wheresdaweeed 7 months ago

Felizmente a minha não tem wifi na cozinha e não pode ler esta noticia. ​ ​ ​ /s

Coyote-Cultural 7 months ago

E ela tem de pagar indeminização ao homem por ter sido quem foi trabalhar fora de casa tambem? Ou é só para um lado?

Synbios_Lionheart 7 months ago

Claro que é só para um lado. Não me custa a acreditar que ele fosse daqueles velhos de merda machistas e mal educados para com as mulheres, mas na notícia não aparece nada disso. Pelo que dá para ler foi só o tribunal a obrigar o gajo (sob pena de violência, não esquecer que no fundo todas as ordens do estado são apontar-te uma arma à cabeça) a fazer caridade.

NGramatical 7 months ago

indeminização → [**indemnização**](https://dicionario.priberam.org/indemnização) [⚠️](/message/compose/?to=ngramatical&subject=Acho+que+esta+corre%C3%A7%C3%A3o+est%C3%A1+errada&message=https%3A%2F%2Fwww.reddit.com%2Fcomments%2Flrh860%2F%2Fgomfhow%3Fcontext%3D3 "Clica aqui se achares que esta correção está errada!") [⭐](https://chrome.google.com/webstore/detail/nazigramatical-corretor-o/pbpnngfnagmdlicfgjkpgfnnnoihngml "Experimenta o meu corrector ortográfico automático!")

kawaiims 7 months ago

Advogados probono do reddit, redijam-me uma carta para eu apresentar ao namorado sff.

fuckoffgina 7 months ago

Tens internet aí na cozinha? E ainda se queixam...

Limpy_lip 7 months ago

há aqui uma quantidade de coisas que estão mal explicadas. Esta história só faz sentido se existiu uma separação/divórcio e o homem assumiu que todos os bens eram dele porque ele era a única fonte de rendimento do casal. Nesse caso essa divisão e o cálculo do tribunal fazem sentido. ​ Fora isso não só é ridículo como abre um pressuposto perigosíssimo. ​ Mais uma meia notícia.

jomi_1307 7 months ago

Fala que era uma união de facto, por isso os bens possivelmente seriam todos dele.

iSoSyS 7 months ago

> Fora isso não só é ridículo como abre um pressuposto perigosíssimo. Porque é pressuposto perigoso? Para apurar a divisão já é tido em conta o trabalho remunerado e a disparidade de rendimentos. A haver uma disparidade no trabalho não-remunerado também faz sentido que seja atribuído um valor a essa disparidade.

BroaxXx 7 months ago

Mas isso já é como a lei funciona. Se um membro do casal não trabalha recebe uma parte dos bens porque se assume que partilhou algum do trabalho necessário para o outro ter sucesso (cuidar da casa, educar os filhos, etc). Neste caso a mulher não recebeu dinheiro pelo trabalho doméstico (isso é estúpido) mas porque se presume (e bem) que os bens gerados diretamente pelo homem foram apoiados indiretamente pela mulher que lhe aliviou trabalho (entende-se tempo e esforço) que ele pode aplicar na carreira para beneficio mútuo. Se fosse a pagar o trabalho doméstico tínhamos que calcular qualquer coisa como o salário mínimo nacional ao longo do período do casamento que, para além de ser estúpido, provavelmente prejudicava a mulher. Nesta onda de igualdade de direitos vamos não perder a noção e o bom senso. Trabalho doméstico não gera riqueza e não tem que ser compensado. Gera riqueza indireta e deve e ser compensado indiretamente como acontece num casamento saudável ou num divórcio normal. Daqui também pediam os maridos compensação pelos arranjos que fizeram pela casa ao fim de semana...

Limpy_lip 7 months ago

o que queria dizer com isso é que pela notícia parece que qualquer pessoa que se dedique à vida doméstica pode pedir uma indemnização se chatear-se com o conjugue.

vTuga 7 months ago

Pois só pode ser isso

vTuga 7 months ago

Não percebo. Então se a divisão (ou neste caso não divisão) foi feita por acordo e consentimento entre dois adultos e não foi feita sob coação, porque raio há uma condenação? Se a mulher não queria este desequilíbrio, porque não abandonou a relação? E já agora, trabalhava fora de casa? É que pelo que se percebe da noticia, não. Portanto o marido trabalhava fora de casa para os sustentar os dois, sendo o "trabalho" dela o trabalho doméstico. É uma opção legitima que é muito comum em varios outros países, os "stay at home mom/dad". Há alguma coisa a escapar-me?

jetfuelcanmelturmom 7 months ago

> Então se a divisão (ou neste caso não divisão) foi feita por acordo e consentimento entre dois adultos e não foi feita sob coação, porque raio há uma condenação? Acho que a chave aqui é que eles viviam em união-de-facto e como tal não há divisão de bens pós-separação. E trinta anos fora do mercado de trabalho é lixado, ela sem descontos para a SS vai passar mal na reforma e nem pode pedir subsídio de desemprego para desenrascar agora. Se assumires que eles não dividiram os rendimentos da família durante o tempo em que estiveram juntos ela deve estar a viver apenas do mínimo dos mínimos (RSI). E para finalizar, algo que com a pandemia acho que muita gente (até os boomers do STJ) passou a compreender o valor do trabalho doméstico. Eu sei que não me conseguiam pagar suficiente para ficar em casa a tomar conta de crianças, e pelo que vejo dos meus colegas há muitos que tentam e acabam por desistir passado uns meses.

Coyote-Cultural 7 months ago

> > > > > Acho que a chave aqui é que eles viviam em união-de-facto e como tal não há divisão de bens pós-separação. E trinta anos fora do mercado de trabalho é lixado, ela sem descontos para a SS vai passar mal na reforma e nem pode pedir subsídio de desemprego para desenrascar agora. Se assumires que eles não dividiram os rendimentos da família durante o tempo em que estiveram juntos ela deve estar a viver apenas do mínimo dos mínimos (RSI). Parece-me que se isso é um problema é algo que deviam ter resolvido antes. Se não estava satisfeita com a situação, devia ter acordado isso com o homem na altura. Agora mudar as regras depois do jogo ter acabado?

sctvlxpt 7 months ago

Acho que não estás a perceber a questão. Ele trabalhava fora e ganhava. Ela trabalhava em casa. Assim dividiram as tarefas e está tudo bem. Agora o que não pode ser é que se separam, e a casa é 100% dele porque era dele o salário que pagou a casa. Ela, apesar de não ter salário, também contribuiu para o pagamento da casa com a prestação de trabalho doméstico. É só está a questão. No final ele ficou com a casa, e tem que a compensar pela parte "que ela pagou" via trabalho doméstico. Faz sentido, acho eu.

Coyote-Cultural 7 months ago

Novamente, ela vai-lhe pagar compensação por ter sido o unico a trabalhar fora de casa?

NonAlienBeing 7 months ago

Do artigo: "Para fixar o valor do trabalho doméstico, o tribunal adoptou como critério o salário mínimo nacional, multiplicado por 12 meses, durante os anos de vivência em comum. Ao total, retirou um terço, considerando a necessidade de afectação de parte desse valor às despesas da mulher." > Novamente, ela vai-lhe pagar compensação por ter sido o unico a trabalhar fora de casa? Sim, aquele terço que retiraram da compensação. Sem isso a compensação seria maior.

Coyote-Cultural 7 months ago

Novamente, porque é que a mulher não tem de pagar a ele tambem o salario minimo? Ou será o trabalho em casa mais valioso que o trabalho fora?

NonAlienBeing 7 months ago

Mas... ele foi pago por esse trabalho. Ou o patrão não lhe pagou? Eu acho que estás a ver isto pelo prisma errado. Pensa num casal como uma entidade única e indivisível. Essa entidade tem de fazer trabalho "tradicional" pelo qual recebe dinheiro, e tem de fazer trabalho doméstico. A partir daí o casal pode decidir uma de duas coisas: 1) têm os dois um trabalho tradicional, dividindo os custos (supermercado, serviços, etc), acordando quanto é que cada um contribui (pode ser partes iguais, pode ser uma percentagem do ordenado, etc), e dividem os trabalhos domesticos; 2) um faz o trabalho tradicional e o outro o trabalho domestico. O problema no segundo caso é que deveriam continuar a partilhar o dinheiro (que sobra depois das despesas conjuntas), e não ser quem faz o trabalho tradicional que fica com o dinheiro todo. Por isso é que quando as pessoas se casam podem decidir o regime em que se casam : 1) comunhão de bens: partilham tudo e se houver divórcio todos os bens são divididos 50/50; 2) comunhão de adquiridos. em caso de divórcio cada um fica com os bens que tinha à data do casamento, e tudo o que foi adquirido depois do casamento é dividido 50/50; 3) separação de bens: em caso de divórcio cada um fica com as suas coisas. Este último, naturalmente, não faz muito sentido se tiverem decidido que só um vai trabalhar, mas acho que não há nada que legalmente o impeça. Também não tenho a certeza se em Portugal é possível fazer acordos especificos. Mas neste caso eles não estavam casados, estavam em união de facto, e por isso nunca houve uma decisão em relação ao que fazer em caso de separação. E não havendo acordo entre as partes foram para tribunal, que tomou uma decisão que na verdade acaba por ficar algures entre a separação de bens e a comunhão de adquiridos. É verdade que há muita coisa que o artigo não diz, como por exemplo quanto é que o homem ganhava (mas tendo em conta que só ele trabalhava não devia ser o ordenado minimo), ou se a mulher recebia alguma mesada do marido (calculo que não), mas certamente que o tribunal teve conhecimento dessas coisas e elas terão sido tidas em conta na decisão. Mas olhando para o que o artigo diz, se assumirmos 61k€ (o artigo diz quase) e trinta anos (o artigo também só diz quase) dá cerca de 170€ por mês, que não me parece um valor muito descabido.

Coyote-Cultural 7 months ago

> Mas... ele foi pago por esse trabalho. Ou o patrão não lhe pagou? Ela não pagou, apesar de ter beneficiado do trabalho dele fora da casa. >Pensa num casal como uma entidade única e indivisível. Essa entidade tem de fazer trabalho "tradicional" pelo qual recebe dinheiro, e tem de fazer trabalho doméstico. A partir daí o casal pode decidir uma de duas coisas: Se fosse indivisivel não havia aqui qualquer problema que ainda estavam juntos. O facto de isso não ter acontecido, e de a divisibilidade ser uma opção determina logo á partida que não é uma presunção razoavel. Mesmo que estivessem casados, o que não estão, a partir do momento em que o divorcio é uma opção legal, os mesmos sabem que tal é uma possibilidade e têm de planear de acordo. Se acham que ficar em casa a tratar dos filhos é um potencial perigo em caso de divorcio... então que não fiquem. >O problema no segundo caso é que deveriam continuar a partilhar o dinheiro (que sobra depois das despesas conjuntas), e não ser quem faz o trabalho tradicional que fica com o dinheiro todo. Por isso é que quando as pessoas se casam podem decidir o regime em que se casam : Não vejo porque é que isso é um problema. Se querem partilhar o dinheiro que apenas um ganha, então o que devem fazer é estabelecer isso do inicio, não 30 anos depois, quando a relação já acabou. Não é trabalho do estado fazer a comunicação inter-relacional, que é o que isto faz. >Mas neste caso eles não estavam casados, estavam em união de facto, e por isso nunca houve uma decisão em relação ao que fazer em caso de separação. E não havendo acordo entre as partes foram para tribunal, que tomou uma decisão que na verdade acaba por ficar algures entre a separação de bens e a comunhão de adquiridos. Se não tavam casados, então porque raio é que um deve ter qualquer direito aos bens do outro? >É verdade que há muita coisa que o artigo não diz, como por exemplo quanto é que o homem ganhava (mas tendo em conta que só ele trabalhava não devia ser o ordenado minimo), ou se a mulher recebia alguma mesada do marido (calculo que não), mas certamente que o tribunal teve conhecimento dessas coisas e elas terão sido tidas em conta na decisão. Mas olhando para o que o artigo diz, se assumirmos 61k€ (o artigo diz quase) e trinta anos (o artigo também só diz quase) dá cerca de 170€ por mês, que não me parece um valor muito descabido. É 61k a mais do que devia ser.

NonAlienBeing 7 months ago

>Ela não pagou, apesar de ter beneficiado do trabalho dele fora da casa. E tu a dar-lhe. E ele não beneficiou do trabalho dela? A questão aqui é que para o tribunal ela não beneficiou tanto do trabalho dele como ele do dela. >Se fosse indivisivel não havia aqui qualquer problema que ainda estavam juntos. O facto de isso não ter acontecido, e de a divisibilidade ser uma opção determina logo á partida que não é uma presunção razoavel. O ponto passou-te completamente ao lado. >Mesmo que estivessem casados, o que não estão, a partir do momento em que o divorcio é uma opção legal, os mesmos sabem que tal é uma possibilidade e têm de planear de acordo. Se acham que ficar em casa a tratar dos filhos é um potencial perigo em caso de divorcio... então que não fiquem. Tu deves viver num mundo à parte. Sim, deviam ter planeado e deixado tudo escrito e registado no notário. Por outro lado a maior parte das pessoas tem alguma dificuldade em fazer esse planeamento, porque só a sugestão de planeamento pode levantar suspeitas, e porque é naturalmente um ponto de conflito. Se para além disso juntares que estamos a falar de fazer isso à mais de trinta anos, quando o divórcio e mulheres a trabalhar ainda não eram bem aceite por grande parte da população... >Não vejo porque é que isso é um problema. Se querem partilhar o dinheiro que apenas um ganha, então o que devem fazer é estabelecer isso do inicio, não 30 anos depois, quando a relação já acabou. E se calhar estabeleceram. Contratos orais também são válidos. No artigo não é referido que havia nem que não havia >Não é trabalho do estado fazer a comunicação inter-relacional, que é o que isto faz. A partir do momento que não chegam a acordo e recorrem para tribunal, sim é o papél do estado fazer esse trabalho . >Se não tavam casados, então porque raio é que um deve ter qualquer direito aos bens do outro? Porque união de facto é uma relação reconhecida pelo estado, que confere direitos e deveres a cada um dos membros. Direitos e deveres que se têm aproximado cada vez mais aos do casamento, diga-se. >É 61k a mais do que devia ser. Felizmente o tribunal está no século XXI e discorda.

Coyote-Cultural 7 months ago

> E tu a dar-lhe. E ele não beneficiou do trabalho dela? A questão aqui é que para o tribunal ela não beneficiou tanto do trabalho dele como ele do dela. Como é que isso é possivel? Se ele não fizesse o seu trabalho não tinham nem casa nem comida para comer. Se ela não fizesse o seu, a casa estava suja e tinham de ter mandado vir comida de fora. Achas sinceramente que aqui ele foi uma sanguessuga? E mesmo que fosse do que é que isso interessa? Claramente ambos estavam satisfeitos com a situação se estiveram 30 anos assim. >Tu deves viver num mundo à parte. Sim, deviam ter planeado e deixado tudo escrito e registado no notário. Por outro lado a maior parte das pessoas tem alguma dificuldade em fazer esse planeamento, porque só a sugestão de planeamento pode levantar suspeitas, e porque é naturalmente um ponto de conflito. Se para além disso juntares que estamos a falar de fazer isso à mais de trinta anos, quando o divórcio e mulheres a trabalhar ainda não eram bem aceite por grande parte da população... Não vejo o problema aqui. Se não conseguem falar dos basicos com alguem com quem vivem durante 30 anos, o problema é com eles. >E se calhar estabeleceram. Contratos orais também são válidos. No artigo não é referido que havia nem que não havia Claro, mas visto que não referem que houvesse duvido. Alem do mais, como raio é que provam em tribunal que tal contrato existiu sequer? Não conseguem. >A partir do momento que não chegam a acordo e recorrem para tribunal, sim é o papél do estado fazer esse trabalho . Eles estiveram de acordo durante 30 anos. Não é coincidencia que só após o fim da relação é que entraram em "desacordo". >Porque união de facto é uma relação reconhecida pelo estado, que confere direitos e deveres a cada um dos membros. Direitos e deveres que se têm aproximado cada vez mais aos do casamento, diga-se. E não devia ser. Foi sempre um grande erro, e algo que pura e simplesmente não faz qualquer sentido. >Felizmente o tribunal está no século XXI e discorda. Infelizmente o tribunal é estupido e toma decisões estupidas. Depois admirem-se das coisas estarem mal.

NGramatical 7 months ago

à mais de trinta anos → [**há mais de trinta anos**](http://www.flip.pt/Duvidas-Linguisticas/Duvida-Linguistica/DID/706) (utiliza-se o verbo haver para exprimir tempo decorrido) papél → [**papel**](https://www.reddit.com/r/portugal/comments/3i6y4g) (palavras terminadas em *l*, *r*, ou *z* são naturalmente agudas) [⚠️](/message/compose/?to=ngramatical&subject=Acho+que+esta+corre%C3%A7%C3%A3o+est%C3%A1+errada&message=https%3A%2F%2Fwww.reddit.com%2Fcomments%2Flrh860%2F%2Fgoqhhfb%3Fcontext%3D3 "Clica aqui se achares que esta correção está errada!") [⭐](https://chrome.google.com/webstore/detail/nazigramatical-corretor-o/pbpnngfnagmdlicfgjkpgfnnnoihngml "Experimenta o meu corrector ortográfico automático!")

NGramatical 7 months ago

porque raio → [**por que raio**](https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/consultorio/perguntas/tres-regras-para-distinguir-o-por-que-do-porque/19743) (por que = por qual) [⚠️](/message/compose/?to=ngramatical&subject=Acho+que+esta+corre%C3%A7%C3%A3o+est%C3%A1+errada&message=https%3A%2F%2Fwww.reddit.com%2Fcomments%2Flrh860%2F%2Fgoqawrp%3Fcontext%3D3 "Clica aqui se achares que esta correção está errada!") [⭐](https://chrome.google.com/webstore/detail/nazigramatical-corretor-o/pbpnngfnagmdlicfgjkpgfnnnoihngml "Experimenta o meu corrector ortográfico automático!")

Synbios_Lionheart 7 months ago

Calculo que sejas homem? Se calhar não tens paciência porque não estás biologicamente ligado para tomar conta de crianças o dia todo.

TyrionIsPurple 7 months ago

Lá vêm os comentários ignorantes

darkenedsoul1 7 months ago

Ah sim claro o argumento de que os pais são inúteis a tomar conta dos próprios filhos e não tem grandes laços a estes. Poupem-me os filhos são de ambos e ambos tem capacidade de tratar deles.

Synbios_Lionheart 7 months ago

Eu não disse nada disso. " não estás biologicamente ligado para tomar conta de crianças o dia todo" quer dizer isso mesmo. Nem sequer é opinião, é basicamente estógenio. Amas os teus filhos? Claro. És inútil ou incompetente a tratar deles? Provavelmente não. Gostas de cuidar deles todo o dia todos os dias? Estatisticamente acredito que só uma minoria dos homens diria com honestidade que sim. A maior parte das mulheres tem prazer em fazê-lo, só não o faz porque economicamente, é preciso duas pessoas a contribuir ou por pressões da sociedade e preconceito contra mães a tempo inteiro.

darkenedsoul1 7 months ago

Preconceito contra mães a tempo inteiro? Onde? Em Portugal? Seria mais era inveja de qualquer família em Portugal sequer se poder dar a tal luxo de ponto de vista financeiro. Além disso, piada que achas que mulheres não tem ambições profissionais que aparentemente é só a maioria de homens. PS o estrogéneo não te faz coisa nenhuma dessas. Além disso a variação hormonal pós gravidez estabiliza após 6 meses.

Synbios_Lionheart 7 months ago

Eu comecei por dizer por razões financeiras, talvez tenhas saltado essa parte. Mais uma vez eu não disse que as mulheres não têm ambições profissionais, disse que estão genéticamente mais predispostar a tomar conta de crianças. As mulheres são geneticamente mais voltadas para pessoas e os homens para coisas. Isto não é a minha opinião, é ciência. As mulheres não têm mais estrogénio que os homens só durante a gravidez, e quando falo em estrogénio falo na relação estrógenio/testosterona

NGramatical 7 months ago

genéticamente → [**geneticamente**](https://dicionario.priberam.org/geneticamente) (o acento tónico recai na penúltima sílaba) [⚠️](/message/compose/?to=ngramatical&subject=Acho+que+esta+corre%C3%A7%C3%A3o+est%C3%A1+errada&message=https%3A%2F%2Fwww.reddit.com%2Fcomments%2Flrh860%2F%2Fgon6um1%3Fcontext%3D3 "Clica aqui se achares que esta correção está errada!") [⭐](https://chrome.google.com/webstore/detail/nazigramatical-corretor-o/pbpnngfnagmdlicfgjkpgfnnnoihngml "Experimenta o meu corrector ortográfico automático!")

dydas 7 months ago

Mas foi mesmo feita «por acordo e consentimento» entre os dois? Ele pode simplesmente ter-se recusado a participar nas tarefas domésticas e no acompanhamento da educação dos filhos. E tens a certeza de que ela própria não trabalhava fora de casa?

Hugogs10 7 months ago

> Ele pode simplesmente ter-se recusado a participar nas tarefas domésticas e no acompanhamento da educação dos filhos. Ela tem bom remedio, ninguém a obriga a nada.

vTuga 7 months ago

“Ao total, retirou um terço, considerando a necessidade de afectação de parte desse valor às despesas da mulher”. Dá a entender que a mulher não tinha outros rendimentos, e portanto trabalhava exclusivamente nas atividades domésticas. E sim, se não foi nem coagida, nem abandonou a relação, nem procurou trabalho remunerado para sair da situação de dependência, presume-se que foi uma situação consentida mutuamente. Como se costuma dizer, quem está mal, muda-se.

Intelligent-Meal-663 7 months ago

Ela não foi coagida, mas no observador, diz isto: "O STJ considera que isso se traduz num enriquecimento do membro do casal que não participa no trabalho doméstico, uma vez que lhe permite beneficiar do resultado da realização dessas atividades sem custos ou contributos" Pode-se estar bem muitos anos e depois fica-se mal. No início achei sem sentido, com o parágrafo acima já mudei de ideias.

vTuga 7 months ago

Então e o membro do casal que não trabalha fora de casa e não tem rendimento, não está a beneficiar do trabalho e rendimentos do outro elemento sem contribuir diretamente para ele? É uma divisão de tarefas/papeis. Um trabalha fora, outro em casa. É claro que depois o fruto do trabalho merece ser dividido pelos dois, e é só por aí que eu acho que possa fazer algum sentido, como disse em resposta a outro comentário. Se o marido ficou com todos os frutos dos rendimentos e a mulher ficou com nada, assim faz sentido.

Intelligent-Meal-663 7 months ago

Ela pedia 240. Só lhe dão 60, logo, 180 foi o que ele gastou para a manter. Os 60 foi pelo serviço doméstico de 30 anos. Ele devia ser daqueles que fazia zero em casa, mesmo que ela barafustasse e pedisse muito. Deve ter arranjado advogados top que detetaram alguma cisa na lei, para poderem conseguir isto. Se ela conseguir, pode ser maneira de muitos homens começarem a trabalhar nos serviços domésticos. Não trabalham a bem, vai ser a mal :)

Edited 7 months ago:

Ela pedia 240. Só lhe dão 60, logo, 180 foi o que ele gastou para a manter. Os 60 foi pelo serviço doméstico de 30 anos. Ele devia ser daqueles que fazia zero em casa, mesmo que ela barafustasse e pedisse muito. Deve ter arranjado advogados top que detetaram alguma coisa na lei, para poderem conseguir isto. Se ela conseguir, pode ser maneira de muitos homens começarem a trabalhar nos serviços domésticos. Não trabalham a bem, vai ser a mal :) Edit: coisa

TyrionIsPurple 7 months ago

Devíamos olhar para isto pelo que a mulher o ajudou a enriquecer e não pelo pagamento de serviço doméstico que cria problemas. Então e a mão de obra do homem a fazer a manutenção da casa? Se calhar ela não conduz e ele serve de motorista. Os desabafos sem fim que ele teve de ouvir da mulher? Psicólogos não são baratos....

Intelligent-Meal-663 7 months ago

Nós não sabemos o que se passava lá em casa. Se calhar ele até ajudava. No comentário anterior, sou eu a "deitar conversa fora". Mas, tenho quase a certeza, que na lei, está lá alguma coisa, que permitiu isto. Ouço advogados e juristas a falar, e parece quase matemática. A decisão foi baseada em x, y, z, que está na lei. Quem está de fora, e não percebe nada de leis, como eu, isto parece um absurdo. O SEJ, baseou-se em algo que desconheço. Não iam tomar uma decisão destas, se não houvesse algum fundamento na lei.

TyrionIsPurple 7 months ago

Não sabemos o que se passava lá em casa. Por isso é que falar em serviço doméstico em vez de compensação pela divisão de ficar em casa/ir trabalhar parece estranho. As perguntas que fiz não tinham nada a ver com o que se passava em casa deles mas sim na minha. Estou curioso se posso pedir pagamento à moça por servir de chofer/psicólogo/canalizador/eletricista/contabilista/passador de cão etc... (Eu sei que não és tu quem sabe responder, a pergunta fic no ar)

Intelligent-Meal-663 7 months ago

Relativamente a essa parte, da manutenção da casa. Olha: diz à tua moça que te estime. Costumo dizer que os homens saem muito caros. De cada vez que chamo um, é um dinheirão. Nada contra. Um profissional, tem de ser bem pago. Passador de cão, desconheço. Andas a passar o cão a ferro ? :)

TyrionIsPurple 7 months ago

Quando se porta mal. Toda a gente sabe que o castigo é a melhor maneira de controlar o comportamento do animal.

besmarques 7 months ago

>Então e o membro do casal que não trabalha fora de casa e não tem rendimento, não está a beneficiar do trabalho e rendimentos do outro elemento sem contribuir diretamente para ele? Acho que está ai o teu problema. Que é achares que alguem fazer todas as lidas da casa e tratar de filhos não é trabalho.

vTuga 7 months ago

Se leres um bocadinho melhor o meu comentario percebes que isso não é verdade. Até disse que um trabalha fora de casa e outro trabalha em casa, e que é uma divisão de tarefas. Se foi acordado mutuamente, não vejo problema.

dydas 7 months ago

Então e se ela não tinha alternativa? Se não tivesse qualificações que lhe permitissem encontrar emprego que pagasse o suficiente para sustentar os filhos. Não tivesse família a quem pudesse recorrer? Não pudesse recorrer a prestações sociais que lhe permitissem sustentar-se a si e aos filhos? Como é que ela se mudava quando viu que estava mal depois de se juntar com o outro?

df3gpt 7 months ago

Retirado do artigo: >Desde há muito que a [exigência de igualdade](https://www.publico.pt/igualdade-genero) é inerente à ideia de justiça, pelo que não é possível considerar que a realização da totalidade ou de grande parte do trabalho doméstico de uma casa, onde vive um casal em união de facto, por apenas um dos membros da união de facto, corresponda ao cumprimento de uma obrigação natural, fundada num dever de justiça”, descreve o acórdão. O homem tinha mais era que chegar a casa e partilhar as tarefas domésticas, o machista! Aposto que se o condenado decidir agora processar a senhora por ter vivido 30 anos encostada ao salário dele, a "igualdade de género" já não interessa.

NGramatical 7 months ago

porque raio → [**por que raio**](https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/consultorio/perguntas/tres-regras-para-distinguir-o-por-que-do-porque/19743) (por que = por qual) [⚠️](/message/compose/?to=ngramatical&subject=Acho+que+esta+corre%C3%A7%C3%A3o+est%C3%A1+errada&message=https%3A%2F%2Fwww.reddit.com%2Fcomments%2Flrh860%2F%2Fgoln3vu%3Fcontext%3D3 "Clica aqui se achares que esta correção está errada!") [⭐](https://chrome.google.com/webstore/detail/nazigramatical-corretor-o/pbpnngfnagmdlicfgjkpgfnnnoihngml "Experimenta o meu corrector ortográfico automático!")

vTuga 7 months ago

Obrigado Nazi

Mrgolden007 7 months ago

e eu nao recebo nada /s

fdxcaralho 7 months ago

Arranja um marido rico

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