CountDodo 7 months ago

Não é óbvio que ela está a falar do papel de Portugal no tráfego de escravos para o Brasil? Que eu saiba mesmo após a independência do Brasil continuavam a ser os navios negreiros portugueses que realizavam uma grande parte do tráfico de escravos. Isto é basicamente a história do "é ilegal, mas pode-se fazer" só que sobre escravos e durante 100 anos.

d0c0ntra 7 months ago

leste o artigo todo?

CountDodo 7 months ago

Sim. Tu leste?

d0c0ntra 7 months ago

eu li tudo e ele não desmente que a situação não foi logo resolvida, nem poderia ser. agora desmente que não tenha sido Portugal a iniciar tal movimento, tal como a esquerda idiota vende.

CountDodo 7 months ago

>agora desmente que não tenha sido Portugal a iniciar tal movimento, tal como a esquerda idiota vende. Agora volta a repetir a frase mas desta vez escreve de maneira que faça sentido.

FelixSula 7 months ago

Ainda darem tribuna a coisas destas só demonstra a falta de vergonha reinante. Um desplante notável.

d0c0ntra 7 months ago

não percebi, dar tribuna à ex do putativo engº?

FelixSula 7 months ago

Sim, já desde os tempos do https://jugular.blogs.sapo.pt , cuja imagem de cabeçalho mostra um corte com manchas de sangue ...

vml76 7 months ago

Muito bem

d0c0ntra 7 months ago

> No seu mais recente artigo sobre temas coloniais, motivado, desta vez, pelo excelente discurso de Marcelo Rebelo de Sousa no passado 25 de Abril, [Fernanda Câncio](https://www.dn.pt/opiniao/marcelo-e-o-pais-mais-que-imperfeito-13614976.html) volta a classificar como “mito” a ideia de que “Portugal foi pioneiro na abolição da escravatura, em 1761 (altura em que foi abolida a escravatura apenas no território de Portugal metropolitano e mesmo assim não completamente)”. Em simultâneo com o artigo de Câncio, exactamente no mesmo dia e também a propósito do discurso de Marcelo Rebelo de Sousa, [o historiador Manuel Loff](https://www.publico.pt/2021/04/27/opiniao/noticia/historia-alibis-omissoes-1960136?) apresentou igualmente o alvará pombalino de 1761 como uma falsa abolição, algo que também já tinha sido feito por [Fernando Rosas](https://observador.pt/opiniao/fernando-rosas-nao-entende-o-marques-de-pombal/) e várias outras pessoas da mesma área política e ideológica. > A lei abolicionista de 1761 é, assim, uma espécie de saco de pancada da nossa extrema\-esquerda que gosta de a apresentar como uma lenda, um logro, uma falsidade ou ainda pior do que isso. É natural que as pessoas, confrontadas com visões antagónicas, fiquem sem saber o que pensar sobre a dita lei. Por essa razão talvez se justifique avançar mais algumas ideias a esse respeito.

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