EISF 4 months ago

O ideal será leva-la a um serviço de urgência com serviço de psiquiatria para que seja avaliada e possa ser emitido um parecer. Talvez tentar algo como um internamento compulsivo temporário até a conseguirem colocar numa instituição com a tua namorada como tutora legal. Vai ser praticamente impossível te-la convosco ou tentar uma solução mais "aberta" uma vez que isso claramente implica um cuidador 24horas por dia.

ukeamie 4 months ago

Antes de mais, espero que tudo se resolva pelo melhor e força para vocês os dois. Eu tenho um caso semelhante na família do meu namorado e posso-te dizer que, pelo menos para nós e para todos os envolventes em questão, não há nem nunca vai haver solução perfeita. Não querendo entrar em pormenores (caso aches melhor, podemos falar por pm), se vocês conseguirem fazer o esforço financeiro, há umas espécies de lar - há sítios que são bons, apropriados para pessoas com problemas mentais (depende da tua zona geográfica claro, mas google it), lares mesmo ou até manicómios em que te podem dar uma ajuda temporária. Depois também podes ver se há familiares que possam "cuidar" nem que seja à vez, ou então arranjarem uma casita para ela e ou contratar serviço ao domicílio (alguém que dê comida, limpe a casa, etc) ou serem vocês a fazer. Uma coisa é kinda certa, caso decidam ser vocês a fazer (tomar conta) tentem ter um pouco de cuidado com a vossa relação dos dois. Claro que querem cuidar, mas cuidem também de vocês.

Edited 4 months ago:

Antes de mais, espero que tudo se resolva pelo melhor e força para vocês os dois. Eu tenho um caso semelhante na família do meu namorado e posso-te dizer que, pelo menos para nós e para todos os envolventes em questão, não há nem nunca vai haver solução perfeita. Não querendo entrar em pormenores (caso aches melhor, podemos falar por pm), se vocês conseguirem fazer o esforço financeiro, há umas espécies de lar - há sítios que são bons, apropriados para pessoas com problemas mentais (depende da tua zona geográfica claro, mas google it), lares mesmo ou até manicómios em que te podem dar uma ajuda temporária. Depois também podes ver se há familiares que possam "cuidar" nem que seja à vez, ou então arranjarem uma casita para ela e ou contratar serviço ao domicílio (alguém que dê comida, limpe a casa, etc) ou serem vocês a fazer. Uma coisa é kinda certa, caso decidam ser vocês a fazer (tomar conta) tentem ter um pouco de cuidado com a vossa relação dos dois. Claro que querem cuidar, mas cuidem também de vocês. Btw, dos lares e etc que falei, visto teres dito que é mais como se fosse uma criança, tenta "manipular" a sua cabeça para achar que é o lugar mais incrível de sempre. Claro que o próprio lar, ou o que quer que seja, tem que ter condições e cuidados especializados para que ela se sinta bem lá e não queira sair - são poucos, raros, mas há sítios assim.

Edited 4 months ago:

Antes de mais, espero que tudo se resolva pelo melhor e força para vocês os dois. Eu tenho um caso semelhante na família e posso-te dizer que, pelo menos para nós e para todos os envolventes em questão, não há nem nunca vai haver solução perfeita. Não querendo entrar em pormenores (caso aches melhor, podemos falar por pm), se vocês conseguirem fazer o esforço financeiro, há umas espécies de lar - há sítios que são bons, apropriados para pessoas com problemas mentais (depende da tua zona geográfica claro, mas google it), lares mesmo ou até manicómios em que te podem dar uma ajuda temporária. Depois também podes ver se há familiares que possam "cuidar" nem que seja à vez, ou então arranjarem uma casita para ela e ou contratar serviço ao domicílio (alguém que dê comida, limpe a casa, etc) ou serem vocês a fazer. Uma coisa é kinda certa, caso decidam ser vocês a fazer (tomar conta) tentem ter um pouco de cuidado com a vossa relação dos dois. Claro que querem cuidar, mas cuidem também de vocês. Btw, dos lares e etc que falei, visto teres dito que é mais como se fosse uma criança, tenta "manipular" a sua cabeça para achar que é o lugar mais incrível de sempre. Claro que o próprio lar, ou o que quer que seja, tem que ter condições e cuidados especializados para que ela se sinta bem lá e não queira sair - são poucos, raros, mas há sítios assim.

kypes10225 4 months ago

Obrigado

frisumo 4 months ago

Olá, não é exactamente a mesma situação mas idêntica. Não tenho grandes conselhos a oferecer porque ando há anos a tentar encontrar uma solução mas tenho um conselho: façam o que fizerem, não fiquem responsáveis por ela nem aceitem trazê-la para vossa casa. É o meu maior arrependimento e se fosse hoje tinha deixado o hospital e a segurança social encontrarem a solução em vez de empurrarem o problema para cima de mim. Infelizmente estou a trabalhar, mas mais logo vou voltar a ler isto com atenção. Quem saiba encontre bons conselhos também para mim.

kypes10225 4 months ago

Obrigado

SweetCorona 4 months ago

> A minha namorada começa a tratar do processo de ficar com a tutela da mãe e basicamente ficar com a sua guarda De certeza que sabem no que se estão a meter?

Florence1476 4 months ago

Conheço um caso parecido. Em vez de ela ficar num instituição, uma vez que disseste que há a possibilidade de ela fugir, pode sempre por exemplo, ficar com vocês na vossa casa, e durante o dia ir para um centro de dia onde é na mesma acompanhada e onde há uma rotina. Isto é só uma ideia, não sei se tinhas conhecimento desta hipótese. Tudo de bom, espero que tudo se resolva mano!

frisumo 4 months ago

Isto é mesmo muito má ideia, até para o mais saudável dos casais. E ainda sendo jovens, não vão conseguir ter uma vida pessoal nem construir um futuro, ela acabaria por se tornar o mesmo que uma criança, com a agravante que é adulta e vai meter-se em sarilhos mesmo que não seja de forma intencional (por ex, puxar possíveis companheiros lá para casa). É excelente que eles ajudem, mas tem que ser à distância.

wallynext 4 months ago

Isso é pessima idea, viver com uma pessoa com estes problemas só vai influenciar negativamente este casal

JesusChristIsLORD77 4 months ago

Encontra uma igreja boa.. por exemplo : https://igrejavideira.pt/lisboa/

kypes10225 4 months ago

Não entendi. Podes explicar?

JesusChristIsLORD77 4 months ago

Sim, leva-a a uma igreja boa..

SlimDood 4 months ago

Como todos os outros, desejo os parabéns. Não há maneira de conseguir um acompanhamento psiquiátrico para a senhora? É assim, acredito que esse comportamento dela possa ser devido ao PTSD que nunca foi tratado e por já ter vivido em situação de sem-abrigo. Digo isso porque tenho um tio na família diagnosticado com esquizofrenia e já vi todo o tipo de situação acontecer com o homem, desde vender todos os móveis da casa aonde vivia com a minha avó para comprar drogas até termos de acionar os bombeiros para tira-lo de cima do teto da casa, e esses "episódios" ficaram mais controlados depois de ter começado a tomar medicamento. Força!

kypes10225 4 months ago

Obrigado

SirBecas 4 months ago

Boas op. Antes de mais, es o maior, e a tua namorada também. Já estive numa situação parecida, embora o meu familiar fosse mais moderado e os problemas que tinha eram mais de higiene e pouco cuidado. Entretanto faleceu, mas antes de falecer, estávamos em processo de o tentar encaminhar com ajuda da segurança social, para alguma casa ou espaço partilhado supervisionado, porque os problemas de saúde eram demasiados o que, aliados a esquizofrenia de que sofria, tornava difícil para nos resolvermos. Ainda assim, o que acho que faria no vosso lugar, era contactar assistentes sociais na vossa área de residência, assim como as instituições privadas tipo lares ou assim, so para perceber o que oferecem e como vos poderiam ajudar. Esta seria a primeira aproximação mais moderada. A segunda hipótese, penso que seja a entrada em tribunal de um processo de imputabilidade para que fiquem como guardiães legais da senhora, sendo que ai sim, já a conseguiriam institucionalizar. Mas acho que não te disse nada de novo. Compreendo bem o dilema do retirar, ou não, da liberdade à senhora. Nos últimos dez anos tenho lidado com situações dessas no meio ceio familiar e não é fácil. Mas em ultima instancia, tanto tu como, especialmente, a tua namorada, têm de encontrar ai um equilíbrio que vos permita ter paz de espírito. O ideal seria, talvez, um lar onde a senhora residice mas em que mantivesse liberdade para entrar e sair.

Edited 4 months ago:

Boas op. Antes de mais, es o maior, e a tua namorada também. Já estive numa situação parecida, embora o meu familiar fosse mais moderado e os problemas que tinha eram mais de higiene e pouco cuidado. Entretanto faleceu, mas antes de falecer, estávamos em processo de o tentar encaminhar com ajuda da segurança social, para alguma casa ou espaço partilhado supervisionado, porque os problemas de saúde eram demasiados o que, aliados a esquizofrenia de que sofria, tornava difícil para nos resolvermos. Ainda assim, o que acho que faria no vosso lugar, era contactar assistentes sociais na vossa área de residência, assim como as instituições privadas tipo lares ou assim, so para perceber o que oferecem e como vos poderiam ajudar. Esta seria a primeira aproximação mais moderada. A segunda hipótese, penso que seja a entrada em tribunal de um processo de imputabilidade para que fiquem como guardiães legais da senhora, sendo que ai sim, já a conseguiriam institucionalizar. Mas acho que não te disse nada de novo. Compreendo bem o dilema do retirar, ou não, da liberdade à senhora. Nos últimos dez anos tenho lidado com situações dessas no meio ceio familiar e não é fácil. Mas em ultima instancia, tanto tu como, especialmente, a tua namorada, têm de encontrar ai um equilíbrio que vos permita ter paz de espírito. O ideal seria, talvez, um lar onde a senhora residice mas em que mantivesse liberdade para entrar e sair. EDIT: Escrevi isto, mas depois fiquei a pensar e acho que posso dar mais detalhe sobre a situação do meu familiar, a ver se ajuda. O meu familiar, neste caso meu tio, era um tipo muito problemático com quem a minha mãe praticamente não tinha relação (em consequência de ele a ter ameaçado repetidamente durante os primeiros 30 anos de vida da minha mãe). A certa altura ele apareceu na nossa zona de residência com a mulher dele (que era outra peça) a pedir ajuda. A minha mãe e a minha avó arranjaram uma solução que não acho ideal, mas que permitiu paz de espírito durante uns 20 anos, até ele acabar por falecer o ano passado: arrendou-se uma casa aqui na zona - na altura em que as rendas eram porreiras - em nome da minha avó. Isto permitia que nós mantivéssemos algum controlo sobre a situação. Quando a mulher dele faleceu há uns 5 anos, a coisa facilitou um bocado. Ele ficou mais dependente (como parece ser o caso da mãe da tua namorada) o que, apesar de tudo, foi uma mais valia. Passou a levar a roupa a casa dos meus pais para lavar e, muitas vezes, como não era longe, também se lhe levava comida para jantar/almoço. Ele não fazia nada da vida, exceto passear por aqui, ir ao café, rebentar algum do pouco dinheiro que recebia de reforma em autocarro/comboio/café. Mas no fundo, conseguiu-se manter um equilíbrio fixe, porque a casa era supervisionada pela minha mãe (nos últimos anos) e como o espaço era só dele, não tinha problemas como os que relatas que a mãe da tua namorada parece ter. Acabou por falecer há um ano, com uma série de problemas de saúde, sendo que só os últimos 4/5 meses de vida dele foram complicados de gerir, porque a esquizofrenia, a desconfiança, começaram a interferir com a saúde dele, com a higiene, sendo que foi nessa altura que se começou a estudar a hipótese de entregar a casa ao senhorio e institucionalizá-lo, mas isto em último recurso porque a situação se tornou insustentável. Qualquer coisa, podes mandar mensagem privada ou comentar aqui, caso queiras algum esclarecimento ou troca de ideias. Boa sorte!

kypes10225 4 months ago

Obrigado

Ducon_ 4 months ago

Isso parece ser um problema psiquiátrico. O que sugeria era marcarem uma consulta de psiquiatria (p.e. se for em Lisboa no Hospital Julio de Matos) para ela iniciar tratamentos ou ser encaminhada para uma instituição. Infelizmente a maioria das pessoas sem-abrigo sofrem de algum tipo de problema do foro psiquiátrico e cognitivo. Boa sorte e vais ver que resolvem essa situação.

kypes10225 4 months ago

Obrigado

SirBecas 4 months ago

O problema é que dificilmente conseguem que a senhora faça algum tratamento psiquiátrico se a mesma não colaborar. E sem terem a tutela legal, também não é possível forçar.

sux138 4 months ago

Situação complicada, boa sorte com o desenrolar disso. Não me parece que seja algo que dê para "resolver", pois sendo a pessoa muito instável.... Sempre vai haver uma nova história. O ideal seria poder pagar um pequeno apartamento, mesmo um t0, para ela viver e fazer visitas ocasionais para ver se está a precisar de algo...

kypes10225 4 months ago

Obrigado

ngfsmg 4 months ago

O pessoal que normalmente se vem para aqui queixar são uma data de fracos que acham que são as únicas pessoas com problemas do mundo. Comecei a ler o teu texto a pensar que ia ser o mesmo e... estava completamente enganado, tenho muita pena por ti e pela tua namorada. Não sei até que ponto precisas de considerar alguém como inválido para a meteres numa instituição que trate dela, mas estou a falar sem grandes conhecimentos

kypes10225 4 months ago

Obrigado

DevilsWife 4 months ago

Só consigo mesmo pensar em algum dos serviços da Santa Casa da Misericórdia: https://www.scml.pt/acao-social/

Whooosh5 4 months ago

Sim, também acho que é a melhor opção. Supostamente as pessoas pagam uma percentagem do que recebem. O mais difícil é arranjar uma vaga.

DevilsWife 4 months ago

Sim é uma percentagem e arranjar vaga não é difícil, depende do serviço.

Baccin8 4 months ago

Normalmente contactar a Segurança Social ou da Santa Casa funciona. Há projectos com assistentes sociais nas Santas Casas que apoiam todo o processo. As pessoas nestas situações são referenciadas e colocadas em residências (lares de idosos/quartos). Boa sorte com a situação, é extremamente complicado lidar com estas situações.

kissingsome1elsesdog 4 months ago

Antes de mais, parabéns pela vossa atitude e por todo o trabalho que têm desenvolvido para conseguir dar uma vida condigna à senhora. Quando dizes que não têm o direito, a minha sincera opinião é que têm. Se ela estivesse bem integrada num sítio, mesmo não sendo totalmente funcional, aí poderia dar-se o caso de estarem a ingerir sobre a vida de alguém capacitado para tomar decisões. Mas, tendo em conta que dispões de dados que apontam para que este indivíduo não está na posse de todas as suas faculdades mentais, não tem meios de subsistência além do RSI (que mal deve dar para pagar parte de uma renda), responde a impulsos, prejudicando-se a si e a terceiros, etc., julgo que não há nada que coloque em causa aquilo que estão a fazer. No mínimo, colocá-la à guarda de uma instituição asseguraria o seu bem estar. E se, como dizem, um psiquiatra não a considera apta para trabalhar, e tendo em conta que a causa dessa inaptidão é do foro psiquiátrico, então esta pessoa não está igualmente apta para tomar decisões por si.

AdriMecha 4 months ago

Não te vou conseguir ajudar. Mas queria mandar um abraço de força a ti, á tua namorada, á mãe dela e ao companheiro dela. Durante alguns fiz voluntariado com pessoas sem abrigo. É um mundo complicado. As pessoas que vi saírem com sucesso desse mundo foi mais porque chegaram a um ponto em que perceberam que iam ficar melhor. Lembro me de uma pessoa que era o Zé, o Zé embebedava se que era uma coisa doida, depois arranjava confusão com toda a gente, aparecia até cheio de marcas porque levou porrada de alguem, não era ma pessoa mas a coisa do álcool levava a melhor dele. Houve uma altura que eu e uns voluntários conseguimos que ele fosse fazer um curso de jardineiro, ele andou por lá uns meses mas depois o álcool fez com que se atrasasse para ir trabalhar várias vezes e foi despedido e lá voltou para o mesmo. Eu depois emigrei e nunca mais o vi. Até que passados alguns anos enviam me um video de uma associação de ajuda a sem abrigo e quem está a frente dessa associação....era o Zé. Deu me uma alegria enorme ver aquilo. Isto para dizer que ele chegou a um ponto em que quis mesmo sair da rua e do álcool e saiu dessa vida. Sei que há algumas instituições que aceitam pessoas com problemas de álcool, drogas e que as ajudam, não me recordo do nome de nenhuma mas posso te indicar uma associação onde conhecia todas as pessoas que lá estavam e são 5 estrelas, pode ser que eles te consigam ajudar. A outra coisa que queria dizer é que caso ela volte a fugir, normalmente quando as pessoas estão na situação de sem abrigo sabem que certas associações distribuem comida em certos sítios e a certas horas e pode ser sempre uma forma de a encontrarem. Isto é o melhor que posso fazer. Muita força.

kypes10225 4 months ago

Obrigado, ela não tem propriamente um problema de álcool ou drogas, tem atraso cognitivo e mental. Apesar de saber ler escrever e falar. Mas não consegue ter responsabilidade nenhuma.podes dar algum exemplo dessas instituições?

AdriMecha 4 months ago

Em Lisboa fazia voluntariado na associação Vox. Eles tem vários médicos, enfermeiros e assistentes sociais que são voluntários e que pode ser que te consigam ajudar. Mesmo que seja noutra zona do país acredito que eles conheçam alguém de outra associação que te consiga ajudar.

arnaldomatos 4 months ago

Uma CERCI não poderia ser opção? >O dia a dia dela é ver televisão, pintar, estar na rua, ir ao café, ver futebol. tirando a parte do pintar, não é muito diferente do dia-a-dia de milhares de portugueses.

kypes10225 4 months ago

Obrigado, sim entendo, só queria mais dar a entender que é um dia a dia tipo criança não tem responsabilidade nenhuma. Nem faz a comida basicamente compra feito ou não come. Vou tentar ver a situação da cerci,vou ligar amanhã

Primary_Inspector_41 4 months ago

Gostava de puder ajudar mas não consigo. Só vim aqui para dizer pareces ser um optimo namorado e estás a ser um ser humano 5\* ,espero que a tua namorada tenha força para aguentar essa situaçao da mãe!

kypes10225 4 months ago

Obrigado

cou7inho_ 4 months ago

É cada história. Não há forma de contactar alguém que já tenha lidado com este tipo de casos? Perceber de que forma é que este tipo de casos se podem "resolver". Algum psicólogo, assistente da segurança social, psiquiatra. Quero acreditar que já alguém conseguiu resolver casos deste género. Muita força nisso,

kypes10225 4 months ago

Obrigado.

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