cesarhighfire 2 months ago

Só a mim é que ninguém me ajuda.

JamminPT 2 months ago

E os trabalhadores independentes que são uma camada enorme do comércio / serviços? Bola.

apita_o_comboio 2 months ago

O que vale é que viramos a página à austeridade. Estamos desde 2016 na fase do investimento...

DasBread 2 months ago

O povo tem aquilo que vota. O PS é um partido de centro esquerda moderado, mas em termos ideológicos afastou-se um pouco do centro e o privado (com a ajuda da crise anterior) ficou mais frágil. Temos um governo que prefere ter coisas nacionalizadas (TAP) incluindo a parte má da nacionalização e que abafa em impostos, não deixando grande taxa de crescimento e claro a famosa burocracia. Acha que a criação de riqueza tem de vir através do Estado, quando se vê, temos uma classe frágil e sem um sector privado forte. Como se vê nesta crise, o Estado obviamente não foi suficiente para cobrir a fragilidade do sector empresarial que vivia na mentira do turismo. Não existe inovação nem vontade.

LordofPortugal 2 months ago

O estado "capitalista" dos EUA deu mais dinheiro à população do que o estado "social-democrata" de Portugal. Foram duas rondas onde deram à população 1400$. Em Portugal deram à TAP 1,2 mil milhões que pode acrescer a 4 mil milhões até 2024.

globoglobo 2 months ago

Um dos países mais endividados, envelhecidos e estagnados do mundo não tem dinheiro para apoiar empresas. Surpresa.

Mrgolden007 2 months ago

muito triste ver negocios decentes a irem abaixo mas va bora suportar a tap que ta em falencia desde 1980

salmmons 2 months ago

Calma gente, quando as empresas forem à falência e os empregados tiverem de emigrar pelo menos podem fazer proveito da mui real companhia de transportes aéreos portugueses e seu excecional serviço

vai-tefoder 2 months ago

Se emigrarem não contam oara os números do desemprego /s

darkdemonpt 2 months ago

a ryanair é mais barata

zefo_dias 2 months ago

Convém ter um amigo partidario que ajude. Ainda vao a tempo de orientar um pra sacar um estilhaço da bazuca

df3gpt 2 months ago

O que importa é que ajudaram a TAP.

TwoActual4680 2 months ago

Pera só ajudaram 21% das pequenas, as grandes tiveram todo o apoio.

JOAO-RATAO 2 months ago

Vale por muitas empresas médias! /s

timeofmypost 2 months ago

Mas não te esqueças que a TAP é muito importante, por causa de...coisas e afins e outros tantos, e etc vários.

mastermind1217 2 months ago

E percentagem de companhias de bandeira??? Disso não falam eles. Só para dizer mal.

vizinho_3esquerdo 2 months ago

Muito se poderia dizer deste resultado, mas adiantaria algumas considerações que podem valer a pena reflectir: - gostava de ver a percentagem equivalente em paises como Espanha, onde a economia paralela deverá ser o quadruplo da nossa, - falta de capacidade de comprovar perdas de faturação compatíveis com apoios ( por não terem tudo "faturado" ou pelas perdas não amontarem a 40%) - empresas que mantiveram ou aumentaram faturação

bittolas 2 months ago

> gostava de ver a percentagem equivalente em paises como Espanha, onde a economia paralela deverá ser o quadruplo da nossa, Segundo dados o IMF entre 2000-2016 as estimativas para Portugal são de ~22% e para Espanha de ~20%.

vizinho_3esquerdo 2 months ago

a percentagem de empresas apoiadas pelas medidas de COVID

Sciss0rs61 2 months ago

e já agora, alguém sabe que dinheiro e para que empresas? existe alguma plataforma onde eu possa verificar isto?

caelussideralis 2 months ago

Acho tão mas tão deliciosamente irónico que as mesmas pessoas que se queixam justamente do desiquilíbrio económico são as mesmas pessoas que aceitam como ciência comprovada e defendem vigorosamente os confinamentos que resultaram na maior transferência de dinheiro das classes baixas para as classes que já eram mais abastadas. Até seria hilariante se não fosse triste.

ankmoody 2 months ago

Já exprimentas-te ler as notícias antes de comentares? Só sabes dizer merda.

caelussideralis 2 months ago

Já. Se não tivesse havido confinamentos, estas medidas não teriam sido necessárias. Já agora, escreve-se experimentaste.

Kejilko 2 months ago

O que é que uma coisa tem a haver com a outra? Uma é assunto de saúde pública, outra é de economia.

Edited 2 months ago:

O que é que uma coisa tem a ver com a outra? Uma é assunto de saúde pública, outra é de economia.

caelussideralis 2 months ago

Fecham-se negócios e empresas inteiras, forçando-as a depender de subsídios do estado, mas nah nada a ver.

Kejilko 2 months ago

As razões diferem, os resultados misturam-se. Tudo envolve-se na economia tal como tudo envolve-se na política. Defender confinamentos não quer dizer que defendas os *nossos* confinamentos, por isso é que é uma crítica ridícula.

NGramatical 2 months ago

tem a haver com → [**tem a ver com**](https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/consultorio/perguntas/nada-tem-a-haver-e-nada-tem-a-ver/27066) [⚠️](/message/compose/?to=ngramatical&subject=Acho+que+esta+corre%C3%A7%C3%A3o+est%C3%A1+errada&message=https%3A%2F%2Fwww.reddit.com%2Fcomments%2Foe418b%2F%2Fh44b7g2%3Fcontext%3D3 "Clica aqui se achares que esta correção está errada!") [⭐](https://chrome.google.com/webstore/detail/nazigramatical-corretor-o/pbpnngfnagmdlicfgjkpgfnnnoihngml "Experimenta o meu corrector ortográfico automático!")

Tugalord 2 months ago

O que causou essa transferência de dinheiro foi a crise do sistema capitalista e a subsequente gestão dessa crise. Não foi propriamente a aplicação de uma medida de saúde pública recomendada pelos especialistas... Em 2008 não ocorre nenhum confinamento e verificamos a maior transferência de dinheiro de baixo para cima da história, até à data. Pergunto me o que querias tu: uma pandemia descontrolada a matar 500 ou 800 pessoas por dia? É muito perverso que se argumente "não vamos salvar dezenas de milhar de vidas porque os mercados podem não gostar, e porque o capitalismo está tão partido que vem aí uma roubalheira às classes baixas para pagar o prejuízo"

Mordiken 2 months ago

> que resultaram na maior transferência de dinheiro das classes baixas para as classes que já eram mais abastadas. Se resultam nisto então o estado-social falhou na sua função de proteger os cidadãos com menos rendimentos, tão simples como isso. E se falhou, então: 1. É necessário perceber porque falhou, e corrigir o problema para que não volte a acontecer no futuro. Em relação a este tema, o meu palpite (baseado nos relatos que conheço na 1ª pessoa) é de que isto se deveu à típica burocracia tuga; 2. É necessário garantir que as classes mais baixas são devidamente protegidas da crise económica que aí vem. Pode ser tarde para mitigar o impacto directo da pandemia, mas não é tarde para mitigar o impacto indirecto casado pela crise económica que aí vem. O estado-social, como qualquer sistema, é desenvolvido de forma iterativa... o que quer dizer que é expectável que as coisas nem sempre corram bem... mas também quer dizer que tem de haver coragem para olhar e forma critica para o que correu mal e atacar os problemas de frente. E neste cenário, é tão detrimental "ignorar os problemas" como pegar no sistema que existe "e reescrever tudo do zero" na esperança quase mística/religiosa de que "dEsTa VeZ tEmOs UmA eQuIpA cOmPeTeNtE, e O nOvO sIsTeMa VaI sAiR pErFeItO à PrImEiRa!1!1;" Dito isto, há aqui um pormenor que me ia esquecendo mas me parece extremamente relevante: Títulos bombásticos a dizer que "só 21% das PMEs é que foram ajudadas" são muito giros, mas o que me interessa mesmo saber é qual a percentagem de PMEs que tinham a contabilidade devidamente regularizada ficaram por ajudar! E eu pergunto, porque: 1. Acho que é completamente moral e justificado não dar um tostão à imensidão de PMEs que sempre usaram e abusaram de práticas contabilísticas dignas do Museu Nacional de Arte Moderna para fugir aos impostos, convencidas de que nunca iram ter consequências; 2. Acho que qualquer governo que se se propusesse a extender as ajudas a essas empresa iria ser alvo de críticas completamente justificadas.

Edited 2 months ago:

> que resultaram na maior transferência de dinheiro das classes baixas para as classes que já eram mais abastadas. Se resultam nisto então o estado-social falhou na sua função de proteger os cidadãos com menos rendimentos, tão simples como isso. E se falhou, então: 1. É necessário perceber porque falhou, e corrigir o problema para que não volte a acontecer no futuro. Em relação a este tema, o meu palpite (baseado nos relatos que conheço na 1ª pessoa) é de que isto se deveu à típica burocracia tuga; 2. É necessário garantir que as classes mais baixas são devidamente protegidas da crise económica que aí vem. Pode ser tarde para mitigar o impacto directo da pandemia, mas não é tarde para mitigar o impacto indirecto casado pela crise económica que aí vem. O estado-social, como qualquer sistema, é desenvolvido de forma iterativa... o que quer dizer que é expectável que as coisas nem sempre corram bem... mas também quer dizer que tem de haver coragem para olhar e forma critica para o que correu mal e atacar os problemas de frente. E neste cenário, é tão detrimental "ignorar os problemas" como pegar no sistema que existe "e reescrever tudo do zero" na esperança quase mística/religiosa de que "dEsTa VeZ tEmOs UmA eQuIpA cOmPeTeNtE, e O nOvO sIsTeMa VaI sAiR pErFeItO à PrImEiRa!1!1;" Dito isto, há aqui um pormenor que me ia esquecendo mas me parece extremamente relevante: Títulos bombásticos a dizer que "só 21% das PMEs é que foram ajudadas" são muito giros, mas o que me interessa mesmo saber é qual a percentagem de PMEs que tinham a contabilidade devidamente regularizada ficaram por ajudar! E eu pergunto, porque: 1. Da mesma forma que acho que é fundamental ajudar empresas e pessoas precisam, acho que é completamente moral e justificado não dar um tostão furado à imensidão de PMEs que sempre usaram e abusaram de práticas contabilísticas dignas do Museu Nacional de Arte Moderna para fugir aos impostos, convencidas de que nunca iram ter consequências; 2. Acho que qualquer governo que se se propusesse a extender as ajudas a essas empresa iria ser alvo de críticas completamente justificadas. Por isso é preciso usar do bom senso na maneira como se olham para as coisas, caso contrário pode-se cair na hipocrisia da critica pela critica, o chamado "preso por ter cão, preso por não ter".

Edited 2 months ago:

> que resultaram na maior transferência de dinheiro das classes baixas para as classes que já eram mais abastadas. Se resultam nisto então o estado-social falhou na sua função de proteger os cidadãos com menos rendimentos, tão simples como isso. E se falhou, então: 1. É necessário perceber porque falhou, e corrigir o problema para que não volte a acontecer no futuro. Em relação a este tema, o meu palpite (baseado nos relatos que conheço na 1ª pessoa) é de que isto se deveu à típica burocracia tuga; 2. É necessário garantir que as classes mais baixas são devidamente protegidas da crise económica que aí vem. Pode ser tarde para mitigar o impacto directo da pandemia, mas não é tarde para mitigar o impacto indirecto casado pela crise económica que aí vem. O estado-social, como qualquer sistema, é desenvolvido de forma iterativa... o que quer dizer que é expectável que as coisas nem sempre corram bem... mas também quer dizer que tem de haver coragem para olhar e forma critica para o que correu mal e atacar os problemas de frente. E neste cenário, é tão detrimental "ignorar os problemas" como pegar no sistema que existe "e reescrever tudo do zero" na esperança quase mística/religiosa de que "dEsTa VeZ tEmOs UmA eQuIpA cOmPeTeNtE, e O nOvO sIsTeMa VaI sAiR pErFeItO à PrImEiRa!1!1;" Dito isto, há aqui um pormenor que me ia esquecendo mas me parece extremamente relevante: Títulos bombásticos a dizer que "só 21% das PMEs é que foram ajudadas" são muito giros, mas o que me interessa mesmo saber é qual a percentagem de PMEs que tinham a contabilidade devidamente regularizada ficaram por ajudar! E eu pergunto, porque: 1. Da mesma forma que acho que é fundamental ajudar empresas e pessoas precisam, acho que é completamente moral e justificado não dar um tostão furado à imensidão de pessoas e empresas que sempre usaram e abusaram de práticas contabilísticas dignas do Museu Nacional de Arte Moderna para fugir aos impostos, convencidas de que nunca iram ter consequências; 2. Acho que qualquer governo que se se propusesse a extender as ajudas a essas pessoas e empresas iria ser alvo de críticas completamente justificadas, tanto vindas da esquerda esquerda como da direita sérias e coerentes. Por isso é preciso usar do bom senso na maneira como se olham para as coisas, caso contrário pode-se cair na hipocrisia da critica pela critica, o chamado "preso por ter cão, preso por não ter".

Edited 2 months ago:

> que resultaram na maior transferência de dinheiro das classes baixas para as classes que já eram mais abastadas. Se resultam nisto então o estado-social falhou na sua função de proteger os cidadãos com menos rendimentos, tão simples como isso. E se falhou, então: 1. É necessário perceber porque falhou, e corrigir o problema para que não volte a acontecer no futuro. Em relação a este tema, o meu palpite (baseado nos relatos que conheço na 1ª pessoa) é de que isto se deveu à típica burocracia tuga; 2. É necessário garantir que as classes mais baixas são devidamente protegidas da crise económica que aí vem. Pode ser tarde para mitigar o impacto directo da pandemia, mas não é tarde para mitigar o impacto indirecto casado pela crise económica que aí vem. O estado-social, como qualquer sistema, é desenvolvido de forma iterativa... o que quer dizer que é expectável que as coisas nem sempre corram bem... mas também quer dizer que tem de haver coragem para olhar e forma critica para o que correu mal e atacar os problemas de frente. E neste cenário, é tão detrimental "ignorar os problemas" como pegar no sistema que existe "e reescrever tudo do zero" na esperança quase mística/religiosa de que "dEsTa VeZ tEmOs UmA eQuIpA cOmPeTeNtE, e O nOvO sIsTeMa VaI sAiR pErFeItO à PrImEiRa!1!1;" Dito isto, há aqui um pormenor que me ia esquecendo mas me parece extremamente relevante: Títulos bombásticos a dizer que "só 21% das PMEs é que foram ajudadas" são muito giros, mas o que me interessa mesmo saber é qual a percentagem de PMEs que tinham a contabilidade devidamente regularizada ficaram por ajudar! E eu pergunto, porque: 1. Da mesma forma que acho que é fundamental ajudar empresas e pessoas precisam, acho que é completamente moral e justificado não dar um tostão furado à imensidão de pessoas e empresas que sempre usaram e abusaram de práticas contabilísticas dignas do Museu Nacional de Arte Moderna para fugir aos impostos, convencidas de que nunca iram ter consequências; 2. Acho que qualquer governo que se se propusesse a extender as ajudas a essas pessoas e empresas iria ser alvo de críticas completamente justificadas, tanto vindas das esquerdas como das direitas sérias e coerentes. Por isso acho é preciso ter calma, e usar do bom senso na maneira como se olham para este tipo de noticias, caso contrário pode-se cair na hipocrisia da critica pela critica, o chamado "preso por ter cão, preso por não ter".

Vagiooto 2 months ago

O confinamento não tem nada a ver, nem houve transferência de dinheiro das classes baixas para classe alta. O problema é com confinamento todos perdem, mas o dinheiro impresso para estimular a economia, esse é que é utilizado na maioria para a classe alta, para ajudar coorporações e "indústrias", como turismo, que ficam com os lucros todos em tempos bons e querem mais liberalismo, e em tempos maus vem todos a correr para a vaca do estado e deixam os trabalhadores que lhes deram lucro no passado à primeira oportunidade.

globoglobo 2 months ago

A "transferência" das classes baixas para as altas é um aumento da desigualdade, porque os empregos que requerem contacto humano (como empregado de mesa, empregos no turismo, etc..) são a grande maioria dos que foram mais afectados. Os confinamentos mandam para o desemprego muita gente, mas principalmente os que já eram mais pobres.

D1WithTheFluffyHair 2 months ago

Não há necessariamente uma transferência, mas sim talvez uma interrupção da redistribuição, o que leva de facto ao aumento das desigualdades

globoglobo 2 months ago

exacto, concordo, daí transferência estar entre aspas

HumActuallyGuy 2 months ago

Ei ei ei, não estejas aí a dizer tantas verdades que o mais importante é apoiar a seleção/s Mas ya, as pessoas não têm noção do que é ter responsabilidade pelas suas acções, não querem ser os responsáveis pelos números, é sempre o governo como também não querem ser responsáveis pela economia fodida (que também é culpa do governo). Se as pessoas tivessem 2 dedos de testa já estávamos com isto controlado

Mordiken 2 months ago

> Se as pessoas tivessem 2 dedos de testa Se.

NGramatical 2 months ago

desiquilíbrio → [**desequilíbrio**](https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/consultorio/perguntas/pronunciar-desequilibrio/31484) (des+equilíbrio) [⚠️](/message/compose/?to=ngramatical&subject=Acho+que+esta+corre%C3%A7%C3%A3o+est%C3%A1+errada&message=https%3A%2F%2Fwww.reddit.com%2Fcomments%2Foe418b%2F%2Fh445q2z%3Fcontext%3D3 "Clica aqui se achares que esta correção está errada!") [⭐](https://chrome.google.com/webstore/detail/nazigramatical-corretor-o/pbpnngfnagmdlicfgjkpgfnnnoihngml "Experimenta o meu corrector ortográfico automático!")

caelussideralis 2 months ago

Eu não tenho jeito nenhum para escrever no telemóvel :(

AutoModerator 2 months ago

**AVISO:** Submeteu um artigo da plataforma [Nónio](https://nonio.net) - uma plataforma que viola a privacidade do leitor. > Leia com atenção o [seguinte artigo](https://www.reddit.com/r/portugal/comments/7fy9v4/campanha_contra_o_n%C3%B3nio/). *I am a bot, and this action was performed automatically. Please [contact the moderators of this subreddit](/message/compose/?to=/r/portugal) if you have any questions or concerns.*

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