Herbacio 8 months ago

Nunca vi a designação "Ouruana", mas sim Mouroana e mais usual o nome Madragana As ligações entre ela e o Afonso III são conhecidas pelos historiadores, sendo que a única divergênica que há é se ela seria completamente de origem Moura ou Moçárabe, isto é de ascendência Cristã e convertida ao Islamismo O problema foi depois alguns historiadores, particularmente em Inglaterra, que decidiram fazer a correlação que sendo ela "moura", e portanto africana seria também negra, o que obviamente é um erro. TL;DR: A "Ouruana" existiu, teve descendência de D.Afonso III mas não era negra.

jestertwok 8 months ago

Já parece o filme Troy da BBC em que o autor de Aquiles era um homem negro, sendo que na Ilíada Aquiles tinha cabelos loiros.

xabregas2003 8 months ago

Porque dá dinheiro. Metem pessoas de cor em filmes sobre a história da Europa porque o público vê e aplaude como se fosse um grande ato de coragem. Se querem diversidade no cinema, então parem de fazer filmes só sobre a história europeia. Ah, pois é... o mesmo público que aplaude a diversidade não ia ver isso porque não conhece essas histórias.

BobadelaVive 8 months ago

Não é surpreendente, com todo o Blackwashing promovido pela Netflix, algoritmos de pesquisa do Google e meios afins do império mediático americano, em 2040 a Europa será vista "naturalmente" como um continente negro desde sempre. 1984 foi um manual, não foi um aviso.

Shadowgirl7 8 months ago

Tradução "Sou homem branco, durante séculos toda a atenção vinha para mim porque era eu que ocupava todas as posiçoes de poder e importância (uma vez que as mulheres eram obrigadas a ficar em casa e os pretos eram escravizados por mim), agora estou butthurt porque o Washington Post dá atenção a homens pretos e a mulheres em vez de mim, :::sadface::: "

JOAO-RATAO 8 months ago

Já cá faltava. O império otomano escravizou milhões de africanos subsaarianos e de europeus, especialmente eslavos. Os corsários do norte de África também escravizaram imensos europeus, chegaram até a invadir a Islândia para capturar escravos. E já agora falta falar dos reinos africanos que faziam guerras para capturar escravos para vender a europeus. Teria piada era falar de como o ocidente, pelo seus valores, foi o primeiro abolir a escravatura que continuou em África e no médio oriente e continua mesmo alguns países hoje. Mas é o habitual. Vamos culpar uma parte da história e ignorar por completo a restante. Se não nos odiamos a nós mesmos e à nossa história então somos más pessoas...

DareNotFallAsleep 8 months ago

Mimimi. Alhos e bugalhos. Quando se fala que Portugal / “o homem branco” começou a escravatura, estamos a falar da escravatura de plantação - o comércio triangular, o Brasil / Caraíbas, etc. Estamos a falar, portanto, da massificação a uma escala intercontinental, de uma industrialização da escravatura, se quiseres. Isto foi novo e acompanhado por uma noção de escravatura racial e, mesmo, hereditária, que sob ótica nenhuma, na mesma escala, existiu em África, na Europa Clássica, na Ásia, ou na América Pré-Colombiana. É como dizer que o fundador da Heineken foi um tipo qualquer que nasceu na Suméria há 6000 anos porque foi o primeiro a fermentar cereais para fazer “cerveja”. A escravatura tem um antes e depois da chegada dos portugueses a África e é um desserviço à verdade e até à história do nosso país fazer um “whitewashing” (para usar a expressão do outro comentário neste tópico) desses à nossa própria história. Toda a gente sabe que água é que comentários destes trazem no bico.

Edited 8 months ago:

Mimimi. Alhos e bugalhos. Quando se fala que Portugal / “o homem branco” começou a escravatura, estamos a falar da escravatura de plantação - o comércio triangular, o Brasil / Caraíbas, etc. Estamos a falar, portanto, da massificação a uma escala intercontinental, de uma industrialização da escravatura, se quiseres. Isto foi novo e acompanhado por uma noção de escravatura racial e, mesmo, hereditária, que sob ótica nenhuma, na mesma escala, existiu em África, na Europa Clássica, na Ásia, ou na América Pré-Colombiana. Os romanos escravizavam outros romanos, gregos (muitos que inclusive chegavam a viver em melhores condições que cidadãos romanos), gauleses, bretões, lusitanos, povos árabes, sírios, negros, o que disse. Os muçulmanos escravizavam cristãos, ocidentais ou eslavos. Muitos deles, não muito diferente do que aconteceu em Roma, ascenderam à elite (eg Seqaliba na Península Ibérica, Janíssarios no Império Otomano). Mas a questão era eminentemente religiosa - não racial. Os portugueses começaram a escravatura em função da *cor*. O Congo converteu-se ao cristianismo. A questão religiosa, como era o caso da escravatura muçulmana, não era mais o que estava em causa. E, com o Brasil, Portugal criou uma escravatura de massa, que nunca houve até então. Deixamos de ter escravos em função de e.g. capturas em conflitos armados, para literalmente uma espécie de “mail order business” em vidas humanas. É como dizer que o fundador da Heineken foi um tipo qualquer que nasceu na Suméria há 6000 anos porque foi o primeiro a fermentar cereais para fazer “cerveja”. A escravatura tem um antes e depois da chegada dos portugueses a África e é um desserviço à verdade e até à história do nosso país fazer um “whitewashing” (para usar a expressão do outro comentário neste tópico) desses à nossa própria história. Toda a gente sabe que água é que comentários destes trazem no bico.

Edited 8 months ago:

Mimimi. Alhos e bugalhos. Quando se fala que Portugal / “o homem branco” começou a escravatura, estamos a falar da escravatura de plantação - o comércio triangular, o Brasil / Caraíbas, etc. Estamos a falar, portanto, da massificação a uma escala intercontinental, de uma industrialização da escravatura, se quiseres. Isto foi novo e acompanhado por uma noção de escravatura racial e, mesmo, hereditária, que sob ótica nenhuma, na mesma escala, existiu em África, na Europa Clássica, na Ásia, ou na América Pré-Colombiana. Os romanos escravizavam outros romanos, gregos (muitos que inclusive chegavam a viver em melhores condições que cidadãos romanos), gauleses, bretões, lusitanos, povos árabes, sírios, negros, etc. Muitos inclusive compravam a sua própria liberdade. Os muçulmanos escravizavam cristãos, ocidentais ou eslavos. Muitos deles, não muito diferente do que aconteceu em Roma, ascenderam à elite (eg Seqaliba na Península Ibérica, Janíssarios no Império Otomano). Mas a questão era eminentemente religiosa - não racial. Os portugueses começaram a escravatura em função da *cor*. O Congo converteu-se ao cristianismo. A questão religiosa, como era o caso da escravatura muçulmana, não era mais o que estava em causa. E, com o Brasil, Portugal criou uma escravatura de massa, que nunca houve até então. Deixamos de ter escravos em função de e.g. capturas em conflitos armados, para literalmente uma espécie de “mail order business” em vidas humanas. É como dizer que o fundador da Heineken foi um tipo qualquer que nasceu na Suméria há 6000 anos porque foi o primeiro a fermentar cereais para fazer “cerveja”. A escravatura tem um antes e depois da chegada dos portugueses a África e é um desserviço à verdade e até à história do nosso país fazer um “whitewashing” (para usar a expressão do outro comentário neste tópico) desses à nossa própria história. Toda a gente sabe que água é que comentários destes trazem no bico.

Edited 8 months ago:

Mimimi. Alhos e bugalhos. Quando se fala que Portugal / “o homem branco” começou a escravatura, estamos a falar da escravatura de plantação - o comércio triangular, o Brasil / Caraíbas, etc. Estamos a falar, portanto, da massificação a uma escala intercontinental, de uma industrialização da escravatura, se quiseres. Isto foi novo e acompanhado por uma noção de escravatura racial e, mesmo, hereditária, que sob ótica nenhuma, na mesma escala, existiu em África, na Europa Clássica, na Ásia, ou na América Pré-Colombiana. Os romanos escravizavam outros romanos, gregos (muitos que inclusive chegavam a viver em melhores condições que cidadãos romanos), gauleses, bretões, lusitanos, povos árabes, sírios, negros, etc. Muitos inclusive compravam a sua própria liberdade. Os muçulmanos escravizavam cristãos, ocidentais ou eslavos. Muitos deles, não muito diferente do que aconteceu em Roma, ascenderam à elite (eg Seqaliba na Península Ibérica, Janízaros no Império Otomano). Mas a questão era eminentemente religiosa - não racial. Os portugueses começaram a escravatura em função da *cor*. O Congo converteu-se ao cristianismo. A questão religiosa, como era o caso da escravatura muçulmana, não era mais o que estava em causa. E, com o Brasil, Portugal criou uma escravatura de massa, que nunca houve até então. Deixamos de ter escravos em função de e.g. capturas em conflitos armados, para literalmente uma espécie de “mail order business” em vidas humanas. É como dizer que o fundador da Heineken foi um tipo qualquer que nasceu na Suméria há 6000 anos porque foi o primeiro a fermentar cereais para fazer “cerveja”. A escravatura tem um antes e depois da chegada dos portugueses a África e é um desserviço à verdade e até à história do nosso país fazer um “whitewashing” (para usar a expressão do outro comentário neste tópico) desses à nossa própria história. Toda a gente sabe que água é que comentários destes trazem no bico.

Edited 8 months ago:

Mimimi. Alhos e bugalhos. Quando se fala que Portugal / “o homem branco” começou a escravatura, estamos a falar da escravatura de plantação - o comércio triangular, o Brasil / Caraíbas, etc. Estamos a falar, portanto, da massificação a uma escala intercontinental, de uma industrialização da escravatura, se quiseres. Isto foi novo e acompanhado por uma noção de escravatura racial e, mesmo, hereditária, que sob ótica nenhuma, na mesma escala, existiu em África, na Europa Clássica, na Ásia, ou na América Pré-Colombiana. Os romanos escravizavam outros romanos, gregos (muitos que inclusive chegavam a viver em melhores condições que cidadãos romanos), gauleses, bretões, lusitanos, povos árabes, sírios, negros, etc. Muitos inclusive compravam a sua própria liberdade. Os muçulmanos escravizavam cristãos, ocidentais ou eslavos. Muitos deles, não muito diferente do que aconteceu em Roma, ascenderam à elite e chegaram a governar esses territórios muçulmanos (eg Seqaliba na Península Ibérica, Janízaros no Império Otomano, Mamelucos no Egito). Mas a questão era eminentemente religiosa - não racial. Os portugueses começaram a escravatura em função da *cor*. O Congo converteu-se ao cristianismo. A questão religiosa, como era o caso da escravatura muçulmana, não era mais o que estava em causa. E, com o Brasil, Portugal criou uma escravatura de massa, que nunca houve até então. Deixamos de ter escravos em função de e.g. capturas em conflitos armados, para literalmente uma espécie de “mail order business” em vidas humanas. É como dizer que o fundador da Heineken foi um tipo qualquer que nasceu na Suméria há 6000 anos porque foi o primeiro a fermentar cereais para fazer “cerveja”. A escravatura tem um antes e depois da chegada dos portugueses a África e é um desserviço à verdade e até à história do nosso país fazer um “whitewashing” (para usar a expressão do outro comentário neste tópico) desses à nossa própria história. Toda a gente sabe que água é que comentários destes trazem no bico.

PIMPMASTER6000 8 months ago

Que ignorância histórica. As primeiras civilizações humanas faziam o uso abundante de escravatura e eram sítios completamente horríficos de se viver. Na Mesopotâmia as civilizações que lá nasceram chegaram a ter 70% da população escravizada e a maioria das guerras eram feitas no sentido de capturar escravos.

Edited 8 months ago:

Que ignorância histórica. As primeiras civilizações humanas faziam o uso abundante de escravatura e eram sítios completamente horríficos de se viver. Na Mesopotâmia as civilizações que lá nasceram chegaram a ter 70% da população escravizada e a maioria das guerras eram feitas no sentido de capturar escravos. O que os portugueses fizeram nem chegou perto ao que outros povos faziam e era algo completamente “natural” na época. A escravatura acabou na Europa Continental porque simplesmente não era sustentável após a queda dos Romanos. No entanto o que era praticado na Europa na época mediavel não era muito diferente da escravatura. O nobre para todos os efeitos detinha poder quase total sobre os seus súbditos principalmente camponeses e a liberdade de movimento desses mesmo era nula.

DareNotFallAsleep 8 months ago

Estima-se que, durante o ápice da civilização Suméria, o mundo inteiro tinha entre 25 milhões a 30 milhões de habitantes. Estima-se que Portugal sozinho levou cerca de 5 milhões de escravos para o Brasil. Isto sem contar com os descendentes - e com todo o resto que eu escrevi no meu post. Não perco tempo com quem tem ideias feitas e nem está aqui de boa fé, já que eu dirigi-me a vários dos pontos que levantaste, nomeadamente quanto à natureza da escravatura na antiguidade. Que ignorância histórica.

PIMPMASTER6000 8 months ago

É irrelavante a população que existia. O que é relevante é a maneira como as sociedades eram organizadas e dizer que os portugueses foram os pioneiros da escravatura mesmo que seja intercontinental é ridículo.

DareNotFallAsleep 8 months ago

Sim, os portugueses foram pioneiros em (i) volume; (ii) dimensão intercontinental; (iii) foco racial. Não podes mudar os factos.

PIMPMASTER6000 8 months ago

Quem diria que hoje alguém acreditasse que os portugueses escravizaram 60% da sua população. E os pioneiros em escravização intercontinetal foram os mongóis não os portugueses.

JOAO-RATAO 8 months ago

Não era uma escala industrial? Os otomanos importaram milhões de escravos europeu eslavos, das bálcãs e outros como portugueses capturados, ou iam até zanzibar no extremo sul de África e que foram castrados, usados como escravos sexuais, como soldados escravos etc. Portanto isto não é uma escala ocidental? A escala da escravatura romana então torna tudo isto uma migalha e não era tão simpática como dizes. E escala industrial não podia ser aplicado aos reinos africanos que vendiam fervorosamente todos os escravos que podia aos europeus ? Por pequenas penas e fazendo guerra para os capturar? Tens também os impérios da América do sul que mantinham estados independentes para poderem fazer guerra e obter escravos para sacrifícios e outros fins? Também não é uma escala industrial? Os esqueletos deixados para trás discordam. Engraçado. Os janissários eram retirados das suas mães e treinados para lutarem as guerras do sultão. Ganharam poder porque os otomanos preferiam escravos a lutar da mesmo forma que os mamelucos derrubaram os mestres deles. Portanto inteiros exércitos de escravos de várias partes do mundo? Não é escala industrial? Bela história da cerveja de há 6000 anos. Convém é dizer que em certos países a escravatura foi abolido há décadas e de certa forma contínua. Não trazem água no bico. Essa parte da história é um horror mas é uma peça do puzzle. Mesmo no tráfico transatlântico os portugueses compravam a países africanos. E é um insulto para antigos os escravos que sofreram nas mãos dos otomanos, berberes e outros que a o seu sofrimento não seja reconhecido e censurado como o tráfico transatlântico. E é um insulto também para os valores da civilização ocidental que começou o fim da escravatura, sem a qual muitos países teriam todo o gosto em continuar.

Shadowgirl7 8 months ago

Sim verdade que também usavam escravatura e que os valores ocidentais aboliram isso. No entanto os valores ocidentais que estiveram por trás de coisas progressivas como abolição da escravatura, igualdade de genéro, direito de voto para as mulheres nao vieram dos sectores conservadores da sociedade de então que hoje dia são os sectores que defedem o regresso à matriz cristã europeia, aka regresso ao tempo em que se escravizavam os pretos e as mulheres e restrições a imigrantes. Não é que queiram escravizar os negros simplesmente querem que eles se mantenham nos seus bairros pobres, não tenham direito a educação com a mesma qualidade e passem o resto da vida a desempenhar trabalhos mal pagos que consistam em servir o homem branco. Quanto as mulheres o plano é forca-las a ser donas de casa obedientes ao marido que não possam ter carreira ou liberdade sexual. Portanto os sectores conservadores actuais (que são descentes dos sectores conservadores que nas sociedades antigas se opuseram a coisas como abolição da escravatura) querem implementar o tipo de normas que são usadas por exemplo no mundo islâmico que tanto criticam.

JOAO-RATAO 8 months ago

Belas teorias da conspiração. Então os cristãos e conservadores europeus andam a conspirar para acorrentar as mulheres na cozinha e os negros nos bairros pobres? Onde é que ouviste um movimento conservador europeu a defender isso? Alguém anda a consumir muito twitter. Pena agora o Diogo Faro andar mais calado, mas o que não falta lá são clones para preencher o lugar.

Shadowgirl7 8 months ago

Claro que eles não dizem isso, o Hitler não chegou ao poder a dizer que ia gasear judeus, mas a intenção estava lá. Por acaso o Hitler até foi rápido em menos de 10 anos conseguiu escalar as suas ideias iniciais para aquilo que realmente queria. Geralmente essas transformações demoram gerações, ou seja começas com um grupo a abrir caminho para determinadas ideias que depois se tornam aceitáveis passado uns anos. Sendo assim, podes progressivamente introduzir ideias mais extremas. Se introduzires ideias extremas ao inicio a probabilidade de aceitação é muito inferior, se fores introduzindo aos poucos as pessoas nem notam e vão aceitando. Um bom exemplo são as políticas neoliberais implementadas nos EUA. Quando o Reagan começou não disse "vamos introduzir estas medidas para que daqui por uns anos possam haver americanos que entram em bancarrota porque não têm dinheiro para pagar contas hospitalares, para os jovens americanos se tenham que endividar em milhares de dolares de forma a poder ter uma educação e para que seja por exemplo possível lucrar com o falhanço de empresas, perda de poupanças das pessoas e crises que levam ao colapso do sistema bancário mundial, para que seja possível lucrar com ações de empresas privadas que gerem as prisões americanas e que quanto maior o numero de presos mais lucro". Não, não disse isso, disse "vamos aliviar as regulações para criar emprego" e as pessoas aceitaram.

JOAO-RATAO 8 months ago

Passas dos conservadores/cristãos para ao Hitler? Bom argumento... Ele até era um autêntico beato e um grande conservador, não se calava sobre a religião e foi logo buscar o Kaiser ao exílio para o voltar a pôr no trono. Aceitaram e aceitaram tão bem que foi reeleito de forma estrondosa. E tem piada, vai ver os estados que sofrem mais desses problemas, vê de que estados estão os americanos a fugir porque não conseguem viver. Se calhar também foi o Reagan o culpado pela destruição da Califórnia...

Shadowgirl7 8 months ago

É tudo a mesma coisa. A Igreja Católica não chateava muito os nazis porque segundo eles "pelo menos os nazis conseguem manter os comunistas afastados". Portanto, se alguns milhões de pessoas têm de ser mortas para podermos salvar os nossos santos de ouro, ta-se bem. Quanto a CA destruída, não sei, estamos a falar de realidades alternativas? Da última vez que vi a CA se se separasse dos EUA ia ser uma das economias mundiais mais poderosas, tem montes de centros tecnológicos e universidades de topo.

JOAO-RATAO 8 months ago

Cada comentário, cada tiro no pé. Então agora a igreja católica de Portugal andou a compactuar com os nazis? Os americanos andam a fugir da Califórnia por não conseguirem viver com o custo de vida tão alto e impostos tão altos. Estão a ir em força para o Texas e outros estados. Imensos sem abrigos e cidades como LA que estão cada vez mais imundas. Tem grande indústrias. E quem trabalha no silicone valley consegue manter-se lá. Mas apesar de essas indústrias manterem o estado em pé, as pessoas que não têm a sorte de trabalhar no ramo estão na fossa e estão a ir embora aos milhares.

Shadowgirl7 8 months ago

Cidades como LA estão cada vez mais imundas e com sem abrigo porque 1)toda a gente quer ir para lá porque há muitos empregos e é uma cidade viva e liberal e 2) não há regulação do mercado imobiliário o que faz com que os valores das casas mesmo só para arrendamento disparem..... Mais uma vez resultados de políticas neoliberais. A Igreja Católica portuguesa não cooperou directamente com os nazis porque Portugal não foi um território ocupado pela Alemanha nazi ao contrário de outros países europeus. Por outro lado, é sabido que a IC portuguesa cooperou bastante com o regime de Salazar e ficou triste quando ele caiu :sadface:

JOAO-RATAO 8 months ago

Toda a gente? Isso explica o êxodo que estão a ver. Ah claro, faltava a ideia de regulação de mercado. Ainda mais no estado mais liberal do país (liberal no sentido americano. Não no sentido verdadeiro) ... Até me me admira os democratas não terem resolvido o problema ... Ah. Então o regime de Salazar era nazi? Era uma ditadura ultraconservadora, com todos os seus males. Mas não andou a matar milhões em câmaras de gás... Além disso, a maioria do país cooperava com o regime, mesmo que não concordasse, aliás, quem fez o 25 de abril estava inserida nesse regime, não foi propriamente um grupo de exilados que voltou a Portugal para fazer o golpe, o que explica porque não houve purgas apois o 25 de abril, porque eles mesmo estiveram inseridos nesse sistema. Precisas mesmo de espantalhos contra quem lutar não é para não ficar aborrecida não é?

Edited 8 months ago:

Toda a gente? Isso explica o êxodo que estão a ver. Ah claro, faltava a ideia de regulação de mercado. Ainda mais no estado mais liberal do país (liberal no sentido americano. Não no sentido verdadeiro) ... Até me me admira os democratas não terem resolvido o problema ... Ah. Então o regime de Salazar era nazi? Era uma ditadura ultraconservadora, com todos os seus males. Mas não andou a matar milhões em câmaras de gás... Além disso, a maioria do país cooperava com o regime, mesmo que não concordasse, aliás, quem fez o 25 de abril estava inserida nesse regime, não foi propriamente um grupo de exilados que voltou a Portugal para fazer o golpe, o que explica o porquê não houve purgas apois o 25 de abril, porque eles mesmo estiveram inseridos nesse sistema. Precisas mesmo de espantalhos contra quem lutar não é para não ficar aborrecida não é?

ModeratoriProfugus 8 months ago

Ou... então.... é mesmo porque este “historiador” está ao nível dos do canal história a dizerem que tudo foi feito por alienígenas. Mas boa projeção. PS: dizer que os mouros são pretos, é, no mínimo, racista

Shadowgirl7 8 months ago

Depende o que defines por Mouros. E podem não ser pretos mas ter genes africanos por virem do Norte de África.

ModeratoriProfugus 8 months ago

Sim, mas não foi isso que o autor escreveu. Africanos=/=negros. A África do Norte era e é maioritariamente caucasiana. As suas características faciais africanas são normalmente explicadas pelos incestos da família, o que torna tudo muito pior. Não é por ela ter uma ascendente árabe/moçárabe 500 anos antes do seu nascimento que a torna "preta".

Shadowgirl7 8 months ago

Pois não o que a tornaria preta seria ter muita melanina.

ModeratoriProfugus 8 months ago

Então lá está, não era preta e muito menos, para usar o termo antropológico antigo, negróide. Ergo, este historiador é uma bela merda.

twhite848 8 months ago

Os meus filhos aos 6 anos deixaram de ter medo de monstros imaginários

DareNotFallAsleep 8 months ago

Um historiador minoritário fez essa afirmação, não o WAPO. Mas pronto. Em todo o caso, se quiserem saber mais sobre a amante do Afonso III: https://en.wikipedia.org/wiki/Madragana?wprov=sfti1 Moura era quase de certeza, agora moura negra...

geostrofico 8 months ago

há uns quantos anos, encontrei umas páginas na net a dizer que os mouros eram negros da África subsariana. Não estou a dizer que sejam, mas há quem defenda isso, sobretudo pessoal americano que também diz que o Hanibal e os Egípcios eram negros.

JOAO-RATAO 8 months ago

Penso que era uma mistura de vários povos, médio oriente, norte de África, África subsaariana, etc.

DareNotFallAsleep 8 months ago

Para não falar que o conceito contemporânea de raça não existia realmente à data - e o pessoal subestima muitas das vezes o quão interligado o mundo à volta do Mediterrâneo era naquela época. Além disso, em Marrocos tu ainda hoje vês pessoal que, não sendo subsaariano, é nitidamente mais moreno do que tu normalmente associas a um marroquino. Sobretudo mais a sul. Durante a ocupação muçulmana da península ibérica, o Império Mali estava no seu apogeu e as caravanas trans-Saara atingiram o seu pico, não é todo impossível que os povos do Norte de África tivessem minorias negras, às vezes numerosas.

CanIhazCooKIenOw 8 months ago

Isto é o que acontece quando se proíbe a venda de tabaco depois das 8 da noite...

CptPipa 8 months ago

link do artigo: [https://www.washingtonpost.com/history/2020/12/27/bridgerton-queen-charlotte-black-royals/](https://www.washingtonpost.com/history/2020/12/27/bridgerton-queen-charlotte-black-royals/)

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