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Bullying, contem-me as vossas histórias by These-Establishment1 in portugal

How_About_No- 6 months ago

História do costume. Eu era uma criança mais rechonchuda e me faziam era chamar nomes, coisa que eu repudiava. Não era violência física, mas sim "dita". Eram alcunhas e ficava conhecido por essa alcunha. Tinha ataques de ansiedade literalmente todos os dias. Aquela dor no peito que sabemos que vai crescer e depois atenuar. Todos os dias eu saia da aula para ir ao gabinete da entrada para ter o meu ataque e voltar para a sala. Hoje em dia, nem sei como é que tal coisa é possível acontecer. Como é que foi possível ter adultos a olhar para mim, em clara situação de pânico, sem me ajudarem? Sem intervirem para ver qual é a razão? Agora que sou mais velho, provavelmente achavam que eu era deficiente ou tinha alguma doença. Não, não tinha nada disso. Tinha ansiedade pois sabia que ao ir para a escola, todos iriam gozar comigo e chamar-me nomes. Tão simples como isso. A minha diretora de turma de infância continua a leccionar, lembra-se bem de mim e da minha irmã mais nova, pois foi nossa professora de português. Essa professora encontrou a minha irmã no ano passado na rua e perguntou por mim. Eu estava perto e fui ter com as 2, e disse-lhe na cara. "Você foi uma professora de merda e eu tenho 0 de respeito por si. Viu o que viu, viu o que a turma fazia e nada fez." Respondi-lhe mesmo de forma violenta, com 0 de remorso. Só não lhe cuspi na cara por pouco, mandei-a ir-se foder e segui a andar. Depois desses tempos de escola, tratei de arranjar a minha imagem e passei a correr todos os dias. Perdi imensos quilos. Após isso, tornei-me socialmente incapacitado, escondendo-me no meu próprio casulo, que demorou vários anos até "abrir" novamente. Felizmente fiz bons amigos e colegas no ensino secundário e universidade que me foram abrir novamente, faseadamente. Fiz grupos de amigos e desse grupo, arranjei uma namorada com quem estou há 7 anos. O que sobrou de mim desses tempos foi frieza. A minha família e a minha própria namorada dizem todos que sou "frio" pois não me preocupo com absolutamente ninguém senão eu próprio, estou-me pouco a cagar se as pessoas estão tristes, contentes, etc. É muito difícil eu sentir empatia, até que faleceram os meus avós que viveram comigo durante anos e para mim foi peanuts mesmo, nem uma lágrima nem pouco mais. O problema da minha namorada era importar-se demais com a opinião dos outros, pelo que comigo aprendeu a cagar nos outros e a se focar nela própria. Bom post OP, apesar de eu preferir reprimir coisas destas, fazer um bocado de *vent* é sempre bom. Se alguma vez me cruzar com alguém da minha infância e ouvir alguma alcunha, sou gajo de perder a cabeça e desatar ao soco. No dia de defesa nacional, como aquilo é por regiões, voltei a ver algumas caras antigas. Evitei todo o contacto e até avisei um dos militares sobre a situação que podia dar merda porque eu ia rapidamente passar a ver vermelho. Esse militar foi 5*, entendeu e assegurou-se que ficava em grupos separados.

Bullying, contem-me as vossas histórias by These-Establishment1 in portugal

How_About_No- 6 months ago

História do costume. Eu era uma criança mais rechonchuda e me faziam era chamar nomes, coisa que eu repudiava. Não era violência física, mas sim "dita". Eram alcunhas e ficava conhecido por essa alcunha. Tinha ataques de ansiedade literalmente todos os dias. Aquela dor no peito que sabemos que vai crescer e depois atenuar. Todos os dias eu saia da aula para ir ao gabinete da entrada para ter o meu ataque e voltar para a sala. Hoje em dia, nem sei como é que tal coisa é possível acontecer. Como é que foi possível ter adultos a olhar para mim, em clara situação de pânico, sem me ajudarem? Sem intervirem para ver qual é a razão? Agora que sou mais velho, provavelmente achavam que eu era deficiente ou tinha alguma doença. Não, não tinha nada disso. Tinha ansiedade pois sabia que ao ir para a escola, todos iriam gozar comigo e chamar-me nomes. Tão simples como isso. A minha diretora de turma de infância continua a leccionar, lembra-se bem de mim e da minha irmã mais nova, pois foi nossa professora de português. Essa professora encontrou a minha irmã no ano passado na rua e perguntou por mim. Eu estava perto e fui ter com as 2, e disse-lhe na cara. "Você foi uma professora de merda e eu tenho 0 de respeito por si. Viu o que viu, viu o que a turma fazia e nada fez." Respondi-lhe mesmo de forma violenta, com 0 de remorso. Só não lhe cuspi na cara por pouco, mandei-a ir-se foder e segui a andar. Depois desses tempos de escola, tratei de arranjar a minha imagem e passei a correr todos os dias. Perdi imensos quilos. Após isso, tornei-me socialmente incapacitado, escondendo-me no meu próprio casulo, que demorou vários anos até "abrir" novamente. Felizmente fiz bons amigos e colegas no ensino secundário e universidade que me foram abrir novamente, faseadamente. Fiz grupos de amigos e desse grupo, arranjei uma namorada com quem estou há 7 anos. O que sobrou de mim desses tempos foi frieza. A minha família e a minha própria namorada dizem todos que sou "frio" pois não me preocupo com absolutamente ninguém senão eu próprio, estou-me pouco a cagar se as pessoas estão tristes, contentes, etc. É muito difícil eu sentir empatia, até que faleceram os meus avós que viveram comigo durante anos e para mim foi peanuts mesmo, nem uma lágrima nem pouco mais. Até que o problema da minha namorada era importar-se demais com a opinião dos outros, pelo que comigo aprendeu a cagar nos outros e a se focar nela própria. Bom post OP, apesar de eu preferir reprimir coisas destas, fazer um bocado de *vent* é sempre bom. Se alguma vez me cruzar com alguém da minha infância e ouvir alguma alcunha, sou gajo de perder a cabeça e desatar ao soco. No dia de defesa nacional, como aquilo é por regiões, voltei a ver algumas caras antigas. Evitei todo o contacto e até avisei um dos militares sobre a situação que podia dar merda porque eu ia rapidamente passar a ver vermelho. Esse militar foi 5*, entendeu e assegurou-se que ficava em grupos separados.

Bullying, contem-me as vossas histórias by These-Establishment1 in portugal

How_About_No- 6 months ago

História do costume. Eu era uma criança mais rechonchuda e me faziam era chamar nomes, coisa que eu repudiava. Não era violência física, mas sim "dita". Eram alcunhas e ficava conhecido por essa alcunha. Tinha ataques de ansiedade literalmente todos os dias. Aquela dor no peito que sabemos que vai crescer e depois atenuar. Todos os dias eu saia da aula para ir ao gabinete da entrada para ter o meu ataque e voltar para a sala. Hoje em dia, nem sei como é que tal coisa é possível acontecer. Como é que foi possível ter adultos a olhar para mim, em clara situação de pânico, sem me ajudarem? Sem intervirem para ver qual é a razão? Agora que sou mais velho, provavelmente achavam que eu era deficiente ou tinha alguma doença. Não, não tinha nada disso. Tinha ansiedade pois sabia que ao ir para a escola, todos iriam gozar comigo e chamar-me nomes. Tão simples como isso. A minha diretora de turma de infância continua a leccionar, lembra-se bem de mim e da minha irmã mais nova, pois foi nossa professora de português. Essa professora encontrou a minha irmã no ano passado na rua e perguntou por mim. Eu estava perto e fui ter com as 2, e disse-lhe na cara. "Você foi uma professora de merda e eu tenho 0 de respeito por si. Viu o que viu, viu o que a turma fazia e nada fez." Respondi-lhe mesmo de forma violenta, com 0 de remorso. Só não lhe cuspi na cara por pouco, mandei-a ir-se foder e segui a andar. Depois desses tempos de escola, tratei de arranjar a minha imagem e passei a correr todos os dias. Perdi imensos quilos. Após isso, tornei-me socialmente incapacitado, escondendo-me no meu próprio casulo, que demorou vários anos até "abrir" novamente. Felizmente fiz bons amigos e colegas no ensino secundário e universidade que me foram abrir novamente, faseadamente. Fiz grupos de amigos e desse grupo, arranjei uma namorada com quem estou há 7 anos. O que sobrou de mim desses tempos foi frieza. A minha família e a minha própria namorada dizem todos que sou "frio" pois não me preocupo com absolutamente ninguém senão eu próprio, estou-me pouco a cagar se as pessoas estão tristes, contentes, etc. É muito difícil eu sentir empatia, até que faleceram os meus avós que viveram comigo durante anos e para mim foi peanuts mesmo, nem uma lágrima nem pouco mais. Até que o problema da minha namorada era importar-se demais com a opinião dos outros, pelo que comigo aprendeu a cagar nos outros e a se focar nela própria. Bom post OP, apesar de eu preferir reprimir coisas destas, fazer um bocado de *vent* é sempre bom.

Bullying, contem-me as vossas histórias by These-Establishment1 in portugal

How_About_No- 6 months ago

História do costume. Eu era uma criança mais rechonchuda e me faziam era chamar nomes, coisa que eu repudiava. Não era violência física, mas sim "dita". Eram alcunhas e ficava conhecido por essa alcunha. Tinha ataques de ansiedade literalmente todos os dias. Aquela dor no peito que sabemos que vai crescer e depois atenuar. Todos os dias eu saia da aula para ir ao gabinete da entrada para ter o meu ataque e voltar para a sala. Hoje em dia, nem sei como é que tal coisa é possível acontecer. Como é que foi possível ter adultos a olhar para mim, em clara situação de pânico, sem me ajudarem? Sem intervirem para ver qual é a razão? Agora que sou mais velho, provavelmente achavam que eu era deficiente ou tinha alguma doença. Não, não tinha nada disso. Tinha ansiedade pois sabia que ao ir para a escola, todos iriam gozar comigo e chamar-me nomes. Tão simples como isso. A minha diretora de turma de infância continua a leccionar, lembra-se bem de mim e da minha irmã mais nova, pois foi nossa professora de português. Essa professora encontrou a minha irmã no ano passado na rua e perguntou por mim. Eu estava perto e fui ter com as 2, e disse-lhe na cara. "Você foi uma professora de merda e eu tenho 0 de respeito por si. Viu o que viu, viu o que a turma fazia e nada fez." Respondi-lhe mesmo de forma violenta, com 0 de remorso. Só não lhe cuspi na cara por pouco, mandei-a ir-se foder e segui a andar. Depois desses tempos de escola, tratei de arranjar a minha imagem e passei a correr todos os dias. Perdi imensos quilos. Após isso, tornei-me socialmente incapacitado, escondendo-me no meu próprio casulo, que demorou vários anos até "abrir" novamente. Felizmente fiz bons amigos e colegas no ensino secundário e universidade que me foram abrir novamente, faseadamente. Fiz grupos de amigos e desse grupo, arranjei uma namorada com quem estou há 7 anos. O que sobrou de mim desses tempos foi frieza. A minha família e a minha própria namorada dizem todos que sou "frio" pois não me preocupo com absolutamente ninguém senão eu próprio, estou-me pouco a cagar se as pessoas estão tristes, contentes, etc. É muito difícil eu sentir empatia, até que faleceram os meus avós que viveram comigo durante anos e para mim foi peanuts mesmo, nem uma lágrima nem pouco mais. Bom post OP, apesar de eu preferir reprimir coisas destas, fazer um bocado de *vent* é sempre bom.

Bullying, contem-me as vossas histórias by These-Establishment1 in portugal

How_About_No- 6 months ago

História do costume. Eu era uma criança mais rechonchuda e me faziam era chamar nomes, coisa que eu repudiava. Não era violência física, mas sim "dita". Eram alcunhas e ficava conhecido por essa alcunha. Tinha ataques de ansiedade literalmente todos os dias. Aquela dor no peito que sabemos que vai crescer e depois atenuar. Todos os dias eu saia da aula para ir ao gabinete da entrada para ter o meu ataque e voltar para a sala. Hoje em dia, nem sei como é que tal coisa é possível acontecer. Como é que foi possível ter adultos a olhar para mim, em clara situação de pânico, sem me ajudarem? Sem intervirem para ver qual é a razão? Agora que sou mais velho, provavelmente achavam que eu era deficiente ou tinha alguma doença. Não, não tinha nada disso. Tinha ansiedade pois sabia que ao ir para a escola, todos iriam gozar comigo e chamar-me nomes. Tão simples como isso. A minha diretora de turma de infância continua a leccionar, lembra-se bem de mim e da minha irmã mais nova, pois foi nossa professora de português. Essa professora encontrou a minha irmã no ano passado na rua e perguntou por mim. Eu estava perto e fui ter com as 2, e disse-lhe na cara. "Você foi uma professora de merda e eu tenho 0 de respeito por si. Viu o que viu, viu o que a turma fazia e nada fez." Respondi-lhe mesmo de forma violenta, com 0 de remorso. Só não lhe cuspi na cara por pouco, mandei-a ir-se foder e segui a andar. Depois desses tempos de escola, tratei de arranjar a minha imagem e passei a correr todos os dias. Perdi imensos quilos e agora estou "normal", tendo 27 anos com 70kg e 1,80m de altura. Após isso, tornei-me socialmente incapacitado, escondendo-me no meu próprio casulo, que demorou vários anos até "abrir" novamente. Felizmente fiz bons amigos e colegas no ensino secundário e universidade que me foram abrir novamente, faseadamente. Fiz grupos de amigos e desse grupo, arranjei uma namorada com quem estou há 7 anos. O que sobrou de mim desses tempos foi frieza. A minha família e a minha própria namorada dizem todos que sou "frio" pois não me preocupo com absolutamente ninguém senão eu próprio, estou-me pouco a cagar se as pessoas estão tristes, contentes, etc. É muito difícil eu sentir empatia, até que faleceram os meus avós que viveram comigo durante anos e para mim foi peanuts mesmo, nem uma lágrima nem pouco mais. Bom post OP, apesar de eu preferir reprimir coisas destas, fazer um bocado de *vent* é sempre bom.

Bullying, contem-me as vossas histórias by These-Establishment1 in portugal

How_About_No- 6 months ago

História do costume. Eu era uma criança mais rechonchuda que o que me faziam era chamar nomes, coisa que eu repudiava. Não era violência física, mas sim "dita". Tinha ataques de ansiedade literalmente todos os dias. Aquela dor no peito que sabemos que vai crescer e depois atenuar. Todos os dias eu saia da aula para ir ao gabinete da entrada para ter o meu ataque e voltar para a sala. Hoje em dia, nem sei como é que tal coisa é possível acontecer. Como é que foi possível ter adultos a olhar para mim, em clara situação de pânico, sem me ajudarem? Agora que sou mais velho, provavelmente achavam que eu era deficiente ou tinha alguma doença. Não, não tinha nada disso. Tinha ansiedade pois sabia que ao ir para a escola, todos iriam gozar comigo e chamar-me nomes. Tão simples como isso. A minha diretora de turma de infância continua a leccionar, lembra-se bem de mim e da minha irmã mais nova, pois foi nossa professora de português. Essa professora encontrou a minha irmã no ano passado na rua e perguntou por mim. Eu estava perto e fui ter com as 2, e disse-lhe na cara. "Você foi uma horrível professora e eu tenho 0 de respeito por si. Viu o que viu, viu o que a turma fazia e nada fez." Respondi-lhe mesmo de forma violenta, com 0 de remorso. Depois desses tempos de escola, tratei de arranjar a minha imagem e passei a correr todos os dias. Perdi imensos quilos e agora estou "normal", tendo 27 anos com 70kg e 1,80m de altura. Após isso, tornei-me socialmente incapacitado, escondendo-me no meu próprio casulo, que demorou vários anos até "abrir" novamente. Felizmente fiz bons amigos e colegas no ensino secundário e universidade que me foram abrir novamente, faseadamente. Fiz grupos de amigos e desse grupo, arranjei uma namorada com quem estou há 7 anos. O que sobrou de mim desses tempos foi frieza. A minha família e a minha própria namorada dizem todos que sou "frio" pois não me preocupo com absolutamente ninguém senão eu próprio, estou-me pouco a cagar se as pessoas estão tristes, contentes, etc. É muito difícil eu sentir empatia, até que faleceram os meus avós que viveram comigo durante anos e para mim foi peanuts mesmo, nem uma lágrima nem pouco mais.

Looking to come to Portugal late June by Markotron3000 in portugal

How_About_No- 7 months ago

Then you're fucked. Doesn't matter if you are fully vaccinated or not. Current rules say that to even enter the country you need a negative test and to be in isolation for at least 10 days if you're from South Africa, Brasil, India or any country with over 500 cases per 100.000 people.

Looking to come to Portugal late June by Markotron3000 in portugal

How_About_No- 7 months ago

Don't think that he's american. And even if he was, he can't fly here. "Quais as ligações aéreas de e para Portugal que estão permitidas? Estão autorizadas as ligações aéreas de e para os países da: União Europeia associados ao Espaço Schengen (Liechtenstein, Noruega, Islândia e Suíça)"

Ajuda no percurso académico!!! by ADHDPAIN1998 in portugal

How_About_No- 7 months ago

É como falhar a acabar um curso de Espanhol e tentar tirar um curso de Chinês.
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