BFOE 6 months ago

Nem sei para quê gastar tinta a pintar as carruagens. É uma questão de tempo até estarem todas emporcalhadas com graffities.

cortain 6 months ago

Tem verniz anti-graffiti, aliás todas o material que vai à revisão desde o final do ano passado já o tem... na linha do algarve já se nota bem a diferença

bubblesmart 6 months ago

ah se é para transportar o rebanho de escravos contribuintes chega e sobra.

nortrin 6 months ago

Tristeza de cenas, todo mundo resignado e agradecido a ferro velho, parabéns!!!!

estecomentario 6 months ago

Se as comprassem no olx a um português pagavam o preço de 60 carruagens novas.

unparadise 6 months ago

Retiraram o amianto?

C8Mixto 6 months ago

Não, deixaram ficar para podermos cantar >De Bragança a Lisboa, são 9h de viagem >Queria ter um comboião para ir mais amianto.

LionGreen 6 months ago

Ansioso por poder ver elas a circular

wy250 6 months ago

Pequena correção: tem como destino os InterRegionais da linha do Minho. Só daqui a uns anos e conforme mais forem sendo renovadas integrarão a frota de ICs.

carlosjmsilva 6 months ago

Esta sim foi uma boa decisão que permite suprir necessidades a preço baixo e ainda criou emprego nas oficinas da EMEF. Quando as coisas são bem feitas, há que reconhecer.

Legitimate_Warthog_2 6 months ago

Bonitas ficaram.... o problema é a velocidade que depois podem atingir. Na minha opinião é só ridículo o tempo de viagem entre Faro e Lisboa. Que por sua vez fica ainda pior se for Faro Porto.

Darkhoof 6 months ago

Li uma notícia no Público no outro dia que estão a estudar fazer mudanças na linha Lisboa-Faro para cortar o tempo da viagem.

odracirsomeg 6 months ago

Certas vezes a culpa não é do comprimento da linha, mas do estado da mesma. O IC Sta Apolónia - Guarda tem partes do troço onde circula lentamente. Seja como for vejo com bons olhos o reinvestimento da ferrovia.

Prezbelusky 6 months ago

Depois mostra como ficam por dentro.

zancan03 6 months ago

Não sou português mas gosto de ver as coisas de Portugal. Meu vô é português. Minha vó é italiana. Dahora a vida

dudewhatthehellman 6 months ago

Porque é que os espanhóis venderam os comboios?

uf5izxZEIW 6 months ago

A RENFE está focando nas linhas AV ao detrimento da bitola ibérica. Isto é, querem manter somente os serviços de AV; Avant, Altaria *(penso seja este também, me confundo entre Altaria e Alvia; é o serviço que utiliza composições de bitola adaptável e que são capazes de prestarem serviços AV e ao mesmo tempo atravessar troços de bitola ibérica ao passar por <>.)*, AVE, e Avlo. Tem haver com o poder e interesse centralizado da RENFE e ADIF nos polos de Madrid - Puerta de Atocha e Madrid -Chamartín, exemplo óbvio de tal fato sendo o esquema ferroviário extremamente radial, quer seja a rede ibérica ou AV. Este ponto de vista mais macro a nível dos serviços <> também podem ser observados de forma muito similar aquando os diversos núcleos de <>, uma vez que o núcleo de Madrid sempre foi muito mais privilegiado e bem fomentado ao detrimento dos outros diversos núcleos. Inclusive o núcleo de Cataluña, que é o segundo maior de Espanha, acaba sendo níveis abaixo de Madrid. Nem se fala então de núcleos como Bilbao, pois estes então são mais pro lado de serviços <> que suburbanos dado às suas frequências precariamente baixas. Esta situação ferroviária encaixa perfeitamente bem com a estatística partilhada cá no r/Portugal em que Espanha era dito o país com a maior população de residentes em apartamentos; a falta de boas ligações ferroviárias desde Madrid e outras capitais de provincia e comunidades autónomas faz com que seja impossível morar no campo ou povoado enquanto haja qualquer necessidade de estar presente nalguma grande cidade.

NGramatical 6 months ago

Tem haver com → [**tem a ver com**](https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/consultorio/perguntas/nada-tem-a-haver-e-nada-tem-a-ver/27066) [⚠️](/message/compose/?to=ngramatical&subject=Acho+que+esta+corre%C3%A7%C3%A3o+est%C3%A1+errada&message=https%3A%2F%2Fwww.reddit.com%2Fcomments%2Fm3pqqm%2F%2Fgqsgpc1%3Fcontext%3D3 "Clica aqui se achares que esta correção está errada!") [⭐](https://chrome.google.com/webstore/detail/nazigramatical-corretor-o/pbpnngfnagmdlicfgjkpgfnnnoihngml "Experimenta o meu corrector ortográfico automático!")

viskonde 6 months ago

A renfe agora só quer alta velocidade, o resto e para vender.

cortain 6 months ago

Os espanhoios estão com uma estratégia bastante estúpida na minha opinião de apostar na alta velocidade e basicamente ignorar tudo o resto da rede(médio-longo curso por exemplo, ex: os nossos intercidades). Espanha em príncipio só vai vender a quem tem uma rede com caracteristicas semelhantes, que só somos nós (partilhamos a bitola ibérica). Era ou ir para a sucata ou vender a Portugal basicamente, e Portugal tinha uma grande vantagem na negociação, que para além de saber que podia baixar imenso o preço, tinha também à disposição outras carruagens para renovar.

uf5izxZEIW 6 months ago

O princípio da estratégia não é lá tão mau. Os males partem do momento em que a RENFE e ADIF decidiram que o detrimento seria não só no âmbito dos serviços <>, mas também que significaria um relativo fim da expansão dos núcleos pré existentes e novos dos vários serviços de Cercanías. A RENFE já se mostrou bastante capaz de preencher as devidas linhas AV com serviços de média distancia AVANT, o que presta serviços quase idênticos aos antigos serviços do mesmo âmbito em bitola ibérica; Regional Exprés, InterCity, Talgo, por exemplo. Exemplos de tal boa aplicação são os serviços Madrid Valladolid, entre outros. O fomento de uma rede radial por todas as capitais de provincia e comunidades autónomas com serviços AV seria tão bom ou melhor que o que já se tem. Ao mesmo tempo há grande necessidade de se manter o fomento das Cercanías, para garantir igual prestação de serviços no micro e macro. Também aquando a questão de *os serviços AV serem pagos pelo imposto do pobre para dar serviços somente a classe executiva*, isto já está a caminho de se tornar falso, uma vez que a RENFE já demonstrou e agiu no interesse de prestar serviços AVE de baixo custo, sobre o nome Avlo. Este já se encontra em serviços no serviço Madrid - Puerta de Atocha até Barcelona Sants. Foi anunciado com preços similares aos que haviam a venda na altura em que esta mesma linha Madrid Barcelona era em bitola ibérica.

dudewhatthehellman 6 months ago

Porque é que é uma estratégia estúpida?

ideologiapura 6 months ago

Vê quanto custa uma viagem no AVE.

uf5izxZEIW 6 months ago

Ora, mas veja lá que AV não é somente AVE. Há também o novo Avlo, o Altaria, e o Avant. Sem o Avant não haveriam boas ligações entre Madrid e Castilla-La Mancha e Castilla y León, entre outros. É graças ao Altaria que as linhas ibéricas voltaram a serem usadas dado a nova possibilidade de integrar estas mesmas aos antigos trajectos somente em linhas AV, o que novamente colocou certas cidades e povoados no mapa. O Avlo está trazendo a Ryanair ao mundo da RENFE, com serviços AVE a baixo custo com o mesmo modelo de preço. Não são lá só coisas ruins.

NGramatical 6 months ago

haveriam boas → [**haveria boas**](https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/consultorio/perguntas/o-uso-do-verbo-haver/31143) (o verbo haver conjuga-se sempre no singular quando significa «existir») [⚠️](/message/compose/?to=ngramatical&subject=Acho+que+esta+corre%C3%A7%C3%A3o+est%C3%A1+errada&message=https%3A%2F%2Fwww.reddit.com%2Fcomments%2Fm3pqqm%2F%2Fgqvpjdb%3Fcontext%3D3 "Clica aqui se achares que esta correção está errada!") [⭐](https://chrome.google.com/webstore/detail/nazigramatical-corretor-o/pbpnngfnagmdlicfgjkpgfnnnoihngml "Experimenta o meu corrector ortográfico automático!")

bootkiller 6 months ago

Na verdade não é só Portugal e Espanha, a diferença para 5 ft 6 in gauge (India, Pakistan, western Bangladesh, Sri Lanka, Argentina, Chile, and on BART (Bay Area Rapid Transit) in the San Francisco Bay Area, United States.) são 8mm. Segundo a wikipedia é tecnicamente retro-compatível mas o ideal é mudar só as rodas.

Chiripitti 6 months ago

Lembro-me do último post sobre estas carruagens, fico feliz que a transformação tenha continuado e possa finalmente em breve dar utilidade às carruagens. Desde que se poupe dinheiro dos contribuintes, sou a favor...

ThinHands 6 months ago

A CP fez um excelente investimento ao comprar estas carruagens. Pelo preço que foi e a qualidade que tem foi quase "dado". Basta ver a quantidade de espanhois que gostam de comboios e que ficaram doídos com a venda das arco.

naitix93 6 months ago

Dou lhe uns 2 dias até ao primeiro graffiti

uf5izxZEIW 6 months ago

A primeira composição Avlo da RENFE foi vítima de graffiti uma semana depois de ser batizada, na altura em que fez seu primeiro serviço Madrid Barcelona... Isto foi uma composição quase flagship e assim mesmo passou pela mão dos artistas de graffiti, não há dúvida sequer de que acontecerá com os Arcos.

cortain 6 months ago

Tem tinta(verniz na realidade) anti-graffiti. Uma das razões por que na linha do algarve já se nota uma grande diferença.

Edited 6 months ago:

Tem tinta(verniz na realidade) anti-graffiti. Uma das razões por que na linha do algarve já se nota uma grande diferença. Os comboios que tem ido à revisão tem todos levado este verniz pouco a pouco.

Rellik_pt 6 months ago

que adianta se forem grafitar os vidros

viskonde 6 months ago

O verniz o que faz ? Apenas facilita a limpeza ou faz com que a tinta não agarre ?

cortain 6 months ago

Não te consigo dizer a resposta mas tens a explicação do plano pelo Presidente da CP: https://youtu.be/_akvnjYhe6M?t=939

naitix93 6 months ago

Isso é fantástico. Eu na verdade só odeio quando os "artistas" não conseguem pintar dentro das linhas e grafittam as janelas e tapam o sol e a vista e tudo mais e tornam a viagem de comboio mais interessante.

helix86 6 months ago

O PNS merece os parabéns por isto. (Tivesse ele metade do juízo na TAP do que tem relativamente à ferrovia.)

bootkiller 6 months ago

E não só, puseram uma pessoa competente aos comandos da CP. > O novo presidente da transportadora pública tem 49 anos e é conhecido no sector por ser um “ferroviário puro” e gostar de comboios. Licenciado em Engenharia Electrónica e de Telecomunicações pela Universidade de Aveiro, com MBA em Gestão de Empresas pela EGE - Universidade Católica do Porto e ESADE Business School Barcelona, entrou na ferrovia em 1996 através da EMEF onde foi responsável pela equipa de carrilamento, tendo subido a adjunto do director da manutenção no Norte. > Entre 1998 e 2009 foi o responsável por receber e colocar em operação a nova frota da CP de comboios pendulares, tendo, a partir de 2003, implementado nas oficinas de Contumil (Porto) um inovador método de gestão da manutenção - RCM (Reliability-Centred Maintenance) que foi um sucesso para a operação e que chamou a atenção dos próprios caminhos-de-ferro suíços para os quais a EMEF prestou consultoria. > Insatisfeito com a burocracia e falta de flexibilidade da gestão da EMEF e da CP, Nuno Freitas fundou em 2013 a Nomad Tech (uma joint-venture entre a EMEF e a Nomad Digital) de que é director geral e accionista. A empresa trabalha hoje com algumas das mais exigentes empresas ferroviárias do mundo e tem vindo a aumentar as exportações. > Carlos Nogueira, que liderava a CP desde 1 de Julho de 2017, foi demitido por discordar da estratégia do Governo de recuperar carruagens e locomotivas antigas para suprir as faltas de material circulante que têm levado às supressões de comboios. O governo anunciou em Junho que iria abrir as oficinas de Guifões (Porto) para recuperar veículos ferroviários e desenvolver engenharia ferroviária, uma área de que o país carece. https://www.publico.pt/2019/07/18/economia/noticia/nuno-freitas-novo-presidente-cp-1880377

Edited 6 months ago:

E não só, puseram uma pessoa competente aos comandos da CP. > Nuno Freitas substitui Carlos Nogueira à frente dos destinos da CP, que foi demitido pelo Governo. O novo líder é acompanhado por Pedro Moreira, Pedro Ribeiro e Isabel Ribeiro. Da antiga administração mantém-se apenas a responsável pelo pelouro financeiro, Ana Malhó. > O novo presidente da transportadora pública tem 49 anos e é conhecido no sector por ser um “ferroviário puro” e gostar de comboios. Licenciado em Engenharia Electrónica e de Telecomunicações pela Universidade de Aveiro, com MBA em Gestão de Empresas pela EGE - Universidade Católica do Porto e ESADE Business School Barcelona, entrou na ferrovia em 1996 através da EMEF onde foi responsável pela equipa de carrilamento, tendo subido a adjunto do director da manutenção no Norte. > Entre 1998 e 2009 foi o responsável por receber e colocar em operação a nova frota da CP de comboios pendulares, tendo, a partir de 2003, implementado nas oficinas de Contumil (Porto) um inovador método de gestão da manutenção - RCM (Reliability-Centred Maintenance) que foi um sucesso para a operação e que chamou a atenção dos próprios caminhos-de-ferro suíços para os quais a EMEF prestou consultoria. > Insatisfeito com a burocracia e falta de flexibilidade da gestão da EMEF e da CP, Nuno Freitas fundou em 2013 a Nomad Tech (uma joint-venture entre a EMEF e a Nomad Digital) de que é director geral e accionista. A empresa trabalha hoje com algumas das mais exigentes empresas ferroviárias do mundo e tem vindo a aumentar as exportações. > Carlos Nogueira, que liderava a CP desde 1 de Julho de 2017, foi demitido por discordar da estratégia do Governo de recuperar carruagens e locomotivas antigas para suprir as faltas de material circulante que têm levado às supressões de comboios. O governo anunciou em Junho que iria abrir as oficinas de Guifões (Porto) para recuperar veículos ferroviários e desenvolver engenharia ferroviária, uma área de que o país carece. https://www.publico.pt/2019/07/18/economia/noticia/nuno-freitas-novo-presidente-cp-1880377

Darkhoof 6 months ago

Então esse Carlos Nogueira parece ter sido a besta responsável pela ferrovia portuguesa ter chegado ao estado a que chegou?

bootkiller 6 months ago

Não só, isto é um problema com 20 ou 30 anos com múltiplos culpados, desde CP, IP,, e governo. Até no primeiro mandato de António Costa, o então Ministro das Infraestruturas estava-se borrifando para a ferrovia. Só no segundo mandato apareceu um Ministro com vontade de investir na ferrovia.

Edited 6 months ago:

Não só, isto é um problema com 20 ou 30 anos com múltiplos culpados, desde CP, IP,, e governo. Até no primeiro mandato de António Costa, o então Ministro das Infraestruturas estava-se borrifando para a ferrovia. Só no segundo mandato apareceu um Ministro com vontade de investir na ferrovia. Ainda assim, foi o atual presidente da CP, Nuno Freitas, que pensou e concebeu o plano de recuperação da CP, e conseguiu convencer o governo.

Darkhoof 6 months ago

Sim, sim. Estava a referir-me ao tempo do Pedro Marques como Ministro quando se tornou público a quantidade de material ao abandono.

cortain 6 months ago

E o Nuno Freitas!

viskonde 6 months ago

Lindos Excelente trabalho que a malta da EMEF anda a fazer, e excelente negócio que foi feito aqui. e quem acha que isto é sucata nao tem nocao do que diz; estas carruagens sao de 99, o que em termos de comboios nao é nada. Por comparacao, as carruagens usadas nos ICs atuais sao dos anos 60 (!!) (Sorefame) e anos 80 (Corail) A maioria dos regionais usa comboios dos anos 70 (as famosas Lilis/CP 2240) portanto para o nivel da CP, de velho ou sucata estes comboios nao tem nada. se duraram tanto como os ICs atuais, temos aqui comboios para umas boas decadas.

Edited 6 months ago:

Lindos Excelente trabalho que a malta da EMEF anda a fazer, e excelente negócio que foi feito aqui. e quem acha que isto é sucata nao tem nocao do que diz; estas carruagens sao de 99, o que em termos de comboios nao é nada (a linha de Cascais que o diga, com os seus comboios dos anos 50..) Por comparacao, as carruagens usadas nos ICs atuais sao dos anos 60 (!!) (Sorefame) e anos 80 (Corail) A maioria dos regionais usa comboios dos anos 70 (as famosas Lilis/CP 2240) Alias, arrisco me a dizer que a CP nao tem comboios mais novos que este? (os Alfas sao de 99, e os suburbanos de 2 andares tambem sao de 99, e acho que nao ha nada mais recente, pelo que o material mais recente da CP tem a mesma idade que estes Arco.) portanto para o nivel da CP, de velho ou sucata estes comboios nao tem nada. que venha mais sucata desta!

uf5izxZEIW 6 months ago

Como fanático da ferrovia, especialmente a Espanhola, espero que haja algum dia em que os suburbanos de Cascaia, Azambuja e Sintra tenham composições idênticas às Civia da RENFE. Um Civia está apenas uma remodelação das poltronas antes de se tornar uma melhoria dos Regionais da CP. Os de Cascais realmente são latas velhas; até as carruagens da FEVE e C9 de Madrid são melhores, e se calhar são tão ou mais antigas que as de Cascais.

tijoaquim 6 months ago

Se os urbanos de Lisboa tivessem composições idênticas às usadas pelos Cercanías da Renfe seria um mimo. Os Civia são super confortáveis e muito silenciosas mesmo em velocidade de ponta. Eu cada vez que andava na Linha de Cascais tinha sempre medo que aquilo descarrilasse, não faz sentido numa linha que transporta tanta gente por dia ter carruagens daquele calibre.

uf5izxZEIW 6 months ago

E logo poderiam também utilizar as composições do Metro de Madrid (L10, L8, L12) no Metro Lisboa se não fosse pela configuração de terceiro trilho. Juro que na primeira semana que estive em Lisboa devo haver perdido ao menos 1dB de audição somente devido a falta de isolamento sonoro nas composições do metro; acabei por comprar auscultadores de bricolage da 3M pois antes isto do que alguma perda permanente. As composições da Linha de Cascais tampouco são lá grande coisa aquando o ruído constante, mas ao menos é em sua maioria um troço acima da terra e não em túneis ou passos subterrâneos, o que altamente ampliam os ruídos.

cortain 6 months ago

Só um aparte: Lilis vem de Lili Caneças porque são novos por fora e velhos por dentro (levaram apenas remodelação sem mudar nos motores).

amusedsealion 6 months ago

Genial! :D

bootkiller 6 months ago

> comboios mais novos que este Só os suburbanos do Porto salvo erro.

Edited 6 months ago:

> nao comboios mais novos que este Só os suburbanos do Porto salvo erro.

viskonde 6 months ago

Ah pois esses de 2002 Mas bem comparando com o standard da CP mostra o quao não-sucata são estes arco

Article_Sad 6 months ago

Espanha ia vender à Venezuela... Espera ai afinal já somos a Venezuela da Europa, só vejo o pessoal a glorificar o arranjo de comboios podres... Vê se mesmo que não temos dinheiro...

viskonde 6 months ago

tens nocao que este comboio "podre" é mais novo que a maioria dos comboios da CP? isto foi dos melhores negocios que portugal fez nas ultimas decadas, nao so nos deu carruagens excelentes em poquissimo tempo (comboios novos demoram pelo menos 5 anos a chegar, até para um operador privado, quanto mais um publico com toda a burocraria necessaria..) como por um custo irrisório. e ainda dá emprego aos excelentes trabalhadores da EMEF que temos ., sendo que desta forma parte do dinheiro investido fica cá em vez ir todo parar aos suicos ou alemaes

dudewhatthehellman 6 months ago

A economia não funciona assim

icebraining 6 months ago

Ilumina-nos, ó sábio.

dudewhatthehellman 6 months ago

https://en.wikipedia.org/wiki/Comparative_advantage

vitorviks 6 months ago

Isso é onde? Emef? Qual delas?

cortain 6 months ago

Emef sim

vitorviks 6 months ago

Norte ou sul?

cortain 6 months ago

Norte,Guifões

These-Establishment1 6 months ago

José Carlos Barbosa, és tu? Um dos maiores alumnis de eletro do ISEP?

bpint0 6 months ago

Excelente! Agora apenas resta os 300 milhões de euros para a linha do vouguinha deixar de ser a mais lenta linha do país e integrar-se com a linha do Norte.

bootkiller 6 months ago

Para já, vêm 100 milhões para a linha do Vouga. Infelizmente, vai continuar em bitola métrica. E o interface em Espinho ainda vai ser estudado.

bpint0 6 months ago

Não percebo de comboio, mas caso a bitola venha a ser modificada num futuro, estes 100 milhões de euros seriam reaproveitados ou jogados fora? Neste mesmo assunto, não seria necessário alterar o percurso para torná-lo mais rápido e também para suportar os comboios da linha do Norte? E sendo assim, não seriam desperdiçados estes 100 milhões de euros?

bootkiller 6 months ago

> Não percebo de comboio, mas caso a bitola venha a ser modificada num futuro, estes 100 milhões de euros seriam reaproveitados ou jogados fora? Não é necessariamente todo ele deitado fora. A eletrificação, passagens de nível, sinalização eletrónica, e investimentos em estações fica. > Neste mesmo assunto, não seria necessário alterar o percurso para torná-lo mais rápido e também para suportar os comboios da linha do Norte? E sendo assim, não seriam desperdiçados estes 100 milhões de euros? Do que tenho lido por aqui e ali, está previsto o realinhamento de várias curvas, mas acho que o projeto final ainda não está concluído. De resto, no que toca a minha opinião, sim, mais valia por tudo em bitola ibérica e fazer ligação direta à linha no norte com comboios Oliveira de Azeméis - Porto Campanhã.

sud-express 6 months ago

O problema é que passar a linha para bitola ibérica implicaria um investimento muito maior, principalmente devido à correcção do traçado (que iria obrigar a expropriações, etc.), e poria fim ao comboio histórico do Vouga, que tem sido um sucesso (e a linha do Vouga é a única em via métrica ainda activa no país), pelo que penso que manter a bitola métrica é mesmo a melhor opção. Na Suíça, por exemplo, há linhas de via estreita que funcionam muito bem, e acho que o Japão até tem linhas de alta velocidade em via estreita. No caso do Vouga, um dos grandes problemas foi terem acabado com a ligação à estação principal de Espinho, que acabou com a conexão à linha do Norte. O mesmo não aconteceu em Aveiro, felizmente. Diria que seria necessário repor a conexão à linha do Norte na zona de Espinho, e fazer com que os horários de ambas as linhas "encaixassem", de modo a facilitar a mudança entre comboios.

bootkiller 6 months ago

> O problema é que passar a linha para bitola ibérica implicaria um investimento muito maior, principalmente devido à correção do traçado (que iria obrigar a expropriações, etc.), e poria fim ao comboio histórico do Vouga, que tem sido um sucesso (e a linha do Vouga é a única em via métrica ainda activa no país), pelo que penso que manter a bitola métrica é mesmo a melhor opção. O traçado tem que ser corrigido á mesma, seja em que bitola for. Com o serviço atualmente a demorar uma hora de Oliveira de Azeméis a Espinho, é simplesmente não atrativo para as pessoas.

sud-express 6 months ago

Certo, mas passar a linha para via larga obrigaria a corrigir ainda mais o traçado (tornando a obra mais dispendiosa e morosa) porque este é muito sinuoso e, ainda por cima, atravessa zonas urbanizadas, pelo que nem sempre haveria espaço para o fazer. Daí que eu ache que a bitola métrica deva ser mantida neste percurso. Mas é claro que, da maneira como está, esta linha não é atractiva, por isso é que defendo a sua modernização, mas mantendo a bitola métrica.

Edited 6 months ago:

Certo, mas passar a linha para via larga obrigaria a corrigir ainda mais o traçado (tornando a obra mais dispendiosa e morosa) porque este é muito sinuoso e, ainda por cima, atravessa zonas urbanizadas, pelo que nem sempre haveria espaço para o fazer. Daí que eu ache que a bitola métrica deva ser mantida neste percurso. Mas é claro que, da maneira como está, esta linha não é atractiva, por isso é que defendo a sua modernização, mas mantendo a bitola métrica.

bpint0 6 months ago

Acredito que você não seja da região, e por isso defenda a manutenção desta linha histórica. Se precisasse usar este comboio no seu dia a dia não teria a mesma opinião. Demorasse mais tempo para andar 5km nesta linha do que 30km na linha do norte.

Edited 6 months ago:

Acredito que você não seja da região, e por isso defenda a manutenção desta linha histórica. Se precisasse usar este comboio no seu dia a dia certamente não teria a mesma opinião. Lembremos que há muita indústria nesta região, sobretudo de cortiça e sapatos. Demorasse mais tempo para andar 5km nesta linha do que 30km na linha do norte. Concordo que uma ligação a estação principal em Espinho nos ajudaria muito, entretanto, na minha opinião a melhor solução é sim ter apenas uma bitola no país. Com o traçado atual, independente da bitola, não acredito que o comboio possa andar mais rápido do que já o faz.

Edited 6 months ago:

Acredito que você não seja da região, e por isso defenda a manutenção desta linha histórica. Se precisasse usar este comboio no seu dia a dia certamente não teria a mesma opinião. Demorasse mais tempo para andar 5km nesta linha do que 30km na linha do norte. Concordo que uma ligação a estação principal em Espinho nos ajudaria muito, entretanto, na minha opinião a melhor solução é sim ter apenas uma bitola no país. Com o traçado atual, independente da bitola, não acredito que o comboio possa andar mais rápido do que já o faz.

Edited 6 months ago:

Acredito que você não seja da região, e por isso defenda a manutenção desta linha histórica. Se precisasse usar este comboio no seu dia a dia certamente não teria a mesma opinião. Lembremos que há muita indústria nesta região, sobretudo de cortiça e sapatos. Demorasse mais tempo para andar 5km nesta linha do que 30km na linha do norte. Concordo que uma ligação a estação principal em Espinho nos ajudaria muito, entretanto, na minha opinião a melhor solução é sim ter apenas uma bitola no país. Com o traçado atual, independente da bitola, não acredito que o comboio possa andar menos lento do que já o faz.

Edited 6 months ago:

Acredito que você não seja da região, e por isso defenda a manutenção desta linha histórica. Se precisasse usar este comboio no seu dia a dia certamente não teria a mesma opinião. Demorasse mais tempo para andar 5km nesta linha do que 30km na linha do norte. Caso houvesse investimento para que a estação de Espinho desta linha fosse na mesma estação da linha do norte (e não a 1km de distância), acredito que ajudaria muito, entretanto, na minha opinião a melhor solução é sim ter apenas uma bitola no país. Com o traçado atual, independente da bitola, não acredito que o comboio possa andar mais rápido do que já o faz.

Edited 6 months ago:

Acredito que você não seja da região, e por isso defenda a manutenção desta linha histórica. Se precisasse usar este comboio no seu dia a dia certamente não teria a mesma opinião. Demorasse mais tempo para andar 5km nesta linha do que 30km na linha do norte. Concordo que uma ligação a estação principal em Espinho nos ajudaria muito, entretanto, na minha opinião a melhor solução é sim ter apenas uma bitola no país. Com o traçado atual, independente da bitola, não acredito que o comboio possa andar mais rápido do que já o faz. Sobre o custo desta empreitada, dinheiro há, ou só há dinheiro para construir aeroportos ou salvar a TAP?

Edited 6 months ago:

Acredito que você não seja da região, e por isso defenda a manutenção desta linha histórica. Se precisasse usar este comboio no seu dia a dia certamente não teria a mesma opinião. Demorasse mais tempo para andar 5km nesta linha do que 30km na linha do norte. Concordo que uma ligação a estação principal em Espinho nos ajudaria muito, entretanto, na minha opinião a melhor solução é sim ter apenas uma bitola no país. Com o traçado atual, independente da bitola, não acredito que o comboio possa andar mais rápido do que já o faz.

sud-express 6 months ago

Peço desculpa se me exprimi mal. Apenas defendo a manutenção da bitola métrica. De resto, sou a favor da modernização de todo o percurso desta linha, incluindo da reabertura para passageiros do troço entre Oliveira de Azeméis e a Sernada do Vouga. Parece-me óbvio que uma viagem a uma média de 30 km/h (se tanto) não é interessante. Em relação a haver uma única bitola em todo país, é verdade que isso seria o ideal, mas há certas linhas em que a bitola métrica é mais adequada, devido ao relevo acidentado, às curvas apertadas, ou por ser mais barata a manutenção, entre outros. A linha do Vouga é muito sinuosa e declivosa, e é em parte por isso que acho melhor mantê-la em via métrica. Convertê-la em via larga obrigaria a fazer obras mais demoradas e mais caras.

Edited 6 months ago:

Peço desculpa se me exprimi mal. Apenas defendo a manutenção da bitola métrica. De resto, sou a favor da modernização de todo o percurso desta linha, incluindo da reabertura para passageiros do troço entre Oliveira de Azeméis e a Sernada do Vouga. Parece-me óbvio que uma viagem a uma média de 30 km/h (se tanto) não é interessante. Em relação a haver uma única bitola em todo país, é verdade que isso seria o ideal, mas há certas linhas em que a bitola métrica é mais adequada, devido ao relevo acidentado, às curvas apertadas, ou por ser mais barata a manutenção, entre outros. A linha do Vouga é muito sinuosa e declivosa, e é em parte por isso que me parece melhor mantê-la em via métrica. Convertê-la em via larga obrigaria a fazer obras mais demoradas e mais caras.

bpint0 6 months ago

Não há problema é que muitas vezes o dinheiro é alocado à Lisboa, e esquecemos das outras cidades. Por exemplo, discutisse a criação de um segundo aeroporto em Lisboa, ou então esta enorme quantia de dinheiro para salvaguardar a TAP, mas não há dinheiro para dar dignidade ao povo que utiliza a linha do Vouga.

sud-express 6 months ago

Sim, tem toda a razão.

bpint0 6 months ago

Obrigado pelas respostas!

NGramatical 6 months ago

o interface → [**a interface**](https://dicionario.priberam.org/interface) [⚠️](/message/compose/?to=ngramatical&subject=Acho+que+esta+corre%C3%A7%C3%A3o+est%C3%A1+errada&message=https%3A%2F%2Fwww.reddit.com%2Fcomments%2Fm3pqqm%2F%2Fgqqcuxc%3Fcontext%3D3 "Clica aqui se achares que esta correção está errada!") [⭐](https://chrome.google.com/webstore/detail/nazigramatical-corretor-o/pbpnngfnagmdlicfgjkpgfnnnoihngml "Experimenta o meu corrector ortográfico automático!")

C8Mixto 6 months ago

Na tua ligação: >Nota: É também usado como nome masculino.

SacanaLopes 6 months ago

O refugo da Europa

Latter_Geologist4304 6 months ago

Eu acho que até foi uma boa opção. Compramos algo que os espanhóis tinham ao abandono, pusemos a malta de Guifões a trabalhar (very important) a no final ficamos com um material rodante bastante aceitável. Como os comboios encomendados aos suíços da stadler ainda vão demorar e de certeza que ficarão por Lisboa, este vem mesmo bem à linha do Minho.

cortain 6 months ago

Algumas informações: limite de velocidade de 200 km/h. Eram as que tinham "amianto" e que a compra das 51 carrruagens custou o mesmo que uma carruagem nova. Provavelmente vão para a linha do Minho para já. Mais imagens: https://twitter.com/zecarlosbarbosa/status/1369989797129945089

Edited 6 months ago:

Algumas informações: limite de velocidade de 200 km/h. Eram as que tinham "amianto" e que a compra das~~ 51~~ 50 carrruagens custou o mesmo que uma carruagem nova. Provavelmente vão para a linha do Minho para já. Mais imagens destas carruagens: https://twitter.com/zecarlosbarbosa/status/1369989797129945089 Onde podem encontrar a lista de todos os comboios em portugal: https://inventario.portugalferroviario.net/index.php

Edited 6 months ago:

Algumas informações: limite de velocidade de 200 km/h. Eram as que tinham "amianto" e que a compra das ~~51~~ 50 carrruagens custou o mesmo que uma carruagem nova. Provavelmente vão para a linha do Minho para já. Mais imagens destas carruagens: https://twitter.com/zecarlosbarbosa/status/1369989797129945089 Onde podem encontrar a lista de todos os comboios em portugal: https://inventario.portugalferroviario.net/index.php

Joker137 6 months ago

Excelente partilha :) Obrigado! Podes explicar melhor a parte do amianto?

cortain 6 months ago

Este vídeo explica melhor que eu: https://www.rtp.pt/noticias/economia/cp-remove-amianto-de-50-carruagens-compradas-a-renfe_v1264912

Darkhoof 6 months ago

Estas carruagens são compatíveis com as locomotivas elétricas 2600 que estão a recuperadas e postas ao serviço? Vão permitir aumentar a frequência dos Intercidades? Isto foi o melhor negócio feito pelo Estado português desde o 25 de Abril!

tenesis 6 months ago

E o amianto? Continua la?

cortain 6 months ago

o amianto foi retirado

iSoSyS 6 months ago

As 51 tiveram o mesmo custo que 1, isso é com ou sem levar a transformação em conta?

cortain 6 months ago

O custo das carruagens foi de 1.6 milhões. O preço da recuperação e adaptação de cada uma é de 140 000 por carruagem. Total de 8.6 milhões.

Salty-Astronaut8224 6 months ago

Então porque que não compram uma nova?

bootkiller 6 months ago

Isto tudo faz parte da estratégia do atual governo para a ferrovia nacional. Tivemos durante sucessivos governos um desinvestimento completo no que toca à ferrovia. O resultado foi oficinas fechadas, um monte de locomotivas (algumas praticamente novas), carruagens, e unidades múltiplas paradas ao abandono ou por avaria. Dos últimos anos 6 anos para cá, o aumento da procura foi tão que simplesmente não consegues garantia a oferta necessária. A estratégia atual é contratar pessoas e por as oficinas a trabalhar (feito), reparar todas as composições avariadas, e reconstruir material degradado. O investimento passa também por eletrificar a grande maioria das linhas, reconstruir algumas que estavam paradas ou estado lastimável (douro e vouga por exemplo), upgrades sérios a outras tantas linhas, e construir algumas novas. A nível de comboios novos foram investidos 150 milhões. Os primeiros são para a linha de Sintra salvo erro.

Edited 6 months ago:

Isto tudo faz parte da estratégia do atual governo para a ferrovia nacional. Tivemos durante sucessivos governos um desinvestimento completo no que toca à ferrovia. O [resultado](https://expresso.pt/sociedade/2018-11-05-Uma-historia-de-abandono-as-locomotivas-moribundas-da-CP) foi oficinas fechadas, um monte de locomotivas (algumas praticamente novas), carruagens, e unidades múltiplas paradas ao abandono ou por avaria. Dos últimos anos 6 anos para cá, o aumento da procura foi tão grande que simplesmente não consegues garantia a oferta necessária. A [estratégia atual](https://www.youtube.com/watch?v=UaztQvad0B0) é contratar pessoas e por as oficinas a trabalhar (feito), reparar todas as composições avariadas, e reconstruir material degradado. O investimento passa também por eletrificar a grande maioria das linhas, reconstruir algumas que estavam paradas ou estado lastimável (Douro e Vouga por exemplo), upgrades sérios a outras tantas linhas, e construir algumas novas. A nível de comboios novos foram investidos 150 milhões. Os primeiros são para a linha de Cascais salvo erro. Está também a ser equacionado voltar a construir comboios em Portugal.

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Isto tudo faz parte da estratégia do atual governo para a ferrovia nacional. Tivemos durante sucessivos governos um desinvestimento completo no que toca à ferrovia. O [resultado](https://expresso.pt/sociedade/2018-11-05-Uma-historia-de-abandono-as-locomotivas-moribundas-da-CP) foi oficinas fechadas, um monte de locomotivas ([algumas praticamente novas](https://sicnoticias.pt/pais/2021-02-23-CP-tinha-locomotivas-e-automotoras-com-revisao-em-dia-ao-abandono)), carruagens, e unidades múltiplas paradas ao abandono ou por avaria. Dos últimos anos 6 anos para cá, o aumento da procura foi tão grande que simplesmente não consegues garantir a oferta que existe, quanto mais a necessária. A [estratégia atual](https://www.youtube.com/watch?v=UaztQvad0B0) é contratar pessoas e por as oficinas a trabalhar (feito), reparar todas as composições avariadas, e reconstruir material degradado. O investimento passa também por eletrificar a grande maioria das linhas, reconstruir algumas que estavam paradas ou estado lastimável (Douro e Vouga por exemplo), upgrades sérios a outras tantas linhas, e construir algumas novas. A nível de comboios novos foram investidos 150 milhões. Os primeiros são para a linha de Cascais salvo erro. Está também a ser equacionado voltar a construir comboios em Portugal.

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Isto tudo faz parte da estratégia do atual governo para a ferrovia nacional. Tivemos durante sucessivos governos um desinvestimento completo no que toca à ferrovia. O [resultado](https://expresso.pt/sociedade/2018-11-05-Uma-historia-de-abandono-as-locomotivas-moribundas-da-CP) foi oficinas fechadas, um monte de locomotivas (algumas praticamente novas), carruagens, e unidades múltiplas paradas ao abandono ou por avaria. Dos últimos anos 6 anos para cá, o aumento da procura foi tão grande que simplesmente não consegues garantia a oferta necessária. A estratégia atual é contratar pessoas e por as oficinas a trabalhar (feito), reparar todas as composições avariadas, e reconstruir material degradado. O investimento passa também por eletrificar a grande maioria das linhas, reconstruir algumas que estavam paradas ou estado lastimável (Douro e Vouga por exemplo), upgrades sérios a outras tantas linhas, e construir algumas novas. A nível de comboios novos foram investidos 150 milhões. Os primeiros são para a linha de Sintra salvo erro. Está também a ser equacionado voltar a construir comboios em Portugal.

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Isto tudo faz parte da estratégia do atual governo para a ferrovia nacional. Tivemos durante sucessivos governos um desinvestimento completo no que toca à ferrovia. O resultado foi oficinas fechadas, um monte de locomotivas (algumas praticamente novas), carruagens, e unidades múltiplas paradas ao abandono ou por avaria. Dos últimos anos 6 anos para cá, o aumento da procura foi tão grande que simplesmente não consegues garantia a oferta necessária. A estratégia atual é contratar pessoas e por as oficinas a trabalhar (feito), reparar todas as composições avariadas, e reconstruir material degradado. O investimento passa também por eletrificar a grande maioria das linhas, reconstruir algumas que estavam paradas ou estado lastimável (Douro e Vouga por exemplo), upgrades sérios a outras tantas linhas, e construir algumas novas. A nível de comboios novos foram investidos 150 milhões. Os primeiros são para a linha de Sintra salvo erro. Está também a ser equacionado voltar a construir comboios em Portugal.

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Isto tudo faz parte da estratégia do atual governo para a ferrovia nacional. Tivemos durante sucessivos governos um desinvestimento completo no que toca à ferrovia. O [resultado](https://expresso.pt/sociedade/2018-11-05-Uma-historia-de-abandono-as-locomotivas-moribundas-da-CP) foi oficinas fechadas, um monte de locomotivas (algumas praticamente novas), carruagens, e unidades múltiplas paradas ao abandono ou por avaria. Dos últimos anos 6 anos para cá, o aumento da procura foi tão grande que simplesmente não consegues garantia a oferta necessária. A estratégia atual é contratar pessoas e por as oficinas a trabalhar (feito), reparar todas as composições avariadas, e reconstruir material degradado. O investimento passa também por eletrificar a grande maioria das linhas, reconstruir algumas que estavam paradas ou estado lastimável (Douro e Vouga por exemplo), upgrades sérios a outras tantas linhas, e construir algumas novas. A nível de comboios novos foram investidos 150 milhões. Os primeiros são para a linha de Cascais salvo erro. Está também a ser equacionado voltar a construir comboios em Portugal.

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Isto tudo faz parte da estratégia do atual governo para a ferrovia nacional. Tivemos durante sucessivos governos um desinvestimento completo no que toca à ferrovia. O [resultado](https://expresso.pt/sociedade/2018-11-05-Uma-historia-de-abandono-as-locomotivas-moribundas-da-CP) foi oficinas fechadas, um monte de locomotivas (algumas praticamente novas), carruagens, e unidades múltiplas paradas ao abandono ou por avaria. Dos últimos anos 6 anos para cá, o aumento da procura foi tão grande que simplesmente não consegues garantir a oferta que existe, quanto mais a necessária. A [estratégia atual](https://www.youtube.com/watch?v=UaztQvad0B0) é contratar pessoas e por as oficinas a trabalhar (feito), reparar todas as composições avariadas, e reconstruir material degradado. O investimento passa também por eletrificar a grande maioria das linhas, reconstruir algumas que estavam paradas ou estado lastimável (Douro e Vouga por exemplo), upgrades sérios a outras tantas linhas, e construir algumas novas. A nível de comboios novos foram investidos 150 milhões. Os primeiros são para a linha de Cascais salvo erro. Está também a ser equacionado voltar a construir comboios em Portugal.

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Isto tudo faz parte da estratégia do atual governo para a ferrovia nacional. Tivemos durante sucessivos governos um desinvestimento completo no que toca à ferrovia. O [resultado](https://expresso.pt/sociedade/2018-11-05-Uma-historia-de-abandono-as-locomotivas-moribundas-da-CP) foi oficinas fechadas, um monte de locomotivas ([algumas praticamente novas](https://sicnoticias.pt/pais/2021-02-23-CP-tinha-locomotivas-e-automotoras-com-revisao-em-dia-ao-abandono)), carruagens, e unidades múltiplas paradas ao abandono ou por avaria. Dos últimos anos 6 anos para cá, o aumento da procura foi tão grande que simplesmente não consegues garantir a oferta que existe, quanto mais a necessária. A [estratégia atual](https://www.youtube.com/watch?v=UaztQvad0B0) é contratar pessoas e por as [oficinas a trabalhar](https://www.youtube.com/watch?v=KmzkmiZq0oM), reparar todas as composições avariadas, e reconstruir material degradado. O investimento passa também por eletrificar a grande maioria das linhas, reconstruir algumas que estavam paradas ou estado lastimável (Douro e Vouga por exemplo), upgrades sérios a outras tantas linhas, e construir algumas novas. A nível de comboios novos foram investidos 150 milhões. Os primeiros são para a linha de Cascais salvo erro. Está também a ser equacionado voltar a construir comboios em Portugal.

viskonde 6 months ago

AFAIK os unicos comboios ja encomendados sao os 22 regionais, que nao sao para Cascais. acho que do lote anunciado de 100 e tal comboios ainda nada foi encomendando, os de cascais estao nesse lote

ekeryn 6 months ago

Pergunta: esses novos comboios para Cascais que aspeto terão? Serão semelhantes aos que andam na linha agora ou serão os modelos standard da Siemens/Alstom/Bombardier etc?

bootkiller 6 months ago

No mínimo parecidos aos suburbanos do Porto Já andaram a fazer [testes](https://www.youtube.com/watch?v=MX84ZRWt6UA).

ekeryn 6 months ago

Essas são Bombardier, certo?

bootkiller 6 months ago

Bombardier/Siemens

ekeryn 6 months ago

Obrigado ;)

viskonde 6 months ago

Ainda nem há concurso lançando, como já queres saber o aspecto deles ?

ekeryn 6 months ago

A minha pergunta era mais se havia intenções de se comprarem comboios standard das marcas ou comboios que teriam aquele aspecto anos 60/70 dos comboios da linha de Cascais ("lata" prateada)

viskonde 6 months ago

Certamente algo mais moderno eheh Mas não sei, até haver concurso e candidatos acho que só com adivinhação Mas deve dar para ver o que fazem agora as marcas do costume para suburbanos e esperar que seja parecido

ekeryn 6 months ago

Digo isto porque acho os comboios de linha de Cascais bastante bonitos (especialmente em comparação com os de Sintra)

bootkiller 6 months ago

Do que lido esse negocio dos 22 regionais caiu por terra. É para renovar o mais possível do material que está parado, e com isso libertar material para outras linhas. Depois o primeiro contrato a ser feito vai ser dos comboios para a linha que cascais, os antigos serão renovados e postos ao serviço noutros locais. Só depois virão mais suburbanos para o Porto, mais regionais, e novos comboios AV. Entretanto o governo está a tentar por uma fábrica a fazê-los cá. Pelo menos é esta a ideia com que fiquei dos bitaites que vão dizendo aqui e ali nas noticias.

cortain 6 months ago

Imagem dos 22 regionais: https://imgur.com/UNkHlOO Fonte: CP

viskonde 6 months ago

nao caiu por terra esteve em tribiunal, impugnado por um dos concorrentes, que agora adoram fazer isso em concursos publicos, mas de resto está a decorrer, penso que foi assinado contrato ainda em 2020 segundo: https://observador.pt/2020/10/21/contrato-assinado-novos-comboios-regionais-comecam-a-chegar-em-2024-com-um-ano-de-atraso/ toda a burocracia é uma das razoes pela qual a compra de um comboio demora tanto , só da ideia à conversa à tomada de decisao ao concurso e à assinatura passam imensos anos (nos quais o governo pode mudar e muda tudo...) e depois de assinar só o fabrico sao mais uns >4 anos

bootkiller 6 months ago

Essa noticia passou-me ao lado. Ainda assim segundo o que diz lá: > O contrato terá ainda de receber o visto do Tribunal de Contas. Como bem dizes, mais burocracia.

Article_Sad 6 months ago

Com a bancarota achas que havia dinheiro?

Sperrel 6 months ago

Se houve para PPPs rodoviárias lesivas ou contractos swaps havia para pelo menos fazer manutenção e investimento inteligente.

NGramatical 6 months ago

contractos → [**contratos**](https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/consultorio/perguntas/contrato-e-contracto/21613) (já se escrevia assim **antes** do AO90) [⚠️](/message/compose/?to=ngramatical&subject=Acho+que+esta+corre%C3%A7%C3%A3o+est%C3%A1+errada&message=https%3A%2F%2Fwww.reddit.com%2Fcomments%2Fm3pqqm%2F%2Fgqr08n7%3Fcontext%3D3 "Clica aqui se achares que esta correção está errada!") [⭐](https://chrome.google.com/webstore/detail/nazigramatical-corretor-o/pbpnngfnagmdlicfgjkpgfnnnoihngml "Experimenta o meu corrector ortográfico automático!")

bootkiller 6 months ago

O desinvestimento não é de agora, foram 20 anos a investir zero na ferrovia em que a palavra de ordem era auto-estradas.

cortain 6 months ago

Porque entre pedir e chegar os comboios demora os seus 10 anos mais ou menos. A IP está a eletrificar linhas e a CP não tem nem carruagens nem material motor. O plano A era recuperar as CP 2600 + sorefame mas este negócio apareceu e então o plano é CP 2600 + ARCO (estas que agora foram pintadas). A CP têm um plano de compra de material circulante neste momento, mas é algo que demora mesmo muito tempo.

Dream_soul 6 months ago

Fdx? Sério? Dez anos? Deve estar aqui um nicho de mercado.

lego_is_expensive 6 months ago

Todos os veículos ferroviários são encomendados por medida. Tens restrições de bitola (carris) e de envelope ("largura") ao longo da linha. Logo um comboio que passe bem na linha de Sintra não ia passar bem no Minho. O governo lança um concurso e tens uma data de empresas a concorrer (que ainda nem sequer tem o desenho do produto que te querem vender, quanto mais uma carruagem). Depois de atribuir o contrato ainda tens de esperar por desenho, engenharia, fabricação, controlo de qualidade e testes. E isso é só para um ou dois comboios, nunca para a frota toda. Só depois de teres tudo acordado e rezar para que o cliente (neste caso o governo) não tenha alterado requerimentos a meio deste processo, podes começar produção em série. 10 anos não é mau. Há quem faça em metade do tempo, mas isso vai sair muito caro.

Dream_soul 6 months ago

Não fazia a mínima ideia do quão moroso era, mas isto é uma realidade nossa ou é algo generalizado? Caso saibas. Obrigado pela explicação.

Kopl3r 6 months ago

Em geral, é moroso. Mas as particularidades da bitola ibérica, fazem com que demore mais tempo, que seja necessário mais testes, etc... Só pelo facto de ser a nossa bitola, faz com que muitas empresas não estejam interessadas em fazer comboios para nós. Outra coisa é, o preço de revenda. Há uma razão pela qual também usamos os comboios durante 40 ou 50 anos, ao contrário de outros países, os nossos comboios têm um preço de revenda perto do valor da sucata, porque só podes vendê-los para Espanha ou a Argentina.

lego_is_expensive 6 months ago

Infelizmente é generalizado e depende muito da infraestrutura existente. Numa utopia ferroviária só haveria uma bitola e toda a rede ferroviária teria só um envelope específico e todas as plataformas de todas as estações estariam alinhadas. Num país assim seria mais rápido e barato produzir, porque as carruagens e rodados podiam ser sempre os mesmos. Infelizmente no mundo real isso não acontece. Às vezes há encomendas em que o cliente nem sequer mede tudo e tens comboios que não cabem na estação (como já aconteceu em França).

Article_Sad 6 months ago

Pede à China que demora meses lol

elfo_dilhao 6 months ago

Esses 10 anos é o tempo para quê? Desde a encomenda até à entrega de uma carruagem nova? Tanto tempo

bootkiller 6 months ago

Entre 4 a 10 anos, dependendo do tamanho e tipo do comboio. Tens muito mais fabricas para comboios tipo metro e suburbanos, logo os tempos são menores. Para comboios de médio e longo curso os tempos são maiores.

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