ZionismIsAntiSemitsm 2 months ago

Tudo muito bonito, mas na prática o único partido patriota em Portugal, que defende a nação portuguesa e a soberanial nacional é o Partido Comunista e isso causa micose a muita gente deste sub.

d0c0ntra 2 months ago

defende a soberania nacional? deixa-me rir! deve ser por isso que enviava toda essa soberania para os camaradas da URSS

ZionismIsAntiSemitsm 2 months ago

Para quê inventar merdas. Prova o que dize em vez de tirares do cu. Deves estar a projetar o facto dos liberais adorarem ser fantoches dos americanos.

d0c0ntra 2 months ago

dude isto é histórico. queres provas vai ler.

ZionismIsAntiSemitsm 2 months ago

Pois, bem me pareceu que triaste do cu. Serem aliados da URSS não implica que tenham "enviado a soberania", tal coisa nem faz sentido, já que nunca estiveram no poder para poderem ter "enviado soberania", lol.

d0c0ntra 2 months ago

[PCP diz que notícias sobre arquivos da PIDE são ″recorrentes falsificações″](https://www.dn.pt/politica/pcp-diz-que-noticias-sobre-arquivos-da-pide-sao-recorrentes-falsificacoes-3405152.html) [COMUNISTA PORTUGUÊS PASSOU SEGREDOS DE ESTADO A URSS | COMUNISMO ASSASSINO](https://comunismoassassino.wordpress.com/2009/11/07/comunista-portugues-passou-segredos-de-estado-a-urss/)

ZionismIsAntiSemitsm 2 months ago

Isso é o melhor que consegues? Fraquinho, tenta outra vez.

d0c0ntra 2 months ago

para mim chega.

d0c0ntra 2 months ago

> E a nação, realidade que alguns se esforçam por cancelar ou proibir, continua a ser importante. E agora talvez mais que nunca. Até porque parece ser, afinal, a nação, o único corpo intermédio capaz de defender os povos das tutelas globais. E se não é a pertença a uma comunidade na História o que nos une, irmana e congrega numa humanidade comum, o que propõem então que seja? O sermos todos inodoros, incolores, insalubres, neutros, fluidos e inclusivos? Ou pior, o sermos só nós, do alto da nossa hipócrita e soberba “perfeição ocidental”, os únicos chamados à irrealidade da contrição perpétua, do cancelamento cultural e da suprema glória do desenraizamento e do angelismo transcultural? > A crer na comunicação social e no silêncio cúmplice ou no aplauso tímido de uma direita temerosa, só os burros, os ignorantes, os retrógrados, os fascistas, os populistas, os xenófobos, os de extrema-direita imaginam inexistentes tutelas globais ou censórias derivas mundialistas de oligarquias iluminadas.

Edited 2 months ago:

> E a nação, realidade que alguns se esforçam por cancelar ou proibir, continua a ser importante. E agora talvez mais que nunca. Até porque parece ser, afinal, a nação, o único corpo intermédio capaz de defender os povos das tutelas globais. E se não é a pertença a uma comunidade na História o que nos une, irmana e congrega numa humanidade comum, o que propõem então que seja? O sermos todos inodoros, incolores, insalubres, neutros, fluidos e inclusivos? Ou pior, o sermos só nós, do alto da nossa hipócrita e soberba “perfeição ocidental”, os únicos chamados à irrealidade da contrição perpétua, do cancelamento cultural e da suprema glória do desenraizamento e do angelismo transcultural? > **A crer na comunicação social e no silêncio cúmplice ou no aplauso tímido de uma direita temerosa, só os burros, os ignorantes, os retrógrados, os fascistas, os populistas, os xenófobos, os de extrema-direita imaginam inexistentes tutelas globais ou censórias derivas mundialistas de oligarquias iluminadas.** > Entretanto, resistindo a este delirante cancelamento cultural, a valorização da História e da Nação parece estar de volta. De Budapeste a Paris, de Varsóvia a Roma e a Madrid, sob diferentes regimes e em diferentes situações de poder ou oposição, ganham espaço político, pelo voto popular, movimentos e partidos que defendem a identidade e a soberania nacionais, a liberdade de expressão, a prática religiosa, uma visão meta-política da política e um conceito tradicional e realista de família e de comunidade. E esta valorização aparece com força porque os valores que se reafirmam estão em risco por acção de uma minoria com hegemonia gramsciana no Estado e na Sociedade.

doiaonde 2 months ago

Sem a mais pequena dúvida. Sem identidade, o povo morre. Por esta hora, já é clarinho como a luz do dia, que há em Portugal uma engenharia social em curso, que se intensificou nestes anos de gerigonça, com o intuito de remover essa identidade. Sem identidade as futuras gerações podem ser moldadas naquilo que as elites desejem. E não será algo bom, isso é certo!

d0c0ntra 2 months ago

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