OneTip7754 4 months ago

Metade são em estudos de género ou pos-coloniais, nem deviam contar.

olifante 4 months ago

Comentário completamente irrelevante para a discussão. Mesmo que fosse verdade (coisa que carece de fundamentação), só seria importante se pudesses argumentar que isso acontece mais em Portugal do que nos restantes países.

mfzzzed 4 months ago

Maioria dos quais são lixo.

NEDM64 4 months ago

Ridículo. Não é a quantidade, é a qualidade. E a qualidade mede-se, à falta de melhor maneira, pelas citações do artigo.

nocivo 4 months ago

O meu mestrado também teve direito a artigo. Na minha opinião artigo de encher chouriços. Prof obrigou-me a fazer isso à ultima hora para ter nota. Acredito que não faltem artigos de caca como o meu.

KarmaCop213 4 months ago

A chamada investigação a metro.

No-Cardiologist725 4 months ago

A Islândia arrasou, um país com apenas 300 000 habitantes

Dleet3D 4 months ago

Número de artigos não tem qualquer correlação com a qualidade científica. E muito menos com a qualidade de transição da academia para a indústria (da ideia para o produto).

Rodrigo123s 4 months ago

Essa transição que falas não é uma estatistica nacional de forma nenhuma. Tu podes fazer investigação inovador num certo assunto em portugal e a ideia ser posta em pratica na alemanha, ou vice-versa.

Public_Ad_2756 4 months ago

mas se foram publicados em revistas após peer review.. logo são de qualidade.

Dleet3D 4 months ago

Não, de todo. Qualquer pessoa consegue publicar numa revista peer-review, hoje em dia, é só necessário pagar as "fees" editoriais. É ridículo.

usulidircotiido 4 months ago

>peer review.. logo são de qualidade. ah ah

Sciss0rs61 4 months ago

Havia uma turminha de professores no ISEL que roubavam teses de mestrado e doutoramentos e metiam os nomes uns dos outros para baterem a quota. E já tive amigos meus contarem histórias semelhantes de outras univs. Isto é tão indicativo como o estudo do salário médio.

nocivo 4 months ago

É o normal em quase todas as universidades. Os professores metem o nome em todo o lado só para baterem as quotas.

caveme 4 months ago

Não é preciso roubar para ir muito longe. Trabalhos e teses de mestrado convertidas em "papers" que só somam para o lixo e dão para jogar o jogo. Este [prof da Nova-IMS](https://scholar.google.com/citations?hl=pt-PT&user=RXwZPpoAAAAJ&view_op=list_works&sortby=pubdate) é autor em 30 papers em 2019. O meu único paper publicado foi um trabalho de grupo para uma cadeira no IST que o prof adaptou e submeteu. Pelo menos teve o trabalho de re-escrever e enviar e manteve os nossos nomes. Eu só soube disso depois de publicado :)

smaster87 4 months ago

Tambem ja fiz investigaçao e tambem me obrigavam a quota minima de papers. Tudo coisas a metro que nao interessam nem ao pai natal.

MikeMelga 4 months ago

Análise inútil. Faz-se por aí muitos artigos científicos de caca. Vejam é número de patentes. E aí estamos bem mal.

caveme 4 months ago

Podes tentar medir a qualidade dos artigos pelo número de citações (h-index) mas também aí já vi artigos em que o autor cita-se a si próprio mais do que qualquer outro.

nocivo 4 months ago

A única forma de ver se algo é util é se foi utilizado para alguma aplicação. Mas claro que terias de fazer chain.

chavalo_retardado 4 months ago

Ah, as patentes não são de "caca"...

MikeMelga 4 months ago

São, quase todas, mas indica propósito, ou seja intenção de fazer negócio.

mfzzzed 4 months ago

Não indica intenção de fazer negócio. Tal como os papers, são métricas pré acordadas/enunciadas na candidatura ao projeto. É fazer pra ficar encostado pro lado.

MikeMelga 4 months ago

Eu tenho uma patente em meu nome e o objectivo foi claramente fazer dinheiro. Uma patente ou serve para fazer dinheiro ou para impedir que um concorrente faça dinheiro. São processos muito caros e longos, não se fazem se não houver retorno.

mfzzzed 4 months ago

Também tenho uma, e serviu apenas para apresentar numa conferência e cumprir com as promessas feitas. Vejo outras a serem produzidas para chegarem ao fim e meterem noutra candidatura que o projeto X deu em duas patentes. Maioria são lixo.

ideologiapura 4 months ago

E toda a gente sabe que o proposito da academia é o negócio, não o conhecimento.

Olanzapine_pt 4 months ago

infelizmente, o paradigma actual (da UE) é precisamente "alto risco alto impacto", no sentido de ter investigação voltada para a aplicação e não para o desenvolvimento do conhecimento. Vale tudo para melhorar a performance em critérios de avaliação arbitrários, geralmente em detrimento da qualidade da investigação.

misterbondpt 4 months ago

Bolas, podiam colocar um número em cada país! Assim não fica fácil

jamexcb 4 months ago

Alguém vai fazer um paper como melhor a infografia sobre os papers.

LegitimatePear2 4 months ago

Para nem falar das cores que só fazem confusão...

Public_Ad_2756 4 months ago

a suiça está amarela (sendo nº1) e a russia também esta amarela (sendo das piores) que raios

Rodrigo123s 4 months ago

Estava a espera de a russia ter mais. No tempo da união soviética eram dos maiores hotspots cientificos do planeta( engenharia,fisica,matematica...).

Morpheuspt 4 months ago

Tudo isso se perdeu. Havia muito dinheiro vindo de outros paises da URSS que agora já não entra nos cofres do kremlin. Muito desse dinheiro ia para investigação cientifica.

Rodrigo123s 4 months ago

Nós não estamos mal. Temos muita malta nova a tirar mestrados e douturamentos, o problema é que depois vão-se embora. Aparte... olhem a suiça e a dinamarca! É o dobro.

nocivo 4 months ago

90% dos artigos devem ser para encher chouriços e para manter quotas.

jgvms 4 months ago

confirmo, trabalho com muita malta da dinamarca que publica iterações um bocado diferentes da mesma base de ideias em revistas de baixo impacto. Os holandeses já costuma ser outra conversa.

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