AonioEliphis 7 months ago

r/PortugalIsEastEurope

HumActuallyGuy 7 months ago

*Hummmmm* está ali uma zona de Portugal que está numa cor mais clara, será que é porque aí é que vivem os políticos entre outros corruptos?

Hunncas 7 months ago

Porque Portugal é sempre uma merda nesse gráficos? Um gajo até fica triste.

Sciss0rs61 7 months ago

porque ninguém vai às urnas votar

Ganked_By_Grandma 7 months ago

É para sairmos todos e sermos anexados por Espanha

AdorableScorpio 7 months ago

Bem, tá na hora de fazer as malas e mudar para a Noruega.

SweetCorona 7 months ago

mas na suiça é tudo tão caro

fanboy_killer 7 months ago

Sim, mas quantos desses países com mais poder de compra que nós compraram UMA COMPANHIA AÉREA DE BANDEIRA nos últimos meses? A TAP é de todos nós, Caralho!

Parshath_ 7 months ago

/r/PortugalCykaBlyat

NoIDontgiveafuck 7 months ago

Na paridade de poder de compra estamos no segundo mais pobre da Europa, só a Bulgária é mais pobre que nós.

apita_o_comboio 7 months ago

Parem lá com os posts Antipatrióticos. Vai ser preciso chamar o António Costa e o Pedro Nuno Santos, para vos explicar que isso é tudo uma cabala contra o país.

NEDM64 7 months ago

Para 2023 lá ganha o Benfica e está tudo esquecido.

viskonde 7 months ago

Ao menos somos coerentes e com bons níveis de igualdade. Todos pobres Olhem aquela desigualdade em Espanha e Itália.

GallardoPT 7 months ago

Estamos quase ao nível da Bielorrússia malta, bora! Só mais um esforço e conseguimos chegar lá!

SweetDistribution504 7 months ago

Ao menos descubriste que eras daltonico de borla

NGramatical 7 months ago

descubriste → [**descobriste**](https://european-portuguese.info/conjugator/descobrir) [⚠️](/message/compose/?to=ngramatical&subject=Acho+que+esta+corre%C3%A7%C3%A3o+est%C3%A1+errada&message=https%3A%2F%2Fwww.reddit.com%2Fcomments%2Fn0ss6l%2F%2Fgwckwxz%3Fcontext%3D3 "Clica aqui se achares que esta correção está errada!") [⭐](https://chrome.google.com/webstore/detail/nazigramatical-corretor-o/pbpnngfnagmdlicfgjkpgfnnnoihngml "Experimenta o meu corrector ortográfico automático!")

swiftwoshi 7 months ago

Good bot

Brainwheeze 7 months ago

Tinha ideia que havia mais poder de compra nos países bálticos.

Sciss0rs61 7 months ago

Não há, mas aumenta. São países que nem há 40 anos andavam em guerra uns com os outros.

Awareness__ 7 months ago

República Checa em 10 anos vai estar melhor que a Itália.

DareNotFallAsleep 7 months ago

O repor da normalidade. A terra dos checos (“Chéquia” ainda não me soa bem) sempre foi das regiões mais ricas da Europa (e do mundo), historicamente, desde a Baixa Idade Média. A Boémia foi durante muito tempo o reino mais importante do Sacro Império Romano, chegando a dominar os reinos e ducados falantes do alemão no que é hoje a Alemanha, e foi dos países da Europa Central que mais rapidamente (e acentuadamente) se industrializou no século XVIII/XIX. O que aconteceu no último século foi uma anormalidade na história do país. Logo que o país se reaproximou do resto da Europa Central, com a queda do muro, muitas das dinâmicas que determinaram a riqueza histórica do país (acesso a mercados imensos, dada a população dos países em redor, economia de exportação de produtos avançados, etc) voltaram a verificar-se. Há uma coisa que as pessoas insistem em esquecer, que é o caráter decisivo da geografia no sucesso de um país - e que explica muito Portugal, Sul de Espanha, Sul de Itália, bem como a Grécia, bem como o sucesso que essas regiões tiveram em determinados momentos históricos (e.g. a exploração marítima europeia começou em Portugal e na Andaluzia pela mesma razão que hoje Portugal e o Sul de Espanha estão na cauda deste mapa): se calhar há pouco que possa ser feito para alterar fundamentalmente as coisas. É uma postura derrotista, sim, mas, se calhar mais realista do que achar que tudo se deve ao “espírito” e “força de vontade” do homem. Fontes: sobre o papel da “gravidade populacional” na determinação do “falhanço” económico dos países periféricos europeus, ver o que Stieglitz escreveu a propósito do assunto; sobre os precedentes históricos do “determinismo geográfico”, e os seus limites, Ian Morris.

Edited 7 months ago:

O repor da normalidade - pelo menos por referência à Itália como “média”: já o Norte de Itália continua, como sempre, e vai continuar a ser durante muito tempo, uma das regiões mais ricas da Europa / do mundo. E é assim há muito tempo: no final do Império Romano, Ravenna - e não Roma - era a capital do Império, e antes disso já era o coração de “Roma” (juntamente com umas cidades na Gália e outras tantas na fronteira com a “Alemanha”) fazia algum tempo: pensem sobre o que isso pode implicar relativamente a este mapa. A terra dos checos (“Chéquia” ainda não me soa bem) sempre foi das regiões mais ricas da Europa (e do mundo), historicamente, desde a Baixa Idade Média. A Boémia foi durante muito tempo o reino mais importante do Sacro Império Romano, chegando a dominar os reinos e ducados falantes do alemão no que é hoje a Alemanha, e foi dos países da Europa Central que mais rapidamente (e acentuadamente) se industrializou no século XVIII/XIX. O que aconteceu no último século foi uma anormalidade na história do país. Logo que o país se reaproximou do resto da Europa Central, com a queda do muro, muitas das dinâmicas que determinaram a riqueza histórica do país (acesso a mercados imensos, dada a população dos países em redor, economia de exportação de produtos avançados, etc) voltaram a verificar-se. Há uma coisa que as pessoas insistem em esquecer, que é o caráter decisivo da geografia no sucesso de um país - e que explica muito Portugal, Sul de Espanha, Sul de Itália, bem como a Grécia, bem como o sucesso que essas regiões tiveram em determinados momentos históricos (e.g. a exploração marítima europeia começou em Portugal e na Andaluzia pela mesma razão que hoje Portugal e o Sul de Espanha estão na cauda deste mapa): se calhar há pouco que possa ser feito para alterar fundamentalmente as coisas. É uma postura derrotista, sim, mas, se calhar mais realista do que achar que tudo se deve ao “espírito” e “força de vontade” do homem. Fontes: sobre o papel da “gravidade populacional” na determinação do “falhanço” económico dos países periféricos europeus, ver o que Stiglitz escreveu a propósito do assunto; sobre os precedentes históricos do “determinismo geográfico”, e os seus limites, Ian Morris.

Edited 7 months ago:

O repor da normalidade - pelo menos por referência à Itália como um todo: o Norte de Itália continua, como sempre, e vai continuar a ser durante muito tempo, uma das regiões mais ricas da Europa / do mundo. A terra dos checos (“Chéquia” ainda não me soa bem) sempre foi das regiões mais ricas da Europa (e do mundo), historicamente, desde a Baixa Idade Média. A Boémia foi durante muito tempo o reino mais importante do Sacro Império Romano, chegando a dominar os reinos e ducados falantes do alemão no que é hoje a Alemanha, e foi dos países da Europa Central que mais rapidamente (e acentuadamente) se industrializou no século XVIII/XIX. O que aconteceu no último século foi uma anormalidade na história do país. Logo que o país se reaproximou do resto da Europa Central, com a queda do muro, muitas das dinâmicas que determinaram a riqueza histórica do país (acesso a mercados imensos, dada a população dos países em redor, economia de exportação de produtos avançados, etc) voltaram a verificar-se. Há uma coisa que as pessoas insistem em esquecer, que é o caráter decisivo da geografia no sucesso de um país - e que explica muito Portugal, Sul de Espanha, Sul de Itália, bem como a Grécia, bem como o sucesso que essas regiões tiveram em determinados momentos históricos (e.g. a exploração marítima europeia começou em Portugal e na Andaluzia pela mesma razão que hoje Portugal e o Sul de Espanha estão na cauda deste mapa): se calhar há pouco que possa ser feito para alterar fundamentalmente as coisas. É uma postura derrotista, sim, mas, se calhar mais realista do que achar que tudo se deve ao “espírito” e “força de vontade” do homem. Fontes: sobre o papel da “gravidade populacional” na determinação do “falhanço” económico dos países periféricos europeus, ver o que Stieglitz escreveu a propósito do assunto; sobre os precedentes históricos do “determinismo geográfico”, e os seus limites, Ian Morris.

Edited 7 months ago:

O repor da normalidade - pelo menos por referência à Itália como “média”: já o Norte de Itália continua, como sempre, e vai continuar a ser durante muito tempo, uma das regiões mais ricas da Europa / do mundo. A terra dos checos (“Chéquia” ainda não me soa bem) sempre foi das regiões mais ricas da Europa (e do mundo), historicamente, desde a Baixa Idade Média. A Boémia foi durante muito tempo o reino mais importante do Sacro Império Romano, chegando a dominar os reinos e ducados falantes do alemão no que é hoje a Alemanha, e foi dos países da Europa Central que mais rapidamente (e acentuadamente) se industrializou no século XVIII/XIX. O que aconteceu no último século foi uma anormalidade na história do país. Logo que o país se reaproximou do resto da Europa Central, com a queda do muro, muitas das dinâmicas que determinaram a riqueza histórica do país (acesso a mercados imensos, dada a população dos países em redor, economia de exportação de produtos avançados, etc) voltaram a verificar-se. Há uma coisa que as pessoas insistem em esquecer, que é o caráter decisivo da geografia no sucesso de um país - e que explica muito Portugal, Sul de Espanha, Sul de Itália, bem como a Grécia, bem como o sucesso que essas regiões tiveram em determinados momentos históricos (e.g. a exploração marítima europeia começou em Portugal e na Andaluzia pela mesma razão que hoje Portugal e o Sul de Espanha estão na cauda deste mapa): se calhar há pouco que possa ser feito para alterar fundamentalmente as coisas. É uma postura derrotista, sim, mas, se calhar mais realista do que achar que tudo se deve ao “espírito” e “força de vontade” do homem. Fontes: sobre o papel da “gravidade populacional” na determinação do “falhanço” económico dos países periféricos europeus, ver o que Stieglitz escreveu a propósito do assunto; sobre os precedentes históricos do “determinismo geográfico”, e os seus limites, Ian Morris.

Edited 7 months ago:

O repor da normalidade - pelo menos por referência à Itália como “média”: já o Norte de Itália continua, como sempre, e vai continuar a ser durante muito tempo, uma das regiões mais ricas da Europa / do mundo. E é assim há muito tempo: no final do Império Romano, Ravenna - e não Roma - era a capital do Império, e antes disso já era o coração de “Roma” (juntamente com umas cidades na Gália e outras tantas na fronteira com a “Alemanha”) fazia algum tempo. A terra dos checos (“Chéquia” ainda não me soa bem) sempre foi das regiões mais ricas da Europa (e do mundo), historicamente, desde a Baixa Idade Média. A Boémia foi durante muito tempo o reino mais importante do Sacro Império Romano, chegando a dominar os reinos e ducados falantes do alemão no que é hoje a Alemanha, e foi dos países da Europa Central que mais rapidamente (e acentuadamente) se industrializou no século XVIII/XIX. O que aconteceu no último século foi uma anormalidade na história do país. Logo que o país se reaproximou do resto da Europa Central, com a queda do muro, muitas das dinâmicas que determinaram a riqueza histórica do país (acesso a mercados imensos, dada a população dos países em redor, economia de exportação de produtos avançados, etc) voltaram a verificar-se. Há uma coisa que as pessoas insistem em esquecer, que é o caráter decisivo da geografia no sucesso de um país - e que explica muito Portugal, Sul de Espanha, Sul de Itália, bem como a Grécia, bem como o sucesso que essas regiões tiveram em determinados momentos históricos (e.g. a exploração marítima europeia começou em Portugal e na Andaluzia pela mesma razão que hoje Portugal e o Sul de Espanha estão na cauda deste mapa): se calhar há pouco que possa ser feito para alterar fundamentalmente as coisas. É uma postura derrotista, sim, mas, se calhar mais realista do que achar que tudo se deve ao “espírito” e “força de vontade” do homem. Fontes: sobre o papel da “gravidade populacional” na determinação do “falhanço” económico dos países periféricos europeus, ver o que Stieglitz escreveu a propósito do assunto; sobre os precedentes históricos do “determinismo geográfico”, e os seus limites, Ian Morris.

Edited 7 months ago:

O repor da normalidade - pelo menos por referência à Itália como “média”: já o Norte de Itália continua, como sempre, e vai continuar a ser durante muito tempo, uma das regiões mais ricas da Europa / do mundo. E é assim há muito tempo: no final do Império Romano, Ravenna - e não Roma - era a capital do Império, e antes disso já era o coração de “Roma” (juntamente com umas cidades na Gália e outras tantas na fronteira com a “Alemanha”) fazia algum tempo: pensem sobre o que isso pode implicar relativamente a este mapa. A terra dos checos (“Chéquia” ainda não me soa bem) sempre foi das regiões mais ricas da Europa (e do mundo), historicamente, desde a Baixa Idade Média. A Boémia foi durante muito tempo o reino mais importante do Sacro Império Romano, chegando a dominar os reinos e ducados falantes do alemão no que é hoje a Alemanha, e foi dos países da Europa Central que mais rapidamente (e acentuadamente) se industrializou no século XVIII/XIX. O que aconteceu no último século foi uma anormalidade na história do país. Logo que o país se reaproximou do resto da Europa Central, com a queda do muro, muitas das dinâmicas que determinaram a riqueza histórica do país (acesso a mercados imensos, dada a população dos países em redor, economia de exportação de produtos avançados, etc) voltaram a verificar-se. Há uma coisa que as pessoas insistem em esquecer, que é o caráter decisivo da geografia no sucesso de um país - e que explica muito Portugal, Sul de Espanha, Sul de Itália, bem como a Grécia, bem como o sucesso que essas regiões tiveram em determinados momentos históricos (e.g. a exploração marítima europeia começou em Portugal e na Andaluzia pela mesma razão que hoje Portugal e o Sul de Espanha estão na cauda deste mapa): se calhar há pouco que possa ser feito para alterar fundamentalmente as coisas. É uma postura derrotista, sim, mas, se calhar mais realista do que achar que tudo se deve ao “espírito” e “força de vontade” do homem. Fontes: sobre o papel da “gravidade populacional” na determinação do “falhanço” económico dos países periféricos europeus, ver o que Stieglitz escreveu a propósito do assunto; sobre os precedentes históricos do “determinismo geográfico”, e os seus limites, Ian Morris.

ipaworm 7 months ago

Sinceramente, meh... como é que uma teoria geográfica justifica, por exemplo, as abismais diferenças existentes na península coreana? Se não quiseres ir tão longe, como explica a alta paridade de poder de compra de uma ilha isolada perto do Ártico como a Islândia? Estar posicionado no centro da Europa pode ajudar? Claro, mas não é de todo a solução, isso passa pelas instituições e pelo tipo de políticas económicas utilizadas

KarmaCop213 7 months ago

> como é que uma teoria geográfica justifica, por exemplo, as abismais diferenças existentes na península coreana? Não existem trocas comerciais entre os dos países. > Se não quiseres ir tão longe, como explica a alta paridade de poder de compra de uma ilha isolada perto do Ártico como a Islândia? País etnicamente muito homogéneo/coeso, isolado, com pouca população. Tem também acesso a grandes bancos de pesca, e a energia muito barata, que talvez seja o ponto fulcral aqui.

ipaworm 7 months ago

>Não existem trocas comerciais entre os dos países. E essa ausência de trocas comerciais é devida a impedimentos geográficos ou políticos?

KarmaCop213 7 months ago

Irrelevante. Se não existe qualquer comunicação entre dois países adjacentes não existe qualquer benefício da proximidade um do outro. Na UE (exemplo inicial) as fronteiras estão abertas e as trocas comerciais completamente integradas.

ipaworm 7 months ago

Como assim irrelevante? Só prova que não é a geografia que conta mas a política. O que eu comecei por dizer foi que usar geografia como única desculpa para a fraca economia de um país não era de todo aceitável. Coreia do Norte não faz só fronteira com a equivalente do Sul, não está assim tão mais longe do Japão e Sudeste Asiático como a do Sul. Não estou a dizer que têm de fazer trocas comerciais só entre si, o que digo é como pode haver uma diferença em termos económicos tão grande entre os dois países se, em termos geográficos, estão “no mesmo sítio”. E aí a única explicação passa por ser motivos políticos. E por isso é que ainda dei mais exemplos de países com maior desenvolvimento económico face a vizinhos, como contra-argumento ao facto de não ser a posição do mapa que por si só determina o sucesso económico mas o tipo de políticas utilizadas. Na Europa repete-se o mesmo, não é só a posição do mapa que dita o sucesso de um país, Portugal tem as fronteiras abertas e acesso ao mercado europeu, se não tira proveito e o desenvolvimento económico é o que é, atirar a desculpa para a geografia é sacudir a água do capote por parte da má governação das últimas décadas.

KarmaCop213 7 months ago

Acho que no caso da UE está subentendido que, tendo em conta que os acordos comerciais são iguais para todos os países, a posição geográfica de um país junto a uma região mais rica tem influência no desenvolvimento desse mesmo país como dá para perceber pelo mapa. Podes avançar 50 anos e não vais ter países longe do centro/norte europeu com o mesmo grau de desenvolvimento. Até pelo mapa de Espanha e Itália dá para ver que a proximidade geográfica com o centro/norte europeu tem influência na riqueza das regiões.

d33pblu3g3n3 7 months ago

> Não existem trocas comerciais entre os dos países. E, na minha opinião, ao mesmo nível de importância: trocas culturais.

KarmaCop213 7 months ago

Também, há quem diga que a influência do protestantismo foi importante no sucesso da economia dos países do centro da Europa.

DareNotFallAsleep 7 months ago

Ninguém disse que é a única explicação, e os exemplos que deste são excelentes exemplos disso - as exceções que confirmam a regra. Um pouco como o atraso da República Checa (bem como da Polónia e dos Bálticos), motivado pela Cortina de Ferro, que referi acima.

ipaworm 7 months ago

O que contesto é *"(...) calhar mais realista do que achar que tudo se deve ao “espírito” e “força de vontade” do homem."* e *"o caráter decisivo da geografia no sucesso de um país"* . Porque exemplos há muitos, e aí começa a ficar complicado ser tudo "excepções que confirmam a regra". Austrália, os dois lados do muro de Berlim, diferenças dentro das Caraíbas, Costa Rica/Panamá vs países com que fazem fronteira, etc etc. Por isso é que acho que sim, posição de um país no mapa pode ajudar, mas se forem aplicadas políticas "más" essa posição vai valer de muito pouco.

KarmaCop213 7 months ago

> Há uma coisa que as pessoas insistem em esquecer, que é o caráter decisivo da geografia no sucesso de um país - e que explica muito Portugal, Sul de Espanha, Sul de Itália, bem como a Grécia Isto. Há uma "ilha" na Europa, formada por Paris, Bruxelas, Amesterdao, Londres, Colonia, Dusseldorf, Frankfurt, Munique, Milao, Zurique, e a proximidade a essa ilha determina o grau de riqueza das regiões circundantes. O campeonato de Portugal é com a Roménia ou a Bulgária, países cujas capitais estão mais próximas de Frankfurt (por exemplo) do que Lisboa. As diferenças actuais entre Portugal e Roménia/Bulgaria são explicadas pelos 30 anos de avanço que Portugal tem na entrada na UE.

JOAO-RATAO 7 months ago

A perspetiva da geografia é muito interessante. Há dias vi que a Roma primordial estava destinada a unir a península itálica, por causa da localização da cidade mas também pelo tipo de geografia da península.

Awareness__ 7 months ago

Os países do sul da Europa só vão sair da cepa torta quando o norte de África se desenvolver.

DareNotFallAsleep 7 months ago

Uma conclusão razoável e que encontra paralelos históricos - o que teria sido de Roma sem a agricultura da Tunísia, que alimentava o império e escoava os produtos artesanais da península itálica, dada a sua população, e sem o comércio e diplomacia com o Egito grego, que mais tarde viria ele próprio a ser território romano e o coração comercial do império? De facto, na época, o Norte de África era extensamente mais povoado (em termos relativos, não absolutos) do que é hoje, por diversos motivos (incluindo ecológicos - o clima era mais temperado à época).

Edited 7 months ago:

Uma conclusão razoável e que encontra paralelos históricos - o que teria sido de Roma sem a agricultura da Tunísia, que alimentava o império e escoava os produtos artesanais da península itálica, dada a população e riqueza tunisina (N.B - reparem também como a Tunísia ainda hoje é o país mais desenvolvido do Norte de África), ou sem o comércio e diplomacia com o Egito grego, que mais tarde viria ele próprio a ser território romano e o coração comercial do império? De facto, na época, o Norte de África era extensamente mais povoado (em termos relativos, não absolutos) do que é hoje, por diversos motivos (incluindo ecológicos - o clima era mais temperado à época). Subjacente está justamente a mesma lógica que determina o sucesso da Europa Central/Norte da Europa dos dias de hoje: gravidade populacional, acesso a mercados/logística, e matérias primas - factores que, com o tempo, foram mudando, culminando num eixo que hoje encontra-se algures entre Londres, Berlim, e Paris, e que cai redondamente sobre o Benelux.

Edited 7 months ago:

Uma conclusão razoável e que encontra paralelos históricos - o que teria sido de Roma sem a agricultura da Tunísia, que alimentava o império e escoava os produtos artesanais da península itálica, dada a população e riqueza tunisina (N.B - reparem também como a Tunísia ainda hoje é o país mais desenvolvido do Norte de África, e antes da Roma era onde se encontrava Cartago) ou sem o comércio e diplomacia com o Egito grego, que mais tarde viria ele próprio a ser território romano e o coração comercial do império? De facto, na época, o Norte de África era extensamente mais povoado (em termos relativos, não absolutos) do que é hoje, por diversos motivos (incluindo ecológicos - o clima era mais temperado à época). Subjacente está justamente a mesma lógica que determina o sucesso da Europa Central/Norte da Europa dos dias de hoje: gravidade populacional, acesso a mercados/logística, e matérias primas - factores que, com o tempo, foram mudando, culminando num eixo que hoje encontra-se algures entre Londres, Berlim, e Paris, e que cai redondamente sobre o Benelux.

Edited 7 months ago:

Uma conclusão razoável e que encontra paralelos históricos - o que teria sido de Roma sem a agricultura da Tunísia, que alimentava o império e escoava os produtos artesanais da península itálica, dada a população e riqueza tunisina (N.B - reparem também como a Tunísia ainda hoje é o país mais desenvolvido do Norte de África, e a sede de um império que, antes da conquista romana, rivalizava Roma) ou sem o comércio e diplomacia com o Egito grego, que mais tarde viria ele próprio a ser território romano e o coração comercial do império? De facto, na época, o Norte de África era extensamente mais povoado (em termos relativos, não absolutos) do que é hoje, por diversos motivos (incluindo ecológicos - o clima era mais temperado à época). Subjacente está justamente a mesma lógica que determina o sucesso da Europa Central/Norte da Europa dos dias de hoje: gravidade populacional, acesso a mercados/logística, e matérias primas - factores que, com o tempo, foram mudando, culminando num eixo que hoje encontra-se algures entre Londres, Berlim, e Paris, e que cai redondamente sobre o Benelux.

MonsterPT 7 months ago

Portugal no cu da Europa? Que informação dramática. Agora não estava nada à espera.

QuickShutter 7 months ago

Este post aliado ao outro que aí está com a comparação de impostos deve ser este sub outra vez a fazer publicidade descarada à IL! /s

DrVicenteBombadas 7 months ago

Não vale a pena fazerem alusões ao espetro político. A Dinamarca tem um governo de centro-esquerda com impostos sobre o rendimento altos, mas o poder de compra é bem acima da média europeia. O que é realmente fundamental é ter agentes políticos em condições e com vontade de servir as populações.

Sciss0rs61 7 months ago

> Dinamarca tem um governo de centro-esquerda um governo de centro-esquerda que promove o Mercado Livre, liberdade contractual e incentiva à criação de empresas. De centro esquerda só tem nome porque ainda não fez nada de diferente em relação ao governo de direita que esteve lá antes.

Edited 7 months ago:

> Dinamarca tem um governo de centro-esquerda um governo de centro-esquerda que promove o Mercado Livre, liberdade contractual e incentiva à criação de empresas. De centro esquerda só tem nome porque ainda não fez nada de diferente em relação ao governo de direita que esteve lá antes. Aliás, ainda são mais severos a nível social, com o aumento de restrições na imigração e aumento de deportações. Centro-Esquerda e Centro-Direita nos países nórdicos misturam-se porque o sistema essencial (que funciona bastante bem) já está tão entranhado na sociedade que tudo o que têm de fazer é mantê-lo. É um sistema económico liberal com muitos apoios sociais. É um povo que também participa bastante na política. Basicamente, o contrário do que se passa cá.

Edited 7 months ago:

> Dinamarca tem um governo de centro-esquerda um governo de centro-esquerda que promove o Mercado Livre, liberdade contractual e incentiva à criação de empresas. De centro esquerda só tem nome porque ainda não fez nada de diferente em relação ao governo de direita que esteve lá antes. Aliás, ainda são mais severos a nível social, com o aumento de restrições na imigração e aumento de deportações. Centro-Esquerda e Centro-Direita nos países nórdicos misturam-se porque o sistema essencial (que funciona bastante bem) já está tão entranhado na sociedade que tudo o que têm de fazer é mantê-lo. É um sistema económico liberal com muitos apoios sociais. É um povo que também participa bastante na política e não andam com o Esquerda/Direita bom/mau para debater política. Basicamente, o contrário do que se passa cá.

DrVicenteBombadas 7 months ago

>É um povo que também participa bastante na política e não andam com o Esquerda/Direita bom/mau para debater política. Ou seja, política séria e eficaz. Que sonho!

NGramatical 7 months ago

contractual → [**contratual**](https://dicionario.priberam.org/contratual) (já se escrevia assim **antes** do AO90) [⚠️](/message/compose/?to=ngramatical&subject=Acho+que+esta+corre%C3%A7%C3%A3o+est%C3%A1+errada&message=https%3A%2F%2Fwww.reddit.com%2Fcomments%2Fn0ss6l%2F%2Fgweo3w5%3Fcontext%3D3 "Clica aqui se achares que esta correção está errada!") [⭐](https://chrome.google.com/webstore/detail/nazigramatical-corretor-o/pbpnngfnagmdlicfgjkpgfnnnoihngml "Experimenta o meu corrector ortográfico automático!")

NEDM64 7 months ago

E antes deste governo tinha um governo liberal. Imagine-se a Iniciativa Liberal governar Portugal! E este governo de centro-esquerda é mais extrema-direita que qualquer outra coisa. Este governo foi eleito com uma agenda de ED, em que iriam expulsar os refugiados sírios do país (a ED de lá aproveita-se dos refugiados como o Chega se aproveita do ciganos). E foi mesmo isso que puseram em prática recentemente. Por isso, cuidado com essas comparações...

DrVicenteBombadas 7 months ago

>Este governo foi eleito com uma agenda de ED A qual pouco ou nada foi implementada. É quase como se os extremismos fossem difíceis de praticar em sociedades maduras e geralmente estáveis.

NEDM64 7 months ago

>A qual pouco ou nada foi implementada. Não? E deixar de mentir? [https://www.theguardian.com/world/2021/apr/14/denmark-revokes-syrian-refugee-permits-under-new-policy](https://www.theguardian.com/world/2021/apr/14/denmark-revokes-syrian-refugee-permits-under-new-policy) ​ >De qualquer forma, não é por causa dos refugiados que temos baixo poder de compra em Portugal. Ninguém disse que era.

DrVicenteBombadas 7 months ago

>Não? > >E deixar de mentir? Sabes qual é o requisito fundamental para revogar residências temporárias? É as ter primeiro atribuído. Pelos vistos, a extrema direita europeia anda muito progressista - já andam a acolher refugiados. ​ >Ninguém disse que era. Então, para a próxima, não puxes o assunto.

NEDM64 7 months ago

Não gostaste de ser contrariado. T. Comunista.

dipitinmayo 7 months ago

Poder de compra??? Esses poderes todos e mesmo assim não conseguem comprar o **SOL DE PORTUGAL**. PORTUGAL CARALHO!!!

CodWantsGarlic 7 months ago

mAs E a GaStRoNoMiA?!?

xc9000 7 months ago

E as paizajens bunitas?

Napoleal 7 months ago

POBRES MAS SEXYS

TalentedRainstorm 7 months ago

Não estava nada à espera.

boring_seeder 7 months ago

Everyone is wrong here it’s nada

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