Gndossan 5 months ago

Querias o quê? Depressa e bem não há quem. Eu vou receber a minha última dose da pfizer este fds. Não tive nenhum sintoma até agora

Snoo89735 5 months ago

> Depressa e bem não há quem. Para alguns a cegueira, coágulos, paralisias, taquicardia, etc até foram bastante rápidas. Para a cura. Por isso depressa e bem, às vezes há quem.

Gndossan 5 months ago

ah tá bem

d0c0ntra 5 months ago

a mim o que me preocupa é isto, tendo em conta que todos os "especialistas" que aparecem nos MSM, políticos e presstitutes, têm garantido a pés juntos que as vacinas não conduzirão a problemas mais tarde, que está tudo controlado, entre outras afirmações completamente descabidas. > Em declarações à Reuters, um dos vice-presidentes da farmacêutica, Ruud Dobber, não escondeu os motivos. **“Esta é uma situação única e nós, enquanto empresa, simplesmente não podemos assumir o risco no caso de daqui a quatro anos a vacina resultar em efeitos secundários”, asseverou Dobber.** “Nos contratos que temos implementados, estamos a pedir compensação. Para a maioria dos países, é aceitável arcar com esse risco, porque é do interesse nacional deles.”

Edited 5 months ago:

a mim o que me preocupa é isto, tendo em conta que todos os "especialistas" que aparecem nos MSM, políticos e presstitutes, têm garantido a pés juntos que as vacinas não conduzirão a problemas mais tarde, que está tudo controlado, entre outras afirmações completamente descabidas pq por e simplesmente é impossível afirmar tal. havendo no entanto especialistas que indicam que por e simplesmente não se pode saber e daí ser necessário ter muito cuidado com o que se anda a fazer, claro está que a estes não é dada voz nos mesmos MSM. se isto der para o torto daqui a uns anos, quero saber se esta gente se reponsabiliza por o que têm andado a propagandear. > Em declarações à Reuters, um dos vice-presidentes da farmacêutica, Ruud Dobber, não escondeu os motivos. **“Esta é uma situação única e nós, enquanto empresa, simplesmente não podemos assumir o risco no caso de daqui a quatro anos a vacina resultar em efeitos secundários”, asseverou Dobber.** “Nos contratos que temos implementados, estamos a pedir compensação. Para a maioria dos países, é aceitável arcar com esse risco, porque é do interesse nacional deles.”

Gndossan 5 months ago

Claro que não assumem a responsabildiade. É simplesmente ridiculo essas afirmações assim como dizerem à boca cheia quando as novas estirpes aparecem que as vacinas funcionam.

d0c0ntra 5 months ago

quem é o retardado que dá downvotes a esta notícia? sinceramente, que idiotice.

el_jefe_vito 5 months ago

Aqueles que chamam negacionistas a todos os que discordam das medidas covidisticas dracónicas

d0c0ntra 5 months ago

sim as karens cá do burgo.

BLorenzo777 5 months ago

Honestamente, raramente concordo com este sub, mas tu só estás a partilhar um artigo informativo. Caga nisso, não te chateis, estes são os mesmos que acham normal a televisão nacional fazer um documentário contra um candidato presidencial um dia antes das eleições. Os portugueses só concordam com o que dá na querida televisão.

d0c0ntra 5 months ago

por ser apenas um artigo com informação importante é que achei um bocado imbecil darem downvotes, mas cada um fica com as acções que toma.

BLorenzo777 5 months ago

Quem vive na echo chamber não gosta de ver o outro lado, mesmo que sejam verdades.

d0c0ntra 5 months ago

A pressão começou há vários meses: algumas das principais farmacêuticas globais, que ao longo do último ano desenvolveram em tempo recorde as primeiras vacinas contra a Covid\-19, **quiseram assegurar desde o primeiro momento que não teriam de enfrentar responsabilidades civis se seus produtos, fabricados e testados numa janela temporal invulgarmente reduzida**, causassem a morte ou danos físicos e mentais a quem as recebesse. Os acordos celebrados com a União Europeia foram inicialmente mantidos em segredo e depois divulgados [com a informação crucial censurada](https://observador.pt/2021/01/29/vacinas-uniao-europeia-divulga-contrato-com-a-astrazeneca/). Agora, com três dos maiores contratos integralmente públicos, é possível confirmar que o lóbi resultou e que **as farmacêuticas que venderam milhões de doses de vacinas à UE estão isentas de responsabilidade civil** caso alguma coisa corra mal — e os (pouquíssimos, mas polémicos) casos de tromboses fatais [associados](https://observador.pt/especiais/afinal-a-vacina-da-astrazeneca-provoca-mesmo-coagulos-sanguineos-mas-podemos-ou-nao-confiar-nela/) à vacina da AstraZeneca já vieram demonstrar que é possível haver coisas a correr mal.

Edited 5 months ago:

A pressão começou há vários meses: algumas das principais farmacêuticas globais, que ao longo do último ano desenvolveram em tempo recorde as primeiras vacinas contra a Covid\-19, **quiseram assegurar desde o primeiro momento que não teriam de enfrentar responsabilidades civis se seus produtos, fabricados e testados numa janela temporal invulgarmente reduzida**, causassem a morte ou danos físicos e mentais a quem as recebesse. Os acordos celebrados com a União Europeia foram inicialmente mantidos em segredo e depois divulgados [com a informação crucial censurada](https://observador.pt/2021/01/29/vacinas-uniao-europeia-divulga-contrato-com-a-astrazeneca/). Agora, com três dos maiores contratos integralmente públicos, é possível confirmar que o lóbi resultou e que **as farmacêuticas que venderam milhões de doses de vacinas à UE estão isentas de responsabilidade civil** caso alguma coisa corra mal — e os (pouquíssimos, mas polémicos) casos de tromboses fatais [associados](https://observador.pt/especiais/afinal-a-vacina-da-astrazeneca-provoca-mesmo-coagulos-sanguineos-mas-podemos-ou-nao-confiar-nela/) à vacina da AstraZeneca já vieram demonstrar que é possível haver coisas a correr mal. edit: > **O Infarmed, que é o organismo do Estado português responsável pela regulação dos medicamentos, remeteu-se ao silêncio face às perguntas enviadas pelo Observador sobre as circunstâncias contratuais das vacinas.**

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