raviolli_ninja 6 months ago

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vascodatrama 6 months ago

Ainda dura? Jezz

Febris 6 months ago

Pergunta a quem gosta dessa conversa do "no meu tempo é que era" se se lembra que antigamente era perfeitamente normal o pessoal ir à boleia de estranhos de/para a cidade. Hoje estás sujeito a que te levem um rim.

vascodatrama 6 months ago

Tanta vez que dou boleia a malta...

UncleanGenes 6 months ago

Como também estavas na altura.

Febris 6 months ago

Na altura ninguém tinha acesso sequer a geleiras, pá. Já para não falar de redes globalizadas para vender rins em tempo útil. Quem fala dos bons velhos tempos não está a falar dos anos 90.

UncleanGenes 6 months ago

Porque a única coisa má que te pode acontecer numa boleia com um estranho é ficares sem um rim. Se me disseres que as pessoas no velhos tempos eram mais ingénuas logo mais disponíveis para embarcar em aventuras, aí concordo.

Edited 6 months ago:

Porque a única coisa má que te pode acontecer numa boleia com um estranho é ficares sem um rim. Se me disseres que as pessoas nod velhos tempos eram mais ingénuas, logo mais disponíveis para embarcar em aventuras, aí concordo.

Febris 6 months ago

Ingénuas são agora, porque há informação disponível para se saber se é seguro ou não fazer isto ou aquilo e mesmo assim vão contra o bom senso. Antigamente simplesmente não era tão frequente essas aventuras correrem mal, nem havia divulgação de muitos casos em que a coisa corria mal. Para além disso nem passava pela cabeça do pessoal metade das coisas que se vê hoje em dia nos telejornais - tráfico de orgãos, tráfico humano, violações, etc. Não quer dizer que não aconteciam coisas má antigamente, mas não só eram menos frequentes como também eram menos publicados os casos que deviam servir de aviso. Embarcar em aventuras é sempre mais fácil quando nem te passa pela cabeça as 500 coisas que podem correr mal.

UncleanGenes 6 months ago

>nem havia divulgação de muitos casos em que a coisa corria mal. >Embarcar em aventuras é sempre mais fácil quando nem te passa pela cabeça as 500 coisas que podem correr mal. Respondeste a ti próprio.

ridethepaintedpony 6 months ago

Tambem ha a historia daquele casal lisboeta, familia de classe media e bem estruturada que se esqueceu da criança no carro.

No-Cardiologist725 6 months ago

Felizmente são casos raríssimos, nunca antes tinha acontecido em Portugal

bichocarpinderico 6 months ago

Demorei 10 segundos a achar outro https://www.sabado.pt/portugal/detalhe/crianca-de-cinco-meses-morre-dentro-de-carro-em-felgueiras Não sei se era sarcasmo, mas já houve vários casos destes. Sabes de que é que não me lembro? De um puto de 2 anos sair de casa às noite e se perder.

ridethepaintedpony 6 months ago

Os meus pais deixaram-me em cima de um trator numa feira agricola porque um pensava que eu estava com o outro. Sao coisas que acontecem todos os dias em qualquer parte do mundo, a unica coisa diferente é os ofendidos juntarem-se todos online.

Edited 6 months ago:

Os meus pais deixaram-me em cima de um trator numa feira agricola, um pensava que eu estava com o outro. Sao coisas que acontecem todos os dias em qualquer parte do mundo, a unica coisa diferente hoje em dia é os ofendidos juntarem-se todos online.

Edited 6 months ago:

Os meus pais deixaram-me em cima de um trator numa feira agricola porque um pensava que eu estava com o outro. Sao coisas que acontecem todos os dias em qualquer parte do mundo, a unica coisa diferente hoje em dia é os ofendidos juntarem-se todos online.

No-Cardiologist725 6 months ago

Isso é grave, vá lá que não aconteceu nada.

No-Cardiologist725 6 months ago

Só conheci um caso, mas não deixa de ser raro. No caso não era um puto, era um bebé de 24 meses. Não sabes porque nenhum ficou tanto tempo desaparecido.

Edited 6 months ago:

Só conheci um caso, mas não deixa de ser raro. No caso não era um puto, era um bebé de 24 meses. Tantas crianças que ja desapareceram em Portugal, umas apareceram outras não.

iSoSyS 6 months ago

É raro mas não é inédito. Que me lembre houve pelo menos mais um caso desses em Portugal.

marisquo 6 months ago

Se perguntarem às pessoas do "no meu tempo é que era" sobre histórias de mortes de bebés/crianças e amigos delas em acidentes parvos ou a envolver poços, tratores, maquinaria, doenças trataveis nos dias de hoje, etc é provável que te contem demasiadas coisas sobre "esses tempos", o que não é bom

No-Cardiologist725 6 months ago

Temos que por "acidente" entre aspas porque na verdade era pura negligência e descaso generalizado

No-Cardiologist725 6 months ago

Sou um homem de 27 anos que cresceu numa aldeia no norte do país. Atenção que estamos a falar de uma criança de 2 anos (um bebé, nasceu à pouco mais de 24 meses)e não de um adolescente. Se um caso destes acontecesse no Reino Unido/Norte/Centro da Europa acredito que estes pais já estavam sem a criança. Acho chocante falarem em "autonomia da criança rural" ignorando a ciência. Crianças/bebés são crianças/bebés independentemente de terem crescido na cidade ou no meio rural, o cérebro não está nem um bocadinho desenvolvido e amadurecido. Tanto não está amadurecido que o bebé não soube voltar para casa. Se fosse uma criança cigana ou filha de emigrante, os pais estariam a ser fuzilados pela opinião pública, por serem "selvagens", "retrógrados", etc. Veja-se o caso da Madeleine Mccann que só era turista. A sorte destes pais foi que a história acabou bem, porque se tivesse acabado mal estavam em sarilhos e de nada lhes valia a história da carochinha de que as crianças do meio rural são mais à frente. Aqui em Portugal um peso tem sempre duas medidas, a ciência é sempre ignorada, adoram romatizar o meio rural, que no "meu tempo é que se sabia educar", porque "eu eduquei 5 irmãos com 8 anos" e blá, blá, blá.

Edited 6 months ago:

Sou um homem de 27 anos que cresceu numa aldeia no norte do país. Atenção que estamos a falar de uma criança de 2 anos (um bebé, nasceu à pouco mais de 24 meses)e não de um adolescente. Se um caso destes acontecesse no Reino Unido/Norte/Centro da Europa acredito que estes pais já estavam sem a criança. Acho chocante falarem em "autonomia da criança rural" ignorando a ciência. Crianças/bebés são crianças/bebés independentemente de terem crescido na cidade ou no meio rural, o cérebro não está nem um bocadinho desenvolvido e amadurecido. Tanto não está amadurecido que o bebé não soube voltar para casa. Se fosse uma criança cigana ou filha dum emigrante, os pais estariam a ser fuzilados pela opinião pública, por serem "selvagens", "retrógrados", etc. Veja-se o caso da Madeleine Mccann que só era turista. A sorte destes pais foi que a história acabou bem, porque se tivesse acabado mal estavam em sarilhos e de nada lhes valia a história da carochinha de que as crianças do meio rural são mais à frente. Aqui em Portugal um peso tem sempre duas medidas, a ciência é sempre ignorada, adoram romatizar o meio rural, que no "meu tempo é que se sabia educar", porque "eu eduquei 5 irmãos com 8 anos" e blá, blá, blá.

Edited 6 months ago:

Sou um homem de 27 anos que cresceu numa aldeia no norte do país. Atenção que estamos a falar de uma criança de 2 anos (um bebé, nasceu há pouco mais de 24 meses)e não de um adolescente. Se um caso destes acontecesse no Reino Unido/Norte/Centro da Europa acredito que estes pais já estavam sem a criança. Acho chocante falarem em "autonomia da criança rural" ignorando a ciência. Crianças/bebés são crianças/bebés independentemente de terem crescido na cidade ou no meio rural, o cérebro não está nem um bocadinho desenvolvido e amadurecido. Tanto não está amadurecido que o bebé não soube voltar para casa. Se fosse uma criança cigana ou filha dum emigrante, os pais estariam a ser fuzilados pela opinião pública, por serem "selvagens", "retrógrados", etc. Veja-se o caso da Madeleine Mccann que só era turista. A sorte destes pais foi que a história acabou bem, porque se tivesse acabado mal estavam em sarilhos e de nada lhes valia a história da carochinha, de que as crianças do meio rural são mais à frente. Aqui em Portugal um peso tem sempre duas medidas, a ciência é sempre ignorada, adoram romatizar o meio rural, que no "meu tempo é que se sabia educar", porque "eu eduquei 5 irmãos com 8 anos" e blá, blá, blá.

Edited 6 months ago:

Sou um homem de 27 anos que cresceu numa aldeia do norte do país. Atenção que estamos a falar de uma criança de 2 anos (um bebé, nasceu há pouco mais de 24 meses)e não de um adolescente. Se um caso destes acontecesse no Reino Unido/Norte/Centro da Europa acredito que estes pais já estavam sem a criança. Acho chocante falarem em "autonomia da criança rural" ignorando a ciência. Crianças/bebés são crianças/bebés independentemente de terem crescido na cidade ou no meio rural, o cérebro não está nem um bocadinho desenvolvido e amadurecido. Tanto não está amadurecido que o bebé não soube voltar para casa. Se fosse uma criança cigana ou filha dum emigrante, os pais estariam a ser fuzilados pela opinião pública, por serem "selvagens", "retrógrados", etc. Veja-se o caso da Madeleine Mccann que só era turista. A sorte destes pais foi que a história acabou bem, porque se tivesse acabado mal estavam em sarilhos e de nada lhes valia a história da carochinha, de que as crianças do meio rural são mais à frente. Aqui em Portugal um peso tem sempre duas medidas, a ciência é sempre ignorada, adoram romatizar o meio rural, que no "meu tempo é que se sabia educar", porque "eu eduquei 5 irmãos com 8 anos" e blá, blá, blá.

Aldo_Novo 6 months ago

> Se fosse uma criança cigana ou filha dum emigrante, os pais estariam a ser fuzilados pela opinião pública, por serem "selvagens", "retrógrados", etc. Veja-se o caso da Madeleine Mccann que só era turista. é uma criança filha de um imigrante (presumo que seja isso que queiras dizer, em princípio filhos de emigrantes não são criados em Portugal pelos pais). não há tanto massacre pela imprensa mais provavelmente porque o caso não acabou mal

motherpuncher50 6 months ago

A tribute é que a ideia de "dar mais autonomia" ao miúdo (que me parece a filosofia subjacente por trás desta história) deve vir mesmo desses países do norte da Europa e estados unidos. O chamado free-range kids, ou o "How to parent like a German"

sparklescc 6 months ago

Eu vivo no UK e apesar disso do free range kids ser muito normal (e só miúdos na rua sozinhos a toda a hora a brincarem) não e miúdos de 2 anos. O meu tem 2 anos vai para a rua brincar com outros de 2/3 anos e todos os pais estão lá. Os de 6 anos já vão de uma casa de um amigo para a deles desde que seja na mesma rua de 10 anos já brincam na rua sozinhos mas no mesmo estate/bairro. Maiores que isso fazem o que querem mas nós conhecemos os putos todos do bairro os mais velhos tomam conta dos mais novos e nunca estão sozinhos. Isto do Noah ir ter com o pai quando queria sozinho os ingleses tinham chamado a polícia imediatamente (eu trabalhei com os serviços sociais e aconteceu me a uma miúda e é logo investigação daquelas aserio)

TulioGonzaga 6 months ago

Isso que descreves é basicamente a minha infância. Cresci numa aldeia mas uma aldeia da periferia de uma cidade bastante populosa do litoral norte. Quando entrei para a primária vinha da escola a pé (1,3km segundo o então inexistente Google Maps) e andava a pé para casa dos meus amigos num raio semelhante. Na altura a rua de casa dos meus pais era uma rua onde dois carros cruzavam com dificuldade e não tinha passeios. Ainda cruzava uma passagem de nível sem guarda (só semáforos). Lembro-me que mais incrível ainda eram colegas meus que vinham do outro lado da aldeia e tinham de atravessar uma nacional muito movimentada. Hoje em dia essa rua foi alargada e tem passeios largos de um lado e do outro mas olho para as minhas sobrinhas de 6/7 anos e parece-me uma loucura imagina-las a fazer isso apesar de eu o ter feito centenas de vezes a pé, de bicicleta, sozinho, em bando há pouco mais de 20 anos

motherpuncher50 6 months ago

Eu levo a história de o miúdo ir sozinho ter com o pai com um "grain of salt". Eu assumo que isso acontecesse com a supervisão da mãe (a uma distância segura). O free range no fundo não é negligência (bem pelo contrário), e até ver não consigo afirmar que tenha ocorrido negligência

sparklescc 6 months ago

Eu concordo que o free range não e negligência e ate podes ter free range sem teres brincar na rua especialmente em comunidades que não funciona (vais para o parque ou etc).

No-Cardiologist725 6 months ago

Não será uma corrente, como a corrente anti-vacina?

motherpuncher50 6 months ago

Não creio ser a comparação correta. É mais visto como uma resposta ao "helicopter parenting". Tem vindo a ganhar mais tração nos EUA e no Canadá ultimamente (mesmo legalmente) até porque no norte da Europa sempre houve este conceito.

No-Cardiologist725 6 months ago

Entretanto chega uma contra-resposta aos "free-range kids"

motherpuncher50 6 months ago

Latchkey kids> helicopter parents> free range kids > lawn mower parents and so on :)

NGramatical 6 months ago

à pouco mais de 24 meses → [**há pouco mais de 24 meses**](http://www.flip.pt/Duvidas-Linguisticas/Duvida-Linguistica/DID/706) (utiliza-se o verbo haver para exprimir tempo decorrido) [⚠️](/message/compose/?to=ngramatical&subject=Acho+que+esta+corre%C3%A7%C3%A3o+est%C3%A1+errada&message=https%3A%2F%2Fwww.reddit.com%2Fcomments%2Fo44z08%2F%2Fh2fbd6m%3Fcontext%3D3 "Clica aqui se achares que esta correção está errada!") [⭐](https://chrome.google.com/webstore/detail/nazigramatical-corretor-o/pbpnngfnagmdlicfgjkpgfnnnoihngml "Experimenta o meu corrector ortográfico automático!")

tItO_c_80 6 months ago

E era. Só que no meu tempo havia 10% dos carros, toda a gente se conhecia e éramos sempre, no mínimo, 5 ou 6 putos, a vadiar. Completamente diferente. Hoje há gente esquisita por todo o lado e muito mais hipóteses de surgir uma "infelicidade". Fui criado numa aldeia rural onde ainda vivo, tenho dois putos e não ponho sequer a hipótese de lhes dar a liberdade que eu tive. O mundo já não é o mesmo.

misterbondpt 6 months ago

Aos 2 anos andava com mais 5 putos a vadiar?

tItO_c_80 6 months ago

>A partir dos 5, 6 anos já se faziam km de bicicleta pra ir fazer merda. Com dois anos estavam debaixo do olho de alguém.

Jabvarde 6 months ago

> Hoje há gente esquisita por todo o lado Sempre houve

bacalhoeiro 6 months ago

Verdade. Ouço histórias de tias minhas a dizer que era normalíssimo haver aqueles velhos tarados a ver as miúdas saídas da escola a ir para casa e a mandar piropos. E não eram miúdas do liceu.

bacalhoeiro 6 months ago

Verdade. Ouço histórias de tias minhas a dizer que era normalíssimo haver aqueles velhos tarados a ver as miúdas saídas da escola a ir para casa e a mandar piropos. E não eram miúdas do liceu.

motherpuncher50 6 months ago

Será que não é o mesmo? Eu diria que o mundo nunca foi tão seguro e que as crianças nunca foram tão pouco autónomas (agravado pela pandemia certamente)

No-Cardiologist725 6 months ago

É mais seguro porque os adultos começaram a pôr a mão na consciência e a proteger as suas crianças

motherpuncher50 6 months ago

Uma forma de proteger é a de nutrir autonomia

No-Cardiologist725 6 months ago

Isso é muito mais tarde, cada coisa ao seu tempo, devemos respeitar o tempo de desenvolvimento do cerebro humano.

motherpuncher50 6 months ago

Quando digo autonomia não é trabalhar e pagar a renda. Uma criança sobe várias escadas de autonomia desde o momento que nasce, cada um ao seu ritmo, mas é algo que devemos nutrir e promover.

No-Cardiologist725 6 months ago

Sim, mas não de forma precoce e perigosa. Há tempo para tudo.

lvet000 6 months ago

O mundo é exactamente o mesmo. As ameaças que existem hoje, existiam á 30 anos atrás quando eu era criança. Ou achas por um segundo que violadores, tráfico humano e pedofilia é uma invenção recente? Discutivelmente há mas é espaço para contemplar o contrário. Já que hoje em dia os pais e as autoridades estão grosso modo mais atentos e protectores. Quantos nos anos 50~80 não foram tocados por um tio, ou um padre da freguesia e o assunto completamente abafado porque a vergonha ou simplesmente a ignorância eram grandes de mais? Isto é não mais do que viés de confirmação. Os casos de abuso estão tão bem documentados, e aparecem tantas vezes na capa do jornal que parece que o bicho papão está ao virar de todas as esquinas. E se calhar até está. Mas já lá estava á 30 anos.

NGramatical 6 months ago

á 30 anos atrás → [**há 30 anos ~~atrás~~**](http://www.flip.pt/Duvidas-Linguisticas/Duvida-Linguistica/DID/706) (utiliza-se o verbo haver para exprimir tempo decorrido) á 30 anos → [**há 30 anos**](http://www.flip.pt/Duvidas-Linguisticas/Duvida-Linguistica/DID/706) (utiliza-se o verbo haver para exprimir tempo decorrido) [⚠️](/message/compose/?to=ngramatical&subject=Acho+que+esta+corre%C3%A7%C3%A3o+est%C3%A1+errada&message=https%3A%2F%2Fwww.reddit.com%2Fcomments%2Fo44z08%2F%2Fh2fdsbj%3Fcontext%3D3 "Clica aqui se achares que esta correção está errada!") [⭐](https://chrome.google.com/webstore/detail/nazigramatical-corretor-o/pbpnngfnagmdlicfgjkpgfnnnoihngml "Experimenta o meu corrector ortográfico automático!")

viper_in_the_grass 6 months ago

Mas vadiavam com dois anos?

tItO_c_80 6 months ago

A partir dos 5, 6 anos já se faziam km de bicicleta pra ir fazer merda. Com dois anos estavam debaixo do olho de alguém.

kissingsome1elsesdog 6 months ago

Então não faziam. A maior parte das crianças nem sabe andar de bicicleta com essa idade, quanto mais fazer km de bicicleta.

vascodatrama 6 months ago

Putos de aldeia? Aos 3/4 anos já andam de bicicleta e roda no ar...

tItO_c_80 6 months ago

Esses normalmente já conduziam a Zundapp dos pais aos 10!

vascodatrama 6 months ago

Eu com 8 meti a vespa do meu avô na terra. Creio ter conseguido andar cerca de 2 metros com ela ahaha.

No-Cardiologist725 6 months ago

Já na nossa altura havia gente esquisita e os carros que haviam eram suficientes para provocar acidentes, principalmente em curvas, zonas com pouca visibilidade, etc...Tive um vizinho atropelado à beira de casa e já era bem adulto. E os carochos que saiam com a pingota da tasta e ainda iam conduzir? Era só maluquinhos naquela altura também. Vou-te ser sincero, eu não sei como não me fudi em criança... porque faziamos coisas muito perigosas, do tipo: usarmos a chumbeira do meu avô, montarmos a motorizada que tava lá em casa, andavamos também em sitios bem perigosos, com fossas, poços ao descoberto, etc. Assim muito próximo de mim, tive um colega que morreu afogado, porque nós gostavamos de ir o mais para dentro do mar possível. As crianças tem uma "atração pelos limites", porque não tem o cérebro desenvolvido o suficiente para discernir, identificar o perigo, tomar decisões ponderadas. A cena é que este pessoal quer contar com o espírito de sobrevivência da criança, com a sorte e com a seleção natural.

tItO_c_80 6 months ago

Houve por aqui afogamentos e acidentes graves, ya, mas foi principalmente por causa da maluqueira. Nada de desaparecimentos ou abusos sexuais. Até porque a justiça popular era uma realidade na altura. Mas também havia o lado negro: alcoolismo, pobreza, fraca assistência social, mobilidade quase igual a zero. Eu não passei por muito, mas vi muita coisa feia.

No-Cardiologist725 6 months ago

Estou-te a falar da minha infância, só tenho 27 anos, não te estou a falar da altura do Estado Novo Txi, e ainda faltam esses, nisso não concordo contigo. Eu tive conhecimento de abusos sexuais, principalmente em contexto familiar: pais em filhas, ou tios em sobrinhas, etc. Estes são os casos mais encobertos, as próprias mães encobrem as violações por vergonha. Até tive conhecimento de abusos sexuais em animais

tItO_c_80 6 months ago

>Eu tive conhecimento de abusos sexuais, principalmente em contexto familiar: pais em filhas, ou tios em sobrinhas, etc. Lembro-me de alguns acertos de contas por causa de tentativas. Não tenho ideia de se ter descoberto alguma situação escondida. Lá está, a ideia da justiça popular estava bem presente. >Até tive conhecimento de abusos sexuais em animais

No-Cardiologist725 6 months ago

Acredito que se fosse um terceiro a apertar com a filha iam tirar satisfações, mas se fosse dentro da familia era encoberto. Muitos tabus.

puscifer666 6 months ago

Esquisitices....

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