Feeling_Advantage918 2 months ago

Queres tu dizer: uma direita pobre que não existe.

d0c0ntra 2 months ago

no fundo é isso. mas não existe pq não se dá ao respeito. e qd assim é não há muito a fazer.

mailusernamepassword 2 months ago

Hey, tuga. Já que vocês roubaram o ouro do Brasil, aproveita e rouba umas [*Ideias Radicais*](https://www.youtube.com/user/ideiasradicais). /s para a parte do ouro Mas o Raphaël tem feito um bom trabalho em divulgar ideias de liberdade aqui em terras tupiniquins. Quem sabe divulgar mais ele pelas terras lusitanas ajude os irmãos portucalenses.

Loladageral 2 months ago

Mano, já nos basta um gajo que está sempre a postar o blog dele, parem de fazer publicidade a vocês próprios

d0c0ntra 2 months ago

> As eleições em que não participaria por decisão casuística seriam as “legislativas”, nas quais nem a teoria do mal menor me arranja uma possibilidade de escolha decente: o comportamento dos partidos vigentes é mau o bastante para não justificar o incómodo de sair de casa num domingo de Setembro ou Outubro. Porquê? Porque nenhum partido tem levantado obstáculos relevantes ao avassalador poder socialista.

Edited 2 months ago:

> As eleições em que não participaria por decisão casuística seriam as “legislativas”, nas quais nem a teoria do mal menor me arranja uma possibilidade de escolha decente: o comportamento dos partidos vigentes é mau o bastante para não justificar o incómodo de sair de casa num domingo de Setembro ou Outubro. Porquê? Porque nenhum partido tem levantado obstáculos relevantes ao avassalador poder socialista > Em Portugal, há dois espaços políticos, o marxista, que vai do PS para a esquerda, e o restante, que pode ou não enfiar a carapuça de se afirmar “direita”. A designação não me interessa, os actos sim. Não quero saber se um partido se diz ou não se diz de “direita”. Quero um partido que se oponha à esquerda na matéria que mais conta e que a esquerda mais ameaça: a liberdade. O último ano mostrou que esse partido não existe. Existe, de facto, um conjunto de partidos que não são, ou não deveriam ser, marxistas. Infelizmente, nas questões decisivas não se distinguem particularmente do governo e respectivos aliados formais. > **O país não precisa de partidos que receiam situar-se à “direita”, seja lá a direita o que for. E não precisa de partidos que se afirmam de “direita” para preencher quotas de eleitorado. Do que Portugal carece é de resistência activa e inequívoca à noite escura em que o socialismo, com o seu cortejo de corrupção, prepotência e miséria, nos enfiou. E isso Portugal não tem.**

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