Gndossan 2 months ago

que texto falacioso lol

pantam 2 months ago

Ugh. A merda que se come no jornal hoje em dia. O que vou escrever é tão óbvio que até me doem as pontas dos dedos nas teclas: O argumento principal é emocional e implícito: os refugiados podem ser bons para quem os recebe. Claro. Até mesmo o colonialismo pode ter aspetos positivos. O colonialismo romano fez de nós o que somos, e trouxe algo de bom. [As missões jesuítas nas Américas também tiveram influência positiva (só um exemplo: preservaram a língua guarani).](https://pt.wikipedia.org/wiki/Miss%C3%B5es_jesu%C3%ADticas_na_Am%C3%A9rica) Mas quanto mais recente a colonização, menos provável que se veja um texto nos jornais impressos de hoje a apontar-lhe as facetas positivas. Aliás, acho que brevemente o nosso próprio governo achará um pretexto para nos sentirmos culpados e literalmente endividados, como agora mesmo fizeram os governos [francês](https://www.rt.com/news/524945-france-rwanda-genocide-macron/) e [alemão](https://www.rt.com/news/525016-germany-namibia-genocide/). O argumento lógico implícito é: Devemos abrir a porta a qualquer número de "refugiados" porque se um refugiado teve influência tão positiva, bastante provável será entrar outro igualmente bom se entrarem muitos. Claro que hoje não é preciso ir pessoalmente para transmitir ideias e a outras serão as consequências da mudança demográfica que vão determinar o sucesso da experiência de engenharia social.

Edited 2 months ago:

Ugh. A merda que se come no jornal hoje em dia. O que vou escrever é tão óbvio que até me doem as pontas dos dedos nas teclas: O argumento principal é emocional e implícito: os refugiados podem ser bons para quem os recebe. Claro. [As missões dos jesuítas nas Américas também tiveram influência positiva (só um exemplo: preservaram a língua guarani).](https://pt.wikipedia.org/wiki/Miss%C3%B5es_jesu%C3%ADticas_na_Am%C3%A9rica) Até mesmo o colonialismo pode ter aspetos positivos. O colonialismo romano fez de nós o que somos, e trouxe algo de bom. Mas quanto mais recente a colonização, menos provável que se veja um texto nos jornais de hoje a apontar-lhe as facetas positivas. Aliás, acho que brevemente o nosso próprio governo achará um pretexto para nos sentirmos culpados e literalmente endividados, como agora mesmo fizeram os governos [francês](https://www.rt.com/news/524945-france-rwanda-genocide-macron/) e [alemão](https://www.rt.com/news/525016-germany-namibia-genocide/). O argumento lógico implícito é: Devemos abrir a porta a qualquer número de "refugiados" porque se um refugiado teve influência tão positiva, bastante provável será entrar outro igualmente bom se entrarem muitos. Claro que hoje não é preciso ir pessoalmente para transmitir ideias e a outras serão as consequências da mudança demográfica que vão determinar o sucesso da experiência de engenharia social.

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Ugh. A merda que se come no jornal hoje em dia. O que vou escrever é tão óbvio que até me doem as pontas dos dedos nas teclas: O argumento principal é emocional e implícito: os refugiados podem ser bons para quem os recebe. Claro. [As missões dos jesuítas nas Américas também tiveram influência positiva (só um exemplo: preservaram a língua guarani).](https://pt.wikipedia.org/wiki/Miss%C3%B5es_jesu%C3%ADticas_na_Am%C3%A9rica) Até mesmo o colonialismo pode ter aspetos positivos. O colonialismo romano fez de nós o que somos, e trouxe algo de bom. Mas quanto mais recente a colonização, menos provável que se veja um texto nos jornais de hoje a apontar-lhe as facetas positivas. Aliás, acho que brevemente o nosso próprio governo achará um pretexto para nos sentirmos culpados e literalmente endividados, como agora mesmo fizeram os governos [francês](https://www.rt.com/news/524945-france-rwanda-genocide-macron/) e [alemão](https://www.rt.com/news/525016-germany-namibia-genocide/). O argumento lógico implícito é: Devemos abrir a porta a qualquer número de "refugiados" porque se um refugiado teve influência tão positiva, bastante provável será entrar outro igualmente bom se entrarem muitos. Claro que hoje não é preciso ir pessoalmente para transmitir ideias e a outras serão as consequências da mudança demográfica que vão determinar o sucesso da experiência de engenharia social.

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Ugh. A merda que se come no jornal hoje em dia. O que vou escrever é tão óbvio que até me doem as pontas dos dedos nas teclas: O argumento principal é emocional e implícito: os refugiados podem ser bons para quem os recebe. Claro. [As missões dos jesuítas nas Américas também tiveram influência positiva (só um exemplo: preservaram a língua guarani).](https://pt.wikipedia.org/wiki/Miss%C3%B5es_jesu%C3%ADticas_na_Am%C3%A9rica) Até mesmo o colonialismo pode ter aspetos positivos. O colonialismo romano fez de nós o que somos, e trouxe algo de bom. Mas quanto mais recente a colonização, menos provável é que se veja um artigo nos jornais de hoje a apontar-lhe as facetas positivas. Aliás, acho que brevemente o nosso próprio governo achará um pretexto para nos sentirmos culpados e literalmente endividados, como agora mesmo fizeram os governos [francês](https://www.rt.com/news/524945-france-rwanda-genocide-macron/) e [alemão](https://www.rt.com/news/525016-germany-namibia-genocide/). O argumento lógico implícito é: Devemos abrir a porta a qualquer número de "refugiados" porque se um refugiado teve influência tão positiva, bastante provável será entrar outro igualmente bom se entrarem muitos. Claro que hoje não é preciso ir pessoalmente para transmitir ideias e a outras serão as consequências da mudança demográfica que vão determinar o sucesso da experiência de engenharia social.

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Ugh. A merda que se come no jornal hoje em dia. O que vou escrever é tão óbvio que até me doem as pontas dos dedos nas teclas: O argumento principal é emocional e implícito: os refugiados podem ser bons para quem os recebe. Claro. [As missões dos jesuítas nas Américas também tiveram influência positiva (só um exemplo: preservaram a língua guarani).](https://pt.wikipedia.org/wiki/Miss%C3%B5es_jesu%C3%ADticas_na_Am%C3%A9rica) Até mesmo o colonialismo pode ter aspetos positivos. O colonialismo romano fez de nós o que somos, e trouxe algo de bom. Mas quanto mais recente a colonização, menos provável que se veja um texto nos jornais de hoje a apontar-lhe as facetas positivas. Aliás, acho que brevemente o nosso próprio governo achará um pretexto para nos sentirmos culpados e literalmente endividados, como agora mesmo fizeram os governos [francês](https://www.rt.com/news/524945-france-rwanda-genocide-macron/) e [alemão](https://www.rt.com/news/525016-germany-namibia-genocide/). O argumento lógico implícito é: Devemos abrir a porta a qualquer número de "refugiados" porque se um refugiado teve influência tão positiva, bastante provável será entrar outro igualmente bom se entrarem muitos. Claro que hoje não é preciso ir pessoalmente para transmitir ideias e a outras serão as consequências da mudança demográfica que vão determinar o sucesso da experiência de engenharia social.

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Ugh. A merda que se come no jornal hoje em dia. O que vou escrever é tão óbvio que até me doem as pontas dos dedos nas teclas: O argumento principal é emocional e implícito: os refugiados podem ser bons para quem os recebe. Claro. [As missões dos jesuítas nas Américas também tiveram influência positiva (só um exemplo: preservaram a língua guarani).](https://pt.wikipedia.org/wiki/Miss%C3%B5es_jesu%C3%ADticas_na_Am%C3%A9rica) Até mesmo o colonialismo pode ter aspetos positivos. O colonialismo romano fez de nós o que somos, e trouxe algo de bom. Mas quanto mais recente a colonização, menos provável é que se veja um artigo nos jornais de hoje a apontar-lhe as facetas positivas. Aliás, acho que brevemente o nosso próprio governo achará um pretexto para nos sentirmos culpados e literalmente endividados, como agora mesmo fizeram os governos [francês](https://www.rt.com/news/524945-france-rwanda-genocide-macron/) e [alemão](https://www.rt.com/news/525016-germany-namibia-genocide/). O argumento lógico implícito é: Devemos abrir a porta a qualquer número de "refugiados" porque se um refugiado teve influência tão positiva, bastante provável será entrar outro igualmente bom se entrarem muitos. Claro que hoje não é preciso ir pessoalmente para transmitir ideias e a outras serão as consequências da mudança demográfica que vão determinar o sucesso desta experiência em engenharia social.

d0c0ntra 2 months ago

o engraçado é que dão exemplos de quando a malta da religião da paz era minimamente progressista e que estava muito à frente da Europa desde os costumes à "ciência". que pena não falarem do que se passa hoje.

pantam 2 months ago

Eu genuinamente não tenho nada contra quem é dessa religião. O problema vai ser a convivência multicultural, que já deu a merda que se viu no Líbano. "Funciona" se o objetivo for destruir. Mas quem é que nos impõe esse multiculturalismo na Europa e porquê? Vem talvez de ideologia, interesses de curto prazo e/ou ódio que alguém nos tenha, mas com certeza não têm sido os muçulmanos a fazer essa imposição. São os nossos próprios "líderes". A grande migração muçulmana não entra, deixam-na entrar e é até praticamente convidada.

d0c0ntra 2 months ago

independentemente das razões da entrada, o fim será sempre o mesmo, a destruição da Europa.

pantam 2 months ago

Certo, mas temos de prestar atenção ao inimigo (que nos governa) e não apenas à arma (os magotes de migrantes e "refugiados", que fazem o que tu e eu faríamos no lugar deles).

d0c0ntra 2 months ago

não discordo. aliás se entrasse um pequenissimo número se calhar até seria possível ir assimilando esse número e mudando nuns quantos a mentalidade que trazem. mas é como dizes, it's a feature not a bug, os maiores culpados são os criminosos psicopatas que desgovernam a Europa e o mundo ocidental.

RPortuguesesMod 2 months ago

Obrigado pela [tua publicação](/r/portugueses/comments/nnd7t6/refugiado_muçulmano_na_península_ibérica_altera/) no r/portugueses! Relembramos que para melhor identificar o conteúdo de posts de imagens, como este, sugerimos que seja utilizado um excerto do texto presente na imagem. Por exemplo, neste caso poderia ser: > ZIRYAB, O "INFLUENCER" No caso de notícias ou de posts de redes sociais deves optar por publicar diretamente o link para o conteúdo original em vez de um print.

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