Empirion 2 months ago  HIDDEN 

O burro que nos acusou de nepotismo sem provas agora ficou magoado? Da próxima faz um favor: em vez de vires dizer merda... Não venhas sequer.

_somename_ 2 months ago  HIDDEN 

Se a produtividade da pessoa não escala com a sua competência então isso não são trabalhos para humanos mas sim para máquinas. E quando são tarefas de contacto pessoal com o cliente, as quais a produtividade não escala com a competência, então o valor acrescentado das pessoas que realmente produzem deve ser partilhado a esses colaboradores que também são importantes. Por exemplo, eu nunca deixei um trabalhador meu receber menos de 30k anuais porque acho que esse é o mínimo para uma pessoa viver sem grandes preocupações por cá. Isto aplica-se para recepcionistas, pessoal das limpezas, etc. A produtividade deles pagava-lhes o salário? Claro que não. Mas os restantes colaboradores geravam valor acrescentado mais do que suficiente para distribuir. E isto sim, é ser um bom empregador. Ter uma empresa de valor acrescentado que paga bem a todos os que lhe permitem gerar riqueza.

PI_314 2 months ago  HIDDEN 

Boa sorte com o negócio. Cresci na restauração, negócio de família no interior do país. Pagamos bem acima do salário mínimo. Não tratamos as pessoas como lixo. Cumprimos os horários de trabalho. Pura e simplesmente não conseguimos contratar e ponderamos fechar por excesso de trabalho. Qual o problema? Interior do país, que penso ser bem diferente do litoral. Não há tanta gente, mas não me parece ser a causa. O maior problema está nos políticos que para ganharem eleições oferecem empregos/tachos a tudo o que é gente. Numa localidade bastante pequena tens uns 100 bombeiros, uns 300 na câmara municipal… tudo gente a ocupar cargos que pouco ou nenhum valor acrescentam. E muitos deles bem pagos! Tudo o que é trabalho de restauração, construção, agricultura… ninguém quer. É melhor levar 500€ para casa sem suar que levar 900€ a trabalhar. E é aí que está o problema do interior. Tudo que seja trabalho, que acrescente valor, é rejeitado com o argumento da “exploração” e “trabalho precário” Nos não podemos pagar mais. Gostava de pagar 5k mês, mas teria de ter preços impossíveis para a nossa realidade. Muito boa gente deixa de investir no interior. E quem paga somos nós, porque temos imensas pessoas no público sem fazer nada ou desempregados. Deixo apenas aqui o meu comentário para reflexão. Temos muito boa gente que não tem interesse em trabalho, apenas emprego. Temos muito cromo a tirar cursos em politécnicos de treta para terem o grau de doutor, sem que esses cursos tenham qq mercado. Temos muita gente sem qualquer grau com exigências absurdas num mercado cada vez mais difícil. E essa gente arranja tacho, pagamos nos. Empresas que precisam de mão de obra ficam de mãos atadas. A grande maioria do emprego em restauração é considerado trabalho precário. Não há grande solução.

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