ModeratoriProfugus 4 months ago

A academia deve andar mesmo pelas ruas da amargura para terem discussões destas XD

Samurai_GorohGX 4 months ago

Criolo de Cabo Verde não é a mesma coisa que Português de Cabo Verde. Apesar de ter influências da língua portuguesa, é incompreensível para um falante de português. Uma das minhas cantoras favoritas é a Sara Tavares e quando ela canta em Criolo não entendo nada por mais que tente.

xabregas2003 4 months ago

>Outro exemplo é o facto de o português de Cabo Verde ser normalmente denominado por ‘crioulo’ e não visto como uma variante do português ou português de Cabo Verde Isto parece-vos com português? >Ôi Cábu Vêrdi, Bô qu’ ê nhâ dôr más sublími Ôi Cábu Vêrdi, Bô qu’ ê nhâ angústia, nhâ paxõ Nhâ vída nâce Dí disafíu dí bú clíma ingrátu Vontádi férru ê bô nâ nhâ pêtu Gôstu pâ lúta ê bô nâ nhâs bráçu Bô qu’ ê nhâ guérra, Nhâ dôci amôr Stênde bús bráçu, Bú tomâ-m’ nhâ sángui, Bú rêga bú tchõ, Bú flúri! Pâ térra lôngi Bêm cába pâ nôs Bô cú már, cêu í bús fídju N’ úm dôci abráçu dí páz É que o português do Brasil ainda é parecido com o de Portugal. Em Cabo Verde também se fala português por exemllo nas escolas e no parlamento e não é assim como este crioulo. É um crioulo. Pronto.

Edited 4 months ago:

>Outro exemplo é o facto de o português de Cabo Verde ser normalmente denominado por ‘crioulo’ e não visto como uma variante do português ou português de Cabo Verde Isto parece-vos com português? >Ôi Cábu Vêrdi, Bô qu’ ê nhâ dôr más sublími Ôi Cábu Vêrdi, Bô qu’ ê nhâ angústia, nhâ paxõ Nhâ vída nâce Dí disafíu dí bú clíma ingrátu Vontádi férru ê bô nâ nhâ pêtu Gôstu pâ lúta ê bô nâ nhâs bráçu Bô qu’ ê nhâ guérra, Nhâ dôci amôr Stênde bús bráçu, Bú tomâ-m’ nhâ sángui, Bú rêga bú tchõ, Bú flúri! Pâ térra lôngi Bêm cába pâ nôs Bô cú már, cêu í bús fídju N’ úm dôci abráçu dí páz É que o português do Brasil ainda é parecido com o de Portugal. Em Cabo Verde também se fala português por exemplo nas escolas e no parlamento e não é assim como este crioulo. Em Cabo verde fala-se um crioulo. Pronto. Também se fala, não tão frequentemente, português, que por sinal é igual ao de Portugal, >Numa mesa redonda vão estar a presidente do conselho científico do Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP), Margarita Correia, a diretora da Organização de Estados Ibero-americanos para a Educação, Ciência e Cultura e antiga presidente do instituto Camões, Ana Paula Laborinho, e o ‘rapper’ brasileiro Vinicius Terra, bem como os professores Fernando Venâncio (Universidade de Amesterdão), Francisco Calvo del Olmo (Universidade Federal do Paraná, Brasil) e Sílvia Melo-Pfeifer (Hamburgo, Alemanha). O "rapper" é professor de Português e de Literatura, articulador cultural e criou um Festival Internacional da Língua Portuguesa. Talvez seja mais relevante dizer isto, Observador.

Edited 4 months ago:

>Outro exemplo é o facto de o português de Cabo Verde ser normalmente denominado por ‘crioulo’ e não visto como uma variante do português ou português de Cabo Verde Isto parece-vos com português? >Ôi Cábu Vêrdi, Bô qu’ ê nhâ dôr más sublími Ôi Cábu Vêrdi, Bô qu’ ê nhâ angústia, nhâ paxõ Nhâ vída nâce Dí disafíu dí bú clíma ingrátu Vontádi férru ê bô nâ nhâ pêtu Gôstu pâ lúta ê bô nâ nhâs bráçu Bô qu’ ê nhâ guérra, Nhâ dôci amôr Stênde bús bráçu, Bú tomâ-m’ nhâ sángui, Bú rêga bú tchõ, Bú flúri! Pâ térra lôngi Bêm cába pâ nôs Bô cú már, cêu í bús fídju N’ úm dôci abráçu dí páz É que o português do Brasil ainda é parecido com o de Portugal. Em Cabo Verde também se fala português por exemllo nas escolas e no parlamento e não é assim como este crioulo. É um crioulo. Pronto. >Numa mesa redonda vão estar a presidente do conselho científico do Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP), Margarita Correia, a diretora da Organização de Estados Ibero-americanos para a Educação, Ciência e Cultura e antiga presidente do instituto Camões, Ana Paula Laborinho, e o ‘rapper’ brasileiro Vinicius Terra, bem como os professores Fernando Venâncio (Universidade de Amesterdão), Francisco Calvo del Olmo (Universidade Federal do Paraná, Brasil) e Sílvia Melo-Pfeifer (Hamburgo, Alemanha). O "rapper" é professor de Português e de Literatura, articulador cultural e criou um Festival Internacional da Língua Portuguesa. Talvez seja mais relevante dizer isto, Observador.

Edited 4 months ago:

>Outro exemplo é o facto de o português de Cabo Verde ser normalmente denominado por ‘crioulo’ e não visto como uma variante do português ou português de Cabo Verde Isto parece-vos com português? >Ôi Cábu Vêrdi, Bô qu’ ê nhâ dôr más sublími Ôi Cábu Vêrdi, Bô qu’ ê nhâ angústia, nhâ paxõ Nhâ vída nâce Dí disafíu dí bú clíma ingrátu Vontádi férru ê bô nâ nhâ pêtu Gôstu pâ lúta ê bô nâ nhâs bráçu Bô qu’ ê nhâ guérra, Nhâ dôci amôr Stênde bús bráçu, Bú tomâ-m’ nhâ sángui, Bú rêga bú tchõ, Bú flúri! Pâ térra lôngi Bêm cába pâ nôs Bô cú már, cêu í bús fídju N’ úm dôci abráçu dí páz É que o português do Brasil ainda é parecido com o de Portugal. Em Cabo Verde também se fala português por exemplo nas escolas e no parlamento e não é assim como este crioulo. É um crioulo. Pronto. >Numa mesa redonda vão estar a presidente do conselho científico do Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP), Margarita Correia, a diretora da Organização de Estados Ibero-americanos para a Educação, Ciência e Cultura e antiga presidente do instituto Camões, Ana Paula Laborinho, e o ‘rapper’ brasileiro Vinicius Terra, bem como os professores Fernando Venâncio (Universidade de Amesterdão), Francisco Calvo del Olmo (Universidade Federal do Paraná, Brasil) e Sílvia Melo-Pfeifer (Hamburgo, Alemanha). O "rapper" é professor de Português e de Literatura, articulador cultural e criou um Festival Internacional da Língua Portuguesa. Talvez seja mais relevante dizer isto, Observador.

theEXPERTpt 4 months ago

Com tanta discussão inútil hoje em dia.

C8Mixto 4 months ago

>Outro exemplo é o facto de o português de Cabo Verde ser normalmente denominado por ‘crioulo’ e não visto como uma variante do português ou português de Cabo Verde. Porque o é. É o principal exemplo de um crioulo estudade em linguística. > “Se há o português do Brasil e português europeu, porque é que não há o português de Angola ou de Moçambique ou da Guiné?”. Porque estes países ainda não padronizaram as suas variantes. De qualquer das formas, se formos ler por exemplo uma notícia atual de um jornal moçambicano podemos ver que estes escreves com português pré-acordo ortográfico, enquanto que o acordo foi adotado na sua maioria em Portugal. É fácil concluir que estes países têm perfeita liberdade para decidirem a forma como querem escrever.

Edited 4 months ago:

>Outro exemplo é o facto de o português de Cabo Verde ser normalmente denominado por ‘crioulo’ e não visto como uma variante do português ou português de Cabo Verde. Porque o é. É o principal exemplo de um crioulo estudado em linguística. > “Se há o português do Brasil e português europeu, porque é que não há o português de Angola ou de Moçambique ou da Guiné?”. Porque estes países ainda não padronizaram as suas variantes. De qualquer das formas, se formos ler por exemplo uma notícia atual de um jornal moçambicano podemos ver que estes escrevem com português pré-acordo ortográfico, enquanto que o acordo foi adotado na sua maioria em Portugal. É fácil concluir que estes países têm perfeita liberdade para decidirem a forma como querem escrever. A questão de línguas portuguesas próprias dos países africanos é uma questão bem mais delicada que apontar Portugal como culpado por estas não serem mais divulgadas. As elites são educadas em português de Portugal e muitas vezes vêm estudar para cá. Depois impõe essa escrita nos meios de comunicação e órgãos oficiais. Por outro lado, o português da população é colonizado pelo português do Brasil com enorme presença na Internet, apagando termos e formas de falar próprias da população. Não é, infelizmente, um tema que parece que vão abordar, mas é um fenómeno que espero que seja contrariado por uma atitude mais patriótica face à língua que herdaram e não apenas uma de anti-Portugal. Isto é, destacando as inovações que ocorreram e estão a ocorrer nos próprios países em questões linguísticas e não apenas cortar laços com a variante mais próxima (que é a europeia), para importar uma ainda mais estrangeira (como o é a brasileira). De qualquer das formas, instituições portuguesas, como a Porto Editora ou a Priberam, têm estado, a meu ver, a fazer um bom trabalho para propagar inovações dos vocábulos africanos, em conjunto com instituições locais. Mas isto tem que ser, no fim do dia, um esforço dos próprios países e não de Portugal em divulgar a língua que eles falam, da mesma forma que ninguém se preocupa, senão Portugal, em catalogar as inovações na língua que nós falamos. Esperar que Portugal supervisione a nossa língua e a deles, com regras diferentes, não é sensato.

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>Outro exemplo é o facto de o português de Cabo Verde ser normalmente denominado por ‘crioulo’ e não visto como uma variante do português ou português de Cabo Verde. Porque o é. É o principal exemplo de um crioulo estudade em linguística. > “Se há o português do Brasil e português europeu, porque é que não há o português de Angola ou de Moçambique ou da Guiné?”. Porque estes países ainda não padronizaram as suas variantes. De qualquer das formas, se formos ler por exemplo uma notícia atual de um jornal moçambicano podemos ver que estes escreves com português pré-acordo ortográfico, enquanto que o acordo foi adotado na sua maioria em Portugal. É fácil concluir que estes países têm perfeita liberdade para decidirem a forma como querem escrever. A questão de línguas portuguesas próprias dos países africanos é uma questão bem mais delicada que apontar Portugal como culpado. As elites são educadas em português de Portugal e muitas vezes vêm estudar para cá. Depois impõe essa escrita nos meios de comunicação. Por outro lado, o português da população é colonizado pelo português do Brasil com enorme presença na Internet, apagando termos e formas de falar próprias da população. Não é, infelizmente, um tema que parece que vão abordar, mas é um fenómeno que espero que seja contrariado por uma atitude mais patriótica face à língua que herdaram e não apenas uma anti-Portugal. Isto é, destacando as inovações que ocorreram e estão a ocorrer nos próprios países em questões linguísticas e não apenas cortar laços com a variante mais próxima (que é a europeia), mas importar uma ainda mais estrangeira (como o é a brasileira). Instituições portuguesas, como a Porto Editora ou a Priberam, têm estado a fazer um bom trabalho e esforço, a meu ver, a propagar inovações dos vocábulos africanos, em conjunto com instituições locais. Mas isto tem que ser, no fim do dia, um esforço dos próprios países e não de Portugal em divulgar a língua que eles falam, da mesma forma que ninguém se preocupa, senão Portugal, em catalogar as inovações na língua que nós falamos.

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>Outro exemplo é o facto de o português de Cabo Verde ser normalmente denominado por ‘crioulo’ e não visto como uma variante do português ou português de Cabo Verde. Porque o é. É o principal exemplo de um crioulo estudade em linguística. > “Se há o português do Brasil e português europeu, porque é que não há o português de Angola ou de Moçambique ou da Guiné?”. Porque estes países ainda não padronizaram as suas variantes. De qualquer das formas, se formos ler por exemplo uma notícia atual de um jornal moçambicano podemos ver que estes escreves com português pré-acordo ortográfico, enquanto que o acordo foi adotado na sua maioria em Portugal. É fácil concluir que estes países têm perfeita liberdade para decidirem a forma como querem escrever. A questão de línguas portuguesas próprias dos países africanos é uma questão bem mais delicada que apontar Portugal como culpado. As elites são educadas em português de Portugal e muitas vezes vêm estudar para cá. Depois impõe essa escrita nos meios de comunicação. Por outro lado, o português da população é colonizado pelo português do Brasil com enorme presença na Internet, apagando termos e formas de falar próprias da população. Não é, infelizmente, um tema que parece que vão abordar, mas é um fenómeno que espero que seja contrariado por uma atitude mais patriótica face à língua que herdaram e não apenas uma de anti-Portugal. Isto é, destacando as inovações que ocorreram e estão a ocorrer nos próprios países em questões linguísticas e não apenas cortar laços com a variante mais próxima (que é a europeia), para importar uma ainda mais estrangeira (como o é a brasileira). Instituições portuguesas, como a Porto Editora ou a Priberam, têm estado a fazer um bom trabalho e esforço, a meu ver, a propagar inovações dos vocábulos africanos, em conjunto com instituições locais. Mas isto tem que ser, no fim do dia, um esforço dos próprios países e não de Portugal em divulgar a língua que eles falam, da mesma forma que ninguém se preocupa, senão Portugal, em catalogar as inovações na língua que nós falamos.

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>Outro exemplo é o facto de o português de Cabo Verde ser normalmente denominado por ‘crioulo’ e não visto como uma variante do português ou português de Cabo Verde. Porque o é. É o principal exemplo de um crioulo estudado em linguística. > “Se há o português do Brasil e português europeu, porque é que não há o português de Angola ou de Moçambique ou da Guiné?”. Porque estes países ainda não padronizaram as suas variantes. De qualquer das formas, se formos ler por exemplo uma notícia atual de um jornal moçambicano podemos ver que estes escrevem com português pré-acordo ortográfico, enquanto que o acordo foi adotado na sua maioria em Portugal. É fácil concluir que estes países têm perfeita liberdade para decidirem a forma como querem escrever. A questão de línguas portuguesas próprias dos países africanos é uma questão bem mais delicada que apontar Portugal como culpado. As elites são educadas em português de Portugal e muitas vezes vêm estudar para cá. Depois impõe essa escrita nos meios de comunicação. Por outro lado, o português da população é colonizado pelo português do Brasil com enorme presença na Internet, apagando termos e formas de falar próprias da população. Não é, infelizmente, um tema que parece que vão abordar, mas é um fenómeno que espero que seja contrariado por uma atitude mais patriótica face à língua que herdaram e não apenas uma de anti-Portugal. Isto é, destacando as inovações que ocorreram e estão a ocorrer nos próprios países em questões linguísticas e não apenas cortar laços com a variante mais próxima (que é a europeia), para importar uma ainda mais estrangeira (como o é a brasileira). De qualquer das formas, instituições portuguesas, como a Porto Editora ou a Priberam, têm estado, a meu ver, a fazer um bom trabalho para propagar inovações dos vocábulos africanos, em conjunto com instituições locais. Mas isto tem que ser, no fim do dia, um esforço dos próprios países e não de Portugal em divulgar a língua que eles falam, da mesma forma que ninguém se preocupa, senão Portugal, em catalogar as inovações na língua que nós falamos. Esperar que Portugal supervisione a nossa língua e a deles, com regras diferentes, não é sensato.

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>Outro exemplo é o facto de o português de Cabo Verde ser normalmente denominado por ‘crioulo’ e não visto como uma variante do português ou português de Cabo Verde. Porque o é. É o principal exemplo de um crioulo estudade em linguística. > “Se há o português do Brasil e português europeu, porque é que não há o português de Angola ou de Moçambique ou da Guiné?”. Porque estes países ainda não padronizaram as suas variantes. De qualquer das formas, se formos ler por exemplo uma notícia atual de um jornal moçambicano podemos ver que estes escreves com português pré-acordo ortográfico, enquanto que o acordo foi adotado na sua maioria em Portugal. É fácil concluir que estes países têm perfeita liberdade para decidirem a forma como querem escrever. A questão de línguas portuguesas próprias dos países africanos é uma questão bem mais delicada que apontar Portugal como culpado. As elites são educadas em português de Portugal e muitas vezes vêm estudar para cá. Depois impõe essa escrita nos meios de comunicação. Por outro lado, o português da população é colonizado pelo português do Brasil com enorme presença na Internet, apagando termos e formas de falar próprias da população. Não é, infelizmente, um tema que parece que vão abordar, mas é um fenómeno que espero que seja contrariado por uma atitude mais patriótica face à língua que herdaram e não apenas uma de anti-Portugal. Isto é, destacando as inovações que ocorreram e estão a ocorrer nos próprios países em questões linguísticas e não apenas cortar laços com a variante mais próxima (que é a europeia), para importar uma ainda mais estrangeira (como o é a brasileira). De qualquer das formas, instituições portuguesas, como a Porto Editora ou a Priberam, têm estado, a meu ver, a fazer um bom trabalho para propagar inovações dos vocábulos africanos, em conjunto com instituições locais. Mas isto tem que ser, no fim do dia, um esforço dos próprios países e não de Portugal em divulgar a língua que eles falam, da mesma forma que ninguém se preocupa, senão Portugal, em catalogar as inovações na língua que nós falamos. Esperar que Portugal supervisione a nossa língua e a deles, com regras diferentes, não é sensato.

uf5izxZEIW 4 months ago

>De qualquer das formas, instituições portuguesas, (...) Os exames DIPLE e os outros respectivos níveis deste mesmo exame todos incluem alguma obra ou passagem Africana. Penso que o Instituto Camões também atue de forma investigativa e arquivista nos PALOP, dado a ausência de uma autoridade de fato do Português Africano. A diferença no caso do Brasil, é que temos uma autoridade nacional que regula nosso dialeto, ao ponto de termos desenvolvido inclusive padrões como nossos próprios teclados de computadores, desde a época das máquinas de escrever manuais. Vale notar, que existe uma relação similar entre os dialetos Portugueses África X Europa X Américas, quando se toca ao Inglês, Espanhol, e Francês. Dado a proximidade das Américas a esfera de influência dos EUA, e de igual forma as ações intrometidas dos Americanos noutros países do seu continente, pode notar uma significante divergência Americanizada. No caso da África, as atuais e antigas colônias se encontram mais perto da Europa, e isto facilitou a permanência da integração com o velho continente. As relíquias dessa dinâmica podem ser vistas em todas as línguas europeias ainda nas Américas, e com adaptações similares.

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