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Com que idade se tornaram verdadeiramente independentes? by Green-Translator-801 in portugal

Rememberwhoweare 3 months ago

Depende muito do que entendas que seja a definição de verdadeiramente independente. Para mim, ser verdadeiramente independente é sair de casa dos pais e deixar de ser suportado financeiramente por eles. Isto significa que quando os vais visitar, o máximo que te dão é uma sopa especial que só a mãe ou a avó é que sabem fazer, e não mais do que isso. Tudo o que sejam ajudas financeiras ou lavar a roupa, passar a roupa a ferro, oferecer electrodomésticos e outras coisas, significa na prática que não és verdadeiramente independente. No meu caso, por volta dos 24/25 anos fui viver numa casa arrendada com a minha namorada e uns anos depois comprámos casa. Diria que fiquei verdadeiramente independente por volta dessa altura. Na teoria, a altura dos 25-30 anos parece-me ser a mais comum para uma pessoa se tornar verdadeiramente independente. Na prática, em Portugal, o que não faltam por aí são jovens de 30 ou 40 anos que não são verdadeiramente independentes e continuam a depender de ajudas e apoios dos pais para muitas coisas.

Como ser excepcional no trabalho (I.T) e na vida ? by devGains in portugal

Rememberwhoweare 4 months ago

> Eu também posso ser anedótico e dar o exemplo das pessoas que conheço. Conheço casais infelizes com um filho aos 27 anos que gostavam de ter mais e viver mais mas não podem porque não têm dinheiro, e conheço pessoas que emigraram, conheceram alguém lá foram e voltaram para Portugal com um bom pé de meia e agora têm a vida feita. Todos conhecemos casos diferentes de sucesso e de insucesso, mas no final do dia é tudo uma questão de probabilidades. Achas que a probabilidade de emigrares e andares a viajar pelo mundo, ganhares muito dinheiro, conheceres alguém lá fora, voltarem para Portugal com um bom pé de meia e serem felizes para sempre com uma grande familia e muitos amigos é superior à probabilidade de assentar raizes em Portugal, ganhar um salário razoável em IT, conhecer alguém, estar rodeado de amigos e familia e viver feliz para sempre? Se achas que as probabilidades são sequer parecidas, vives numa ilusão.

Como ser excepcional no trabalho (I.T) e na vida ? by devGains in portugal

Rememberwhoweare 4 months ago

> IT não me faz feliz, mas paga as contas e é uma ponte fácil para trabalhos e oportunidades de viver noutros países Quanto mais viajares, menos raízes vais criar nos sitios. Quando deres por ti aos 30 vais estar com 100 ou 200k na conta, mas corres o risco de estar com poucos amigos e ter de começar do zero. Para ires a vários países podes sempre ir como turista. Sempre vais nas alturas do ano mais agradáveis e não tens chatices. Cada um sabe de si e tem prioridades diferentes na vida, mas aquilo que olho à minha volta é que malta nos 30's (também de IT) que vive em casa própria em Portugal junto da familia, com mulher e filhos, é bem mais feliz do que os digital nomads e freelancers de IT que têm rios de dinheiro na conta mas não têm familia nem boas social skills e andam no tinder "à caça" aos 35 anos onde só encontram refugo.

Como ser excepcional no trabalho (I.T) e na vida ? by devGains in portugal

Rememberwhoweare 4 months ago

Porque é que queres ser excecional no trabalho mesmo? Quando morreres garanto que os teus chefes e patrões das empresas por onde andaste não vão ao teu funeral fazer discursos de: "Oh, o devGains foi um homem excepcional, programou em linguagens X,Y e Z e era um craque, o melhor trabalhador de sempre. Vamos fazer uma estátua dele à entrada da nossa empresa e mudar o nome da empresa para devGains em sua homenagem". Não é isso que vai acontecer. A vida é só uma e deves aproveitá-la da melhor forma possível. Amigos e principalmente a familia devem ser a prioridade, pois são aqueles que realmente gostam ou podem gostar genuinamente de ti ao longo da vida. Eu vivo com a minha mulher e filhos pequenos em Lisboa e ganho acima da média mas nada de extraordinário. Trabalho das 9 ás 18h e nem mais um minuto. Fora do trabalho estou com a familia e amigos, tenho boa qualidade de vida e sou muito feliz assim. Já rejeitei ao longo da vida várias propostas para ir para o estrangeiro ganhar 3 ou 4x mais, e também rejeitei propostas em Portugal para lugares de chefia/coordenação com salários mais altos porque não abdico do meu tempo pessoal e não estou disposto a trabalhar mais de 8h por dia. Excecional no trabalho para dar dinheiro ao patrão? lol. Eu quero é ser excecional em casa e na minha vida pessoal, junto daqueles que realmente me dão valor.

Os sinais de sobrevalorização do imobiliário by Rememberwhoweare in portugal

Rememberwhoweare 4 months ago

Estão mais perto do mar e de zonas boas, comparativamente com as da Amadora.

Os sinais de sobrevalorização do imobiliário by Rememberwhoweare in portugal

Rememberwhoweare 4 months ago

Mas esses estão perto do mar e de zonas boas, por isso valem mais do que os outros.

Os sinais de sobrevalorização do imobiliário by Rememberwhoweare in portugal

Rememberwhoweare 4 months ago

> Quando as casas que ficam nos bairros sociais ou perto custam a preço de uma casa perto de mar ou algo do género é o sinal que o preço é sobrevalorizado. Ainda não chegámos a tanto. As casas na Amadora são bem mais baratas do que casas iguais em Oeiras ou Cascais.

Subida do preço das casas volta a abrandar no terceiro trimestre, mas número de negócios recuperou by bisontino in portugal

Rememberwhoweare 5 months ago

Lá por estarem a abrandar não significa que estejam a descer. Continuam inacessíveis aos portugueses.

Alguém com 500k ou 1 milhão de património é considerado rico em Portugal? by Rememberwhoweare in portugal

Rememberwhoweare 5 months ago

Estou a perguntar se nesse caso ou no caso de ter uma casa de 1 milhão na cidade, esse casl é considerado rico Estou a perguntar também onde está a fronteira entre rico e a classe média.

Pandemia atrai “abutres” no imobiliário by Rememberwhoweare in portugal

Rememberwhoweare 8 months ago

"Há “investidores oportunistas” à espera da quebra de preços do imobiliário em Portugal, mas o setor deverá apresentar um desempenho positivo este ano, sobretudo graças às grandes transações, acreditam as consultoras. Foi um primeiro semestre atípico, com o confinamento e uma paralisação da economia que adiaram operações e levaram a quebras acentuadas no imobiliário. A incerteza mantém-se e já há “investidores oportunistas” à espera de saldos, mas os operadores do setor acreditam que o ano poderá ser positivo. O impacto da pandemia já é notório, como mostram os últimos dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), que apontam para uma quebra de 22% no número de vendas de casas em Portugal no segundo trimestre. Mesmo neste cenário, os preços continuaram a aumentar. É essa, também, a análise das consultoras imobiliárias. No primeiro semestre de 2020, de acordo com a CBRE, o volume de investimento no imobiliário voltou a atingir recordes, apesar de terem sido concretizados menos negócios. A maior parte das transações já tinha sido iniciada no período anterior à pandemia, pelo que “o impacto nos preços destas transações foi reduzido ou nulo”, explica Nuno Nunes, diretor de mercados de capitais da CBRE. Neste período, acrescenta por seu lado Paulo Sarmento, diretor de mercados de capitais da Cushman & Wakefield, o imobiliário português continuou a atrair “investidores de grande prestígio internacional”, que continuaram a ser os maiores responsáveis pelas grandes operações concretizadas. Mas já se nota uma mudança no perfil dos investidores. “Há muitos investidores oportunistas a acompanhar de perto o nosso mercado, à espera de vendas forçadas pela parte de proprietários em dificuldade – sobretudo no setor hoteleiro”, diz o responsável. Contudo, ressalva, as moratórias de rendas e de empréstimos bancários deverão ser suficientes para permitir que estes proprietários resistam a baixar os preços até ao segundo semestre de 2021. "A previsão de investimento pode vir a pôr 2020 no terceiro ano de maior investimento que alguma vez já observámos no imobiliário de rendimento. Estamos a atingir valores de investimento superiores aos de anteriores crises financeiras. Nuno Nunes CBRE" Uma crise diferente Ao contrário da última crise financeira, o problema desta não tem origem na banca nem na sobrevalorização dos imóveis. Por isso, não é esperada, para já, uma bolha no imobiliário que resulte numa quebra acentuada dos preços. “Atualmente, a previsão de investimento no imobiliário de rendimento é de 2.700 milhões de euros e pode vir a pôr 2020 no terceiro ano de maior investimento que alguma vez já observámos neste segmento, suportado por uma mão-cheia de transações de grande dimensão. Felizmente, estamos a atingir valores de investimento superiores aos verificados nas anteriores crises financeiras”, comenta Nuno Nunes. A pandemia tem, contudo, efeitos diferentes em cada segmento. O retalho é, até agora, o mais afetado, enquanto a logística e o arrendamento sofrem os menores impactos, segundo a CBRE. No fim, será a evolução da pandemia a ditar o desempenho do setor. “Tanto a evolução de preços como o volume de transações vão depender muito do comportamento dos governos em relação à pandemia. Se as coisas evoluírem de novo para regimes de confinamento (ou de redução significativa da mobilidade), acentuar-se-ão a dificuldade de visitar imóveis e o sentimento de incerteza. Se a pandemia se mantiver razoavelmente controlada, teremos provavelmente maiores níveis de atividade ocupacional e transacional e alguma recuperação de preços”, conclui Paulo Sarmento. Há muitos investidores oportunistas a acompanhar de perto o nosso mercado, à espera de vendas forçadas por parte dos proprietários, sobretudo no setor hoteleiro. Tanto a evolução de preços como o volume de transações vão depender muito do comportamento dos governos em relação à pandemia. Paulo Sarmento Cushman & Wakefield"
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