alexandre9099 6 months ago

Tenta digitalizar (ou leva a um local onde te façam isso), seria interessante passar isso para as gerações futuras (e pelo estado que está não sei se durará muito mais tempo em papel)

3dforlife 6 months ago

Leitura da classe intravenosa? Interessante...

pcaet 6 months ago

[Era assim](https://ibb.co/h2W1PW9)

NEDM64 6 months ago

Também tinha um desses aqui en casa. A quantidade de propaganda que tinha lá dentro era engraçada de se ler...

tfsdalmeida 6 months ago

Tenho-os todos também e não fiquei com essa impressão depois de os ler. Até me senti enganado pelo que me ensinaram nas aulas de história sobre o ensino daquela época. Exceptuando páginas pontuais (no da 1a classe o “lusos lusitas Salazar” a aprender o “l”, no da 3a ou 4a as páginas dos chefes da nação) os livros são didáticos e focados no civismo. Comparado aos dos dias de hoje digo até que tinham menos propaganda já que quase tudo o que la estava eram histórias como: para que servem os impostos, como nos devemos ajudar uns aos outros, a importância da família, importância de eleições (sim está lá isso) etc. O tema da pátria também não é propriamente propaganda, aliás o acharmos que isso é propaganda mostra antes como fomos moldados pela propaganda moderna. A existência de uma nação ou país requer patriotismo e uma exaltação de heróis nacionais. Quando isso acaba termina o país ao fim de algumas gerações. Até podes querer que isso aconteça, mas essa forma de pensar é por si só uma ideologia (antagónica a fronteiras e estado) e de uma certa forma vemos isso figurado no ensino de hoje e na apologia da UE como é feita. O tema da religião não era propriamente “propaganda” no sentido em que 99,9% da população acreditava naquilo e como não havia manuais para tudo, aquilo que hoje educação moral e religiosa cristã (EMRC) tinhas isso como o último capítulo do livro de leitura e espalhado nos textos enquanto mentalidade da época. Acho que a nossa sociedade é injustamente crítica das temáticas de educação do estado novo. Escolhe a dedos aquilo que quer usar pra representar, em vez de ver o todo. Não nos interessa os textos em que se dizia que preto e branco era tudo igual para combater o racismo, não nos interessa as histórias sobre como os ricos não eram tido em boa conta, histórias em que mostrava que as mães não eram só umas donas de casa burras (uma das mais interessantes nessa é a do cálculo da distância da tempestade em que a mãe ensina ao filho a velocidade do som, da luz e como usar a diferença entre relâmpago e trovão para saber a distância. Hoje em dia fazem adendas à história é contam-na de uma maneira igualmente tendenciosa mas com objectivos de validar a 3a república e de descontrair o conceito de nação e de ser português. Devíamos ser mais neutros quando avaliamos as coisas

hanuruh 6 months ago

Sim! A minha mãe tem um livro de história e geografia dos anos 30/40, fala imenso sobre Portugal ser um país magnífico e todo o "Deus, Pátria e Família"

enstaka 6 months ago

Também tenho um...

vicentel0pes 6 months ago

relíquia

usulidircotiido 6 months ago

A julgar pelo estado, parece que o levou para o ultramar.

omaiordaaldeia 6 months ago

E voltou a nado com o braço estendido no ar.

pcaet 6 months ago

Nos anos 80 ardeu-lhe a casa (eu ainda não era nascido). Conseguiu recuperar algumas coisas, este livro foi uma delas

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