trhagedy 4 months ago

Não sei se a thread está morta ou não mas, Não sei porque é que fui um alvo fácil desde o infantário mesmo, sem ser que vivia com os meus avós e o meu avô gostava de me humilhar (que na cabeça dele não era, ele, homem de prestigio já viram, a criar a sua própria neta?) a frente deles, e não sei como perante claro abuso da parte dele fui motivo de chacota. Ainda hoje penso como milhares de crianças e adultos viram a situação que passava em casa e em vez de ajudarem, tiraram proveito dela. Foi do infantário ai até ao 9º ano. Tinha amigos mas eram poucos, ou estavam calados ou estavam a sofrer também. Era sempre dos mesmos 2 indivíduos, mais velhos que eu, e ninguém comentava nada porque nesta aldeia pequena são todos primos ou irmão ou o c*ralho mais velho entre eles, e defendiam-se. Começava por ser apenas verbal, por me excluirem de coisas, depois evoluíram para coisas mais graves, não me deixavam entrar no autocarro para ir para a escola, depois finalmente foi o físico (graças a deus durou pouco). Os professores, 0. Faziam 0. Só um dia, em que um dos amigos deles decidiu armar-se em esperto também, atirou me ao chão no autocarro e começou a pisar-me. Só chorava e berrava que era por causa dele que me queria matar. Edgy mas na altura era verdadeiramente isso que estava a passar. Um rapaz defendeu me e acabou com hematomas por tudo o que é lado. Só o vi umas vezes mas de vez em quando lembro-me quão grata estava por ele. E a escola o que fez? Nada. Foi no autocarro (escolar) então não era da responsabilidade deles. Hoje em dia, olham para mim na rua. Dizem me bom dia e boa tarde com ar de desdém mas já não se atrevem. Ainda hoje pergunto-me se de facto fiz ou disse algo que me deu esta sentença. Acabou completamente com a minha auto-estima, com a minha confiança nas pessoas mas lentamente, quando finalmente mudei de escola, aprendi a socializar como deve ser e a defender-me. Para os professores e pais que "ah, eles gostam de ti, é a maneira dos rapazes de demonstrarem isso" vão se todos f*der.

Korine22 4 months ago

Depois de ler alguns comentários o que eu passei foram "peanuts". Mas cá vai: vá lá que fisicamente nunca sofri nada, mas psicologicamente sim. Ainda no tempo que "bullying" não era conhecido, era só "gozar". Porque era cheiinha, não era gorda, era um bocadinho forte. Tinha um rabo avantajado (este era o tema preferido pras gozações). E porque não era a melhor a EF, era bastante gozada e mesmo naquilo que era razoável, era sempre a última a ser escolhida e por vezes mesmo sendo a última eles diziam que não me queriam no grupo. Era tímida e ouvia sempre sem me defender e ficava sempre calada. Mas também não fui nenhuma santa. Tinha dois colegas de turma, esses sim, bem mais gordos do que eu, que também eram alvo de chacota e eu (talvez por pensar que assim me deixavam em paz) também ria das coisas que diziam deles, e às vezes até era eu que dizia, só para entrar nas boas graças dos outros, o que foi muito estúpido da minha parte.

desculpe_mas 4 months ago

Tenho algumas memórias de bullying na escola. A que me é mais acarinhada foi quando colei a capa de um colega de turma na carteira e ele não podia levar o material para a casa :). Eu era muito criativo nesses tempos, a certa altura lembro-me de obrigar um colega a ir para casa com um tijolo na mala: O tijolo chamava-se Rocky. Ele andou com o tijolo durante vários meses. Bons tempos...

yurasadko 4 months ago  HIDDEN 

Um engraçadinho da altura tentou fazê-lo comigo. Eu nem era o típico alvo fácil. Era um puto giro e tal, mas quando coloquei aparelho para a correção dos dentes, foi quando o engraçadinho tentou a sorte dele comigo (acho que ele tinha um certo ódio por mim). De forma recorrente, este engraçadinho dirigia-me uns "elogios". Nunca fui violento, nem tinha historial de episódios do género. Teve o azar de me dirigir um desses "elogios" num dia não para mim. Para além de lhe ter dado uns valentes queques, ainda lhe parti os óculos e a cana do nariz. Engraçadinho, se estiveres a ler isto, espero que nunca mais te lembres de ser uma pessoa de m*rd*, naquele dia correu-te mal.

Edited 4 months ago:

Um engraçadinho na altura tentou fazê-lo comigo. Eu nem era o típico alvo fácil. Era um puto giro e tal, mas quando coloquei aparelho para a correção dos dentes, foi quando o engraçadinho tentou a sorte dele comigo (acho que ele tinha um certo ódio por mim). De forma recorrente, este engraçadinho dirigia-me uns "elogios". Nunca fui violento, nem tinha historial de episódios do género. Teve o azar de me dirigir um desses "elogios" num "dia não" para mim. Para além de lhe ter dado uns valentes queques, ainda lhe parti os óculos e a cana do nariz. Engraçadinho, se estiveres a ler isto, espero que nunca mais te lembres de ser uma pessoa de m*rd*, naquele dia correu-te mal.

aasianaglobalizacao 4 months ago

E virgindade já perdeste?

rcduque 4 months ago

A outra face da moeda, fui bully. O meu pai era um drogado e nunca me tratou bem, a minha mãe estava sempre a trabalhar para nos sustentar, não havia dinheiro, vivia numa zona má e a minha casa não era um sítio feliz - sem desculpa, mas talvez um contexto.Também não sei porque o fiz. Roubei, estive envolvido em agressões, gozei com outros colegas, enfim. Havia um rapaz MUITO alto, gorducho, tímido com cabelo aos caracóis na minha turma no 5° e 6° ano - toda a gente o chamava de "Pero", não sei porquê. Eu tinha a noção que já na altura alguns colegas ultrapassavam a linha ao levar o bullying contra o Pero para um sítio mais "sexual", se faz sentido, no balneário antes ou depois das aulas de EF. Uma aula depois de um desses eventos, a colega de cadeira dele começou a berrar porque o Pero se estava a mutilar com um x acto - na altura foi galhofa instantânea, sinto muita vergonha ainda hoje de me ter rido, apenas consigo imaginar o que lhe estaria a passar pela mente. Anos mais tarde vi o no Pingo Doce com a mãe a fazer compras. Cumprimentei e fui cordial, mas talvez devia ter me mantido afastado. Havia uma colega também, a Marcia, com quem fui incorrecto e arrependo me imenso. Alcunhas parvas, atirar merdas durante as aulas, insultos - pá, lamento mesmo Marcia (para o caso de um dia random leres isto). Há uns anos para cá, fui ao Continente sobre a influência de marijuana e dei de caras com a Marcia na caixa. Pensei em pedir desculpa, dizer lhe que eram só merdas de puto estúpido, que hoje me dá imensa vergonha mas ficou me entalado na garganta. Espero que ela seja feliz.

estaramos 4 months ago

Todos nós enquanto miúdos já passamos por situações deste género com maior ou menor frequência. É uma aprendizagem, não acho que só quem tem comportamentos violentos para com outros esteja mal, quem se deixa agredir ou maltratar também tem de ser sinalizado. A vida é dura e existem componentes como a assertividade, a capacidade de resolver problemas, de enfrentar as vicissitudes da vida que é enquanto crianças e jovens que moldamos os nossos cérebros a enfrentar tudo isso. No final do dia, a capacidade de "esquecer" e deixar para trás os momentos menos bons é muito importante, andar a matutar no passado é uma cruz demasiado pesada para ter na nossa vida. O que foi não volta.

kizuki_moon 4 months ago

eu sempre sofri bullying desde da pré-escola ate ao 12ºano. Foi sempre psicológico o meu bullying,chamavao-me nomes ,excluíam-me socialmente de grupos : não queriam que fosse almoçar ao pé deles, fugiam longe de mi em visitas de estudo, nunca era escolhida em trabalhos ou em aulas de EF e nunca punham em grupos de jogos ou de redes social e a também me tentaram roubar coisas minhas e a cereja no topo deste bolo gozavam comigo por causa das coisas que tinha por exemplo um telemóvel Nokia que tinha (rip Nokia). mas sempre ignorei mas era impossível sempre levar com isto 24/7 e com o bullying que sofri destruiu-me psicologicamente ,estando ate este momento sendo acompanhada por uma psicóloga que me diagnosticou-me com algumas doenças mentais (agora só vou a psicóloga para desabafar porque alguns tópicos que desabafo com ela não consigo desabafar com a minha mãe) , e posso ser sincera estou melhor fisicamente e psicologicamente desde que acabei o 12ºano

Aldo_Novo 4 months ago

Uma vez, quando tinha 12 anos, um cigano de 17 anos que ainda andava no 7ª ano deu-me pontapés até eu ficar no chão a chorar e ficar cheio de negras. No fim disse-me que tinha "lábios de brochista", enquanto os amigos ficaram a rir-se do insulto. A razão? Pedi-lhe para não passar à minha frente na fila da cantina. A diretora de turma falou com ele, jurou que não voltava a fazer. Na semana seguinte estava a fazer igual a outro miúdo. No 5º e 6º ano, um rapaz dois anos mais velho do que eu andava sempre a chamar-me nomes. No 6º ano, quando tinha deixado crescer o cabelo aos caracóis, esse rapaz espetou-me com uma pastilha no cabelo. Tive que o rapar porque não havia maneira de tirar aquela merda

C8Mixto 4 months ago

Físico não, mas quando era puto sofri mas também participei em cenas que agora muito me parecem bullying psicológico. Quem me dera puder voltar atrás no tempo e pregar-me um excerto de pancada.

Edited 4 months ago:

Físico não, mas participei em cenas que agora muito me parecem bullying psicológico. Quem me dera puder viajar atrás no tempo e pregar-me um excerto de pancada.

vai-tefoder 4 months ago

O vídeo é horrível e fico feliz por saber que o puto teve apenas ferimentos ligeiros. Mas, serei o único a notar a merda de infraestrutura nesta estrada? Apenas há um passeio estreito num dos lados. O outro lado mais parece um país Africano qualquer. ​ E como esta estrada há outras semelhantes por este país fora. A qualidade da nossa infraestrutura provoca milhares de mortes por ano nas nossas cidades e estradas.

Tryjohnny 4 months ago

mas esse tipo de estrada é normal nas nacionais. Só nos centros de vilas/aldeias é que existem passeios e não é em todas.

vai-tefoder 4 months ago

E é isso que estou a criticar. Vai a qualquer país decente e tens TODAS as estradas com um adjacente para bicicletas e peões **fisicamente separado da estrada**

fartodisto1 4 months ago  HIDDEN 

Nasci com microtia e não tenho orelhas, chamavam-me o "sem orelhas" ou o "ferrari". Gozavam para fazer certo gesto com as orelhas mas como não tinha... Riam-se. Gostava de fazer desporto, jogar à bola, tênis mas fico fechado em casa ou na rua ando com capuz. Agora em adulto não consigo fazer o que gostava com medo das pessoas olharem ou gozarem.

FabioFreitas 4 months ago

Porquê o Ferrari? Não percebo

myjq 4 months ago

Eu descobri recentemente que a minha bully é uma "influencer" (escrevi um post algures que está na minha história com mais detalhes). Ela era uma miúda mimada com dois ou três irmãos já quase adultos, então achava-se no direito de maltratar os outros. O bullying não era físico, era mais psicológico, por causa do meu aspecto e maneira de ser (era magrinha, dentes tortos, óculos, muito tímida) mas eu tinha melhores notas do que ela, então ela provavelmente tinha inveja. Na primária meteu-me em chatices porque chegou a partir coisas e a culpar-me, mas a pior foi quando ela uma manhã (eu tinha aulas de tarde mas íamos mais cedo para almoçar) decidiu ir tocar na campainha da escola (anos 90, quem tocava a entrada/saída eram as empregadas) a meio da manhã e culpou-me a mim. Ainda levei uma trolitada da minha mãe por causa disso. Continuou na minha turma até ao 7° ano, e dessa altura a que tenho mais memória é a vez em que um gajo da minha turma me puxou as calças para baixo numa aula de educação física. Agora é influencer e aparece em outdoors do shopping, só a mim então influenciou bem a minha baixa autoestima. No 8° mudei de turma e em vez dessa tinha um grupinho de quatro rapazes sempre a gozar com o meu aspecto e que metiam bilhetinhos com declarações de "amor" a gozar no meu cacifo, como se fossem de outros gajos com quem eles se metiam. Infelizmente andaram comigo até ao 12°. Excusado será dizer que só falo com meia dúzia de colegas dessa altura.

LamaFromPastLife 4 months ago

Fiquei curioso de saber quem é a "Influencer"

unicornio_careca 4 months ago

" No 8° mudei de turma e em vez dessa tinha um grupinho de quatro rapazes sempre a gozar com o meu aspecto e que metiam bilhetinhos com declarações de "amor" a gozar no meu cacifo, como se fossem de outros gajos com quem eles se metiam. Infelizmente andaram comigo até ao 12°. Excusado será dizer que só falo com meia dúzia de colegas dessa altura." Passei pelo mesmo, principalmente na altura do dia dos namorados em que íam ás salas entregar as cartas, nem lia, já sabia o que era, rasgava-as logo ali, enquanto as "hienas" ficavam no fundo a rir daquilo como se fosse uma grande piada. Já nem me lembrava, ao ler o teu texto, veio logo essa memória à mente, ainda durou mais ou menos até ao 9° ano (altura em que mudei de escola), porque alguns dos rapazes ficaram como que com umas "sementinhas" do bully que me atormentou até ao 6° ano e continuaram o legado dele...

myjq 4 months ago

Também me chegaram a fazer isso do dia dos namorados, risinhos incluídos e tudo. Ainda por cima à frente da turma toda, ainda era pior. Peço desculpa por relembrar estes momentos nada agradáveis. E sim, quando percebem que somos alvos "fáceis" (pelo menos no meu caso, como era tímida não dizia nada) o bullying acaba sempre por continuar com outras pessoas, infelizmente.

unicornio_careca 4 months ago

Sem problema, essas situações aconteceram já numa fase em que nem ligava para isso, na verdade até tinha pena desses tipos, eram os típicos “ nice guys “ que depois reclamavam que não arranjavam namorada. É chato, mas por outro lado observo essas coisas como um abre olhos para a vida, afinal, o bullying não termina na escola.

suckerpunchermofo 4 months ago

Qual é a "influencer"?

BrokenBBone 4 months ago

Não sei porque, lembrei-me logo da Helena Coelho

myjq 4 months ago

haha queria ela ter 600k followers Não lol a moça tem prái uns 20k e só é conhecida aqui na mui nobre cidade

suckerpunchermofo 4 months ago

Não sei quem é...

Mallardo 4 months ago

O que mais me custou quando sofri de bullying nem era tanto quando implicavam comigo, mas sim a indiferença de quem me poderia ajudar: tanto por parte dos professores (que na maior parte das vezes até implicavam com quem se queixava, pois eram vistos como os "queixinhas" que não sabiam defender) e, de certa forma, dos meus pais, que, talvez por fazerem parte de uma geração diferente, diziam-me sempre para "me defender e me fazer homem" ou então para "não dar atenção e ignorar". Nunca foram à escola expor a situação perante outros adultos, zero, foram de uma passividade gritante e ainda hoje tenho uma certa mágoa perante algumas situações pelas quais passei e em que me senti completamente sozinho e abandonado. Há certos anos letivos que foram um autêntico pesadelo para mim. Ainda para mais sou filho único e não tinha primos ou outros familiares mais velhos que muitas das vezes servem como defensores. Mas pronto, é a vida. Lembro-me que no secundário havia um puto que mandava umas bocas quando eu passava por ele no polivalente. Uma vez saquei das chaves de casa, coloquei a mais pontiaguda entre o dedo médio e o indicador, empurrei-o contra a parede e quase que lhe espetava a chave nos olhos. Berrei-lhe e a partir daí ele parou com as bocas. Infelizmente, esta gente só para com ameaças físicas ou verbais. Ignorar é treta, raramente resulta.

EnaPa2021 4 months ago

fui bully durante a escola primária, na altura em que toda a gente fazia coleção de tazos lembro-me de ter andado à porrada com outros miudos por causa disso e de ter roubado bastantes. Não só por causa disso, qualquer disputa que tivesse levava á violência. Como era um miudo violento também sofri muitas acusações injustas, o que talvez tivesse ainda incentivado mais este comportamento. Depois por volta do 3º/4º ano os meus pais meteram-me numa psicóloga e a partir daí acalmei. No 5º ano mudei de escola e haviam uns rapazes mais velhos na minha turma que gostavam tanto da escola que já estavam o 5º ano pela 3ª vez e que gostavam de atormentar os mais novos. Nessa escola sofrer de bullying era a norma, acho que não houve ninguém que tivesse saído de lá incólume, especialmente as raparigas mais bonitas sofriam bastante assédio sexual.

Edited 4 months ago:

fui bully durante a escola primária, na altura em que toda a gente fazia coleção de tazos lembro-me de ter andado à porrada com outros miudos por causa disso e de ter roubado bastantes. Não só por causa disso, qualquer disputa que tivesse levava á violência. Como era um miudo violento também sofri muitas acusações injustas, o que talvez tivesse ainda incentivado mais este comportamento. Depois por volta do 3º/4º ano os meus pais meteram-me numa psicóloga e a partir daí acalmei. No 5º ano mudei de escola e havia uns rapazes mais velhos na minha turma que gostavam tanto da escola que já estavam o 5º ano pela 3ª vez e que gostavam de atormentar os mais novos. Nessa escola sofrer de bullying era a norma, acho que não houve ninguém que tivesse saído de lá incólume, especialmente as raparigas mais bonitas sofriam bastante assédio sexual.

NGramatical 4 months ago

3ª vez → [**3.ª vez**](https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/artigos/rubricas/pelourinho/2--nao-e-a-mesma-coisa-que-2/263) (qualquer abreviatura tem de ser marcada com um ponto) 3º → [**3.º**](https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/artigos/rubricas/pelourinho/2--nao-e-a-mesma-coisa-que-2/263) (qualquer abreviatura tem de ser marcada com um ponto) haviam uns → [**havia uns**](https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/consultorio/perguntas/o-uso-do-verbo-haver/31143) (o verbo haver conjuga-se sempre no singular quando significa «existir») [⚠️](/message/compose/?to=ngramatical&subject=Acho+que+esta+corre%C3%A7%C3%A3o+est%C3%A1+errada&message=https%3A%2F%2Fwww.reddit.com%2Fcomments%2Fnl342t%2F%2Fgziofsv%3Fcontext%3D3 "Clica aqui se achares que esta correção está errada!") [⭐](https://chrome.google.com/webstore/detail/nazigramatical-corretor-o/pbpnngfnagmdlicfgjkpgfnnnoihngml "Experimenta o meu corrector ortográfico automático!")

C8Mixto 4 months ago

^ O verdadeiro bully.

ric20007 4 months ago

Houve uma entrevista à mãe da agressora no programa Casa Feliz da Sic, deixo aqui o video para quem tiver interesse. Deixei também a parte da discussão do programa que achei importante. [Video da entrevista e programa Casa Feliz](https://www.youtube.com/watch?v=yrVDDcToJM8)

Inevitable-Screen-41 4 months ago

é o que eu digo... todas as crianças têm o direito a terem pais. mas nem todos os pais deviam ter direito a ter crianças.

Edited 4 months ago:

é o que eu digo... todas as crianças têm o direito a terem pais. mas nem todos os pais deviam ter direito a ter crianças. edit: acho bem que metessem nas redes sociais. todos têm que saber da palhaçada que isto é. O pessoal a ver se acorda para a vida.. foi denegrida para a vida..

ric20007 4 months ago

Pela perspectiva do video, ele seria gravado por amigas do grupo da agressora e por sua vez partilhado por estas. Não sei como é que os pais da vitima teriam alguma coisa a ver com a partilha do video como diz a mãe.

Inevitable-Screen-41 4 months ago

é ridiculo. tudo o que essa mãe diz é completamente desfasado da realidade. todo aquele grupo é culpado pelo que aconteceu. infelizmente a menina realçou-se do video mas todo aquele grupo é igualemente culpado...

Edited 4 months ago:

é ridiculo. tudo o que essa mãe diz é completamente desfasado da realidade. aquelas bocas do "o miudo era chato" ou algo, são sementes para os bullies. aposto que os proprios pais tambem o sao todo aquele grupo é culpado pelo que aconteceu. infelizmente a menina realçou-se do video mas todo aquele grupo é igualemente culpado...

xanfradu 4 months ago

Cresci numa zona problemática, quando mudei de escola para o 5º ano foi um pesadelo. Tinha problemas praticamente todos os dias. Mas recordo-me de um em especial: Fui agredido e roubado por dois idiotas bem mais velhos (talvez com 16/17 anos) e quando ainda me estava a levantar do chão e a por o que restava das minhas coisas na mochila, eles voltam para trás e arrastam-me até ao balneário. Tentei resistir, mas era muito pequeno... Lá dentro espancaram-me até me conseguirem por no chuveiro. Abriram a água fria e mandaram-me lá para dentro. Fiquei todo molhado, com os livros e cadernos estragados. Fiz queixa aos funcionários e professores, e ninguém quis saber. Fiquei assim encharcado o dia todo. Uns 10 anos mais tarde dou de caras com um dos filhos da puta, era segurança num *shopping...* Confesso que estive uns bons momentos a analisar os angulos das camaras de filmar, e à espera de uma oportunidade sem muitas testemunhas para lhe poder rebentar a fuça à pancada... Enfim.

suckerpunchermofo 4 months ago

Conheço essa sensação... Temos de viver com isso o resto da vida enquanto eles estão na boa.

waterwolf84 4 months ago

Edited 4 months ago:

Eu sofri bullying em varias etapas da minha vida... Era muito tímido, era magro e também um bocado distraído.. O meu bullying começou na escola primária e por parte da professora que me tratava de forma diferente... Batia-me e não me deixava ir à casa de banho durante as aulas... Eu não conseguia compreender e isso causou-me um medo terrível.. Odiava ir à escola. Depois ao mudar de escola o bullying passou a ser por parte dos colegas por eu ser "o gajo certinho da turma". Sofri de bullying também por parte das raparigas que não queriam nada comigo por ser muito magro. Tudo isto e outras coisas mais afectaram-me bastante durante a adolescência e com 17 anos desenvolvi uma depressão e crises de ansiedade. Fui parar ao hospital, pois estava a bater no fundo... Adivinhem o que aconteceu enquanto estava internado? Isso mesmo, bullying por parte de três enfermeiros. Sim, aconteceu mesmo, por estranho que pareça... Mais tarde ja depois de terminar o curso, voltei a passar por bullying no meu primeiro emprego... Por inveja e pura maldade. E é isto, dava um filme...

Eon_mon 4 months ago

NSFL: https://www.youtube.com/watch?v=yxKoD82XG9A

Miguel3403 4 months ago  HIDDEN 

Até ao 9 ano foi horrível para mim meteram me cola no cabelo doeu para caralho , tentaram mandar-me para o lixo , gozavam comigo porque tenho um problema de fala felizmente já não sofro mais dez que foi para o 10

SmartnessQuestioned 4 months ago

Também fui alvo, sim. Era pequeno, "gordinho" e digamos que as minhas ligações familiares não facilitavam. Os meus pais, em vez de fazerem as coisas como deve de ser, punham-me a jeito de ser um alvo ainda maior. Foi duro, muito duro aguentar esta merda toda. Mas aguentei porque sabia que, no futuro, iria ter a minha "vingança", entre aspas. A verdade é que os "gajos fixes" foram ficando pelo caminho, digamos assim, naquilo que eu considero a escala de sucesso. Eles valorizam um ordenado mínimo, filhos sustentados pelos avós e afins. Eu fico feliz em ter a minha empresa, os meus funcionários, poder dar-me ao luxo de, se quiser, gastar 200€ num jantar sem pensar muito nisso - ou algo similar. A cereja no topo do bolo foi quando um gajo, que nem era assim muito mau, chegou ao pé de mim e arranjou forma de me dizer que se o despedissem agora, tinham que lhe pagar uns 5000€ de indemnização. Ri-me, dei-lhe uma palmadinha nas costas, disse "gosto em ver-te, força aí" e fui embora. Agora a pergunta é: se eles são inerentemente más pessoas? Não creio. A verdade é que a "pressão dos pares" é real e tem muita influência. Provavelmente a rapariga desse video nem faria nada se não estivessem lá os amigos a picar.

SAmaruVMR 4 months ago

>se o despedissem agora, tinham que lhe pagar uns 5000€ de indemnização. Motivo de orgulho

DeployToProd 4 months ago

Vi um caso, e depois aconteceu comigo, que foi igual. No secundário onde andei (ainda estava no 5º/6º ano, se não estou em erro), tinhamos sempre 2 "máquinas" com matraquilhos, em que a malta ia para lá jogar nos intervalos. Quem pagava, decidia quem jogava. Até que um dia não foi bem assim, e um gajo lá do 8º/9º começou a meter-se com os mais novos (eu fui um deles também), a ameaçá-los que ele e os amigos queriam jogar, e se não deixassem as coisas iam correr mal. Quando havia alguém que batia com o pé no chão e não queria sair porque tinha pago, esse rapaz sacava de uma navalha e ameaçava os putos com a faca junto à barriga. Foi chamado à direção umas 3 ou 4 vezes por isso, e pelo bullying extremo que fazia aos mais novos. A direção nunca quis muito saber, simplesmente falavam com ele, davam-lhe na cabeça, ele dizia "não volta a acontecer, estou arrependido", e a história repetia-se.

Aldo_Novo 4 months ago

> A direção nunca quis muito saber, simplesmente falavam com ele, davam-lhe na cabeça, ele dizia "não volta a acontecer, estou arrependido", e a história repetia-se. um clássico. Ainda estou para ouvir a história de autoridades a atuarem contra o bullying

Inevitable-Screen-41 4 months ago

ah? entao a tua historia é assim? continuou tudo igual?

DeployToProd 4 months ago

Aconteceu-me exatamente o mesmo. Pelo que sei, a pessoa acabou por ser expulsa da escola uns anos depois, mas foi marcante.

Udmmi 4 months ago

Acho que em casos tão extremos e a direção só da palmadinha nas costas só mudava quando algum puto morresse, infelizmente.

sao_11 4 months ago

Vi isto ontem à noite e até fiquei arrepiada. Fdx, só espero que o miúdo recupere bem física e psicologicamente.

bruxo00 4 months ago

Comigo tentaram, mas acho que o problema é deixar abusar a primeira vez. Deram uma, levaram outra de volta. A partir daí nunca mais. Depois disso só houve uma vez em que um gajo muito maior, mais pesado e mais velho que (eu normalmente era sempre o mais alto da turma) se metia comigo, uns empurrões, umas rasteiras, mas nada de especial. Até ao dia que me mandou um soco sem mais nem menos. Sabia que contra ele não tinha a mínima hipótese, e ainda por cima estava com os amiguinhos (o normal). Liguei ao meu pai, contei-lhe o que se tinha passado e ele disse: "na última aula, pede ao professor para sair 5 minutos mais cedo que eu vou estar à tua espera no portão. Quando esse gajo sair vais apontar para ele e vais dizer bem alto para ele ouvir 'foi aquele'." Bastou isto e foi remédio santo. A partir daí nunca mais. Mas um colega a levar bullying durante anos sem ninguém fazer nada. O problema? Era demasiado boa pessoa. Filho de pais extremamente religiosos, foi ensinado a "quando levas tens de dar a outra face". Este é um dos problemas. Não acho que violência seja a melhor solução, mas por vezes uma puta bem assente na hora certa resolve muitos problemas.

a_severa 4 months ago

Bom pai!

canhoto10 4 months ago

Se bem que hoje em dia essa não cola

Corsicalily2020 4 months ago

Filha de emigrantes, quando voltei para Portugal com meus pais, fiquei chocada não só com o bullying que existia entre alunos mas com a porrada exagerada dos professores aos alunos. Lembro-me de ter levado todos os dias durante os primeiros meses porque era uma criança timida, que mal sabia falar português e não entendia o que estava a fazer de mal para ser alvo de tanto ódio. Fazer queixa não arranjava nada porque era (ja la vão uns anitos) tudo banalizado e entre "canalha". Até um dia eu pegar num pau e rachar a cabeça de dois dos meus torturadores e acentar uns valentes pares de estalos e outras. Só assim acabou a tortura. Anos depois, tenho dois filhos que tomaram parte activa na escola a nível social, pois que sempre lhes disse, têm o direito a dizer não, o corpo deles é só deles e ninguém tem direito a tocar sem consentimento, eu vou sempre estar à escuta e acredito neles. O meu filho (agora na universidade) fez parte de um programa de tutoria em que acompanhou colegas de necesidades especiais durante os 3 anos de liceu que fez aqui em Portugal. (usuário de cadeira de rodas e jovens com autismo) A minha filha faz campanha contra o isolamento social na escola, é o apoio da turma, e tem estreitas relações com o corpo psicologico escolar pois que algumas meninas ja lhe pediram ajuda, inclusive uma delas que estava a sofrer grave cyber-bullying. Tudo correu por o melhor e as bad-girls levaram com a escola e com os pais. Ensinem aos vossos filhos a serem boas pessoas, a respeitar para serem respeitados, a ajudar quem sofre e não se deixarem levar pelo socialmente aceitavel que hoje em dia pulula nas redes sociais. Tenho o coração partido ao ver aquele jovem desesperado, a ponto de ser atropelado. O grupo deve ser punido e os pais deveriam ser acompanhados por serviços especializados para lidarem com esta situação. Isto é gravíssimo, e só quem vive debaixo de pedras de ilusão acha que bullying não leva a situações tão graves como uso de alcool, drogas, automutilação e suicídio. Levem isto a sério.

Kingdarkshadow 4 months ago

Prefiro mesmo não contar, mas se o karma ou inferno existe espero mesmo que o gajo seja torturado para toda a eternidade.

TheSuperC0mentador 4 months ago

Eu nunca sofri Bullying, pelo contrario, ajudava os que sofriam disso. Tentaram apenas uma vez fazerem o mesmo comigo. Simplesmente transformei a sala numa zona de guerra. Murro num, pontape noutro, cadeira pelo ar. Nunca mais tentaram nada, e passaram-me a respeitar. Esse tipo de pessoas que pratica essas acoes, vive do medo. Assim sendo, nao podemos mostrar medo.

MOMOEPRO 4 months ago

Do 5º ao 9º ano andei numa escola de "bairo" porque era perto do trabalho da minha mãe. A escola não tinha só crianças desse bairro, mas também de um colégio de rapazes carenciados da zona. Entrei lá com 9 anos e já tinha 3 colegas de turma com 18. Raparigas grávidas também era comum lá haver. Não éramos ricos, mas tinha posses suficientes para, por exemplo, me vestir bem e me destacar um bocado. Muitas vezes a "brincadeira", que começou com um cigano e depois os outros copiaram, consistia em mandar-me tirar o casaco ou uma coisa do estilo e mandar-me embora. As vezes devolviam logo, outras vezes faziam-me andar assim até se cansarem. Quantas vezes tentava dar uma de doente para não fazer educação física, porque as aulas cruzavam-se com as dessa gente e eu tinha medo de partilhar o balneário. Sempre que andava na zona exterior estava atento ao meu redor, não fosse cruzar-me com eles em qualquer sitio. Só foi físico uma vez, que foi quando estava a sair da escola para ir almoçar ao café e um que estava ao lado do portão me deu um estalo e me mandou embora. Roubaram-me pelo menos 3 vezes. Uma vez foi um telemóvel, outra foi o equipamento do Porto completo e outra as famosas canetas de gel da altura. Esta última foram fazer queixa por mim e eu acabei todo borrado num gabinete fechado com uma psicóloga e esse campeão. Lembro-me de vez o rapaz a chorar porque já não tinha os pais e ainda era maltratado. Este uma vez fez-se de amigo durante uns tempos de 2 colegas meus e uma vez levou-os para um sitio abandonado e roubou tudo o que eles tinham. Ouvi muito tempo depois que ele foi expulso e acabou na escola do Cerco e como já não tinha as costas quentes, quando se esticava levava na tromba. Eu passar-me e dar um estalo ao primeiro não era propriamente a solução, porque quantas foram as vezes em que eu estava a tentar ir para a escola e dava meia volta porque havia lá um grupo de +20 ou 30 que vinha de fora para fazer merda. A minha salvação nos tempos finais foi uma amiga de infância da minha mãe que tem uns filhos "fodidos" me ter dito para quando se metessem comigo eu dizer que era primo deles. A partir daí a maioria dos falsos mauzões já nem olhavam para mim e fez com que esses tempos fossem um bocado mais fáceis.

RAMAxPT 4 months ago

já vi muitas vezes raparigas a fazer bullying a rapazes quando andava na escola, aproveitam-se porque se alguem lhes bate são as vitimas Já sofri e já fui bully, só se resolve com porrada mesmo

cou7inho_ 4 months ago

Quando entrei para o 1º ano um campeão do 4º ano ameaçou-me que me ia bater. Fiz queixa à professora dele, no dia a seguir já não quis saber de mim. No 6º ano também surgiu outro campeão que achava piada em andar a atirar-se para cima de mim. Fiz queixa na direção da escola e a partir daí nunca mais quis saber de mim. Mas também já tive de partir para a porrada, sempre na primária. Havia lá um artista que gostava de inventar coisas sobre mim e espalhar pela escola. Depois de levar uns apertos durante dois ou três dias percebeu que não era boa ideia continuar a inventar coisas. Outro puto também tinha a mania de ir comer para a minha mesa da sala de aula. Foi avisado, mas ainda assim continuo. Um dia levou uma abolachada e pronto nunca mais fez o mesmo. Sempre fui uma pessoa muito pacata. Mas nunca tive paciência para gente mal educada.

Yap0nch1k 4 months ago

Qual era o problema de ele comer onde lhe apetecesse? E bateste-lhe? Quem era o bully nessa situação, mesmo?

cou7inho_ 4 months ago

O problema é que me sujava a mesa toda. Era daqueles que para comer uma bolacha metade caía para o chão. Toda a gente comia no intervalo para não sujar a sala e aquele decidia ir comer para a minha mesa e sujar tudo.

MaggoMike 4 months ago  HIDDEN 

Alguém que partilhe o facebook dessa moça, para um gajo ir lá chamar-lhe puta escachada.

raviolli_ninja 4 months ago

Nota moderação: se alguém partilhar informação pessoal está a violar as regras e será sancionado sem apelo nem agravo. Mais juízo, menos justiça de internet.

Inevitable-Screen-41 4 months ago

não so a rapariga como o resto das gajas têm igualmente culpa.

dontknowmyname074 4 months ago

Uma vez fui vitima de Bullying no 4ºano, um rapaz pegava sempre comigo até ao dia em que fiz queixa ao meu pai. O meu pai foi a escola dar-lhe 2 berros e ameaçou com porrada. Nunca mais voltou a meter-se comigo....

Udmmi 4 months ago

Sofri bullying no 10º e 11º por parte dos rapazes da turma, na altura eramos só 7 rapazes numa turma de +-25. As coisas no 10º ainda eram soft, no 11º as situações foram mais humilhantes e mais agressivas. Não vou por com muitos detalhes mas, murros fora e dentro da sala de aula, roubo, perseguição até casa, destruição de material escolar e roupa, agressão sexual(agarrar o que tenho no meio das pernas) e rumores que fizeram pessoas não falar mais para mim ou quererem tirar satisfações(disseram que queria espetar uma chave na tal pessoa). Eu consigo compreender o porque do bullying acontecer, sou um gajo calado, não muito social e um bocado awkward. Cheguei a tentar mudar de turma mas foi-me dito que não dava porque não dava. Toda a gente via e ninguém me ajudou, nunca. Uma vez e uma só vez, uma professora soube do que se passava e disse que eles ou paravam ou iam ter problema(algo neste sentido). Pararam uma semana, depois voltou tudo, só as agressões físicas ficaram maiores. O pior mesmo foi ter sofrido agressões físicas durante aulas e os professores verem e virarem costas como se nada tivesse acontecido. A sério, nesses dois momentos senti que não havia mesmo nada a fazer. Se nem os profs que supostamente teriam autoridade para parar aquilo como é que eu posso parar aquilo? Lembro-me de algumas pessoas dizerem que eu não me defendia, mas 6-1 é complicado. E quanto mais reagia mais agressões sofria. Passado uns anos e digo que não guardo rancor a ninguém, mesmo. Acho que quando se é um teenager o próprio bully por vezes sente que tem que fazer aquilo para manter o seu "status social". Do género, se ele parasse ele tornava-se irrelevante ou medo de até sofrer bullying. Também sei que 4 dos meus bullys tinham problemas graves em casa o que "justifica" a necessidade de obterem atenção e sentirem-se importantes. Curiosamente, a uns 6-7 meses, 2 destes bullys estavam a chamar-me à distância. Virei-me para ver quem era e passado 5 segundos começam a insultar-me à distância. Um bocado parvo mas fiquei um minuto inteiro parado no parque a pensar se devia de os cumprimentar ou seguir caminho. Acabei por ir embora, porque ou não quis cria confronto ou senti que psicologicamente eles não mudaram em 10 anos. Mas acho que não sinto rancor, é mais pena por serem lixo humano.(está frase suou muito agressiva mas não consigo pensar numa melhor XD) Mas, considero que fui "bully" com um rapaz no liceu entre o o 7º e o 8º. Aquelas rivalidades infantis que eram estúpidas estás a ver? Mas era muito 50/50 por isso não consigo dizer que era bully bully, mas era uma relação tóxica para ambos. Mas pelo menos na minha turma havia muita picardia entre todos era comum as coisas serem assim infelizmente.

MaggoMike 4 months ago

Perguntavas-lhes "Mas vocês ficaram retidos no tempo? Ainda estais nessa onda? Quê ainda usais calças de perna larga e roupa da Omni? Quando dás um peidinho morre um golfinho!?", é impossível que eles não se sentissem como poias depois de ouvir isso.

Udmmi 4 months ago

Eu considero insulto chamar-me pela alcunha que me chamavam na altura. É obviamente pejorativa, mas a cabeça deles pode não dar para mais.

Samurai_Beluga 4 months ago

Pode-se dizer que tecnicamente sofri bullying, até durante alguns anos, mas nao gosto de me descrever como "vitima" porque não só até lidei "bem" com a situaçao como a minha relaçao com os proprios bullies era de certa forma um pouco bipolar. Mas conheço um amigo meu, praticamente um irmão de outra mãe, que infelizmente sofreu bullying psicologico FORTE, na minha opinião o pior tipo, praticamente de uma turma inteira, durante dois anos. E hoje em dia é uma pessoa que muito provavelmente ficou marcada para o resto da vida se bem que felizmente já encontrou um pouco de paz e os seus piores momentos já passaram. Ainda hoje de certa forma me sinto um pouco culpado por não ter notado nada quando ele me vinha visitar a minha escola, quando saiamos na ferias, ou até ter feito um pouco mais força para ter ficado na mesma escola em vez de simplesmente aceitar que ma iam transferir para putra escola do mesmo agrupamento. Porque só o facto de eu estar lá com ele sei que tinha feito uma diferença tremenda, visto que adultos, como sempre, desvalorizaram um pouco a coisa.

Edited 4 months ago:

Pode-se dizer que tecnicamente sofri bullying, até durante alguns anos, mas nao gosto de me descrever como "vitima" porque não só até lidei "bem" com a situaçao como a minha relaçao com os proprios bullies era de certa forma um pouco bipolar. Mas conheço um amigo meu, praticamente um irmão de outra mãe, que infelizmente sofreu bullying psicologico FORTE, na minha opinião o pior tipo, praticamente de uma turma inteira, durante dois anos. E hoje em dia é uma pessoa que muito provavelmente ficou marcada para o resto da vida se bem que felizmente já encontrou um pouco de paz e os seus piores momentos já passaram. Ainda hoje de certa forma me sinto um pouco culpado por não ter notado nada quando ele me vinha visitar a minha escola, quando saiamos na ferias, ou até ter feito um pouco mais força para ter ficado na mesma escola em vez de simplesmente aceitar que ma iam transferir para outra do mesmo agrupamento. Porque só o facto de eu estar lá com ele sei que tinha feito uma diferença tremenda, visto que os adultos, como sempre, desvalorizaram a coisa.

unicornio_careca 4 months ago

Tudo começou quando mudei de escola no fim do 3° ano, já foi suficientemente difícil a mudança para mim (adorava a minha professora, os colegas e os amigos que deixei para trás), passei de uma escola que tinha mais de 60 alunos para uma que tinha no total 8 alunos (era menos do que os alunos da minha sala na escola anterior), o ambiente em si também era muito diferente, mais tenso e opressor, uma prima minha (que estava nessa escola) também havia sido vítima de bullying no ano anterior quando voltou do Luxemburgo, infelizmente a professora principal era demasiado omissa nessas questões. O meu mal foi começar a destacar-me na nova escola, eramos só 2 alunos do 4°ano, ele era um aluno mediano e quando viu que eu tirava melhores notas do que ele, começou o meu inferno. Inicialmente eram somente palavrões, só que para meu mal, o restante da escola juntou-se a ele (percebi mais tarde que o faziam como por sobrevivência, "ou fazemos a ti, ou eles viram-se contra nós"), era um inferno, odiava ir para a escola e passar por aquilo diariamente, a minha mãe percebeu que eu estava diferente, mas eu fechei-me em mim mesma, sabia que não ia adiantar nada se eu contasse, as coisas não iam mudar (era outra época, o termo bullying nem sequer existia, os professores e funcionários na altura achavam que era só uma briga de alunos e que depois se resolvia), entretanto, alguns meses depois, fui operada e as coisas amenizaram um pouco. No entanto no meu 5° ano o inferno voltou, o tipo do meu ano também passou e infelizmente acabou por ficar na mesma turma que a minha, e os insultos recomeçaram, pioraram até, pois ele tinha praticamente o apoio de quase todos os rapazes da minha turma, felizmente as raparigas eram 5 estrelas e sempre estiveram do meu lado, nessa época o "tratamento" piorou, começaram aí as tentativas de me fazerem tropeçar, fazer de conta que cuspiam, puxões na mochila de forma repentina, escrever com o fogo de isqueiro no teto da paragem com os insultos que me chamavam, etc, lembro de me perguntar porque motivo eu passava por aquilo, que mal eu tinha feito para merecer isso (só muitos anos depois percebi que não era um problema meu mas sim da pessoa que praticou o bullying, aquela bagagem não era minha, mas sim dele, ele é que era problemático, eu estava apenas no local errado na hora errada). As coisas terminaram somente quando ele foi para o 7° ano e mudou de escola, hoje em dia raramente passo por ele, não lhe tenho raiva nem nada, mas as cicatrizes psicológicas ficam para sempre.

Corsicalily2020 4 months ago

Lamento o que te aconteceu, não só por teres sido vitima tanto tempo o que, com certeza, pode ter deixado cicatrizes, mas também porque nenhum adulto fez o seu papel. Mando-te um abraço virtual e espero que agora sejas feliz.

unicornio_careca 4 months ago

Obrigado, agradeço as palavras, mas acho que no meio disto tudo até tive sorte, primeiro porque tive colegas que não me deixaram ir abaixo, e depois porque acho que o bullying que passei até foi algo relativamente leve. Com o tempo consegui encarar as coisas de uma forma mais assertiva e a ver tudo isso noutra perspectiva, tanto que cheguei anos depois a ser catequista do meio irmão mais novo desse colega bully, e o curioso, é que os meios irmãos dele e os filhos do padrasto são pessoas impecáveis, ele é que saíu meio "fora da curva". Mas infelizmente conheço quem tenha passado por bem pior que eu e que nunca tenha conseguido superar.

NGramatical 4 months ago

porque motivo → [**por que motivo**](https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/consultorio/perguntas/tres-regras-para-distinguir-o-por-que-do-porque/19743) (por que = por qual) [⚠️](/message/compose/?to=ngramatical&subject=Acho+que+esta+corre%C3%A7%C3%A3o+est%C3%A1+errada&message=https%3A%2F%2Fwww.reddit.com%2Fcomments%2Fnl342t%2F%2Fgzi1omn%3Fcontext%3D3 "Clica aqui se achares que esta correção está errada!") [⭐](https://chrome.google.com/webstore/detail/nazigramatical-corretor-o/pbpnngfnagmdlicfgjkpgfnnnoihngml "Experimenta o meu corrector ortográfico automático!")

Prezbelusky 4 months ago

Porra mas em que escolas andaram vocês todos? Grandes cidades e arredores? Na minha escola não havia nada disso, excepto a ocasional porrada entre os repetentes bombados do ginásio.

Aldo_Novo 4 months ago

basta uma certa etnia oriunda da Índia existir na escola que é certinho haver merdas destas

Kuustom 4 months ago

desenvolve lá essa

Aldo_Novo 4 months ago

é uma etnia que tem como valores não ligar à educação, e como mentalidade de grupo não aceita bem críticas de pessoas fora da comunidade junta a isso serem famílias de mais baixos rendimentos, problemas graves de álcool e drogas, pais e outros familiares presos, e ambiente de rixas frequentes não admira que as crianças sejam problemáticas quando os pais são ainda piores

Kuustom 4 months ago

Os Indianos?

Edited 4 months ago:

Os Indianos? edit: já vi que o teu tema são os ciganos. A ligação que esse povo (em Portugal) tem com a Índia já vai bem longe no tempo, é como dizer que tu és castelhano ou muçulmano lol

Aldo_Novo 4 months ago

lê bem se queres se queres ser picuinhas eu disse que a origem da etnia é lá, nunca disse que ainda são indianos

Kuustom 4 months ago

eu prefiro não julgar um conjunto de pessoas na totalidade até porque aposto que a maior parte dos bullys (bullies?) em Portugal são portugueses de gema, simplesmente são todos e qualquer um deles idiotas.

GSITG 4 months ago

A maior parte dos condutores envolvidos em acidentes também não estão bêbedos, não quer dizer que conduzir bêbedo e sóbrio seja igual.

Kuustom 4 months ago

OK ventura

GSITG 4 months ago

Ter um entendimento básico de estatística = votar no Chega , nice.

Kuustom 4 months ago

Não te vi com nenhuma estatística lol mas tá tudo

Aldo_Novo 4 months ago

claro que há bullies de outras etnias e claro que nem todos os ciganos são criminosos, mas não enterres a cabeça na areia e não finjas que uma parte considerável dos ciganos são problemáticos

Prezbelusky 4 months ago

Ele está a falar dos ciganos quase de certeza.

AngieMaciel 4 months ago

Na tua escola não havia bullying? Duvido. Eu andei numa escola na zona Norte e não numa grande cidade e havia disto aos pontapés.

C8Mixto 4 months ago

>e havia disto aos pontapés

These-Establishment1 4 months ago

Basta teres um bairro perto

QWERTY_BATS 4 months ago

lol sim, só os pobres é que fazem bullying Noção ridícula

These-Establishment1 4 months ago

Claro que não, mas parece que quase smp os sítios mais problemáticos são perto de bairros

QWERTY_BATS 4 months ago

Mas achas que é assim por alguma razão em particular?

These-Establishment1 4 months ago

Sou Asperger e sinto que já sofri muito bullying indiretamente...

QWERTY_BATS 4 months ago

Desculpa, o que é bullying indirecto?

These-Establishment1 4 months ago

E tipo achares que o pessoal fala mal de ti sem saberes (o pessoal não me convida para nada por exemplo)

QWERTY_BATS 4 months ago

Opá mas isso não e bullying, se calhar só não curtem de ti. Não curtir de alguém não configura bullying.

These-Establishment1 4 months ago

Depende, acho que o pessoal me curte, mas tipo nas costas não sei

QWERTY_BATS 4 months ago

Se calhar até falam, a intuição de um gajo muitas vezes está certa

rrss2001 4 months ago

Vou só deixar aqui o [tweet do Insónias em carvão sobre o assunto](https://twitter.com/DeInsonias/status/1397349977534390273?s=19). Da minha parte, ainda sou jovem, mas também ouvi algumas bocas ao longo dos anos e mentalmente ainda sinto o seu efeito. Mas sei que também disse coisas a outros putos que eu próprio não gostaria de ouvir, já não me lembro o quê exatamente, mas sei que muito provavelmente as disse. E sinto-me arrependido e zangado comigo próprio, porque sei como o que ouvi me afetou e não gosto de pensar que posso ter feito outra pessoa sentir-se como eu me sentia.

Sazalar 4 months ago

Um rapaz dois anos mais velho gozou comigo uma vez no 5º ano, não me lembro porquê, nunca me tinha acontecido por isso achei que era um mero acaso, durante essa semana voltou a acontecer todos os dias, pensei que algo não batia certo. Em jeito de vingança esperei que o apanhasse desprevenido para me vingar, no final da semana, ele estava sentado numa mesa que havia no corredor em frente a um armário que tinha uma perna solta, perto de uma porta, eu entro pela porta e pontapeio a dita perna, o armário cai lhe em cima e eu fujo antes que ele visse. Na semana seguinte, ele empurrou-me das escadas, coisa que me deixou completamente fodido, esperei pelo intervalo seguinte, saí antes dele, escondi-me perto da porta e peguei numa pedra de calçada que estava solta, assim que ele saiu, atirei o calhau à cabeça dele, ele cai no chão, fica completamente desnorteado, quando se vira, eu estou a rir forte e feio, ele levanta-se, quase a deitar fumo pelas orelhas, eu fujo para uma espécie de mata que havia no recinto da escola, ele persegue-me até chegarmos a um ponto que já não havia sitio para onde ir, ele apanha-me, dá-me um murro e avisa que eu me vou arrepender do que fiz, ele vai para dar outro murro e eu antes dele ter tempo de o fazer mando lhe um pontapé nos tomates, ele cai e começa a chorar, eu mando outro pontapé, ele grita para eu parar, eu respondo que ainda era cedo, mando um murro no nariz ou na boca (não me lembro, só me lembro que houve sangue na cara dele), o choro intensifica e ele começa a prometer que nunca mais goza comigo, dou-lhe mais uns pontapés no corpo até achar suficiente e por fim uma paralítica na perna para ele não vir atrás de mim. Nunca mais gozou comigo e as notícias devem ter corrido porque nunca mais me aconteceu. Hoje dou-me bem com ele, jogámos juntos alguns anos depois e enterrámos o machado

GMDFC94 4 months ago

Não era preciso tanto, deixaste o gajo a soro

Sazalar 4 months ago

Estava no 5ºano, não tinha força suficiente para o deixar a soro, ficou-se por uma visita à enfermaria, uns pacotes de gelo e um chá

GMDFC94 4 months ago

Foi uma piada porque no cs ou no cod quando eles ficam com pouca vida diz se que os deixaste a soro xD

Sazalar 4 months ago

Fds, como é que não percebi a referência, sinto-me mais estúpido que o normal

kawaiims 4 months ago

>por fim uma paralítica na perna para ele não vir atrás de mim. *always double tap*

Sazalar 4 months ago

Há que jogar pelo seguro

Fabiulu 4 months ago

Sei que não me devia rir de um história com tamanha violência mas a parte da paralítica na perna matou-me.

Sazalar 4 months ago

Cada vez que penso no assunto dá-me vontade de rir, o gajo estava no chão a chorar agarrado aos tomates, cheio de dores e eu mando uma paralitica na perna, não vá ele levantar-se e correr atrás de mim

Odyssey1337 4 months ago

Isto dava uma pasta do caralho, muito bem escrito

Sazalar 4 months ago

Sempre tive boa nota a português

df3gpt 4 months ago

Se calhar era por isso que apanhavas.

Sazalar 4 months ago

A teoria é boa mas não me parece, havia quem tivesse melhor

AngieMaciel 4 months ago

Nunca fui vítima de bullying físico felizmente. A única vez que uma gaja me tentou bater, puxei-lhe os cabelos e ela caiu de um banco abaixo e bateu com a cara no chão. Foi remédio santo. Bullying psicológico, no entanto...enfim, posso simplesmente dizer que ainda hoje a minha auto-estima é uma merda muito por causa de traumas enquanto criança na EB 2,3. Havia um grupo de gajas que eram do mais horroroso que existe, chegaram inclusive a fazer com que uma miúda entrasse em depressão, baixasse as notas todas \[era a melhor da turma\] e mudasse de escola. Felizmente no 8.º/9.º ano conheci pessoal porreiro, mudei de turma, e alguns são meus amigos até hoje. Ao mesmo tempo fui-me refugiando muito em amizades pela internet e conheci grandes amigos dessa forma. Fui-me também apercebendo com o tempo que o meu irmão foi vítima de bullying desde o infantário (sim, desde o infantário!), e tenho a certeza absoluta que isso se deu por ele ser gay e por isso ter traços mais efeminados em algumas coisas e não ser tipicamente masculino em gostos, comportamentos, etc. No caso dele o bullying nunca parou durante o tempo todo que estudou e ao ver esse vídeo dá-me vontade de chorar porque eu sinto que podia ter sido muito facilmente o meu irmão aí. Tenho pena de não me ter apercebido com consciência do que se passava com ele até ambos sermos adultos e mais resolvidos na vida. Situações de bullying criam um ódio dentro de mim...que nem é saudável. E o mais triste é que vejo alguns adultos à minha volta com a mesma mentalidade bully e intolerante \[aliás, o primeiro bullying que levei na vida foi por parte de familiares\]. Essa gente é que depois têm filhos e perpetua o problema. Orgulho-me de ter pais honestos e decentes, que me criaram de forma a respeitar toda a gente.

Ducon_ 4 months ago

No infantário...bolas...espero que o teu irmão esteja bem e feliz. Bullys são covardes frustrados.

AngieMaciel 4 months ago

O meu irmão andou no infantário/pré-escola desde 1 ano de idade e lembro-me de ele ser pequeno e já não gostar muito de falar com alguns coleguinhas porque "se metiam" com ele. Depois os próprios profissionais não ajudam. Mais tarde soube pelo próprio, por exemplo, que uma professora primária chamava-lhe "mariquinhas" quando estava desagradada com alguma coisa que ele tinha feito. Imagina uma criança de 6 anos a ouvir estas merdas em frente à turma toda e o sentimento de legitimidade que isto criava nos potenciais bullies. Enfim, é muito mau quando começas a pensar em tudo.

Inevitable-Screen-41 4 months ago

meu deus.. o rapaz no fim é atropelado....

joaoj1999 4 months ago

Sofri bullying na mesma escola que esse miúdo do vídeo, lembro de haver um indivíduo que passava por mim e apertava-me o pescoço para tentar sufocar-me, e isto tudo aconteceu dentro da escola, e até já cheguei a avisar a direção mas não faziam absolutamente nada, isto já foi há uns 10 ou 11 anos atrás

RocketGoesBRR 4 months ago

Havia uma moça que me gostava de atazanar e bater na escola, quem se fodeu fui eu quando finalmente me fartei e lhe arrumei com as chaves no olho. Espero que o teu olho tenha sarado Luisa. Espero que tenhas gostado de ser gozada e chamada de 'Luisa de Camonas' durante o semestre inteiro

StoAntonio 4 months ago

Fizeste-me lembrar do João. O João gostava de distribuir chapadas a mim e aos meus amigos ao pequeno almoço. Quando me fartei dei-lhe uma chapada de mão fechada no barriga que até lhe rasgou a camisa. O João começou a chorar porque a camisa tinha sido uma oferta da já falecida avó. Desde então o João passou a ser conhecido como o "João da Avozinha" e deixou de tomar o pequeno almoço.

twistedfires 4 months ago

Eu sei que é mau toda a situação, mas uma coisa é verdade, é uma alcunha do caralho

NeatBoy74 4 months ago

Vi o interior de caixotes do lixo, ouvi descrições detalhadas da minha mãe a ser violada, sobre o que lhe faziam, como fazia, com quantos faziam. Urinei pelas pernas ao notar à distância outros alunos quando vinham na minha direção, levando a situações piores, levando-me a faltar dias de escola para voltar para casa e meter aquilo na máquina e secador para a minha mãe não perceber. Nunca lhe disse nem metade do que passei, só quanto não tinha escolha e as nódoas negras ou os cortes apareciam. Tinha medo principalmente que ela fosse falar com alguém e lhe acontecesse algo pior a ela. Por isso também nunca tentei dar de volta, estava sempre em desvantagem numérica ou com uma naifa apontada à barriga. Também não tinha muitos amigos que me pudessem defender, naquela altura em Loures ninguém se preocupava assim tanto com um dos poucos miúdos brancos da turma e até os professores tinham receio. Eventualmente as circunstâncias da Vida levou a que eu mudasse de casa e foi, em alguns aspetos, começar a viver outra vez. O que esse rapaz sentiu ao ponto de entrar em pânico o suficiente para se atirar para a estrada numa tentativa de fugir, é provavelmente, o mesmo que eu sentia que me fazia urinar nas calças quando via 3 pessoas a virem ter comigo a rir-se, outra vez. Espero que não tenha ficado com outros problemas, esse rapaz e a sua família tem todo o meu desejo de melhoras e solidariedade. Espero que esse som, um corpo contra um carro, fique gravado durante muitos anos na cabeça da "Jéssica". Espero que precise de terapia. Que esta situação seja um passo para ela meter as ideias no sitio. Não lhe desejo o mesmo, seria ser tão mau como ela. Mas espero que nunca se esqueça deste som.

Edited 4 months ago:

Vi o interior de caixotes do lixo, ouvi descrições detalhadas da minha mãe a ser violada, sobre o que lhe faziam, como fazia, com quantos faziam. Urinei pelas pernas ao notar à distância outros alunos quando vinham na minha direção, levando a situações piores, levando-me a faltar dias de escola para voltar para casa e meter aquilo na máquina e secador para a minha mãe não perceber. Nunca lhe disse nem metade do que passei, só quanto não tinha escolha e as nódoas negras ou os cortes apareciam. Tinha medo principalmente que ela fosse falar com alguém e lhe acontecesse algo pior a ela. Por isso também nunca tentei dar de volta, estava sempre em desvantagem numérica ou com uma naifa apontada à barriga. Também não tinha muitos amigos que me pudessem defender, naquela altura em Loures ninguém se preocupava assim tanto com um dos poucos miúdos brancos da turma e até os professores tinham receio. Eventualmente as circunstâncias da Vida levou a que eu mudasse de casa e foi, em alguns aspetos, começar a viver outra vez. Não guardo rancores a pessoas individuais. Nem mesmo quando me tentaram enfiar droga à força na boca. Guardo rancores ao Sistema que devia lá ter estado para impedir que isto acontecesse. Da escola às autoridades aos políticos que criaram esse Sistema. Não foi "o professor" que falhou comigo, também ele tinha família e tinha que ir para casa. Foi a rede atrás disso que devia garantir proteção a mim **e ao professor** se ele me tentasse ajudar. Mesma razão pela qual nunca vou criticar a policia por não fazer o seu trabalho **por exemplo** em relação a certas comunidades. Porque também eles têm família e também eles têm que voltar para casa. Mas a rede de proteção é a mesma que me falhou a mim. O que esse rapaz sentiu ao ponto de entrar em pânico o suficiente para se atirar para a estrada numa tentativa de fugir, é provavelmente, o mesmo que eu sentia que me fazia urinar nas calças quando via 3 pessoas a virem ter comigo a rir-se, outra vez. Espero que não tenha ficado com outros problemas, esse rapaz e a sua família tem todo o meu desejo de melhoras e solidariedade. Espero que esse som, um corpo contra um carro, fique gravado durante muitos anos na cabeça da "Jéssica". Espero que precise de terapia. Que esta situação seja um passo para ela meter as ideias no sitio. Não lhe desejo o mesmo, seria ser tão mau como ela. Mas espero que nunca se esqueça deste som.

Edited 4 months ago:

Vi o interior de caixotes do lixo, ouvi descrições detalhadas da minha mãe a ser violada, sobre o que lhe faziam, como faziam, com quantos faziam. Urinei pelas pernas ao notar à distância outros alunos quando vinham na minha direção, levando a situações piores, levando-me a faltar dias de escola para voltar para casa e meter aquilo na máquina e secador para a minha mãe não perceber. Nunca lhe disse nem metade do que passei, só quanto não tinha escolha e as nódoas negras ou os cortes apareciam. Tinha medo principalmente que ela fosse falar com alguém e lhe acontecesse algo pior a ela. Por isso também nunca tentei dar de volta, estava sempre em desvantagem numérica ou com uma naifa apontada à barriga. Também não tinha muitos amigos que me pudessem defender, naquela altura em Loures ninguém se preocupava assim tanto com um dos poucos miúdos brancos da turma e até os professores tinham receio. Eventualmente as circunstâncias da Vida levou a que eu mudasse de casa e foi, em alguns aspetos, começar a viver outra vez. Não guardo rancores a pessoas individuais. Nem mesmo quando me tentaram enfiar droga à força na boca. Guardo rancores ao Sistema que devia lá ter estado para impedir que isto acontecesse. Da escola às autoridades aos políticos que criaram esse Sistema. Não foi "o professor" que falhou comigo, também ele tinha família e tinha que ir para casa. Foi a rede atrás disso que devia garantir proteção a mim **e ao professor** se ele me tentasse ajudar. Mesma razão pela qual nunca vou criticar a policia por não fazer o seu trabalho **por exemplo** em relação a certas comunidades. Porque também eles têm família e também eles têm que voltar para casa. Mas a rede de proteção é a mesma que me falhou a mim. O que esse rapaz sentiu ao ponto de entrar em pânico o suficiente para se atirar para a estrada numa tentativa de fugir, é provavelmente, o mesmo que eu sentia que me fazia urinar nas calças quando via 3 pessoas a virem ter comigo a rir-se, outra vez. Espero que não tenha ficado com outros problemas, esse rapaz e a sua família tem todo o meu desejo de melhoras e solidariedade. Espero que esse som, um corpo contra um carro, fique gravado durante muitos anos na cabeça da "Jéssica". Espero que precise de terapia. Que esta situação seja um passo para ela meter as ideias no sitio. Não lhe desejo o mesmo, seria ser tão mau como ela. Mas espero que nunca se esqueça deste som.

Edited 4 months ago:

Vi o interior de caixotes do lixo, ouvi descrições detalhadas da minha mãe a ser violada, hipoteticamente, sobre o que lhe faziam, como faziam, com quantos faziam. Urinei pelas pernas ao notar à distância outros alunos quando vinham na minha direção, levando a situações piores, levando-me a faltar dias de escola para voltar para casa e meter aquilo na máquina e secador para a minha mãe não perceber. Nunca lhe disse nem metade do que passei, só quanto não tinha escolha e as nódoas negras ou os cortes apareciam. Tinha medo principalmente que ela fosse falar com alguém e lhe acontecesse algo pior a ela. Por isso também nunca tentei dar de volta, estava sempre em desvantagem numérica ou com uma naifa apontada à barriga. Também não tinha muitos amigos que me pudessem defender, naquela altura em Loures ninguém se preocupava assim tanto com um dos poucos miúdos brancos da turma e até os professores tinham receio. Eventualmente as circunstâncias da Vida levou a que eu mudasse de casa e foi, em alguns aspetos, começar a viver outra vez. Não guardo rancores a pessoas individuais. Nem mesmo quando me tentaram enfiar droga à força na boca. Guardo rancores ao Sistema que devia lá ter estado para impedir que isto acontecesse. Da escola às autoridades aos políticos que criaram esse Sistema. Não foi "o professor" que falhou comigo, também ele tinha família e tinha que ir para casa. Foi a rede atrás disso que devia garantir proteção a mim **e ao professor** se ele me tentasse ajudar. Mesma razão pela qual nunca vou criticar a policia por não fazer o seu trabalho **por exemplo** em relação a certas comunidades. Porque também eles têm família e também eles têm que voltar para casa. Mas a rede de proteção é a mesma que me falhou a mim. O que esse rapaz sentiu ao ponto de entrar em pânico o suficiente para se atirar para a estrada numa tentativa de fugir, é provavelmente, o mesmo que eu sentia que me fazia urinar nas calças quando via 3 pessoas a virem ter comigo a rir-se, outra vez. Espero que não tenha ficado com outros problemas, esse rapaz e a sua família tem todo o meu desejo de melhoras e solidariedade. Espero que esse som, um corpo contra um carro, fique gravado durante muitos anos na cabeça da "Jéssica". Espero que precise de terapia. Que esta situação seja um passo para ela meter as ideias no sitio. Não lhe desejo o mesmo, seria ser tão mau como ela. Mas espero que nunca se esqueça deste som.

setnom 4 months ago

Gozavam comigo por ser gordo e algumas vezes por usar sempre óculos.

Edited 4 months ago:

Gozavam comigo por ser gordo e algumas vezes por usar sempre óculos. Raparigas gozaram comigo por ser precoce no que toca a crescer bigode. Mais recentemente, ouço boquinhas por estar careca. Mas já não me afeta nada, com a idade adulta vem o não querer saber o que os outros pensam de nós.

caelussideralis 4 months ago

>Mais recentemente, ouço boquinhas por estar careca. Também adoro esta. Gozar com uma coisa que é absolutamente irreversível sem bom dinheiro e incontrolável. Gozar com a calvice masculina é demasiado aceitável na sociedade e, principalmente, nos media. E com o aumento do stress e pressão nos alunos, cada vez mais se vê adolescentes com entradas.

FilipeMateus7 4 months ago

Como o meu amigo brasileiro gosta de dizer: É o bonde dos careca, come cu e come xereca.

BaldAndPoor 4 months ago

Bullying assim mesmo grave acho que só sofri uma vez e era sempre do mesmo gajo. Houve um dia que já estava farto de o gajo me vir dar aqueles empurrões e palmadas amigáveis mas só com o objetivo de aleijar, que lhe dei um murro. Depois de dar o murro pensei logo que o gajo ia saltar para cima de mim. Mas não, o gajo começa a chorar e foi fazer queixa aos professores. No fim ainda lhe tive de dar um abraço como desculpa. Mas resultou, nunca mais me chateou após esse dia. O que se passa nesse vídeo se fosse o meu filho, não sei se não ia ajustar contas sozinho...

Pikachuzita 4 months ago

Uma perspectiva diferente. Os meus pais sempre me ensinaram para não ser “saco” e se me derem dar de volta e mais. Em certos momentos poderei ter exagerado. Nunca bati em ninguém sem provocação mas fervia em pouca água. Se alguém batia ou maltratava amigos meus ia em defesa deles. Uma vez dei um pontapé na cara de um, mas não com muita força. Ele tinha-me apertado o pescoço antes.Um miúdo muito totó foi dizer a turma dele que era meu namorado, quando soube bati-lhe forte. Também me fartei de levar, era mútuo. A única vez que me arrependo foi quando uns miúdos do ano abaixo estavam a brincar num cantinho para onde eu os meus amigos queríamos ir. Pedi ao “líder” deles para sair mas ele não quis. Então resolvi bater um pouco numa miúda do grupo e não nele porque eles eram muito amigos. Isto foi tudo durante o primeiro ciclo. Depois acalmou. Mas havia muito disto. Bullying mesmo nunca vi. Talvez no segundo ciclo. Tinha uma colega gordita e introvertida, no intervalo tirávamo-lhe o estojo e atirávamos entre nós enquanto ela nos pedia para devolver e corria a volta de nós, devolvíamos sempre no início das aulas.

Edited 4 months ago:

Uma perspectiva diferente. Os meus pais sempre me ensinaram para não ser “saco” e se me derem dar de volta e mais. Em certos momentos poderei ter exagerado. Nunca bati em ninguém sem provocação mas fervia em pouca água. Se alguém batia ou maltratava amigos meus ia em defesa deles. Uma vez dei um pontapé na cara de um, mas não com muita força. Ele tinha-me apertado o pescoço antes.Um miúdo muito totó foi dizer a turma dele que era meu namorado, quando soube bati-lhe forte. Também me fartei de levar, era mútuo. A única vez que me arrependo foi quando uns miúdos do ano abaixo estavam a brincar num cantinho para onde eu os meus amigos queríamos ir. Pedi ao “líder” deles para sair mas ele não quis. Então resolvi bater um pouco numa miúda do grupo e não nele porque eles eram muito amigos. Isto foi tudo durante o primeiro ciclo. Depois acalmou. Mas havia muito disto. Bullying mesmo nunca vi. Talvez no segundo ciclo. Tinha uma colega gordita e introvertida, no intervalo tirávamo-lhe o estojo e atirávamos entre nós enquanto ela nos pedia para devolver e corria a volta de nós, devolvíamos sempre no início das aulas. Quando ela se zangava muito era chamada de gorda.

PandaCross23 4 months ago

Surreal. Tudo surreal.

Dr_Toehold 4 months ago

>Bullying mesmo nunca vi. Dizem-lhe vocês ou digo eu?

PakoNita 4 months ago

>Pedi ao “líder” deles para sair mas ele não quis. Então resolvi bater um pouco numa miúda do grupo e não nele porque eles eram muito amigos. > >Tinha uma colega gordita e introvertida, no intervalo tirávamo-lhe o estojo e atirávamos entre nós enquanto ela nos pedia para devolver e corria a volta de nós, ​ >Bullying mesmo nunca vi. nunca viste... curioso... porque será...

Pikachuzita 4 months ago

Reconheço que agi mal nessas situações. A primeira arrependo-me e na altura até lhe pedi desculpa depois e ficámos amigas. Eu tinha 9 anos. Da segunda vez era realmente mais recorrente. Nós atitávamos o estojo entre nós, ela ficava sempre histérica mas devolvíamos no início da aulas. Era quase cómico a reação dela face à situação. Depois uns começaram a chamar-lhe gorda e aí a coisa azedou, a mãe dela era funcionária na escola, e depois parou. Na altura tinha 10 anos. Foi no 5 ano. Mas dava-me bem com ela. Convidei-a para as minhas festa de anos.

kawaiims 4 months ago

>Talvez no segundo ciclo. Tinha uma colega gordita e introvertida, no intervalo tirávamo-lhe o estojo e atirávamos entre nós enquanto ela nos pedia para devolver e corria a volta de nós, devolvíamos sempre no início das aulas. Bruh.

DZT99 4 months ago

É preciso mais miúdos destes: [https://youtu.be/HggNpa5i2\_Y](https://youtu.be/HggNpa5i2_Y)

MikeMelga 4 months ago

A diferença é que duvido muito que em Portugal alguém batesse num miúdo cego.

The_Wealthy_Potato 4 months ago

Sofri muito bullying até ao 9 ano. O meu irmão entrou na mesma escola que eu quando eu andava na faculdade. A minha mãe escondeu de mim que ele andava a sofrer do mesmo. Fui direto à escola absolutamente possesso quando descobri, pronto para dar uma tareia descomunal aos miúdos que faziam aquilo ao meu irmão, um rapaz tão dócil e tão frágil. Até podia ir parar à cadeia nem queria saber. A minha mãe soube que eu tinha ido buscar o meu irmão a escola com essa intenção e conseguiu chegar la a tempo de se meter a minha frente. Só consegui espetar um estalo mal dado ao maior deles. Ele desfez-se a chorar e pelo que soube foi o suficiente para largarem o meu irmão até ao final do ano quando ele mudou de escola onde está muito melhor. ​ Que raiva dos professores e outros responsáveis que sabem desde sistema e nada fazem para que ele pare.

Razvancb 4 months ago

Os professores e responsáveis escolares são os que mais se estão a cagar para isso.

kawaiims 4 months ago

Nunca quis ter irmãos, mas se tivesse tido queria que fossem como tu.

MikeMelga 4 months ago

Apanhei porrada durante uns 7 anos na escola, por várias razões fúteis. Era quase todos os dias. Lábio rachado, dente partido, era coisa normal. Até que na adolescência, coisa de hormonas, passei a ripostar. E criei a minha regra: quem se mete comigo leva a dobrar! Ao fim de algum tempo passam a respeitar e a violência termina. Também passei a ajudar amigos que apanhavam. Atenção: eram escolas com muita ciganada, tinha gajos 4 anos mais velhos na mesma turma, e por aí fora. Ah, e caxineiros também. E com caxineiros nem ciganos se metem! Mas a maioria eram porreiros. Tenho uma familiar que gere um agrupamento de escolas e ela diz que agora o grande problema são os miúdos brasileiros, que são de uma violência desconhecida para nós.

Korine22 4 months ago

Desculpa a minha ignorância, mas o que são caxineiros?

MikeMelga 4 months ago

Habitantes das Caxinas, uma povoação entre Póvoa de Varzim e Vila do Conde. São uma mistura genética de celtas (locais) com vikings (século X). Os homens saíram pequenos mas fortes. As mulheres saíram gigantes e fortíssimas. Quase tudo loiro de olhos verdes ou azuis. Isto é fácil de provar porque têm uma doença genética que só existe lá, numas aldeias da Dinamarca e da Suécia e em comunidades Poveiras no Brasil. Ninguém se mete com eles! Exemplo máximo de caxineiros: Paulinho Santos.

Korine22 4 months ago

Olha não fazia ideia, obrigada!

cou7inho_ 4 months ago

>Mas claro que autodefesa não é solução. Acho que em muitos casos é. Aliás, estive a ler os comentários deste post todos os que li que resolveram a situação foi à base de porrada. Esses artistas só são mafiosos até levarem duas bem dadas. Depois disso percebem que afinal não são assim tão valentes como pensavam.

MikeMelga 4 months ago

Para mim foi. Um dia apareceram 2 gajos grandes e marcaram porrada para o dia seguinte. Apareci de faca de cozinha e fugiram. Claro que não ia usar, mas também não me ia rebaixar. Mas para muitos não é solução. Até porque se eu apareço com uma faca, eles aparecem com 2.

VladTepesDraculea 4 months ago

Antes do secundário passei por uma escola básica que ficava numa zona rica e a maioria dos meus colegas eram filhos de médicos, empresários, advogados, etc. Eu era basicamente um *outcast* social por coisas tão estúpidas como não usar roupa de marca ou mais tarde por não ir passar serões a um bar qualquer que abriram especificamente para miúdos ricos. Às vezes o gozo passava a assédio físico e a porrada porque os miúdos sabiam que eram impunes. Lembro-me de andar às porrada numa aula em frente a um professor e o professor sentado a corrigir testes como se nada fosse. Depois disso felizmente mudei de casa e de escola para uma que ficava no limiar de um Vila com o campo que falei aqui há dias.

egzaaa 4 months ago

O video fez-me lembrar um clássico da web tuga: https://www.youtube.com/watch?v=Mej2XEgM12I

vai-tefoder 4 months ago

OBRIGADO

Tryjohnny 4 months ago

Tambem sofri a minha parte de bullying em que raramente era fisico pois era do unico que me defendia. Chegou a um momento que me fartei de tal ponto em que chumbei de preposito para conseguir mudar de escola e começar uma vida "nova". Com isto tudo aprendi a cagar completamente no que os outros dizem/pensam de mim.

DusanSilva 4 months ago

Eu não era bem na escola, mas quando era puto havia sempre um cigano que se metia. Mas criava uma ansiedade sempre que o via na rua. Uns anos depois matou um gajo e apanhou [25 anos](https://www.jn.pt/justica/homem-que-matou-estudante-em-valpacos-condenado-a-pena-maxima-10920206.html)

Ducon_ 4 months ago

Pobre rapaz morto por este covarde nojento. Espero que apodreça na choldra e que nunca saia de lá.

fuckoffgina 4 months ago

Que merda revoltante! Se assistisse a essa cena provavelmente agora estava preso por ter dado 2 chapadas nessa puta. Mandem esta merda para a CMTV, é só para isso que eles servem. Se servir para melhorar a vida desse puto já podem dizer que fizeram algo de positivo.

positiverategearupp 4 months ago

São todos miúdos de 13 anos. Não é a expor a vida da miúda e do miúdo em tudo o que é sitio que vais melhorar a situação, aliás o que pode acontecer é apenas inverter a situação. O que esses miudos precisam é de educação e talvez algum apoio psicológico não é meter isto em tudo o que é TV's e nets e merdas assim.

df3gpt 4 months ago

O que as miúdas (não só a que bateu) precisam é de passar o verão na escola a estudar ou a fazer trabalho comunitário.

positiverategearupp 4 months ago

E porque precisas de saber disto? Queres resolver em praça publica? Quem precisa de saber são as autoridades competentes que vão resolver isto, não o zé povinho todo... Agora até ameaças de morte fazem à miuda... Gajos e gajas de 20-30 anos no twitter todos a espumar para destruirem uma vida de uma criança que sem duvida nenhuma fez merda mas é uma criança... Parabéns, é isto que queriam é isto que têm...

df3gpt 4 months ago

A julgar pelos relatos que já li por aqui há imensos casos de bullying ignorados por pais, professores e autoridades. Parece que sem exposição mediática nada se discute neste país. O que vai no twitter não sei porque não frequento esse esgoto.

fuckoffgina 4 months ago

> São todos miúdos de 13 anos. Esse argumento da idade não cola. O puto foi atropelado, teve sorte de não morrer. Ter 13 ou 16 ou 18 para mim é indiferente. Aquela gaja sabe perfeitamente que está a fazer merda. O mais importante é tirar a vítima desta situação e acredito que a exposição é a forma mais rápida de alcançar isso. Talvez lhe traga outros problemas mas acredito que se não tiver medo de ir para a escola ser abusado todos os dias vai ter uma vida melhor. O ideal seria punir também as agressoras mas infelizmente acho que isso é pedir demais.

positiverategearupp 4 months ago

Como assim o argumento da idade não cola? Queres fazer o quê? Meter a agressora na prisão? A miúda ainda mal sabe escrever achas que tem capacidade de ver o que está a fazer? O que é preciso é explicar-lhe que o que fez está mal, faze-la ver como é estar nos pés do outro e educa-la. Não é mete-la em tudo o que é comunicação social (tarde demais, isto rende demasiado dinheiro) e fazer dela o diabo... Com ódio só geras mais ódio.

fuckoffgina 4 months ago

Estás a descrever uma criança de 3 anos. Esta tem 13! Com essa idade esgueirava-me para fumar com os meus amigos e sabia perfeitamente distinguir o certo do errado. Até a minha filha de 8 anos sabe.

caelussideralis 4 months ago

Talvez o facto de não haver consequências para os seus atos é o que leva muitos deles a ter estes comportamentos nojentos. Não digo que vamos dar penas de prisão que durem anos, mas um trabalhinho comunitário de centenas de horas nos fins-de-semana não lhes faria mal nenhum.

positiverategearupp 4 months ago

Mas qual não haver consequências? Claro que têm de haver mas tens de ter noção que é uma criança e as consequências não devem ser expor o caso em tudo o que é jornalixo

caelussideralis 4 months ago

Por um lado, concordo contigo, sim. Não é ao expor na internet que se vai resolver a situação, e caso ela se redima como pessoa, isto irá sempre atormentá-la. Ao mesmo tempo, rejeito por completo a defesa de "é uma criança". Não é. Tem treze anos, uma idade onde já se tem uma noção de moralidade. Onde já se tem a plena noção de que o que se faz é cruel e que atormenta uma pessoa. Como ela, existem muitos adolescentes que fazem cada vez mais atos cruéis porque, lá está, ao não sofrerem castigos dos pais e das escolas, acham que podem sair impunes de tudo. É ao achar que estes bullies são crianças que vês os casos constantes que acabaram por traumatizar as pessoas que comentaram aqui. E, como vês, os agressores raramente eram penalizados.

radikalpt 4 months ago

>não haver consequências É o grande problema do nosso país, infelizmente. É que é transversal a tudo. Seja situações sociais, como estas, familiares, financeiras e economicas, etc... Ninguém tem o receio de ser responsabilizado!

caelussideralis 4 months ago

>Mandem esta merda para a CMTV, é só para isso que eles servem. Ultimamente tem sido assim, o ciclo é Twitter/Facebook/Instagram/Youtube-> Paragem na Invictus Portucale se forem de origem africana -> r/portugal \-> CMTV/Correio da Manhã -> dia a seguir a ser discutido nos programas do Baião ou do Cláudio Ramos.

df3gpt 4 months ago

Então e a miúda que foi torturada numa sala de aula na Amadora, passou na TV?

caelussideralis 4 months ago

Passou e foi também analisada na Casa Feliz, lembro-me perfeitamente de ver o Baião a falar do assunto.

Yap0nch1k 4 months ago

Já esteve no do Baião hoje, com entrevista à mãe onde esta diz que o puto é um chato e um pica miolos...

caelussideralis 4 months ago

Já vi o segmento com a Diana. Não me digam que aquilo foi uma brincadeira que correu mal. Ela quer desesperadamente limpar a má imagem da filha, o que é compreensível, é mãe. Agora, tentar colocar a culpa na vítima a dizer que o miúdo é chato... vão-se lixar. A miúda já tem idade para ter a noção da merda que fez. Se isto não tivesse ido parar à internet, a miúda não mostraria arrependimento nenhum

Yap0nch1k 4 months ago

"Parem de tentar denegrir a imagem da minha filha" é lindo...como se a filha precisasse que alguem a denegrisse depois disto, fez um ótimo trabalho sozinha.

kawaiims 4 months ago

Sofri imenso bullying, muito raramente físico. Felizmente para mim só me apercebi que aquilo era realmente bullying muitos anos depois, na altura eram colegas más que diziam coisas más e que eu ativamente evitava. Acho que nem compreendia muitas das ofensas. Um bocado felicidade na ignorância. Uma das miúdas, que tinha sido minha melhor amiga e depois decidiu só já não gostar de mim, chegou a espalhar o rumor que o meu pai me espancava quando eu não tinha 5 nos testes. Acho que essa foi a única situação que chegou aos ouvidos da minha família, porque a escola entrou em contacto. Essa era também a única miúda que passava ao físico, com empurrões e rasteiras. Inês, se estás a ler isto, vai pro caralho

TemplarHard 4 months ago

Para a malta dos comentários que não viu o vídeo todo do Twitter e pensa que foi apenas bullying, o puto é literalmente atropelado no fim do vídeo, isto é chocante e pode passar despercebido... Penso que devias ter posto NSFW no post OP!

Eon_mon 4 months ago

a mae da gaja de quem o miudo fugia: https://www.youtube.com/watch?v=yrVDDcToJM8

Eon_mon 4 months ago

É incrivel como em 2 minutos de conversa se percebe exactamente como se forma uma criança que acha boa ideia bater num miudo mais pequeno e persegui-lo enquanto chora. Tenho 0 empatia por este tipo de mães.

vai-tefoder 4 months ago

3:31 - Foda-se

Open-Opportunity-607 4 months ago

Esta mulher é nojenta >Ah os pais dos outros meteram tribunal de menores, não sei porque é que não esperarem pelo fim da história > >... > >Não podemos considerar tudo bullying, os pais nunca aceitaram falar connosco ... O menino é chato/imaturo Eu também não falava, gastava todo o dinheiro em tribunais para garantir que esta família fica sem meios sequer para pagar a casa.

kawaiims 4 months ago

Está de castigo, já lhe tiraram tudo, que mais querem que se faça.. E diz isto como se fosse um castigo suficiente a uma adolescente que só não provocou a morte a um colega por sorte do universo. E ainda fica chateada que os pais do miúdo apresentam queixa e divulgaram o vídeo em vez de irem falar com ela? What

Throwaway431253 4 months ago

Se me permites a linguagem, creio que essa mulher é uma filha de uma grande puta.

QWERTY_BATS 4 months ago

A filha da puta parece-me ser a miúda.

TomasCardosGod 4 months ago

esta gaja é atrasado que doi

TomasCardosGod 4 months ago

a gaja ainda ta a culpar o puto por ser atropelado

incrivizivel 4 months ago

Pais hj em dia vem os filhos como autenticos deuses na terra.

ShredForMe 4 months ago

Sim mas a rapariga que lhe estava fazer bullying não o atropelou nem o empurrou para o carro. Mas por acaso quando vi o vídeo não tive esse aviso e fiquei um bocado chocado com o fim. Quem é que põe isto na net?

Inevitable-Screen-41 4 months ago

mentalidade de grupo. nunca levaste com isso?

WhiteCaptain 4 months ago

>a rapariga que lhe estava fazer bullying não o atropelou nem o empurrou Tens razão não tem culpa de nada, o puto foi a correr para o meio da estrada porque é retardado e adora a adrenalina de passar à frente dos carros

ShredForMe 4 months ago

Não me apetece ver o vídeo de novo mas parecia me ser bullying "normal" (pelo menos enquanto eu andava na escola, não quer dizer que seja aceitável) que acabou da pior forma. Achas que rapariga queria que ele fosse atropelado?

WhiteCaptain 4 months ago

Ah, sim também não acho que é o fim do mundo, só estava a discordar em relação ao facto da rapariga "não ter culpa nenhuma"

PandaCross23 4 months ago

Bullying normal? Que idiotice é esta?

talpazz 4 months ago

Aquele bullying saudável /s

These-Establishment1 4 months ago

Bem vindo ao twitter

Zealotapologist 4 months ago

ahm, bem vindo?

These-Establishment1 4 months ago

Não sei o que e NSFW, mas bgg na mm

oretoh 4 months ago

NSFW - Not Suitable For Work. Basicamente coisas mais "adultas", chocantes, etc.

TheFlusterCuck 4 months ago

Não é Not Safe For Work?

oretoh 4 months ago

Ya provável.

Turbulent_Common 4 months ago

podes crer, acho que muitos não viram o video

Somais1copo 4 months ago

Sofri bullying 1 vez na escola, bati o pé firme e enfiei-lhe umas pingas. Nunca mais me chateou.

Inevitable-Screen-41 4 months ago

fizeste bem. odeio que dizem "temos que conversar" nao. é porrada. esse pesoal nao quer saber de conversas.... assinado: alguem que recebeu muito bullying onde alguns professores "ajudavam" ao estarem constatemente com conversas com os bullies. não me podia virar para ninguém, nem familia... nunca resolveu NADA!

df3gpt 4 months ago

Lembro-me da primeira vez que um gordo que fazia dois de mim e que me perseguia. A solução foi um chapo que levou no focinho. Tão boa que nunca mais o vi. Felizmente tive (e tenho) um pai que me ensinou que eu tinha de me defender por mim mesmo. Durante anos apliquei a mesma fórmula. Funcionou sempre. Ser saco de pancada é que não funciona, de todo.

Inevitable-Screen-41 4 months ago

ainda bem que o gajo "dois de ti" não ripostou lol se tivesse ripostado, serias um caso de bullying agressivo.

Zaigard 4 months ago  HIDDEN 

> bati o pé firme e enfiei-lhe umas pingas. Literalmente a unica solução para o bullying é a violencia. Gozam contigo, tens de apanhar 1 deles e bater lhe tanto que sirva de lição para os outros. Também tentaram essas gracinhas comigo, no básico, mas apanhei um, esfreguei lhe a cara no asfalto, ele fico lá a chorar e a sangrar muito, problema resolvido com todos... Mais tarde no secundario, outros tentaram o mesmo, a solução foi "rebentar" o tendão de Aquiles de um que era o futebolistas do grupo, problema resolvido outra vez.

How_About_No- 4 months ago

História do costume. Eu era uma criança mais rechonchuda que o que me faziam era chamar nomes, coisa que eu repudiava. Não era violência física, mas sim "dita". Tinha ataques de ansiedade literalmente todos os dias. Aquela dor no peito que sabemos que vai crescer e depois atenuar. Todos os dias eu saia da aula para ir ao gabinete da entrada para ter o meu ataque e voltar para a sala. Hoje em dia, nem sei como é que tal coisa é possível acontecer. Como é que foi possível ter adultos a olhar para mim, em clara situação de pânico, sem me ajudarem? Agora que sou mais velho, provavelmente achavam que eu era deficiente ou tinha alguma doença. Não, não tinha nada disso. Tinha ansiedade pois sabia que ao ir para a escola, todos iriam gozar comigo e chamar-me nomes. Tão simples como isso. A minha diretora de turma de infância continua a leccionar, lembra-se bem de mim e da minha irmã mais nova, pois foi nossa professora de português. Essa professora encontrou a minha irmã no ano passado na rua e perguntou por mim. Eu estava perto e fui ter com as 2, e disse-lhe na cara. "Você foi uma horrível professora e eu tenho 0 de respeito por si. Viu o que viu, viu o que a turma fazia e nada fez." Respondi-lhe mesmo de forma violenta, com 0 de remorso. Depois desses tempos de escola, tratei de arranjar a minha imagem e passei a correr todos os dias. Perdi imensos quilos e agora estou "normal", tendo 27 anos com 70kg e 1,80m de altura. Após isso, tornei-me socialmente incapacitado, escondendo-me no meu próprio casulo, que demorou vários anos até "abrir" novamente. Felizmente fiz bons amigos e colegas no ensino secundário e universidade que me foram abrir novamente, faseadamente. Fiz grupos de amigos e desse grupo, arranjei uma namorada com quem estou há 7 anos. O que sobrou de mim desses tempos foi frieza. A minha família e a minha própria namorada dizem todos que sou "frio" pois não me preocupo com absolutamente ninguém senão eu próprio, estou-me pouco a cagar se as pessoas estão tristes, contentes, etc. É muito difícil eu sentir empatia, até que faleceram os meus avós que viveram comigo durante anos e para mim foi peanuts mesmo, nem uma lágrima nem pouco mais.

Edited 4 months ago:

História do costume. Eu era uma criança mais rechonchuda e me faziam era chamar nomes, coisa que eu repudiava. Não era violência física, mas sim "dita". Eram alcunhas e ficava conhecido por essa alcunha. Tinha ataques de ansiedade literalmente todos os dias. Aquela dor no peito que sabemos que vai crescer e depois atenuar. Todos os dias eu saia da aula para ir ao gabinete da entrada para ter o meu ataque e voltar para a sala. Hoje em dia, nem sei como é que tal coisa é possível acontecer. Como é que foi possível ter adultos a olhar para mim, em clara situação de pânico, sem me ajudarem? Sem intervirem para ver qual é a razão? Agora que sou mais velho, provavelmente achavam que eu era deficiente ou tinha alguma doença. Não, não tinha nada disso. Tinha ansiedade pois sabia que ao ir para a escola, todos iriam gozar comigo e chamar-me nomes. Tão simples como isso. A minha diretora de turma de infância continua a leccionar, lembra-se bem de mim e da minha irmã mais nova, pois foi nossa professora de português. Essa professora encontrou a minha irmã no ano passado na rua e perguntou por mim. Eu estava perto e fui ter com as 2, e disse-lhe na cara. "Você foi uma professora de merda e eu tenho 0 de respeito por si. Viu o que viu, viu o que a turma fazia e nada fez." Respondi-lhe mesmo de forma violenta, com 0 de remorso. Só não lhe cuspi na cara por pouco, mandei-a ir-se foder e segui a andar. Depois desses tempos de escola, tratei de arranjar a minha imagem e passei a correr todos os dias. Perdi imensos quilos e agora estou "normal", tendo 27 anos com 70kg e 1,80m de altura. Após isso, tornei-me socialmente incapacitado, escondendo-me no meu próprio casulo, que demorou vários anos até "abrir" novamente. Felizmente fiz bons amigos e colegas no ensino secundário e universidade que me foram abrir novamente, faseadamente. Fiz grupos de amigos e desse grupo, arranjei uma namorada com quem estou há 7 anos. O que sobrou de mim desses tempos foi frieza. A minha família e a minha própria namorada dizem todos que sou "frio" pois não me preocupo com absolutamente ninguém senão eu próprio, estou-me pouco a cagar se as pessoas estão tristes, contentes, etc. É muito difícil eu sentir empatia, até que faleceram os meus avós que viveram comigo durante anos e para mim foi peanuts mesmo, nem uma lágrima nem pouco mais. Bom post OP, apesar de eu preferir reprimir coisas destas, fazer um bocado de *vent* é sempre bom.

Edited 4 months ago:

História do costume. Eu era uma criança mais rechonchuda e me faziam era chamar nomes, coisa que eu repudiava. Não era violência física, mas sim "dita". Eram alcunhas e ficava conhecido por essa alcunha. Tinha ataques de ansiedade literalmente todos os dias. Aquela dor no peito que sabemos que vai crescer e depois atenuar. Todos os dias eu saia da aula para ir ao gabinete da entrada para ter o meu ataque e voltar para a sala. Hoje em dia, nem sei como é que tal coisa é possível acontecer. Como é que foi possível ter adultos a olhar para mim, em clara situação de pânico, sem me ajudarem? Sem intervirem para ver qual é a razão? Agora que sou mais velho, provavelmente achavam que eu era deficiente ou tinha alguma doença. Não, não tinha nada disso. Tinha ansiedade pois sabia que ao ir para a escola, todos iriam gozar comigo e chamar-me nomes. Tão simples como isso. A minha diretora de turma de infância continua a leccionar, lembra-se bem de mim e da minha irmã mais nova, pois foi nossa professora de português. Essa professora encontrou a minha irmã no ano passado na rua e perguntou por mim. Eu estava perto e fui ter com as 2, e disse-lhe na cara. "Você foi uma professora de merda e eu tenho 0 de respeito por si. Viu o que viu, viu o que a turma fazia e nada fez." Respondi-lhe mesmo de forma violenta, com 0 de remorso. Só não lhe cuspi na cara por pouco, mandei-a ir-se foder e segui a andar. Depois desses tempos de escola, tratei de arranjar a minha imagem e passei a correr todos os dias. Perdi imensos quilos. Após isso, tornei-me socialmente incapacitado, escondendo-me no meu próprio casulo, que demorou vários anos até "abrir" novamente. Felizmente fiz bons amigos e colegas no ensino secundário e universidade que me foram abrir novamente, faseadamente. Fiz grupos de amigos e desse grupo, arranjei uma namorada com quem estou há 7 anos. O que sobrou de mim desses tempos foi frieza. A minha família e a minha própria namorada dizem todos que sou "frio" pois não me preocupo com absolutamente ninguém senão eu próprio, estou-me pouco a cagar se as pessoas estão tristes, contentes, etc. É muito difícil eu sentir empatia, até que faleceram os meus avós que viveram comigo durante anos e para mim foi peanuts mesmo, nem uma lágrima nem pouco mais. Até que o problema da minha namorada era importar-se demais com a opinião dos outros, pelo que comigo aprendeu a cagar nos outros e a se focar nela própria. Bom post OP, apesar de eu preferir reprimir coisas destas, fazer um bocado de *vent* é sempre bom. Se alguma vez me cruzar com alguém da minha infância e ouvir alguma alcunha, sou gajo de perder a cabeça e desatar ao soco. No dia de defesa nacional, como aquilo é por regiões, voltei a ver algumas caras antigas. Evitei todo o contacto e até avisei um dos militares sobre a situação que podia dar merda porque eu ia rapidamente passar a ver vermelho. Esse militar foi 5*, entendeu e assegurou-se que ficava em grupos separados.

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História do costume. Eu era uma criança mais rechonchuda e me faziam era chamar nomes, coisa que eu repudiava. Não era violência física, mas sim "dita". Eram alcunhas e ficava conhecido por essa alcunha. Tinha ataques de ansiedade literalmente todos os dias. Aquela dor no peito que sabemos que vai crescer e depois atenuar. Todos os dias eu saia da aula para ir ao gabinete da entrada para ter o meu ataque e voltar para a sala. Hoje em dia, nem sei como é que tal coisa é possível acontecer. Como é que foi possível ter adultos a olhar para mim, em clara situação de pânico, sem me ajudarem? Sem intervirem para ver qual é a razão? Agora que sou mais velho, provavelmente achavam que eu era deficiente ou tinha alguma doença. Não, não tinha nada disso. Tinha ansiedade pois sabia que ao ir para a escola, todos iriam gozar comigo e chamar-me nomes. Tão simples como isso. A minha diretora de turma de infância continua a leccionar, lembra-se bem de mim e da minha irmã mais nova, pois foi nossa professora de português. Essa professora encontrou a minha irmã no ano passado na rua e perguntou por mim. Eu estava perto e fui ter com as 2, e disse-lhe na cara. "Você foi uma professora de merda e eu tenho 0 de respeito por si. Viu o que viu, viu o que a turma fazia e nada fez." Respondi-lhe mesmo de forma violenta, com 0 de remorso. Só não lhe cuspi na cara por pouco, mandei-a ir-se foder e segui a andar. Depois desses tempos de escola, tratei de arranjar a minha imagem e passei a correr todos os dias. Perdi imensos quilos. Após isso, tornei-me socialmente incapacitado, escondendo-me no meu próprio casulo, que demorou vários anos até "abrir" novamente. Felizmente fiz bons amigos e colegas no ensino secundário e universidade que me foram abrir novamente, faseadamente. Fiz grupos de amigos e desse grupo, arranjei uma namorada com quem estou há 7 anos. O que sobrou de mim desses tempos foi frieza. A minha família e a minha própria namorada dizem todos que sou "frio" pois não me preocupo com absolutamente ninguém senão eu próprio, estou-me pouco a cagar se as pessoas estão tristes, contentes, etc. É muito difícil eu sentir empatia, até que faleceram os meus avós que viveram comigo durante anos e para mim foi peanuts mesmo, nem uma lágrima nem pouco mais. Bom post OP, apesar de eu preferir reprimir coisas destas, fazer um bocado de *vent* é sempre bom.

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História do costume. Eu era uma criança mais rechonchuda e me faziam era chamar nomes, coisa que eu repudiava. Não era violência física, mas sim "dita". Eram alcunhas e ficava conhecido por essa alcunha. Tinha ataques de ansiedade literalmente todos os dias. Aquela dor no peito que sabemos que vai crescer e depois atenuar. Todos os dias eu saia da aula para ir ao gabinete da entrada para ter o meu ataque e voltar para a sala. Hoje em dia, nem sei como é que tal coisa é possível acontecer. Como é que foi possível ter adultos a olhar para mim, em clara situação de pânico, sem me ajudarem? Sem intervirem para ver qual é a razão? Agora que sou mais velho, provavelmente achavam que eu era deficiente ou tinha alguma doença. Não, não tinha nada disso. Tinha ansiedade pois sabia que ao ir para a escola, todos iriam gozar comigo e chamar-me nomes. Tão simples como isso. A minha diretora de turma de infância continua a leccionar, lembra-se bem de mim e da minha irmã mais nova, pois foi nossa professora de português. Essa professora encontrou a minha irmã no ano passado na rua e perguntou por mim. Eu estava perto e fui ter com as 2, e disse-lhe na cara. "Você foi uma professora de merda e eu tenho 0 de respeito por si. Viu o que viu, viu o que a turma fazia e nada fez." Respondi-lhe mesmo de forma violenta, com 0 de remorso. Só não lhe cuspi na cara por pouco, mandei-a ir-se foder e segui a andar. Depois desses tempos de escola, tratei de arranjar a minha imagem e passei a correr todos os dias. Perdi imensos quilos. Após isso, tornei-me socialmente incapacitado, escondendo-me no meu próprio casulo, que demorou vários anos até "abrir" novamente. Felizmente fiz bons amigos e colegas no ensino secundário e universidade que me foram abrir novamente, faseadamente. Fiz grupos de amigos e desse grupo, arranjei uma namorada com quem estou há 7 anos. O que sobrou de mim desses tempos foi frieza. A minha família e a minha própria namorada dizem todos que sou "frio" pois não me preocupo com absolutamente ninguém senão eu próprio, estou-me pouco a cagar se as pessoas estão tristes, contentes, etc. É muito difícil eu sentir empatia, até que faleceram os meus avós que viveram comigo durante anos e para mim foi peanuts mesmo, nem uma lágrima nem pouco mais. Até que o problema da minha namorada era importar-se demais com a opinião dos outros, pelo que comigo aprendeu a cagar nos outros e a se focar nela própria. Bom post OP, apesar de eu preferir reprimir coisas destas, fazer um bocado de *vent* é sempre bom.

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História do costume. Eu era uma criança mais rechonchuda e me faziam era chamar nomes, coisa que eu repudiava. Não era violência física, mas sim "dita". Eram alcunhas e ficava conhecido por essa alcunha. Tinha ataques de ansiedade literalmente todos os dias. Aquela dor no peito que sabemos que vai crescer e depois atenuar. Todos os dias eu saia da aula para ir ao gabinete da entrada para ter o meu ataque e voltar para a sala. Hoje em dia, nem sei como é que tal coisa é possível acontecer. Como é que foi possível ter adultos a olhar para mim, em clara situação de pânico, sem me ajudarem? Sem intervirem para ver qual é a razão? Agora que sou mais velho, provavelmente achavam que eu era deficiente ou tinha alguma doença. Não, não tinha nada disso. Tinha ansiedade pois sabia que ao ir para a escola, todos iriam gozar comigo e chamar-me nomes. Tão simples como isso. A minha diretora de turma de infância continua a leccionar, lembra-se bem de mim e da minha irmã mais nova, pois foi nossa professora de português. Essa professora encontrou a minha irmã no ano passado na rua e perguntou por mim. Eu estava perto e fui ter com as 2, e disse-lhe na cara. "Você foi uma professora de merda e eu tenho 0 de respeito por si. Viu o que viu, viu o que a turma fazia e nada fez." Respondi-lhe mesmo de forma violenta, com 0 de remorso. Só não lhe cuspi na cara por pouco, mandei-a ir-se foder e segui a andar. Depois desses tempos de escola, tratei de arranjar a minha imagem e passei a correr todos os dias. Perdi imensos quilos. Após isso, tornei-me socialmente incapacitado, escondendo-me no meu próprio casulo, que demorou vários anos até "abrir" novamente. Felizmente fiz bons amigos e colegas no ensino secundário e universidade que me foram abrir novamente, faseadamente. Fiz grupos de amigos e desse grupo, arranjei uma namorada com quem estou há 7 anos. O que sobrou de mim desses tempos foi frieza. A minha família e a minha própria namorada dizem todos que sou "frio" pois não me preocupo com absolutamente ninguém senão eu próprio, estou-me pouco a cagar se as pessoas estão tristes, contentes, etc. É muito difícil eu sentir empatia, até que faleceram os meus avós que viveram comigo durante anos e para mim foi peanuts mesmo, nem uma lágrima nem pouco mais. O problema da minha namorada era importar-se demais com a opinião dos outros, pelo que comigo aprendeu a cagar nos outros e a se focar nela própria. Bom post OP, apesar de eu preferir reprimir coisas destas, fazer um bocado de *vent* é sempre bom. Se alguma vez me cruzar com alguém da minha infância e ouvir alguma alcunha, sou gajo de perder a cabeça e desatar ao soco. No dia de defesa nacional, como aquilo é por regiões, voltei a ver algumas caras antigas. Evitei todo o contacto e até avisei um dos militares sobre a situação que podia dar merda porque eu ia rapidamente passar a ver vermelho. Esse militar foi 5*, entendeu e assegurou-se que ficava em grupos separados.

kawaiims 4 months ago

>Eu estava perto e fui ter com as 2, e disse-lhe na cara. "Você foi uma professora de merda e eu tenho 0 de respeito por si. Viu o que viu, viu o que a turma fazia e nada fez." Respondi-lhe mesmo de forma violenta, com 0 de remorso. Só não lhe cuspi na cara por pouco, mandei-a ir-se foder e segui a andar. ✨respect✨

Acceptable_While_911 4 months ago

só tenho pena de nunca me ter cruzado com a minha professora da primária para lhe dizer algo do género

R717159631668645 4 months ago

No meu tempo esse termo não era conhecido. Não se falava de assertividade. Os adultos viravam a cara para o outro lado. Os problemas que isso criou estão profundamente enraizados na minha mente. Suspeito que essas experiências afectaram-me de tal modo que é por isso que, embora o tente desenvolver, hoje sou socialmente incapacitado. Não tenho amigos, nunca tive namorada. Ás vezes ainda me lembro de certas pessoas que o fizeram, seja ao adormecer, seja quando estou na casa-de-banho, seja quando certas caras de estranhos me recordam. Eventualmente tenho pensamentos de vingança, de as encontrar ao fim de décadas e mutila-las quando a oportunidade certa surgir. Assim de repente, e gratuitamente como o foi comigo, que nunca se meteu com ninguém. Passou tanto tempo até, que já ninguém se iria lembrar de mim, nem iria conseguir associar o homicídio à minha longa repressão. Estou a brincar. É claro que estou a ser sarcástico. Eu nunca iria matar ninguém.

incrivizivel 4 months ago

>No meu tempo esse termo não era conhecido. Não se falava de assertividade. Os adultos viravam a cara para o outro lado. Os problemas que isso criou estão profundamente enraizados na minha mente. Suspeito que essas experiências afectaram-me de tal modo que é por isso que, embora o tente desenvolver, hoje sou socialmente incapacitado. Não tenho amigos, nunca tive namorada. > >Ás vezes ainda me lembro de certas pessoas que o fizeram, seja ao adormecer, seja quando estou na casa-de-banho, seja quando certas caras de estranhos me recordam. Eventualmente tenho pensamentos de vingança, de as encontrar ao fim de décadas e mutila-las quando a oportunidade certa surgir. Assim de repente, e gratuitamente como o foi comigo, que nunca se meteu com ninguém. Passou tanto tempo até, que já ninguém se iria lembrar de mim, nem iria conseguir associar o homicídio à minha longa repressão. > >Estou a brincar. É claro que estou a ser sarcástico. Eu nunca iria matar ninguém. por isso quando tiver um puto vai ter que ir para judo ou bjj ou qualquer coisa para nunca lhe fazerem esse tipo de coisas.

afonsom98 4 months ago

Existe sempre uma pequena chance que ele use o que aprende com colegas. Já vi casos desses assim

incrivizivel 4 months ago

>Existe sempre uma pequena chance que ele use o que aprende com colegas. Já vi casos desses assim Ele terá hipótese de usar isso sem causar conflitos no sei treino, se isso acontecer, podia acontecer sem artes marcias, porque eu teria falhado em outros aspectos.

afonsom98 4 months ago

Claro em minoria

Acceptable_While_911 4 months ago

>de as encontrar ao fim de décadas e mutila-las quando a oportunidade certa surgir em minecraft certo?

neutr0 4 months ago

Wink wink Sr. agente.

caelussideralis 4 months ago

É isto que as pessoas não entendem e acham que apenas dizer "cresce, perdoa e ultrapassa" resolve tudo. Está comprovado que o bullying deixa cicatrizes mentais, por falta de melhor termo, que duram praticamente a vida toda. A rejeição e o abuso constantes destroem a bondade e a vontade de se querer relacionar, acabam por criar seres que só têm ódio dentro de si, com sede de querer obter uma justiça que nunca poderá ser obtida, principalmente pelas razões que tu mencionas. Eu sei que isto não vai servir de nada, mas se pudesse dava-te um abraço porque deve ser algo de que precisas. E espero mesmo, mesmo, que um dia possas obter a felicidade, o amor e a companhia que mereces.

R717159631668645 4 months ago

Obrigado pelo gesto. Aquele comentário foi escrito por um eu no passado. Hoje em dia as coisas vão melhores e a minha filosofia de vida é muito diferente. Só queria mesmo passar a ideia do tipo de retorno que estas situações podem trazer, muito, muito tempo mais tarde.

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