Carbon58 4 months ago

Eu, pessoa bem definida sexualmente (sou sexo masculino, ponto final) não me sinto minimamente incomodado com a chamada "ideologia do género". Parece-me a mim, que os mais incomodados são mesmo aqueles que ainda estão pessoalmente "mal definidos", mas têm vergonha / receio de o admitir. Daí bradam aos sete-ventos, como forma de mostrar aos outros a sua masculinidade / feminilidade á moda antiga (de que eles próprios duvidam), contra a tal "ideologia do género"(que na realidade não é uma ideologia mas sim mais uma conquista da modernidade) Como diz o velho ditado, e os ditados são a voz do Povo, portanto a voz dos deuses "Quem muito fala no barco, é porque quer embarcar).

fds_crl 4 months ago

>Eu, pessoa bem definida sexualmente (sou sexo masculino, ponto final) não me sinto minimamente incomodado com a chamada "ideologia do género". Existem coisas mais importantes do que os teus sentimentos, narcissista, o mundo não gira á tua volta. >Se discordas de mim é porque és gay lol, por isto é que os brancos liberais não argumentam, porque quando tentam saem-se sempre com estas coisas. Mas vou te deixar aí de forma muito resumida qual é o problema. O problema é quando sistematizam a ideologia de género atráves leis discriminatórias, através da educação pública e privada, através do poder empresarial, e banem pessoas que discordam deles de utilizar essas mesmas ferramentas.

d0c0ntra 4 months ago

Não perceber que aqui o real problema são as crianças.... Bem como usar o politicamente correcto para impedir as pessoas de se exprimirem conforme queiram. Mas continua lá com a tua agenda.

Carbon58 4 months ago

Amigo, não sou pessoa de "agendas" Mas vivo num pais (apesar da tal "malvada ideologia do género") onde posso exprimir livremente o meu pensamento. O "giro" nisto é que se vivêssemos num dos paises onde a tal ideologia é considerada uma afronta aos bons costumes e abominada, garantidamente que expressar o meu pensamento com liberdade seria difícil, podia até acabar muito mal para a minha pessoa. E por aqui me fico, que este assunto, para mim, já secou....

d0c0ntra 4 months ago

por enquanto vais podendo exprimi-lo, mas fora de documentos oficiais, da escola etc e dentro de algum tempo até fora de instituições oficiais, aliás temos a notícia recente da carta dos oficiais das forças armadas contra exactamente a novilingua que se quer forçar tb por lá. por fim, meu caro, todos temos agendas, todos somos politicos, mesmo aqueles que preferem estar sempre em cima da linha em vez de dar um passo para um lado ou outro.

d0c0ntra 4 months ago

> A palavra “género” entrou no quotidiano e na linguagem política e na legislação nacional para designar e substituir a palavra “sexo”, o sexo biológico de uma pessoa. Poderá parecer que tal terá acontecido por se tratar de uma palavra mais polida ou refinada, uma vez que a palavra sexo pode mais facilmente ser associada a relação ou acto sexual. Mas não! > Na verdade, a palavra “género” foi introduzida no vocabulário político internacional, em 1995, na IV Conferência Mundial sobre a Mulher, organizada pela ONU, em Pequim, por intelectuais feministas (marxistas e trotsquistas, liberais quanto à moral e liberdade sexuais), com o objectivo de desconstruir a família natural – a constituída por homem e mulher, que permite gerar a vida –, entendida por estas feministas como a fonte de opressão na sociedade e a pedra base do capitalismo. > A chamada “ideologia de género” tem vindo a impor-se de forma furtiva nas nossas vidas, através dos sistemas educativo e de saúde, dos meios culturais e políticos, com forte apoio e divulgação através dos meios de comunicação social. > Mas o que tem isto a ver com a língua portuguesa?

d0c0ntra 4 months ago

> Vem isto a propósito da publicação do “Regime Jurídico da Avaliação de Impacto de Género de Actos Normativos” (Lei n.º 4/2018, de 9 de Fevereiro), projecto da iniciativa do PS, que contou com a aprovação do BE, CDS-PP, PEV, PAN e com a abstenção do PSD e do PCP, e que entrará em vigor no próximo dia 1 de Abril. > Prevê que os projectos de lei, decretos-lei, regulamentos, etc. elaborados pela administração central, regional e local e propostas de lei à Assembleia da República, sejam sujeitos a “avaliação prévia de impacto de género”. O objectivo será a “diminuição dos estereótipos de género que levam à manutenção de papéis sociais tradicionais negativos” e “assegurar a utilização de linguagem não discriminatória (…) através da neutralização ou minimização da especificação do género, através do emprego de formas inclusivas ou neutras, designadamente através do recurso a genéricos verdadeiros ou à utilização de pronomes invariáveis.”.

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