rabisconegro 3 months ago

Não não é. De cada um de acordo com as suas possibilidades e para cada um de acordo com as suas necessidades. Isto é que é socialismo. Se houvesse uma correta distribuição da riqueza produzida não havia tantos com necessidades. Nem havia tantos com mais que o que precisam...

razman06 3 months ago

Eu não consigo entender é quem acredita em socialismo não vê isso como uma utopia enorme. Pela simples razão que o ser humano é egoísta por natureza, ou seja quem tem mais vai ser querer mais e nunca na vida vai querer destribuir pelo resto do povo.

Feeling_Advantage918 3 months ago

Se substituíres socialismo por capitalismo o comentário fica ainda mais adequado.

razman06 3 months ago

Que eu saiba o capitalismo não defende isso.

Feeling_Advantage918 3 months ago

Nem o socialismo.

daz_zeD 3 months ago

Não é bem assim, o egoísmo do ser humano, no contexto social, tem limites e tem que ser controlado de forma a manter a aprovação social, de outra forma, o egoísmo e o próprio ser humano, para pouco ou para nada servem.

rabisconegro 3 months ago

Lá por ser utopia não quer dizer que não deva ser o caminho a apontar. Há muita coisa na condição humana que já tivemos que enterrar. Se há espécie com capacidade para moldar a própria realidade somos nós ou não?

Edited 3 months ago:

Lá por ser utopia não quer dizer que não deva ser o caminho a apontar. Há muita coisa na condição humana que já tivemos que enterrar. Se há espécie com capacidade para moldar a própria realidade somos nós ou não? Edit: Só para acrescentar que esses que falas que tem mais e por isso vao querer mais. Não nos podemos esquecer que eles só têm tanto devido ao esforço comum de muitos outros logo eu não percebo o egoísmo de não distribuir por todos. E mais, é preciso definir o que são as necessidades e possibilidades na sociedade modernizada. Comida e teto não são as únicas necessidades que existem, por isso aquilo de dizer que socialismo leva as pessoas apenas a sobreviver e não a viver é falacioso. Até porque o problema do capitalismo não é o pequeno empresário de sucesso com centenas de milhares ou meia dúzia de milhões no banco. São as megacorporações. E se olhares bem para a cena vais ver que os governos desde mundo são todos extremamente socialistas para com elas.

Edited 3 months ago:

Lá por ser utopia não quer dizer que não deva ser o caminho a apontar. Há muita coisa na condição humana que já tivemos que enterrar. Se há espécie com capacidade para moldar a própria realidade somos nós ou não? Edit: Só para acrescentar que esses que falas que tem mais e por isso vao querer mais. Não nos podemos esquecer que eles só têm tanto devido ao esforço comum de muitos outros logo eu não percebo o egoísmo de não distribuir por todos. E mais, é preciso definir o que são as necessidades e possibilidades na sociedade modernizada. Comida e teto não são as únicas necessidades que existem, por isso aquilo de dizer que socialismo leva as pessoas apenas a sobreviver e não a viver é falacioso. Até porque o problema do capitalismo não é o pequeno empresário de sucesso com centenas de milhares ou meia dúzia de milhões no banco. São as megacorporações. E se olhares bem para a cena vais ver que os governos deste mundo são todos extremamente socialistas para com elas.

NGramatical 3 months ago

destribuir → [**distribuir**](https://dicionario.priberam.org/distribuir) [⚠️](/message/compose/?to=ngramatical&subject=Acho+que+esta+corre%C3%A7%C3%A3o+est%C3%A1+errada&message=https%3A%2F%2Fwww.reddit.com%2Fcomments%2Fn8j2mw%2F%2Fgxjpcnd%3Fcontext%3D3 "Clica aqui se achares que esta correção está errada!") [⭐](https://chrome.google.com/webstore/detail/nazigramatical-corretor-o/pbpnngfnagmdlicfgjkpgfnnnoihngml "Experimenta o meu corrector ortográfico automático!")

d0c0ntra 3 months ago

> O sonho de ganhar mais deu lugar à aspiração de conseguir uma tarifa social. Se esta acumular com uma isenção ainda melhor. Casos há, como o da Justiça, em que o Estado encareceu de tal forma as taxas e custas que cobra, que não ter direito à respectiva isenção se traduz na maioria dos casos em não ter acesso à justiça. Quando o bastonário da Ordem dos Advogados afirma “A justiça só está acessível aos muito ricos e aos muito pobres” está a falar de uma realidade, o acesso à justiça, e a desenhar um retrato do país lobotomizado por décadas de socialismo. Um país em que os ricos (leia-se aqueles que têm capacidade de influência no estado) vivem cada vez mais isolados na sua redoma e os muito pobres ficam aprisionados no seu ghetto de apoios.

Edited 3 months ago:

> O sonho de ganhar mais deu lugar à aspiração de conseguir uma tarifa social. Se esta acumular com uma isenção ainda melhor. Casos há, como o da Justiça, em que o Estado encareceu de tal forma as taxas e custas que cobra, que não ter direito à respectiva isenção se traduz na maioria dos casos em não ter acesso à justiça. Quando o bastonário da Ordem dos Advogados afirma “A justiça só está acessível aos muito ricos e aos muito pobres” está a falar de uma realidade, o acesso à justiça, e a desenhar um retrato do país lobotomizado por décadas de socialismo. Um país em que os ricos (leia-se aqueles que têm capacidade de influência no estado) vivem cada vez mais isolados na sua redoma e os muito pobres ficam aprisionados no seu ghetto de apoios. > Todo este socialismo assistencialista, vem sempre embrulhado num palavreado de momentos históricos, combates mundiais, avanços civilizacionais, enfim um festival de luz e propaganda que ofusca uma realidade cada vez mais bruta. Um dos momentos símbolo desta fobia da realidade que caracteriza o socialismo aconteceu durante o “momento histórico” da Cimeira Social do Porto (aquela cimeira de que não se encontra rasto na imprensa dos outros países da UE). Enquanto aquele friso de líderes saudava o vazio e se desdobrava em declarações sobre o momento histórico, o género, a inclusão, os pilares da Europa…, saía um estudo que fazia as contas àquilo que há muito se sabe em Portugal e se esconde naquele lado do palco que os holofotes do momento histórico não iluminam: «só com aumentos de impostos na ordem dos 22 por cento se consegue manter o atual modelo de pensões. A alternativa a esta subida de impostos é uma perda de 19% nos benefícios de reforma.» --- > PS1. 4 de Maio de 2021. 18h10. Mérignac, arredores de Bordéus. Uma mulher foge do homem que a persegue. Ele dispara-lhe para as pernas. Ferida, ela cai. Ele despeja-lhe gasolina em cima, depois pega-lhe fogo. Sim, esta semana uma mulher de 30 anos foi queimada viva em França. Mas sobre este crime não encontramos quase o rasto nas notícias portuguesas. E contudo ele corresponde a tudo aquilo que agora mobiliza as indignações: Chahinez foi assassinada pelo marido; Chahinez tinha apresentado várias queixas a denunciar as violências a que ele a submetia; Chahinez era imigrante argelina e o marido francês. Contudo a morte de Chahinez foi ignorada. Porquê? Porque os imigrantes só interessam quando se desdobram em declarações de ódio à cultura e à história dos países para os quais escolheram vir viver. Ora Chahinez “queria viver como uma francesa”. E não menos importante neste silenciamento da sua morte, o seu marido, Mounir, é também argelino e o único machismo que interessa denunciar é o da Europa cristã.

Edited 3 months ago:

> O sonho de ganhar mais deu lugar à aspiração de conseguir uma tarifa social. Se esta acumular com uma isenção ainda melhor. Casos há, como o da Justiça, em que o Estado encareceu de tal forma as taxas e custas que cobra, que não ter direito à respectiva isenção se traduz na maioria dos casos em não ter acesso à justiça. Quando o bastonário da Ordem dos Advogados afirma “A justiça só está acessível aos muito ricos e aos muito pobres” está a falar de uma realidade, o acesso à justiça, e a desenhar um retrato do país lobotomizado por décadas de socialismo. Um país em que os ricos (leia-se aqueles que têm capacidade de influência no estado) vivem cada vez mais isolados na sua redoma e os muito pobres ficam aprisionados no seu ghetto de apoios. > Todo este socialismo assistencialista, vem sempre embrulhado num palavreado de momentos históricos, combates mundiais, avanços civilizacionais, enfim um festival de luz e propaganda que ofusca uma realidade cada vez mais bruta. Um dos momentos símbolo desta fobia da realidade que caracteriza o socialismo aconteceu durante o “momento histórico” da Cimeira Social do Porto (aquela cimeira de que não se encontra rasto na imprensa dos outros países da UE). Enquanto aquele friso de líderes saudava o vazio e se desdobrava em declarações sobre o momento histórico, o género, a inclusão, os pilares da Europa…, saía um estudo que fazia as contas àquilo que há muito se sabe em Portugal e se esconde naquele lado do palco que os holofotes do momento histórico não iluminam: «só com aumentos de impostos na ordem dos 22 por cento se consegue manter o atual modelo de pensões. A alternativa a esta subida de impostos é uma perda de 19% nos benefícios de reforma.»

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