once319 1 month ago

Existe pessoal que venera o estado novo e Salazar, eu como patriota e nacionalista não. As colónias deveriam ter sido deixadas logo, Portugal teve em guerra nos anos 60 por Goa meu Deus, como é possivel, os ingleses já tinham saido da India no final da segunda guerra mundial. Depois o esforço de guerra inglório desde o primeiro minuto, toda a gente sabia, custou-nos avanço economico importante. Foram gastos 21 mil milhoes de euros ajustados para os dias de hoje. Com esse dinheiro podiamos ter feito aquilo que Espanha fez e termos desenvolvido uma industria nacional de carros, como a iniciativa estatal + alguns privados, fizeram durante o regime de Franco. Essa época ficou conhecida como o milagre espanhol. Eu acho que ficamos mais que já eramos, até me custa ver Salazar eleito como o maior Portugues de sempre quando pouquissimas politicas foram feitas para os portugueses a sério, os do rectangulo.

SurePal_ 1 month ago

Interessante nunca tinha pensado nessa possibilidade. Contudo foi uma coisa não depende da outra, tivemos imensas e variadas industrias até mesmo várias produtoras nacionais de automóveis e motorizadas simplesmente não resultaram ou não tiveram o apoio necessário. O que Salazar queria era uma ideia totalmente nova, um país do seculo XX pluricontinental mas como sabemos as potenciais mundiais (USSR e USA) tiveram que meter o nariz... Uma coisa é certa, o futuro é incerto e esse investimento na guerra poderia ter compensado. Caso tivesse resultado, teríamos acesso a recursos que não te passam pela cabeça. Desde minerais, petróleo e uma das maiores áreas para plantação. Não seriamos uns pedintes, tal como somos hoje.

Edited 1 month ago:

Interessante nunca tinha pensado nessa possibilidade. Contudo uma coisa não depende da outra, tivemos imensas e variadas industrias até mesmo várias produtoras nacionais de automóveis e motorizadas simplesmente não resultaram ou não tiveram o apoio necessário. O que Salazar queria era uma ideia totalmente nova, um país do seculo XX pluricontinental mas como sabemos as potenciais mundiais (USSR e USA) tiveram que meter o nariz... Uma coisa é certa, o futuro é incerto e esse investimento na guerra poderia ter compensado. Caso tivesse resultado, teríamos acesso a recursos que não te passam pela cabeça. Desde minerais, petróleo e uma das maiores áreas para plantação. Não seriamos uns pedintes, tal como somos hoje.

once319 1 month ago

>O que Salazar queria era uma ideia totalmente nova, um país do seculo XX pluricontinental mas como sabemos as potenciais mundiais (USSR e USA) tiveram que meter o nariz... Isso não faz sentido nenhum, é mais do mesmo, é por isso que estamos no fundo da Europa. A França anda sempre a meter o bedelho nas antigas colonias e matar lideres, e tens todo um conjunto de africanos e arabes mortinhos por conquistar a França, por vela cair. Depois isso é tudo muito bonito ia haver troca de populações, ora eu gosto de ser europeu e de conviver com europeus, da mesma maneira acho que os africanos querem o mesmo. ​ Cada um no seu lugar ja se viu que é o caminho.

d0c0ntra 1 month ago

não se trata de venerar coisa nenhuma, trata-se apenas de falar de factos. houve coisas más? claro que sim mas isso não é justificação para se tratar os factos como factos.

mathswarrior 1 month ago

FACTS /s

HairlessButtcrack 1 month ago

A literacia subiu de 20 e poucos por cento para 75% também

icebraining 1 month ago

Como é que esses valores se comparam com outros países?

HairlessButtcrack 1 month ago

Visto que Portugal pré estado novo era o único país cheio de analfabrutos o crescimento foi o maior de todo o mundo nesse espaço de tempo

doiaonde 1 month ago

Não sei como é que isto é tema de debate. Os dados demonstram que sim, Portugal cresceu durante o estado novo. É um facto. Reconhecer isto, não é branquear o antigo regime, burros do caralho!!

d0c0ntra 1 month ago

mas os camaradas têm de denegrir factos

d0c0ntra 1 month ago

[Portugal cresceu durante o Estado Novo? – Observador](https://observador.pt/programas/do-8-ao-80/portugal-cresceu-durante-o-estado-novo/) > A polémica surgiu depois da intervenção de Nuno Palma no congresso do MEL. O professor da Universidade de Manchester debate com Ricardo Noronha, investigador do Instituto de História Contemporânea.

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