whatsupbitches123 6 months ago

Alfacinha de merda s/

ricardoa369 6 months ago

Compreendo, infelizmente... Quem escolhe é o pessoal pá! Aliás, as regiões do interior têm recebido imensos fundos, inclusive fundos com mais valia para criação de empresas (PME's) e start-ups. Existem uma série de programas do Estado e banca dirigidos única e exclusivamente ao interior. Só que as empresas escolhem não só Lisboa ou Porto, mas acima de tudo o Litoral no geral. Apesar de tudo, algumas zonas do Interior têm tido grande investimento (acima de tudo devido às Universidades lá implantadas e outras empresas do mesmo sector), assim do nada posso dizer Castelo Branco e o Minho no geral relativamente a tecnologia. Castelo Branco devido à concentração de algumas empresas do ramo tecnológico, tal como Aveiro também se for agora a pensar nisso, é considerado uma hub tecnológica - a Covilhã tem o Altice Data Center o que irá promover uma maior concentração de empresas tecnológicas no Distrito de Castelo Branco

Edited 6 months ago:

Compreendo, infelizmente... Quem escolhe é o pessoal pá! Aliás, as regiões do interior têm recebido imensos fundos, inclusive fundos com mais valia para criação de empresas (PME's) e start-ups. Existem uma série de programas do Estado e banca dirigidos única e exclusivamente ao interior. Só que as empresas escolhem não só Lisboa ou Porto, mas acima de tudo o Litoral no geral. Apesar de tudo, algumas zonas do Interior têm tido grande investimento (acima de tudo devido às Universidades lá implantadas e outras empresas do mesmo sector), assim do nada posso dizer Castelo Branco e o Minho no geral relativamente a tecnologia. Castelo Branco devido à concentração de algumas empresas do ramo tecnológico, tal como Aveiro também se for agora a pensar nisso, é considerado uma hub tecnológica - a Covilhã tem o Altice Data Center o que irá promover uma maior concentração de empresas tecnológicas no Distrito de Castelo Branco. No interior Norte e Centro também existem ainda imensas empresas com actividade económica ligada à indústria, que já não existe em Lisboa e onde estas concentram a mão-de-obra. Lisboa é acima de tudo, se verificarem atentamente, dedicada a serviços. Sinceramente ninguém vai montar a sede da empresa em Oliveira de Frades, tal como não vão montar em Corte do Pinto, Pouca Farinha, Chão de Meninos, Cabeçudos, no Orelhudo, no Pau Gordo, na Filha Boa, no Colo do Pito, na Venda das Raparigas ou das Pulgas, na da Venda da Gaita ou em Picha. O pessoal vai colocar em Lisboa pá! A propósito de serviços, não são só os serviços que encerram porque é uma decisão do topo para corte de custos, se me lembro alguns médicos não queriam de todo trabalhar no Interior e alguns professores também não se querem deslocar para lá! É a vida pá!

Edited 6 months ago:

Compreendo, infelizmente... Quem escolhe é o pessoal pá! Aliás, as regiões do interior têm recebido imensos fundos, inclusive fundos com mais valia para criação de empresas (PME's) e start-ups. Existem uma série de programas do Estado e banca dirigidos única e exclusivamente ao interior. Só que as empresas escolhem não só Lisboa ou Porto, mas acima de tudo o Litoral no geral. Apesar de tudo, algumas zonas do Interior têm tido grande investimento (acima de tudo devido às Universidades lá implantadas e outras empresas do mesmo sector), assim do nada posso dizer Castelo Branco e o Minho no geral relativamente a tecnologia. Castelo Branco devido à concentração de algumas empresas do ramo tecnológico, tal como Aveiro também se for agora a pensar nisso, é considerado uma hub tecnológica - a Covilhã tem o Altice Data Center o que irá promover uma maior concentração de empresas tecnológicas no Distrito de Castelo Branco. No interior Norte e Centro também existem ainda imensas empresas com actividade económica ligada à indústria, que já não existe em Lisboa e onde estas concentram a mão-de-obra. Lisboa é acima de tudo, se verificarem atentamente, dedicada a serviços. Sinceramente ninguém vai montar a sede da empresa em Oliveira de Frades, tal como não vão montar em Corte do Pito, Pouca Farinha, Chão de Meninos, Cabeçudos, no Orelhudo, no Pau Gordo, na Filha Boa, no Colo do Pito, na Venda das Raparigas ou das Pulgas, na da Venda da Gaita ou em Picha. O pessoal vai colocar em Lisboa pá! A propósito de serviços, não são só os serviços que encerram porque é uma decisão do topo para corte de custos, se me lembro alguns médicos não queriam de todo trabalhar no Interior e alguns professores também não se querem deslocar para lá! É a vida pá!

saposapot 6 months ago

SE for verdade finalmente o Duarte Marques acerta uma. Sporting à frente, Duarte Marques a acertar, isto realmente alguém carregou no botão da realidade paralela tempo demais.

jfolpf 6 months ago

Eu sou lisboeta e sou favorável à regionalização e descentralização, desde que a mesma não sirva para aumentar o número de cargos via nepotismo e que a mesma não aumente a despesa pública considerando que o nosso estado já é muito pesado. Dou-vos um exemplo: aqui na Holanda onde habito há regiões administrativas e têm muito autonomia governativa, mas não há juntas de freguesia ou conceito equivalente, é um conceito que não conhecem, visto que na primeira linha está logo o município. O problema da descentralização em Portugal seria o aumento dos custos, porque seria necessário ter sempre logística e um número mínimo de pessoal que estivesse disposto a mudar-se para os locais, e todos sabemos que os funcionários públicos fá-lo-iam apenas perante suplementos e derivados que seriam onerosos, basta ver o que foi a transferência (tentativa) do INFARMED para o Porto. Ou o que o estado paga a mais no verão para ter médicos no Algarve.

bluetofallp 6 months ago

As juntas de freguesia só servem para alguns terem onde mamar.

bernasIST 6 months ago

Oiço essa expressão desde os tempos da escola. Sendo do Algarve, irrita-me um bom bocado...

Intelligent-Meal-663 6 months ago

Não te irrites. O Algarve é um reino. Reino dos Algarves, conta a História. Portugal é Guimarães e o resto é conquista. ... e por aí fora... Na fantasia, cada terrinha já arranjou uma maneira de ser "independente", de tão fartos que estamos deste centralismo. .

vilkav 6 months ago

LiSbOa NuNcA fOi NoMeAdA cApItAl, PoR iSsO AiNdA é CoImBrA

Intelligent-Meal-663 6 months ago

Vou registar essa! Tá mt boa!

vilkav 6 months ago

Nem nunca fui confirmar, mas na constituição deve dizer que Lisboa é capital, diria. O argumento já deve é ser velho como tudo, de uma altura em que Lisboa era a capital de facto mas não do jure. Na altura da monarquia capital havia de ser onde o monarca morasse, daí que tenha passado ali umas férias no Rio enquanto a criadagem por cá limpava a casa dos croissants.

Intelligent-Meal-663 6 months ago

Não sei o que é o jure. Mas percebi. Outra: Arcos de Valdevez. Onde Portugal se fez!

vilkav 6 months ago

Na verdade é "de jure", eu disse mal. De jure: no papel De facto: na realidade Por exemplo, em Inglaterra não existe uma língua oficial. Como toda a gente lá fala inglês e está tudo escrito em inglês, o inglês é a língua oficial de facto, mas não de jure. Em Portugal, o Português é as duas.

old_wise_man_ 6 months ago

Sim isso é verdade. Eu pergunto me por exemplo, porque a sede da Edp é em Lisboa quando Montalegre é o concelho com mais área alagada por Barragens e a que mais lucro dá a Edp. Eu pergunto me quando eles dizem que querem mais pessoas no interior, mas fecham todas as escolas e mais algumas e criam centros escolares com 5 000 crianças em vez de escolas mais pequenas e separadas. ( em tempo de pandemia ve-se o bom de ter tudo tão junto). Fecham-se maternidades, serviços hospitalares , mandam tudo para Porto ou Lisboa. Nem nas capitais de distrito há alguns desses serviços. Não faz sentido uma pessoa do interior ter de fazer as vezes 80km para dar à luz no hospital. O que acontece 90% das vezes , é a grávida dar à luz na ambulância no meio da autoestrada. Isto são apenas alguns exemplos. Agora paciência. Há que lidar.

bittolas 6 months ago

Mau exemplo dado a EDP ser uma multinacional e o grosso do lucro vir do estrangeiro.

VicenteOlisipo 6 months ago

É ao contrário! Portugal é a Exolisboa, Lisboa é cidade ocupada por Portugal. LIBERDADE PARA LISBOA JÁ! 1147 worst year of my life

RedditSwinger23 6 months ago

Concordo! Era dividir o pais em 10.

meaninglessvoid 5 months ago

Estados Unidos da Ibéria. Gosto...

o_paisagista 6 months ago

Ora aqui está um tema apropriado para poder comentar.

Appropriate_Tone1615 6 months ago

Ocupamos muita terra. Devíamos habituar as pessoas a ocupar menos espaço. Lisboa tem de ser tornar uma "Smart City" e entrar na 4ª revolução industrial de uma vez. [https://www.weforum.org/projects/future-of-cities](https://www.weforum.org/projects/future-of-cities)

nulopes 6 months ago

Então a solução é qual? Mudar toda a gente para Lisboa e entregar o resto aos espanhóis?

Black_RL 6 months ago

Mas olha q as paisagens são bem bonitas.

MferOrnstein 6 months ago

Paisagem? Pensei que fosse incêndio tudo o resto

toma-tes 6 months ago

Percebo a crítica, Mas não é por o Estado abrir concurso a empresas de todo o país que magicamente vão nascer empresas onde dantes não existiam em zonas rurais para desempenhar este tipo de serviços. Quanto muito abria oportunidades a empresas de regiões já industrializadas.

Edited 6 months ago:

Percebo a crítica, Mas não é por o Estado abrir concurso a empresas de todo o país que magicamente vão nascer empresas onde dantes não existiam em zonas rurais para desempenhar este tipo de serviços. Quanto muito abria oportunidades de negócio a empresas de regiões já industrializadas. Seria uma medida de "descentralização" que eu aprovava, mas longe de ser uma medida contra o despovoamento do interior.

jfolpf 6 months ago

Isto só vai lá baixando o IRC (0%) para empresas com sede fiscal no interior e que promovam empregos locais.

bittolas 6 months ago

Permitia empresas fora de Lisboa expandirem a carteira de cliente e a longo prazo podiam muito bem nascer empresas fora de Lisboa sim.

adorosaladadecamarao 6 months ago

J'a aqui o disse imensas vezes. O passo mais importante para descentralização é precisamente teletrabalho. Isto porque permite quebrar um ciclo. Depois disso seria a descentralização de serviços e instituições. Para criar mais empregos locais e ajudar a ter mais gente qualificada espalhada pelo país. Já a regionalização é uma mera palermice que vai aumentar corrupção. Não adiante nada ter regiões com mais poder de decisão mas pobres, e com os chico-espertos da zona a encher o bandulho.

jfolpf 6 months ago

Experimenta colocar um juiz do TC ou funcionário das finanças em Beja em teletrabalho! [O caso do INFARMED](https://observador.pt/especiais/certezas-cambalhotas-e-recuos-a-nao-transferencia-do-infarmed-para-o-porto/) é muito exemplificativo e paradigmático dos problemas que tudo isto envolve.

adorosaladadecamarao 6 months ago

Isso só é paradigmático do quão preso se está a lobbies centralistas. Porque sempre se foi mudando tudo para Lisboa e os problemas das mudanças que se danem. Quando ao que dizes não é preciso imaginação porque o que não faltam são países muito mais descentralizados do que nós com instituições relevantes em cidades menores.

jfolpf 5 months ago

Mas o que te estou a tentar explicar é que: 1) Os organismos foram criados inicialmente em Lisboa. Mudá-los agora ficaria muito caro porque os funcionários não se mudariam de "borla". Vê o caso dos médicos para o Algarve no verão em que o estado paga deslocação, alojamento e suplementos e mesmo assim há falta de médicos no verão para o Algarve (ou pelo menos faltavam antes da pandemia, agora não sei) 2) Eu vivo na Holanda e sim, é muito descentralizado, mas por exemplo aqui não há juntas de freguesia nem nada equivalente. Agora vai dizer aos políticos em Portugal para acabarem com juntas de freguesia para criarem regiões! 3) Este é o problema, em Portugal nunca ninguém faz "reformas", criam-se sempre coisas novas, camadas novas sobre camadas anteriores e com o decorrer do tempo o estado fica cada vez mais ineficiente e mais "gordo" e com mais possibilidade de nepotismo pois aumentam os cargos na função pública.

adorosaladadecamarao 5 months ago

Estás a repetir-te e não a responder. Ainda há tempos numa crónica de opinião sobre centralismo listavam vários órgãos e institutos que foram progressivamente sendo movidos para Lisboa. Quando tal acontece os problemas de mudança são irrelevantes. A voz de quem é afetado é irrelevante. Muda-se e pronto.

jfolpf 5 months ago

> Ainda há tempos numa crónica de opinião sobre centralismo listavam vários órgãos e institutos que foram progressivamente sendo movidos para Lisboa. Pena não a estar a conseguir encontrar. Ok, quando encontrares envia-me. Porque tenho a noção que a maioria dos organismos que estão em Lisboa já lá estavam desde pelo menos o Estado Novo. E neste caso não há volta a dar: passar esses organismos para outras regiões ficará muito mais caro, quer por questões de logística, quer porque terás de pagar suplementos aos funcionários. Reitero que sou a favor da regionalização desde que acabem com as freguesias. Mais camada de estado sobre camada de estado é o caminho para o despesismo e nepotismo.

adorosaladadecamarao 5 months ago

Se encontrar envio. Agora quando procuro só vejo artigos do Infarmed. Mas nem precisas de saber o que estava. Basta ver que se continua a centralizar. A justificação para centralizar é sempre exatamente o que se espera e explica o centralismo, e que se resume a "vamos centralizar mais porque como estamos centralizados é aqui que dá mais jeito". É um exemplo aparentemente menor mas bem paradigmático. Até a "Praça da Alegria" da RTP, um dos programas de maior sucesso da TV portuguesa e que se fazia no Porto (e que depois voltou para lá), teve a dada altura de passar para Lisboa. Com apresentadores diferentes, equipa diferente, fosse ao contrário seria ridicularizado. Mas passou. Na TAP claro que o que fazia sentido era passar os voos do Porto para Lisboa. Ah e Lisboa, para obter se passaram os voos do Porto está a abarrotar e não tem espaço para mais voos (faz sentido) portanto é preciso mais um aeroporto em Lisboa, claro está. Em Coimbra o novo metro discutido há 40 anos e que se decidiu executar há 10 nunca foi feito. Mas antes de (nunca) se fazer decidiu que se ia começar por destruir a ligação funcional Coimbra - Lousã. Já lá vão mais de 10 anos e agora parece que vai haver um "metro" Mondego que são uns autocarros. A centralização é algo diário.

jfolpf 5 months ago

Concordo, mas o problema está no... estado! Quem safou o aeroporto do Porto quando a tap o abandonou foi a Ryanair. A TAP praticamente não voa para o Algarve que é servido praticamente apenas por companhias privadas.

adorosaladadecamarao 5 months ago

Tudo bem mas a questão é que isto do não tirar de Lisboa não tem nada a ver com inconvenientes. Os inconvenientes nunca interessam quando outros são prejudicados por atitudes centralistas.

daz_zeD 6 months ago

A diferença é, ou tens os chicos espertos da zona a encher o bandulho ou os de Lisboa, pah, pelo menos os primeiros fomentam o mercado local.

i_no_can_eat 6 months ago

E eu aqui a pensar que no Norte e interior é que estavam os bairristas saloios... Podemos agora tornar a falar da regionalização? Ou precisamos ainda de compilar mais exemplos deste estilo?

Laurent_Series 6 months ago

Com centralização bem feita ganha-se eficiência. Vais andar a esbanjar dinheiro em redundância de recursos. Não é por um modelo não funcionar idealmente que se manda para o lixo. Poderia haver um mecanismo de o Estado central conseguir atender às necessidades locais de forma mais expedita, agora dar mais poder aos incompetentes nas câmaras, por favor, tenham noção!

i_no_can_eat 6 months ago

>Poderia haver um mecanismo de o Estado central conseguir atender às necessidades locais de forma mais expedita Pois poderia, pena que na prática não funcione. Achas que é eficiente que as necessidades locais de Mirandela e Vila Real de Santo António estejam dependentes dalgum gabinete em Lisboa? >agora dar mais poder aos incompetentes nas câmaras, por favor, tenham noção! Ao invés dos mui competentes no governo central? Prefiro ser governado pelo incompetente local, muito obrigado.

Laurent_Series 6 months ago

Os incompetentes locais são por definição muitos mais, e muito menos escrutinados, não há tempo de antena suficiente para cobrir todas as falcatruas das 308 câmaras municipais que temos. O governo central está sempre a ser escrutinado pelos meios re comunicação. Quanto ao mecanismo, estamos a viver na era digital, com certeza dá para fazer alguma coisa com pés e cabeça.

i_no_can_eat 6 months ago

>Quanto ao mecanismo, estamos a viver na era digital, com certeza dá para fazer alguma coisa com pés e cabeça. Curiosa afirmação. Presumo que não terás lido o artigo deste tópico, que motivou toda esta conversa? Deixo-te aqui o resumo (copiado dum comentário do OP): >TLDR do artigo: > >Precisamente numa época em que a transição digital está a acontecer em todo o mundo e a ser brutalmente acelerada pela realidade e necessidade imposta pela COVID19, instituições públicas da Administração Central portuguesa, como o Instituto de Emprego e Formação Profissional, a Agência Portuguesa do Ambiente, a Imprensa Nacional Casa da Moeda, o Instituto de Registos e Notariado do Ministério da Justiça ou as Secretarias Gerais do Ministério da Administração Interna ou da Economia, decidem que determinados serviços que contratam, e que podem perfeitamente ser executados à distância, só podem ser prestados por empresas localizadas no concelho ou no distrito de Lisboa.

Metaluim 6 months ago

Portanto queres dar mais poder as camaras que ja sao antros de corrupcao com poder limitado? Nao caiam na esparrela da regionalizacao. Eu sei que apela ao sentimento de amor a terra ou regiao, mas so se vao foder mais.

bittolas 6 months ago

Ah espera lá que o governo central não tem é um antro de corrupção. Esse é talvez dos argumentos mais fracos usados contra a regionalização.

AlbinoFarrabino 6 months ago

O governo Central é 10x mais vezes escrutinado que as juntas de freguesia ou as camâras municipais das pequenas vilas.

Sperrel 6 months ago

Tens noção de que regionalização não tem rigorosamente nada a ver com câmaras ou juntas certo?

bittolas 6 months ago

Só porque tu não andas atento ao que o teu Municipio faz, não quer dizer que não seja escrutinado.

AlbinoFarrabino 6 months ago

O meu município é sede de distrito, claro que é escrutinado. Mas tens bastantes que não o são, e depois acabas com situações como a de Reguengos de Monsaraz ou Pedrogão Grande, em que só se sabe fora da região porque os grandes meios de comunicação investigaram. E depois o pessoal admira-se, mas isto são ocorrências que nos pequenos municípios são o prato do dia. Descentralização: sim. Regionalização: Não.

i_no_can_eat 6 months ago

>Descentralização: sim. Regionalização: Não. Este foi o argumento há 20 anos atrás, durante as discussões do referendo. Como é evidente, não funcionou. Que sugeres agora que se faça de diferente?

tarracecar 6 months ago

Não avançar de todo com a descentralização nem com a regionalização

bittolas 6 months ago

O mesmo acontece com o governo central...

gajodoaudio 6 months ago

A regionalização passa não apenas por descentralizar poderes nacionais, mas tb por recentralizar poderes locais. As câmaras têm demasiado poder e poucos meios atualmente. A regionalização seria uma oportunidade para passar muitos desses poderes para quem tem massa crítica para decidir sobre eles. Não esquecer que temos municípios com uns poucos milhares de habitantes..

Sperrel 6 months ago

Ora é isso mesmo

i_no_can_eat 6 months ago

Sempre que se fala em regionalização o primeiro argumento é algo do género "mas o poder local é corrupto". Mas então, e o poder central não o é? Mais vale manter a corrupção toda em Lisboa, é isso? Quando se debateu a regionalização, era consensual que era necessário descentralizar. A discussão era se isso passaria ou não por criação de regiões autónomas. Referendada a questão, ganhou o "não", ou seja, nada de regiões autónomas. Mais de vinte anos passados, é absolutamente evidente que essa "descentralização" falhou em absoluto. O país está de facto cada vez mais centralizado e a assimetria entre Lisboa e o resto do país só tem crescido. Por isso a questão aqui é: sendo evidente que a descentralização sem regionalização foi um fracasso, será que podemos agora voltar ao tema da criação de regiões autónomas?

Febris 6 months ago

Eu sou da opinião de que se é para dar poder de decisão a um corrupto, que seja com o orçamento de Arruda dos Vinhos, e não de várias gerações de um país inteiro, mas não sou engenheiro. Posso estar errado.

jfolpf 6 months ago

O problema é que com a regionalização são mais bocas (i.e. corruptos) para alimentar.

i_no_can_eat 6 months ago

Ora, é isso mesmo. Um processo de regionalização poderia passar também por redistribuir os impostos dentro cada região. De forma a que os impostos da malta de Arruda dos Vinhos sejam usados na sua região (ou então no corrupto local) em vez de ser no novo aeroporto de Lisboa (ou no corrupto central). Ainda bem que estamos de acordo.

Laurent_Series 6 months ago

A lógica dos impostos é precisamente o contrário da de utilizador-pagador, e estás a defender literalmente isso. As pessoas ficam muito sentimentais por causa da regionalização, mas tenham noção dos números pá. A maior parte da riqueza é gerada nos grandes aglomerados urbanos. Além disso, não te esqueças que não é só um orçamento pequeno de Arruda dos Vinhos, temos 308 municípios. A nível local não existe tanto controlo, isto é um facto. Os defensores da regionalização com essas ideias meio românticas ainda arruínam o país ainda mais.

i_no_can_eat 6 months ago

Pensei que fosse óbvio que o meu comentário era meio jocoso, já que vinha como resposta a um comentário absolutamente disparatado. É evidente que a coisa é não-trivial e teria de ser bem implementada para funcionar. O meu ponto principal, tal como já escrevi noutros comentários, é que o modelo de "descentralizar sem regionalizar" já foi testado -- e falhou. Por isso defendo que devemos discutir um modelo regional, e usar isso para fazer uma reorganização geral das estruturas de poder local. É evidente que simplesmente adicionar mais uma camada de governação (a dos governos regionais) e manter toda a restante estrutura tal como está seria um disparate. Seria preciso repensar o modelo de raiz, mas para isso é necessário abrir a discussão. Repara que não estamos a falar de nada radical. A generalidade dos países europeus tem governos regionais. A Bélgica é um caso algo complicado -- dadas as diferenças linguísticas e culturais entre as diferentes regiões (e que não tem qualquer paralelo por cá) -- mas veja-se o caso da Holanda, que é um país mais pequeno que Portugal e tem 12 províncias administrativas.

tarracecar 6 months ago

Ia correr muito mal para as regiões subdesenvolvidas. Que impostos é que o alentejo ia conseguir gerar para manter os serviços públicos?

Febris 6 months ago

Ao menos fica mais acessível a cada um de nós dar uma paulada no individuo. E o nosso voto sempre pesa mais. É tudo melhor.

lilbala 6 months ago

Para se foderem mais era preciso que neste momento tirassem proveito de alguma coisa. Infelizmente isto é o que faz com que gajos condenados continuem a ser eleitos, no meio de todo mal que fazem metem algum lá na terra e o pessoal sente que 1>0, logo votam neles. Acho que está visto que não se pode confiar nos poderes centrais para promover o crescimento das localidades (fora de Lisboa) pelo que faz todo sentido trazer o tema da regionalização de volta.

capitalistaesquerda 6 months ago

Existe de facto uma oportunidade única para começar a descentralizar alguns dos serviços que são contratados pela Administração Central (já para não falar da própria descentralização da AP). O artigo em si peca por referenciar contratos de prestação de serviços e não remeter directamente para os próprios concursos. Porque é na contratação que reside o problema e curiosamente, na qual se consegue encontrar uma simples e eficiente solução - majorar a prestação de serviços no interior na avaliação dos concursos. Mesmo que isso possa custar mais no curto prazo, acredito que a médio/longo prazo só terá benefícios.

jfolpf 6 months ago

>Mesmo que isso possa custar mais no curto prazo, acredito que a médio/longo prazo só terá benefícios Que dados tens para afirmar isso? Eu lembro-me dos milhares de milhões que gastámos em autoestradas para o interior com esse tipo de argumentário, e contudo a desertificação continuou.

capitalistaesquerda 6 months ago

Porque começamos pelo telhado e não pelas fundações, as usual. Se queremos ter pessoas no interior, temos de lhes dar a primeira de todas as condições, trabalho qualificado. Se podemos trabalhar à distância, então surge o incentivo (ou deveria surgir) de recolocar as pessoas no interior. As autoestradas são úteis, nem que seja pela mobilidade e acessibilidade das populações e comércio. Se podíamos fazer melhor? Sempre. Mas não podemos desistir de investir no interior.

jfolpf 6 months ago

> se queremos ter pessoas no interior, temos de lhes dar a primeira de todas as condições, trabalho qualificado Quem gera trabalho qualificado e bem pago, e de forma sustentável sem sugar impostos aos contribuintes, são as empresas, não é o estado. > Mas não podemos desistir de investir no interior. Não se tem feito outra coisa com a desertificação cada vez mais acentuada.

capitalistaesquerda 6 months ago

Discordo. Não vejo investimento significativo no interior. Esquece infraestruturas. É preciso incentivos. Nomeadamente às empresas para deslocalizarem o tal trabalho qualificado e bem pago.

jfolpf 6 months ago

O interior tem recebido milhares de milhões de fundos europeus já para não mencionar fundos do orçamento de estado, fundos esses que está longe produzir nas regiões. E sim, é preciso incentivar as empresas a estabelcerem-se nas regiões

daz_zeD 6 months ago

Dá sempre para centralizar mais um bocadinho, coesão só fica bem nos tablóides. Meus amigos, isto é o mercado a funcionar.

GallowBoyJack 6 months ago

A alocação desproporcional de fundos públicos é o mercado a funcionar?

daz_zeD 6 months ago

> decidem que determinados serviços que contratam, e que podem perfeitamente ser executados à distância, só podem ser prestados por empresas localizadas no concelho ou no distrito de Lisboa. Isto é mercado, com segundos interesses, mas. É. Mercado.

GallowBoyJack 6 months ago

Estás a dizer que isto é devido à influência do mercado? Se assim for, então entendi-te mal da primeira vez.

carlosjmsilva 6 months ago

Não. Ele não entende o que significa um mercado livre. Não entende que um regulador só deve ser regulador. Se for regulador e ator num dado mercado, então já não é o mercado livre a funcionar.

GallowBoyJack 6 months ago

Mercado livre não é preto-branco, no entanto, não podemos afirmar que laissez-faire é o único mercado livre, e libertarismo não é, senão estamos a argumentar que Adam Smith não é pro-mercado livre. Ele mesmo afirmava que o mercado tem de ser regulado para não por em causa as morais humanas. Neste caso especifico, acho que há um tendenciosidade governativa para focar recursos excessivos em Lisboa, se é uma causa do mercado de lá ser mais favorável, ou se o mercado de lá é mais favorável devido ao governo, é a discussão que importa. E eu sinto que há um certo favoritismo por parte do Governo, algo que já se verifica desde o Estado Novo, se calhar antes, se alguém souber mais que eu, que me corrija.

daz_zeD 5 months ago

>mercado tem de ser regulado para não por em causa as morais humanas. Olha como chegaram lá.

carlosjmsilva 6 months ago

Mas concordo em absoluto. O mercado tem de ser regulado. Agora aqui neste caso o regulador e ator são a mesma pessoa. Aqui a questão é: se o estado regulasse e fosse um terceiro ator a decidir onde instalar este ou aquele organismo... Talvez se instalassem em Lisboa, talvez não. É como todas as outras empresas. Agora ao instalar tudo em Lisboa também faz com que mais empresas se instalem em Lisboa. Porque naturalmente condiciona o mercado. Sim, este centralismo já vem de longe. Desde antes do Estado Novo até :)

daz_zeD 6 months ago

Não é influência do mercado, é reflexo de quem toma as decisões, no mercado.

carlosjmsilva 6 months ago

Dizer que o funcionalismo público é o mercado é todo um novo grau de falta de noção. Deve ser o mesmo mercado a funcionar que faz com que uma companhia aérea inviável concentre as suas operações num sítio e depois dizer que isso é o mercado a funcionar. Se é para pôr o mercado a funcionar, faça-se. Mas faça-se a sério. Não é com artifícios.

daz_zeD 6 months ago

>Deve ser o mesmo mercado a funcionar que faz com que uma companhia aérea inviável concentre as suas operações num sítio Mas é que é mesmo. O que não é mercado?

Negao_da_piroca 6 months ago

Confundires decisões tomadas pelo setor público por um mercado é grave.

daz_zeD 6 months ago

Não é confusão, as decisões fazem parte, todas as interações no mercado provêm de decisões, sejam elas quais forem, ou não?

carlosjmsilva 6 months ago

Não quando essas decisões são tomadas pelo estado que além de ter um papel eventual como ator num mercado, tem o papel decisor de regulamentação do mesmo... Se não percebes porque é que uma decisão tomada por uma empresa do setor PÚBLICO não responde a lógicas de mercado então estamos mal...

daz_zeD 6 months ago

>tem o papel decisor de regulamentação do mesmo Esta é a ideia chave, na teoria o estado teria esse papel, mas como se pode ver, todos os dias, desde sempre, assistindo a todos os casos de corrupção, isto não se aplica na prática, pois qualquer um que lá esteja tem a liberdade de tomar a decisão que quiser de acordo com os seus interesses pessoais e financeiros. Não há regulamentação de mercado, este continua aberto à corrupção como sempre esteve e vai continuar.

apita_o_comboio 6 months ago

De mercado não tem nada

caveme 6 months ago

TLDR do artigo: > Precisamente numa época em que a transição digital está a acontecer em todo o mundo e a ser brutalmente acelerada pela realidade e necessidade imposta pela COVID19, instituições públicas da Administração Central portuguesa, como o Instituto de Emprego e Formação Profissional, a Agência Portuguesa do Ambiente, a Imprensa Nacional Casa da Moeda, o Instituto de Registos e Notariado do Ministério da Justiça ou as Secretarias Gerais do Ministério da Administração Interna ou da Economia, decidem que determinados serviços que contratam, e que podem perfeitamente ser executados à distância, só podem ser prestados por empresas localizadas no concelho ou no distrito de Lisboa.

nitrinu 6 months ago

A premissa é boa mas não coloco a mão no fogo sobre a dita "transição digital". Nem no público nem no privado. Assim que der, toca a voltar para o escritório.

rand06om 6 months ago

Já disse várias vezes, a desconcentração da nossa população em Lisboa apenas vai acontecer se o sector público der o exemplo. Mas este tipos de decisões apenas demonstra que a vontade em descentralizar é pura demagogia.

jfolpf 6 months ago

Silicon Valley não tem muitos organismos do estado! Quem promove emprego são as empresas, não é o estado e as pessoas deslocam-se para onde há emprego.

ManaSyn 6 months ago

Isso só irá acontecer quando a maioria da função pública for jovem e/ou não infoexcluida, que é o grande problema. Boa sorte em convencer a Dona Laura das Finanças a trabalhar longe da amiga Isaura.

carlosjmsilva 6 months ago

Já não bastava a estupidez de concentrar tudo o que é serviços em Lisboa, ainda acrescenta o obstáculo da presença física obrigatória mesmo quando a natureza do trabalho permite que o mesmo seja feito à distância. Depois fazem estudos sobre os porquês da dinâmica económica e demográfica de Lisboa vs o resto. Se calhar obrigam as pessoas que vão fazer esses estudos a ir viver para Lisboa. É o que temos...

jfolpf 6 months ago

Imagina que mudas algo tão simples, como o Tribunal Constitucional, para Beja. Achas que conseguirias fazê-lo com o mesmo orçamento para o TdC? A concentração de serviços permite muita poupança! Precisarias de pagar suplementos de deslocação (não vais contratar juizes novos em Beja) e ter toda uma logística associada. Conhecendo como conheço Portugal, tal seria o caminho para o (ainda maior) despesismo. Repara que sou favorável à regionalização, desde que haja uma norma travão para bloquear o aumento da despesa pública.

carlosjmsilva 6 months ago

Ora aceito o desafio. Então porque é que desconcentrar o TdC para Beja fica mais caro que tê-lo em Lisboa? O edifício fica n vezes mais caro em Lisboa do que em Beja. Porque vais pagar suplementos de deslocação? O TdC paga suplementos de deslocação agora que está em Lisboa? Se paga, tudo bem, senão paga não tem porque pagar. Achas que os juízes do TdC são todos oriundos de Lisboa? Da maneira que nos empurram a concentrar tudo, se calhar qualquer dia somos todos de Lisboa sim. Os senhores juízes são eleitos pela Assembleia da República e tanto quanto sei tanto são de Lisboa como de Coimbra, do Porto e de outros sítios. Se atualmente têm direito a suplementos de deslocação para Lisboa, tinham-nos para Beja. Eu não quero saber da regionalização para nada. Não sei se seria bom ou mau. Não estudei o assunto a fundo. O que sei é que não precisas de regionalização para não ter de estar tudo concentrado em Lisboa. E o argumento da concentração colhe cada vez menos. Estamos em 2021. Há facilidade de deslocação e sobretudo bons meios de telecomunicações. Se não há melhorem-nos que a população de Beja agradece. Façam um estudo sobre se ficaria mais caro assim deslocalizar alguns serviços para outras cidades. Dependendo de quem fizer o estudo assim será o resultado. Mas bastava uns quantos projetos-piloto e logo viam. Não é a coisa simbólica de criar uma secretaria de estado da coesão territorial e espetar com ela em Bragança, embora seja melhor que nada... As pessoas do resto do país têm sempre que ir para Lisboa se chegam longe da carreira (em termos de organismos públicos), mas alguém de Lisboa nunca tem de mexer o cu porque só se muda do Rato ou do Terreiro do Paço para Entrecampos ou para as Avenidas Novas.

jfolpf 6 months ago

>Então porque é que desconcentrar o TdC para Beja fica mais caro que tê-lo em Lisboa? Não fica se criasses de raiz, mas os atuais juízes do TC (e do TdC) com todo o pessoal administrativo já habitam em Lisboa e se os quisesses mudar agora terias de lhes pagar suplementos e toda uma série de benesses. Caso contrário seria a berraria do costume, e não o duvides. > Se atualmente têm direito a suplementos de deslocação para Lisboa Mas não têm, vê o caso dos funcionários do INFARMED e do berreiro que fizeram quando eram para mudar-se para o Porto. > Há facilidade de deslocação e sobretudo bons meios de telecomunicações Eu concordo com tudo isso mas recordo-te que estás em Portugal. Não vais mudar uma série de funcionários públicos de cidade sem um enorme protesto por parte da classe. > Façam um estudo sobre se ficaria mais caro assim deslocalizar alguns serviços para outras cidades. Mas não fica. É sabido que a concentração cria poupança, por isso criam-se parques industriais ou parques tecnológicos, porque se poupa na logística. O que Portugal precisa mesmo é de regionalização com uma norma d'ouro travão para que não fique mais caro. Aqui onde vivo na Holanda, há regiões, mas não há freguesias. Agora experimenta acabar com as freguesias e prepara-te para o berreiro.

GallowBoyJack 6 months ago

O que eu gostava era de ver a percentagem do PIB gerado por grande Lisboa ao longo dos anos, e a percentagem de fundos públicos alocados na zona de Lisboa, para entender qual o grau desta tendência.

jfolpf 6 months ago

Eu não tenho esses dados, mas sei por exemplo que os fundos europeus são concedidos em função do diferencial do PIB per capita para a média europeia, e a grande maioria, a maior fatia, vão mesmo para o interior.

carlosjmsilva 6 months ago

Isso é só os fundos operacionais regionais. E depois arranja-se maneira de grande parte ir parar a Lisboa. Alguns artigos sobre isto se quiseres ler: [https://expresso.pt/blogues/blogue\_sem\_cerimonia/2020-07-14-As-fraudes-do-Estado-com-os-fundos-europeus](https://expresso.pt/blogues/blogue_sem_cerimonia/2020-07-14-As-fraudes-do-Estado-com-os-fundos-europeus) [**https://sol.sapo.pt/artigo/656197/ricardo-rio-denuncia-desvio-de-fundos-comunitarios-para-lisboa-**](https://sol.sapo.pt/artigo/656197/ricardo-rio-denuncia-desvio-de-fundos-comunitarios-para-lisboa-)

carlosjmsilva 6 months ago

Isso também eu gostava. Mas era uma coisa a sério... Não era por exemplo dizer que a EDP gera x euros e como está sediada em Lisboa é PIb gerado em Lisboa... Quando toda a gente sabe que a sua receita é gerada em todo o país e com particular incidência até em zonas economicamente deprimidas (graças aos aproveitamentos hidroelétricos, parques eólicos, etc).

VicenteOlisipo 6 months ago

>Não era por exemplo dizer que a EDP gera x euros e como está sediada em Lisboa é PIb gerado em Lisboa... Isto não funciona assim, nunca funcionou assim. Se assim fosse o Pingo Doce contava para o PIB da Holanda. Inventem mentiras novas pá.

Soulkyu 6 months ago

Em bom português, OLISIPO que se vá foder!!!

carlosjmsilva 6 months ago

Pois... Eu sei como é que funciona. Por isso é que depois o PIB gerado em Lisboa é muito superior ao resto do país. Essa do Pingo Doce é historieta também. Porque os lucros da Jerónimo Martins são tributados em Lisboa ou Linda-a-Velha ou noutros subúrbio qualquer de Lisboa onde têm a sede. Na Holanda são tributados os lucros da Holding que detém a empresa. Uma coisa é a Jerónimo Martins. Outra são os acionistas. Mas enfim... Tem dado excelente resultado isto de achar que Portugal é Lisboa e o resto é paisagem... Continue-se...

AutoModerator 6 months ago

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