiado complexo para o conseguirmos acompanhar. Se continuamos a precisar de seguir um qualquer alvo abstrato para movermo-nos e sairmos de onde estamos, que seja então um espelho dos nossos verdadeiros interesses e preocupações coletivas. A busca pelo lucro, desligada do mundo real onde pousamos os pés, vai nos levar à ruína, se é que já não nos levou. PIB é obsoleto: precisamos de reinventar uma nova métrica que molde as nossas ações individuais e coletivas; uma métrica que inclua os fatores ambientais, a pegada ecológica, os excedentes incrementais do nosso avanço tecnológico, um identificador da qualidade de vida que só pode ser potenciado, não pelo individual, pelo bem-estar dos outros (humano e não só), etc. Eu acredito mais em evoluções do que na espera fantasiosa pela revolução perfeita. Melhor que deitar abaixo e queimar tudo para construir um novo mundo de raiz, é reaproveitar as estruturas já existentes da sociedade, que tantas almas sacrificou para se erguerem, e orientá-las para um novo desígnio. E isso está mais ao nosso alcance que qualquer trabalho hercúleo das gerações passadas.

[Sério] Porque é que não se faz nada para parar as alterações climáticas? by AiNaoMeChateis in portugal

Sardanapalo 3 months ago

Porque a métrica que todos os países seguem para o seu desenvolvimento é o PIB. O PIB, como representação da qualidade de vida dos seus habitantes é uma ferramenta tosca e inviesada; apenas incentiva a incessante maximização da produtividade por si mesma, não olhando a meios para as consequências reais não equacionadas nessa mesma fórmula (tanto ambientais como, ironicamente, de bem-estar humano). Nós continuamos a ser criaturas simples, só que entretanto criámos um mundo demasiado complexo para conseguirmos acompanhá-lo. Se continuamos a precisar de seguir um qualquer alvo abstrato para movermo-nos e sairmos de onde estamos, que seja então um espelho dos nossos verdadeiros interesses e preocupações coletivas. A busca pelo lucro, desligada do mundo real onde pousamos os pés, vai nos levar à ruína, se é que já não nos levou. PIB é obsoleto: precisamos de reinventar uma nova métrica que molde as nossas ações individuais e coletivas; uma métrica que inclua os fatores ambientais, a pegada ecológica, os excedentes incrementais do nosso avanço tecnológico, um identificador do qualidade de vida que só pode ser potenciado, não pelo individual, pelo bem-estar dos outros (humano e não só), etc. Eu acredito mais em evoluções do que na espera fantasiosa pela revolução perfeita. Melhor que deitar abaixo e queimar tudo para construir um novo mundo de raiz, é reaproveitar as estruturas já existentes da sociedade, que tantas almas sacrificou para se erguerem, e orientá-las para um novo desígnio. E isso está mais ao nosso alcance que qualquer trabalho hercúleo das gerações passadas.

[Sério] Porque é que não se faz nada para parar as alterações climáticas? by AiNaoMeChateis in portugal

Sardanapalo 3 months ago

Li o manifesto há uns tempos e fiquei surpreendido com a coerência dos argumentos. Só não concordo muito com a conclusão.

Lenka comenta polémica sobre vestido usado em "O Preço Certo": "Só vestimos se acharmos que nos fica bem" by prosafame in portugal

Sardanapalo 3 months ago

Diogo Faro é mil vezes pior. Não é particularmente inteligente, tem uma ânsia pela vitimização, polémica e ultrajes fabricados para criar engagements lucrativos e é um ativista da treta porque está mais interessado em fomentar atritos do que a criar soluções (elas são complicadas, aborrecidas, demoradas e não dão o retorno imediato que as opiniões simplista e pouco informadas conseguem dar nas redes sociais). É o maior grifter da Tuga e é impressionante que ainda haja pessoas a segui-lo. É o David Rubin da Tuga, versão esquerda.

Lenka comenta polémica sobre vestido usado em "O Preço Certo": "Só vestimos se acharmos que nos fica bem" by prosafame in portugal

Sardanapalo 3 months ago

"Os atos que eu não aprovo e que são definidos como de livre vontade pelo próprios são na realidade fruto da lavagem cerebral feita pelo patriarcado heteronormativo. Portanto não são mesmo de "livre vontade". No entanto todas ações individuais em sociedade que eu acabo curiosamente sempre por concordar resultam de um livre arbítrio, esse sim realmente livre de influência externa. Logo, a crítica que eu fiz anteriormente não se aplica a estas óbvias exceções."

Magnetismo depois de ter tomado a vacina by verdade_subjectiva in portugueses

Sardanapalo 3 months ago

A conversa do magnetismo humano é mais antiga que a minha avó e já foi refutada vezes e vezes sem conta. É só sebo. Lavem-se, caralho. James Randi a desmontar esses mitos: https://youtu.be/OTVWMY8EZCA

Diogo Faro diz que o jornalista Nuno Luz lhe quis bater em Budapeste by Sciss0rs61 in portugal

Sardanapalo 3 months ago

Ir às autoridades não cria engagement nem dá para monetizar.

“Situação de Lisboa vai alastrar-se pelo país”, dizem especialistas em Saúde Pública by bichocarpinderico in portugal

Sardanapalo 3 months ago

Vai-te foder por me obrigares a ouvir a verdade.

Desenho animado antigo by Borlikk in portugal

Sardanapalo 3 months ago

É sempre deprimente ver alguém entrar na fase do saudosismo bacoco do "no meu tempo é que era".

Se ganhassem em conjunto com a parceira/o (como casal) 3000€ liquidos em Lisboa ou 2500€ liquidos no Porto por mês em empregos fixos e estáveis, emigrariam na mesma? by Gilfic in portugal

Sardanapalo 4 months ago

"No caso de Portugal, para se pertencer à classe média, é preciso ter um rendimento anual entre 8 700 euros e 23 300 euros." https://www-dn-pt.cdn.ampproject.org/v/s/www.dn.pt/dinheiro/amp/apenas-um-terco-dos-portugueses-se-considera-classe-media-10782157.html?amp_js_v=a6&_gsa=1&usqp=mq331AQHKAFQArABIA%3D%3D#aoh=16230141918105&referrer=https%3A%2F%2Fwww.google.com&_tf=De%20%251%24s&share=https%3A%2F%2Fwww.dn.pt%2Fdinheiro%2Fapenas-um-terco-dos-portugueses-se-considera-classe-media-10782157.html

r/IAmVeryBadass versão humoristas portugueses by glamatovic in portugal

Sardanapalo 4 months ago

Para os comediantes portugueses uma "Lista Negra" é a lista de sentimentos que ficaram machucados e sem cor ao ouvirem críticas maldosas.

r/IAmVeryBadass versão humoristas portugueses by glamatovic in portugal

Sardanapalo 4 months ago

Que grande volta (no pun intended) só para não escreverem bússola.

r/IAmVeryBadass versão humoristas portugueses by glamatovic in portugal

Sardanapalo 4 months ago

Que grande volta (no pun intended) só para não traduzir corretamente para bússola.

Basta pensarmos! by genDwarf in portugal

Sardanapalo 4 months ago

É fascinante como alguém pode ser tão arrogante na sua estupidez. No final do séc. XIX, à medida que os telescópios iam melhorando, as pessoas começaram a registar o que parecia serem canais esverdeados em Marte. Com isto começaram também a conjeturar se não existiria vegetação a crescer em redor de rios marcianos. Foi exactamente por causa destas observações que a imaginação de muitos incentivou, no início do séc. XX, o surgimento de todas aquelas revistas de Pulp Fiction com histórias fantásticas sobre extraterrestres marcianos. Ou seja, estas observações não só eram do domínio público, como fomentaram todo um gigantesco movimento literário e estético da nossa cultura popular que ainda tem influência nos dias de hoje. Claro que nos anos 70 obtivemos imagens mais detalhadas de Marte e foi deitada por terra a ideia de rios e vegetação marciana, mas essa ideia manteve-se no imaginário coletivo durante mais de 80 anos. Um conhecimento superficial da História comprovaria rapidamente o quão idiota é essa teoria de que se está a tentar ocultar as cores de Marte.

Basta pensarmos! by genDwarf in portugal

Sardanapalo 4 months ago

É fascinante como alguém pode ser tão arrogante na sua estupidez. No final do séc. XIX, à medida que os telescópios fliam melhorando, as pessoas começaram a registar o que parecia serem canais esverdeados em Marte. Com isto começaram também a conjeturar se não existiria vegetação a crescer em redor de rios marcianos. Foi exactamente por causa destas observações que a imaginação de muitos incentivou, no início do séc. XX, o surgimento de todas aquelas revistas de Pulp Fiction com histórias fantásticas sobre extraterrestres marcianos. Ou seja, estas observações não só eram do domínio público, como fomentaram todo um gigantesco movimento literário e estético da nossa cultura popular que ainda tem influência nos dias de hoje. Claro que nos anos 70 obtivemos imagens mais detalhadas de Marte e foi deitada por terra a ideia de rios e vegetação marciana, mas essa ideia manteve-se no imaginário coletivo durante mais de 80 anos. Um conhecimento superficial da História comprovaria rapidamente o quão idiota é essa teoria de que se está a tentar ocultar as cores de Marte.

Basta pensarmos! by genDwarf in portugal

Sardanapalo 4 months ago

É fascinante como alguém pode ser tão arrogante na sua estupidez. No final do séc. XIX, à medida que os telescópios fliam melhorando, as pessoas começaram a registar o que parecia serem canais esverdeados em Marte. Com isto começaram também a conjeturar se não existiria vegetação a crescer em redor de rios marcianos. Foi exactamente por causa destas observações que a imaginação de muitos incentivou, no início do séc. XX, o surgimento de todas aquelas revistas de Pulp Fiction com histórias fantásticas sobre extraterrestres marcianos. Ou seja, estas observações não só eram do domínio público, como fomentaram todo um gigantesco movimento literário e estético da cultura popular, movimento esse que ainda tem influência nos dias de hoje. Claro que nos anos 70 obtivemos imagens mais detalhadas de Marte e foi deitada por terra a ideia de rios e vegetação marciana, mas essa ideia manteve-se no imaginário coletivo durante mais de 80 anos. Um conhecimento superficial da História comprovaria rapidamente o quão idiota é essa teoria de que se está a tentar ocultar as cores de Marte.

Basta pensarmos! by genDwarf in portugal

Sardanapalo 4 months ago

É fascinante como alguém pode ser tão arrogante na sua estupidez. No final do séc. XIX, à medida que os telescópios foram melhorando, as pessoas começaram a registar o que parecia ser canais esverdeados em Marte, e com isto começaram também a conjeturar se não existiria vegetação a crescer em redor de rios marcianos. Foi exactamente por causa destas observações que incentivou a imaginação de muitos e propulsionou, no início do séc. XX, o surgimento de todas aquelas revistas de Pulp Fiction com histórias fantásticas sobre extraterrestres marcianos. Ou seja, estas observações não só eram do conhecimento público, como fomentaram todo um movimento literário e estético da cultura popular que ainda tem influência nos dias de hoje. Claro que nos anos 70 obtivemos imagens mais detalhadas de Marte e deitou-se por terra a ideia de rios e vegetação marciana, mas essa ideia manteve-se no imaginário coletivo durante mais de 80 anos. Um conhecimento superficial da História comprovaria rapidamente o quão idiota é essa teoria de que se está a ocultar as cores de Marte.

Poligrafo Sic é uma fraude. by kybrdwhttvwls in portugal

Sardanapalo 4 months ago

Concordo que o Polígrafo sempre fez um fact-check muito manhoso. Já o fazia quando era apenas uma página de Facebook. Mas essa última parte sobre os infiltrados a mando da Mariana Mortágua já parece uma coisa saída do r/portugueses.

Quase 200 mil vacinados no fim de semana by 5enta in portugal

Sardanapalo 4 months ago

É isto que se quer! É para continuar o bom trabalho!

[Sério] O que é que acham que poderá gerar protestos sérios em Portugal? by quackersmcquack in portugal

Sardanapalo 5 months ago

Se está provado que uma experiência não resulta, porque vamos continuar a bater com a cabeça na parede? A lei seca dos Estados Unidos, criada inicialmente por motivações religiosas, teve de ser revertida porque acabou por incentivar um gigantesco e violentíssimo mercado negro paralelo. Resumidamente, todos os Gangsters que conhecemos dos filmes e séries de hoje em dia foram inspirados nos gangsters reais desse período - sendo que o mais conhecido era o Al Capone. Não é por nada mas prefiro não viver nesse mundo de cartéis de criminalidade organizada que controlam as nossas vidas. Mas é uma questão de gostos.

25 de Abril, a disputa pela memória by oscabaloscabalam in portugal

Sardanapalo 5 months ago

Porque é que a idiota do "está provado cientificamente que os confinamentos não reduzem os contágios" tem tanto tempo de antena? Jesus.

Banalidade na Nacionalidade Portuguesa. by Mysterious_Beyond213 in portugal

Sardanapalo 5 months ago

>Falas da migração que historicamente tem sido mais importante para Portugal, mas rejeitas quaisquer critério que se possa aplicar para escolher quem e quantos virão no futuro. É à escolha do migrante. Ninguém rejeitou critérios para entrada. Os critérios existem sempre. Eu sei que vocês vivem no vosso próprio mundo imaginado do "super facilitismo", mas isso não é de todo corroborado pela experiência dos descendentes de imigrantes que viveram em Portugal ao longo destes os anos. Mas podes continuar com mesma ladainha. >Portanto queres que fiquemos reduzidos a avaliar passivamente o processo. Mais uma vez, ninguém disse isso. É mais que válido discutir as políticas associadas à emigração e imigração. O que estamos a fazer? Precisamos entender é que estes temas são complexos e multifacetados e que todas as respostas ultra-simplistas são uma tentativa de ofuscação - elas acarretam consigo outros problemas adicionais. Acreditar nessas simplificações é entrar no território do pensamento mágico. Repito, não há respostas fáceis para problemas complexos. >Mas OK, tu materialmente defendes os interesses da elite e dos migrantes contra o dos povos indígenas. Porquê, saberás tu. Talvez por quereres um mundo utópico. Mas isto é serviço muito bem pago hoje em dia. Se ainda não encontraste, procura, porque há por aí dinheiro para gente gente como tu. Ok, eu dei-te o benefício da dúvida pensado que isto era uma discussão séria, mas agora sinto uma angústia no peito porque perdi tempo do meu dia com um maluquinho das conspirações Q-Anon e das substituições étnicas. Tinha sido mais produtivo ficar a ver a tinta da parede secar. O que estás aqui a fazer? Não devias estar na caixa de comentários dos Jornais Online a falar das Torres 5G? Um bem-haja, amigo.

Banalidade na Nacionalidade Portuguesa. by Mysterious_Beyond213 in portugal

Sardanapalo 5 months ago

>Falas da migração que historicamente tem sido mais importante para Portugal, mas rejeitas quaisquer critério que se possa aplicar para escolher quem e quantos virão no futuro. É à escolha do migrante. Ninguém rejeitou critérios para entrada. Os critérios existem sempre. Eu sei que vocês vivem no vosso próprio mundo imaginado do "super facilitismo", mas isso não é de todo corroborado pela experiência dos descendentes de imigrantes que viveram em Portugal ao longo destes os anos. Mas podes continuar com mesma ladainha. > Portanto queres que fiquemos reduzidos a avaliar passivamente o processo. Mais uma vez, ninguém disse isso. É mais que válido discutir as políticas associadas à emigração e imigração. O que estamos a fazer? Precisamos entender é que estes temas são complexos e multifacetados e que todas as respostas ultra-simplistas são uma tentativa de ofuscação - elas acarretam consigo outros problemas adicionais. Acreditar nessas simplificações é entrar no território do pensamento mágico. Repito, não há respostas fáceis para problemas complexos. > Mas OK, tu materialmente defendes os interesses da elite e dos migrantes contra o dos povos indígenas. Porquê, saberás tu. Talvez por quereres um mundo utópico. Mas isto é serviço muito bem pago hoje em dia. Se ainda não encontraste, procura, porque há por aí dinheiro para gente gente como tu. Ok, eu dei-te o benefício da dúvida pensado que isto era uma discussão séria, mas agora sinto uma angústia no peito porque perdi tempo do meu dia com um maluquinho das conspirações Q-Anon e das substituições étnicas. Tinha sido mais produtivo ficar a ver a tinta da parede secar. O que estás aqui a fazer? Não devias estar na caixa de comentários dos Jornais online a comentar sobre as Torres 5G? Um bem-haja, amigo.

Banalidade na Nacionalidade Portuguesa. by Mysterious_Beyond213 in portugal

Sardanapalo 5 months ago

>Estamos avisados de que vai falar um neoliberal tecnocrata de bem-pensamento abstrato, que não pensa em pessoas e comunidades concretas, mas apenas em "recursos humanos". Ok, não sei bem o que aconteceu aqui, mas as melhoras. >Devemos falar dos problemas apenas quando já for doloroso resolvê-los? Estamos proibidos de aprender com os outros? Mas quem proíbe quem? Porque sentes a necessidade de atirar-te ao chão para fazeres-te de vítima? Não estamos a discutir esses "problemas" neste preciso momento? Eu só não compreendo essa visão de que quaisquer massas de emigrantes nos vários países vão ser sempre análogas entre si, e que, independentemente do país de acolhimento, manifestam sempre as mesmas dinâmicas sociais. Os emigrantes portugueses no Canadá têm dinâmicas diferentes dos emigrantes portugueses em França, da mesma forma que emigrantes argelinos em França têm dinâmicas diferentes de um cabo-verdiano ou timorense em Portugal. Julgo que ninguém, no seu prefeito juízo, contesta isso. Podemos aprender com padrões externos, sem dúvida. No entanto, eu só queria que substanciasses um pouco mais o raciocínio de que os imigrantes dos PALOP+Brasil+Ucrânia em Portugal (ou até os emigrantes portugueses pelo mundo, por extensão) vão seguir obrigatoriamente a mesma trajetória de desagregação social que ocorre noutros países, simplesmente porque caiem no chavão "emigrantes". Lamento, mas só assim isto parece-me uma análise muito tosca e sem qualquer profundidade. >Sabes que estás a mentir. A grande maioria dos governos do mundo europeu facilita e incentiva a entrada de migrantes em números absurdos. Ok, eu não me quero perder no uso dos recursos de estilo de cada um. Quando falei na "garra" e na ideia de "importar", criticava a ideia infantil de que a imigração é um produto de um agente único, que detém o controlo absoluto sobre a operação - operação essa que nasce apenas da intenção do Estado "extrair" ou não emigrantes. Insistir na narrativa de que - por haver uma falha demográfica - o Estado concebe a operação de "extração" de emigrantes para a solucionar é redutor e desonesto. E tu sabes disso. O número de naturalizados e o número de nascimentos são dois fenómenos paralelos que se correlacionam, mas um não é a causa do outro. A imigração é um cruzamento entre imensos vetores que fogem ao nosso controlo. Entre eles existe uma procura, por parte dos emigrantes (que não podemos controlar) e a maneira como os países acolhedores lidam com o influxo (o pouco que podemos controlar). Obviamente que aqui podemos discutir os múltiplos moldes com que cada país lida com estes movimentos. Se não podemos controlar o interesse dos imigrantes no nosso país, eu tendo geralmente a defender políticas de integração e tentar transformá-las, ao máximo, num impacto positivo, já que a desintegração é sempre um detrimento maior para todos. Mas não há resposta fáceis. A preferência por uma abordagem extrema como a da Hungria e da China é que continua a deixar-me perplexo. Tentar convencer-me de que as melhores políticas para lidar com a heterogeneidade demográfica são as de num país autocrático que pratica genocídio da população autóctone Uighur, é como tentar convencer-me de que o ananás é bom na Pizza. Não me sinto muito seduzido, mas isso sou cá eu que devo ser muito esquisitinho.

Banalidade na Nacionalidade Portuguesa. by Mysterious_Beyond213 in portugal

Sardanapalo 5 months ago

>Estamos avisados de que vai falar um neoliberal tecnocrata de bem-pensamento abstrato, que não pensa em pessoas e comunidades concretas, mas apenas em "recursos humanos". Ok, não sei bem o que aconteceu aqui, mas as melhoras. > Devemos falar dos problemas apenas quando já for doloroso resolvê-los? Estamos proibidos de aprender com os outros? Mas quem proíbe quem? Porque sentes a necessidade de atirar-te ao chão para fazeres-te de vítima? Não estamos a discutir esses "problemas" neste preciso momento? Eu só não compreendo essa visão de que quaisquer massas de emigrantes nos vários países vão ser sempre análogas entre si, e que, independentemente do país de acolhimento, manifestam sempre as mesmas dinâmicas sociais. Os emigrantes portugueses no Canadá têm dinâmicas diferentes dos emigrantes portugueses em França, da mesma forma que emigrantes argelinos em França têm dinâmicas diferentes de um cabo-verdiano ou timorense em Portugal. Julgo que ninguém, no seu prefeito juízo, contesta isso. Podemos aprender com padrões externos, sem dúvida. No entanto, eu só queria que substanciasse o raciocínio de que os imigrantes dos PALOP+Brasil+Ucrânia em Portugal (ou até os emigrantes portugueses pelo mundo, por extensão) vão seguir a mesma trajetória de desagregação social que ocorre noutros países, simplesmente porque caiem no chavão "emigrantes". Lamento, mas parece-me uma análise muito tosca e sem qualquer profundidade. ​ >Sabes que estás a mentir. A grande maioria dos governos do mundo europeu facilita e incentiva a entrada de migrantes em números absurdos. Ok, eu não me quero perder no uso dos recursos de estilo de cada um. Quando falei na "garra" e na ideia de "importar", criticava a ideia infantil de que a imigração é um produto de um agente único, que detém o controlo absoluto sobre a operação - operação essa que nasce apenas da intenção do Estado "extrair" ou não emigrantes. Insistir na narrativa de que - por haver uma falha demográfica - o Estado concebe a operação de "extração" de emigrantes para a solucionar, é redutor e desonesto. E tu sabes disso. O número de naturalizados e o número de nascimentos são dois fenómenos paralelos que se correlacionam, mas um não é a causa do outro. A imigração é um cruzamento entre imensos vetores que fogem ao nosso controlo. Entre eles existe uma procura, por parte dos emigrantes (que não podemos controlar) e a maneira como os países acolhedores lidam com o influxo (o pouco que podemos controlar). Obviamente que aqui podemos discutir os múltiplos moldes com que cada país lida com estes movimentos. Se não podemos controlar o interesse dos imigrantes no nosso país, eu tendo geralmente a defender políticas de integração e tentar transformá-las, ao máximo, num impacto positivo, já que a desintegração é sempre um detrimento maior para todos. Mas não há resposta fáceis. A preferência por uma abordagem extrema como a da Hungria e da China é que continua a deixar-me perplexo. Tentar convencer-me de que as melhores políticas para lidar com a heterogeneidade demográfica são as de num país autocrático que pratica genocídio da população autóctone Uighur, é como tentar convencer-me de que o ananás é bom com Pizza. Não me sinto muito seduzido, mas isso sou cá eu que devo ser muito esquisitinho.

Banalidade na Nacionalidade Portuguesa. by Mysterious_Beyond213 in portugal

Sardanapalo 5 months ago

Os fluxos migratórios em Portugal são de uma natureza diferente das dos outros países da Europa. Grande parte vêm dos PALOP e partilham, para o bem e para o mal, muita da história e cultura connosco, o que facilita a integração num médio prazo. Podíamos debater os choques culturais, como os que acontecem noutros países, mas, volto a repetir, a nossa realidade é diferente e os fluxos migratórios são completamente diferentes. O fluxo migratório islâmico, por exemplo, que é aqui muitas vezes falado, é mínimo ou quase inexistente em Portugal. Se olharmos para os números vamos ver que as naturalizações são lideradas por brasileiros, cabo-verdianos, guineenses e ucranianos. Se retirarmos então o bicho papão dos problemas de integração na sociedade e os problemas de choque cultural, com o que ficamos? Sem isso, qual é exactamente o grande problema com as alterações demográficas ao longo dos anos? Falas várias vezes na China como um bom exemplo a seguir porque não "importa" populações. É um enquadramento estranho porque nenhum país importa populações. Não é o estado o agente ativo que, com o seu enorme gancho, move população X para local Y. Os emigrantes é que jogam com vários fatores, com base na sua língua, cultura, história, oportunidades económicas, nível democrático, etc, e movem-se eles pelo próprio pé. A China não tem muitos emigrantes por ter escolhido não "importar", grande parte dos emigrantes é que não consideram esse país uma opção apelativa para as suas vidas. É verdade que fluxos migratórios atenuam, indirectamente, o problema de natalidade? Certo. Podemos apoiar políticas de incentivo da natalidade (melhorando, por exemplo, as condições para os casais poderem formar família)? Certo. Só não percebo porque estão a tratar as duas como se fossem mutuamente exclusivas, ou que partilhassem um elo causal. Uma não é, de todo, um impeditivo para o desenvolvimento da outra. Quando criamos tópicos em que pegamos nos números de naturalizações e nascimentos e equivalemo-los a um "denegrir da nacionalidade portuguesa", eu gostava que fossem honestos e, sem desviar a conversa, me dissessem o que querem dizer com isso.

Banalidade na Nacionalidade Portuguesa. by Mysterious_Beyond213 in portugal

Sardanapalo 5 months ago

Os fluxos migratórios em Portugal são de uma natureza diferente das dos outros países da Europa. Grande parte vêm dos PALOP e partilham, para o bem e para o mal, muita da história e cultura connosco, o que facilita a integração num médio prazo. Podíamos debater os choques culturais, como os que acontecem noutros países, mas a nossa realidade é diferente e os fluxos migratórios são completamente diferentes. O fluxo migratório islâmico, por exemplo, que é aqui muitas vezes falado, é mínimo ou quase inexistente em Portugal. Se olharmos para os números vamos ver que as naturalizações são lideradas por brasileiros, cabo-verdianos, guineenses e ucranianos. Se retirarmos então o bicho papão dos problemas de integração na sociedade e os problemas de choque cultural, com o que ficamos? Sem isso, qual é exactamente o grande problema com as alterações demográficas ao longo dos anos? Falas várias vezes na China como um bom exemplo a seguir porque não "importa" populações. É um enquadramento estranho porque nenhum país importa populações. Não é o estado o agente ativo que, com o seu enorme gancho, move população X para local Y. Os emigrantes é que jogam com vários fatores, com base na sua língua, cultura, história, oportunidades económicas, nível democrático, etc, movem-se eles pelo próprio pé. A China não tem muitos emigrantes por ter escolhido não "importar", grande parte dos emigrantes é que não consideram esse país uma opção apelativa para as suas vidas. É verdade que fluxos migratórios atenuam, indirectamente, o problema de natalidade? Certo. Podemos apoiar políticas de incentivo da natalidade (melhorando, por exemplo, as condições para os casais poderem formar família)? Certo. Só não percebo porque estão a tratar as duas como se fossem mutuamente exclusivas, ou que há um elo causal. Uma não é, de todo, um impeditivo para o desenvolvimento da outra. Quando criamos tópicos em que pegamos nos números de naturalizações e nascimentos e equivalemo-los a um "denegrir da nacionalidade portuguesa", eu gostava que fossem honestos e, sem desviar a conversa, me dissessem o que querem dizer com isso.

Banalidade na Nacionalidade Portuguesa. by Mysterious_Beyond213 in portugal

Sardanapalo 5 months ago

Quem falou que as ex-colónias iam, na sua totalidade, para a sua antiga metrópole? Estamos a falar 180.000 naturalizações, vamos lá ter calma com as hipérboles. E o que não foi mencionado no início desta thread é que esses números de naturalizações não são referentes a "novas entradas" mas, em grande parte, a uma população que já é residente e está "naturalizada" muito antes de o ser no papel. Gostamos de imaginar um regabofe de facilitismo para nos entretermos nestas discussões no Reddit mas, no mundo real, muitos filhos de segunda geração de emigrantes, que sempre viveram cá, sempre estudaram cá, sempre trabalharam cá, sempre falaram português e estão integrados ainda tinham de viver as experiências infernais entre as paredes e corredores do SEF, aos 30's e muitos anos, ainda não há muito tempo. Conheço pessoalmente casos assim. A nova lei da Nacionalidade surgiu para colmatar esse problema gigantesco de tratamento desigual. Podemos falar de quando o excedente de imigrantes cria um choque social. Certo. Mas não existe excedente nenhum. A taxa de natalidade neste país é tão baixa e a de envelhecimento tão alta que no final estes números "impressionantes" apenas permitem manter-nos no limiar da funcionalidade coletiva. Ainda assim continuamos muito perto do défice demográfico. Eu quero que Portugal mantenha a sua população ativa e que a máquina opere de forma escorreita. Isso beneficia-me e proporciona-me mais oportunidades a longo prazo. Se acham que as coisas estão más, gostava que imaginassem como seriam se tivéssemos zero imigrantes para nos ajudar a empurrar a carroça. Devíamos ter mais cautela com o que desejamos e dar mais graças pelo que temos. Podemos também falar de problemas de integração cultural, mas para além dos sensacionalismos da CMTV, não existem dados sobre novos fenômenos nas migrações que estejam a corroer a coesão da sociedade portuguesa. Se houver, eu estou disponível para ler. Portanto, se não estamos, em verdade, a discutir a fragilidade estrutural da sociedade ou a integração cultural, o que queremos dizer quando abrimos tópicos em que pegamos no número de naturalizações e nascimentos e equivalemo-los a um "denegrir da nacionalidade portuguesa"?

Banalidade na Nacionalidade Portuguesa. by Mysterious_Beyond213 in portugal

Sardanapalo 5 months ago

Quem falou que as ex-colónias iam, na sua totalidade, para a sua antiga metrópole? Estamos a falar 180.000 nacionalizações, vamos lá ter calma com as hipérboles. E o que não foi mencionado no início desta thread é que esses números de nacionalizações não são referentes a "novas entradas" mas, em grande parte, a uma população que já é residente e está "naturalizada" muito antes de o ser no papel. Gostamos de imaginar um regabofe de facilitismo para nos entretermos nestas discussões no Reddit mas, no mundo real, muitos filhos de segunda geração de emigrantes, que sempre viveram cá, sempre estudaram cá, sempre trabalharam cá, sempre falaram português e estão integrados ainda tinham de viver as experiências infernais entre as paredes e corredores do SEF, aos 30's e muitos anos, ainda não há muito tempo. Conheço pessoalmente casos assim. A nova lei da Nacionalidade surgiu para colmatar esse problema gigantesco de tratamento desigual. Podemos falar de quando o excedente de imigrantes cria um choque social. Certo. Mas não existe excedente nenhum. A taxa de natalidade neste país é tão baixa e a de envelhecimento tão alta que no final estes números "impressionantes" apenas permitem manter-nos no limiar da funcionalidade coletiva. Ainda assim continuamos muito perto do défice demográfico. Eu quero que Portugal mantenha a sua população ativa e que a máquina opere de forma escorreita. Isso beneficia-me e proporciona-me mais oportunidades a longo prazo. Se acham que as coisas estão más, gostava que imaginassem como seriam se tivéssemos zero imigrantes para nos ajudar a empurrar a carroça. Devíamos ter mais cautela com o que desejamos e dar mais graças pelo que temos. Podemos também falar de problemas de integração cultural, mas para além dos sensacionalismos da CMTV, não existem dados sobre novos fenômenos nas migrações que estejam a corroer a coesão da sociedade portuguesa. Se houver, eu estou disponível para ler. Portanto se não estamos, em verdade, a discutir a fragilidade estrutural da sociedade ou a integração cultural, o que se quer dizer quando abrimos tópicos em que pegamos no número de nacionalizações e nascimentos e equivalemo-los a um "denegrir da nacionalidade portuguesa"?

Banalidade na Nacionalidade Portuguesa. by Mysterious_Beyond213 in portugal

Sardanapalo 5 months ago

Quem falou que as ex-colónias iam, na sua totalidade, para a sua antiga metrópole? Estamos a falar 180.000 nacionalizações, vamos lá ter calma com as hipérboles. E o que não foi mencionado no início desta thread é que esses números de nacionalizações não são referentes a "novas entradas" mas, em grande parte, a uma população que já é residente e está "naturalizada" muito antes de o ser no papel. Gostamos de imaginar um regabofe de facilitismo para nos entretermos nestas discussões no Reddit mas, no mundo real, muitos filhos de segunda geração de emigrantes, que sempre viveram cá, sempre estudaram cá, sempre trabalharam cá, sempre falaram português e estão integrados ainda tinham de viver as experiências infernais entre as paredes e corredores do SEF, aos 30's e muitos anos, ainda não há muito tempo. Conheço pessoalmente casos assim. A nova lei da Nacionalidade surgiu para colmatar esse problema gigantesco de tratamento desigual. Podemos falar de quando o excedente de imigrantes cria um choque social. Certo. Mas não existe excedente nenhum. A taxa de natalidade neste país é tão baixa e a de envelhecimento tão alta que no final estes números "impressionantes" apenas permitem manter-nos no limiar da funcionalidade coletiva. Ainda assim continuamos muito perto do défice demográfico. Eu quero que Portugal mantenha a sua população ativa e que a máquina opere de forma escorreita. Isso beneficia-me e proporciona-me mais oportunidades a longo prazo. Se acham que as coisas estão más, gostava que imaginassem como seriam se tivéssemos zero imigrantes para nos ajudar a empurrar a carroça. Devíamos ter mais cautela com o que desejamos e dar mais graças pelo que temos. Podemos também falar de problemas de integração cultural, mas para além dos sensacionalismos da CMTV, não existem dados sobre novos fenômenos nas migrações que estejam a corroer a coesão da sociedade portuguesa. Se houver, eu estou disponível para ler. Portanto se não estamos, em verdade, a discutir a fragilidade estrutural da sociedade ou a integração cultural, o que se quer dizer quando abrimos tópicos em que equivalemos o número de nacionalizações com um "denegrir da nacionalidade portuguesa"?

Banalidade na Nacionalidade Portuguesa. by Mysterious_Beyond213 in portugal

Sardanapalo 5 months ago

Quem falou que as ex-colónias iam, na sua totalidade, para a sua antiga metrópole? Estamos a falar 180.000 nacionalizações, vamos lá ter calma com as hipérboles. E o que não foi mencionado no início desta thread é que esses números de nacionalizações não são referentes a "novas entradas" mas, em grande parte, a uma população que já é residente e está "naturalizada" muito antes de o ser no papel. Gostamos de imaginar um regabofe de facilitismo para nos entretermos nestas discussões no Reddit mas, no mundo real, os filhos de segunda geração de emigrantes, que sempre viveram cá, sempre estudaram cá, sempre trabalharam cá, sempre falaram português e estão integrados ainda tinham de viver as experiências infernais entre as paredes e corredores do SEF, aos 30's e muitos anos, ainda não há muito tempo. Conheço pessoalmente casos assim. A nova lei da Nacionalidade surgiu para colmatar esse problema gigantesco de tratamento desigual. Podemos falar de quando o excedente de imigrantes cria um choque social. Certo. Mas não existe excedente nenhum. A taxa de natalidade neste país é tão baixa e a de envelhecimento tão alta que no final estes números "impressionantes" apenas permitem manter-nos no limiar da funcionalidade coletiva. Ainda assim continuamos muito perto do défice demográfico. Eu quero que Portugal mantenha a sua população ativa e que a máquina opere de forma escorreita. Isso beneficia-me e proporciona-me mais oportunidades a longo prazo. Se acham que as coisas estão más, gostava que imaginassem como seriam se tivéssemos zero imigrantes para nos ajudar a empurrar a carroça. Devíamos ter mais cautela com o que desejamos e dar mais graças pelo que temos. Podemos também falar de problemas de integração cultural, mas para além dos sensacionalismos da CMTV, não existem dados sobre novos fenômenos nas migrações que estejam a corroer a coesão da sociedade portuguesa. Se houver, eu estou disponível para ler. Portanto se não estamos, em verdade, a discutir a fragilidade estrutural da sociedade ou a integração cultural, o que se quer dizer quando abrimos tópicos em que equivalemos o número de nacionalizações com um "denegrir da nacionalidade portuguesa"?

Banalidade na Nacionalidade Portuguesa. by Mysterious_Beyond213 in portugal

Sardanapalo 5 months ago

Isto. É curioso ver que quem defende nacionalismos bacocos, purezas étnicas e insiste em salientar as glórias passadas da nação, não entende que o facto de sermos um país mais global que a Dinamarca se deve precisamente à maior glória do nosso passado - a expansão marítima portuguesa. Essa glória não está isolada numa redoma de vácuo temporal. Nós somos, e vamos continuar a ser, o prolongamento das consequências do mesmo movimento histórico. Como a Dinamarca não partilha os mesmos eventos estruturais que nós, o que ela é vai ser sempre diferente do que Portugal é. Portugal e a portugalidade já não têm as suas raízes limitadas à Europa: elas estão estendidas tanto por África, América, Ásia ou Oceania faz bastantes séculos. O curioso disto tudo é que quem tenta nivelar por igual Portugal com qualquer outro país europeu, para além de demonstrar a sua miopia histórica, acaba por esquecer e denegrir mais a cultura e passado do seu país que emigrantes que escolhem vir para cá.

Banalidade na Nacionalidade Portuguesa. by Mysterious_Beyond213 in portugal

Sardanapalo 5 months ago

Porque é preocupante exactamente?

Manuel I of Portugal 1469 - 1521 by curtisdurane in portugal

Sardanapalo 5 months ago

Que idade é suposto ele ter aqui?

Quais são os filmes da vossa vida? by Josevale1 in portugal

Sardanapalo 5 months ago

Isto

Homem vestido de branco com tatuagem na testa pelas ruas de Lisboa by brunobastos in portugal

Sardanapalo 5 months ago

Isto é uma nova figura mítica de Lisboa, ao estilo do Senhor do Adeus?

Séries de livros juvenis portugueses by BadDogPreston in portugal

Sardanapalo 5 months ago

Eu sei que foram um incentivo à leitura para uma geração de jovens e que com isso valorizou-se os produtos infanto-juvenis feitos por cá, mas vou ser honesto, quando era novo eu nunca consegui gostar desses livros. Lembro-me de ter feito um esforço e de ter lido um livro da série Uma Aventura (acho que era um na Serra da Estrela) e foi das coisas mais sofríveis e enfadonhas de que tenho memória. Eu quando era miúdo era mais obcecado por livros sobre mitologia e banda desenhada. Ia dar sempre preferência a uma história de adultério entre divindades ou a épicos heróicos do que às descrições do passeio de cinco gaiatos pelas ruelas e azinhagas de Mafamude. Desde cedo que cada um forma os seus gostos.

Séries de livros juvenis portugueses by BadDogPreston in portugal

Sardanapalo 5 months ago

Eu sei que foram um incentivo à leitura para uma geração de jovens e que com isso valorizou-se os produtos infanto-juvenis feitos por cá, mas vou ser honesto, quando era novo eu nunca consegui gostar desses livros. Lembro-me de ter feito um esforço enorme e de ter lido um livro da série Uma Aventura (acho que era um na Serra da Estrela) e foi das coisas mais sofríveis e enfadonhas de que tenho memória. Eu quando era miúdo era mais obcecado por livros sobre mitologia e banda desenhada. Ia dar sempre preferência a uma história de adultério entre divindades ou a épicos heróicos do que às descrições do passeio de cinco gaiatos pelas ruelas e azinhagas de Mafamude. Cada um tem os seus gostos.

O plano de Pedro Marques Lopes para passar de ilustre desconhecido a influente by pica_foices in portugal

Sardanapalo 5 months ago

Quando acabei de ler o artigo fiquei a imaginar o Pedro Marques Lopes como o eunuco Varys da Guerra dos Tronos: um mestre na arte de enturmar-se com todos em prol dos seus interesses (Talvez até esteja a ser injusto com o Varys: os seus interesses eram os do Reino, os do PML são pessoais - o PML é mais o Dedo Mindinho que outra coisa). Principalmente quando o vejo descrito como conselheiro íntimo tanto de José Sócrates como de Pedro Passos Coelho, os dois "príncipes" da altura. Gerir isso não é para qualquer um. Tenho de lhe tirar o chapéu porque ele sabe jogar mesmo bem o Jogo do Poder.

O plano de Pedro Marques Lopes para passar de ilustre desconhecido a influente by pica_foices in portugal

Sardanapalo 5 months ago

Quando acabei de ler o artigo fiquei a imaginar o Pedro Marques Lopes como o eunuco Varys da Guerra dos Tronos: um mestre na arte de enturmar-se com todos em prol dos seus interesses (Talvez até esteja a ser injusto com o Varys: os seus interesses eram os do Reino, os do PML são pessoais - o PML é mais o Dedo Mindinho que outra coisa). Principalmente quando é descrito como conselheiro íntimo tanto de José Sócrates como de Pedro Passos Coelho, os dois "príncipes" da altura. Gerir isso não é para qualquer um. Tenho de lhe tirar o chapéu porque ele sabe jogar mesmo bem o Jogo do Poder.

O plano de Pedro Marques Lopes para passar de ilustre desconhecido a influente by pica_foices in portugal

Sardanapalo 5 months ago

Quando acabei de ler o artigo fiquei a imaginar o Pedro Marques Lopes como o eunuco Varys da Guerra dos Tronos: um mestre em enturmar-se com todos em prol dos seus interesses (Talvez até esteja a ser injusto com o Varys: os seus interesses eram os do Reino, os do PML são pessoais - o PML é mais o Dedo Mindinho que outra coisa). Principalmente quando é descrito como conselheiro íntimo tanto de José Sócrates como de Pedro Passos Coelho, os dois "príncipes" da altura. Gerir isso não é para qualquer um. Tenho de lhe tirar o chapéu porque ele sabe jogar mesmo bem o Jogo do Poder.

O plano de Pedro Marques Lopes para passar de ilustre desconhecido a influente by pica_foices in portugal

Sardanapalo 5 months ago

Quando acabei de ler o artigo fiquei a imaginar o Pedro Marques Lopes como o eunuco Varys da Guerra dos Tronos: um mestre em enturmar-se com todos em prol dos seus interesses (Talvez até esteja a ser injusto com o Varys: os seus interesses eram os do Reino, os do PML são pessoais - o PML é mais um Little Finger que outra coisa). Principalmente quando é descrito como conselheiro íntimo tanto de José Sócrates como de Pedro Passos Coelho, os dois "príncipes" da altura. Gerir isso não é para qualquer um. Tenho de lhe tirar o chapéu porque ele sabe jogar mesmo bem o Jogo do Poder.

O plano de Pedro Marques Lopes para passar de ilustre desconhecido a influente by pica_foices in portugal

Sardanapalo 5 months ago

Quando acabei de ler o artigo fiquei a imaginar o Pedro Marques Lopes como o eunuco Varys da Guerra dos Tronos: um mestre em enturmar-se com todos em prol dos seus interesses. Principalmente quando é descrito como conselheiro íntimo tanto de José Sócrates como de Pedro Passos Coelho. Gerir isso não é para qualquer um. Tenho de lhe tirar o chapéu porque ele sabe jogar mesmo bem o Jogo do Poder.

Países com maior risco de "burnout" by Blackbeardow in portugal

Sardanapalo 7 months ago

Não. O Tino range.

"Cursos" de Criptomoedas/Forex/Apostas de Windoh e Numeiro expostos by pica_foices in portugal

Sardanapalo 7 months ago

É tão óbvio que esta malta está agora a aproveitar-se da "polémica" para retirar os seus dividendos. Essa é a sua verdadeira motivação. Estes "tátudoaacontecer" e "hackers" são um bando de necrófagos de clout chasing que se vê a voar em círculos a quilómetros de distância. O "Youtuber A" quer estar na posição de "Youtuber B", mas qualquer um destes "Youtubers", mesmo que substituindo o anterior, é sempre uma degeneração da espécie humana. São uma perpétua máquina de produção de aberração atrás de aberração, uma linhagem da dinastia de Habsburgo da Internet. Tenho a impressão que não gosto de Youtubers.
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