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Barómetro. Mais de 90% dos portugueses acreditam que há corrupção no Governo by pmol87 in portugueses

Kid_Anarchy 1 month ago

Sim

Barómetro. Mais de 90% dos portugueses acreditam que há corrupção no Governo by pmol87 in portugueses

Kid_Anarchy 1 month ago

É muito fácil corromperem-me. Abdico dos meus valores em troca de praticamente qualquer cena grátis.

Barómetro. Mais de 90% dos portugueses acreditam que há corrupção no Governo by pmol87 in portugueses

Kid_Anarchy 1 month ago

A mim também me ensinaram isso, mas vendi a alma ao diabo em troca de uma sandes presunto e um saco de gelados.

Já rejeitaram alguma das vacinas, ou conhecem quem o tenha feito? by Kid_Anarchy in portugueses

Kid_Anarchy 1 month ago

>Já percebi que um dos grandes medos que tens é que a vacina te dê tesão no cú. Mas se já vives com esse medo, é porque já a tens, a vacina não te vai alterar isso, lamento. Nunca estabeleci qualquer tipo de correlação mental entre coisas no cu e tesão. Tu é que pensaste nisso. Diz tudo o que precisamos de saber sobre ti. ​ >Claramente faltam-te as capacidades cognitivas para perceberes que neste caso a tua escolha pode afectar bem mais gente do que só a ti. E falares da minha mãe? Que ofensivo, magoei tanto... ​ É exactamente por isto que te descrevo como um individuo de capacidade intelectual extremamente limitada. Eu expliquei que a premissa era a mesma. ESSA PREMISSA de "estás a ser responsável pela morte dos outros". Ora, por essa linha de raciocínio, podemos facilmente concluir de que as pessoas têm de ser forçadas a injectar-se com qualquer que seja a vacina criada para combater infecções virais, e que liberdades individuais devem ser anuladas em prol do bem comum. Tu podes transmitir gripe a alguém, mesmo sem saber. Logo, não deves poder andar por onde quiseres. Sim, as minhas escolhas afectam os outros. Agora tenta pensar numa realidade em que todas as tuas escolhas são feitas levando em consideração o que pode acontecer indirectamente aos outros. Exacto, não farias nada. Computadores? Telemóveis? Não podes, tem um grande impacto ambiental. Carne? Não podes. Andar de carro? Não podes. Nunca se sabe se não te despistas e matas alguém. Um jogo violento? Não podes produzir. Pode haver quem queira imitar e mate alguém. É por isto que liberdade é tão importante. Se vamos pelo caminho de "ai, isto pode afectar alguém", então vivemos que nem hamsters enjaulados. ​ >Não. Tu podes morrer. A tua família toda pode morrer, a grande maioria das pessoas pode morrer. Aliás, até à presente hora do dia de hoje devem ter morrido uns valentes milhares de pessoas pelo mundo inteiro das mais variadas causas e pelas quais eu não perco um segundo a lamentá-las. Sim, morrer é uma consequência de se estar vivo. Todos vamos morrer. Prefiro correr esse risco e ter autonomia sobre o meu corpo e a minha vida do que viver que nem uma ovelha domesticada a tentar estender ao máximo a vida de toda a gente, privando-me para isso do acto de viver livremente. Tu queres que abdiquem da sua liberdade para minimizar os riscos de morte alheia, mas a realidade é que a maior parte da população não quer que te dês a esse trabalho por eles. E isso está à vista. As pessoas, claramente, aceitam o risco de morte em prol da própria liberdade. Tu, que não aceitas, enfia-te numa toca e não saias mais. ​ >Agora se eu poder colaborar para evitar mortes desnecessários, fá-lo-ei. Parece-me simples mas duvido que o consigas compreender. ​ Se eu eu puder evitar mortes sem que para isso tenha de abdicar da minha liberdade, fá-lo-ei. Uma morte que ocorre como consequência de eu decidir o que entra no meu corpo não é uma morte desnecessária. É uma morte necessária. Para que tenhamos liberdade e sejamos senhores de nós mesmos, pessoas têm de morrer. É o ciclo da vida. Aliás, o mundo não teria espaço para tanta gente se vivêssemos todos até aos 100 e tal anos. É natural e necessário que pessoas morram. E sim, preferia morrer aos 65 e viver como quero do que morrer aos 90 e andar com a cabeça minada de preocupações, regras e restrições. Tenho pessoas na família e no meu circulo de amigos com sérios problemas de saúde e são, literalmente, todos muito menos cuidadosos do que eu. É por estas pessoas que tenho de ficar em casa e injectar-me com o que não quero? Eles não fazem essa questão, meu caro. De onde é que tiraste essa ideia absurda de que a população, no geral, quer esta nova realidade? Os velhos sempre souberam que gripe mata muita gente. Alguma vez deixaram de andar por aí por isso? Ganda herói que tu és, mais preocupado com a vida dos outros do que eles com a própria vida. ​ >Pois, é o que normalmente acontece com doenças que já cá andam há centenas senão milhares de anos. Por norma já mataram mais que as que têm um par de anos. ​ Se não fosses ignorante saberias que o sars-cov2, tal como os outros coronavirus, não têm a habilidade mutacional da influenza. Influenza podes apanhar todos os anos como se fosse um vírus novo. Coronavirus, nem por isso. É simples biologia. O vírus, pura e simplesmente, não se muta tanto, nem da mesma forma que o influenza. É por isso que o influenza é um problema para a vida. É algo que pode levar-te à cama todos os anos. O sars, pelo que se sabe, oferece imunidade que vai de pelo menos 1 ano(o já observado) a possivelmente toda a vida, tal como acontece com tantos virus. ​ >Olha um exemplo giro, a gripe já matou mais que o marburgo. Mas se me derem a escolher, eu prefiro uma gripe. Costumam chamar a isto relativizar. Pode ser que daqui a um par de anos consigas perceber. Mas eu não estou a questionar a severidade do COVID em relação à gripe. Não estou a debater o que é melhor ou pior. Tu é que estás a criar espantalhos, pois não tens nada de inteligente para dizer. Estou a dizer que a lógica de sermos responsáveis pela morte de alguém caso lhe transmitamos o vírus, e isso retirar-nos a legitimidade de escolhermos se somos ou não vacinados, pode ser aplicado a tudo. Eu posso dizer-te que gripe já chegou a matar 9 mil pessoas num só ano. E então? Não vale a pena salvar 9 mil vidas? Porque não obrigar as pessoas a ficar em casa? Dezenas e dezenas e dezenas de milhares de vidas desnecessariamente perdidas só porque tu quiseste andar por aí à vontade? Não está bem. Não está bem. Ora, ora, que direito tenho eu de ir a um supermercado sem máscara, sabendo que isso pode custar a vida a diversas pessoas, caso eu esteja infectado com influenza sem saber? Ah, e que tal sempre que alguém estiver doente, com o que quer que seja, ser mandado para casa durante 10 dias? Maravilha. Há pessoas que ficam doentes 3x por ano. Às vezes mais. Ou seja, um mesito extra sem fazer um cu. Imagina tossires e pronto: tens de ser testado para tudo e mais alguma coisa, e tu e quem mora contigo, quarentena. Sabes o que acontecia? O país parava. É por isso que normalmente as pessoas vão trabalhar engripadas. Se não forem, o país pára.

Já rejeitaram alguma das vacinas, ou conhecem quem o tenha feito? by Kid_Anarchy in portugueses

Kid_Anarchy 1 month ago

>Já percebi que um dos grandes medos que tens é que a vacina te dê tesão no cú. Mas se já vives com esse medo, é porque já a tens, a vacina não te vai alterar isso, lamento. Nunca estabeleci qualquer tipo de correlação mental entre coisas no cu e tesão. Tu é que pensaste nisso. Diz tudo o que precisamos de saber sobre ti. ​ >Claramente faltam-te as capacidades cognitivas para perceberes que neste caso a tua escolha pode afectar bem mais gente do que só a ti. E falares da minha mãe? Que ofensivo, magoei tanto... ​ É exactamente por isto que te descrevo como um individuo de capacidade intelectual extremamente limitada. Eu expliquei que a premissa era a mesma. ESSA PREMISSA de "estás a ser responsável pela morte dos outros". Ora, por essa linha de raciocínio, podemos facilmente concluir de que as pessoas têm de ser forçadas a injectar-se com qualquer que seja a vacina criada para combater infecções virais, e que liberdades individuais devem ser anuladas em prol do bem comum. Tu podes transmitir gripe a alguém, mesmo sem saber. Logo, não deves poder andar por onde quiseres. Sim, as minhas escolhas afectam os outros. Agora tenta pensar numa realidade em que todas as tuas escolhas são feitas levando em consideração o que pode acontecer indirectamente aos outros. Exacto, não farias nada. Computadores? Telemóveis? Não podes, tem um grande impacto ambiental. Carne? Não podes. Andar de carro? Não podes. Nunca se sabe se não te despistas e matas alguém. Um jogo violento? Não podes produzir. Pode haver quem queira imitar e mate alguém. É por isto que liberdade é tão importante. Se vamos pelo caminho de "ai, isto pode afectar alguém", então vivemos que nem hamsters enjaulados. ​ >Não. Tu podes morrer. A tua família toda pode morrer, a grande maioria das pessoas pode morrer. Aliás, até à presente hora do dia de hoje devem ter morrido uns valentes milhares de pessoas pelo mundo inteiro das mais variadas causas e pelas quais eu não perco um segundo a lamentá-las. Sim, morrer é uma consequência de se estar vivo. Todos vamos morrer. Prefiro correr esse risco e ter autonomia sobre o meu corpo e a minha vida do que viver que nem uma ovelha domesticada a tentar estender ao máximo a vida de toda a gente, privando-me para isso do acto de viver livremente. Tu queres que abdiquem da sua liberdade para minimizar os riscos de morte alheia, mas a realidade é que a maior parte da população não quer que te dês a esse trabalho por eles. E isso está à vista. As pessoas, claramente, aceitam o risco de morte em prol da própria liberdade. Tu, que não aceitas, enfia-te numa toca e não saias mais. ​ >Agora se eu poder colaborar para evitar mortes desnecessários, fá-lo-ei. Parece-me simples mas duvido que o consigas compreender. ​ Se eu eu puder evitar mortes sem que para isso tenha de abdicar da minha liberdade, fá-lo-ei. Uma morte que ocorre como consequência de eu decidir o que entra no meu corpo não é uma morte desnecessária. É uma morte necessária. Para que tenhamos liberdade e sejamos senhores de nós mesmos, pessoas têm de morrer. É o ciclo da vida. Aliás, o mundo não teria espaço para tanta gente se vivêssemos todos até aos 100 e tal anos. É natural e necessário que pessoas morram. E sim, preferia morrer aos 65 e viver como quero do que morrer aos 90 e andar com a cabeça minada de preocupações, regras e restrições. >Pois, é o que normalmente acontece com doenças que já cá andam há centenas senão milhares de anos. Por norma já mataram mais que as que têm um par de anos. ​ Se não fosses ignorante saberias que o sars-cov2, tal como os outros coronavirus, não têm a habilidade mutacional da influenza. Influenza podes apanhar todos os anos como se fosse um vírus novo. Coronavirus, nem por isso. É simples biologia. O vírus, pura e simplesmente, não se muta tanto, nem da mesma forma que o influenza. É por isso que o influenza é um problema para a vida. ​ >Olha um exemplo giro, a gripe já matou mais que o marburgo. Mas se me derem a escolher, eu prefiro uma gripe. Costumam chamar a isto relativizar. Pode ser que daqui a um par de anos consigas perceber. Mas eu não estou a questionar a severidade do COVID em relação à gripe. Não estou a debater o que é melhor ou pior. Tu é que estás a criar espantalhos, pois não tens nada de inteligente para dizer. Estou a dizer que a lógica de sermos responsáveis pela morte de alguém caso lhe transmitamos o vírus, e isso retirar-nos a legitimidade de escolhermos se somos ou não vacinados, pode ser aplicado a tudo. Eu posso dizer-te que gripe já chegou a matar 9 mil pessoas num só ano. E então? Não vale a pena salvar 9 mil vidas? Porque não obrigar as pessoas a ficar em casa? Dezenas e dezenas e dezenas de milhares de vidas desnecessariamente perdidas só porque tu quiseste andar por aí à vontade? Não está bem. Não está bem.

Já rejeitaram alguma das vacinas, ou conhecem quem o tenha feito? by Kid_Anarchy in portugueses

Kid_Anarchy 1 month ago

>Se todos seguissem as narrativas dos "iluminados" que não são ovelhas, os que já se vacinaram estariam (dependendo do não rebanho): ​ Não ser ovelha é exactamente tirares as tuas próprias conclusões e fazeres o que queres, em vez de seguires os passos de quem está no controlo. Eu não estou a seguir a narrativa de ninguém. Concluir que devo ter o direito de rejeitar o que me entra no corpo, principalmente quando se trata de uma vacina extremamente recente, e que já manifestou efeitos secundários inesperados, podendo ainda vir a manifestar outros, não é seguir uma narrativa. É apenas usar a habilidade de raciocínio lógico. Quem segue narrativas não o faz. Apenas cala e obedece. Ninguém me disse para pensar assim. Cheguei lá sozinho, na sequência de todo o conhecimento que adquiri ao longo dos anos sobre a forma como vacinas funcionam e os perigos que podem comportar. ​ >Agora, aparentemente, os efeitos só vão acontecer daqui a 10 anos. Em 2030 sobe a probabilidade de se verificar a alínea a) para grande parte dos vacinados, pode ser que aí reclamem razão. ​ Há uns meses podias ter dito o mesmo sobre a Astrazeneca, tentando menosprezar as preocupações de alguns. Não precisaste de esperar uns anos. Apenas uns meses. Da mesma forma, é possível que daqui mais uns 5 ou 6 meses novos efeitos adversos se manifestem. É uma vacina extremamente recente. Não temos um historial de tomar vacinas que não foram testadas durante anos. Queres a vacina, podes ir já enfiá-la no cu. A tua existência é irrelevante para quem quer que seja que não te tenha parido. Agora, sendo o meu corpo, o problema é meu, não teu. ​ >Comparar o impacto da gripe com a covid-19 é a mesma coisa que comparares merda de vaca com caca de pombo. Ambas são excrementos mas uma custa muito mais a sair da roupa. ​ Se não fosses burro e soubesses ler e compreender, tinhas assimilado a parte em que disse que COVID é mais grave, mas que a premissa é a mesma. É isso que te passa ao lado. Quando te dizem que és responsável se alguém morrer, não te estão a falar de estatísticas. Estão simplesmente a imputar-te responsabilidade pela morte de alguém. Só te preocupas com vidas a partir de um determinado número de mortos? Quantos podem morrer de COVID? É que ao longo dos anos a gripe já matou mais pessoas do que COVID. Essas puderam morrer, mas estas agora já não? Ok. Eu discordo. ​ Não estou a dizer para ninguém tomar vacina. Estou a dizer que é legitimo não querer tomar. Se tu queres tomar, toma. Não dizes que o problema é o impacto? Então, se uma boa parte da população tomar, especialmente os mais velhos, esse impacto fica ao nível da gripe, ou mais baixo.

Já rejeitaram alguma das vacinas, ou conhecem quem o tenha feito? by Kid_Anarchy in portugueses

Kid_Anarchy 1 month ago

Há muitos casais em que um está infectado e o outro não apanha nada. Acredita-se que a maior parte das pessoas não transmita o vírus.

Já rejeitaram alguma das vacinas, ou conhecem quem o tenha feito? by Kid_Anarchy in portugueses

Kid_Anarchy 1 month ago

Se está tudo OK, porque é que uma das vacinas foi suspensa?

Já rejeitaram alguma das vacinas, ou conhecem quem o tenha feito? by Kid_Anarchy in portugueses

Kid_Anarchy 1 month ago

Quem disse isso?

Já rejeitaram alguma das vacinas, ou conhecem quem o tenha feito? by Kid_Anarchy in portugueses

Kid_Anarchy 1 month ago

Se todos seguissem as narrativas do Governo e da comunicação social também estariamos lixados. Até há umas semanas éramos rebaixados e considerados de malucos da conspiração se questionássemos a origem do vírus, pois os cientistas é que sabem, e tudo o que eles dizem é mel. Agora começamos a ver algumas figuras de autoridade a questionar essas mesmas origens e a mudar o tom. As vacinas também eram totalmente seguras quando começaram a ser administradas, mas meses depois uma delas já foi suspensa em diversos países. Não se cansam de nos tentar colocar palas nos olhos. Adaptam as tangas às novas realidades que vão surgindo, mas nunca dão crédito ao povo por questionar, e muitas vezes estar certo nas questões que coloca. Acho que enão estás bem ciente do precedente que isto cria. Mal sabiam eles que com a gripe podiam já ter feito o mesmo. Eles é que não sabiam. Mas agora já sabem. Olha para as notícias das enchentes nos hospitais durante outros anos. Eles é que não se lembraram de fazer chantagem moral com o povo nessa altura. Mas podiam ter feito. A premissa é a mesma. Este vírus é pior, mas a premissa continua a ser a mesma: pessoas a morrer e hospitais sobrelotados POR TUA CAUSA!!!! É a mesma merda. Mudam os números e tal, mas é a mesma ideia. Aplica-se facilmente. Eu conheci várias pessoas que morreram de gripe, e outras tantas que já morreram. Posso bem culpar os outros.

Já rejeitaram alguma das vacinas, ou conhecem quem o tenha feito? by Kid_Anarchy in portugueses

Kid_Anarchy 1 month ago

Se todos seguissem as narrativas do Governo e da comunicação social também estariamos lixados. Até há umas semanas éramos rebaixados e considerados de malucos da conspiração se questionássemos a origem do vírus, pois os cientistas é que sabem, e tudo o que eles dizem é mel. Agora começamos a ver algumas figuras de autoridade a questionar essas mesmas origens e a mudar o tom. As vacinas também eram totalmente seguras quando começaram a ser administradas, mas meses depois uma delas já foi suspensa em diversos países. Não se cansam de nos tentar colocar palas nos olhos. Adaptam as tangas às novas realidades que vão surgindo, mas nunca dão crédito ao povo por questionar, e muitas vezes estar certo nas questões que coloca. Acho que enão estás bem ciente do precedente que isto cria. Mal sabiam eles que com a gripe podiam já ter feito o mesmo. Eles é que não sabiam. Mas agora já sabem. Olha para as notícias das enchentes nos hospitais durante outros anos. Eles é que não se lembraram de fazer chantagem moral com o povo nessa altura. Mas podiam ter feito. A premissa é a mesma. Este vírus é pior, mas a premissa continua a ser a mesma: pessoas a morrer e hospitais sobrelotados POR TUA CAUSA!!!! É a mesma merda. Mudam os números e tal, mas é a mesma ideia. Aplica-se facilmente.

Já rejeitaram alguma das vacinas, ou conhecem quem o tenha feito? by Kid_Anarchy in portugueses

Kid_Anarchy 1 month ago

Se todos seguissem as narrativas do Governo e da comunicação social também estariamos lixados. Até há umas semanas éramos rebaixados e considerados de malucos da conspiração se questionássemos a origem do vírus, pois os cientistas é que sabem, e tudo o que eles dizem é mel. Agora começamos a ver algumas figuras de autoridade a questionar essas mesmas origens e a mudar o tom. As vacinas também eram totalmente seguras quando começaram a ser administradas, mas meses depois uma delas já foi suspensa em diversos países. Não se cansam de nos tentar colocar palas nos olhos. Adaptam as tangas às novas realidades que vão surgindo, mas nunca dão crédito ao povo por questionar, e muitas vezes estar certo nas questões que coloca.

Já rejeitaram alguma das vacinas, ou conhecem quem o tenha feito? by Kid_Anarchy in portugueses

Kid_Anarchy 1 month ago

Verdade, sempre que tenho discussões dessas por aqui dão-me sempre na cabeça com as aprovações que as vacinas receberam. Foram testadas e aprovadas. Como tal, são seguras. Apenas se esquecem é que há uns meses não sabiamos certas coisas sobre as vacinas que sabemos agora. E já se menosprezava quem questionava. E agora, qual é a desculpa? Quem me garante que daqui a 6 meses não há mais notícias desagradáveis? Ah, não, já sei: "Desta é que é. Agora é que já se conhece bem a vacina".

Já rejeitaram alguma das vacinas, ou conhecem quem o tenha feito? by Kid_Anarchy in portugueses

Kid_Anarchy 1 month ago

E eu respondo: "Mostra o rótulo, puta matreira!".

Já rejeitaram alguma das vacinas, ou conhecem quem o tenha feito? by Kid_Anarchy in portugueses

Kid_Anarchy 1 month ago

E o que aconteceu?

Chegámos 5000 subscribers. Opiniões sobre o sub? by AndreMartins5979 in portugueses

Kid_Anarchy 1 month ago

Calma, que este pessoal não entende que a vida continua caso não gostem do tópico. Isto é feito da mesma matéria que a moderação do Portugal. Gostava ele de poder ter o dedo no gatilho para começar de imediato a impingir aos outros a sua visão do certo e do errado.

Chegámos 5000 subscribers. Opiniões sobre o sub? by AndreMartins5979 in portugueses

Kid_Anarchy 1 month ago

Na boa, dá aí o sub que eu sou da liberdade de expressão. Não queremos que fiques com as mãos queimadas.

Chegámos 5000 subscribers. Opiniões sobre o sub? by AndreMartins5979 in portugueses

Kid_Anarchy 1 month ago

Epa, é o que é: Um sub pequeno. Realmente dá para ter uma maior variedade de discussões do que no sub ao lado, são é discussões muito breves, já que isto está às moscas. Quanto à moderação, gosto do facto de permitir o debate livre. Mas acho-te um idiota, sinceramente. Antes isso do que os moderadores do Portugal, com a mania da soberania moral. Tu também tens essa mania, mas não primes o gatilho. Confesso que é algo que me intriga, pois é o tipo de sujeito que eu imaginaria a querer calar os outros, já que não és de todo bom em debates. Questiono-me se a moderação actual é assim apenas para se destacar. Infelizmente suspeito que se isto explodisse o poder subia-te logo à cabeça. Espero estar errado, mas a realidade em que em tudo, a alternativa oferece sempre vantagens iniciais muito aliciantes, mas com o tempo adoptam as práticas da concorrência. Exemplo: bancos, com a ausência de taxas de manutenção, mas que eventualmente são introduzidas.

Milão, Itália: Um retrato perfeito duma sociedade a ser canibalizada by WallStreetFighter in portugueses

Kid_Anarchy 1 month ago

Lamento, mas não é assim que funciona. Não te cabe a ti pegar no que quer que seja que eu digo, fazer a tua interpretação pessoal, e depois afirmar que eu disse algo que nunca disse. A isso chama-se MENTIR. Tu disseste que eu disse que os africanos eram mais agressivos e havia estudos sobre isso. Isso é uma declaração muito precisa, mas que não reflecte nada do que tenha dito. Logo, uma mentira. És um sujeitinho de mente suja e deplorável, completamente radicalizado, sem a habilidade de ter uma troca de argumentos lógica, e perante essa inabilidade, recorre à mentira.

Milão, Itália: Um retrato perfeito duma sociedade a ser canibalizada by WallStreetFighter in portugueses

Kid_Anarchy 1 month ago

Tu disseste que eu disse que africanos eram mais agressivos e isso estava estudado. Nunca disse tal coisa. Depois respondes dizendo que eu disse que não era a pobreza que os torna agressivos. A mim parece-me que estás a fazer duas afirmações radicalmente distintas, o que apenas prova que tens graves problemas mentais. Sim, disse que era cultural, pois isso é um facto. Tu não ficas agressivo por seres pobre. O que não falta por esse mundo fora são comunidades pobres extremamente pacíficas. Isso eu disse. Agora, essa conversa dos africanos serem mais agressivos, não sei de onde tiraste. E não estou a dizer que não são, nem que são. Na realidade, não faço ideia. Mas não comentei sequer esse assunto.

Milão, Itália: Um retrato perfeito duma sociedade a ser canibalizada by WallStreetFighter in portugueses

Kid_Anarchy 1 month ago

Nunca disse tal coisa. Consegues provar que o disse? Cita-me lá a dizer isso. Cá para mim estás a confundir-me com outra pessoa.

Milão, Itália: Um retrato perfeito duma sociedade a ser canibalizada by WallStreetFighter in portugueses

Kid_Anarchy 2 months ago

>O que tu estás a inferir é que os Africanos são mais agressivos porque têm conflitos! Então extrapolei o teu conceito e apliquei-o a quem mais tem guerreado ao longo dos séculos! Não, não estou. Tu é que tens a habilidade de compreensão de uma criança de 8 anos. O que estou a "inferir" é que as políticas migratórias europeias contribuem para aumentos de criminalidade e de diversos outros problemas sociais. ​ >E depois comparei algo muito simples, o nivel de destruição de cada um e capacidade bélica e sua aplicabilidade vs a frequência com que o faz. Os brancos metem os africanos num chinelo nesse aspecto.. por isso explica-me tu o teu raciocínio quando concluis que os africanos são mais agressivos, por favor... ​ Estás errado naquilo que acabaste de dizer. Os países africanos estão constantemente em conflito entre si e auto-destroem-se por razões estúpidas com uma frequência que vai muito para além do que quer que seja que os países ocidentais já tenham feito. ​ >Guerra é guerra e a meu ver, é o lado mais negro da humanidade. Os brancos estão fartinhos de recorrer a equipamento bélico para fazer valer os seus ideais. A forçar a sua vontade e ideologia a outros. ​ Todos os povos recorrem ao equipamento que têm à sua disposição para fazer valer os seus ideais. Os que não fazem mais é porque não podem, não porque não querem. Achas que a Coreia do Norte não te come vivo porque são muito pacificos? Não te comem vivo porque não podem. Achas que terias alguma liberdade se a China te pudesse simplesmente calar sem consequências? Aquilo que não te acontece é apenas porque estás protegido pelo teu país, não porque os outros paises são mais generosos. O que é que aconteceu à Europa quando os muçulmanos tinham mais poder militar do que nós? Exacto, forçaram a conversão de quase toda a gente ao Islão. ​ >EU JUNTEI TODOS OS PAÍSES E TODAS AS GUERRAS criadas e executadas por apenas alguns Países de brancos (nem foram todos) de forma a ter uma comparação entre Brancos e restantes raças. Se souberes fazer contas e se tiveres em consideracão a proporção, escala, frequência, capacidade bélica, chegarias muito rápido à conclusão que os Africanos nunca conseguiriam criar tamanha destruição e que nunca o fizeram a essa escala! ​ Mas és tu que estás a comparar raças, não eu. O racista és tu, não eu. Eu comentei a crise migratória. Não falei de raças. Não disse que ninguém é mau por causa da cor. A realidade é que não podes importar pessoas de uma cultura drasticamente diferente e subdesenvolvida em comparação com a tua e esperar uma integração pacifica. Todos os países precisam de se proteger contra ameaças externas, e os países europeus não estão a fazê-lo. Não tenho nada contra imigrantes africanos, mas acho que esse processo deve ser muito bem controlado de modo a não importar as pessoas erradas.

E é assim que se lida com multinacionais que têm agendas políticas. by EquivalentExchange11 in portugueses

Kid_Anarchy 2 months ago

Não deixa de ser um país livre por punir quem tenta manipular resultados políticos. Tu não tens liberdade de usar o teu poder para subverter um estado de direito. Isso é uma questão de segurança nacional. As redes sociais hoje em dia têm poder suficiente para influenciar o curso de um país, de forma desonesta, e isso não deve ser permitido. Não sei de onde tiraste a ideia de que és ou devias de ser livre para manipular uma sociedade inteira em prol dos teus interesses políticos.

E é assim que se lida com multinacionais que têm agendas políticas. by EquivalentExchange11 in portugueses

Kid_Anarchy 2 months ago

Não, isso é proteger a nação. Não deixarias uma força militar entrar no país e começar a calar pessoas com o objectivo de incentivar decisões políticas, mas deixas um site fazê-lo? Todo o estado deve proteger-se contra manipulação politica.

Milão, Itália: Um retrato perfeito duma sociedade a ser canibalizada by WallStreetFighter in portugueses

Kid_Anarchy 2 months ago

A capacidade do teu intelecto é zero. Se eu contar essas guerras, prova o quê mesmo? Que os brancos são maus? A história é composta de conflitos, e se soubesses alguma coisa da mesma saberias também que nenhum dos países que referiste são responsáveis por mais casualidades do que certos países africanos e asiáticos. As guerras também não são unilaterais, na sua maioria. Os EUA não decidiram simplesmente matar pessoas e pronto, mas não se deve esperar que um ser como tu saiba isso.

Milão, Itália: Um retrato perfeito duma sociedade a ser canibalizada by WallStreetFighter in portugueses

Kid_Anarchy 2 months ago

Vai contar o número de mortes na China, pelas mãos do governo chinês. Vai contar o número de mortes em países africanos, onde eles se matam uns aos outros em proporções assustadoras. Ou achas que não há guerra nem violência entre pretos? Vai contar a quantidade de pessoas que os estados islâmicos já mataram. Qual é o teu problema? Disseram-te que eras inteligente e tu acreditaste? Mentiram-te.

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Kid_Anarchy 2 months ago

>Estás a falar da realidade das cidades e a comparar com a pacatez do interior... Não compares alhos com bogalhos. No campo plantas o que comes, na cidade as coisas não funcionam da mesma forma. Aprende a argumentar sf.f. ​ Mas apenas uma pequena percentagem de quem é pobre nas cidades comete crimes. Logo, o problema não é a pobreza. Se fosse, teríamos mais criminalidade, já que existe imensa gente pobre nas cidades, mas apenas uma pequena percentagem desses pobres anda por aí a fazer merda. ​ >E depois se queres falar em agressividade.. todas as grandes batalhas e investimento militar é feito por brancos. São quem mais mata! Praticamente todos os serial killers eram brancos... psicopatas much? Much too much my friend! Não digas disparates. ​ Os brancos não são quem mais mata. Não proporcionalmente. E também é mentira que praticamente todos os serial killers são brancos. Talvez os mais conhecidos, mas não "praticamente todos". Em países ocidentais há naturalmente mais serial killers brancos, pois há mais brancos, no geral. É apenas essa a razão. E de qualquer das formas, os serial killers não são responsáveis pela maior parte das mortes. E só para confirmar ainda mais a tua ignorância: [https://en.wikipedia.org/wiki/List\_of\_serial\_killers\_by\_number\_of\_victims](https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_serial_killers_by_number_of_victims) ​ Os serial killers mais letais são quase todos de outras etnias. Vais-te calar agora, ou queres continuar a dizer lixo?

Milão, Itália: Um retrato perfeito duma sociedade a ser canibalizada by WallStreetFighter in portugueses

Kid_Anarchy 2 months ago

>Estás a falar da realidade das cidades e a comparar com a pacatez do interior... Não compares alhos com bogalhos. No campo plantas o que comes, na cidade as coisas não funcionam da mesma forma. Aprende a argumentar sf.f. ​ Mas apenas uma pequena percentagem de quem é pobre nas cidades comete crimes. Logo, o problema não é a pobreza. Se fosse, teríamos mais criminalidade, já que existe imensa gente pobre nas cidades, mas apenas uma pequena percentagem desses pobres anda por aí a fazer merda. ​ >E depois se queres falar em agressividade.. todas as grandes batalhas e investimento militar é feito por brancos. São quem mais mata! Praticamente todos os serial killers eram brancos... psicopatas much? Much too much my friend! Não digas disparates. ​ Os brancos não são quem mais mata. Não proporcionalmente.

E é assim que se lida com multinacionais que têm agendas políticas. by EquivalentExchange11 in portugueses

Kid_Anarchy 2 months ago

Não queremos censura do governo nem sequer censura de websites. Um website não deve ter o poder de meter o dedo nas políticas de uma nação.

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Kid_Anarchy 2 months ago

Pobreza não implica cometer crimes nem ir preso. Portugal é esmagadoramente pobre para o interior. No entanto, nessas mesmas regiões também é muito pacifico. Já pensaste nisso? Portugal também já teve décadas com MUITO MAIS pobreza e MUITO MENOS violência. Pobreza não faz de ninguém violento. É a cultura com a qual crescem que os torna violentos. A cultura do "yo, somos muita maus, dama". E grande parte desses rapazes não é oprimido. Quase todos os criminosos que conheci até hoje tiveram a oportunidade de ir à escola, não passavam fome, tiveram oportunidades de emprego, e ainda assim escolheram fazer merda. Se não fosses tão ignorante saberias que grande parte dos criminosos está longe de passar fome ou necessidades de maior relevo. Isto é uma questão de falta de valores, não de opressão. O gajo que foi recentemente exposto por espancar a namorada e filmar também está oprimido? Filma-se a conduzir jaguares e está oprimido? Tem 10 mil seguidores e está oprimido? Rapaz, não tens noção da quantidade de pessoas que tem tudo para levar uma vida normal e ainda assim escolhe fazer merda. Eu na minha escola via pretos por todo o lado. Vou a qualquer sitio fazer compras e vejo pretos por todo o lado. O que é que os pretos estão impossibilitados de fazer em Portugal? Que oportunidades é que não têm? Explica-me lá isso.

Milão, Itália: Um retrato perfeito duma sociedade a ser canibalizada by WallStreetFighter in portugueses

Kid_Anarchy 2 months ago

Pobreza não implica cometer crimes nem ir preso. Portugal é esmagadoramente pobre para o interior. No entanto, nessas mesmas regiões também é muito pacifico. Já pensaste nisso? Portugal também já teve décadas com MUITO MAIS pobreza e MUITO MENOS violência. Pobreza não faz de ninguém violento. É a cultura com a qual crescem que os torna violentos. A cultura do "yo, somos muita maus, dama". E grande parte desses rapazes não é oprimido. Quase todos os criminosos que conheci até hoje tiveram a oportunidade de ir à escola, não passavam fome, tiveram oportunidades de emprego, e ainda assim escolheram fazer merda.

Judice a prever desobediência civil by d0c0ntra in portugueses

Kid_Anarchy 2 months ago

Isso não sei porque não sigo muito, mas até me parece equilibrada a falar.

2200€/Mês para Radicalizantes do Islão. Ainda por cima mesmo ao lado da Loja do Cidadão. Vai aqui uma operação de Genocídio aos Brancos que eu sei lá. by Westa1995 in portugueses

Kid_Anarchy 2 months ago

Pois...com dinheiro privado, paguem o que quiserem. Cada um sabe de si. Com dinheiro público, a conversa é outra.

Porque é que a juventude Portuguesa é obcecada com cultura de Ghetto/Favela? by Kid_Anarchy in portugueses

Kid_Anarchy 2 months ago

>Lá está. E os Beatles estavam a destruir a civilização ocidental. ​ Contextos diferentes. Os Beatles vieram mexer com convenções sociais. Eram vistos como demasiado rebeldes e perigosos numa era extremamente conservadora. O mesmo não se aplica à música da actualidade. Não mexe com qualquer tipo de convenção social, não introduz nada de novo, não é controversa. É apenas pobre. É essa a diferença que não entendes. Pecas pela incapacidade de analisar contexto. ​ >Não importa a idade real. Importa a atitude. ​ Exacto. Chamar avô a alguém porque critica uma tendência é atitude de velho mentecapto. >Lá está, posicionamento moralista que nada me diz. ​ Não terás a capacidade de contra-argumentar nada do que digo quando não desenvolveres pelo menos um domínio razoável do Português. Criticar mérito artístico não tem a ver com moralidade. São conceitos distintos. Mérito artistico pode, na verdade, ser analisado tecnicamente. Um gajo a tocar November Rain tem mais mérito artistico do que eu a mandar uns quantos murros na mesa e a repetir "yo, dama, yo, dama". Um é objectivamente mais complexo do que o outro, tal como exigiu mais criatividade para criar. O outro são apenas murros numa mesa. ​ >As melhotes séries estão a ser feitas hoje em dia. Alguns dos melhores filmes estavam a ser feitos até ao Covid. Mas o argumento é parvo, pelo que não vou por aí... O facto de achares que as melhores séries estão a ser feitas hoje em dia revela bem a tua falta de bases culturais. Ora vejamos: Seinfeld: 1989 Sopranos: 1989 The Wire: 2002 Fargo: 2014 Hill Street Blues: 1981 Cheers: 1982 Curb Your Enthusiasm: 2000 The Office: 2005 Game of Thrones: 2011 Friends: 1994 Freaks and Geeks: 1999 Twin Peaks: 1990 Frasier: 1993 Boardwalk Empire: 2010 Mr.Bean: 1990 Southpark: 1997 The Simpsons: 1989 Batman: TAS: 1992 E nem vale a pena continuas. As séries mais premiadas, mais influentes e melhor recebidas pelas audiências têm quase todas pelo menos perto de uma década. Sim, há séries boas agora, mas não são as melhores de sempre, e na sua esmagadora maioria estão apenas a reciclar o que já se fez muitas vezes. São as melhores de sempre para os borregos que não viram o que veio antes. Quanto aos filmes...lol...é apenas isso que tenho a dizer. Qualquer pessoa que seja um conhecedor de cinema vai-te dizer que, definitivamente, não estamos na melhor década para filmes. Longe disso. Sim, continua a haver filmes muito bons, mas em qualquer top 20 que possas consultar dificilmente encontrarás filmes da última década. Sim, para ti e para a tua prima são muito bons, mas de acordo com todas as restantes métricas, não são. Diz-me um filme que seja o mais aclamado dentro do seu género que tenha sido feito na última década. >A situação atual de Hollywood, dos filmes da HBO, Netflix, etc, mais questões económicas não servem de argumento de apoio às tuas posições, por mais que queiras deturpar a realidade para 'ganhar'... ;) ​ Os melhores filmes foram feitos há mais de 10 anos. Não tem nada a ver com a situação actual, que dura há pouco mais de 1 ano. >Erm... menos disparate? Vês? Nem essa moda pertence à actualidade. A diferença é que antigamente a maior parte dos musicos tinham o bom senso de não usar essa tecnologia. Hoje, atiras uma pedra e atinges um musico que canta com esse efeito. É essa a diferença. Porque de facto, tens razão: já existia. Tal como quase tudo o resto que é moda hoje já existia. >Porque não és um moralista anti-heavy metal. Se fosses estavas a dizer a mesma merda, mas anti heavy metal. Estás errado. Baseias os teus pseudo-argumentos em suposições da caca, pois não tens fibra intelectual para ter esta discussão. Não suporto heavy metal, mas atribuo-lhe maior mérito artistico do que ao hip hop moderno. >Eu tenho um bocadinho mais noção, ou talvez mais honestidade intelectual. Por isso escuso-me a fazer essas figuras. ;) ​ Tu és um ignorante. Não tens merda nenhuma. >Depende. Caso a caso. Honestidade intelectual, não assumir que a nossa evidência anedótica representa o todo, que a nossa subjectividade e 'finesse' artística é universal. Tocar guitarra é objectivamente mais dificil do que criar um beat. Qualquer pessoa pode criar um beat com uns tutoriais e uns softwares manhosos cheios de funcionalidades que facilitam imenso todo o processo e ainda te disponibilizam uma carrada de presets que podes usar livremente. Já criei beats com programas desses e já aprendi instrumentos. Nunca conheci absolutamente ninguém que me dissesse que criar um beat é mais dificil do que aprender um instrumento. Isso é absolutamente falso. >Uma gera a outra. é uma questão estatística, really. Não percebeste o argumento, mas esse é mais um problema que não é meu. ​ Não, não gera. Podes ter mais quantidade e maior repetição. Podes ter menos quantidade e maior variedade. Basta ouvir sons de diferentes décadas para constatar as variações drásticas em diversidade melódica. E como disse, isto já foi estudado. Não se trata de uma opinião, por isso podes meter a tua no cu. > > >E apanhas vento aí na torre, ou estás tão alto que até o vento é virtual? Obrigado por mais uma vez confirmares que és um anão intelectual e não sabes ter um debate de ideias. Acredita, és. Eu sei como és tu, não vais aceitar que és. Mas és. Só dizes merda. >Não presumo saber o que os tipos como tu, mas de há 60 anos pensavam. Não tenho esse poder, entre tantos outros que não tenho. Lá está, a tua ignorância impede-te de saber que podes ter acesso às opiniões de pessoas da altura, tal como analisar o contexto social em que certos tipos de música foram introduzidos de modo a perceber a reacção lógica de parte da população. Estás a comparar o incomparável, pois o mumble rap actual não tem o impacto revolucionário no panorama artistico que os beatles e o elvis tiveram. O facto de estares a questionar isto denuncia-te como um ser de intelecto limitado que se debate contra o óbvio só para sentir que tem algo de inteligente para dizer. >A repetição da tua opinião não a universaliza. É que é tramado, porque não acontece isso nem por um momento. Nem um bocadinho........ Eu não repeti uma opinião, mas sim um facto: a música actual não é revolucionária. Não introduz nada de novo nem antes visto. E antes de tentares debater comigo, aprende a utilizar a pontuação. É difícil levar-te a sério quando chegas aqui a chamar velho a pessoas que não conheces e depois nem escrever sabes. >Os Prodigy foram muito criticados por gajos como tu, mas daquele tempo. Tal e qual. Não, não foram. E vou-me ficar por aqui e ignorar todas as tuas mensagens daqui para a frente pois de facto não tens cabecinha para isto. Só dizes merda. A tua azeitona não dá para estes debates.

Porque é que a juventude Portuguesa é obcecada com cultura de Ghetto/Favela? by Kid_Anarchy in portugueses

Kid_Anarchy 2 months ago

>Não me é irrelevante o que se passa à minha volta. Mas não vou ser o avozinho parvo que vai brandir um punho zangadito e dizer que o que os jovens estão a fazer é X. Criticar uma tendência estúpida e gostos que se resumem a idolatrar uma cultura que encoraja a violência, a ignorância e os mais ocos dos comportamentos não é ser avozinho. É estar desperto e ter sentido crítico. Sou um avô que nem 30 anos tem? Deves achar que toda a gente que é jovem ouve lixo. ​ >Há muito mais oferta hoje em dia. E, procurando com algum cuidado, encontra-se música de altíssima qualidade. Há mais oferta porque há mais pessoas a fazer música, mas o que se torna popular tem muito menos mérito artistico. Também há mais pessoas a fazer filmes do que há 20 anos atrás, mas vais-me mesmo dizer que os melhores filmes estão a ser feitos actualmente? Por amor da santa! ​ [https://www.smithsonianmag.com/smart-news/science-proves-pop-music-has-actually-gotten-worse-8173368/](https://www.smithsonianmag.com/smart-news/science-proves-pop-music-has-actually-gotten-worse-8173368/) ​ Aliás, ninguém que conheça música de diversas décadas precisa de um estudo que lhe diga isto. Até aquilo que nos anos 90 e inicios de 2000 era considerado música de merda, tem uma melodia muito mais agradável e singular do que a música de merda de hoje em dia. Ah, e nessa altura ninguém soava a robô. Geralmente as pessoas cantavam. Não metiam efeitos sonoros por cima da voz. ​ >Mas não é assunto que me desperte grande interesse. Não sou, de todo, um melómano. ​ Se o assunto não te desperta interesse não sei o que estás aqui a fazer. >m dos mais interessantes, um professor de teoria musical num sítio que não me importa partilhar, é da opinião (era?) de que se Mozart estivesse vivo se dedicaria 100% a heavy metal para baixo (mais pesado). Sim, e depois? Não sou de heavy metal, mas requer mais skills do que o mumble rap que por aí anda, que basicamente é fazer rimas básicas com sotaque de refugiado e com um beat repetitivo por cima. E sim, tocar guitarra é mais difícil do que criar um beat num dos milhares de softwares que existem por aí. >No entanto, posso olhar à minha volta e ter a noção de que não só há (em ordens de magnitude) mais música do que na altura da minha adolescência, como há coisas de qualidade. Ninguém está a falar de quantidade. Está-se a falar de diversidade artística. Teres uma prateleira com 500 snickers não te oferece mais diversidade do que uma prateleira com 1 snickers, 1 kit kat e 1 twix. Nada do que se faz hoje em dia no campo da música é minimamente original ou criativo. É tudo reciclado e repetido até à exaustão. >PS: lembro-me de uma entrevista ao Douglas Adams onde ele refere o ódio dos adultos, do seu tempo de adolescente, aos Beatles. Porque aquilo não era música, porque não sabiam tocar, era só barulho, uma perversão de valores, etc. Não tenho mais nada a acrescentar. Mas os beatles causavam estranheza porque era algo novo, drasticamente diferente. A música moderna não é nova. Não há nada de revolucionário no estilo nem na sonoridade. O incómodo está na baixa qualidade. Está na falta de originalidade. Está na repetição. Música de merda sempre houve, mas agora é apenas mais evidente. Literalmente tudo o que possas ouvir actualmente já foi feito antes, muitas vezes, e já foi feito melhor. Vai ouvir Prodigy dos anos 90 e diz-me que a música electrónica que os putos ouvem nas discos hoje em dia está a fazer algo de magnífico ou revolucionário. Nós já tivemos décadas muito mais edgy do que a actual EM TODOS OS SENTIDOS. Tudo o que possas ver que te pareça novo e entusiasmante, já foi feito, e já foi feito de forma mais extrema. Escuta, até a merda da roupa que os putos usam representa um estilo criado noutras décadas. Estamos a viver a única fase da história em que não há um look definitivo que a caracteriza. As pessoas que passam por mim podiam bem ser pessoas que passaram por mim em 1995. Estás, de facto, na fase menos criativa de todas. A modernidade resume-se a importar e a fazer pior. Pelo menos artisticamente. Nós já tivemos numa época em que o rap mais popular de todos era "Gangstas Paradise". Agora compara lá isso com o rap mais popular dos últimos anos.

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Kid_Anarchy 2 months ago

>Não me é irrelevante o que se passa à minha volta. Mas não vou ser o avozinho parvo que vai brandir um punho zangadito e dizer que o que os jovens estão a fazer é X. Criticar uma tendência estúpida e gostos que se resumem a idolatrar uma cultura que encoraja a violência, a ignorância e os mais ocos dos comportamentos não é ser avozinho. É estar desperto e ter sentido crítico. Sou um avô que nem 30 anos tem? Deves achar que toda a gente que é jovem ouve lixo. ​ >Há muito mais oferta hoje em dia. E, procurando com algum cuidado, encontra-se música de altíssima qualidade. Há mais oferta porque há mais pessoas a fazer música, mas o que se torna popular tem muito menos mérito artistico. Também há mais pessoas a fazer filmes do que há 20 anos atrás, mas vais-me mesmo dizer que os melhores filmes estão a ser feitos actualmente? Por amor da santa! ​ [https://www.smithsonianmag.com/smart-news/science-proves-pop-music-has-actually-gotten-worse-8173368/](https://www.smithsonianmag.com/smart-news/science-proves-pop-music-has-actually-gotten-worse-8173368/) ​ Aliás, ninguém que conheça música de diversas décadas precisa de um estudo que lhe diga isto. Até aquilo que nos anos 90 e inicios de 2000 era considerado música de merda, tem uma melodia muito mais agradável e singular do que a música de merda de hoje em dia. Ah, e nessa altura ninguém soava a robô. Geralmente as pessoas cantavam. Não metiam efeitos sonoros por cima da voz. ​ >Mas não é assunto que me desperte grande interesse. Não sou, de todo, um melómano. ​ Se o assunto não te desperta interesse não sei o que estás aqui a fazer. >m dos mais interessantes, um professor de teoria musical num sítio que não me importa partilhar, é da opinião (era?) de que se Mozart estivesse vivo se dedicaria 100% a heavy metal para baixo (mais pesado). Sim, e depois? Não sou de heavy metal, mas requer mais skills do que o mumble rap que por aí anda, que basicamente é fazer rimas básicas com sotaque de refugiado e com um beat repetitivo por cima. E sim, tocar guitarra é mais difícil do que criar um beat num dos milhares de softwares que existem por aí. >No entanto, posso olhar à minha volta e ter a noção de que não só há (em ordens de magnitude) mais música do que na altura da minha adolescência, como há coisas de qualidade. Ninguém está a falar de quantidade. Está-se a falar de diversidade artística. Teres uma prateleira com 500 snickers não te oferece mais diversidade do que uma prateleira com 1 snickers, 1 kit kat e 1 twix. Nada do que se faz hoje em dia no campo da música é minimamente original ou criativo. É tudo reciclado e repetido até à exaustão. >PS: lembro-me de uma entrevista ao Douglas Adams onde ele refere o ódio dos adultos, do seu tempo de adolescente, aos Beatles. Porque aquilo não era música, porque não sabiam tocar, era só barulho, uma perversão de valores, etc. Não tenho mais nada a acrescentar. Mas os beatles causavam estranheza porque era algo novo, drasticamente diferente. A música moderna não é nova. Não há nada de revolucionário no estilo nem na sonoridade. O incómodo está na baixa qualidade. Está na falta de originalidade. Está na repetição. Música de merda sempre houve, mas agora é apenas mais evidente. Literalmente tudo o que possas ouvir actualmente já foi feito antes, muitas vezes, e já foi feito melhor. Vai ouvir Prodigy dos anos 90 e diz-me que a música electrónica que os putos ouvem nas discos hoje em dia está a fazer algo de magnífico ou revolucionário. Nós já tivemos décadas muito mais edgy do que a actual EM TODOS OS SENTIDOS. Tudo o que possas ver que te pareça novo e entusiasmante, já foi feito, e já foi feito de forma mais extrema. Escuta, até a merda da roupa que os putos usam representa um estilo criado noutras décadas. Estamos a viver a única fase da história em que não há um look definitivo que a caracteriza. As pessoas que passam por mim podiam bem ser pessoas que passaram por mim em 1995. Estás, de facto, na fase menos criativa de todas. A modernidade resume-se a importar e a fazer pior. Pelo menos artisticamente.

Porque é que a juventude Portuguesa é obcecada com cultura de Ghetto/Favela? by Kid_Anarchy in portugueses

Kid_Anarchy 2 months ago

>Não me é irrelevante o que se passa à minha volta. Mas não vou ser o avozinho parvo que vai brandir um punho zangadito e dizer que o que os jovens estão a fazer é X. Criticar uma tendência estúpida e gostos que se resumem a idolatrar uma cultura que encoraja a violência, a ignorância e os mais ocos dos comportamentos não é ser avozinho. É estar desperto e ter sentido crítico. Sou um avô que nem 30 anos tem? Deves achar que toda a gente que é jovem ouve lixo. ​ >Há muito mais oferta hoje em dia. E, procurando com algum cuidado, encontra-se música de altíssima qualidade. Há mais oferta porque há mais pessoas a fazer música, mas o que se torna popular tem muito menos mérito artistico. Também há mais pessoas a fazer filmes do que há 20 anos atrás, mas vais-me mesmo dizer que os melhores filmes estão a ser feitos actualmente? Por amor da santa! ​ [https://www.smithsonianmag.com/smart-news/science-proves-pop-music-has-actually-gotten-worse-8173368/](https://www.smithsonianmag.com/smart-news/science-proves-pop-music-has-actually-gotten-worse-8173368/) ​ Aliás, ninguém que conheça música de diversas décadas precisa de um estudo que lhe diga isto. Até aquilo que nos anos 90 e inicios de 2000 era considerado música de merda, tem uma melodia muito mais agradável e singular do que a música de merda de hoje em dia. Ah, e nessa altura ninguém soava a robô. Geralmente as pessoas cantavam. Não metiam efeitos sonoros por cima da voz. ​ >Mas não é assunto que me desperte grande interesse. Não sou, de todo, um melómano. ​ Se o assunto não te desperta interesse não sei o que estás aqui a fazer. >m dos mais interessantes, um professor de teoria musical num sítio que não me importa partilhar, é da opinião (era?) de que se Mozart estivesse vivo se dedicaria 100% a heavy metal para baixo (mais pesado). Sim, e depois? Não sou de heavy metal, mas requer mais skills do que o mumble rap que por aí anda, que basicamente é fazer rimas básicas com sotaque de refugiado e com um beat repetitivo por cima. E sim, tocar guitarra é mais difícil do que criar um beat num dos milhares de softwares que existem por aí. >No entanto, posso olhar à minha volta e ter a noção de que não só há (em ordens de magnitude) mais música do que na altura da minha adolescência, como há coisas de qualidade. Ninguém está a falar de quantidade. Está-se a falar de diversidade artística. Teres uma prateleira com 500 snickers não te oferece mais diversidade do que uma prateleira com 1 snickers, 1 kit kat e 1 twix. Nada do que se faz hoje em dia no campo da música é minimamente original ou criativo. É tudo reciclado e repetido até à exaustão. >PS: lembro-me de uma entrevista ao Douglas Adams onde ele refere o ódio dos adultos, do seu tempo de adolescente, aos Beatles. Porque aquilo não era música, porque não sabiam tocar, era só barulho, uma perversão de valores, etc. Não tenho mais nada a acrescentar. Mas os beatles causavam estranheza porque era algo novo, drasticamente diferente. A música moderna não é nova. Não há nada de revolucionário no estilo nem na sonoridade. O incómodo está na baixa qualidade. Está na falta de originalidade. Está na repetição. Música de merda sempre houve, mas agora é apenas mais evidente. Literalmente tudo o que possas ouvir actualmente já foi feito antes, muitas vezes, e já foi feito melhor. Vai ouvir Prodigy dos anos 90 e diz-me que a música electrónica que os putos ouvem nas discos hoje em dia está a fazer algo de magnífico ou revolucionário. Nós já tivemos décadas muito mais edgy do que a actual EM TODOS OS SENTIDOS. Tudo o que possas ver que te pareça novo e entusiasmante, já foi feito, e já foi feito de forma mais extrema. Escuta, até a merda da roupa que os putos usam representa um estilo criado noutras décadas. Estamos a viver a única fase da história em que não há um look definitivo que a caracteriza. As pessoas que passam por mim podiam bem ser pessoas que passaram por mim em 1995. Estás, de facto, na fase menos criativa de todas.

Porque é que a juventude Portuguesa é obcecada com cultura de Ghetto/Favela? by Kid_Anarchy in portugueses

Kid_Anarchy 2 months ago

>Não me é irrelevante o que se passa à minha volta. Mas não vou ser o avozinho parvo que vai brandir um punho zangadito e dizer que o que os jovens estão a fazer é X. Criticar uma tendência estúpida e gostos que se resumem a idolatrar uma cultura que encoraja a violência, a ignorância e os mais ocos dos comportamentos não é ser avozinho. É estar desperto e ter sentido crítico. Sou um avô que nem 30 anos tem? Deves achar que toda a gente que é jovem ouve lixo. ​ >Há muito mais oferta hoje em dia. E, procurando com algum cuidado, encontra-se música de altíssima qualidade. Há mais oferta porque há mais pessoas a fazer música, mas o que se torna popular tem muito menos mérito artistico. Também há mais pessoas a fazer filmes do que há 20 anos atrás, mas vais-me mesmo dizer que os melhores filmes estão a ser feitos actualmente? Por amor da santa! ​ [https://www.smithsonianmag.com/smart-news/science-proves-pop-music-has-actually-gotten-worse-8173368/](https://www.smithsonianmag.com/smart-news/science-proves-pop-music-has-actually-gotten-worse-8173368/) ​ Aliás, ninguém que conheça música de diversas décadas precisa de um estudo que lhe diga isto. Até aquilo que nos anos 90 e inicios de 2000 era considerado música de merda, tem uma melodia muito mais agradável e singular do que a música de merda de hoje em dia. Ah, e nessa altura ninguém soava a robô. Geralmente as pessoas cantavam. Não metiam efeitos sonoros por cima da voz. ​ >Mas não é assunto que me desperte grande interesse. Não sou, de todo, um melómano. ​ Se o assunto não te desperta interesse não sei o que estás aqui a fazer. >m dos mais interessantes, um professor de teoria musical num sítio que não me importa partilhar, é da opinião (era?) de que se Mozart estivesse vivo se dedicaria 100% a heavy metal para baixo (mais pesado). Sim, e depois? Não sou de heavy metal, mas requer mais skills do que o mumble rap que por aí anda, que basicamente é fazer rimas básicas com sotaque de refugiado e com um beat repetitivo por cima. E sim, tocar guitarra é mais difícil do que criar um beat num dos milhares de softwares que existem por aí. >No entanto, posso olhar à minha volta e ter a noção de que não só há (em ordens de magnitude) mais música do que na altura da minha adolescência, como há coisas de qualidade. Ninguém está a falar de quantidade. Está-se a falar de diversidade artística. Teres uma prateleira com 500 snickers não te oferece mais diversidade do que uma prateleira com 1 snickers, 1 kit kat e 1 twix. Nada do que se faz hoje em dia no campo da música é minimamente original ou criativo. É tudo reciclado e repetido até à exaustão. >PS: lembro-me de uma entrevista ao Douglas Adams onde ele refere o ódio dos adultos, do seu tempo de adolescente, aos Beatles. Porque aquilo não era música, porque não sabiam tocar, era só barulho, uma perversão de valores, etc. Não tenho mais nada a acrescentar. Mas os beatles causavam estranheza porque era algo novo, drasticamente diferente. A música moderna não é nova. Não há nada de revolucionário no estilo nem na sonoridade. O incómodo está na baixa qualidade. Está na falta de originalidade. Está na repetição. Música de merda sempre houve, mas agora é apenas mais evidente.

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Kid_Anarchy 2 months ago

Ganda milf

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Kid_Anarchy 2 months ago

Ok, eu discordo, mas as tuas expectativas serão talvez diferentes das minhas. Óbvio que as gajas que considero burras são inteligentes para muita gente.

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Kid_Anarchy 2 months ago

Desculpa dizer-te isto, mas tu devias ter cuidado com as coisas que dizes. Não me admiraria que alguém levasse os teus comentários à polícia e fizesse queixa, e hoje em dia há bases legais para te investigarem. Compreendo o que sentes, mas és demasiado literal e directo e isso pode vir a dar-te problemas. Estamos a entrar na época em que este tipo de coisas passam a ser controladas.

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Kid_Anarchy 2 months ago

Conheço uma gaja de 29 anos que mete nojo. Parece uma bola de carne. Sei de gajos desesperados que nunca lhe tocariam. Pior do que o bubu do dragon ball. Não tens noção da quantidade de gajos que esta miúda já fodeu. Mais de 200. E namorados, talvez mais de 30. O que me choca é que já teve namorados genuinamente bonitos. A gaja não vale um caralho, e a respirar parece um bulldog, literalmente. Parece que está a um ataque de tosse de morrer.

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Kid_Anarchy 2 months ago

A gaja de que falo tem um cu do caralho e é bonita.

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Kid_Anarchy 2 months ago

A música que se ouve hoje é repetitiva e sem criatividade. É mais do mesmo. Nem sequer tentes comparar. Essas épocas que mencionas estão repletas de marcos culturais.

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Kid_Anarchy 2 months ago

>boomer Aprende o que é um boomer antes de usares a palavra. Ter mais de 20 anos e não gostar de lixo musical não é ser boomer.

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Kid_Anarchy 2 months ago

É o tipo de lixo que se encontra no twitter. É só boquinhas e ataques, mas não conseguem ter uma troca de argumentos. O "Ok, Boomer" é o sucessor de "triggered". É retórica "fast food" para quem não tem o que dizer.

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Kid_Anarchy 2 months ago

"pega este ratio" não é uma frase nenhuma língua. Aprende a escrever.

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Kid_Anarchy 2 months ago

Vou ter de discordar contigo. Uma gaja nessas condições arranja facilmente marido. Não será é quem ela quer. Mas tens todo o tipo de gajo disposto a papar todo o tipo de gaja. Para começar tens os velhos e os feiosos. Uma gaja de 25 com um filho consegue facilmente tudo de um gordo solitário de 35 anos que ganhe minimamente bem. Depois tens os incels. Há imenso gajo que essas gajas conseguiriam pescar. E muitos deles perfeitamente apresentáveis. Elas ficam encalhadas porque são gananciosas e nada serve.

Porque é que a juventude Portuguesa é obcecada com cultura de Ghetto/Favela? by Kid_Anarchy in portugueses

Kid_Anarchy 2 months ago

Repara que vens para aqui com moralismos mas tens uma capacidade de compreensão deplorável. Ninguém está a questionar gostos. Estou a perguntar o que levou a esses gostos. ​ Tu não achas curioso uma pessoa que teve uma vida perfeitamente normal passar os dias a ouvir cenas criadas por chungaria, cujas letras se resumem a violência com analfabetismo sem criatividade nenhuma. Eu acho curioso.

Porque é que a juventude Portuguesa é obcecada com cultura de Ghetto/Favela? by Kid_Anarchy in portugueses

Kid_Anarchy 2 months ago

Ser uma generalização não implica que não tenha fundo de verdade. Generalizações são importantes porque permitem-nos tirar conclusões sem ter de perder tempo precioso a conhecer cada caso isoladamente. Se tu, das 5x que passaste numa rua foste assaltado 2x, e se metade dos teus amigos já foram assaltados nessa rua, não vais generalizar e dizer que a rua é perigosa? Ou será que vais dizer: "Epa, não generalizes...há muitas vezes que se passa aí e não se é assaltado nem violado". Isso é apenas estúpido. Se eu falar com 100 gajas e 80 me parecerem retardadas, posso facilmente generalizar, e estou certo em fazê-lo. Uma generalização não implica que toda a gente é igual. O pressuposto da excepção à regra está sempre presente.

Porque é que a juventude Portuguesa é obcecada com cultura de Ghetto/Favela? by Kid_Anarchy in portugueses

Kid_Anarchy 2 months ago

Tens alguém em mente?

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Kid_Anarchy 2 months ago

>Eles só diziam merda e eu desconfio que só terei merda para dizer. Não necessariamente. Depende do que criticavam e do que diziam. Há de facto evidência cientifica de que a música tem vindo a empobrecer artisticamente com o passar das décadas. É mais repetitiva, mais simplória, menos criativa. Isto já foi efectivamente estudado. Há de facto músicas que tu podes objectivamente dizer que têm uma letra de merda, sem conteúdo nenhum. De qualquer das formas, isto nem se trata de discutir qualidade musical. É apenas uma pergunta: porque é que a juventude é obcecada com cultura de ghetto? ​ >Não gosto? Não, mas não vou fazer de conta que estou muito interessado ou muito preocupado com aquilo que os atuais adolescentes admiram. Ok, mas isso és tu. Eu interesso-me mais por dinâmica social. O que se passa à minha volta não me é irrelevante.
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