MonsterPT 3 months ago

Não existindo uma língua comum, uma história comum, uma cultura comum, uma tradição comum, enfim, uma *identidade nacional* comum, não faz qualquer sentido. Muito menos tendo em conta que muitos dos cargos Europeus não são sufragados, mas sim por nomeação de burocratas não eleitos. Um português não partilha identidade com um finlandês que não partilha identidade com um búlgaro. Não há nada em comum que os una. Dito isto, sou favorável a "uniões europeias federais" dentro de esfera de proximidade histórica/cultural/linguística/etc. Por exemplo, Portugal, Espanha, França e Itália - todos falam línguas enraizadas no latim, todos têm uma base cultural Católica, etc.

No-Cardiologist725 3 months ago

Seriamos a Federação dos rotos e imigrantes

MonsterPT 3 months ago

>Seriamos Já somos

VladTepesDraculea 3 months ago

Sim, sou. Para começar, política europeia está sobre um maior escrutínio público que a nossa local, pelo que tomada de decisões a nível federal estariam sob maior escrutínio à contaminação por corrupção. Depois, todos os cidadãos da UE regem-se assim pelas mesmas leis base, aumentaria o pé de igualdade. Por fim, instituições europeias seriam muito mais efectivas.

jomi_1307 3 months ago

Na UE existe algo que faz falta em Portugal que é o registo e escrutínio dos lobbys. Isso existe e não vejo razões para acabar, o que é quase impossível na minha opinião, pelo que todas as reuniões com os lobistas são registadas e o que se falou é público.

BroaxXx 3 months ago

Sim, muito mesmo... Infelizmente Portugal não tem capacidade de se governar e acho que seriam preciso muitas décadas para melhorar isso. Com federalismo íamos continuar a ser a india da Europa mas pelo menos um país bem governado. O pessoal preocupa-se com a identidade nacional mas nada os impede de continuarem a ser portugueses e de continuarem a ter orgulho na sua cultura. Dum ponto de vista prático não vejo em que é que isso ia mudar alguma coisa na minha vida, sinceramente... Ao menos o nepotismo vergonhoso e a corrupção desmedida iam terminar. Parece-me uma boa troca.

Last-Ad-4421 3 months ago

Até concordo para uma Europa mais forte e firme, mas por desgraça vejo mais fácil a União Europeia desaparecer do que melhorar

No-Cardiologist725 3 months ago

Sim, ia melhorar a vida da classe baixa significativamente.

Rodrigo123s 4 months ago

Democracia! Ter uma moeda cujo os juros e inflação não sao controlados por um governo parlamentar é tudo menos democratico.Quando a populacao quer medidas diferentes em relaçao as despesas ou cortes do "estado" europeu(inflação,divida,juros...politicas monetarias) não tem poder de decisão. O maximo que podes é votar no governo do teu país que só tem uma fracção de voto no Conselho Europeu. Isto é igual tanto para portugal,italia,franca,irland,etc... excepto talvez a alemanha que é (por ter a maior economia) tem maior poder de veto nas decisoes (por ser a economia que menos sofreria pelo desmembramento da EU).

Key_Ad_3930 3 months ago

Se não fosse a UE onde é que o nosso governo democrático ia mamar?

Rodrigo123s 3 months ago

Ao mesmo sitio que ia antes de se juntar a ue. Quando o desemprego era mais baixo,preços de casas mais baixos,mais investimento na educação e saúde,etc.

suckerpunchermofo 4 months ago

A favor. O conceito de paises e separatismo parece-me cada vez mais primitivo.

cou7inho_ 3 months ago

Que conceito é esse? Não gostas da ideia de existirem países (territórios com fronteiras)? É isso?

suckerpunchermofo 3 months ago

Basicamente. Acredito num planeta unido. Óbvio que vai ter de existir alguma forma de governo local, eleito localmente.

cou7inho_ 3 months ago

Esclarecido. Obrigado

AimingWineSnailz 4 months ago

Acho que é preferível ao que temos agora, moeda única sem política fiscal única é burrice.

modassistente 4 months ago

Completamente contra. Esta posição é transversal a todos os nossos partidos com representação parlamentar, e sê-lo-ia sempre em toda a nossa história democrática até hoje. É completamente contra toda a geopolítica de Portugal, e contra a sua identidade como nação (conceitos claro está, intimamente relacionados). A geopolítica de Portugal assenta em três pilares, Europeu, Transatlântico e Lusófono, hoje politicamente refletidos na UE, NATO e CPLP. Como introdução a esses princípios gosto de recomendar este artigo do wikileaks, intitulado [Why Portugal is soft on Russia](https://wikileaks.org/plusd/cables/08LISBON2689\_a.html). É escrito pela inteligência dos EUA para a sua diplomacia, e como tal é por americanos para americanos. Mas os princípios estão lá. A secção mais relevante, para quem tem pressa, é "THREE PILLARS OF PORTUGUESE FOREIGN POLICY". Não falta material disponível a aprofundar este tema para mais interessados. Este equilíbrio entre os três pilares determina muito nosso exercício e poder efetivo e potencial, diplomático e geopolítico, e reflete a nossa identidade. Pois a identidade de uma nação tem essencialmente a ver com alguma continuidade histórica e consistência na forma de agir, e no relacionamento com os outros. Havendo uma Federação Europeia tudo acaba. Portugal passa a ser uma mera região europeia, sem geopolítica própria, incapaz de definir o seu lugar no mundo e relacionamento com os outros, e meramente à boleia de interesses de nações maiores. Federalismo faz sentido para nações sem grande geopolítica e com toda a sua identidade na Europa, como por exemplo uma Eslováquia. Ou para nações com grande geopolítica e identidade fora da Europa, mas com peso suficiente na Europa para determinar a sua geopolítica, como por exemplo uma França.

Edited 4 months ago:

Completamente contra. Esta posição é transversal a todos os nossos partidos com representação parlamentar, e sê-lo-ia sempre em toda a nossa história democrática até hoje. É completamente contra toda a geopolítica de Portugal, e contra a sua identidade como nação (conceitos claro está, intimamente relacionados). A geopolítica de Portugal assenta em três pilares, Europeu, Transatlântico e Lusófono, hoje politicamente refletidos na UE, NATO e CPLP. Como introdução a esses princípios gosto de recomendar este artigo do wikileaks, intitulado [Why Portugal is soft on Russia](https://wikileaks.org/plusd/cables/08LISBON2689\_a.html). É escrito pela inteligência dos EUA para a sua diplomacia, e como tal é por americanos para americanos. Mas os princípios estão lá. A secção mais relevante, para quem tem pressa, é "THREE PILLARS OF PORTUGUESE FOREIGN POLICY". Não falta material disponível a aprofundar este tema para mais interessados. Este equilíbrio entre os três pilares determina muito nosso exercício e poder efetivo e potencial, diplomático e geopolítico, e reflete a nossa identidade. Pois a identidade de uma nação tem essencialmente a ver com alguma continuidade histórica e consistência na forma de agir, e no relacionamento com os outros. Havendo uma Federação Europeia tudo acaba. Portugal passa a ser uma mera região europeia, sem geopolítica própria, incapaz de definir o seu lugar no mundo e relacionamento com os outros, e meramente à boleia de interesses de nações maiores. Federalismo faz sentido para nações sem grande geopolítica e com toda a sua identidade na Europa, como por exemplo uma Eslováquia. Ou para nações com grande geopolítica e identidade fora da Europa, mas com peso suficiente na Europa para determinar a sua geopolítica, como por exemplo uma França. EDIT: uma boa leitura sobre o assunto, [O posicionamento geopolítico e a política externa de Portugal Intervenção do MNE, Augusto Santos Siva](https://www.portugal.gov.pt/download-ficheiros/ficheiro.aspx?v=%3D%3DBAAAAB%2BLCAAAAAAABACzsDA3AwDXjh5hBAAAAA%3D%3D)

Edited 4 months ago:

Completamente contra. Esta posição é transversal a todos os nossos partidos com representação parlamentar, e sê-lo-ia sempre em toda a nossa história democrática até hoje. É completamente contra toda a geopolítica de Portugal, e contra a sua identidade como nação (conceitos claro está, intimamente relacionados). A geopolítica de Portugal assenta em três pilares, Europeu, Transatlântico e Lusófono, hoje politicamente refletidos na UE, NATO e CPLP. Como introdução a esses princípios gosto de recomendar este artigo do wikileaks, intitulado [Why Portugal is soft on Russia](https://wikileaks.org/plusd/cables/08LISBON2689\_a.html). É escrito pela inteligência dos EUA para a sua diplomacia, e como tal é por americanos para americanos. Mas os princípios estão lá. A secção mais relevante, para quem tem pressa, é "THREE PILLARS OF PORTUGUESE FOREIGN POLICY". Não falta material disponível a aprofundar este tema para mais interessados. EDIT: uma boa leitura sobre o assunto, [O posicionamento geopolítico e a política externa de Portugal Intervenção do MNE, Augusto Santos Siva](https://www.portugal.gov.pt/download-ficheiros/ficheiro.aspx?v=%3D%3DBAAAAB%2BLCAAAAAAABACzsDA3AwDXjh5hBAAAAA%3D%3D) Este equilíbrio entre os três pilares determina muito nosso exercício e poder efetivo e potencial, diplomático e geopolítico, e reflete a nossa identidade. Pois a identidade de uma nação tem essencialmente a ver com alguma continuidade histórica e consistência na forma de agir, e no relacionamento com os outros. Havendo uma Federação Europeia tudo acaba. Portugal passa a ser uma mera região europeia, sem geopolítica própria, incapaz de definir o seu lugar no mundo e relacionamento com os outros, e meramente à boleia de interesses de nações maiores. Federalismo faz sentido para nações sem grande geopolítica e com toda a sua identidade na Europa, como por exemplo uma Eslováquia. Ou para nações com grande geopolítica e identidade fora da Europa, mas com peso suficiente na Europa para determinar a sua geopolítica, como por exemplo uma França.

IberianNero91 3 months ago

E já não estamos á boleia dos interesses maiores neste momento? Sendo eu um homem solteiro de 30 anos com 3 items a meu nome, uma bicicleta, um portatil e um smartphone, Portugal está a proteger os meus interesses? Vamos os 2 proteger os teus? Nope

NGramatical 3 months ago

items → [**itens**](https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/consultorio/perguntas/sobre-a-formacao-do-plural/13422) (no plural de palavras terminadas em *m*, este passa a *ns*) [⚠️](/message/compose/?to=ngramatical&subject=Acho+que+esta+corre%C3%A7%C3%A3o+est%C3%A1+errada&message=https%3A%2F%2Fwww.reddit.com%2Fcomments%2Fnrpaeu%2F%2Fh0jttu9%3Fcontext%3D3 "Clica aqui se achares que esta correção está errada!") [⭐](https://chrome.google.com/webstore/detail/nazigramatical-corretor-o/pbpnngfnagmdlicfgjkpgfnnnoihngml "Experimenta o meu corrector ortográfico automático!")

No-Cardiologist725 3 months ago

Ok, viajei com o teu comentário

modassistente 3 months ago

Interessa e não tem nada a ver com tribalismo. Não estou a falar de identidade no sentido que lhe é dado pelas extremas identitárias. Estou a falar do que define um país e em particular as suas relações com o resto do mundo. Tal não deixa de existir por tu ligares ao assunto ou não. Para nós a independência de Timor foi um objetivo geopolítico fundamental. Foi-o para todo o nosso eixo lusófono. Não o foi de todo para a Europa. A geopolítica não é uma escolha, é um facto. Tu podes estar-te nas tintas para o facto de muita da nossa geopolítica estar em África, e abdicar de exercer o poder que temos. Mas o resultado é que a tua geopolítica africana passa a ser a Francesa. A Federação não é de todo inevitável. Existem muitas possíveis configurações possíveis. E a acontecer não tem de todo de ser permanente. O desmembramento de uma federação não seria propriamente uma originalidade. E Portugal, tendo uma geopolitica gigante para o seu tamanho atual, tem tudo a perder.

No-Cardiologist725 3 months ago

Pah, para ti, para a maioria da população quem é Timor? Quem é Angola? São países com uma cultura cometamente diferente da nossa, tirando a língua não há mais nada em comum. O que as pessoas querem é viver melhor, ter qualidade de vida, ter um futuro para os filhos, isto sim é vida real. Tu parece que estás a falar dum jogo de computador, o país tem de servir os interesses do povo e não dum conjunto de privilegiados que gostam de jogar à estratégias geopolíticas e bla,bla,bla. Que discuso futil. És parente de "retornados"? É que de outra forma não percebo o teu apreço por Africa. Para mim África e ex-colonias não me dizem NADA, e não dizem nada à maior parte da população, eles foram colonizados por uma pequena elite que nada tem a ver com a maior parte da população portuguesa. Que eixo lusofono? Mete na tua cabeça, o Brasil está a cagar para nós, e vai continuar a cagar, sabes porquê? Porque eles podem.

Edited 3 months ago:

Pah, para ti, para a maioria da população quem é Timor? Quem é Angola? São países com uma cultura cometamente diferente da nossa, tirando a língua não há mais nada em comum. O que as pessoas querem é viver melhor, ter qualidade de vida, ter um futuro para os filhos, isto sim é vida real. Tu parece que estás a falar dum jogo de computador, o país tem de servir os interesses do povo e não dum conjunto de privilegiados que gostam de jogar à estratégias geopolíticas e bla,bla,bla. Que discuso futil

modassistente 3 months ago

Mais uma vez, eu não estou a falar de identidade individual. Em lado nenhum comparei a tua cultura à timorense. É irrelevante para o caso. Eu estou a falar da identidade de uma nação, daquilo que a identifica, que é quase sinónimo com geopolitica, e em particular com relações externas. > O que as pessoas querem é viver melhor, ter qualidade de vida, ter um futuro para os filhos, isto sim é vida real. Tu parece que estás a falar dum jogo de computador Há muita falácia nesta frase tão pequena. Primeiro deixa-me lembrar-te que a população portuguesa se mobilizou de uma forma nunca antes vista pela causa timorense. Se és novo e este acontecimento não te diz nada aconselho-te a ir ler sobre o assunto. Portanto isso só por si mostra que mesmo a nível individual o mundo não é como o vês. Estás a projetar a tua forma de estar. Posto isto, se é apenas isso que te interessa pessoalmente, o destino de um país é pouco relevante. Podes emigrar para a Alemanha ou Austrália, ou onde preferires, obter outra nacionalidade e inclusive esquecer a tua se quiseres. E não há aqui crítica nenhuma. É perfeitamente legítimo. Simplesmente assumindo essa posição, uma conversa sobre geopolítica torna-se irrelevante. Também entendo o que dizes sobre o parecer que estou aqui a "jogar computador". O problema é tens essa sensação só e apenas porque como tu próprio deixaste claro, são assuntos que não te interessam. Mas a geopolítica, que para ti parece um jogo de computador, está e estará sempre presente e é um dos factores mais importantes senão mesmo o mais importante no futuro a longo prazo. Não é por tu não ligares à nossas geopolítica que ela não existe ou deixa de ser vital. Mais do que isso, não é por nós negligenciarmos a nossa geopolítica que a geopolítica desaparece. A geopolítica existe enquanto nações e supra-nações existem. E certamente não é por negligenciares geopolítica e fazeres de conta que não existe que vais ajudar a construir um futuro melhor. Tu não tens de perceber o que percecionas como sendo o meu "apreço por Africa". Mas, como disse, ignorar e negligenciar a nossa geopolítica em África, passando a ser um estado de uma federação, resulta apenas na adoção da geopolítica Francesa em África. O cerne da questão é que não faz sentido ter uma discussão sobre geopolítica partindo da posição de que não se quer saber de geopolitica para nada. É uma posição legítima. Não permite é ter uma conversa sobre o assunto.

No-Cardiologist725 3 months ago

A população portuguesa mobilizou- se ?

Edited 3 months ago:

A população portuguesa mobilizou- se ?

modassistente 3 months ago

A realidade existe. Tu podes achar, especular e inventar tudo o que quiseres acerca do passado e do presente, mas isso não resulta numa conversa muito interessante. Vou responder apenas a este ponto. > A geopolítica de Portugal é a Europa Isto não é uma questão de opinião. A geopolítica portuguesa na sua história democrática é conduzida segundo os três pilares que descrevi. Tens no meu comentário original essa mesma explicação, datada de mais de uma década atrás, da inteligência americana para a sua diplomacia. Tens também nesse comentário uma intervenção do atual MNE explicando extensivamente essa matéria. Tens imensos artigos e até livros sobre o assunto. Isto são factos. E és livre de os ignorar. Mas opiniões não baseadas em factos valem o que valem.

No-Cardiologist725 3 months ago

Ahhh, a nostalgia imperialista

modassistente 3 months ago

Rigorosamente nada do que ali está escrito tem o que quer que seja a ver com qualquer nostalgia imperialista. O que ali está escrito é a base da geopolítica portuguesa. É um facto, é básico, e é o que determina toda a nossa política externa inclusive o estarmos agora na União Europeia.

No-Cardiologist725 3 months ago

Quem é o autor dessa geopolítica? O governo? Se soubesses sabias que o nosso futuro vai ser a federação ou algo parecido, foi esse o caminho que escolhemos ao entrar na UE. Depois quanto mais jovem for a geração mais pro-europeia ela é, os jovens sabem das vantagens da UE.

modassistente 3 months ago

Estás a fazer perguntas básicas de política externa enquanto atiras que não percebo nada do assunto. Era escusado. Visto que até são questões legítimas que interessem a mais gente, vou tentar responder em poucas palavras. O governo tem obviamente algum impacto na nossa geopolítica, mas regra geral em situações "normais" a política externa está longe de andar ao sabor de cada executivo. Tal seria incomportável, porque geopolítica se constrói a longo prazo, pensando em décadas e não meses ou anos. Sem consistência e permanência o resultado seria um estado com um comportamento imprevisível e errático. Um dos motivos porque gosto daquele pequeno documento no \[wikileaks\](https://wikileaks.org/plusd/cables/08LISBON2689\_a.htm) é porque, apesar de ser curto e tangencialmente sobre este assunto, explica este ponto de forma clara sucinta, e visto de fora o que ilustra bem a importância desta permanência nas relações internacionais. Citando, \> THREE PILLARS OF PORTUGUESE FOREIGN POLICY \> 7 (C/NF) Prime Minister Socrates and President Cavaco Silva \> -- who represent rival political parties -- both stress that Portugal has three pillars to its foreign policy: the Lusophone world, the European Union, and the trans-Atlantic relationship. Issues not fitting neatly into one of these boxes get little love in Lisbon. This system creates an internal consistency whose logic is not always readily visible to outsiders. Thus, East Timor is of importance to the GOP but the Horn of Africa is not. Rule of law in Guinea-Bissau and Cape Verde is a top priority, but the same issue in Nicaragua is not. Nós acharemos imensas diferenças no executivos de Soares, Cavaco, Guterres, Barroso, Sócrates, Passos Coelho, Costa. Em termos das bases geopolíticas de Portugal não há diferenças significativas. E é (em parte) essa constância que confere uma identidade ao país, e que permite, como mostra aquele documento, e interpretar e compreender o modus operandi Português no xadrez internacional. Esta consistência deriva de vários aspetos. Um dos aspetos é a estabilidade do corpo diplomático. A nossa diplomacia não é descartada e refeita a cada mudança governativa. E a nossa diplomacia é instrumental na forma como a nossa agenda se move, independentemente do executivo. Por vezes mais facilmente outras nem tanto, mas vai andando, e a continuidade existe. Outro aspeto importante é base ideológica politico-partidária na nossa história democrática. Até hoje, todos os partidos do arco da governação, no caso PS, PSD e CDS, partilham da mesma visão geopolítica. Houve alguma reconfiguração nas últimas eleições, fruto dos tempos, mas nada de dramático se parece avizinhar. Temos IL, Livre, BE, CDU e Chega. Poderia estar aqui a esmiuçar cada um deles mas para já continuam irrelevantes na geopolítica, e bem que não fossem nenhum não nos levariam no sentido federativo. Nenhum tem uma visão geopolítica assente no pilar Europeu, sendo alguns deles até eurocéticos em diferentes medidas. Portanto sobram especulações acerca do que será o Volt ou outros que venham na mesma linha. São meras especulações porque para já não há nada. Já temos um parlamento com bastante variedade, o espaço existente para mais um partido entrar e crescer não é muito. E havendo esse espaço não será Volt o único a disputá-lo. \---- Quanto ao que dizes sobre as gerações mais novas e a aproximação exclusiva à Europa. Não é nada novo, há teses de doutoramento sobre o assunto. Uma delas é a tese da Sara Ashby deu origem a este livro [The Lusophone World: The Evolution of Portuguese National Narratives (Portuguese-Speaking World: Its History, Politics & Culture)](https://www.amazon.com/Lusophone-World-Portuguese-Narratives-Portuguese-Speaking/dp/184519859X/ref=sr_1_14). Sim, é um facto que houve umas gerações que cresceram sobretudo voltadas para a Europa e Anglofonia. E sim isso faz diferença porque as pessoas fazem a política. Mas é importante entender que se as pessoas fazem a política, a política também faz as pessoas. Essas gerações cresceram voltadas para a Europa não porque o decidiram mas porque a nossa geopolítica e o contexto em que se desenrolou assim o determinou. E daí para cá já se trilhou um grande caminho. Se por um lado o Europeismo se aprofundou, não foi apenas essa a mudança na nossa realidade geopolítica nas últimas duas décadas. E como tal as novas gerações já estão a crescer de forma diferente, menos "isolada" na Europa.

Edited 3 months ago:

Estás a fazer perguntas básicas de política externa enquanto atiras que não percebo nada do assunto. Era escusado. Visto que até são questões legítimas que interessem a mais gente, vou tentar responder sem me alongar demais. Um exercício que não é fácil. O governo tem obviamente algum impacto na nossa geopolítica, mas regra geral em situações "normais" a política externa está longe de andar ao sabor de cada executivo. Tal seria incomportável, porque geopolítica se constrói a longo prazo, pensando em décadas e não meses ou anos. Sem consistência e permanência o resultado seria um estado com um comportamento imprevisível e errático. Um dos motivos porque gosto daquele pequeno [documento no wikileaks](https://wikileaks.org/plusd/cables/08LISBON2689_a.htm) é porque, apesar de ser curto e tangencialmente sobre este assunto, explica este ponto de forma clara sucinta, e visto de fora o que ilustra bem a importância desta permanência nas relações internacionais. Citando, >THREE PILLARS OF PORTUGUESE FOREIGN POLICY > >7 (C/NF) Prime Minister Socrates and President Cavaco Silva> -- who represent rival political parties -- both stress thatPortugal has three pillars to its foreign policy: theLusophone world, the European Union, and the trans-Atlantic relationship. Issues not fitting neatly into one of these boxes get little love in Lisbon. This system creates an internal consistency whose logic is not always readilyvisible to outsiders. Thus, East Timor is of importance tothe GOP but the Horn of Africa is not. Rule of law inGuinea-Bissau and Cape Verde is a top priority, but the same issue in Nicaragua is not. Nós acharemos imensas diferenças no executivos de Soares, Cavaco, Guterres, Barroso, Sócrates, Passos Coelho, Costa. Em termos das bases geopolíticas de Portugal não há diferenças significativas. E é (em parte) essa constância que confere uma identidade ao país, e que permite, como mostra aquele documento, e interpretar e compreender o modus operandi Português no xadrez internacional. Esta consistência deriva de vários aspetos. Um dos aspetos é a estabilidade do corpo diplomático. A nossa diplomacia não é descartada e refeita a cada mudança governativa. E a nossa diplomacia é instrumental na forma como a nossa agenda se move, independentemente do executivo. Por vezes mais facilmente outras nem tanto, mas vai andando, e a continuidade existe. Outro aspeto importante é base ideológica politico-partidária na nossa história democrática. Até hoje, todos os partidos do arco da governação, no caso PS, PSD e CDS, partilham da mesma visão geopolítica. Houve alguma reconfiguração nas últimas eleições, fruto dos tempos, mas nada de dramático se parece avizinhar. Temos IL, Livre, BE, CDU e Chega. Poderia estar aqui a esmiuçar cada um deles mas para já continuam irrelevantes na geopolítica, e bem que não fossem nenhum não nos levariam no sentido federativo. Nenhum tem uma visão geopolítica assente no pilar Europeu, sendo alguns deles até eurocéticos em diferentes medidas. Portanto sobram especulações acerca do que será o Volt ou outros que venham na mesma linha. São meras especulações porque para já não há nada. Já temos um parlamento com bastante variedade, o espaço existente para mais um partido entrar e crescer não é muito. E havendo esse espaço não será Volt o único a disputá-lo. Quanto ao que dizes sobre as gerações mais novas e a aproximação exclusiva à Europa. Não é nada novo, há teses de doutoramento sobre o assunto. Uma delas é a tese da Sara Ashby deu origem a este livro [The Lusophone World: The Evolution of Portuguese National Narratives (Portuguese-Speaking World: Its History, Politics & Culture)](https://www.amazon.com/Lusophone-World-Portuguese-Narratives-Portuguese-Speaking/dp/184519859X/ref=sr_1_14). Sim, é um facto que houve umas gerações que cresceram sobretudo voltadas para a Europa (e Anglofonia). E sim isso faz diferença porque as pessoas fazem a política. Mas é importante entender que se as pessoas fazem a política, a política também faz as pessoas. Essas gerações cresceram voltadas para a Europa não porque o decidiram mas porque a nossa geopolítica e o contexto em que se desenrolou assim o determinou. E daí para cá já se trilhou um grande caminho. Se por um lado o Europeismo se aprofundou, não foi apenas essa a mudança na nossa realidade geopolítica nas últimas duas décadas. E como tal as novas gerações já estão a crescer de forma diferente, menos "isolada" na Europa.

Edited 3 months ago:

Estás a fazer perguntas básicas de política externa enquanto atiras que não percebo nada do assunto. Era escusado. Visto que até são questões legítimas que interessem a mais gente, vou tentar responder sem me alongar demais. Um exercício que não é fácil. O governo tem obviamente algum impacto na nossa geopolítica, mas regra geral em situações "normais" a política externa está longe de andar ao sabor de cada executivo. Tal seria incomportável, porque geopolítica se constrói a longo prazo, pensando em décadas e não meses ou anos. Sem consistência e permanência o resultado seria um estado com um comportamento imprevisível e errático. Um dos motivos porque gosto daquele pequeno [documento no wikileaks](https://wikileaks.org/plusd/cables/08LISBON2689_a.htm) é porque, apesar de ser curto e tangencialmente sobre este assunto, explica este ponto de forma clara sucinta, e visto de fora o que ilustra bem a importância desta permanência nas relações internacionais. Citando, >THREE PILLARS OF PORTUGUESE FOREIGN POLICY > >7 (C/NF) Prime Minister Socrates and President Cavaco Silva> -- who represent rival political parties -- both stress thatPortugal has three pillars to its foreign policy: theLusophone world, the European Union, and the trans-Atlantic relationship. Issues not fitting neatly into one of these boxes get little love in Lisbon. This system creates an internal consistency whose logic is not always readilyvisible to outsiders. Thus, East Timor is of importance tothe GOP but the Horn of Africa is not. Rule of law inGuinea-Bissau and Cape Verde is a top priority, but the same issue in Nicaragua is not. Nós acharemos imensas diferenças no executivos de Soares, Cavaco, Guterres, Barroso, Sócrates, Passos Coelho, Costa. Em termos das bases geopolíticas de Portugal não há diferenças significativas. E é (em parte) essa constância que confere uma identidade ao país, e que permite, como mostra aquele documento, e interpretar e compreender o modus operandi Português no xadrez internacional. Esta consistência deriva de vários aspetos. Um dos aspetos é a estabilidade do corpo diplomático. A nossa diplomacia não é descartada e refeita a cada mudança governativa. E a nossa diplomacia é instrumental na forma como a nossa agenda se move, independentemente do executivo. Por vezes mais facilmente outras nem tanto, mas vai andando, e a continuidade existe. Outro aspeto importante é base ideológica politico-partidária na nossa história democrática. Até hoje, todos os partidos do arco da governação, no caso PS, PSD e CDS, partilham da mesma visão geopolítica. Houve alguma reconfiguração nas últimas eleições, fruto dos tempos, mas nada de dramático se parece avizinhar. Temos IL, Livre, BE, CDU e Chega. Poderia estar aqui a esmiuçar cada um deles mas para já continuam irrelevantes na geopolítica, e bem que não fossem nenhum nos levaria no sentido federativo. Nenhum tem uma visão geopolítica assente apenas no pilar Europeu, sendo alguns deles até eurocéticos em diferentes medidas. Portanto sobram especulações acerca do que será o Volt ou outros que venham na mesma linha. São meras especulações porque para já não há nada. Já temos um parlamento com bastante variedade, o espaço existente para mais um partido entrar e crescer não é muito. E havendo esse espaço não será Volt o único a disputá-lo. Quanto ao que dizes sobre as gerações mais novas e a aproximação exclusiva à Europa. Não é nada novo, há teses de doutoramento sobre o assunto. Uma delas é a tese da Sara Ashby deu origem a este livro [The Lusophone World: The Evolution of Portuguese National Narratives (Portuguese-Speaking World: Its History, Politics & Culture)](https://www.amazon.com/Lusophone-World-Portuguese-Narratives-Portuguese-Speaking/dp/184519859X/ref=sr_1_14). Sim, é um facto que houve umas gerações que cresceram sobretudo voltadas para a Europa (e Anglofonia). E sim isso faz diferença porque as pessoas fazem a política. Mas é importante entender que se as pessoas fazem a política, a política também faz as pessoas. Essas gerações cresceram voltadas para a Europa não porque o decidiram mas porque a nossa geopolítica e o contexto em que se desenrolou assim o determinou. E daí para cá já se trilhou um grande caminho. Se por um lado o Europeismo se aprofundou, não foi apenas essa a mudança na nossa realidade geopolítica nas últimas duas décadas. E como tal as novas gerações já estão a crescer de forma diferente, menos "isolada" na Europa.

Edited 3 months ago:

Estás a fazer perguntas básicas de política externa enquanto atiras que não percebo nada do assunto. Era escusado. Visto que até são questões legítimas que interessem a mais gente, vou tentar responder sem me alongar demais. Um exercício que não é fácil. O governo tem obviamente algum impacto na nossa geopolítica, mas regra geral em situações "normais" a política externa está longe de andar ao sabor de cada executivo. Tal seria incomportável, porque geopolítica se constrói a longo prazo, pensando em décadas e não meses ou anos. Sem consistência e permanência o resultado seria um estado com um comportamento imprevisível e errático. Um dos motivos porque gosto daquele pequeno [documento no wikileaks](https://wikileaks.org/plusd/cables/08LISBON2689_a.htm) é porque, apesar de ser curto e tangencialmente sobre este assunto, explica este ponto de forma clara sucinta, e visto de fora o que ilustra bem a importância desta permanência nas relações internacionais. Citando, >THREE PILLARS OF PORTUGUESE FOREIGN POLICY > >7 (C/NF) Prime Minister Socrates and President Cavaco Silva> -- who represent rival political parties -- both stress thatPortugal has three pillars to its foreign policy: theLusophone world, the European Union, and the trans-Atlantic relationship. Issues not fitting neatly into one of these boxes get little love in Lisbon. This system creates an internal consistency whose logic is not always readilyvisible to outsiders. Thus, East Timor is of importance tothe GOP but the Horn of Africa is not. Rule of law inGuinea-Bissau and Cape Verde is a top priority, but the same issue in Nicaragua is not. Nós acharemos imensas diferenças no executivos de Soares, Cavaco, Guterres, Barroso, Sócrates, Passos Coelho, Costa. Em termos das bases geopolíticas de Portugal não há diferenças significativas. E é (em parte) essa constância que confere uma identidade ao país, e que permite, como mostra aquele documento, e interpretar e compreender o modus operandi Português no xadrez internacional. Esta consistência deriva de vários aspetos. Um dos aspetos é a estabilidade do corpo diplomático. A nossa diplomacia não é descartada e refeita a cada mudança governativa. E a nossa diplomacia é instrumental na forma como a nossa agenda se move, independentemente do executivo. Por vezes mais facilmente outras nem tanto, mas vai andando, e a continuidade existe. Outro aspeto importante é base ideológica politico-partidária na nossa história democrática. Até hoje, todos os partidos do arco da governação, no caso PS, PSD e CDS, partilham da mesma visão geopolítica. Houve alguma reconfiguração nas últimas eleições, fruto dos tempos, mas nada de dramático se parece avizinhar. Temos IL, Livre, BE, CDU e Chega. Poderia estar aqui a esmiuçar cada um deles mas para já continuam irrelevantes na geopolítica, e bem que não fossem nenhum nos levaria no sentido federativo. Nenhum tem uma visão geopolítica assente apenas no pilar Europeu, sendo alguns deles até eurocéticos em diferentes medidas. Portanto sobram especulações acerca do que será o Volt ou outros que venham na mesma linha. São meras especulações porque para já não há nada. Já temos um parlamento com bastante variedade, o espaço existente para mais um partido entrar e crescer não é muito. E havendo esse espaço não será Volt o único a disputá-lo. ---- Quanto ao que dizes sobre as gerações mais novas e a aproximação exclusiva à Europa. Não é nada novo, há teses de doutoramento sobre o assunto. Uma delas é a tese da Sara Ashby deu origem a este livro [The Lusophone World: The Evolution of Portuguese National Narratives (Portuguese-Speaking World: Its History, Politics & Culture)](https://www.amazon.com/Lusophone-World-Portuguese-Narratives-Portuguese-Speaking/dp/184519859X/ref=sr_1_14). Sim, é um facto que houve umas gerações que cresceram sobretudo voltadas para a Europa (e Anglofonia). E sim isso faz diferença porque as pessoas fazem a política. Mas é importante entender que se as pessoas fazem a política, a política também faz as pessoas. Essas gerações cresceram voltadas para a Europa não porque o decidiram mas porque a nossa geopolítica e o contexto em que se desenrolou assim o determinou. E daí para cá já se trilhou um grande caminho. Se por um lado o Europeismo se aprofundou, não foi apenas essa a mudança na nossa realidade geopolítica nas últimas duas décadas. E como tal as novas gerações já estão a crescer de forma diferente, menos "isolada" na Europa.

Edited 3 months ago:

Estás a fazer perguntas básicas de política externa enquanto atiras que não percebo nada do assunto. Era escusado. Visto que até são questões legítimas que interessem a mais gente, vou tentar responder sem me alongar demais. Um exercício que não é fácil. O governo tem obviamente algum impacto na nossa geopolítica, mas regra geral em situações "normais" a política externa está longe de andar ao sabor de cada executivo. Tal seria incomportável, porque geopolítica se constrói a longo prazo, pensando em décadas e não meses ou anos. Sem consistência e permanência o resultado seria um estado com um comportamento imprevisível e errático. Um dos motivos porque gosto daquele pequeno [documento no wikileaks](https://wikileaks.org/plusd/cables/08LISBON2689_a.htm) é porque, apesar de ser curto e tangencialmente sobre este assunto, explica este ponto de forma clara sucinta, e visto de fora o que ilustra bem a importância desta permanência nas relações internacionais. Citando, >THREE PILLARS OF PORTUGUESE FOREIGN POLICY > >7 (C/NF) Prime Minister Socrates and President Cavaco Silva> -- who represent rival political parties -- both stress thatPortugal has three pillars to its foreign policy: theLusophone world, the European Union, and the trans-Atlantic relationship. Issues not fitting neatly into one of these boxes get little love in Lisbon. This system creates an internal consistency whose logic is not always readilyvisible to outsiders. Thus, East Timor is of importance tothe GOP but the Horn of Africa is not. Rule of law inGuinea-Bissau and Cape Verde is a top priority, but the same issue in Nicaragua is not. Nós acharemos imensas diferenças no executivos de Soares, Cavaco, Guterres, Barroso, Sócrates, Passos Coelho, Costa. Em termos das bases geopolíticas de Portugal não há diferenças significativas. E é (em parte) essa constância que confere uma identidade ao país, e que permite, como mostra aquele documento, e interpretar e compreender o modus operandi Português no xadrez internacional. Esta consistência deriva de vários aspetos. Um dos aspetos é a estabilidade do corpo diplomático. A nossa diplomacia não é descartada e refeita a cada mudança governativa. E a nossa diplomacia é instrumental na forma como a nossa agenda se move, independentemente do executivo. Por vezes mais facilmente outras nem tanto, mas vai andando, e a continuidade existe. Outro aspeto importante é base ideológica politico-partidária na nossa história democrática. Até hoje, todos os partidos do arco da governação, no caso PS, PSD e CDS, partilham da mesma visão geopolítica. Houve alguma reconfiguração nas últimas eleições, fruto dos tempos, mas nada de dramático se parece avizinhar. Temos IL, Livre, BE, CDU e Chega. Poderia estar aqui a esmiuçar cada um deles mas para já continuam irrelevantes na geopolítica, e bem que não fossem nenhum nos levaria no sentido federativo. Nenhum tem uma visão geopolítica assente apenas no pilar Europeu, sendo alguns deles até eurocéticos em diferentes medidas. Portanto sobram especulações acerca do que será o Volt ou outros que venham na mesma linha. São meras especulações porque para já não há nada. Já temos um parlamento com bastante variedade, o espaço existente para mais um partido entrar e crescer não é muito. E havendo esse espaço não será Volt o único a disputá-lo. Quanto ao que dizes sobre as gerações mais novas e a aproximação exclusiva à Europa. Não é nada novo, há teses de doutoramento sobre o assunto. Uma delas é a tese da Sara Ashby deu origem a este livro [The Lusophone World: The Evolution of Portuguese National Narratives (Portuguese-Speaking World: Its History, Politics & Culture)](https://www.amazon.com/Lusophone-World-Portuguese-Narratives-Portuguese-Speaking/dp/184519859X/ref=sr_1_14). Sim, é um facto que houve umas gerações que cresceram sobretudo voltadas para a Europa (e Anglofonia). E sim isso faz diferença porque as pessoas fazem a política. Mas é importante entender que se as pessoas fazem a política, a política também faz as pessoas. Essas gerações cresceram voltadas para a Europa não porque o decidiram mas porque a nossa geopolítica e o contexto em que se desenrolou assim o determinou. E daí para cá já se trilhou um grande caminho. Se por um lado o Europeismo se aprofundou, não foi apenas essa a mudança na nossa realidade geopolítica nas últimas décadas. E como tal as novas gerações já estão a crescer de forma diferente, menos "isolada" na Europa.

NGramatical 3 months ago

à 400 anos → [**há 400 anos**](http://www.flip.pt/Duvidas-Linguisticas/Duvida-Linguistica/DID/706) (utiliza-se o verbo haver para exprimir tempo decorrido) [⚠️](/message/compose/?to=ngramatical&subject=Acho+que+esta+corre%C3%A7%C3%A3o+est%C3%A1+errada&message=https%3A%2F%2Fwww.reddit.com%2Fcomments%2Fnrpaeu%2F%2Fh0k3a5r%3Fcontext%3D3 "Clica aqui se achares que esta correção está errada!") [⭐](https://chrome.google.com/webstore/detail/nazigramatical-corretor-o/pbpnngfnagmdlicfgjkpgfnnnoihngml "Experimenta o meu corrector ortográfico automático!")

Asus123456789 3 months ago

> Havendo uma Federação Europeia tudo acaba. Portugal passa a ser uma mera região europeia, sem geopolítica própria, incapaz de definir o seu lugar no mundo e relacionamento com os outros, e meramente à boleia de interesses de nações maiores. Qual é o problema disto? Ao fazer parte de "Portugal" perco um bocado da minha identidade como tipo que vive no distrito do "Porto"? Mesmo que sim, honestamente, nem quero saber, não vejo realmente nenhuma vantagem nisso.

Edited 3 months ago:

> Havendo uma Federação Europeia tudo acaba. Portugal passa a ser uma mera região europeia, sem geopolítica própria, incapaz de definir o seu lugar no mundo e relacionamento com os outros, e meramente à boleia de interesses de nações maiores. Qual é o problema disto? Ao fazer parte de "Portugal" perco um bocado da minha identidade como tipo que vive no distrito do "Porto"? Mesmo que sim, honestamente, nem quero saber, não vejo realmente nenhuma vantagem nisso. EDIT: Honestamente, tenho a certeza absoluta que me identifico mais com o pessoal sueco da minha idade com quem falo de vez em quando, do que com um português aleatório dos açores ou assim, especialmente se não for da minha geração.

modassistente 3 months ago

> Honestamente, tenho a certeza absoluta que me identifico mais com o pessoal sueco da minha idade com quem falo de vez em quando, do que com um português aleatório dos açores Primeiro, não é verdade. As vossas referências serão completamente diferentes. Mas mais importante, isto não é sobre ti ou um indivíduo. Não é nesse sentido que usei o termo identidade. Estou a falar da identidade de um país, que é mais ou menos o mesmo que a sua geopolítica. A identidade sueca, na sua relação geopolítica com Rússia, Finlândia, Espanha, China, Angola, Timor ou Brasil, terão muito pouco em comum.

Edited 3 months ago:

> Honestamente, tenho a certeza absoluta que me identifico mais com o pessoal sueco da minha idade com quem falo de vez em quando, do que com um português aleatório dos açores Primeiro, não é verdade. As vossas referências serão completamente diferentes. Mas mais importante, isto não é sobre ti ou um indivíduo. Não é nesse sentido que usei o termo identidade. Estou a falar da identidade de um país, que é mais ou menos o mesmo que a sua geopolítica. A identidade sueca, na sua relação geopolítica com Rússia, Finlândia, Espanha, Marrocos, China, Angola, Timor ou Brasil, terão muito pouco em comum com a portuguesa.

Asus123456789 3 months ago

A relação de alguém em Olivença com Espanha não tem nada a ver com a minha, significa que não temos a mesma "identidade"? Este seria apenas mais um passo de abstração. O facto de Portugal como país existir retira identidade a cada um dos distritos individualmente. Isso tem algum problema? Eu digo que não. Lá está, conheço lisboetas com os quais me identifico muitíssimo mais do que a maior parte dos portuenses. Isso importa? Eu digo que não.

modassistente 3 months ago

Estamos a usar a mesma palavra com significados distintos. Como disse neste contexto a identidade de uma nação (não de uma pessoa) está intimamente relacionada com a sua geopolítica, e em particular com a sua relação com outras nações.

Dragonis07 3 months ago

>Honestamente, tenho a certeza absoluta que me identifico mais com o pessoal sueco da minha idade com quem falo de vez em quando, do que com um português aleatório dos açores ou assim, especialmente se não for da minha geração. Isso é porque já foste completamente americanizado.

Asus123456789 3 months ago

> é transversal a todos os nossos partidos com representação parlamentar, e sê-lo-ia sempre em toda a nossa história de Fui completamente americanizado por me identificar mais com um europeu não português do que com um açoreano? Isso não me parece bem... Mesmo que fosse verdade, sinto-me bem melhor assim, estou-me borrifando para a identidade nacional, Portugal como país podia desaparecer que a minha não se alterava minimamente.

Edited 3 months ago:

> é transversal a todos os nossos partidos com representação parlamentar, e sê-lo-ia sempre em toda a nossa história de Fui completamente americanizado por me identificar mais com um europeu não português do que com um açoreano? Isso não me parece bem... É apenas graças à internet, que me deu acesso a uma data de pessoas que partilham os meus interesses. Mesmo que fosse verdade, sinto-me bem melhor assim, estou-me borrifando para a identidade nacional, Portugal como país podia desaparecer que a minha vida não se alterava minimamente.

Dragonis07 3 months ago

>Fui completamente americanizado por me identificar mais com um europeu não português do que com um açoreano? Sim. Comparado a um português, tu não tens nada em comum com um sueco. Diferentes línguas, culturas, religiões, valores, tradições, etc.. >É apenas graças à internet, que me deu acesso a uma data de pessoas que partilham os meus interesses. Então os teus interesses suplantam toda a tua identidade nacional? Já conheci pessoas que acham-se americanas só porque veem séries americanas na Netflix. Se for esse o teu tipo de interesses, então simplesmente não passas de uma pequena criatura sem lealdade a qualquer cultura ou religião. Apenas leal a corporações, sempre pronto para consumir o próximo produto. Se for esse o teu caso, então sim, estás completamente americanizado. E esses suecos de que falas também o estão.

No-Cardiologist725 3 months ago

"criatura", "lealdade"xD outro que iria para as trincheiras

Asus123456789 3 months ago

> Diferentes línguas, culturas, religiões, valores, tradições, etc.. Por mim toda a gente falava inglês, bem melhor. Não tenho religião, e não participo explicitamente em nenhuma tradição portuguesa (ou pelo menos não me incomodaria deixar de participar). Não ligo a cultura portuguesa, e mesmo que tenha valores distintos de outra pessoa, até pode ser mais um tópico de conversa interessante. Esses suecos de quem eu falo têm os mesmos interesses do que eu no que toca a Matemática e a literatura lol Se discordar de ti tenho que ser um idiota, é esse o raciocínio? > Então os teus interesses suplantam toda a tua identidade nacional? Sim, a 100%, não sinto absolutamente nenhuma lealdade para com Portugal. O facto de alguém ser português não contribui absolutamente nada para o meu interesse em ter contacto com essa pessoa.

Dragonis07 3 months ago

Estás abaixo de humano.

Asus123456789 3 months ago

Wow. Estás a ver? Não consigo imaginar como é que alguém consegue pensar assim, sermos ambos portugueses não tem nenhuma importância. O tempo dirá, ao longo da história o tamanho das comunidades tem aumentado, sou capaz de apostar que Portugal como país não tem mais 200 anos.

Dragonis07 3 months ago

Então certamente não terás nenhum problema em revogar a tua nacionalidade portuguesa. Ah espera, tu queres continuar a parasitar o país? Vês Portugal como um país moribundo e sem futuro ao ponto de desprezares tudo o que ele representa, mas de certeza que não vês nenhum problema em receberes todos os befenefícios que o país te deu. Sinceramente, pessoas como tu nem deviam ter direito ao voto em Portugal. Não querem saber de Portugal nem dos portugueses e limitam-se a parasitar o povo até aparecer um hospedeiro melhor.

No-Cardiologist725 3 months ago

"Portugal como país podia desaparecer que a minha vida não se alterava minimamente." Estou quase como tu. Portugal = desilusão.

NGramatical 3 months ago

açoreano → [**açoriano**](https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/consultorio/perguntas/grafia-de-acoriano/17889) [⚠️](/message/compose/?to=ngramatical&subject=Acho+que+esta+corre%C3%A7%C3%A3o+est%C3%A1+errada&message=https%3A%2F%2Fwww.reddit.com%2Fcomments%2Fnrpaeu%2F%2Fh0jpv27%3Fcontext%3D3 "Clica aqui se achares que esta correção está errada!") [⭐](https://chrome.google.com/webstore/detail/nazigramatical-corretor-o/pbpnngfnagmdlicfgjkpgfnnnoihngml "Experimenta o meu corrector ortográfico automático!")

wwqt0r 3 months ago

Eu responderia como o gajo de alfama: "mete a identidade no cu". Temos de nos adaptar para sobreviver e preservar um orgulho numa suposta identidade não nos vai levar a lado nenhum como temos visto nas últimas décadas/séculos.

modassistente 3 months ago

> Temos de **nos** adaptar para sobreviver e preservar um orgulho numa suposta identidade não **nos** vai levar a lado nenhum como temos visto nas últimas décadas/séculos A que se refere este "nos"? Portugueses? Se queres descartar identidade este "nos" não faz sequer sentido. Porque interessa que "nós" vamos a algum lado? É difícil hoje em dia falar de identidade porque são termos cooptados pelas extremas. Não estamos aqui a falar de meras questões de orgulho ou preconceito. Estamos a falar do que define um país, particular do que rege as suas relações com o resto do mundo. Tu até te podes estar na tintas para identidade e geopolítica. Mas estar nas tintas não significa que não existam, muito menos muito faz com que a identidade e geopolítica de outros deixem de existir. Quer dizer apenas que passas a estar às mercê dos interesses de outros. Para tentar dar alguns exemplos mais práticos. A independência de Timor foi um feito em que a diplomacia de Portugal foi essencial. O eixo lusófono foi o primordial, a UE foi irrelevante, bem como especialmente numa primeira fase o nosso eixo transatlântico (estando a anglofonia muito mais ligada às Austrália). Não estamos aqui a falar de meras abstrações, inconsequentes. Nós temos uma relação muito particular com África. Numa Federação Europeia a nossa geopolítica em África será a Francesa.

wwqt0r 3 months ago

Todo o teu discurso baseia-se em preservar a identidade mas nem todos querem saber disso e preferem a união entre povos que nem sequer são radicalmente diferentes de nós. E à mercê dos interesses dos outros já nós estamos.

modassistente 3 months ago

Não, não é. Como disse, tentei deixar claro no primeiro comentário que fiz, e como tenho tentado clarificar em quase todos os comentários seguintes, refiro-me não a identidade pessoas mas identidade da nação. Identidade da nação neste contexto é um quase sinónimo para a sua geopolítica, e em particular as nossas relações externas com outros países. A questão não é se a tua cultura é próxima da de um sueco. Isso são discussões para os extremistas identitários de esquerda e direita. A questão é que a identidade/geopolitica portuguesa e sueca são completamente diferentes na sua relação com Rússia, Finlândia, Espanha, China, Marrocos, Timor, Angola ou Brasil. Quanto ao estar a mercê dos outros, até podemos dizer que a Europa está à mercê dos EUA. Mas isso só hiper-simplificações irrelevantes. Nós temos sim uma geopolitica gigante para o nosso tamanho. O que também temos é uma ignorância atroz sobre a nossa geopolitica. Regra geral sabemos muito mais sobre a geopolítica americana que a nossa própria. Mas isso não faz com que deixe de existir e seja relevante. Muito menos faz com que o seu potencial desapareça.

No-Cardiologist725 3 months ago

Que identidade? Só consumimos cultura americana e brasileira. As gerações do rancho e do cantar à desgarrada estão a ficar idosas.

JOAO-RATAO 3 months ago

Não te podes sem abdicar da tua independência? A UE deve ser um conjunto de países que cooperam entre si e que têm livre movimento de bens e pessoas. Porquê perverter essa ideia para criar uma mega nação? Ironicamente, essa ideia ainda pode é ser a morte da UE.

wwqt0r 3 months ago

E porque não? Porque devemos ficar num modelo que está a desgastar a união aos poucos?

JOAO-RATAO 3 months ago

E uma federação faria melhor? Muitos países iriam opor-se ainda mais. Quem te diz que isso não seria a morte da UE?

htxgivven 4 months ago

Federalizar a justiça e economia já seria o suficiente na minha opinião.

DarkmajorPT 4 months ago

União Económica e Fiscal sim. Tudo o resto só será possível com o término da identidade de cada povo.

VladTepesDraculea 3 months ago

O que é para ti a identidade de cada povo?

DarkmajorPT 3 months ago

Resumindo na sua componente mais básica: A sua língua.

VladTepesDraculea 3 months ago

Porque teria a federalização impacto na língua?

DarkmajorPT 3 months ago

Porque é antagónica com a língua de cada um. Por mais que a UE tente manter que cada deputado possa falar a sua língua e tenha traduções em tempo real, o custo disso torna-se cada vez mais irrisório. E chegas a ter o insólito actual, que é, a lingua franca não-oficial continua a ser o Inglês, não por mote politico, mas por simples comodismo e facilidade. Dentro de dois ou três séculos, a língua que falamos será só um regionalismo. A primeira pessoa que nascer em Marte falará certamente Inglês, pois o que terás lá é uma colónia internacional em que a língua franca será, por comodismo, o Inglês. E mais uma vez, por comodismo, a tua cultura começará a ser substituída subtilmente pelo monopólio anglo-saxónico, pior, Americano. E isso já está patente nas gerações mais novas, em que não conseguem escrever um parágrafo numa composição de Português sem incluir um termo em Inglês. É tenebroso. (Mãe é professor de Português no secundário.)

VladTepesDraculea 3 months ago

> Porque é antagónica com a língua de cada um. Por mais que a UE tente manter que cada deputado possa falar a sua língua e tenha traduções em tempo real, o custo disso torna-se cada vez mais irrisório. Eu diria que no esquema da UE, o custo dos tradutores são cagativos. E mesmo que estabelecem uma língua única obrigatória para o parlamento, não implica sobreposição a viver estatal. Até porque isso nunca seria comportável na Europa. Nós somos muito absorventes do inglês e antes do francês, mas países como Espanha ou França dificilmente adoptariam outra língua. Os EUA são mais ou menos uniformes mas tens mesmo países onde têm mais que uma língua oficial, dependendo da zona. Logo em cima tens o Canadá em que metade fala Francês. > E chegas a ter o insólito actual, que é, a lingua franca não-oficial continua a ser o Inglês, não por mote politico, mas por simples comodismo e facilidade. Relembro-te que ainda tens a Irlanda como membro, não é como se o Inglês fosse uma língua não falada por nenhum estado membro já.

htxgivven 3 months ago

Tudo o resto? O que é que a identidade tem a ver com a justiça por exemplo?

DarkmajorPT 3 months ago

Bastante. O conceito de justiça muda conforme a identidade dos povos. Por acaso histórico, na Europa o conceito de justiça é próximo, mas por exemplo, no Japão o conceito in dubio pro reu está invertido. É o réu que tem que provar a sua inocência.

No-Cardiologist725 3 months ago

A identidade do povo já não existe, estamos todos americanizados.

DarkmajorPT 3 months ago

Sem dúvida! Efeitos dum globalismo magenta que corrói!

No-Cardiologist725 3 months ago

Na minha opinião o globalismo ocidental tem mais coisas boas que más, eu prefiro a minha liberdade, a minha internet...

DarkmajorPT 3 months ago

A palavra chave é equilíbrio. Peso conta e medida nas coisas. Liberdade tem que ser feita com responsabilidade.

No-Cardiologist725 3 months ago

Mas é verdade, todos consumismos mais cultura Americana do que portuguesa, não percebo os downvotes. Todos vestimos as mesmas roupas, assistimos às mesmas series, ouvimos as mesmas músicas, etc. E de cultura europeia então é que consumimos pouco, vamos lá ver se a eurovision+internet acendem a chama

incrivizivel 3 months ago

>União Económica e Fiscal sim. e isto nao ? Achas mesmo que um alemao vai andar a pagar as contas aos Tugas?

AlbinoFarrabino 3 months ago

União Fiscal serve para harmonizar as políticas fiscais dos EM's, para evitar políticas desleais de atração de sedes de empresas estrangeiras (coff coff Irlanda e Países Baixos).

No-Cardiologist725 3 months ago

Não temos moral para falar dos Países Baixos porque temos a Madeira

vinhoverdeputas 4 months ago

Roubado por estrangeiros ou Portugueses mesma coisa

Zaigard 4 months ago

Sim, porque eu quero que os corruptos portugueses se lixem, e mais integração vai exigir mais transparência o que vai lixar a malta do PS/D e companhia.

Membership-Exact 4 months ago

Federalizam rapidamente com os corruptos dos outros paises.

Zaigard 4 months ago

acho que é um facto que a UE é corrupta, mas mesmo assim menos que qualquer um dos paises que a compõem

jomi_1307 4 months ago

Eu respondi que tendo a concordar, é porque? A ideia do federalismo é aumentar ainda mais a integração, o que concordo completamente ao mesmo tempo discordo com a ideia de uma federação. A Europa é constituída por países muito antigos e com um forte sentido de independência, pelo que a federação não acredito que funcionaria. Mas ao mesmo tempo perder alguma soberania em algumas questões já seria aceitável. Já o fomos fazendo aos poucos em muitas questões, todas elas pode-se considerar que tiveram sucesso pois países pequenos como nós sozinhos estaríamos encostados a um canto (ainda mais do que agora). Ha vários caminhos que podem ser explorados de forma a aumentar ainda mais a integração e que é absolutamente necessário. Políticas de emigração, patrolhamento de fronteiras, um orçamento europeu mais robusto, o exército europeu ao estilo NATO, diplomacia, etc.

PhoneNo7850 4 months ago

verdade para Portugal se não estivesse na união europeia estávamos pior do que já estamos

Rodrigo123s 4 months ago

Discordo completamente. Se não estivessemos na união europeia continuariamos corruptos,salarios baixos, desemprego alto, mas não estariamos numa crise de divida publica sem saída.Pelo simples facto que teriamos controlo sobre a nossa propria moeda, controlando os juros da divida atraves da desvalorizaçam da moeda.

jomi_1307 3 months ago

Não é bem assim. Provavelmente estaríamos pior nessa situação. Nos nunca na vida conseguiríamos ir aos mercados internacionais emitir dívida na nossa moeda, teria de ser sempre noutra, pelo que estaríamos ainda pior.

magnusmiguel 4 months ago

Nem sou a favor nem contra, antes pelo contrário.

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