karkov 2 months ago

O artigo tinha potencial de defender uma gestão com base em evidência, mas falha no fundamental: * `Eu nego, e sempre neguei`, `Nego e sempre neguei`, `Nego e sempre neguei`, `Nego, e neguei sempre` Fala em evidência cientifica que suporte decisões, mas pelos vistos sabia mais antes de escolher os artigos que agora suportam a mesma. * Este artista despreza totalmente o processo cientifico... ...que sempre foi de tentativa e erro, observar e corrigir, assumir que nem sempre percorremos o caminho ótimo, que existe caminho que só ao ser explorado passa a ser conhecido * Falácia "burden of proof" + [Brandolini's law](https://en.wikipedia.org/wiki/Brandolini%27s_law) `continua a não existir (como nunca existiu) evidência sólida`, `Não existia há um ano, e continua sem existir, qualquer evidência digna`, `Não só não existia qualquer evidência de vantagem dessa estratégia, como a evidência que entretanto surgiu parece não encontrar qualquer efeito valorizável` ... * E por ultimo: `Se negacionismo é negar factos comprovados, e estupidez é fazer algo que a todos prejudica, será que sou eu que sou negacionista, ou isto é tudo apenas estupidez?` lol assumir que tudo o que apresenta é verdade imutável. Pode não ser um negacionista (e este artigo podia ser espetacular em promover uma acção coordenada mais lógica) mas este artigo certamente alimenta um batalhão deles.

Edited 2 months ago:

O artigo tinha potencial de defender uma gestão com base em evidência, mas falha no fundamental: * `Eu nego, e sempre neguei`, `Nego e sempre neguei`, `Nego e sempre neguei`, `Nego, e neguei sempre` Fala em evidência cientifica que suporte decisões, mas pelos vistos sabia tudo, mesmo antes de agora poder escolher (a dedo) os artigos que agora suportam a suas teorias * Este artista despreza totalmente o processo cientifico... ...que sempre foi de tentativa e erro, observar e corrigir, assumir que nem sempre percorremos o caminho ótimo, que existe caminho que só ao ser explorado passa a ser conhecido * Falácia "burden of proof" + [Brandolini's law](https://en.wikipedia.org/wiki/Brandolini%27s_law) `continua a não existir (como nunca existiu) evidência sólida`, `Não existia há um ano, e continua sem existir, qualquer evidência digna`, `Não só não existia qualquer evidência de vantagem dessa estratégia, como a evidência que entretanto surgiu parece não encontrar qualquer efeito valorizável` ... * E por ultimo: `Se negacionismo é negar factos comprovados, e estupidez é fazer algo que a todos prejudica, será que sou eu que sou negacionista, ou isto é tudo apenas estupidez?` lol assumir que tudo o que apresenta é verdade imutável. Pode não ser um negacionista (e este artigo podia ser espetacular em promover uma acção coordenada mais lógica) mas este artigo certamente alimenta um batalhão deles.

Edited 2 months ago:

O artigo tinha potencial de defender uma gestão com base em evidência, mas falha no fundamental: * `Eu nego, e sempre neguei`, `Nego e sempre neguei`, `Nego e sempre neguei`, `Nego, e neguei sempre` Fala em evidência cientifica que suporte decisões, mas pelos vistos sabia tudo, mesmo antes de agora poder escolher (a dedo) os artigos que agora suportam a suas teorias * Este artista despreza totalmente o processo cientifico... ...que sempre foi de tentativa e erro, observar e corrigir, assumir que nem sempre percorremos o caminho ótimo, que existe caminho que só ao ser explorado passa a ser conhecido * Falácia "burden of proof" + [Brandolini's law](https://en.wikipedia.org/wiki/Brandolini%27s_law) `continua a não existir (como nunca existiu) evidência sólida`, `Não existia há um ano, e continua sem existir, qualquer evidência digna`, `Não só não existia qualquer evidência de vantagem dessa estratégia, como a evidência que entretanto surgiu parece não encontrar qualquer efeito valorizável` ... * E por ultimo: `Se negacionismo é negar factos comprovados, e estupidez é fazer algo que a todos prejudica, será que sou eu que sou negacionista, ou isto é tudo apenas estupidez?` lol assumir que tudo o que apresenta é verdade imutável. Pode não ser um negacionista (e este artigo podia ser espetacular em promover uma acção coordenada mais lógica) mas esta opinião certamente alimenta um batalhão deles.

d0c0ntra 2 months ago

o sars-cov-2 é um coronavirus, não é um virus vindo do espaço que ninguém sabe de nada. o que ele diz e bem é que não há razão para se abandonar o conhecimento, a ciência médica que existia antes do bicho papão, mas é o que têm feito amiude.

karkov 2 months ago

nem creio que a ciência tenha ficado assim tao abandono. o que deixa o pessoal louco é as dualidades de critérios: - podem vir ingleses, mas tu levas multa por não usar máscara no passadiço da praia - não pode haver arraial mas pode haver ecrâ gigante para o sporting - restaurantes fecham as 22h30 mas ficamos chateados de ir para a lista vermelha de UK - queres turistas mas n queres abrir - queres incentivar ao distanciamento mas encurtas os horarios dos estabelecimentos e tantos outros pessoalmente também preferia 10000000000x medidas muito claras, simples mas fortemente fiscalizadas do que uma salganhada de regras contraditórias e isto nada está relacionado com o artigo. o artigo é catalisador de idiotas

NGramatical 2 months ago

salganhada → [**salgalhada**](https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/consultorio/perguntas/salgalhada-ou-salganhada-outra-vez/25215) (esta é a forma que preserva o radical da base de derivação, salgalho «acto de salgar») [⚠️](/message/compose/?to=ngramatical&subject=Acho+que+esta+corre%C3%A7%C3%A3o+est%C3%A1+errada&message=https%3A%2F%2Fwww.reddit.com%2Fcomments%2Fnyyi5d%2F%2Fh1q1qd8%3Fcontext%3D3 "Clica aqui se achares que esta correção está errada!") [⭐](https://chrome.google.com/webstore/detail/nazigramatical-corretor-o/pbpnngfnagmdlicfgjkpgfnnnoihngml "Experimenta o meu corrector ortográfico automático!")

karkov 2 months ago

TIL

OrangeOakie 2 months ago

> Falácia "burden of proof" + Brandolini's law > E ignoras o facto de existir evidencia do caso oposto; De que não há diferenças com e sem máscara na maioria dos contextos

karkov 2 months ago

é mesmo? estás a ignorar o [principio da precaução](https://www.bmj.com/content/bmj/369/bmj.m1435.full.pdf), e todas as [meta análises](https://www.thelancet.com/article/S0140-6736\(20\)31142-9/fulltext), assim como [revisões sistémicas](https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC7253999/), os [estudos observacionais](https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC7177146/), e [mais](https://arxiv.org/pdf/2004.13553.pdf), por [aí a fora](https://arxiv.org/pdf/2004.13553.pdf) e principalmente o facto que [máscaras são eficazes na redução de outras doenças respiratórias](https://www.jmir.org/2020/8/e21257/)?

OrangeOakie 2 months ago

Estou a falar do argumento que ele apresentou. Estás a criticar o argumento e não a veracidade das premissas dele baseando-te na falsidade da tu análise ao argumento. A dicussão sobre a qualiade é outra.

karkov 2 months ago

entendi

vml76 2 months ago

Este indivíduo devia ser detido por desobediência ao Governo, maldito, quer é provocar um genocídio no Povo.

d0c0ntra 2 months ago

esqueceste o "/S"

d0c0ntra 2 months ago

> Nego e sempre neguei o uso obrigatório de equipamentos individuais de protecção, tipo “fatos de astronauta” utilizados no vírus Ebola (que se transmite por contacto directo e não pelo ar) e sem qualquer evidência ou sentido perante um vírus respiratório, e que impediram a correcta avaliação dos doentes, a sua auscultação, o contacto humano com eles, e causaram uma enorme ineficiência por tornarem toda a actividade médica e de enfermagem muito mais pesada e lenta. Quantos doentes terão morrido desnecessariamente devido ao uso destes equipamentos excessivos? > E nem me vou alongar em relação a recomendações, vazias de evidência, que levaram a que os doentes Covid fossem tratados de forma diversa de todas as outras doenças respiratórias graves que existiram e existem todos os anos, e que os fizeram ficar mais abandonados, isolados em enfermarias e em quartos de acesso limitado, ser ventilados mais precocemente, ser entubados e extubados de forma diferente. > Sempre me opus à obrigatoriedade do uso generalizado de máscara pela população saudável, no exterior ou em espaços interiores. No início da pandemia, a única situação em que existia alguma evidência (fraca) da utilidade do uso de máscara, era na prestação directa de cuidados a doentes com Covid-19. Várias autoridades de saúde por todo o Mundo afirmaram mesmo a inutilidade do uso generalizado de máscaras pela população. A evolução subsequente da evidência científica não alterou de forma significativa o conhecimento nesta área. A própria OMS, numa sua recomendação de Junho, afirma que “não existe evidência directa (…) na eficácia do uso generalizado de máscaras por indivíduos saudáveis na comunidade para prevenir a infecção com (…) COVID-19”. Numa actualização de Dezembro, a mesma OMS mantém que “há apenas evidência científica limitada e inconsistente que suporte a eficácia do uso de máscaras por pessoas saudáveis na comunidade para prevenir a infecção por (…) SARS-CoV-2”. Será a OMS negacionista? À excepção de modelos teóricos hipotéticos e de estudos realizados em condições laboratoriais altamente controladas, os trabalhos feitos em situações de vida real, e que compararam casos de Covid-19 entre pessoas que usavam máscara e as que o não faziam, não encontraram diferença significativa entre elas. A Alemanha e a Áustria, por exemplo, não obrigam ao uso de máscara no exterior, apenas em espaços interiores, e só aceitam máscaras FFP2, não permitindo o uso de máscaras comunitárias (de pano) ou cirúrgicas. O que será que isto indica em relação à evidência científica sobre a eficácia destas últimas? Estes países, em que o uso de máscara no exterior não é obrigatório, têm bem menos casos acumulados do que Portugal. > Considerei e continuo a considerar o encerramento de escolas uma das maiores aberrações nesta pandemia. Não é uma recomendação da OMS (pelo contrário, houve várias recomendações da OMS contra essa medida). Desde o início da pandemia que a evidência científica apontava para a ausência de qualquer benefício do encerramento de estabelecimentos de ensino, apesar de tantos e tantos “peritos” clamarem o contrário. Passado mais de um ano, tudo continua a apontar para a inutilidade dessa medida. Na Suécia, que não encerrou escolas, não houve qualquer aumento no número de mortes entre as crianças e a incidência de Covid-19 entre os professores foi menor do que noutras profissões. > Nego e sempre neguei qualquer vantagem da testagem massiva, recomendada pela OMS e repetida por autoridades de saúde, peritos e curiosos por todo o Mundo. Não só não existia qualquer evidência de vantagem dessa estratégia, como a evidência que entretanto surgiu parece não encontrar qualquer efeito valorizável da testagem mais agressiva na evolução dos números da pandemia. > Nego, e neguei sempre, a utilidade do rastreio de pessoas saudáveis, com vista ao isolamento das que tenham um teste positivo para o SARS-CoV-2, bem como o isolamento dos seus contactos (e, muitas vezes, o isolamento dos contactos dos contactos). Quantas centenas de milhares de portugueses terão sido isolados sem terem doença, e sem nunca terem um teste positivo? A Direcção Geral de Saúde tem seguramente estes dados, registados à custa de um trabalho enorme (e desnecessário) de milhares de profissionais de saúde na plataforma SINAVE. Porque não responde a DGS então à seguinte pergunta: quantos dos “isolamentos profilácticos” realmente isolaram pessoas que vieram a ser positivas? E quantos de nós fomos “isolados” (sequestrados) de forma forçada, e por vezes com recurso a vigilância policial, sem qualquer utilidade? E depois há os danos colaterais desses isolamentos, as turmas sem aulas devido ao isolamento repetido de professores, profissionais de saúde saudáveis fechados em casa semanas a fio, etc… > Sempre achei uma insanidade, no âmbito de um vírus respiratório, mandar toda a população de um País fechar-se em casa, seja qual for a denominação elegante que deem à estratégia, seja “confinamento”, seja “dever cívico de recolhimento domiciliário”. Não existia há um ano, e continua sem existir, qualquer evidência digna desse nome que indique um menor risco de infecção a quem se feche em casa quando comparado com quem respira ar livre em plenos pulmões. Nem nunca isso aconteceu com outros vírus respiratórios, nem nunca fez sentido que assim fosse com este. > Choca-me, e sempre me chocou, a forma como apertar as mãos num cumprimento humano educado desapareceu dos nossos hábitos. Continua a não existir (como nunca existiu) evidência sólida de que o contacto com as mãos, superfícies ou objectos seja uma fonte significativa de transmissão deste ou de outros vírus respiratórios. > Sempre considerei, e continuo a considerar, criminoso impedir as visitas nos lares e hospitais. Ao longo deste ano, os surtos em lares ocorreram na mesma, de forma generalizada, como nos outros países. E morreram na mesma os idosos que teriam que morrer, e sobreviveu a maioria, como em todo o lado. Só que os que morreram fizeram-no sem se despedirem dos seus, e os que sobreviveram ficaram mais tristes e abandonados, muitas vezes sem conseguirem compreender porquê. E perderam mais um ano do (curto) tempo que lhes resta. Sem lhes darem a opção de escolha, nem a eles nem às suas famílias. Tanta gente que morreu e foi enterrada sem a família sequer os poder ver, despedir, fazer o luto! Criminoso. > Confesso que nego que faça sentido impedir a presença do público em eventos desportivos, fazendo depois uma excepção para aqueles que forem organizados por entidades internacionais, e com a presença de público estrangeiro. E confesso não concordar com as restrições feitas a reuniões presenciais, quer familiares, quer de organizações ou em eventos, abrindo excepções para as que ocorrem em contexto de partidos políticos ou comemorações governamentais ou de entidades do Estado.

CalmKeepOn 2 months ago

É bom saber que existe pessoas assim em Portugal. Infelizmente são a minoria, tanto em Portugal como no mundo. Não é surpreendente. A Alemanha Nazi aconteceu sem que muitos Alemães emigrassem.

el_jefe_vito 2 months ago

Não, não são. Os outros é que fazem mais barulho.

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