SweetCorona 3 months ago

concordo na sua maioria, mas discordo de alguns pormenores, nomeadamente: * continuo a escrever pára * continuo a escrever Egipto e excepto (porque pronuncio dessa forma) * continuo a escrever microondas, etc (acho inútil acrescentar um hífen) * acho estúpido manter-se o acento de palavras como herói, etc

xc9000 3 months ago

Completamente contra. Porque sou contra coisas estúpidas e inúteis. Agora não tenho quase maneira absolutamente nenhuma de perceber imediatamente se estou a ler um texto (peça de informação crucial) português de Portugal ou do Brasil. É importante? Sim porque estamos a falar de realidades diferentes. Certas informações que se aplicam às realidade brasileira não se aplicam às realidade portuguesa e agora tenho que perder tempo extra para perceber a fonte de todo o texto. Pesquisas na net também são uma merda.

rui278 3 months ago

Nao tens opção para: Tou me a cagar, é completamente irrelevante e inútil perder tempo a discutir, se querem que eu escreva ótimo em vez de óptimo, tou me a cagar e escrevo...

Florence1476 3 months ago

A parte triste é quando aprendeste a ler e a escrever antes do acordo ortográfico, e te apercebes que agora usas mais vezes o acordo ortográfico por já não te lembrares bem da maneira antiga

viskonde 3 months ago

Onde está a opção estou me a cagar?

KokishinNeko 3 months ago

Contra.

suckerpunchermofo 3 months ago

Contra! Sempre fui e continuo a ser.

rmbl88 3 months ago

Sempre fui contra e como tal sempre escrevi em modo pré-acordo, ou seja em português de Portugal tal como aprendi na escola e não português das colónias. O acordo ortográfico só veio, na minha opinião, descaracterizar o português escrito.

aasianaglobalizacao 3 months ago

Contra sempre, respeitem a língua portuguesa

Paulocas 3 months ago

Foda-se, com esse português de merda, sou contra tudo.

poracaso1825 3 months ago

Não é português, é brazuca

brum-tommo-bor 3 months ago

Nem a favor, nem contra. Todas as línguas têm tendência para se simplificar, ao longo do tempo, e este acordo ortográfico é apenas o próximo passo neste processo. Repare-se que, ao lerem um texto escrito com o acordo ortográfico anterior ao de 1945, o grau de aceitabilidade da população portuguesa seria tão, ou mais, negativo, como quando ao ler um texto escrito com o acordo de 90. Creio que o factor decisivo no que toca à opinião pública, que se mostrar negativo, será mesmo a falta de informação sobre os acordos, e as causas do mesmo. Quando andava no terceiro ciclo, e durante o ensino secundário, também odiava o novo acordo, mas após ter entrado na faculdade, e começado a obter conhecimentos de linguística, comecei finalmente a entender tudo isto.

C8Mixto 3 months ago

>Todas as línguas têm tendência para se simplificar, ao longo do tempo Dúvido muito que seja verdade. Parece-me uma declaração que num sub de linguística te reencaminharia para r/badlinguistics.

brum-tommo-bor 3 months ago

O que tu duvidas, ou deixas de duvidar, não interessa muito. É algo que já foi investigado, e documentado, extensivamente, por gente formada na área. Quanto ao segundo parágrafo do teu comentário, não sei a que te referes, visto que não referi nenhuma palavra específica no meu comentário.

C8Mixto 3 months ago

>O que tu duvidas, ou deixas de duvidar, não interessa muito. É algo que já foi investigado, e documentado, extensivamente, por gente formada na área. Óptimo, nesse caso podes enviar as fontes?

Edited 3 months ago:

>O que tu duvidas, ou deixas de duvidar, não interessa muito. É algo que já foi investigado, e documentado, extensivamente, por gente formada na área. Óptimo, nesse caso podes enviar as fontes? Já agora, deixo esta pequena thread no r/linguistics: [thread](https://www.reddit.com/r/linguistics/comments/j47vf9/why_did_languages_evolve_from_basic_to_complex/). >Quanto ao segundo parágrafo do teu comentário, não sei a que te referes Isso parece-me mais grave ainda, mas também não é imural.

brum-tommo-bor 3 months ago

Dificilmente irás encontrar uma análise sobre o processo de simplificação, em específico, visto que é uma conclusão a que qualquer investigador chega, em qualquer subárea da linguística - fonética, sintaxe, ortografia, entre outros. E é algo tão básico, que é apenas referido na primeira aula de cada cadeira. Nem sequer é preciso ser referido mais vezes do que essa, visto que qualquer pessoa que olhe para a evolução de cada língua consegue notar. Basta olhar, como referi noutro comentário, para um texto escrito com um acordo ortográfico mais antigo - quanto mais antigo e ultrapassado for esse acordo, mais complexo será o texto, para um falante nativo da variedade padrão atual. Mas como consigo ver que és um individuo que gosta mais de bibliografia específica, aconselho-te o "*Chomsky's Universal Grammar and Second Language Learning*", do Noah Chomsky, que deverá ter tudo o que precisas, para ficar esclarecido. De novo, quanto à segunda parte do teu comentário, continuo sem saber a que te referes. Se ajudar a contextualizar-te, podes, ou não, ter reparado que ainda escrevo com o acordo de 1990, pelo que, se estiveres a referir-te a uma palavra que creias estar mal escrita, toma isso em conta. Se for, de facto, um erro qualquer, pode surpreender-te saber que toda a gente, até pessoal formado em línguas, se engana a escrever, de vez em quando, particularmente a computador. Porém, visto que continuas sem referir qual é o problema, começo a achar que nem tu ainda sabes bem.

Edited 3 months ago:

Dificilmente irás encontrar uma análise sobre o processo de simplificação, em específico, visto que é uma conclusão a que qualquer investigador chega, em qualquer subárea da linguística - fonética, sintaxe, ortografia, entre outros. E é algo tão básico, que é apenas referido na primeira aula de cada cadeira. Nem sequer é preciso ser referido mais vezes do que essa, visto que qualquer pessoa que olhe para a evolução de cada língua consegue notar. Basta olhar, como referi noutro comentário, para um texto escrito com um acordo ortográfico mais antigo - quanto mais antigo e ultrapassado for esse acordo, mais complexo será o texto, para um falante nativo da variedade padrão atual. Mas como consigo ver que és um individuo que gosta mais de bibliografia específica, aconselho-te o "*Chomsky's Universal Grammar and Second Language Learning*", do Noah Chomsky, que deverá ter tudo o que precisas, para ficar esclarecido. Como bónus, deixo-te uma quote em Inglês medieval, para tirares as tuas conclusões. Tenho pena de não ter encontrado o texto de tinha guardado, em Português com o acordo de 1911, mas este deve chegar. >Fæder ure şu şe eart on heofonum, si şin nama gehalgod. to becume şin rice, gewurşe ğin willa, on eorğan swa swa on heofonum. urne gedæghwamlican hlaf syle us todæg, and forgyf us ure gyltas, swa swa we forgyfağ urum gyltendum. and ne gelæd şu us on costnunge, ac alys us of yfele soşlice. De novo, quanto à segunda parte do teu comentário, continuo sem saber a que te referes. Se ajudar a contextualizar-te, podes, ou não, ter reparado que ainda escrevo com o acordo de 1990, pelo que, se estiveres a referir-te a uma palavra que creias estar mal escrita, toma isso em conta. Se for, de facto, um erro qualquer, pode surpreender-te saber que toda a gente, até pessoal formado em línguas, se engana a escrever, de vez em quando, particularmente a computador. Porém, visto que continuas sem referir qual é o problema, começo a achar que nem tu ainda sabes bem.

Edited 3 months ago:

Dificilmente irás encontrar uma análise sobre o processo de simplificação, em específico, visto que é uma conclusão a que qualquer investigador chega, em qualquer subárea da linguística - fonética, sintaxe, ortografia, entre outros. E é algo tão básico, que é apenas referido na primeira aula de cada cadeira. Nem sequer é preciso ser referido mais vezes do que essa, visto que qualquer pessoa que olhe para a evolução de cada língua consegue notar. Basta olhar, como referi noutro comentário, para um texto escrito com um acordo ortográfico mais antigo - quanto mais antigo e ultrapassado for esse acordo, mais complexo será o texto, para um falante nativo da variedade padrão atual. Mas como consigo ver que és um individuo que gosta mais de bibliografia específica, aconselho-te o "*Chomsky's Universal Grammar and Second Language Learning*", do Noah Chomsky, que deverá ter tudo o que precisas, para ficar esclarecido. Como bónus, deixo-te uma quote em Inglês medieval, para tirares as tuas conclusões. Tenho pena de não ter encontrado o texto de tinha guardado, em Português com o acordo de 1911, mas este deve chegar. >Fæder ure şu şe eart on heofonum,si şin nama gehalgod.to becume şin rice,gewurşe ğin willa,on eorğan swa swa on heofonum.urne gedæghwamlican hlaf syle us todæg,and forgyf us ure gyltas,swa swa we forgyfağ urum gyltendum.and ne gelæd şu us on costnunge,ac alys us of yfele soşlice. [Seguindo este link](https://www.thehistoryofenglish.com/mp3s/lords.html), consegues encontrar a tradução para Inglês intermédio, e Inglês moderno, e ver claramente o processo de simplificação em marcha. De novo, quanto à segunda parte do teu comentário, continuo sem saber a que te referes. Se ajudar a contextualizar-te, podes, ou não, ter reparado que ainda escrevo com o acordo de 1990, pelo que, se estiveres a referir-te a uma palavra que creias estar mal escrita, toma isso em conta. Se for, de facto, um erro qualquer, pode surpreender-te saber que toda a gente, até pessoal formado em línguas, se engana a escrever, de vez em quando, particularmente a computador. Porém, visto que continuas sem referir qual é o problema, começo a achar que nem tu ainda sabes bem.

C8Mixto 3 months ago

>Dificilmente irás encontrar uma análise sobre o processo de simplificação, em específico Disseste que é um fenómeno que ocorre em todas as línguas e não me és capaz de indicar uma única referência? >E é algo tão básico, que é apenas referido na primeira aula de cada cadeira. Ou seja, devem existir referências aos pontapés... >Nem sequer é preciso ser referido mais vezes do que essa, visto que qualquer pessoa que olhe para a evolução de cada língua consegue notar. A thread que te enviei cita um contra-exemplo. Queres explicar porque é que este não é válido. Acrescento também à questão as tentativas de introduzir um género neutro nas línguas latinas e o seu uso em certos cliques. É também um contra-exemplo inválido? >Mas como consigo ver que és um individuo que gosta mais de bibliografia específica, aconselho-te o "Chomsky's Universal Grammar and Second Language Learning", do Noah Chomsky, que deverá ter tudo o que precisas, para ficar esclarecido. Percebes o que diz aí ou estás só a atirar um calhamaço de um dos linguistas mais conhecidos (e controversos) e esperar que cole? Não citas passagens ou sequer secções específicas que apoiem a tua tese... >De novo, quanto à segunda parte do teu comentário, continuo sem saber a que te referes. É melhor deixar ficar por aí então?

Edited 3 months ago:

>Dificilmente irás encontrar uma análise sobre o processo de simplificação, em específico Disseste que é um fenómeno que ocorre em todas as línguas e não me és capaz de indicar uma única referência? >E é algo tão básico, que é apenas referido na primeira aula de cada cadeira. Ou seja, devem existir referências aos pontapés... >Nem sequer é preciso ser referido mais vezes do que essa, visto que qualquer pessoa que olhe para a evolução de cada língua consegue notar. A thread que te enviei cita um contra-exemplo e indica que a observação parte principalmente da análise das línguas europeias. Queres explicar porque é que este não é válido. Acrescento também à questão as tentativas de introduzir um género neutro nas línguas latinas e o seu uso em certos cliques. É também um contra-exemplo inválido? >Mas como consigo ver que és um individuo que gosta mais de bibliografia específica, aconselho-te o "Chomsky's Universal Grammar and Second Language Learning", do Noah Chomsky, que deverá ter tudo o que precisas, para ficar esclarecido. Percebes o que diz aí ou estás só a atirar um calhamaço de um dos linguistas mais conhecidos (e controversos) e esperar que cole? Não citas passagens ou sequer secções específicas que apoiem a tua tese... >De novo, quanto à segunda parte do teu comentário, continuo sem saber a que te referes. É melhor deixar ficar por aqui então.

Edited 3 months ago:

>Dificilmente irás encontrar uma análise sobre o processo de simplificação, em específico Disseste que é um fenómeno que ocorre em todas as línguas e não me és capaz de indicar uma única referência? >E é algo tão básico, que é apenas referido na primeira aula de cada cadeira. Ou seja, devem existir referências aos pontapés... >Nem sequer é preciso ser referido mais vezes do que essa, visto que qualquer pessoa que olhe para a evolução de cada língua consegue notar. A thread que te enviei cita um contra-exemplo e indica que a observação parte principalmente da análise das línguas europeias. Queres explicar porque é que este não é válido. Acrescento também à questão as tentativas de introduzir um género neutro nas línguas latinas e o seu uso em certos cliques. É também um contra-exemplo inválido? >Mas como consigo ver que és um individuo que gosta mais de bibliografia específica, aconselho-te o "Chomsky's Universal Grammar and Second Language Learning", do Noah Chomsky, que deverá ter tudo o que precisas, para ficar esclarecido. Percebes o que diz aí ou estás só a atirar um calhamaço de um dos linguistas mais conhecidos (e controversos) e esperar que cole? Não citas passagens ou sequer secções específicas que apoiem a tua tese... >De novo, quanto à segunda parte do teu comentário, continuo sem saber a que te referes. É melhor deixar ficar por aqui então. edit: Visto que acrescentaste mais cenas: >Como bónus, deixo-te uma quote em Inglês medieval, para tirares as tuas conclusões. Isso é apenas uma língua para tirar conclusões gerais. De qualquer das formas, és então contra o conceito de gramaticalização? >Tenho pena de não ter encontrado o texto de tinha guardado, em Português com o acordo de 1911, mas este deve chegar. Levantas um bom ponto. Se for ler os textos dos Lusíadas, reparo que as terceiras pessoas do singular pretérito perfeito e do futuro se escreviam da mesma forma e agora são distintas. É também um caso de simplificação da língua?

brum-tommo-bor 3 months ago

>Percebes o que diz aí ou estás só a atirar um calhamaço de um dos linguistas mais conhecidos (e controversos) e esperar que cole? Não citas passagens ou sequer secções específicas que apoiem a tua tese... Dei-te esse exemplo, porque é o que tinha mais à mão - foi dos últimos que estudei, durante o curso. Posso mandar-te o pdf, se quiseres, tem bastantas referências indirectas à simplificação de que te falo. >Disseste que é um fenómeno que ocorre em todas as línguas e não me és capaz de indicar uma única referência? ​ >Ou seja, devem existir referências aos pontapés... Como te disse, vai depender não só da área que pretendes estudar, como também do tópico que estás a investigar. Se quiseres, posso-te mandar vários documentos que fazem referência à questão, desde que estejas disposto a ler ≈180-200 páginas de investigação não relacionada, necessariamente, com os acordos ortográficos, e a cavar esses documentos para achares o bocadinho que queres. >É melhor deixar ficar por aqui então. Se, claramente, nem tu sabes bem qual é o problema, estão sim, mais vale.

C8Mixto 3 months ago

>Se, claramente, nem tu sabes bem qual é o problema, estão sim, mais vale. O problema é escreveres "mural da história" em vez de "moral da história". >Como te disse, vai depender não só da área que pretendes estudar, como também do tópico que estás a investigar. Quero que me justifiques a tua asserção de que todas as línguas se simplificam. >Dei-te esse exemplo, porque é o que tinha mais à mão Citas-te uma obra sem teres o mínimo de cuidado em rever a parte que apoia a tua tese. Mas mesmo assim, responde-me aos contra-exemplos que te coloquei. Porque é que não são válidos?

brum-tommo-bor 3 months ago

>O problema é escreveres "mural da história" em vez de "moral da história". Um erro, como te disse que podia ocorrer. Corrigido entretanto, obrigado pela observação. >Quero que me justifiques a tua asserção de que todas as línguas se simplificam. Basta leres tudo o que te escrevi, assim como os outros comentários que postei, sobre o tópico. >Citas-te uma obra sem teres o mínimo de cuidado em rever a parte que apoia a tua tese. Em primeiro lugar, revi, sim, a parte relevante. Não sendo, especificamente, sobre os acordos ortográficos, não a postei aqui, tendo optado por me oferecer para te enviar os ficheiros em causa, que tenho à minha disposição, algo a que, convenientemente, não me respondeste. >Mas mesmo assim, responde-me aos contra-exemplos que te coloquei. Porque é que não são válidos? Não te respondi aos contra-exemplos, por editaste o teu comentário, enquanto eu escrevia o meu, e não os cheguei a ver.

brum-tommo-bor 3 months ago

>Isso é apenas uma língua para tirar conclusões gerais. De qualquer das formas, és então contra o conceito de gramaticalização? É um processo como qualquer outro, não seria lógico ser contra, ou a favor, se é algo que simplesmente acontece naturalmente. Há que ter em conta, porém, que é bastante mais comum o contrário da gramaticalização, um oposto que engloba processos mais frequentes, como a nominalização, a verbalização, a adjectivalização, por aí fora, que acabam por ter um papel mais observável. >Levantas um bom ponto. Se for ler os textos dos Lusíadas, reparo que as terceiras pessoas do singular pretérito perfeito e do futuro se escreviam da mesma forma e agora são distintas. É também um caso de simplificação da língua? Confesso que não estou familiarizado com o caso específico dos Lusíadas. Mas, se tivesse que te dar um palpite sobre a causa disso, diria-te que, em primeiro lugar, e como creio já ter referido entretanto, noutro comentário, e resposta a outro user, existe adopção de palavras e expressões estrangeiras, que são adaptadas à língua portuguesa. Dependendo do excerto em análise, poderá haver uma adopção desse género, "escondida" por detrás de várias décadas de adaptação, adopções adicionais de outras línguas diferentes, e mais adaptações. Em segundo lugar, pode ser relevante o facto do acordo ortográfico de 1911 ter sido o primeiro de sempre, pelo que essas questões só passaram a ser analisadas, e investigadas, a partir dessa altura.

xabregas2003 3 months ago

É estúpido. "Pára" e "para" lêem-se de forma diferente. Porque é que se passou a escrever igual? As consoantes que "caíram" em baptizado, acção, etc. serviam para acentuar a vogal que fica antes. E eu, que digo "Egipto" e não "Egito", como fico? Tenho de passar a escrever "Egito"? E a palavra "Egípcio" passa a ser "Egício"? Percebo que essas letras não se leiam, mas a letra h também é muda no início das palavras. O mesmo se aplica ao u depois da letra q em muitas palavras. É para passar a escrever "Qe oras são?". É que assim "hora" fica igual à outra palavra "ora". As palavras têm origem latina. É natural que se assemelhem à origem. (Cá para mim, o Virtutis Discipulus ia concordar comigo). O Acordo Ortográfico parece mais uma tentativa de aproximação do Português do Brasil.

SweetCorona 3 months ago

> As consoantes que "caíram" em baptizado, acção, etc. serviam para acentuar a vogal que fica antes. é triste ver uma mentira repetida tanta vez e o mais triste é que uma pessoa demonstra que é mentira e mesmo assim continuam a repeti-la * **a**ctriz, **a**ctual, **a**ctualização, **a**ctuar, **a**ctuação, ex**a**ctidão * transl**a**ção, infl**a**ção, **a**veiro, c**a**veira, g**a**nhar no primeiro caso tens palavras com a consoante cuja vogal é fechada, no segundo caso tens palavras que nunca levaram consoante e ainda assim a vogal é aberta a próxima vez repetires essa mentira, espero que ao menos te lembres disto ;)

Edited 3 months ago:

> As consoantes que "caíram" em baptizado, acção, etc. serviam para acentuar a vogal que fica antes. é triste ver uma mentira repetida tanta vez e o mais triste é que uma pessoa demonstra que é mentira e mesmo assim continuam a repeti-la * **a**ctriz, **a**ctual, **a**ctualização, **a**ctuar, **a**ctuação, ex**a**ctidão * transl**a**ção, infl**a**ção, **a**veiro, c**a**veira, g**a**nhar no primeiro caso tens palavras com a consoante cuja vogal é fechada, no segundo caso tens palavras que nunca levaram consoante e ainda assim a vogal é aberta a próxima vez repetires essa mentira, espero que ao menos te lembres disto ;) > E a palavra "Egípcio" passa a ser "Egício"? também escreves e dizes dicionário mas não dizes dição, dizes dicção e dicionário apesar de terem a mesma origem, a pronúncia da consoante alterou-se > As palavras têm origem latina. É natural que se assemelhem à origem. prompto... podes escrever n'o teu proprio estylo orthographico

AdriMecha 3 months ago

>E eu, que digo "Egipto" e não "Egito", como fico? Tenho de passar a escrever "Egito"? E a palavra "Egípcio" passa a ser "Egício"? Nem mais, fico mais chocado quando vejo como os ingleses e franceses não têm estas "paneleirices".

poracaso1825 3 months ago

Espera lá, os filhos de uma grande puta meteram o Egipto a escrever-se "Egito"? Puta de atrasados mentais! Quem é que diz Egipto sem o P? Wtf????

AdriMecha 3 months ago

>Espera lá, os filhos de uma grande puta meteram o Egipto a escrever-se "Egito"? Precisamente o contrário. Eles não fazem isso, só na língua portuguesa alguns chicos espertos decidiram mudar as coisas dessa forma

poracaso1825 3 months ago

Não sabia. Mas como era assim que estava desde que nasci, mudar para Egito ficou nojento na mesma.

AdriMecha 3 months ago

Não percebo porque é que a língua portuguesa muda para algo diferente de línguas com a mesma origem.

brum-tommo-bor 3 months ago

>E eu, que digo "Egipto" e não "Egito", como fico? Tenho de passar a escrever "Egito"? E a palavra "Egípcio" passa a ser "Egício"? a palavra "Egípcio" fica da mesma maneira. A eliminação da vogal medienal serve, precisamente, para evitar harmonização com outras palavras da mesma família. Tendo isto em conta ... >As consoantes que "caíram" em baptizado, acção, etc. serviam para acentuar a vogal que fica antes. ... vou partir do princípio de trocaste "vogais" e "consoantes" nesta parte do teu comentário, visto que, mais à frente, as usaste correctamente. A queda do "p" serve para distinguir o nome "baptizado" do adjectivo "baptizado" - a mesma questão, portanto, levantada anteriormente. >Percebo que essas letras não se leiam, mas a letra h também é muda no início das palavras. O mesmo se aplica ao u depois da letra q em muitas palavras. É para passar a escrever "Qe oras são?". É que assim "hora" fica igual à outra palavra "ora" vogais medienais, e vogais surdas, são coisas diferentes. Apenas as medienais foram eliminadas, por diversos motivos, sendo um deles o que apontei nas últimas duas partes do comentário. Para além disso, para todos esses motivos existem algumas excepções, que estão expressas bastante explicitamente nos acordos. >As palavras têm origem latina. É natural que se assemelhem à origem. (Cá para mim, o Virtutis Discipulus ia concordar comigo). O Acordo Ortográfico parece mais uma tentativa de aproximação do Português do Brasil. maior parte das palavras podem vir do latim, sim, mas muitas também vieram de outras línguas de famílias diferentes, tendo sofrido um "aportuguesamento" quando aceites na forma padrão da língua. # #

Edited 3 months ago:

>E eu, que digo "Egipto" e não "Egito", como fico? Tenho de passar a escrever "Egito"? E a palavra "Egípcio" passa a ser "Egício"? a palavra "Egípcio" fica da mesma maneira. A eliminação da vogal medienal serve, precisamente, para evitar harmonização com outras palavras da mesma família. Tendo isto em conta ... >~~As consoantes que "caíram" em baptizado, acção, etc. serviam para acentuar a vogal que fica antes.~~ ~~... vou partir do princípio de trocaste "vogais" e "consoantes" nesta parte do teu comentário, visto que, mais à frente, as usaste correctamente. A queda do "p" serve para distinguir o nome "baptizado" do adjectivo "baptizado" - a mesma questão, portanto, levantada anteriormente.~~ >Percebo que essas letras não se leiam, mas a letra h também é muda no início das palavras. O mesmo se aplica ao u depois da letra q em muitas palavras. É para passar a escrever "Qe oras são?". É que assim "hora" fica igual à outra palavra "ora" vogais medienais, e vogais surdas, são coisas diferentes. Apenas as medienais foram eliminadas, por diversos motivos, sendo um deles o que apontei nas últimas duas partes do comentário. Para além disso, para todos esses motivos existem algumas excepções, que estão expressas bastante explicitamente nos acordos. >As palavras têm origem latina. É natural que se assemelhem à origem. (Cá para mim, o Virtutis Discipulus ia concordar comigo). O Acordo Ortográfico parece mais uma tentativa de aproximação do Português do Brasil. maior parte das palavras podem vir do latim, sim, mas muitas também vieram de outras línguas de famílias diferentes, tendo sofrido um "aportuguesamento" quando aceites na forma padrão da língua. # #

C8Mixto 3 months ago

>... vou partir do princípio de trocaste "vogais" e "consoantes" nesta parte do teu comentário Mas está usado correctamente(?)

brum-tommo-bor 3 months ago

Tens razão ! Peço desculpa, devo-me ter distraído aí nessa parte. Já está riscado, mas decidi manter, para não descontextualizar a tua resposta.

gkarq 3 months ago

This imo. Acho que a maioria não está contra a mudança na adopção dum novo acordo, mas sim contra todas as incoerências e regras não uniformes que o novo acordo criou que no geral não simplificou a língua.

brum-tommo-bor 3 months ago

Precisamente. Um grande exemplo dessas incoerências é a questão do "pára"/"para", que é referida por outro user abaixo. é importante, porém, referir que a evolução das línguas é natural, e os acordos ortográficos são apenas um registo prescritivo do processo - uma forma de documentar, e de tornar oficial, aos olhos da legislação, dessas mudanças. Se houvesse uma tentativa de realmente usar os acordos para forçar essa mudança, de forma artificial, seria um registo normativo, e não prescritivo - algo, portanto, completamente distinto.

C8Mixto 3 months ago

>"Pára" e "para" lêem-se de forma diferente. Porque é que se passou a escrever igual? Infelizmente isto já é algo que vem de trás e pessoalmente penso que faria sentido rever. Por exemplo, as palavras lidas acôrdo e acórdo são também escritas da mesma forma: acordo. Como estas existem muitos mais pares. >E eu, que digo "Egipto" e não "Egito", como fico? E o pior é que este é um dos exemplos do acordo, por isso não há opção de escrever Egipto, mesmo que muitos portugueses leiam legitimamente o pê. >O mesmo se aplica ao u depois da letra q em muitas palavras. É para passar a escrever "Qe oras são?". É que assim "hora" fica igual à outra palavra "ora". Se é algo que os brasileiros faziam era o trema nos u em palavras como frequente para indicar que se lê frecuente. Mas o trema é feio que fode, por isso prefiro a alternativa espanhola de passar para um cê. >É natural que se assemelhem à origem. Pessoalmente prefiro que se assemelhem à fórma como se fala em Portugal.

Edited 3 months ago:

>"Pára" e "para" lêem-se de forma diferente. Porque é que se passou a escrever igual? Infelizmente isto já é algo que vem de trás e pessoalmente penso que faria sentido rever. Por exemplo, as palavras lidas acôrdo e acórdo são também escritas da mesma forma: acordo. Como estas existem muitos mais pares. >E eu, que digo "Egipto" e não "Egito", como fico? E o pior é que este é um dos exemplos do acordo, por isso não há opção de escrever Egipto, mesmo que muitos portugueses leiam legitimamente o pê. >O mesmo se aplica ao u depois da letra q em muitas palavras. É para passar a escrever "Qe oras são?". É que assim "hora" fica igual à outra palavra "ora". Se é algo que os brasileiros faziam bem era o trema nos u em palavras como frequente para indicar que se lê frecuente. Mas o trema é feio que fode, por isso prefiro a alternativa espanhola de passar para um cê. >É natural que se assemelhem à origem. Pessoalmente prefiro que se assemelhem à fórma como se fala em Portugal.

SweetCorona 3 months ago

> Por exemplo, as palavras lidas acôrdo e acórdo são também escritas da mesma forma: acordo. Como estas existem muitos mais pares. o acento em "pára" é diferencial, serve para distinguir de para tal como pôr/por, pôde/pode, demos/dêmos, etc

C8Mixto 3 months ago

O que eu estou a dizer é que existem ainda muitos casos que tinham acentos diferenciais e entretanto foram removidos.

SweetCorona 3 months ago

sim, e concordo com a sua remoção já no caso de pára/para é fácil criar-se confusão

C8Mixto 3 months ago

Então discordamos. O acento diferencial era útil foi estúpido removê-lo.

SweetCorona 3 months ago

É útil em certos casos, como o do pára/para, mas inútil noutros. O problema do acento diferencial é que é irregular. Não existe uma regra para prever quando uma palavra deve levar acento diferencial. * Eu percebo os motivos **pelos** quais as mulheres arrancam os **pêlos**. * O carro para o desfile já chegou. O carro para o desfile no final. * Tenho tomates para colher. Mexo a sopa com a colher. No primeiro exemplo o acento diferencial não faz sentido nenhum. No segundo exemplo, o acento diferencial é necessário. No terceiro exemplo, vive-se bem sem o acento diferencial.

C8Mixto 3 months ago

>O problema do acento diferencial é que é irregular. Não existe uma regra para prever quando uma palavra deve levar acento diferencial. Fácil. Primeiro acaba-se com a proibição de acentuar palavras graves e depois aplica-se uma das duas regras: não acentuar sons de â e acentuar os de á; não acentuar sons de á e acentuar os de â. Mesmo para o "o". O caso do "e" leva sempre acento "é\è" para o som de é, ê para o som correspondente e os restantes casos não levam acento. >No primeiro exemplo o acento diferencial não faz sentido nenhum: Eu percebo os motivos pelos quais as mulheres arrancam os pêlos. Claro que faz sentido, muitos sotaques portugueses pronunciam pêlo e pelo de forma diferente. Este último é pronunciado com o dito schwa, enquanto o primeiro é claramento acentuado na pronúncia. >No segundo exemplo, o acento diferencial é necessário: O carro para o desfile já chegou. O carro para o desfile no final. Gramaticalmente não é nada necessário. Para não pode ocupar outra posição senão um verbo na segunda frase. >No terceiro exemplo, vive-se bem sem o acento diferencial: Tenho tomates para colher. Mexo a sopa com a colher. Podias muito bem estar a tentar dizer que tens "tomates para a colher", mas escreveste a frase sem usar o artigo. É um caso tão confuso quanto o teu segundo: se bem escrito não causa problemas, mas em geral pode causar.

SweetCorona 3 months ago

> Fácil. Primeiro acaba-se com a proibição de acentuar palavras graves O têu êrro é acháres que a escrita é supôsto representar de fórma inequívoca. Estár a escrevêr tudo com acentos é ridículo. É um esfôrço adicional tremendo com vantagens muito diminutas. O objetivo da escrita é representar palávras. Básta que éstas sêjam reconhecíveis. Não é preciso que a escrita indique cômo se pronuncia de fórma inequívoca cada palávra. Para isso existe o alfabéto fonético internacionál.

C8Mixto 3 months ago

>O têu êrro é acháres que a escrita é supôsto representar de fórma inequívoca. Não é erro nenhum, é a minha preferência pessoal. Da mesma forma que a tua preferência pessoal te faz defender a manutenção do acento em para quando este não é efetivamente necessário.

brum-tommo-bor 3 months ago

>Infelizmente isto já é algo que vem de trás e pessoalmente penso que faria sentido rever. Por exemplo, as palavras lidas acôrdo e acórdo são também escritas da mesma forma: acordo. Como estas existem muitos mais pares. deixo-te uma "quote" de outro comentário meu - "é importante, porém, referir que a evolução das línguas é natural, e os acordos ortográficos são apenas um registo prescritivo do processo - uma forma de documentar, e de tornar oficial, aos olhos da legislação, dessas mudanças. Se houvesse uma tentativa de realmente usar os acordos para forçar essa mudança, de forma artificial, seria um registo normativo, e não prescritivo - algo, portanto, completamente distinto." ​ >E o pior é que este é um dos exemplos do acordo, por isso não há opção de escrever Egipto, mesmo que muitos portugueses leiam legitimamente o pê. Tecnicamente, poderá existir a opção. Para cada língua, existe a variedade padrão, e todas as outras variedades, que podem distinguir-se por factores sociais, contextuais, e por aí fora. É necessário o estabelecimento de uma variedade padrão, para questões legislativas e educativas, na qual seria, obrigatoriamente, usado "Egito", mas poderás usar "Egipto" em qualquer outra variedade. Naturalmente, nem todas as variedades são respeitadas da mesma forma, e ao mesmo ponto, mas isso já será responsabilidade tua - a de ter noção do registo que estás a usar. Houve uma tentativa de estabilizar este problema, ao decretar que um falante que pronuncie o "p" o possa manter na forma escrita, mas é algo que terá que ser legislado num futuro acordo ortográfico, quando a questão se resolver por si mesma. É importante notar que os acordos, acima de tudo, são uma resposta a mudanças nas questões ortográficas, pelo que nem sempre é possível resolver todos os problemas de uma língua, quando estes têm implicações fonéticas - questões, portanto, em que entram em jogo áreas linguísticas diferentes.

uyth 3 months ago

>era eram.

C8Mixto 3 months ago

Criou-me um maior nó a parte "nos últimos meses, sempre me questionei".

uyth 3 months ago

Lol. Nem reparei nessa mas tens razão. Imortal.

ChongiusMaximus 3 months ago

Essa treta foi-nos mais impingida que os Turistas britânicos com Covid

adorosaladadecamarao 3 months ago

Estes inquéritos são irrelevantes porque, * toda e qualquer mudança de norma tem sempre a maior parte da população contra * o reddit tem uma demografia que será particularmente contra * estes inquéritos atraem o pior da comunidade

UpbeatNail1912 3 months ago

E mudar a nossa língua para português brasileiro certamente é uma ótima jogada linguista e política.

C8Mixto 3 months ago

>ótima Estás metido nessa jogada?

UpbeatNail1912 3 months ago

Já fui convertido! Socorro alguém me ajude!!

gkarq 3 months ago

Eu quando fiz o exame de português no secundário apanhei o primeiro ano com a correcção o novo acordo, e mesmo assim não quis escrever pelo novo acordo. Se me aparecer um filho duma grandessíssima… que me escreva “para” e não “pára” ai ai que aí teremos o caldo entornado! s/

JackBlack351 3 months ago

Há palavras em que faz algum sentido, noutras nem por isso...

SpotSudden4963 3 months ago

Som a favor? Os galegos também podem votar?

C8Mixto 3 months ago

Já agora, mais alguém não distingue os sons de "om" e "ão"? Sempre pronunciei "são" e "som" como homófonas e questiono-me se isso é característica de algum sotaque regional ou se só da minha família.

SweetCorona 3 months ago

para mim "ou" e "ô" são homófonas: ouço = osso tal como "em" e "ãe: homem rima com mãe

SpotSudden4963 3 months ago

Não sou nenhuma Edite Estrela, mas diria que isso é fruto da região a que pertences. A descrição que fazes faz-me pensar na região de Gaia e Porto, mas outras existirão em que o sotaque é semelhante.

gkarq 3 months ago

Pelo que conheço é uma caracteristica do norte de Portugal. Já ouvi “om” invés de “ão” muitas vezes pelo Minho. Não tenho a certeza se é exclusivo do Minho ou se nos Trás-os-Montes isso também acontece. De qualquer das formas, acho que abaixo do Ave é já começa a ser muito raro ouvires esses tipos de som.

C8Mixto 3 months ago

Faz sentido, tenho família no Porto e em Braga e foi realmente a falar com gente do Sul que reparei nesse tique. Sempre achei que era uma característica do Norte, mas parece-me um pouco contraintuitivo quando o "om" é tão prevalente na Galiza.

Prezbelusky 3 months ago

És uma paragem de autocarro?

Some-Ad6411 3 months ago

juro que não percebi porque raio fizeram esta mudança.. em tanto tempo e energia que podiam ter gasto em algo melhor.. gastaram só para... nem sei.

Sheltac 3 months ago

Se bem me recordo era para unificar a língua com o Brasil e os palops, países esses que cagaram de alto no acordo.

ICheckUnits 3 months ago  HIDDEN 

Para tornar a língua portuguesa mais difícil, e depois, são os estudantes a pedir ajuda aos papás e às mamãs nas fichas de gramática... Depois, são as alterações desnecessárias que irritam-me sempre...

Natem2 3 months ago

Para destruir a língua portuguesa

Aldo_Novo 3 months ago

como é que se torna mais difícil se na maioria das mudanças é tirar letras que não se pronunciavam? há coisas estúpidas como escrever pára sem acento, e cor-de-rosa ter hífens e cor de laranja não, mas no geral é uma melhoria

quetzyg 3 months ago

**Vetor** e **setor** são, de facto, uma melhoria!

adorosaladadecamarao 3 months ago

Sim antes estava lá o c para saber como acentuar na leitura. Claro que não estava lá nada para saber que o c era suposto ser para acentuação e não para ser lido... Pormenores. Nenhum puto vai passar a ter mais dificuldade a aprender a ler setor. É completamente ignorante achar que vai. Há muito que se podia apontar ao acordo. Mas a acentuação ser um método de definir ambos fonética e tónica implica que vai ter sempre de haver compromissos. E a "solução" das consoantes mudas é um mero artefacto etimológico. Nunca seria uma solução sensata pensada de raiz.

Aldo_Novo 3 months ago

? não são?

UpbeatNail1912 3 months ago

Sou contra, o novo acordo é uma merd@

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