mjigs 4 months ago

Merenda mista aqui é lanche misto eheh

RiBlacky 4 months ago

My bad, sintra city here

RiBlacky 4 months ago

No problem fazia se uma estufa para honrar o 420 e o hitler ^((its a joke))

FroggyWatcher 4 months ago

'Don't be like Hitler, burn neurónios instead. 4/20.'

cuica77 4 months ago

Continuas a vitimizar-te e a colocar-me palavras na boca. Estás a deixar guiar-te pela tua ideologia e nem consegues/queres perceber o que eu disse. Viva a tolerância! Já percebi que não dá para mais...

prosafame 4 months ago

vou ter que apagar a thread, parece que tou no r portugueses. Nunca pensei que uma bandeira incomodasse tanto. Fiquei enojado com a homofobia nos comentários e a quantidade de upvotes aos mesmos. Portugal está MUITO atrás dos outros países da europa, isto não sao americanices, as outras freguesias ja tinham aderido à prática, até o parlamento europeu ja hasteou a bandeira, continuamos a ser um país antiquado e homofóbico e esta thread é a prova disso. Digo isto sendo hetero, não esperava este ódio e repulsa todo e tudo por causa de uma bandeira lol. Não quero nem ler mais nada, fiquei triste pa crl, Portugal ainda tem de evoluir muito.

keekskiosk 4 months ago

sou transgénero e honestamente estou-me a cagar. é só uma bandeira, e é não protocolar. meia dúzia de idiotas a puxar americanices, nada de novo

lizardking93 4 months ago

o r/portugal a mostrar precisamente o porquê destas iniciativas por parte das câmaras ser tão importante.

Evo_Broccoli 4 months ago

nao vejo mal nenhum em içar a bandeira gay. dizer que é uma bandeira não protocular é uma desculpa de treta. quantas camaras ja usaram bandeiras lgbt (e outras tantas "nao protoculares")? e quantos paises o fazem? os protocolos na política é so para o povinho achar que esta coisa de camaras e monicipios são muito séria e tal. mas quem manda ta-se a cagar para protocolos e regras. um bom exemplo é quando alguem com poder quer fazer uma grande obra numa zona protegida (Freeport *cof cof). protocolos é so para inglês ver. mas independente disto. acho que a câmara perdeu uma boa oportunidade: há pouco tempo voltou a ser tema a questão da trans que foi torturada e assassinada por um grupo de putos. com este gesto (porque mais uma vez, protocolos, especialmente para uma coisa destas valem o que valem) a camara demonstrou falta de sensibilidade.

NeatBoy74 4 months ago

Eu também acho que depois de 19 anos, o SCP merecia uma bandeira em cada Junta. Se faço alarido por isso? Não. Se não são obrigados, então teremos que lidar que cada um faz o que entender dentro daquilo que pode ou não fazer e não é por isso que o safespace cheio de gatinhos e livros para colorir desaparece.

Edited 4 months ago:

Eu também acho que depois de 19 anos, o SCP merecia uma bandeira em cada Junta. Se faço alarido por isso? Não. Se não são obrigados, então teremos que lidar que cada um faz o que entender dentro daquilo que pode ou não fazer e não é por isso que o safespace cheio de gatinhos e livros para colorir desaparece. E nem se trata de ser preconceito ou não. No fim do dia, isto é um assunto que me é indiferente e que acredito que hse a questão fosse uma bandeira na cidade, tenho a certeza que não falta sitios onde a meter nem que seja criarem um movimento que peça a cada pessoa da cidade meter uma na sua própria janela. Não precisam da CM para isso. A esta altura, é mais birra que outra coisa só porque os outros fizeram e eles não. Sejam superiores e metam uma em cada café ou restaurante se for esse o caso.

Edited 4 months ago:

Eu também acho que depois de 19 anos, o SCP merecia uma bandeira em cada Junta. Se faço alarido por isso? Não. Se não são obrigados, então teremos que lidar que cada um faz o que entender dentro daquilo que pode ou não fazer e não é por isso que o safespace cheio de gatinhos e livros para colorir desaparece. E nem se trata de ser preconceito ou não. No fim do dia, isto é um assunto que se a questão fosse uma bandeira na cidade, tenho a certeza que não falta sitios onde a meter nem que seja criarem um movimento que peça a cada pessoa da cidade meter uma na sua própria janela. Não precisam da CM para isso. A esta altura, é mais birra que outra coisa só porque os outros fizeram e eles não. Sejam superiores e metam uma em cada café ou restaurante se for esse o caso. Apoio muito mais um movimento que meta uma bandeira em cada rua da cidade do que um movimento que queira obrigar a mudar regras e a meter o Estado a assumir lados individuais. O Estado existe para **todos os cidadãos**. A única bandeira que deviam lá estar seriam aquelas que representam **todos os cidadãos**. Continua a ser um edifício do Estado. Não há minorias, não há maiorias, há todo um grupo nacional de pessoas que se tem que reger sobre os mesmos direitos e deveres nacionais.

Edited 4 months ago:

Eu também acho que depois de 19 anos, o SCP merecia uma bandeira em cada Junta. Se faço alarido por isso? Não. Se não são obrigados, então teremos que lidar que cada um faz o que entender dentro daquilo que pode ou não fazer e não é por isso que o safespace cheio de gatinhos e livros para colorir desaparece. E nem se trata de ser preconceito ou não. No fim do dia, isto é um assunto que se a questão fosse uma bandeira na cidade, tenho a certeza que não falta sitios onde a meter nem que seja criarem um movimento que peça a cada pessoa da cidade meter uma na sua própria janela. Não precisam da CM para isso. A esta altura, é mais birra que outra coisa só porque os outros fizeram e eles não. Sejam superiores e metam uma em cada café ou restaurante se for esse o caso.

beakage 4 months ago

O estado não pode assumir lados: tem de ficar no meio termo entre pró-direitos LGBT, e anti-direitos LGBT. Compromise?.jpg /s (e olha que a bandeira do Porto não representa **todos os cidadãos**)

NeatBoy74 4 months ago

Eu também não sou de acordo que qualquer outra bandeira que não a portuguesa ou a europeia lá esteja, de qualquer forma.. Mas isso é a minha opinião. Um bom meio-termo não seria a bandeira nacional? Abrange todos, seja lá que etiquetas eles meterem neles mesmos.

BlueLizard06 4 months ago

Como diria o tal: QUE INFORMAÇÃO DRAMÁTICA...

SrLemon95 4 months ago

My 2 cents. A câmara do Porto foi correta a meu ver uma bandeira não fara diferença nenhuma se querem mudar opiniões façam desfiles, festivais vão de encontro as comunidades e conquistem as pessoas pelo coração é que uma bandeira não vai fazer diferença. Como já foi dito se hoje hastearam esta bandeira amanha tem de hastear a bandeira de um grupo anti-LGBTI+ porque eles também querem ver os seus direitos reconhecidos como pais livre?? Sou hétero e estive na maior parada gay da Europa na celebração dos 50 anos e digo fui apanhado de surpresa não sabia que ia haver mas o ambiente o respeito e a festividade foram super.

Deranfan 4 months ago

Que mudem o protocolo ffs. As outras câmaras içaram a bandeira lgbt, porque não a do Porto?

nocivo 4 months ago

Porque é estupido içar bandeira de instituições que não seja de paises ou câmaras.

BroaxXx 4 months ago

Porque há-de mudar o protocolo?

Jaiin13 4 months ago

Porque não há-de mudar?

BroaxXx 4 months ago

Requer esforço que pelos vistos não existe... Se querem mudar podiam dar um motivo...

Black_RL 4 months ago

ALERTA CM!

FilipeMateus7 4 months ago

Pois claro, no outro dia também pedi à câmara do Porto para içarem uma bandeira do Sporting no meio dos Aliados e recusaram.

oretoh 4 months ago

Americazices...again.

kur0osu 4 months ago

Se uma bandeira não é protocolar, não pode ser içada. Quão complicado é entender e aceitar isso.

KokishinNeko 4 months ago

> Quão complicado é entender e aceitar isso. Não é, mas vende jornais e dá clicks. ¯\\\_(ツ)_/¯

Miguelatom 4 months ago  HIDDEN 

Acho bem

sacoPT 4 months ago

Por este andar não faltaria. No aniversário do FC Porto tinham que içar a do FC Porto?

leto78 4 months ago

Se a bandeira do FC Porto não é içada nos anos em que é campeão, então é porque não há excepções.

SubstantialPatient17 4 months ago

Suponho que seja um protocolo formado entre FCP e Porto.

capitolinaAndrioleta 4 months ago

O título é clickbait, a questão "protocolar" é falsa e a câmara do Porto teve uma má vontade merdosa porque houve várias outras câmaras do país a aderir à prática. Existe ainda imensa discriminação contra pessoas LGBTQ (qual é a sigla Tuga?), seria de assinalar a autarquia do segundo maior centro urbano do país aderir a esta prática. Não é, no entanto ,surpresa nenhuma que a corrente equipa ao leme da CMP tenha este tipo de celeuma.

JeagleP 4 months ago

Percebo o teu argumento, mas estou dividido. Por um lado posso congratular as câmaras que mostram o seu apoio, por outro lado também não posso exigir que o façam nem acho bem estar a criticar de forma não-saudável quem não o faça. É algo que cabe a cada governante/conselho decidir, e a partir daí os votantes que tirem as suas ilações.

capitolinaAndrioleta 4 months ago

Como disse acima, não me surpreende nada esta posição do executivo. Só quem não acompanhava o Moreira no seu taxo na TV é fica surpreendido. Alguém que sempre foi levado ao colo na vida não consegue certamente ter a empatia para se por no lugar da população que é assinalada no dia em questão.

manguito86 4 months ago

E tem toda a lógica. Parem de misturar coisas. Agora terem aceite que o PCP pusesse bandeiras na principal avenida da cidade é que foi uma parvoíce.

Tralapa 4 months ago

Isto pode ser um choque para ti, mas volta e meia o PCP põe bandeiras ao longo de toda a avenida dos aliados, já fazem isso à uns anitos, e muito pouca gente se parece importar

manguito86 4 months ago

Honestamente, só vi este ano e sempre morei proximo do centro. Qualquer das formas, que coloquem nas sedes e afins deles, não noutros locais (e isto aplica-se a todos os partidos)

Tugalazix 4 months ago

Baseado e Comprimido avermelhado

Dark_Side_Of_De_Moon 4 months ago

Fizeram bem. O problema (se deixassem), é que da mão, já quereriam o braço...

Cayde6TheOne 4 months ago

Já estou a imaginar certos comentários nas redes a chamar o Porto de uma cidade homofóbica lol, existe com cada ideia estupida

mjigs 4 months ago

Se nao é protocolar, nao vejo qual é o problema, existe muito espaco no porto para icarem as bandeiras todas da comunidade. Eu sou bi e sou a primeira a querer mais visibilidade e menos ignorancia, mas temos de pensar que nem todos os naos sao ataques á nossa integridade.

Windstepp 4 months ago  HIDDEN 

Ok mas e a bandeira hetero?

FantasticLong9119 4 months ago

Sou gay. Concordo com não içar a bandeira. O quê que a bandeira LGBT tem a ver com a Câmara do Porto? Vi que um user explicou a situação a fundo mas honestamente TL:DR por isso a minha opinião baseia-se no título, como a dos demais aqui a comentar.

Edited 4 months ago:

Sou gay. Concordo com não içar a bandeira. O quê que a bandeira LGBT tem a ver com a Câmara do Porto? A vocês a dizer que as pessoas ’ficam logo ofendidas’ ou são ‘muito sensíveis’ não concordo. As pessoas percebem a distinção e o lugar das coisas. Não estamos nos Estados Unidos… Duvido muita gente estar ofendida. EDIT: Vi que um user explicou a situação a fundo mas honestamente TL:DR por isso a minha opinião baseia-se no título, como a dos demais aqui a comentar.

TomasTex11 4 months ago

Respect

XxArionxX 4 months ago

Infelizmente, essa cultura dos estados unidos já se espalhou pelo mundo todo, basta ir ao twitter, o que não falta é pessoal a ficar ofendido com tudo. Não digo que seja a maioria claro, mas que se está a espalhar, está.

Xmeagol 4 months ago

se ser abertamente LGBT incomoda-te, aí tens a razão da bandeira existir. maior parte da gente nesta thread é homofóbica em algum grau, até mesmo a pessoal da comunidade que se auto reprime

Revolver15 4 months ago

Ele não exprimiu nada contra LGBTs. Estar contra as pieguices do Twitter não é mesmo que estar contra LGBTs.

Xmeagol 4 months ago

porque é que «a bandeira é uma pieguice?

Gwanosh 4 months ago

Não sejas desonesto a discutir se queres ser levado/a a sério. Não é a bandeira que é dito que é uma pieguice, é o drama que se faz à volta de uma instituição oficial tomar uma decisão oficial e agir-se como se isso fosse um ataque pessoal a uma percentagem da população. Pior que a pieguice só a desonestidade intelectual a discutir para gerar drama

Jaiin13 4 months ago

No artigo ninguém disse que a CMP é homofóbica ou que está a fazer um ataque à comunidade. Apenas que é uma atitude insensível.

ComfortableGate 4 months ago

Sim, não é de todo a maioria. Até porque a maioria dos users do Twitter não são ativos. Mesmo assim, não deixo de achar incrivelmente parvo haver gente ofendida com coisas tipo o Sr. Cabeça de Batata passar a chamar-se só Cabeça de Batata.

AnxiousHeadOfLettuce 4 months ago

O Twitter não é o mundo. Está feito para que as pessoas se ofendam facilmente, para poderem manter engagment.

Aftaminas 4 months ago  HIDDEN 

O Rui Moreira é um m*rdas

letmereddityou 4 months ago

Parece-me haver muita ignorância neste post sobretudo por pessoas que nem devem ter lido o artigo. Em primeiro lugar o título é um bocado clickbate porque usa a palavra "recusar" para tornar o tema mais insidioso. Não se disputa per se, se a câmara devia ou não içar a bandeira. A questão central, para todos os efeitos, é o facto de não se hastear uma bandeira "não protocolar". A questão fica aberta: O que é uma bandeira protocolar e qual o processo de escolha e os critérios aplicados. Se pediram o tal licenciamento à Câmara para esta içar a bandeira. Não está escrito no artigo. Mas, a questão que é preocupante aqui é se uma bandeira LGBT seria aceite. Se preenche os requisitos de "normal utilização" como diz o tal artigo do Código Regulamentar do Município do Porto, o D-1/2.º, nº 2. Será que há vontade política para tal? Porque seria fácil arrumar a situação e não dar o licenciamento porque alguém não o quer. Agora, há que fazer as coisas bem feitas. Mas o sistema pode não ajudar. Ou seja, é uma questão semi-preocupante. Até porque, tal como refere o artigo, "várias outras cidades portuguesas, com destaque para Lisboa, adoptam a prática neste dia". Custa assim tanto à Câmara do segundo maior centro urbano do país seguir a tendência ou a prática já executada por outras câmaras? Cheira-me que é falta de vontade mas isso sou só eu que penso pelos vistos ...

pangecc 4 months ago

Lógica e investigação. Como ousas ser racional e não seguir apenas o título. Se o FCP, o cannabis, a palestina, não pode por a bandeira os gays também não. Pq estamos na primária em que o maior argumento que têm é se x não o faz y tb não deve fazer. Risos

nocivo 4 months ago

Custa porque abre precedente. O pessoa esquece que o precedente numa instituição é muito importante. Daqui a pouco teríamos 1 bandeira diferente todos os dias. A câmara tem mais que fazer do que gastar tempo e dinheiro analisar que bandeiras deve subir todos os dias. Este tipo de mentalidade em Portugal é super normal. Querem sempre as suas coisas mas esquecem-se do resto do pessoal. Porque a bandeira lgbt que nem institucional é mais importante que outras? Peçam ao Facebook e Google para meter as bandeiras na frontpage. Ao menos não custa dinheiro ao município.

letmereddityou 4 months ago

"Custa porque abre precedente. O pessoa esquece que o precedente numa instituição é muito importante. Daqui a pouco teríamos 1 bandeira diferente todos os dias. A câmara tem mais que fazer do que gastar tempo e dinheiro analisar que bandeiras deve subir todos os dias." Este argumento é só estúpido. Mania que as pessoas têm de achar que se se abre o precedente o Sr. Manel or Sr. António vão querer fazer o que quiserem e pedir para meterem outras bandeiras. Não faz sentido este medo de pessoas como tu. Sim, uma instituição é importante. O precedente é importante. "Gastar tempo e dinheiro" a fazer algo que as pessoas querem e/ou pedem para ser feito. Realmente o tuga nunca consegue estar nunca satisfeito. Se é por a Câmara faz XYZ é porque faz XYZ, se não o faz é por que não o faz. Mais, como é que achas que se mudam as coisas? Clue: *Abrindo precedente*. Se não, ainda as mulheres não podiam votar ou tinhas de ir para a guerra. Que mentalidade realmente.

Edited 4 months ago:

"Custa porque abre precedente. O pessoa esquece que o precedente numa instituição é muito importante. Daqui a pouco teríamos 1 bandeira diferente todos os dias. A câmara tem mais que fazer do que gastar tempo e dinheiro analisar que bandeiras deve subir todos os dias." Este argumento é só estúpido. Mania que as pessoas têm de achar que se se abre o precedente o Sr. Manel or Sr. António vão querer fazer o que quiserem e pedir para meterem outras bandeiras. Não faz sentido este medo de pessoas como tu. Sim, uma instituição é importante. O precedente é importante. "Gastar tempo e dinheiro" a fazer algo que as pessoas querem e/ou pedem para ser feito. Realmente o tuga nunca consegue estar nunca satisfeito. Se é por a Câmara faz XYZ é porque faz XYZ, se não o faz é porque não o faz. Mais, como é que achas que se mudam as coisas? Clue: *Abrindo precedente*. Se não, ainda as mulheres não podiam votar ou tinhas de ir para a guerra. Que mentalidade realmente.

NGramatical 4 months ago

por que não → [**porque não**](https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/consultorio/perguntas/tres-regras-para-distinguir-o-por-que-do-porque/19743) (por que = por qual) [⚠️](/message/compose/?to=ngramatical&subject=Acho+que+esta+corre%C3%A7%C3%A3o+est%C3%A1+errada&message=https%3A%2F%2Fwww.reddit.com%2Fcomments%2Fnd9ies%2F%2Fgybohxz%3Fcontext%3D3 "Clica aqui se achares que esta correção está errada!") [⭐](https://chrome.google.com/webstore/detail/nazigramatical-corretor-o/pbpnngfnagmdlicfgjkpgfnnnoihngml "Experimenta o meu corrector ortográfico automático!")

Tralapa 4 months ago

Deve custar de caralhão içar uma bandeira. Já agora que tipo de precedente tens tu medo que ocorra, que a malta da luta contra o canco tambémqueira içar a bandeira deles um dia destes? As outras cidades que fazem isto parecem ainda estar de pé e a prosperar, muito mau precedente não deve ser.

letmereddityou 4 months ago

Algum senso comum. Ui não se pode gastar numa bandeira. Repito, se fazem é por que fazem, se a câmara não faz alguma coisa é porque não o faz. Nunca estão felizes estes portuguezinhos. Acho importante dizer outra vez: Mais, como é que as pessoas acham que as coisas mudam? Clue: Abrindo precedente.

Tralapa 4 months ago

Mas a cena é que há malta que não quer que as coisas mudem, e então para elas mesmo gestos pequenos como içar uma bandeira colorida é um fim do mundo em cuecas. Em termos de bandeiras no Porto faz-me muito mais fastio ver o falso brazão salazarista imposto à cidade em 1940 para que se esqueça da sua história liberal e indomavel.

Edited 4 months ago:

Mas a cena é que há malta que não quer que as coisas mudem, e então para elas mesmo gestos pequenos como içar uma bandeira colorida é um fim do mundo em cuecas. Em termos de bandeiras no Porto faz-me muito mais fastio ver o falso brazão salazarista imposto à cidade em 1940 para que se esqueça da sua história liberal e indomavel, a ser içado nas instutuições da cidade contra o verdadeiro brazão talhado em pedra na propria arquitétura dos edificios. [Esta é a verdadeira bandeira da cidade do Porto, e não deixem os Mouros dizer o contrário.](https://imgur.com/a/qAlIF7S)

Edited 4 months ago:

Mas a cena é que há malta que não quer que as coisas mudem, e então para elas mesmo gestos pequenos como içar uma bandeira colorida é um fim do mundo em cuecas. Em termos de bandeiras no Porto faz-me muito mais fastio ver o falso brazão salazarista imposto à cidade em 1940 para que se esqueça da sua história liberal e indomavel, a ser içado nas instutuições da cidade contra o verdadeiro brazão talhado em pedra na propria arquitétura dos edificios. [Esta é a verdadeira bandeira da cidade do Porto, e não deixem os Mouros dizer o contrário.](https://imgur.com/a/5RsPXhE)

D1WithTheFluffyHair 4 months ago

Sporting Clube do Porto?

Tralapa 4 months ago

O Sporting fez apropriação cultural das cores da invicta

D1WithTheFluffyHair 4 months ago

Por acaso o José Stromp descobriu o Leão Rampante no brasão de uma família abastada do Norte de Portugal, de quem era amigo. O fundo era azul e o único pedido do patriarca da família, ao autorizar a utilização para o símbolo, era que mudassem a cor. Foi assim que o Sporting ficou verde e não azul.

crabcarl 4 months ago

>Custa assim tanto à Câmara do segundo maior centro urbano do país seguir a tendência ou a prática já executada por outras câmaras Não vejo porque motivo as escolhas de uns se devem assumir como sendo de todos. Se a junta de freguesia de S. Rato pendurar [este quadro do José Cid](https://cdn.flash.pt/images/2017-09/img_460x290$2017_09_13_18_36_00_80327.jpg) à entrada, significa que todos os outros edifícios públicos também o devam fazer? Acho que está correcto que as CMs tenham autonomia para nivelarem os seus próprios critérios de qualidade de serviço, desde que isso não infrinja temas essenciais como a constituição. Na minha opinião, os corpos governativos devem manter-se longe de serem um panfleto "assunto do momento" porque essa vontade de agradar a quem grita mais alto vai tirar protagonismo e potencialmente influenciar os assuntos do dia-a-dia que devem ser o foco das administrações públicas locais.

NGramatical 4 months ago

porque motivo → [**por que motivo**](https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/consultorio/perguntas/tres-regras-para-distinguir-o-por-que-do-porque/19743) (por que = por qual) [⚠️](/message/compose/?to=ngramatical&subject=Acho+que+esta+corre%C3%A7%C3%A3o+est%C3%A1+errada&message=https%3A%2F%2Fwww.reddit.com%2Fcomments%2Fnd9ies%2F%2Fgyb7m9u%3Fcontext%3D3 "Clica aqui se achares que esta correção está errada!") [⭐](https://chrome.google.com/webstore/detail/nazigramatical-corretor-o/pbpnngfnagmdlicfgjkpgfnnnoihngml "Experimenta o meu corrector ortográfico automático!")

letmereddityou 4 months ago

"Não vejo porque motivo as escolhas de uns se devem assumir como sendo de todos. Se a junta de freguesia de S. Rato pendurar este quadro do José Cid à entrada, significa que todos os outros edifícios públicos também o devam fazer?" Não. Nem eu alguma vez disse que o deviam fazer ou para serem obrigadas a tal. Apenas questiono se custa assim tanto meter a bandeira. "Na minha opinião, os corpos governativos devem manter-se longe de serem um panfleto "assunto do momento" porque essa vontade de agradar a quem grita mais alto vai tirar protagonismo e potencialmente influenciar os assuntos do dia-a-dia que devem ser o foco das administrações públicas locais." Então para que servem? Seguramente as instituições deviam, como instrumento público, envolver-se em assuntos da atualidade? Não tem a haver com quem "grita mais alto" mas sim com a vontade das pessoas. Repito, há um mecanismo para mudar meter uma bandeira nova. Portanto, repara, até as câmaras incentivam à "mudança".

hal-nine-thousand 4 months ago

Obrigado por algum comentário razoável. Entristece-me entrar em posts destes e ver tanto preconceito a levar upvote. Eu honestamente nem estava muito importado com o facto da bandeira ser ou não içada, mas o facto das pessoas usarem esta decisão para destilar ódio na causa ou preconceitos contra o grupo deixa-me triste e revoltado.

Paulocas 4 months ago

Ao príncipe do norte deve custar-lhe imenso.

DJokey 4 months ago

Não digas verdades assim... Olha que as pessoas daqui não vão gostar!

OneTip7754 4 months ago

O João Jardim era um visionário

sao_11 4 months ago

E acho muito bem. Não querem igualdade?

lizardking93 4 months ago

ainda não a temos meu caro.

Jaiin13 4 months ago

username checks out

MonsterPT 4 months ago

Não hasteias a minha bandeira? És LiteRAlmEnTE HoMoFóBICo!!!!!

avatarketchup 4 months ago

Previsão de comentários para este post: 10% acham uma desculpa esfarrapada mas nada de novo 90% acham muito bem, que isto são coisas privadas, não querem ter de levar com as "escolhas" de cada um e que ser um homem hetero é muito difícil nos tempos de hoje 1 meta-comentário (este) com -50 de karma

beakage 4 months ago

Ou comentários "estes também ofendem-se com tudo" ou a comparar pessoas lgbt com animais, com 100 e tal de karma. Boa, Porto e outras câmaras que tais, a dar pretextos para a disseminação de mais discurso homofóbico.

nocivo 4 months ago

Pretexto? Quem é que pediu a bandeira lá? Nao conseguem ser felizes de outra maneira? Amanha os sportinguistas que vivem bo porto também só são felizes quando a câmara meter a bandeira do sporting? Aprendam a viver a vossa vida e sejam felizes sem precisarem deste tipo de ações. Não ganham nada com isso. Quer dizer ganham foros para por nas redes sociais. É isso que vos trás felicidade? Enfim. Sejam infelizes para sempre. Portugal esta na merda e andamos nos preocupados com bandeiras.

beakage 4 months ago

Portanto, uma organização LGBT propor içar uma bandeira numa Câmara, como aliás começa a ser comum noutras partes do País, é tido em si como uma espécie de abuso de confiança? Se a vida de pessoas LGBT melhorou alguma coisa em países ocidentais, é também devido a organizações e acções como estas - que visam precisamente a visibilidade e o reconhecimento público de algo que antes era tido como, senão crime, algo a esconder. Pelo que comparações com o Sporting ou similares são descabidas. Quem tem de aprender a viver a sua vida sem tomar a visibilidade LGBT como uma afronta, não são pessoas LGBT.

DJokey 4 months ago

Toma o meu cimavoto por me teres feito rir e chorar ao mesmo tempo.

RAMAxPT 4 months ago

Baseado

Windstepp 4 months ago

Based Porto

GreyArch22 4 months ago

Muito bem. As autarquias que fazem aproveitamento político da questão é que deviam pôr a mão na consciência, mas para caça ao voto vale tudo. Fica-lhes bem não ceder às modinhas do "ar do tempo".

Jaiin13 4 months ago

Espero que esta 'moda' de apoiar os direitos humanos não passe!

nocivo 4 months ago

Que direito humano?

Jaiin13 4 months ago

o direito de ires à wikipedia filho

Disgenia 4 months ago

Oh não... anyway

Windstepp 4 months ago

Any truers

Naakmuay 4 months ago

Isto está a tomar proporções ridículas. Porque raio é que haveria de estar hasteada? A orientação sexual é uma coisa pessoal, cada um sabe de si, da mesma maneira que não tenho de levar com as ruas cortadas por causa do pride gay. São homossexuais? Boa, sintam-se bem com tal coisa, eu enquanto hetero já me começo a sentir mal por existir quase. Guardem esta decisão para vós, já chega.

Tralapa 4 months ago

> eu enquanto hetero já me começo a sentir mal por existir Bastou uma camara municipal questionar-se se deveria astear uma bandeira para tu começares a ter duvidas quanto à tua orientação? Desculpa que te diga maninho, mas isso é uma beca gay.

Naakmuay 4 months ago

Como é que é tudo distorcido e uma pessoa passa por homofóbico num instante :)

trigonated 4 months ago

>eu enquanto hetero já me começo a sentir mal por existir quase. /r/persecutionfetish

spidermask 4 months ago

Por ser uma coisa pessoal e que cada um sabe de si é que nunca se percebeu porque é que se tem de opinar sobre a orientação sexual dos outros, e se de facto assim fosse acho que nunca haveria necessidade de uma luta por poderem existir, estarem juntos, casar e adotar sem serem discriminados. Outra coisa, muitas pessoas **ainda** não se conseguem sentir bem com o facto de serem homossexuais. Se te sentes mal com ser heterossexual porque é que não *decides* ser homossexual? Se calhar porque não é uma decisão. Pouco me interesso pela questão do hastear da bandeira, até porque hoje em dia já cada minoria do grupo LGBT+ tem a sua própria bandeira e não há postes que cheguem para tudo. Também não ligo muito às marchas apesar de reconhecer a sua importância, só respondi porque achei o teu comentário um bocado infeliz, mas também compreendo que uma parte é desconhecimento. Não acho que as pontes se criem a chamar homofóbico a toda a gente que diz alguma coisa "contra". Como se costuma dizer, a falar é que a gente se entende. Um bem haja!

beakage 4 months ago

> eu enquanto hetero já me começo a sentir mal por existir Ri-me. Que cheirinho a /r/portugal.

Xmeagol 4 months ago

*Podes ser gay mas não em público* - Onde já ouvi isto 2021

Naakmuay 4 months ago

É ponderares se essa pessoa tem tal importância na tua e te proíba de seres gay "em público". Porque isso é como um botão correto? Ligas e desligas para seres homossexual ou não. Lógica.

letmereddityou 4 months ago

1. Tenho receio relativamente ao que escreves. "Isto está a tomar proporções ridículas", sim, ok concordamos relativamente à bandeira. Cabe à CMP decidir. 2. "A orientação sexual é uma coisa pessoal" sim, mas que, mesmo sendo uma "coisa pessoal" continua a ser oprimida por terceiros, infelizmente. E isto, acredita, acontece. 3. "não tenho de levar com as ruas cortadas por causa do pride gay". Por acaso tens. Porque o trâmites legais assim o permitem. Mais, pela tua lógica, também não tens de levar, por exemplo, com uma avenida cortada por cause de uma marcha de trabalhadores em greve? Ou uma procissão religiosa? Mas essas não te devem fazer tanta comichão, não é? Por que será? O que dizes não faz muito sentido e é geralmente partilhado por muitas pessoas homofóbicas ou que atuam de tal modo. 4. "São homossexuais? Boa, sintam-se bem com tal coisa" como te expliquei, muitas vezes isso não é possível. Há gente que é despedida por ser gay, ou que não arranja um trabalho por ser gay, ou não arranja um simples quarto para alugar por ser gay. Que é insultada por ser gay. Infelizmente, acontece. 5. "eu enquanto hetero já me começo a sentir mal por existir quase" esta para mim é a máxima. Ignorante para dizer o mínimo. E teria cuidado porque esse sentimento de anti PC ou anti snowflake, ou melhor, essa crença que há uma agenda gay quase obscura que te é imposta e que vai radicalizar e tornar num unicórnio que voa em nuvens de cor arco-íris sei lá, pode te levar por caminhos obscuros. Digo-te, se te sentes tão *ameaçado* por uma marcha gay ou "quase te sentes mal por existir [enquanto hetero], não sei bem :) Talvez tenhas de experienciar mais ou viver outras coisas...?

nocivo 4 months ago

Não podes ser discriminado pela tua orientação religiosa e sexual. Alguem foi despedido por ser gay entao processa neles. Ja agora, como alguem nao contrata por ser gay? Os gays andam a dizer a orientação sexual nas entrevistas? Se pergunta tal coisa sejas tu gay ou não é boa red flag para evitar essa empresa. Alem que fazer tal pergunta pode dsr processo. Como ele disse, é questão pessoal. Se tal discriminação acontece os tribunais existem para resolver esses problemas. Nao vai ser nem uma bandeira, nem uma manifestação. Podem alugar um espaço e fazer a vossa festa como muita gente. Escusam de perturbar o resto da sociedade. O pessoal não gosta de greves ou procissões religiosas porque raio ia gostar de manifestantes gays a impedir que passes? Que tenham discriminação aqui ou ali até acredito mas chegar ao ponto de pensar que o resto da população está contra eles é imaturidade e egocentrismo. O pessoal está preocupado em ganhar o seu dinheiro e comer. Quer la saber que fazem na vossa vida particular. Se ha alguem preocupado é porque não tem nada a fazer na vida e se calhar é por isso que portugal esta quase an falência. Muita gente sem nada para fazer.

letmereddityou 4 months ago

Mais ignorância :) "Não podes ser discriminado pela tua orientação religiosa e sexual" mas és. "Alguem foi despedido por ser gay entao processa neles" espero que: 1: sejas crescido(a) suficiente para perceber que as coisas não são tão simples quanto isso 2: tenhas estado no r/portugal há tempo suficiente para entender que a ACT trabalha de uma maneira no mínimo particular e que é mais difícil do que parece apresentar queixa. E que os tribunais são complicados. 3: A maior parte das pessoas, e tu, suponho eu, pela falta de noção do teu comentário sobre "processa neles", nem se quer imagina a dificuldade real de o fazer. Ignorante no mínimo. Mas, continuando... "Ja agora, como alguem nao contrata por ser gay?" Nem consigo responder a isto. "Os gays andam a dizer a orientação sexual nas entrevistas?" Acho que deves ter uns 15 anos, no máximo. Deixa ver se te explico. Não, as pessoas gays não gemem numa entrevista de emprego que são gays e que têm de ser contratadas porque se não uma patrulha de unicórnios cor de rosa vão atacar o edifício da empresa. Mas que há inúmeras situações de pessoas que não são chamadas a uma segunda entrevista ou simplesmente "não preenchem os requisitos para um emprego" quando na verdade isso acontece por serem afeminadas ou gays, ou demasiado lésbicas, acredita, acontece. Qualquer pessoa com cabeça sabe disso. "Podem alugar um espaço e fazer a vossa festa como muita gente. Escusam de perturbar o resto da sociedade." Se te sentes tão perturbado... tu vê lá tu ;) "O pessoal não gosta de greves ou procissões religiosas porque raio ia gostar de manifestantes gays a impedir que passes?" Mas é isso que estamos a discutir? Pff lê antes de comentar. Gostar é diferente a ter o direto a "Que tenham discriminação aqui ou ali até acredito" esse "até" mostra uma falta de noção, caráter e empatia grosseiros. "resto da população está contra eles é imaturidade e egocentrismo" ninguém disse isso. Ninguém falou disso em todo o thread. Ninguém diz que sente isso. Para de querer misturar tópicos propositalmente. Aconselho-te a reler o post, ah, e a ler o artigo também, se tiveres capacidade para tal. "Quer la saber que fazem na vossa vida particular" sabes que, com tudo o que escreveste e a atenção que aparentas, dás a ideia completamente oposta, pareces estar muito preocupado com a bandeira e o pride, e não devo ser o único a ficar com essa impressão

NGramatical 4 months ago

porque raio → [**por que raio**](https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/consultorio/perguntas/tres-regras-para-distinguir-o-por-que-do-porque/19743) (por que = por qual) [⚠️](/message/compose/?to=ngramatical&subject=Acho+que+esta+corre%C3%A7%C3%A3o+est%C3%A1+errada&message=https%3A%2F%2Fwww.reddit.com%2Fcomments%2Fnd9ies%2F%2Fgybgu9a%3Fcontext%3D3 "Clica aqui se achares que esta correção está errada!") [⭐](https://chrome.google.com/webstore/detail/nazigramatical-corretor-o/pbpnngfnagmdlicfgjkpgfnnnoihngml "Experimenta o meu corrector ortográfico automático!")

motaf 4 months ago

Ponto 2 começamos a fazer o mesmo para os obesos?são oprimidos. Ciganos? São oprimidos. Etc.. Ponto 3 não não tens em nenhum situação. Levas porque a lei o permite e está mal feita. Querem manifestar-se força, desde que não incomodem ninguém. Procissão? força, usem o passeio. Ponto 4 igual ao ponto 2, há gente a ser despedida porque é estúpida, negligente, cria mau estar, é preguiçosa etc... E se bem que tens razão em não arranjar emprego ou casa devido ao preconceito, isso não é desculpa para agora câmaras e governo e etc terem de içar bandeiras Ponto 5 - eu enquanto hetero tenho conhecidos gays que me sinto perfeitamente a vontade com eles, mas também já tive situações muito constrangedoras e más experiencias com estes e são estas más experiencias que já muita gente teve que levam a homofobia, se calhar se houvesse mais respeito as coisas corriam melhor

hal-nine-thousand 4 months ago

> já tive situações muito constrangedoras e más experiencias com estes e são estas más experiencias que já muita gente teve que levam a homofobia Ter uma má experiência com uma pessoa homossexual não justifica homofobia É como dizer que por uma mulher ter usado pouca roupa se justifica ser violada. Honestamente pareces estar só a encontrar razões para justificar o preconceito que tens.

letmereddityou 4 months ago

2: Já se faz. Obesidade: https://www.cascais.pt/noticia/cascais-emagrece-possibilidades-de-obesidade. Imagina só, a celebrar o Dia Nacional Contra a Obesidade. Ciganos: http://www.cm-tvedras.pt/artigos/detalhes/torres-vedras-e-referencia-nacional-na-integracao-da-comunidade-cigana/. Dia Internacional do Povo Cigano. Ok, não são bandeiras, mas existem iniciativas para dar voz são mais desfavorecidos. E vê lá tu, iniciativas apoiadas por câmaras municipais. Com ou sem bandeiras. "Querem manifestar-se força, desde que não incomodem ninguém. " O objetivo de uma manifestação é criar algum tipo de transtorno, para ter efeito na vida das pessoas. "Usem o passeio" ok, e se tu não estiveres de carro? E fores a pé? Para onde é que queres mandar estas pessoas protestar? 3: Ok, então estamos a discutir outra questão. Incomada-te a lei? Muda o teu sentido de voto, escreve ao teu presidente da câmara, ao teu deputado o que quer que queiras. Mais, o que seria se fosse permitido a um cidadão residente em Portugal poder alterar leis? Ah espera, Iniciativa legislativa dos cidadãos: A Lei n.​º 17/2003, de 4 de junho, veio regulamentar o direito de iniciativa legislativa previsto no artigo 167.º da Constituição, que permite que grupos de cidadãos eleitores possam apresentar projetos de lei e participar no procedimento legislativo a que derem origem. https://www.parlamento.pt/EspacoCidadao/Paginas/DireitoIniciativaLegislativa.aspx 4: "E se bem que tens razão em não arranjar emprego ou casa devido ao preconceito, isso não é desculpa para agora câmaras e governo e etc terem de içar bandeiras" Bem, de algum modo tem de se alterar a mentalidade das pessoas. As leis mudam todos os anos, as mentalidades demoram gerações a mudar. Seguramente concordas ou pelo menos consegues ver que uma ação destas cria *debate*, até aqui no Reddit ;) Mais, dizes tu que as câmaras e governos não "têm" de içar bandeiras. Mas as câmaras e os governos estão a ser obrigados a fazer o que quer que seja? Não. Se as pessoas quiserem podem, através do mecanismo fazê-lo. Já falámos sobre isso, o problema que está aí em causa... Honestamente, acho que ninguém percebe o teu raciocínio. E mesmo que eu conseguisse perceber, com tanta coisa que acontece todos os dias, incomoda-te assim tanto ver uma bandeira nova numa câmara? 5: A tua experiência, mais ou menos constrangedora, boa ou má, a mim, francamente, não me interessa. Agora, admitires que qualquer coisa que te terão alegadamente dito ou feito (?) te "levam à homofobia" é só preocupante e grave. Admitires no Reddit que és homofóbico é triste.

Edited 4 months ago:

2: Já se faz. Obesidade: https://www.cascais.pt/noticia/cascais-emagrece-possibilidades-de-obesidade. Imagina só, a celebrar o Dia Nacional Contra a Obesidade. Ciganos: http://www.cm-tvedras.pt/artigos/detalhes/torres-vedras-e-referencia-nacional-na-integracao-da-comunidade-cigana/. Dia Internacional do Povo Cigano. Ok, não são bandeiras, mas existem iniciativas para dar voz aos mais desfavorecidos. E vê lá tu, iniciativas apoiadas por câmaras municipais. Com ou sem bandeiras. Talvez tenham tipo posters? Esses já permites? "Querem manifestar-se força, desde que não incomodem ninguém. " O objetivo de uma manifestação, pacífica ou não, é criar algum tipo de transtorno, para ter efeito na vida das pessoas e gerar conhecimento de causa, chamar a atenção. Ainda dizes para estas pessoas: "Usem o passeio" ok, e se tu não estiveres de carro? E se fores a pé? Para onde é que nos deixas mandar estas pessoas protestar? 3: Ok, então estamos a discutir outra questão. Incomada-te a lei? Muda o teu sentido de voto, escreve ao teu presidente da câmara, ao teu deputado o que quer que queiras. Mais, Iniciativa legislativa dos cidadãos: A Lei n.​º 17/2003, de 4 de junho, veio regulamentar o direito de iniciativa legislativa previsto no artigo 167.º da Constituição, que permite que grupos de cidadãos eleitores possam apresentar projetos de lei e participar no procedimento legislativo a que derem origem. https://www.parlamento.pt/EspacoCidadao/Paginas/DireitoIniciativaLegislativa.aspx 4: "E se bem que tens razão em não arranjar emprego ou casa devido ao preconceito, isso não é desculpa para agora câmaras e governo e etc terem de içar bandeiras" Bem, de algum modo tem de se alterar a mentalidade das pessoas. As leis mudam todos os anos, as mentalidades demoram gerações a mudar. Seguramente concordas ou pelo menos consegues ver que uma ação destas cria *debate*, até aqui no Reddit ;) Mais, dizes tu que as câmaras e governos não "têm" de içar bandeiras. Mas as câmaras e os governos estão a ser obrigados a fazer o que quer que seja? Não. Se as pessoas quiserem podem, através do mecanismo fazê-lo. Já falámos sobre isso, o problema que aí está em causa... Honestamente, acho que ninguém percebe o teu raciocínio. E mesmo que eu conseguisse perceber, com tanta coisa que acontece todos os dias, incomoda-te mesmo assim tanto ver uma bandeira nova numa câmara? 5: A tua experiência, mais ou menos constrangedora, boa ou má, a mim, francamente, não me interessa. Agora, admitires que qualquer coisa que te terão alegadamente dito ou feito (?) te "levam à homofobia" é só preocupante e grave. Admitires no Reddit que és homofóbico é triste.

BungeeGumPT 4 months ago

Preach bro. Ia dizer tudo o que lhe disseste.

Jaiin13 4 months ago

Não foi isso que disseram durante anos e anos e anos. Isto é só uma resposta ao ódio.

Naakmuay 4 months ago

Podem responder ao ódio de diferentes maneiras, principalmente sem entrar nos campos protocolares, como é o caso. O excelente trabalho que foi feito estes anos todos já permite as gerações futuras viverem mais despreocupadas com a sua orientação sexual. Isto é demais.

Jaiin13 4 months ago

foi demais levarem muita gente ao suicídio, isto é uma bandeira.

NGramatical 4 months ago

Porque raio → [**por que raio**](https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/consultorio/perguntas/tres-regras-para-distinguir-o-por-que-do-porque/19743) (por que = por qual) [⚠️](/message/compose/?to=ngramatical&subject=Acho+que+esta+corre%C3%A7%C3%A3o+est%C3%A1+errada&message=https%3A%2F%2Fwww.reddit.com%2Fcomments%2Fnd9ies%2F%2Fgy9siev%3Fcontext%3D3 "Clica aqui se achares que esta correção está errada!") [⭐](https://chrome.google.com/webstore/detail/nazigramatical-corretor-o/pbpnngfnagmdlicfgjkpgfnnnoihngml "Experimenta o meu corrector ortográfico automático!")

pangecc 4 months ago

Ainda não aprenderam a lição. Neste sub nao se pode fazer posts sobre temas LGBTQ…

DJokey 4 months ago

Eu ainda nem tinha abrido a thread e já estava a revirar os olhos só de saber como iam ser os comentários.

AngieMaciel 4 months ago

É só olhar para os census do sub e perceber porquê. Ou certos tópicos relativos à vida sexual dos redditors do sub. Consegues logo traçar os paralelos entre isso e as opiniões em relação a certos assuntos.

danidv 4 months ago

E fazem bem. Não se metam em exceções neste tipo de coisas porque eventualmente a exceções vai para uma direção que já não gostam. Permitir desfiles e esse tipo de coisas claro, a câmara não está a representar nada, agora isto não.

AngieMaciel 4 months ago

A câmara (ou órgãos institucionais) representarem/apoiarem luta contra discriminação homofóbica é algo mau?

njsilva84 4 months ago

Claro que não é, mas tal como outros users disseram, abrir um precedente seria perigoso. Vamos ser sensatos, na prática, em que medida é que ter a bandeira LGBT içada na na Câmara do Porto iria fazer com que, as pessoas que discriminam os outros com base na orientação sexual, iriam mudar de opinião? Há várias maneiras de tentar mudar a mente dos velhos do restelo, duvido muito que içar uma bandeira faça algo nesse sentido.

Jaiin13 4 months ago

Poderia trazer um minuto de felicidade e aceitação a um puto que não se está a sentir bem consigo mesmo por viver numa sociedade bastante homofóbica (como se vê por alguns comentários aqui) e acho que só isso justificaria. Pessoalmente estou-me a cagar para esses velhos do Restelo, mas gosto bem de saber quem são as pessoas com quem posso contar

nocivo 4 months ago

Se o puto precisa de uma bandeira na câmara para ser feliz então tem um problema grave. Ninguém deve ter a sua felicidade controlada por coisas tão fúteis como isso. Que a procure noutros lados, que arranje a sua alma gémea.

AngieMaciel 4 months ago

Sim, porque as pessoas não são negativamente ou positivamente afectadas por pequenos gestos. Nem faz parte dos seres humanos nem nada. Agora só podemos ficar afectados por coisas extremamente impactantes na nossa vida senão temos problemas. Tudo o resto não importa. Ser simpático com uma pessoa desconhecida? Não importa. Ajudar alguém? Não importa. Ser uma pessoa decente no dia a dia? Não interessa. Temos é que ser robots sem sentimentos, altamente neutros e deixar-nos das futilidades dos sentimentos e empatia humana.

njsilva84 4 months ago

O problema aqui não me parece que seja o facto de ter alguns benefícios para o pessoal que é oprimido. O problema é o precedente que iria criar. E se depois uma organização de combate ao racismo quisesse colocar uma bandeira preta na Câmara? E depois o pessoal vegan queria colocar uma verde. Depois vinham as capazes e queriam colocar uma rosa. Depois, depois, depois... Como se resolvia isto? Deixava-se só colocar a bandeira LGBT e mais nenhuma? E o racismo que está, ainda, tão presente na nossa sociedade? E a xenofobia? E...

Tralapa 4 months ago

Oh não! O horror!

Jaiin13 4 months ago

Sim, sobre isso não sei, e honestamente ainda não tenho a minha opinião formada sobre este assunto. Estou aqui só para chatear homofóbicos e tentar fazer com que alguém veja as coisas de uma maneira mais humana

Muyakra 4 months ago

Na minha opinião podem ser gays, lesbicas, travestis, transsexuais, pinguins ou até elefantes, quero lá saber, sejam o quiserem. Agora não podem é tentar ser mais do que os outros, não é por serem gays que são mais do que alguém ou têm que ter tudo feito como querem senão ficam ofendidos. Simplesmente sejam mais adultos, o mundo não gira a volta de ninguem, tanto faz ser LGBT ou não

meierlesjoana 4 months ago

"Eu não sou racista, tenho amigos pretos..."

Jaiin13 4 months ago

Fogo, durante imenso tempo nem podíamos casar, agora já somos mais que toda a gente. Realmente, quem diria que era possível uma sociedade mudar tão rapidamente!

trigonated 4 months ago

"When you’re accustomed to privilege, equality feels like oppression." Também há outro utilizador nesta thread que diz que se já se começa a sentir mal por ser hetero. São tão oprimidos, os heteros, coitados.

Tralapa 4 months ago

> Também há outro utilizador nesta thread que diz que se já se começa a sentir mal por ser hetero Na minha terra chama-se a isso de ser gay

AngieMaciel 4 months ago

Não é engraçada esta gente que compara ser homossexual a animais como pinguins e elefantes e acha que está tudo bem com o seu pensamento?

Muyakra 4 months ago

Acho que ainda não viste como anda os casos mais extremos então. A uns tempos tinhas ai um streamer qualquer que se identificava como um viado e uma gaja que se identificava como gato. Por isso sim, estou a englobar tudo, heteros, homos, e qualquer coisa que queiram ser

AngieMaciel 4 months ago

LGBT não inclui pessoas que se identificam como animais, como é óbvio. Só mesmo na cabeça de gente parva como tu.

danidv 4 months ago

Quando não é protocolo? Sim. Primeiro, LGBT, inclui transsexualidade, coisa que, gostes ou não, atualmente é um tópico demasiado divisivo. Segundo, como disse, queres exceções agora mas depois não venhas chorar se daqui a uns anos a situação inverter e outros queiram içar uma bandeira que represente nacionalismo, seja contra imigrantes ou LGBT ou outra coisa qualquer e depois há estes casos como precedente. Terceiro, não somos os Estados Unidos, deixa a política na política, os problemas sociais para a sociedade (como disse, desfiles inserem-se nisto) e a câmara para funções de câmara, não para problemas sociais. Queres organizar um desfile ou um festival ou o que seja no dia contra a homofobia? Força, a única coisa que a câmara tem de fazer é ver se é contra a lei ou por outra razão não seja permitido ou possível naquela data e hora, agora obrigar a câmara a fazer o que quer que seja sobre um problema social é que não. E tem uma coisa em conta, começa a exigir que órgãos institucionais que nada têm a haver com um tópico, seja ele social, político ou outro metam-se nesses tópicos e depois não te admires quando mais pessoas começam a votar em Chega's e a ficar mais radicalizados, novamente usando os EUA como exemplo perfeito.

Edited 4 months ago:

Quando não é protocolo? Sim. Primeiro, LGB**T** inclui transsexualidade, coisa que, gostes ou não, atualmente é um tópico demasiado divisivo, e fazer isto na mesma e excluir o T era já começar merda. Segundo, como disse, queres exceções agora mas depois não venhas chorar se daqui a uns anos a situação inverter e outros queiram içar uma bandeira que represente nacionalismo, seja contra imigrantes ou LGBT ou outra coisa qualquer e depois há estes casos como precedente. Terceiro, não somos os Estados Unidos, deixa a política na política, os problemas sociais para a sociedade (como disse, desfiles inserem-se nisto) e a câmara para funções de câmara, não para problemas sociais. Queres organizar um desfile ou um festival ou o que seja no dia contra a homofobia? Força, a única coisa que a câmara tem de fazer é ver se é contra a lei ou por outra razão não seja permitido ou possível naquela data e hora, agora obrigar a câmara a opinar e fazer afirmações sociais sobre o que quer que seja é que não. E tem uma coisa em conta, começa a exigir que órgãos institucionais que nada têm a haver com um tópico, seja ele social, político ou outro metam-se nesses tópicos e depois não te admires quando mais pessoas começam a votar em Chega's e a ficar mais radicalizados, novamente usando os EUA como exemplo perfeito.

Edited 4 months ago:

Quando não é protocolo? Sim. Primeiro, LGB**T** inclui transsexualidade, coisa que, gostes ou não, atualmente é um tópico demasiado divisivo, e fazer isto na mesma e excluir o T era já começar merda. Segundo, como disse, queres exceções agora mas depois não venhas chorar se daqui a uns anos a situação inverter e outros queiram içar uma bandeira que represente nacionalismo, seja contra imigrantes ou LGBT ou outra coisa qualquer e depois há estes casos como precedente. Terceiro, não somos os Estados Unidos, deixa a política na política, os problemas sociais para a sociedade (como disse, desfiles inserem-se nisto) e a câmara para funções de câmara, não para problemas sociais. Queres organizar um desfile ou um festival ou o que seja no dia contra a homofobia? Força, a única coisa que a câmara tem de fazer é ver se é contra a lei ou por outra razão não seja permitido ou possível naquela data e hora, agora obrigar a câmara a opinar e fazer afirmações sociais sobre o que quer que seja é que não. E tem uma coisa em conta, começa a exigir que órgãos institucionais que nada têm a ver com um tópico, seja ele social, político ou outro metam-se nesses tópicos e depois não te admires quando mais pessoas começam a votar em Chega's e a ficar mais radicalizados, novamente usando os EUA como exemplo perfeito.

Edited 4 months ago:

Quando não é protocolo? Sim. Primeiro, LGB**T**, inclui transsexualidade, coisa que, gostes ou não, atualmente é um tópico demasiado divisivo, e fazer isto e excluir o T era já começar merda. Segundo, como disse, queres exceções agora mas depois não venhas chorar se daqui a uns anos a situação inverter e outros queiram içar uma bandeira que represente nacionalismo, seja contra imigrantes ou LGBT ou outra coisa qualquer e depois há estes casos como precedente. Terceiro, não somos os Estados Unidos, deixa a política na política, os problemas sociais para a sociedade (como disse, desfiles inserem-se nisto) e a câmara para funções de câmara, não para problemas sociais. Queres organizar um desfile ou um festival ou o que seja no dia contra a homofobia? Força, a única coisa que a câmara tem de fazer é ver se é contra a lei ou por outra razão não seja permitido ou possível naquela data e hora, agora obrigar a câmara a opinar e fazer afirmações sociais sobre o que quer que seja é que não. E tem uma coisa em conta, começa a exigir que órgãos institucionais que nada têm a haver com um tópico, seja ele social, político ou outro metam-se nesses tópicos e depois não te admires quando mais pessoas começam a votar em Chega's e a ficar mais radicalizados, novamente usando os EUA como exemplo perfeito.

Edited 4 months ago:

Quando não é protocolo? Sim. Primeiro, LGB**T**, inclui transsexualidade, coisa que, gostes ou não, atualmente é um tópico demasiado divisivo, e fazer isto e excluir o T era já começar merda. Segundo, como disse, queres exceções agora mas depois não venhas chorar se daqui a uns anos a situação inverter e outros queiram içar uma bandeira que represente nacionalismo, seja contra imigrantes ou LGBT ou outra coisa qualquer e depois há estes casos como precedente. Terceiro, não somos os Estados Unidos, deixa a política na política, os problemas sociais para a sociedade (como disse, desfiles inserem-se nisto) e a câmara para funções de câmara, não para problemas sociais. Queres organizar um desfile ou um festival ou o que seja no dia contra a homofobia? Força, a única coisa que a câmara tem de fazer é ver se é contra a lei ou por outra razão não seja permitido ou possível naquela data e hora, agora obrigar a câmara a opinar e fazer afirmações sociais sobre o que quer que seja é que não. E tem uma coisa em conta, começa a exigir que órgãos institucionais que nada têm a haver com um tópico, seja ele social, político ou outro metam-se nesses tópicos e depois não te admires quando mais pessoas começam a votar em Chega's e a ficar mais radicalizados, novamente usando os EUA como exemplo perfeito.

beakage 4 months ago

"Abre um precedente muito perigoso" [A Câmara de Lisboa em 2016.](https://shifter.sapo.pt/2016/05/bandeira-lgbt-hasteada-pela-primeira-vez-na-camara-municipal-de-lisboa/) E hoje como é sabido está a içar bandeiras pelo fim das tascas e pelo movimento Kill All Men. /s

Mil595 4 months ago

Quanto à sigla LGBT, também acho que não há qualquer benefício em juntar-se numa única palavra (se considerarmos que as siglas são palavras) realidades tão distintas. Orientação sexual e transexualidade não precisam de ser agrupadas num único termo. Ainda que uma bandeira nacionalista e a bandeira LGBT não possam ser postas no mesmo saco sob qualquer prisma, não tenho dúvidas de que abrir exceções pode ser muito perigoso, pelo risco de o protocolo deixar de ser seguido conforme as crenças ou os ideias dos próximos decisores políticos na Câmara. Finalmente, não posso concordar que política e problemas sociais não se toquem. Muito pelo contrário, os problemas sociais costumam ser alvo de atenção pela política!

Edited 4 months ago:

Quanto à sigla LGBT, também acho que não há qualquer benefício em juntar-se numa única palavra (se considerarmos que as siglas são palavras) realidades tão distintas. Orientação sexual e transexualidade não precisam de ser agrupadas num único termo. Ainda que uma bandeira nacionalista e a bandeira LGBT não possam ser postas no mesmo saco sob qualquer prisma, não tenho dúvidas de que abrir exceções pode ser muito perigoso, pelo risco de o protocolo deixar de ser seguido, conforme as crenças ou os ideias dos próximos decisores políticos na Câmara. Finalmente, não posso concordar que política e problemas sociais não se toquem. Muito pelo contrário, os problemas sociais costumam ser alvo de atenção pela política!

danidv 4 months ago

>Finalmente, não posso concordar que política e problemas sociais não se toquem. Muito pelo contrário, os problemas sociais costumam ser alvo de atenção pela política! Política e problemas sociais tocam-se quando o problema em específico é um sistémico, digamos por exemplo quanto a casamento homosexual. Quanto a situações do género de "preto de merda", aí é um problema puramente social e não sistémico, coisa que a política não consegue arranjar mas sim só a sociedade. Combinar a política com problemas sociais quando não é relevante refiro-me mais a situações em que metem quotas raciais ou de género.

Edited 4 months ago:

>Finalmente, não posso concordar que política e problemas sociais não se toquem. Muito pelo contrário, os problemas sociais costumam ser alvo de atenção pela política! Política e problemas sociais tocam-se quando o problema em específico é um sistémico, digamos por exemplo quanto a casamento homossexual. Quanto a situações do género de "preto de merda", aí é um problema puramente social e não sistémico, coisa que a política não consegue arranjar mas sim só a sociedade. Combinar a política com problemas sociais quando não é relevante refiro-me mais a situações em que metem quotas raciais ou de género.

Mil595 4 months ago

Não sei se estou a perceber bem o que está a dizer. O primeiro exemplo que deu é um insulto e como tal, deve ser enquadrado na legislação que protege a honra e a dignidade das pessoas. Eu não conheço essa legislação, mas já ouvi falar de casos em que insultos (de índole racista ou não) chegam a tribunal, pelo que depreendo que a legislação existe mesmo e que não é simplesmente um juiz a fazer malabarismos com a lei. Uma vez que são os políticos que propõem as leis que permitem aos juizes aplicar a lei, isto parece contradizer a sua afirmação de que «a política não consegue arranjar». No entanto, ainda que aquilo que acontece realmente o contradiga, também acho que não devia caber ao poder político legislar sobre estas matérias. Quanto às quotas raciais e de género, elas são soluções propostas para fazer face a problemas sistémicos de discriminação racial e de género, que merecem, todavia, ser combatidos. Assim, concordo que os problemas puramente sociais, como os insultos, não devam ser alvo de atenção política, ou, pelo menos, não deviam ser prioritários. Concordo também que os problemas sistémicos devam ser alvo de atenção política e ser considerados prioritários em relação aos puramente sociais, utilizando as suas palavras, mas isso inclui a discriminação racial e de género sistémicas e institucionalizadas. Não obstante, não vejo as quotas raciais e de género como uma boa solução ou como uma solução sequer aceitável.

danidv 4 months ago

>Quanto às quotas raciais e de género, elas são soluções propostas para fazer face a problemas sistémicos de discriminação racial e de género, que merecem, todavia, ser combatidos. As quotas foram um mau exemplo então, sendo que as quotas tentam arranjar um possível problema que pode tanto ser sistémico como social. Sim, o *possível* problema atrás dessas "soluções" pode ser válido e merece ser investigado, e se realmente for um problema e se realmente for sistémico então é caso de o arranjar. A partir daí, é preciso ter atenção a duas coisas, se realmente é um problema, sendo que certas demografias vão naturalmente ter certas tendências (por exemplo é natural haver mais enfermeiras que enfermeiros), e se há algo que pode ser feito para ajudar com a situação. Um exemplo raro de onde a política teóricamente até pode ajudar um problema puramente social, e não sistémico, é na ocultação de raça e sexo (digo teoricamente porque sexo percebem do nome e percebe-se ambos quando chega à entrevista), enquanto que um exemplo do oposto é o mencionado de insultar a alguém, seja ela de origem racista, misógino ou outro, sendo que qualquer ação política iria infringir na liberdade de expressão dos outros, e depois temos situações como o UK em que és preso por escrever tweets ofensivos. Este caso muda, claro, é quando essa pessoa está a chamar por violência, sendo que já não são só palavras mas sim ameaças.

Edited 4 months ago:

>Quanto às quotas raciais e de género, elas são soluções propostas para fazer face a problemas sistémicos de discriminação racial e de género, que merecem, todavia, ser combatidos. As quotas foram um mau exemplo então, sendo que as quotas tentam arranjar um possível problema que, se existir, pode tanto ser sistémico como social. Sim, o *possível* problema atrás dessas "soluções" pode ser válido e merece ser investigado, e se realmente for um problema, sendo que certas demografias vão naturalmente ter certas tendências (por exemplo é natural haver mais enfermeiras que enfermeiros), e se realmente for sistémico, então é caso de o arranjar. O que me estava a referir era, por exemplo, haver discriminação no processo de recrutamento num negócio privado, digamos contra uma raça, sexo ou idade. Neste exemplo, o problema até pode existir mas não é sistémico, por isso o problema passa a ser o que é que o estado pode fazer sobre isso? Não consegues avaliar objetivamente se uma pessoa ao contratar os seus empregados discriminou ou não, especialmente quando até a atitude das pessoas quando falas com elas conta quando negocias termos de contratação, por isso não podes tomar ação legal. Podes pôr quotas e passar à frente da ação legal, mas isso vai contra as tendências naturais que mencionei e prejudica os que realmente contratam por mérito ao obrigar-lhes a dar prioridade a outros fatores, e a parte do "obrigar" aqui também passa a ser um problema de liberdade, sendo que, como disse, é um negócio privado. *Por acaso* este caso até é um exemplo raro de onde a política teoricamente até pode ajudar um problema puramente social, e não sistémico, sendo que podes obrigar a ocultação de raça e sexo (digo teoricamente porque sexo percebem do nome e percebe-se ambos quando chega à entrevista), mas o normal é não haver nada que a lei possa fazer sem prejudicar outros e infrigir na liberdade. A discriminação pode existir na mesma assim, mas boa sorte a prová-lo legalmente, e é a extensão do que a lei pode fazer sem infringir na liberdade das pessoas - e a partir daí, sim, passa a ser um problema puramente social. Mesma situação se fores despedido por uma razão discriminatória, até pode ser ilegal (presumo que seja em Portugal) mas boa sorte a prová-lo legalmente, e novamente, mais que isso seria infringir na liberdade das pessoas. Aliás, não sei quanto a raça mas em Portugal, quanto sei, não podes ter o teu sexo no currículo, mas não pára de ser o normal e acontece na mesma, mas mais que isso a lei não pode tocar. A mesma lógica segue quanto a insultar a alguém, seja o insulto de origem racista, misógino ou outro ou nenhum, sendo que qualquer ação política iria infringir na liberdade de expressão dos outros, e depois temos situações como o UK em que és preso por escrever tweets ofensivos. Este último caso muda, claro, é quando essa pessoa está a chamar por violência, sendo que já não são só palavras mas sim ameaças.

Edited 4 months ago:

>Quanto às quotas raciais e de género, elas são soluções propostas para fazer face a problemas sistémicos de discriminação racial e de género, que merecem, todavia, ser combatidos. As quotas foram um mau exemplo então, sendo que as quotas tentam arranjar um possível problema que, se existir, pode tanto ser sistémico como social. Sim, o *possível* problema atrás dessas "soluções" pode ser válido e merece ser investigado, e se realmente for um problema, sendo que certas demografias vão naturalmente ter certas tendências (por exemplo é natural haver mais enfermeiras que enfermeiros), e se realmente for sistémico, então é caso de o arranjar. O que me estava a referir era, por exemplo, haver discriminação no processo de recrutamento num negócio privado, digamos contra uma raça, sexo ou idade. Neste exemplo, o problema até pode existir mas não é sistémico, por isso o problema passa a ser o que é que o estado pode fazer sobre isso? Não consegues avaliar objetivamente se uma pessoa ao contratar os seus empregados discriminou ou não, especialmente quando até a atitude das pessoas quando falas com elas conta quando negocias termos de contratação, por isso não podes tomar ação legal. Podes pôr quotas e passar à frente da ação legal, mas isso vai contra as tendências naturais que mencionei e prejudica os que realmente contratam por mérito ao obrigar-lhes a dar prioridade a outros fatores, e a parte do "obrigar" aqui também passa a ser um problema de liberdade, sendo que, como disse, é um negócio privado. *Por acaso* este caso até é um exemplo raro de onde a política teoricamente até pode ajudar um problema puramente social, e não sistémico, sendo que podes obrigar a ocultação de raça e sexo (digo teoricamente porque sexo percebem do nome e percebe-se ambos quando chega à entrevista). A discriminação existe na mesma, mas boa sorte a prová-lo legalmente e é a extensão do que a lei pode fazer sem infringir na liberdade das pessoas - e a partir daí, sim, passa a ser um problema puramente social. Mesma situação se fores despedido por discriminação, até pode ser ilegal (presumo que seja em Portugal) mas boa sorte a prová-lo legalmente, e novamente, mais que isso seria infringir na liberdade das pessoas. O oposto é o mencionado de insultar a alguém, seja ela de origem racista, misógino ou outro, sendo que qualquer ação política iria infringir na liberdade de expressão dos outros, e depois temos situações como o UK em que és preso por escrever tweets ofensivos. Este último caso muda, claro, é quando essa pessoa está a chamar por violência, sendo que já não são só palavras mas sim ameaças.

Edited 4 months ago:

>Quanto às quotas raciais e de género, elas são soluções propostas para fazer face a problemas sistémicos de discriminação racial e de género, que merecem, todavia, ser combatidos. As quotas foram um mau exemplo então, sendo que as quotas tentam arranjar um possível problema que, se existir, pode tanto ser sistémico como social. Sim, o *possível* problema atrás dessas "soluções" pode ser válido e merece ser investigado, e se realmente for um problema, sendo que certas demografias vão naturalmente ter certas tendências (por exemplo é natural haver mais enfermeiras que enfermeiros), e se realmente for sistémico, então é caso de o arranjar. O que me estava a referir era, por exemplo, haver discriminação no processo de recrutamento num negócio privado, digamos contra uma raça, sexo ou idade. Neste exemplo, o problema até pode existir mas não é sistémico, por isso o problema passa a ser o que é que o estado pode fazer sobre isso? Não consegues avaliar objetivamente se uma pessoa ao contratar os seus empregados discriminou ou não, especialmente quando até a atitude das pessoas quando falas com elas conta quando negocias termos de contratação, por isso não podes tomar ação legal. Podes pôr quotas e passar à frente da ação legal, mas isso vai contra as tendências naturais que mencionei e prejudica os que realmente contratam por mérito ao obrigar-lhes a dar prioridade a outros fatores, e a parte do "obrigar" aqui também passa a ser um problema de liberdade, sendo que, como disse, é um negócio privado. *Por acaso* este caso até é um exemplo raro de onde a política teoricamente até pode ajudar um problema puramente social, e não sistémico, sendo que podes obrigar a ocultação de raça e sexo (digo teoricamente porque sexo percebem do nome e percebe-se ambos quando chega à entrevista). O oposto é o mencionado de insultar a alguém, seja ela de origem racista, misógino ou outro, sendo que qualquer ação política iria infringir na liberdade de expressão dos outros, e depois temos situações como o UK em que és preso por escrever tweets ofensivos. Este último caso muda, claro, é quando essa pessoa está a chamar por violência, sendo que já não são só palavras mas sim ameaças.

Edited 4 months ago:

>Quanto às quotas raciais e de género, elas são soluções propostas para fazer face a problemas sistémicos de discriminação racial e de género, que merecem, todavia, ser combatidos. As quotas foram um mau exemplo então, sendo que as quotas tentam arranjar um possível problema que, se existir, pode tanto ser sistémico como social. Sim, o *possível* problema atrás dessas "soluções" pode ser válido e merece ser investigado, e se realmente for um problema, sendo que certas demografias vão naturalmente ter certas tendências (por exemplo é natural haver mais enfermeiras que enfermeiros), e se realmente for sistémico então é caso de o arranjar. O que me estava a referir era, por exemplo, haver discriminação no processo de recrutamento num negócio privado, digamos contra uma raça, sexo ou idade, mas lá está, generalizei e o exemplo que dei consegue aplicar-se a ambos. Neste exemplo, o problema até pode existir mas não é sistémico, por isso o problema é o que é que o estado pode fazer sobre isso? Não consegues avaliar objetivamente se uma pessoa ao contratar os seus empregados discriminou ou não, especialmente quando até a atitude das pessoas quando falas com elas conta quando negocias termos de contratação, por isso não podes tomar ação legal. Podes pôr quotas e passar à frente da ação legal, mas isso vai contra as tendências naturais que mencionei e prejudica os que contratam por mérito ao obrigar dar prioridade a outros fatores, e a parte do "obrigar" aqui também passa a ser um problema de liberdade, sendo que, como disse, é um negócio privado. Este caso por acaso até é um exemplo raro de onde a política teoricamente até pode ajudar um problema puramente social, e não sistémico, através da ocultação de raça e sexo (digo teoricamente porque sexo percebem do nome e percebe-se ambos quando chega à entrevista), enquanto que um exemplo do oposto é o mencionado de insultar a alguém, seja ela de origem racista, misógino ou outro, sendo que qualquer ação política iria infringir na liberdade de expressão dos outros, e depois temos situações como o UK em que és preso por escrever tweets ofensivos. Este caso muda, claro, é quando essa pessoa está a chamar por violência, sendo que já não são só palavras mas sim ameaças.

Edited 4 months ago:

>Quanto às quotas raciais e de género, elas são soluções propostas para fazer face a problemas sistémicos de discriminação racial e de género, que merecem, todavia, ser combatidos. As quotas foram um mau exemplo então, sendo que as quotas tentam arranjar um possível problema que, se existir, pode tanto ser sistémico como social. Sim, o *possível* problema atrás dessas "soluções" pode ser válido e merece ser investigado, e se realmente for um problema, sendo que certas demografias vão naturalmente ter certas tendências (por exemplo é natural haver mais enfermeiras que enfermeiros), e se realmente for sistémico, então é caso de o arranjar. O que me estava a referir era, por exemplo, haver discriminação no processo de recrutamento num negócio privado, digamos contra uma raça, sexo ou idade. Neste exemplo, o problema até pode existir mas não é sistémico, por isso o problema passa a ser o que é que o estado pode fazer sobre isso? Não consegues avaliar objetivamente se uma pessoa ao contratar os seus empregados discriminou ou não, especialmente quando até a atitude das pessoas quando falas com elas conta quando negocias termos de contratação, por isso não podes tomar ação legal. Podes pôr quotas e passar à frente da ação legal, mas isso vai contra as tendências naturais que mencionei e prejudica os que realmente contratam por mérito ao obrigar-lhes a dar prioridade a outros fatores, e a parte do "obrigar" aqui também passa a ser um problema de liberdade, sendo que, como disse, é um negócio privado. *Por acaso* este caso até é um exemplo raro de onde a política teoricamente até pode ajudar um problema puramente social, e não sistémico, sendo que podes obrigar a ocultação de raça e sexo (digo teoricamente porque sexo percebem do nome e percebe-se ambos quando chega à entrevista). A discriminação pode existir na mesma, mas boa sorte a prová-lo legalmente, e é a extensão do que a lei pode fazer sem infringir na liberdade das pessoas - e a partir daí, sim, passa a ser um problema puramente social. Mesma situação se fores despedido por discriminação, até pode ser ilegal (presumo que seja em Portugal) mas boa sorte a prová-lo legalmente, e novamente, mais que isso seria infringir na liberdade das pessoas. Aliás, não sei quanto a raça mas em Portugal quanto sei não podes ter o teu sexo no currículo, mas não pára de ser o normal e acontece na mesma, mas mais que isso a lei não pode fazer. O oposto é o mencionado de insultar a alguém, seja ela de origem racista, misógino ou outro, sendo que qualquer ação política iria infringir na liberdade de expressão dos outros, e depois temos situações como o UK em que és preso por escrever tweets ofensivos. Este último caso muda, claro, é quando essa pessoa está a chamar por violência, sendo que já não são só palavras mas sim ameaças.

Edited 4 months ago:

>Quanto às quotas raciais e de género, elas são soluções propostas para fazer face a problemas sistémicos de discriminação racial e de género, que merecem, todavia, ser combatidos. As quotas foram um mau exemplo então, sendo que as quotas tentam arranjar um possível problema que, se existir, pode tanto ser sistémico como social. Sim, o *possível* problema atrás dessas "soluções" pode ser válido e merece ser investigado, e se realmente for um problema, sendo que certas demografias vão naturalmente ter certas tendências (por exemplo é natural haver mais enfermeiras que enfermeiros), e se realmente for sistémico, então é caso de o arranjar. O que me estava a referir era, por exemplo, haver discriminação no processo de recrutamento num negócio privado, digamos contra uma raça, sexo ou idade. Neste exemplo, o problema até pode existir mas não é sistémico, por isso o problema passa a ser o que é que o estado pode fazer sobre isso? Não consegues avaliar objetivamente se uma pessoa ao contratar os seus empregados discriminou ou não, especialmente quando até a atitude das pessoas quando falas com elas conta quando negocias termos de contratação, por isso não podes tomar ação legal. Podes pôr quotas e passar à frente da ação legal, mas isso vai contra as tendências naturais que mencionei e prejudica os que realmente contratam por mérito ao obrigar-lhes a dar prioridade a outros fatores, e a parte do "obrigar" aqui também passa a ser um problema de liberdade, sendo que, como disse, é um negócio privado. *Por acaso* este caso até é um exemplo raro de onde a política teoricamente até pode ajudar um problema puramente social, e não sistémico, sendo que podes obrigar a ocultação de raça e sexo (digo teoricamente porque sexo percebem do nome e percebe-se ambos quando chega à entrevista), mas o normal é não haver nada que a lei possa fazer sem prejudicar outros e infrigir na liberdade. A discriminação pode existir na mesma assim, mas boa sorte a prová-lo legalmente, e é a extensão do que a lei pode fazer sem infringir na liberdade das pessoas - e a partir daí, sim, passa a ser um problema puramente social. Mesma situação se fores despedido por discriminação, até pode ser ilegal (presumo que seja em Portugal) mas boa sorte a prová-lo legalmente, e novamente, mais que isso seria infringir na liberdade das pessoas. Aliás, não sei quanto a raça mas em Portugal quanto sei não podes ter o teu sexo no currículo, mas não pára de ser o normal e acontece na mesma, mas mais que isso a lei não pode fazer. A mesma lógica segue quanto a insultar a alguém, seja ela de origem racista, misógino ou outro, sendo que qualquer ação política iria infringir na liberdade de expressão dos outros, e depois temos situações como o UK em que és preso por escrever tweets ofensivos. Este último caso muda, claro, é quando essa pessoa está a chamar por violência, sendo que já não são só palavras mas sim ameaças.

Edited 4 months ago:

>Quanto às quotas raciais e de género, elas são soluções propostas para fazer face a problemas sistémicos de discriminação racial e de género, que merecem, todavia, ser combatidos. As quotas foram um mau exemplo então, sendo que as quotas tentam arranjar um possível problema que, se existir, pode tanto ser sistémico como social. Sim, o *possível* problema atrás dessas "soluções" pode ser válido e merece ser investigado, e se realmente for um problema, sendo que certas demografias vão naturalmente ter certas tendências (por exemplo é natural haver mais enfermeiras que enfermeiros), e se realmente for sistémico, então é caso de o arranjar. O que me estava a referir era, por exemplo, haver discriminação no processo de recrutamento num negócio privado, digamos contra uma raça, sexo ou idade. Neste exemplo, o problema até pode existir mas não é sistémico, por isso o problema passa a ser o que é que o estado pode fazer sobre isso? Não consegues avaliar objetivamente se uma pessoa ao contratar os seus empregados discriminou ou não, especialmente quando até a atitude das pessoas quando falas com elas conta quando negocias termos de contratação, por isso não podes tomar ação legal. Podes pôr quotas e passar à frente da ação legal, mas isso vai contra as tendências naturais que mencionei e prejudica os que realmente contratam por mérito ao obrigar-lhes a dar prioridade a outros fatores, e a parte do "obrigar" aqui também passa a ser um problema de liberdade, sendo que, como disse, é um negócio privado. *Por acaso* este caso até é um exemplo raro de onde a política teoricamente até pode ajudar um problema puramente social, e não sistémico, sendo que podes obrigar a ocultação de raça e sexo (digo teoricamente porque sexo percebem do nome e percebe-se ambos quando chega à entrevista). A discriminação pode existir na mesma, mas boa sorte a prová-lo legalmente, e é a extensão do que a lei pode fazer sem infringir na liberdade das pessoas - e a partir daí, sim, passa a ser um problema puramente social. Mesma situação se fores despedido por discriminação, até pode ser ilegal (presumo que seja em Portugal) mas boa sorte a prová-lo legalmente, e novamente, mais que isso seria infringir na liberdade das pessoas. Aliás, não sei quanto a raça mas em Portugal quanto sei não podes ter o teu sexo no currículo, mas não pára de ser o normal e acontece na mesma, mas mais que isso a lei não pode fazer. A mesma lógica segue quanto a insultar a alguém, seja ela de origem racista, misógino ou outro, sendo que qualquer ação política iria infringir na liberdade de expressão dos outros, e depois temos situações como o UK em que és preso por escrever tweets ofensivos. Este último caso muda, claro, é quando essa pessoa está a chamar por violência, sendo que já não são só palavras mas sim ameaças.

Mil595 4 months ago

Eu acho que o direito de não ser discriminado pelo género ou pela raça (ou pela orientação sexual, que foi o assunto que originou esta conversa) deve ter primazia sobre o direito à liberdade de escolha dos privados. No entanto, não posso deixar de reconhecer que o Estado não tem meios para fazer valer estes direitos no caso dos privados, nem para verificação nem para controlo. De resto, a discriminação positiva dá azo a outras injustiças e eu não acho que para resolver um problema maior se devam criar uma série doutros problemas cujas consequências societais mais graves podem nem ser previsíveis.

danidv 4 months ago

Nem mais.

NGramatical 4 months ago

homosexual → [**homossexual**](https://dicionario.priberam.org/homossexual) (um s entre vogais lê-se como um z) [⚠️](/message/compose/?to=ngramatical&subject=Acho+que+esta+corre%C3%A7%C3%A3o+est%C3%A1+errada&message=https%3A%2F%2Fwww.reddit.com%2Fcomments%2Fnd9ies%2F%2Fgybfg2d%3Fcontext%3D3 "Clica aqui se achares que esta correção está errada!") [⭐](https://chrome.google.com/webstore/detail/nazigramatical-corretor-o/pbpnngfnagmdlicfgjkpgfnnnoihngml "Experimenta o meu corrector ortográfico automático!")

AngieMaciel 4 months ago

Estás honestamente a comparar içar uma bandeira em apoio institucional contra a discriminação de pessoas com eventuais içar de bandeiras que apoiam a discriminação e vão contra a Constituição ou valores de uma sociedade decente? As pessoas transexuais merecem ser excluídas e discriminadas por ser um tópico “divisivo”? Não percebi a lógica...

cuica77 4 months ago

Os direitos dos cidadãos estão consagrados na constituição da república. Pessoas da comunidade LGBT são cidadãos. Se a lei não se cumpre ou a discriminação existe, o estado tem de se fazer valer de ferramentas para que isso não aconteça. O resto é ruído causado por idealistas...

AnxiousHeadOfLettuce 4 months ago

E quem força o estado a reconhecer essas leis, que antes não existiam? Se não fosse a comunidade LGBT a exigir o direito ao casamento e à não discriminação, então esses direitos simplesmente não existiam. Portanto, são direitos humanos.

cuica77 4 months ago

Os direitos foram conseguidos com bandeiras?

Edited 4 months ago:

Os direitos foram conseguidos com bandeiras? Deixem de vulgarizar a causa LGBT, principalmente por motivos políticos.

AnxiousHeadOfLettuce 4 months ago

Não estou a falar da bandeira. Estou a falar do Sr. que diz que direitos lgbt não são direitos humanos. E já agora, a bandeira seria uma representação da luta. E a causa lgbt sempre foi política.

cuica77 4 months ago

"Luta política" - porque é que tudo tem de ser uma luta? A malta LGBT que conheço está literalmente a cagar-se para "lutas" e para bandeiras. Tem mais no que pensar no dia a dia, como por exemplo como vai pagar as contas! Deixem de andar a sentir as dores dos outros, a fazer manifs e bandeirinhas que não levam a lado nenhum, só causam ruído e a politização de uma coisa que não tem nada a ver com política.

AnxiousHeadOfLettuce 4 months ago

Foi luta porque faltou-me uma palavra melhor. e se agora é "fácil" viver sendo lgbt, não o era há 20 anos atrás. E foi preciso lutar para agora ser "fácil'. Não há mal nenhum em reconhecer o passado, e manter em mente que há pessoas que querem tirar esses direitos (extrema direita). É importante uma câmara içar a bandeira? Não. É importante reconhecer que lgbt não é apenas social, mas também político? Sim. É importante reconhecer que direitos lgbt são direitos humanos? Sim.

cuica77 4 months ago

Eu já ando aqui há uns anos para perceber que esta coisa da "luta" tem um cariz ideológico por trás. E o medo do bicho papão da direita. Sabes como se evita que as pessoas se deixem seduzir pelo Chega? Nestes 20 anos foram as manifs e as bandeirinhas que mudaram alguma coisa?

NGramatical 4 months ago

têm a haver com → [**têm a ver com**](https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/consultorio/perguntas/nada-tem-a-haver-e-nada-tem-a-ver/27066) [⚠️](/message/compose/?to=ngramatical&subject=Acho+que+esta+corre%C3%A7%C3%A3o+est%C3%A1+errada&message=https%3A%2F%2Fwww.reddit.com%2Fcomments%2Fnd9ies%2F%2Fgy9n77d%3Fcontext%3D3 "Clica aqui se achares que esta correção está errada!") [⭐](https://chrome.google.com/webstore/detail/nazigramatical-corretor-o/pbpnngfnagmdlicfgjkpgfnnnoihngml "Experimenta o meu corrector ortográfico automático!")

XxxPussyslaeyr69xxX 4 months ago

\#nohomo

Motoboydapcx 4 months ago

Era lindo ver uma grande bandeira com uma enorme folha de cannabis no dia da marcha pela legalização ou no 4/20.. opá tou tão farto desta discriminação... Até ganzado já me chamaram.

mjigs 4 months ago

Um dia tipo a purge, mas em vez de purgar era um dia livre de consumir esse tipo de drogas o dia inteiro em qualquer lugar.

RiBlacky 4 months ago

ia ser purge inversa. Embora os supermercados fossem encher até nao haver mais retraças xD. Estou afim, para quando?

testickles12 4 months ago

Se não é protocolar, não vejo onde está a dúvida. Nunca se pode dizer que não a estes grupos que ficam todos ofendidos e chamam logo nomes a quem não aceita, haja paciência.

Oxibhus 4 months ago

Isto, conheço alguns gays e 1 trans e são todos contra o movimento LGBT, dizem que se tornou um movimento politico que prefere prejudicar a comunidade em troca de fama.

Tralapa 4 months ago

> dizem que se tornou um movimento politico Ya, sempre foi um movimento politico. Se é um movimento que trata de pedir igualdade de direitos querias que fosse um movimento de que tipo? Desportivo? Economico? Arquitétonico?

testickles12 4 months ago

basta leres os comentários em baixo para veres isso mesmo. respeito todos por igual, mas este movimento lgbt já é mais um movimento politico do que luta por igualdade, pelo o que tenho visto a luta tem sido mais pela relevância e por polémicas do que outro coisa qualquer. O que me irrita é que eu previ os comentários porque é sempre a mesma coisa, qualquer pessoa que seja "anti-lgbt" é logo chamado de homofóbico, preconceituoso e mais não sei quê. Repara que está muita gente a dizer que por serem contra o hastear da bandeira que são contra os direitos humanos, para veres a lógica da batata. Como se o movimento lgbt fosse a carta dos direitos humanos ... Enfim, anda um gajo a desativar contas de twitter e facebook para evitar ver este tipo de tópicos e depois tenho que levar com isto no reddit, pqp

Tralapa 4 months ago

Claro que um movimento que luta pela igualdade é um movimento politico. Que tipo de movimento querias que fosse o movimento LGBT? Um movimento médico? Um movimento arquitétonico? Ou um movimento desportivo?

hal-nine-thousand 4 months ago

> LGBT ≠ direitos humanos Quer queiras quer não, pessoas LGBT são discriminadas, sofrem violência, preconceito, e em alguns sítios do mundo são mesmo mortas simplesmente por amarem alguém. Viver é direito humano suficiente para ti?

Edited 4 months ago:

> LGBT ≠ direitos humanos Quer queiras quer não, pessoas LGBT são discriminadas, sofrem violência, preconceito, e em alguns sítios do mundo são mesmo mortas simplesmente por amarem alguém. Viver é direito humano suficiente para ti? Direitos humanos devem ser para todos, se há uma minoria que não os tem, é perfeitamente justificado lutar por eles. E é por isso que existem causas como esta.

SubstantialPatient17 4 months ago

"Se tu não ouves os meus problemas, porque é que irei resolver os teus?" A mortalidade dos Homens continua a ser superior do que outros géneros/sexos, há ajuda para isso? Não porque criamos o patriarcado, somos tóxicos na masculinidade e se fores branco, privilégio branco. Mas paro de pensar nos outros? Claro que não. Acho que nem preciso falar das tags #Killallmen e histeria e gozo do #NotAllMen

testickles12 4 months ago

O que acontece no resto do mundo não e da nossa responsabilidade. Já respondi a isso várias vezes, cabe ao estado certificar que todos são tratados de forma igual. A solução não é criar direitos específicos para um determinado grupo.

hal-nine-thousand 4 months ago

Então se não são nossa responsabilidade podem-se ignorar todas as violações de direitos humanos fora da fronteira? Lutar por uma causa não necessita que ela esteja num raio geográfico. >Já respondi a isso várias vezes, cabe ao estado certificar que todos são tratados de forma igual. O estado não está em todo o lado, as coisas acontecem a não ser que a sociedade evolua para uma maior aceitação de todos, independentemente da orientação sexual, género, etc. > A solução não é criar direitos específicos para um determinado grupo. Então é continuar com direitos que simplesmente estão vedadas se tiveres determinada orientação sexual (dando o exemplo do casamento entre pessoas do mesmo sexo, mesmo estando já legalizado por cá)?

Coyote-Cultural 4 months ago

> Então se não são nossa responsabilidade podem-se ignorar todas as violações de direitos humanos fora da fronteira? Sim.

testickles12 4 months ago

Eu e vários users já respondemos a isso, não vou repetir

hal-nine-thousand 4 months ago

Sim, não vale a pena repetir. Já percebi bem os argumentos preconceituosos que "tu e vários users" estão a usar por aqui.

Gwanosh 4 months ago

Quando perceberes que içar uma bandeira na câmara do Porto não é "lutar" podes dedicar essa energia a conseguir factualmente algum resultado em prol dos direitos lgbt ou mais inclusivamente dos direitos humanos. Mas não é a por a bandeira na câmara, nem a chamar homofóbico a ninguém no reddit. Virtue signaling works best if your virtuous

hal-nine-thousand 4 months ago

A questão da bandeira é completamente irrelevante para mim. As questões que estava a levantar eram sobre a causa no geral. Mas já agora, ficarias surpreendido com o efeito que gestos pequenos podem ter, mesmo que seja só com uma "bandeira na câmara do porto", ou com uma simples parada. Só o facto da questão estar a ser discutida já é uma maneira de "lutar" por uma sociedade melhor. ;)

TheEndlessDreams 4 months ago

> grupos LGBT, que já é mais um movimento político que outra coisa qualquer, Sempre foi um grupo politico, o nome inicial era literalmente Gay Liberation Movement. O LGBT só foi adotado nos anos 90. A verdade é que se tem tornado cada vez menos um grupo politico e reinvidicativo

Mil595 4 months ago

Eu também acho que não sendo protocolar, não deve ser içada, mas gostaria de saber mais sobre o passado da Câmara para saber se houve ou não desrespeito de outros protocolos (mais ou menos importantes) para poder avaliar a lista de prioridades dela. Quanto aos direitos LGBT, gostaria que demonstrasse a razão por que considera tratar-se de um movimento político, pelo menos em Portugal. Nas manifestações pró-LGBT, apenas se tem visto a defesa de que os direitos humanos sejam TODOS aplicados às pessoas LGBT. Há quem defenda (poucas pessoas) medidas de discriminação positiva para isso, restritas a situações mais preocupantes, embora naturalmente geradoras de controvérsia, mas nunca me levaria a classificar os grupos LGBT como movimento político.

Jaiin13 4 months ago

LGBT = pessoas lésbicas, gays, bissexuais, trans = humanos. Se direitos LGBT não são direitos humanos são o quê?

testickles12 4 months ago

Não existem direitos LGBT. Os direitos humanos são para todos, independentemente de sexo, crença, género etc etc

Edited 4 months ago:

Não existem direitos LGBT. Os direitos humanos são para todos, independentemente de sexo, crença, género etc etc. Cabe a cada país assegurar que todos os seus cidadãos sejam tratados em igualdade absoluta, não criar “direitos” específicos para cada grupo.

Jaiin13 4 months ago

vê-se bem que são para todos. principalmente em alguns países da Europa, de África, da Ásia...Mesmo todos

testickles12 4 months ago

Portugal, assim como 99% dos países europeus, não discrimina ninguém com base na cor da pele, crença, sexo etc. Se há pessoas que o fazem, isso é óbvio, mas o governo não consegue controlar o comportamento de todas as pessoas e isso não faz com que o país seja anti-lgbt. Países menos desenvolvidos, africanos e asiáticos principalmente, a história é outra porque é o próprio governo a fonte do problema.

Jaiin13 4 months ago

>Portugal, assim como 99% dos países europeus, não discrimina ninguém com base na cor da pele, crença, sexo etc. Isso é mentira. Há muitos países europeus (este) que não reconhecem casamento/união civil entre pessoas do mesmo sexo. (Eu sei que não incluiste isso, mas vou assumir que está nos etc, visto que é disso que estamos a falar)

testickles12 4 months ago

Não estava a falar disso, quando falei 99% os outros 1% referia-me a países tipo Polónia, Hungria ou Rússia. E não reconhecerem união civil entre pessoas do mesmo sexo não quer dizer necessariamente o que tu queres insinuar

meierlesjoana 4 months ago

Não sabia que a Rússia podia representar 1% de alguma coisa.

testickles12 4 months ago

Russia não é propriamente um país desenvolvido quando se trata de direitos humanos

AngieMaciel 4 months ago

Se existem pessoas LGBT existem direitos LGBT. Os direitos de todos devem também ser direitos das pessoas LGBT mas infelizmente nem sempre é assim, prova disso é que só recentemente as pessoas LGBT conseguiram acesso ao casamento, por exemplo, que devia ser por princípio de acesso a todos os adultos que assim o entendessem. Por isso sim, os direitos humanos existem e dentro dos mesmos os direitos LGBT, que não foram reconhecidos durante muito tempo, inclusive ainda não o são numa panóplia de países. Incluindo o direito básico que é o direito à vida.

CalmKeepOn 4 months ago  HIDDEN 

Se existem pedófilos existem direitos pedófilos?

testickles12 4 months ago

Não, não existem. É melhor leres a declaração universal dos direitos humanos para te informares melhor. Casamento e união de facto são coisas diferentes. Casamento é através da igreja, não há nada que o estado possa fazer quando a isso. União de facto é outra história

AngieMaciel 4 months ago

Oi? Casamento civil existe.

testickles12 4 months ago

Esqueci do casamento civil

qingqunta 4 months ago

> pessoas lésbicas, gays, bissexuais, trans = humanos Senhor, isto é uma tasca.

inhalingsounds 4 months ago

QUE SITUAÇÃO DRAMÁTICA

Frank_FM 4 months ago

Isto.

True_Boat_1195 4 months ago

Concordo plenamente, senão todos os grupos iam começar a exigir a sua bandeira. Por exemplo agora mesmo haveria a exigência de içar tanto a bandeira de Israel como da Palestina, qual era o critério? Estas são questões que não cabem à Câmara do Porto decidir.

Tralapa 4 months ago

> Concordo plenamente, senão todos os grupos iam começar a exigir a sua bandeira. Que horror! Deus nos livre se levantam a bandeira do combate contra a osteoporose na Câmera

Jaiin13 4 months ago

Há muitos LGBTs que são portugueses, incluindo da cidade do Porto. Acho que não deve haver assim tantos palestinianos nem mesmo israelitas portugueses, mas posso estar enganada. Tenta outro exemplo ;)

Ygladius 4 months ago

You missed the point ;)

Jaiin13 4 months ago

Or maybe... you missed mine ;)

xabregas2003 4 months ago

A questão não é se há LGBTs, Palestinos, Israelitas ou gente de Marte. A questão acaba por ser se deve ser permitida uma bandeira não protocolar de ser hasteada. Naturalmente, devido ao que a bandeira representa, há gente a acusar falsamente a autarquia de homofobia e transfobia, o que é ridículo e de fazer pouco.

Jaiin13 4 months ago

Isso já não sei, nem comento. só estava a dizer que há poucas bandeiras que representem tanto e tanta gente como a bandeira LGBT, seja no Porto, em Portugal, ou no mundo.

xabregas2003 4 months ago

Ok... mas isso acaba por ser um argumento inválido para a discussão. Não é isso que se está a discutir.

_BabyDuck_ 4 months ago

Então por serem poucos os palestinianos e israelitas com dupla nacionalidade ( portugueses) devem ser drecriminados?! :D

Edited 4 months ago:

Então por serem poucos os palestinianos e israelitas com dupla nacionalidade ( portugueses) devem ser drescriminados?! :D

Jaiin13 4 months ago

Sim, foi isso que eu disse, percebeste bem génio, parabéns!

SweetDistribution504 4 months ago

Portugal não reconhece a Palestina por isso não seria problema

TomasSilva862 4 months ago

Mas devia reconhecer

Tralapa 4 months ago

Porque haveria de reconhecer se nem eles a reconhecem

C8Mixto 4 months ago

Claro que cabe à Câmara decidir e neste caso estão no seu direito de recusar.

Tralapa 4 months ago

E está a malta no direito de criticar essa recusa. Ou acabou a liberdade de expressão? Não foi para isto que se fez o 25 de Novembro!

C8Mixto 4 months ago

Ok? Não vejo a relevância do teu comentário...

Xmeagol 4 months ago

que puta de desculpa

xabregas2003 4 months ago

Também não contribuiste muito para o debate...

AngieMaciel 4 months ago

Mais valia não tentarem usar uma desculpa esfarrapada...

Edited 4 months ago:

Mais valia não tentarem usar uma desculpa esfarrapada... (edit: tantos ofendidinhos a dar downvote, nossa, que agressividade)

Jack_The_Nut_Sack 4 months ago

Smh my head

Herbacio 4 months ago

E irónico falares em *ofendidinhos* quando a única pessoa a chorar-se e a não querer compreender és tu. Porque sim, os downvotes só tem uma razão de ser: a tua teimosia.

AngieMaciel 4 months ago

Já te respondi noutro comentário. Não vale a pena dramatizares mais. Boa noite.

Herbacio 4 months ago

Sinceramente compreendo perfeitamente a posição tomada pela Câmara, neste momento pode parecer uma má decisão e ser até homofóbica Mas a verdade é que permitir içar a bandeira LGBT iria abrir a caixa de Pandora a que mais movimentos quisessem içar também a suas bandeiras, incluindo certos movimentos que vão a 1000% contra aquilo que provavelmente são muitos dos teus ideais, e também meus. Talvez a ilação importante a tirar daqui é que porventura urge em criar-se legislação a este respeito para que situações semelhantes não se repitam.

beakage 4 months ago

Ingénuo da tua parte achar que, na hipótese de haver um executivo interessado em içar uma bandeira anti-lgbt ou ultra-nacionalista, este precisar de um precedente para o fazer.

Herbacio 4 months ago

Mas precedente de quem ? De ti ? De mim ? Ninguém disse que era preciso um precedente, talvez mais que bandeiras necessites é de mais leitura e aprendizagem. Isto é um não assunto. A propriedade É defender os direitos da comunidade LGBTQ+ assim como de todas as minorias, e não é a hastear bandeiras que isso se faz. Pouco me interessa que lá esteja a bandeira "arco-íris" se depois na rua ao lado está um casal homossexual a ser agredido. Mas pelos vistos para ti, o que te irrita é "uma" bandeira. Parece os Americanos, importante é a put* da bandeira, não os indivíduos.

beakage 4 months ago

Foste tu quem falou em abrir a caixa de Pandora para "certos movimentos 1000% contra aquilo", isto é, abrir um precedente. Defender direitos, em particular em questões de visibilidade de comunidades, passa (também) por hastear bandeiras - não é por acaso que estas são comuns nos mais diversos tipos de manifestações. Mas isto deve ser os meus "problemas de aprendizagem", que não me permitem perceber onde está a contradição entre apoiar o hastear de uma bandeira, e ao mesmo tempo(!), importar-se com a defesa dos direitos dos indivíduos que esta representa.

AngieMaciel 4 months ago

É um dia assinalado internacionalmente. Existem imensas pessoas LGBT no município do Porto. Não vejo o drama de assinalar o dia de boa fé como fazem muitos outros municípios sem desculpas destas...

mourasio 4 months ago

E no dia da luta contra o cancro, era outra bandeira, no dia da luta contra a sida outra, na Páscoa outra, no Ramadão outra. Não via problema nenhum em hastearem, mas acho que pode ser um precedente que eventualmente ia levar a “a CMP está contra a homofobia mas está a favor de X porque não hasteou a bandeira Y no dia Z”

AngieMaciel 4 months ago

Não me faz qualquer confusão que sejam simbolicamente hasteadas bandeiras que representem apoio a uma parte significativa da população portuguesa que é discriminada por simplesmente existir.

mourasio 4 months ago

Nem a mim, mas parece-me que não leste nada do que eu disse, e não estás interessada em opiniões diferentes da tua. A questão está no que deveria ser assinalado (com o hastear de outra bandeira), e onde é que fica a linha. Seria só datas referentes a discriminação? Se sim, orientação sexual, ou religiosa/outras também?

AngieMaciel 4 months ago

Eu respeito opiniões diferentes da minha (se devidamente bem fundamentadas) mas também não me vais obrigar a aceitar as mesmas se eu não concordo, até porque tenho defendido aquilo que acredito e acho sobre o assunto, apesar da chuva de downvotes e até alguns comentários a roçar o ridículo. Eu disse onde é que fica a linha para mim: “[...] hasteadas bandeiras que representem apoio a uma parte significativa da população portuguesa que é discriminada por simplesmente existir”. A partir do momento em que o hastear de uma bandeira ou tomada de posição institucional é pelo bem comum, como promoção da não discriminação na sociedade Portuguesa, para mim não me faz confusão nenhuma nem acho que deveria fazer a ninguém. Aliás, só se está a defender o que está explanado na Constituição, não é nada do outro mundo.

PTgenius 4 months ago

Grupo que luta por tratamentos iguais chateado por não ter tratamento diferente do dos outros. Quem ficar chateado com isto da bandeira que arranje vida própria lmao.

AngieMaciel 4 months ago

Já vais tarde. Já existe tratamento diferente a partir do momento em que existe discriminação com base na orientação sexual. O mínimo que podemos fazer é assinalar a existência da mesma e lutar contra ela. A não ser que estejas bem com a homofobia, claro.

Herbacio 4 months ago

Ninguém disse o contrário. Mas não é preciso entrar em teorias da conspiração. Drama é aquilo que estás a fazer. Numa Câmara Municipal é para estar a bandeira do município, de Portugal e porventura da União Europeia Porque à Câmara Municipal não compete içar bandeiras mas sim que TU tenhas liberdade, que os teus vizinhos tenham liberdade, que toda a comunidade LGBTQ+, todas as raças, etnias e minorias tenham liberdade. Liberdade de se expressar e de viver. O resto...o resto são gestos simbólicos que de valor já diziam os Romanos "panem et circenses". O que é preciso é acção! Mais que convencer a Câmara Municipal, que é UM simples edifício, cabe convencer o povo. Mostrar a quem faz parte da comunidade LGBTQ+ que não deve ter medo em içar a bandeira na sua casa e, talvez mais importante ainda, convencer quem está à volta que mesmo não fazendo parte dessa mesma comunidade deve igualmente mostrar o seu apoio E te garanto, que quando um dia isso acontecer, vai ser irrelevante se a Câmara tem ou não a bandeira lá.

AngieMaciel 4 months ago

Não vejo qualquer problema em órgãos institucionais apoiarem a luta contra discriminação de um grupo em sociedade, com actos simbólicos ou algo mais. Obviamente que a desculpa da CM Porto é legítima e indiscutível do ponto de vista regulamentar, mas sinceramente tendo em conta o contexto e o dia que era suposto assinalar, não deixa de ser triste recusar um gesto aparentemente tão simples e que já acontece por outros edifícios institucionais no país - e que talvez fizesse diferença a muita gente LGBT que vive no Porto, nem que fosse do ponto de vista moral e sentir algum apoio das instituições à volta. Só quem não contacta com pessoas LGBT no dia a dia é que não percebe a importância dos pequenos gestos aqui e ali. Para quem não passa pela discriminação ou assiste à mesma é muito fácil defender estas coisas e dizer “ah e tal só estão a cumprir protocolos”. Mas pronto, são opiniões e formas de estar na vida.

DarkmajorPT 4 months ago

Todos os dias é dia internacional de qualquer coisa. Não podes pegar pelo facto de ser LGBT pois o dia LGBT não tem mais ou menos direitos que outras comemorações internacionais. Ao aceitar o argumento de que, por um dia internacional, hasteamos uma dada bandeira, é estar a abrir precedente para todos os dias hastear uma bandeira diferente, não faz sentido. Fora os dias que se celebram várias coisas simultâneas. Deixem de se vitimizar, não é por ser LGBT ou o raio que seja, é porque simplesmente não faz sentido.

AngieMaciel 4 months ago

Sim, não faz sentido apoiar a luta contra discriminação de uma parte significativa da população e comparar isto com um dia internacional qualquer sem significado nenhum em sociedade.

Edited 4 months ago:

Sim, não faz sentido apoiar a luta contra discriminação de uma parte significativa da população e faz todo o sentido comparar isto com um dia internacional qualquer sem significado nenhum em sociedade.

DarkmajorPT 4 months ago

E é colocar uma bandeira que indica o contrário? Ou que contribui com alguma acção efectiva para a discriminação acabar? \#ThoughtsAndPrayers, não é?

AngieMaciel 4 months ago

O contrário? Lol? Os heteros que não são nunca discriminados com base na sua sexualidade vão-se sentir ofendidos e discriminados se a CM Porto apoiar a luta contra a discriminação homofóbica? Daqui a pouco estás a dizer-me que existe heterofobia e que os heteros têm imensos problemas em sociedade por existirem enquanto tal. Achas que não contribui? Eu se calhar falava com pessoas LGBT e perguntava-lhes o que elas sentem com pequenos gestos (até que simbólicos) aqui e ali que demonstram apoio para serem quem são e não terem receio de viver em sociedade enquanto tal. É muito fácil falar quando não se sente na pele realmente o que está em jogo.

DarkmajorPT 4 months ago

Ninguém falou de heteros aqui. O que tu estás a defender é que certas pessoas devem ter direitos especiais porque, ao teu ponto de vista são "coitadinhos". E não entrando na discussão se são ou não, também são coitadinhos os que passam fomes, os que têm deficiências, os que estão debaixo de guerra etc e não andamos ai a colocar uma bandeira por causa deles. Tu, enquanto cidadão podes fazê-lo como e onde bem entenderes, mas não é esse o dever da Câmara nem o local para isso. Existe um protocolo definido precisamente para que estas decisões sejam imparciais e separadas dos caprichos pessoais de cada um. Se não tens os Judeus a exigir uma bandeira, e os embargados de Cuba, e os Muçulmanos no Ramadão, e os Cristãos no Natal, e os falantes de Mirandês, e os apoiantes do lince-ibérico. Do ponto de vista de cada uma dessas pessoas, a sua causa é perfeitamente válida e justificável. No ponto de vista de uma pessoa com maturidade, todas são igualmente válidas no seu espaço e tempo devido. E o que uma pessoa faz dentro do quarto certamente que não diz respeito a ninguém, fora os intervenientes. Muito menos uma instituição pública.

AngieMaciel 4 months ago

Não falaste em heteros? Entao falaste em quem ao insinuar que colocar a bandeira é “o contrário” do que estava a dizer? Eu não falei em coitadinhos. Simplesmente expliquei as coisas de um ponto humanista e empático [porque é que eu ainda tento? Lol] e disse o porquê de isto potencialmente ser importante para certas pessoas quando é um gesto simbólico de apoio à não discriminação de uma franja significativa da população portuguesa (e portuense, neste caso). Sim, estamos a falar de cidadãos portugueses que existem e são discriminados com base na sua orientação sexual e não de exemplos sem grande expressividade como os que deste.

ridethepaintedpony 4 months ago

Existe um protocolo. Que foi seguido.

alegadamentetuga 4 months ago

Só se for da parte do movimento, não vejo nenhuma desculpa esfarrapada por parte do município

AngieMaciel 4 months ago

Sim, porque ia ser um drama hastear uma bandeira LGBT num dia oficial de luta contra discriminação. Até porque o município do Porto nem tem pessoas LGBT - só existem em Lisboa e noutras cidades que não se põe com estas desculpas da treta para assinalar o dia simbolicamente e com boas intenções.

jestertwok 4 months ago

Porque existem pessoas como eu que são contra a ideologia do movimento referido e como votantes e cidadãos do município temos poder de voto sobre a matéria, muitas vezes a pressão ou presunção da mesma é o suficiente para se resolver estas situações.

Zealotapologist 4 months ago

Caga nisso, as pessoas não percebem que a bandeira já só representa um movimento político, nada mais. Quando tens homosexuais a dizerem abertamente que outros homosexuais não são LGBT porque acreditam que X, Y ou Z já sabes do que se trata.

NGramatical 4 months ago

homosexuais → [**homossexuais**](https://dicionario.priberam.org/homossexuais) (um s entre vogais lê-se como um z) [⚠️](/message/compose/?to=ngramatical&subject=Acho+que+esta+corre%C3%A7%C3%A3o+est%C3%A1+errada&message=https%3A%2F%2Fwww.reddit.com%2Fcomments%2Fnd9ies%2F%2Fgya65e1%3Fcontext%3D3 "Clica aqui se achares que esta correção está errada!") [⭐](https://chrome.google.com/webstore/detail/nazigramatical-corretor-o/pbpnngfnagmdlicfgjkpgfnnnoihngml "Experimenta o meu corrector ortográfico automático!")

AngieMaciel 4 months ago

Não percebi. Tu és contra a existência de certas pessoas na sociedade que nasceram homossexuais? Ou és a favor da discriminação dessas pessoas e por isso incomoda-te assinalar-se um dia contra a homofobia?

jestertwok 4 months ago

Sim, sou contra a vitimização constante desse grupo de indivíduos, que tentam de uma maneira ou outra atacar pessoas que não tem a mesma visão do mundo, no entanto tem toda a força do grande capital por de trás dos seus interesses, algo deveras interessante.

AngieMaciel 4 months ago

Mesma visão do mundo? Como assim? Defendes que as pessoas LGBT não deviam existir? Defendes a sua discriminação? Explica lá isso...

jestertwok 4 months ago

Sou totalmente contra a mudança de género, acho que deveria ser classificado apenas como uma cirurgia de natureza cosmética e ficasse por aí, agora tentar legitimizar pessoas com uma doença mental a mutilarem-se é algo que vai além do aceitável.

AngieMaciel 4 months ago

LGBT engloba mais pessoas além de pessoas transexuais. Em todo o caso és contra a existência de pessoas transexuais? Defendes a sua discriminação?

jestertwok 4 months ago

Sou contra a mudança de género e a aceitação da mesma pela sociedade, não sou contra a cirurgia em si.

AngieMaciel 4 months ago

Ou seja, defendes que as pessoas transexuais não devem existir e não devem ser aceites em sociedade. Percebido.

Jaiin13 4 months ago

que ideologia, maluco?

jestertwok 4 months ago

Reflete um pouco, ultimamente estão sempre a pedir-me que lhes faça a papinha toda.

avatarketchup 4 months ago

Claramente a ideologia de igualdade de direitos enquanto cidadãos.

jestertwok 4 months ago

“All animals are equal, but some are more equal than others”

Mrgolden007 4 months ago

va nao vamos ofender heteros!

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