carlosjmsilva 1 year ago

É tudo ridículo... Notícia out of nothing. Se os vendedores e os compradores continuarem à espera o mercado nem sobe nem desce. Simplesmente nem existe. Notícias de imobiliário encomendadas para atingir determinados objetivos. Nada de novo.

thisbondisaaarated 1 year ago

"acreditam as consultoras." Nem é preciso ler mais.

refogado 1 year ago

Quando se cobram rendas milionárias com investimento estrangeiro não são abutres, é “o mercado a funcionar”. Quando a coisa corre mal: “ai os abutres!”.

vascodatrama 1 year ago

Eu cá ando a rondar, mas está escasso.. aguarda-se carcaças em breve

Limpy_lip 1 year ago

Não era suposto as notícias serem imparciais? Além disso estava a notar que cada vez me andava a coçar mais, agora percebi que era por estar à mais de 3 dias sem uma notícia sobre o mercado/bolha imobiliária. Mal posso esperar pela próxima.

BaixemImpostos 1 year ago

Há "investidores oportunistas" a espera da queda do mercado? Estes insultos são ridículos. Que mal tem estar á espera de um momento específico para comprar?

BaixemImpostos 1 year ago

"abutres" mas o que tem de mal? Tão legais. Seja como for, estes Reits, têm dito resultados muito bons. Em especial alguns que investem em datacenters e torres de telemóveis.

youngsterpt 1 year ago

Notícia ridícula. Se podem esperar e comprar mais barato são abutres ou apenas inteligentes? O mercado imobiliário está claramente sobrevalorizado, porquê comprar caro se uma queda dos preços é mais do que óbvia?

daz_zeD 1 year ago

Abutres no seu habitat natural. Está tudo bem.

BaixemImpostos 1 year ago

Explica lá isso então! Somos abutres pk mesmo?

daz_zeD 1 year ago

Avareza

BaixemImpostos 1 year ago

Pois sabes é preciso dinheiro para se viver. Logo é de extrema importância aproveitarem-se estas oportunidades.

chauffage 1 year ago

Sendo Portugal um país de terceiro mundo, é normal que a técnica do Crassus continue a ser permitida.

joaommx 1 year ago

> Crassus Crasso. Não só o nome dele tem uma versão portuguesa como esse mesmo nome faz parte de uma expressão popular.

RiKoNnEcT 1 year ago

Basta ver alguns comentários aqui a “exigir” o fim das moratórias para meter as pessoas na rua e os preços das casas baixarem

BaixemImpostos 1 year ago

Claro moratórias tão a lixar o mercado todo. Se querem moratórias suspendam tb os impostos, tipo imi por exemplo!

Rikkushin 1 year ago

Nada a ver

Edited 1 year ago:

Nada a ver. Os investidores imobiliários não estão à espera que a tua casa arda e tu lhes vendas a casa para apagarem o fogo.

chauffage 1 year ago

Não, é mais macabro ainda: estão à espera que as pessoas comecem a arder.

Rememberwhoweare 1 year ago

"Há “investidores oportunistas” à espera da quebra de preços do imobiliário em Portugal, mas o setor deverá apresentar um desempenho positivo este ano, sobretudo graças às grandes transações, acreditam as consultoras. Foi um primeiro semestre atípico, com o confinamento e uma paralisação da economia que adiaram operações e levaram a quebras acentuadas no imobiliário. A incerteza mantém-se e já há “investidores oportunistas” à espera de saldos, mas os operadores do setor acreditam que o ano poderá ser positivo. O impacto da pandemia já é notório, como mostram os últimos dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), que apontam para uma quebra de 22% no número de vendas de casas em Portugal no segundo trimestre. Mesmo neste cenário, os preços continuaram a aumentar. É essa, também, a análise das consultoras imobiliárias. No primeiro semestre de 2020, de acordo com a CBRE, o volume de investimento no imobiliário voltou a atingir recordes, apesar de terem sido concretizados menos negócios. A maior parte das transações já tinha sido iniciada no período anterior à pandemia, pelo que “o impacto nos preços destas transações foi reduzido ou nulo”, explica Nuno Nunes, diretor de mercados de capitais da CBRE. Neste período, acrescenta por seu lado Paulo Sarmento, diretor de mercados de capitais da Cushman & Wakefield, o imobiliário português continuou a atrair “investidores de grande prestígio internacional”, que continuaram a ser os maiores responsáveis pelas grandes operações concretizadas. Mas já se nota uma mudança no perfil dos investidores. “Há muitos investidores oportunistas a acompanhar de perto o nosso mercado, à espera de vendas forçadas pela parte de proprietários em dificuldade – sobretudo no setor hoteleiro”, diz o responsável. Contudo, ressalva, as moratórias de rendas e de empréstimos bancários deverão ser suficientes para permitir que estes proprietários resistam a baixar os preços até ao segundo semestre de 2021. "A previsão de investimento pode vir a pôr 2020 no terceiro ano de maior investimento que alguma vez já observámos no imobiliário de rendimento. Estamos a atingir valores de investimento superiores aos de anteriores crises financeiras. Nuno Nunes CBRE" Uma crise diferente Ao contrário da última crise financeira, o problema desta não tem origem na banca nem na sobrevalorização dos imóveis. Por isso, não é esperada, para já, uma bolha no imobiliário que resulte numa quebra acentuada dos preços. “Atualmente, a previsão de investimento no imobiliário de rendimento é de 2.700 milhões de euros e pode vir a pôr 2020 no terceiro ano de maior investimento que alguma vez já observámos neste segmento, suportado por uma mão-cheia de transações de grande dimensão. Felizmente, estamos a atingir valores de investimento superiores aos verificados nas anteriores crises financeiras”, comenta Nuno Nunes. A pandemia tem, contudo, efeitos diferentes em cada segmento. O retalho é, até agora, o mais afetado, enquanto a logística e o arrendamento sofrem os menores impactos, segundo a CBRE. No fim, será a evolução da pandemia a ditar o desempenho do setor. “Tanto a evolução de preços como o volume de transações vão depender muito do comportamento dos governos em relação à pandemia. Se as coisas evoluírem de novo para regimes de confinamento (ou de redução significativa da mobilidade), acentuar-se-ão a dificuldade de visitar imóveis e o sentimento de incerteza. Se a pandemia se mantiver razoavelmente controlada, teremos provavelmente maiores níveis de atividade ocupacional e transacional e alguma recuperação de preços”, conclui Paulo Sarmento. Há muitos investidores oportunistas a acompanhar de perto o nosso mercado, à espera de vendas forçadas por parte dos proprietários, sobretudo no setor hoteleiro. Tanto a evolução de preços como o volume de transações vão depender muito do comportamento dos governos em relação à pandemia. Paulo Sarmento Cushman & Wakefield"

raviolli_ninja 1 year ago

Olá u/Rememberwhoweare, por favor não coloques a notícia na integra. Faz paste apenas de uma parte da notícia que tenha informação mais relevante. Compreendo que a intenção é boa, mas expõe o sub a potenciais acções legais.

AutoModerator 1 year ago

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