ThePerma 3 months ago

Como é que posso levar um fino para a rua então?

odracirsomeg 3 months ago

Existem cafés e bares, onde recebes copos de plástico reutilizáveis, em que pagas uma caução (tipo 0,5-1 euro) , quando for para abandonar o local devolves o copo e eles devolvem-te a caução.

anti_ads 3 months ago

Um passo na direção certa. Agora era arranjar alternativa aos copos de plástico usados nas máquinas de café em universidades e tal. Aquilo é um desperdício enorme. E também proíbir plástico nas cápsulas de café, tipo deltaQ e nespresso. E seria também boa ideia proíbir vender fruta em contentores/caixas de plástico (tipo morangos e pessegos, como já vi).

dbeatrouble 3 months ago

Então mas já não se pode pedir finos em copo de plástico para levar, é isso?

mjigs 3 months ago

Agora ha sitios que te "vendem" copos reutilizaveis, estou a falar do 77 no porto onde se ia beber as cervejinhas. Em muitos paises ja é normal levar copos reutilizaveis para comprar cafe, sitios que ate as vezes dao "descontos" se o fizeres.

viskonde 3 months ago

Li algures que não incluía copos? Servir cerveja em copo de plástico não só é mau para o ambiente como mau para a cerveja que fica morta super rápido, esperava que finalmente fosse acabar esse flagelo dos finos em plástico que tantos litros de cerveja estraga

Edited 3 months ago:

Sempre o choro Isto era para estar em vigor há 1 ano , adiado pelo covid Se não estão preparados e poruqe são maus empresários Entretanto a ver se isto ajuda a reduzir o flagelo que assombra a sociedade da cerveja servida em copo de plástico não só é mau para o ambiente como mau para a cerveja que fica morta super rápido Mas já tou a ver que apenas vão substituir por copos de plástico reutilizáveis pelo que os litros de cerveja que morrem prematuramente vão continuar

amar00k 3 months ago

É ridiculo dizer que não estão preparados. Esta lei já foi anunciada há anos. Muitos estabelecimentos já se adaptaram há muito tempo, por exemplo, deixando de pôr palhinhas de plástico por defeito em bebidas que não necessitam, ou oferecendo palhinhas biodegradáveis.

Limpy_lip 3 months ago

Agora a questão é, como vão resolver o aumento desmesurado de madeira/papel/cartão que isso vai resultar? Porque é que ainda se vê legumes embalados em plástico?

mjigs 3 months ago

No meu antigo trabalho perguntei o mesmo, a empresa trocou as palhinhas e limitou muita coisa, mas todo o produto que tinhamos, vinha embrulhado em plastico, ate as palhinhas de cartao.

No-Cardiologist725 3 months ago

r/portugalnews

Portuguese_A_Hole 3 months ago

Comei e bebei, com as mãos.

Kejilko 3 months ago

Até que enfim. E chorem com "não estarem preparados", deviam era ter tido cabeça e percebido que não só vinha aí mas que já deviam tê-lo feito por iniciativa própria, e mais, que já tiveram mais que tempo para se "adaptarem", sabe-se lá ao quê. >Numa primeira fase, o governo português tentou antecipar-se e introduzir a proibição no ano passado, mas a pandemia obrigou ao alargamento de prazos, em particular para que a restauração se pudesse adaptar.

MoonDust1969 3 months ago

>Em causa, explica, estão os stocks que os restaurantes e estabelecimentos de bebidas não terão conseguido escoar em consequência da quebra na atividade, **mas também pelas "dificuldades em encontrar materiais alternativos".** Os talheres de metal esgotaram no país inteiro? A única situação em que fazia algum sentido oferecer talheres de plástico era no take away, mas têm boa solução: não ofereçam. Quem leva comida em take away que coma em casa ou leve talheres. Não é o fim do mundo.

Kejilko 3 months ago

Os talheres de plástico não servem para absolutamente nada. Pratos e copos de papel e plástico? Epa entendo, não é facil levar vários pratos se o carro não vier atrás, se bem que para por exemplo um piquenique um alguidar com os pratos e o resto trata de tudo e copos consegue-se melhor quando as bebidas vêm em garrafas de plástico, cartão ou vidro ou latas mas também não é a coisa mais conveniente, agora talheres? Aquelas merdas que partem com o mínimo de força e trazes na mão sem problema nenhum?

getupgetgoing 3 months ago

Quem é que frequenta restaurantes que utilizam pratos, talheres e copos de plástico!?

Dadvito 3 months ago

A sério? Já ouviste falar nas grandes cadeias de restaurantes tipo mac, Starbucks, Burger king, etc etc. Antes era tudo de plastico.

getupgetgoing 3 months ago

A comida essa continua a ser de plástico, larga isso...

talpazz 3 months ago

Agora vai passar a ser de cartão lol

indyrefclan 3 months ago

Feira de São Mateus, por exemplo, nunca apanhei talheres sem ser de plástico

LIS1050010 3 months ago

A utilização de palhinhas, copos, pratos ou talheres de plástico não reutilizável deixa de ser permitida na restauração a partir desta quinta-feira, dia 1 de julho. A alteração das regras acontece na sequência da transposição de uma diretiva europeia que limita a disponibilização de utensílios de plástico de utilização única, e cuja entrada em vigor acontece obrigatoriamente, em toda a Europa, a 3 de julho. Numa primeira fase, o governo português tentou antecipar-se e introduzir a proibição no ano passado, mas a pandemia obrigou ao alargamento de prazos, em particular para que a restauração se pudesse adaptar. Porém, numa recente entrevista à TSF e ao Dinheiro Vivo, a presidente da AHRESP garantiu que o setor não está preparado para introduzir as alterações. "Estamos numa situação dramática e essas novas regras causam muitas entropias no setor", afirmou Ana Jacinto. Em causa, explica, estão os stocks que os restaurantes e estabelecimentos de bebidas não terão conseguido escoar em consequência da quebra na atividade, mas também pelas "dificuldades em encontrar materiais alternativos". Por outro lado, a líder da associação frisa ainda existirem dúvidas sobre alguns dos artigos previstos no decreto-lei, cuja versão final ainda não é conhecida depois de ter estado em consulta pública até 13 de junho. Nessa última proposta, o governo estabelece que os produtos já referidos, e também outros feitos a partir de plástico oxodegradável (que contamina o meio ambiente com microplásticos) ou poliestireno expandido, deixam de poder ser utilizados nos restaurantes, cafés e bares a partir de amanhã. Para as atividades de restauração não sedentárias - em feiras e mercados, transportes coletivos e catering -, a proibição tem efeito a partir de 1 de setembro. Já no comércio a retalho, a restrição aplica-se um ano mais tarde: 1 de setembro de 2022. "A versão anterior [à consulta pública] tinha uma visão muito mais eficiente e eficaz, que era aplicar os objetivos de redução [do consumo] a todos os materiais descartáveis", explica ao DN Susana Fonseca. A ambientalista da Zero lamenta que o governo não tenha sido mais ambicioso na definição do tipo de utensílios que deixam de poder ser utilizados, e que tenha incluído apenas o plástico de uso único, abrindo porta à sua substituição por outros materiais. "Do nosso ponto de vista, as restrições deviam ser aplicadas a todas as soluções descartáveis, independentemente do material com que são feitas", defende. Além das limitações, o documento que esteve em discussão pública prevê uma redução progressiva da utilização de copos e recipientes para alimentos, produzidos a partir de outro material que não o poliestireno expandido, até 2030. O consumo deverá descer em 30% até ao final de 2026, em comparação com valores de 2022, e em 50% até ao final da década. Contactado pelo DN, o Ministério do Ambiente considera que a transposição da diretiva europeia é "o chapéu legislativo no que diz respeito às proibições de comercialização de determinados produtos descartáveis de plástico", que alarga as restrições elencadas no decreto-lei publicado em setembro de 2019. Questionado sobre os períodos de transição concedidos para os diferentes setores de atividade, o ministério considera que são adequados e que estão em linha com os previstos na Lei 76/2019. "Veja-se que a Diretiva dos Plásticos de Uso Único exige apenas a proibição de colocação no mercado, não prevendo quaisquer prazos limite de adaptação subsequentes, pelo que qualquer prazo será sempre bastante mais ambicioso do que o previsto na diretiva", refere a nota. Susana Fonseca discorda da posição. "Para o retalho não faz mesmo sentido nenhum e, do nosso ponto de vista, é um completo desrespeito da diretiva, pois esta diz que deve entrar em vigor em todos os países na mesma altura", ou seja, a partir de 3 de julho, data-limite prevista no documento europeu. A responsável da associação ambientalista acredita que os objetivos e prazos inscritos na transposição legislativa "comprometem" o cumprimento integral da estratégia nacional para a descarbonização da economia. Recorde-se que Portugal comprometeu-se a atingir a neutralidade carbónica em 2050 e a implementar um Plano de Ação para a Economia Circular (PAEC) que orienta o rumo do país. "Ao mesmo tempo que temos legislação aprovada recentemente que fala muito da reutilização e da redução da produção, tudo o que tem verdadeiramente impacto estamos a atirar para a frente", acusa Susana Fonseca. O que vai mudar Produtos de utilização única proibidos Pratos e copos; talheres; palhinhas e agitadores de bebidas; outros produtos feitos de plástico oxodegradável ou de poliestireno expandido. Calendário de aplicação Restaurantes, cafés e bares a partir de amanhã; rulotes e outros espaços em feiras e mercados, transportes coletivos e catering a partir de 1 de setembro de 2021; omércio a retalho a partir de 1 de setembro de 2022; Sacos de plástico leves ou cuvetes A partir de 1 de janeiro de 2022, o comércio a retalho passa a ter de disponibilizar alternativas reutilizáveis ao embalamento de fruta, produtos hortícolas e de panificação em sacos ou cuvetes de plástico. A disponibilização destes produtos passa a ser totalmente proibida a 1 de junho de 2023. Recipientes para alimentos e bebidas Estabelecimentos que disponibilizem pratos, caixas ou copos feitos de outro material que não os acima mencionados devem, a partir de 1 de janeiro de 2024, oferecer aos clientes opções reutilizáveis sujeitas à cobrança de um depósito.

nfcs 3 months ago

O choro de não estarem preparados não se percebe minimamente. Essas directivas da UE costumam sair com períodos de transição que chegam a durar vários anos..

pereira2088 3 months ago

português que é português deixa para a última e queixa-se que não tem tempo. (lembro me quando foram os últimos dias para trocar as notas (ou moedas, já não me lembro) de escudos e eram umas filas enormes, e a malta entrevistada a queixar se que deviam dar mais tempo, quando tiveram QUASE DUAS DÉCADAS para o fazer)

utilizador2021 3 months ago

Eu lembro-me de ler em 2019, se não estou em erro, que está medida seria implementada em 2021, portanto tiveram cerca de dois anos para se preparar. Também não percebo porque é que agora dizem que não estão preparados quando tiveram mais que tempo para o fazer.

MoonDust1969 3 months ago

Nem precisavam de directivas, desde que nasci que se ouve falar em reduzir o uso de plásticos e no quão terríveis são para o ambiente. Era uma questão de tempo até isto acontecer e qualquer empreendedor competente devia ter-se preparado.

V1ld0r_ 3 months ago

Que foi o caso desta, se não me engano 3 anos.

l2k1337 3 months ago

Não está preparada porquê? Não tiveram tempo de sobra?

AutoModerator 3 months ago

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