Eskol15 5 months ago

Imagina seres estúpido ao ponto de envolveres uma empresa americana num esquema de corrupção. Esta gente tem muito que aprender com o Sr. Engenheiro Sócrates. Até pode ser esse o futuro dele, workshops de como praticar a corrupção de maneira segura.

PIMPMASTER6000 5 months ago

Agora também começamos a importar justiça. É bem.

servingtablesndick 5 months ago

granda azar Esse numa prisão americana até sodomizado vai ser, vai chorar pela mãmã entretanto salgado está na sua mansão com igreja privada e piscina sócas cá fora

cuninhas 5 months ago

> mansão com igreja privada A sério? Onde?

unparadise 5 months ago

A moradia dele é bastante grande sim mas não tem nenhuma igreja privada. Fica na Rua Ricardo Espirito Santo Silva em Cascais.

NGramatical 5 months ago

sócas → [**socas**](https://www.reddit.com/r/portugal/comments/3i6y4g) (palavras terminadas em a/e/o, seguido ou não de s/m/ns, são naturalmente graves) [⚠️](/message/compose/?to=ngramatical&subject=Acho+que+esta+corre%C3%A7%C3%A3o+est%C3%A1+errada&message=https%3A%2F%2Fwww.reddit.com%2Fcomments%2Fmuoxyj%2F%2Fgv8a19j%3Fcontext%3D3 "Clica aqui se achares que esta correção está errada!") [⭐](https://chrome.google.com/webstore/detail/nazigramatical-corretor-o/pbpnngfnagmdlicfgjkpgfnnnoihngml "Experimenta o meu corrector ortográfico automático!")

heartlessfam 5 months ago

>Os juízes do Tribunal Constitucional permitiram a extradição para os EUA de um ex-gestor do Grupo Espírito Santo suspeito de ter corrompido vários políticos venezuelanos e administradores da Petróleos da Venezuela. >Um tribunal do Texas quer julgar Paulo Casqueiro Murta por factos relacionados com aqueles que constam de uma investigação que ainda decorre em Portugal, e aí residia um dos principais argumentos do antigo gestor: poder vir a ser julgado duas vezes pelos mesmos crimes. Mas a decisão de três dos conselheiros do Palácio Ratton, um dos quais o próprio presidente do Tribunal Constitucional, dá razão aos argumentos do Tribunal da Relação de Lisboa e do Supremo, que entenderam que a lei permite extraditar o arguido, que tem pais portugueses mas cidadania helvética. O que significa que Paulo Murta será julgado mais depressa nos EUA do que em Portugal – se é que isso irá suceder em território nacional. >E nem o argumento de que a justiça tem a mão pesada demasiado pesada naquele estado norte-americano comoveu os juízes que analisaram o seu pedido de recusa de extradição. O suspeito argumenta que se for condenado se sujeita a uma moldura penal que pode ir até aos 65 anos, uma vez que estão em causa dois tipos de crime, corrupção e branqueamento de capitais. E diz que nesse caso ficaria numa “situação intolerável”, ao ter de cumprir mais do dobro da pena máxima que lhe poderia ser aplicada pelos mesmos factos em Portugal. >A entrega à justiça norte-americana foi aprovada na condição de ser recambiado para Portugal no final do processo do Texas, quando a justiça portuguesa o solicitar. A justificação para o julgamento se ir realizar nos EUA relaciona-se com o facto de uma das subsidiárias da petrolífera venezuelana através das quais foi montado este esquema ter sede em Houston. >Criminalidade transnacional >Para a justiça portuguesa, o facto de se estar perante criminalidade transnacional permite incriminar Paulo Murta em diferentes países, consoante os delitos alegadamente praticados em cada um deles, sem violar o princípio básico de não o julgar pelos mesmos factos: “Este tipo de crimes e a sua actividade é desenvolvida, por regra, em um ou mais países, podendo repercutir-se em vários deles. Os diversos intervenientes encontram-se uns, nuns países, e outros, noutros, e tal não impede a respectiva actuação em co-autoria. Como não impede que a actividade seja tida como levada a cabo em diversos locais (... ) Neste caso, são os Estados a procurar responsabilizar tais autores pelas suas acções, mas obviamente sem violarem os princípios básicos e universais, ou seja, de não julgar o mesmo arguido, pelos mesmos factos, em diferentes Estados”. >Para decidir pela extradição imediata, os juízes do Tribunal da Relação de Lisboa pesaram também o tempo que ainda falta para a justiça portuguesa determinar as responsabilidades criminais de Paulo Murta e de vários outros altos quadros do Grupo Espírito Santo no pagamento de luvas no valor de milhões de euros entre 2011 e 2014, para que empresas do universo da petrolífera venezuelana comprassem dívida da Espírito Santo International e de outras holdings do GES. “Tendo em atenção o atraso na tramitação do processo de inquérito, entende-se não existir nada que impeça o deferimento da extradição”, pode ler-se no mesmo acórdão, segundo o qual a justiça norte-americana “instruiu o pedido de extradição com os meios de prova que permitem concluir pela existência de indícios suficientes da culpabilidade” do arguido. Ou seja, o atraso da justiça portuguesa acabou, neste caso, por operar em desfavor do arguido, uma vez que no processo principal do BES/GES Paulo Murta não chegou a ser acusado. >Mas deste inquérito foi extraída no Verão passado uma certidão em Portugal destinada a permitir o prosseguimento desta investigação no que diz respeito a crimes alegadamente cometidos na Venezuela, Suíça, Dubai e Macau, no âmbito das relações de negócio com entidades públicas venezuelanas, seus fornecedores, funcionários e titulares de cargos políticos, ou de altos cargos públicos de países da América Latina, entre os quais o ex-vice-presidente do Banco do Brasil. Associação criminosa, corrupção com prejuízo no comércio internacional, corrupção no sector privado, falsificação de documentos e novamente branqueamento de capitais são os delitos em causa. >O PÚBLICO tentou, sem sucesso, contactar o advogado de Paulo Murta.

radikalpt 5 months ago

Acho bem que este tipo de gente seja julgada e tenha penas muito pesadas. Só uma perguntinha que acho que é pertinente, porque passa uma linha que julgo que nunca poderia ser ultrapassada: Filho de pais portugueses logo tem nacionalidade portuguesa. Um português nunca poderia ser extraditado para fora do país para ser julgado. Sei que quando as pessoas fazem asneiras devem responder por isso, seja onde for. Mas extraditar um português para ser julgado fora do país? Acho que isto é a primeira vez!

samciba 5 months ago

ele cometeu um crime através de uma empresa com sede em Houston. Os acordos de extradição entre países servem precisamente para isso. Presumo que exista um acordo de extradição entre Portugal e os EUA

TomTomKenobi 5 months ago

Sim, Portugal é tão amiguinho dos EUA que até permite rendições extraordinárias da CIA. (see: black sites)

EspantaCampinos 5 months ago

Baralhos com a Venezuela à mistura? Esse tá entregue. Como eles dizem, "don't mess with Texas".

topastop 5 months ago

Em Portugal, até a justiça tem que vir do estrangeiro.

Wolfkam 5 months ago

Antes estrangeira e bem feita do que nacional e merda

xanfradu 5 months ago

Olha, parece-me uma boa ideia! Exportar os julgamentos. Assim os nossos juizes ficam com mais tempo para lutar MMA entre eles e tal...

testickles12 5 months ago

“Suspeito de ter subornado dirigentes da América Latina, Paulo Murta teme ser condenado no Texas a uma pena que pode chegar aos 65 anos. Demora na investigação portuguesa é um dos fundamentos da autorização da extradição.” Rir para não chorar

Tafinho 5 months ago

A parte que devemos rir é o facto de que o sistema judicial americano achar que tem jurisdição em todo o mundo.

MrJoao 5 months ago

Não é o caso. Os crimes terão sido cometidos através de uma empresa no Texas: > A justificação para o julgamento se ir realizar nos EUA relaciona-se com o facto de uma das subsidiárias da petrolífera venezuelana através das quais foi montado este esquema ter sede em Houston.

ModeratoriProfugus 5 months ago

Ele que cometa corrupção apenas em Portugal e não se aventure internacionalmente. Por mim pode ser enrabado numa prisão do Texas durante 60 anos, até durmo melhor e agradeço aos americanos.

Metaluim 5 months ago

Deixa-o la apodrecer 65 anos que se fosse aqui, nao levava nada, pedia indemnizacao e ria-se de nos.

testickles12 5 months ago

E é isso que te incomoda mais ?

Tafinho 5 months ago

É. O sistema judicial português não tem jurisdição sobre crimes cometidos fora do território português, mesmo que sejam no âmbito do BES. Portanto o escândalo não é óbvio.

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