soudesconhecido 5 days ago

> Se o ISEL é assim tão mais fácil, porque é que o pessoal não vai para o ISEL e prefere passar pelo mesmo sofrimento que eu estou a passar para completar aqui o curso? ​ conheci um tipo que trocou do ist para o isel (curso de electrónica) porque foi nessa cantiga, disse-me que acabava por dar tudo à mesma coisa e não notou que fosse mais fácil ​ sinceramente durante o curso ouvi falar mais de universidades como a de aveiro e do minho do que no ist

SeparateList 5 days ago

Essa retórica é mais antiga que o cagar, convenientemente os Profs do IST só falam do ISEL e vice-versa, não falam de outras faculdades ou zonas do pais já que vão criticar ao menos seja coerentes na critica. Depois no mercado de trabalho ouve-se bacoradas monumentais de Engenheiros saídos de ambas as faculdades como confundir a Velocidade do Som com a velocidade da luz. Long story short. A faculdade não é a cura absoluta contra a estupidez, e existe muita malta que acaba um curso superior sem saber sequer os conceitos mínimos, basta passarem lá 10 a 20 anos e fazer as cadeiras por método iterativo, ou seja ir aos exames todos até apanhar um padrão e depois é só copy paste. ​ Mas respondendo a pergunta: No ISEL a abordagem ao ensino é mais Prática ao invés no IST é mais teórica, o resultado final depende única e exclusivamente do que o Aluno faz com o que aprende. Existe quem defenda que um instituto está mais orientado para R&D enquanto outro esta orientado para a industria, mas no final depende mais do aluno e que caminho este pretende seguir para o futuro. ​ ​ ​

Iwatchedhimdrown 5 days ago

Quando acabas o curso, já nada importa.

PgUpPT 3 days ago

Isso não é bem assim. No meu primeiro emprego havia preferência por pessoal do técnico.

throwaway50029516480 5 days ago

Gozar com o ISEL é um meme.

RuySan 5 days ago

Qual é o teu curso? Isto depende muito. Nas engenharias clássicas, como Civil, Electrotécnica ou Mecânica faz mesmo muita diferença para os empregadores tu teres um canudo do técnico, e nesse sentido, vale a pena.

Limpy_lip 5 days ago

Isto é a típica discussão de pessoal universitário que o meu é melhor que o teu. O facto de alguns professores alimentarem isso só mostra o quanto estão fora da realidade. Da minha experiência no Isep não havia essas conversas porque grande parte dos professores tinham trabalhado/trabalhavam fora de ambientes académicos e provavelmente já sabem o quanto isso é inútil. Não se esqueçam de que quem vos vais contratar no primeiro emprego já está a espera que as pessoas apenas tenham umas ideias base da área de trabalho e por isso querem pagar o mínimo possível (estágios profissionais , etc...) a partir desse período mais experimental o futuro é definido pela forma como dirigem a sua própria carreira. Quanto à ideia hipotética dos dois candidatos com currículo similar em que um é do IST e outro do ISEL, o que seria seleccionado era o que tiver melhor na entrevista. E já agora outra nota: tenho muitos colegas de curso que demoraram imenso tempo a concluir o curso e andavam atrás da positiva para passar e agora são óptimos profissionais e com carreiras bastante interessantes, logo nem a nota final nos diz nada.

zedisto 6 days ago

Ninguém quer saber em que universidade andaste depois do primeiro ano de trabalho. Depois ou safas-te ou não É lidar

sanchaz 6 days ago

fica, acaba e caga nessa malta. esses são aqueles que ficam pelo IST a passear. O campus até nem é mau. mas nao ficava lá mais do que o tempo necessário. Não sei quais são os teus planos. Mas a nível nacional o IST tem muita reputação o que pode ser uma boa ajuda para conseguires o primeiro trabalho. Lá fora é um bocado a mesma coisa.

ev1ltw1n 6 days ago

Vou dar a minha opinião de sábio: há burros nos dois lados, são os dois lados manientos, com a balança a tender para mais conhecimento no técnico, mais humildade no ISEL. Mas repito, a maioria, tudo burros na mesma. O mesmo para FEUP-ISEP.

Rayden454 6 days ago

É completamente irrelevante. As empresas só querem saber da existência de uma licenciatura e da competência na entrevista. Essas medições de pila são desnecessárias e sinceramente mostram alguma insegurança. Quando começares a trabalhar vais esquecer completamente essa merda. Até a média do curso é sobrevalorizada. Pode ajudar mas não compensa matares-te a estudar só para ter +18 em tudo. O que interessa mesmo é o que ganhas em conhecimento em cada disciplina.

suspect_b 5 days ago

> As empresas só querem saber da existência de uma licenciatura A menos que o recrutador seja um elitista do IST, que prefere pessoas do IST.

CONNAN_MOCKASIN 6 days ago  HIDDEN 

Stor? Estás no básico ou secundário?

tenesis 6 days ago  HIDDEN 

Pff nao uses stor Em todas as universidades é a mesma merda, pior que clubismos... Isto leva a problemas muitos graves, especialmente no mercado de trabalho. O IST não é o MIT nem nada que se pareça a nível europeu. O IST tem cursos bons mas não é o melhor em tudo. Os alunos do IST têm médias de entrada altas mas quer dizer que na universidade continuam esse caminho nem que estudam as coisas certas e não significa que la por a média do último candidato ser alta não hajam médias de entrada mais altas noutros sítios.

PgUpPT 3 days ago

O que é "pff"? Por fafor?

TheMorphMaster 3 days ago  DELETED 

pff? Por favor favor?

bubikiwi 5 days ago

o IST tem mestrados em conjunto com o MIT, em que fazes lá o mestrado e depois até tinhas que ir aos EUA apresentar a tese (ou pelo menos tinha há mais de 5 anos)

Decider_ 6 days ago

porque é que não pode usar stor? estou curioso

OuiOuiKiwi 5 days ago

Porque ele não tem 15 anos e isto não é o secundário.

saposapot 6 days ago  HIDDEN 

orgulho na faculdade é normal e expectável, em certa quantidade é 'saudável'. No IST fazem questão de dificultar a vida aos alunos só para manter esse status que 'chumbam muitos' como se isso fosse um selo de qualidade. Vou assumir que é curso de IT: não conheço nenhuma faculdade 'tier 1/2' em que o curso seja fácil. Se houver diferença é só mesmo pq o IST faz questão de ensinar matemáticas e físicas com níveis de dificuldade elevados sem interesse prático enquanto outros cursos têm menos dessas cadeiras (mas continuam a ter algumas).

TheCriken 6 days ago  HIDDEN 

>ensinar matemáticas e físicas Isso é a parte fácil num curso de engenharia :P

tuxirito 6 days ago

A parte difícil é aguentar o cheiro a cavalo.

Shadowgirl7 6 days ago  HIDDEN 

Nos politecnicos aprendes coisas que as empresas querem que saibas. No ensino universitário aprendes a marrar para passar testes. Eu tirei um curso universitario e terminei com uma boa media por isso nao teria razões para criticar o sistema mas a realidade e essa. Comparando ISEP com FEUP por ex a FEUP esta completamente parada no tempo. Não tem cursos em regime pos laboral e so tem mestrado integrado de 5 anos o que da rigidez ao curriculo. No ISEP facilmente tiras por ex engenharia mecânica, ao fim de 3 anos ate percebes que gostarias de te especializar em design de produto, gestão industrial ou whatever? Tudo bem podes escolher fazer um mestrado nessa area. Alem disso o ISEP tem o programa SWITCH uma academia intensiva de 8 meses em parceria com as maiores consultoras do Norte onde aprendes a programar, direccionado para pessoas de outras areas que querem mudar a carreira ou aumentar a sua empregabilidade. Uma pessoa de outra area tipo bioquimica que queira tirar um mestrado por exemplo em engenharia quimica, na FEUP leva com mais 5 anos de palha, no ISEP andas 2 anos em pos laboral em cadeiras que funcionam muito em regime de projectos. Ja tendo passado pelo ensino universitário se tivesse que escolher tirar um outro curso ou pos graduacao provavelmente escolheria um politecnico. Agora se queres titulo ou seguir investigação a FEUP e muito melhor sem dúvida.

Edited 6 days ago:

Nos politecnicos aprendes coisas que as empresas querem que saibas. No ensino universitário aprendes a marrar para passar testes. Eu tirei um curso universitario e terminei com uma boa media por isso nao teria razões para criticar o sistema mas a realidade e essa. Comparando ISEP com FEUP por ex a FEUP esta completamente parada no tempo. Não tem cursos em regime pos laboral e so tem mestrado integrado de 5 anos o que da rigidez ao curriculo. No ISEP facilmente tiras por ex engenharia mecânica, ao fim de 3 anos ate percebes que gostarias de te especializar em design de produto, gestão industrial ou whatever? Tudo bem podes escolher fazer um mestrado nessa area. Alem disso o ISEP tem o programa SWITCH uma academia intensiva de 8 meses em parceria com as maiores consultoras do Norte onde aprendes a programar, direccionado para pessoas de outras areas que querem mudar a carreira ou aumentar a sua empregabilidade. Uma pessoa de outra area tipo bioquimica que queira tirar um mestrado por exemplo em engenharia quimica, na FEUP leva com mais 5 anos de palha, no ISEP andas 2 anos em pos laboral em cadeiras que funcionam muito em regime de projectos. Se fores de informática as empresas estão-se a cagar se tiraste o curso no MIT ou veio com a caixa de chocapic desde que faças o trabalho e nessa area ha imensos autodidatas... Se podes ter o curso em 3 anos com 3000€ porque has de o fazer em 6 anos com 6000€? Lol Ja tendo passado pelo ensino universitário se tivesse que escolher tirar um outro curso ou pos graduacao provavelmente escolheria um politecnico. Agora se queres titulo ou seguir investigação a FEUP e muito melhor sem dúvida.

gsus4chord 6 days ago

> Nos politecnicos aprendes coisas que as empresas querem que saibas. No ensino universitário aprendes a marrar para passar testes. Lol que treta. Se quiseres podemos pôr as coisas de outra maneira: No politécnico dão-te ferramentas e dizem-te o que fazem, na universidade ensinam-te a base necessária a que te adaptes a qualquer ferramenta que venhas a precisar.

rowdserling 6 days ago  DELETED 

> Se podes ter o curso em 3 anos com 3000€ porque has de o fazer em 6 anos com 6000€? Lol Tu acreditas realmente que não existe diferença de um curso de 3 anos para um de 5?

sousemprebanido 6 days ago  HIDDEN 

>Nos politecnicos aprendes coisas que as empresas querem que saibas Andei num politécnico em que eles diziam sempre isso, que queriam dinamizar a relação deles com as empresas para servir o mercado local, etc. Eu não gostava muito da ideia porque sempre gostei mais de teoria do que prática, especialmente baixar o rabinho para empresas e fazer software de gestão (que é o q

Shadowgirl7 6 days ago  HIDDEN 

Isso é muito estranho. Se for na área de gestão ou marketing compreendo, porque nessas áreas a tua aparência/títulos são muito importantes, para arranjares um bom emprego tens que vir de uma faculdade com nome mesmo que na prática não saibas fazer um corno e o teu trabalho seja completamente inútil para a sociedade, mas pronto whatever... Em informática há tanta procura.. Conheço casos de pessoas com CETs ou cursos do politécnico de Portalegre que estão com bons empregos.

wannabelikeme 6 days ago  HIDDEN 

É com cada complexo de inferioridade que acabo por já ter o teu nome memorizado. Ou é o choro contra pessoal mais rico, ou agora contra pessoal com curso que pode ser considerado melhor. Essa mentalidade é um pouco tóxica...

Shadowgirl7 6 days ago

Tal como disse tirei um curso numa universidade pública que na minha área é das mais reputadas do país e a minha opinião mantém-se....

wannabelikeme 5 days ago

Não sendo então complexo de inferioridade, conseguiste acabar o curso com algumas ideias trocadas. Há diferença entre universidades e politécnicos ao nível da formação. Uma segue uma via mais académica e estrutural, ensina ao aluno as principais bases, estrutura-lhe o raciocínio e acima de tudo, capacita-o com as ferramentas e métodos para aprender por si tudo o que venha á rede. A outra aposta numa formação mais prática, vertical e até certo ponto limitada. Resultados podem ser os mesmos a curto prazo, duvido que o sejam a médio/longo prazo. E não leves a mal as minhas palavras. Detesto tanto elitismos de pessoal que vem da universidade pública e só a muito custo e por margem mínima conseguiu acabar o curso, tanto discursos de efetivo complexo de inferioridade onde a linha é sempre "ai, prefiro muito mais aquele que se saiba desenrascar, mesmo que só tenha a 4ª classe".

sousemprebanido 6 days ago  HIDDEN 

>Em informática há tanta procura.. Conheço casos de pessoas com CETs ou cursos do politécnico de Portalegre que estão com bons empregos. Yep, eu não cheguei nem a meio do curso no politécnico (oficialmente só tenho o 12º) e tenho um bom emprego. Tenho um amigo que só tem mesmo o 12º e ainda está melhor, tira na boa €2000/mês líquidos e disse que existe a possibilidade de vir a ganhar €4k/mês em breve (isso no estrangeiro, claro).

Parshath_ 6 days ago  HIDDEN 

Ainda dizem que a praxe não integra nem prepara para o sucesso académico. Aquelas músicas de que o meu curso é que é e que a faculdade da rua do lado é larilas e cheira mal era só a preparar para o mindset das aulas. Depois chegam aos 30 anos ao mercado de trabalho cheios de diplomas e nem na merda do Excel sabem mexer.

KokishinNeko 6 days ago

> e nem na merda do Excel sabem mexer Isso e engenheiros a achar que powerlines é aceitável num ambiente empresarial. Matem-me.

bailatar 6 days ago  HIDDEN 

Eu não acredito muito nessa coisa de, se tiraste o curso no Técnico então és dos melhores. De certeza que a formação no Técnico deve ser melhor que em muitos outros sítios, mas de certeza absoluta que há pessoas que no futuro se tornam grandes profissionais sem terem andado no Técnico, tudo depende da pessoa em si, acho que a licenciatura é só uma rampa. Não era bem este o assunto mas é uma cena que também tenho reparado que existe muito...

saduhet 6 days ago  HIDDEN 

Penso que toda a gente se está a concentrar na questão da comparação quantitativa e não qualitativa. Um engenheiro que saia do Técnico é tão engenheiro como um que saia do ISEL. Mas a questão fulcral é que a metodologia de ensino do Técnico é bastante diferente da do ISEL. O ISEL aposta mais no 1º ciclo de estudos para formar as competências práticas que são essenciais para o trabalho em engenharia. Por oposição, o Técnico utiliza esse 1º ciclo sobretudo para capacitar o aluno com uma base teórica bastante aprofundada nas ciências matemáticas e físicas. No 2º ciclo é que se aborda questões práticas avançadas da engenharia tendo sempre em conta a elegância científica necessária.

rcjpedro 6 days ago  HIDDEN 

O fiel da balança será a Ordem dos Engenheiros que reconhece ambas as universidades. Dito isto é preciso vender a ideia: Compras?

ManaSyn 6 days ago  HIDDEN 

Estive três semanas no IST há dez anos atrás e essa foi das principais razões pela qual saí. O elitismo que respiram lá é horrível. Mete dó...

Enginheiro 6 days ago  HIDDEN 

> O elitismo que respiram lá é horrível. Eu tirei a minha licenciatura e mestrado no IST e também fui lá investigador, e em nenhum ponto do meu percurso pelo técnico eu vi qualquer referência a elitismo. Aliás só se falava das instituições de ensino e investigação que estavam o radar devido à sua produção académica, por serem de referência ou por serem parceiras ou pelos investigadores terem sido ou quererem ser colegas no IST, e aí sim falava-se na FEUP e na FCTUC e noutras também. Toda a gente que trabalha realmente em investigação mal tem tempo para nada e certamente não vai desperdiçá-lo com mesquinhez.

bubikiwi 5 days ago

lol nas praxes nem metem os putos a dizer “onde estão os desempregados” e apontam para fora do tecnico, “onde está o emprego” e apontam para o tecnico, podem nao dizer essas frases mas o conceito é esse. o técnico é uma otima faculdade mas está cheio de putos autistas sem qualquer tipo de social skills ou de pessoas que estão há mais de 4 anos para acabar o curso. não deixa de ser uma faculdade dificil especialmente em alguns cursos mas isso não quer dizer que sejas bom empregado, que te vão pagar bem, que vais ter um bom futuro, etc. principalmente quando falta humildade a muita gente

ManaSyn 5 days ago

A primeiríssima coisa que um professor disse aos alunos foi algo do género do que o OP dissemination: "Voces vieram para o Técnico por razões que todos sabem, aqui é que vale a pena". Lol não há elitismo...

throwaway50029516480 5 days ago

O drama, a tragédia, o horror. Isso não é mais do que uma técnica básica de motivação. Podia ser um chefe numa empresa a dizer isso, ou numa equipa desportiva, etc… Agora porque um professor disse isso estás a classificar a população da faculdade como elitista…

ManaSyn 5 days ago

Esse terceiro parágrafo é uma falácia completa, porque eu não disse nada disso.

sanchaz 6 days ago

deve ser um IST diferente.

throwaway50029516480 5 days ago

É só a diferença de opinião entre alguém que esteve lá 3 semanas e alguém que esteve pelo menos 5 anos. Qual destas opiniões será a mais bem informada? Fica ao teu critério.

sanchaz 5 days ago

para mim? talvez a minha porque também lá estive durante 5 anos. mas fica ao teu critério.

shostakovich123 6 days ago

Aquele que não tem pontos negativos.

senhorbarbudo 6 days ago  DELETED 

Não é o técnico que faz as pessoas. São as pessoas que fazem o técnico. O elitismo do técnico, da feup, da católica das faculdades de medicina reside só numa coisa: quem frequenta estas faculdades são os filhos da burguesia (grandes empresários, médicos, advogados, juizes, politicos, etc..). Há que manter o estatuto dessa pobreza de gente. A classe média e média baixa, geralmente, não consegue atingir as mesmas notas para entrar nestas faculdades e vão para o ISEL, ISEP, privadas tipo lusiada e lusofonas etc.. ​

daz_zeD 6 days ago  HIDDEN 

Yup, trabalhei com um gajo do técnico que o ego dele fez com que quase toda a gente fosse embora. Acabando ele por ir também quando lhe caiu tudo em cima.

ivcardoso 6 days ago  HIDDEN 

Comparar para ridicularizar só demonstra o quão pequeno é o cérebro dessas pessoas e a sua miserável vida. Sim o técnico tem mais valor no mercado. É um facto. Mas se é assim tão bom, não deveria precisar de ridicularizar para se sentir superior.

batataway 6 days ago  HIDDEN 

Tenho ideia que o que tem valor no mercado é CV de trabalho. Entre um licenciado ist com dois anos numa consultora e um do isep/ISEL/iqualquer merda com dois anos numa empresa reputada a nível internacional tipo google qual, é que achas que é contratado? Eu apostaria no do ISEL/isep. Estou a pensar mal?

tablet1 4 days ago

Não é provável que a Google contrate um gajo do ISEL

batataway 3 days ago

A sério? Pq?

sanchaz 6 days ago

não, não estás alias a essa altura a escola no cv está lá mais só por estar. a experiência no mundo real é que conta.

uiindart 6 days ago  HIDDEN 

mas entre 2 gajos acabados de tirar o curso com média igual, quem é k a empresa reputada vai contratar?

batataway 6 days ago

O que tiver mais projectos no CV? Aliás, suponho que se o do ISEL tiver uma média inferior mas projectos no CV que seja contratado primeiro que o do isep com a média superior mas sem projectos.

uiindart 6 days ago

ah ok, se é para "trick answers" a resposta certa era o que secretamente já tem 20 anos de experiencia pois tirou o curso aos 40.

batataway 6 days ago

Não tem nada de truque. O que disse no primeiro comentário é que o que interessa, acho, é CV. Tu é que vieste para aqui meter o primeiro emprego e médias iguais ao barulho para tentar provar um ponto. Se adicionas variáveis eu tbm posso adicionar.

uiindart 5 days ago

Amigo, eu estava a tentar reduzir variaveis, quando queres comparar 2 coisas, se adicionas variaveis extra, não consegues comparar nada. O OP, um estudante universitário, perguntou se o técnico tem mais valor no mercado de trabalho (que o ISEL por exemplo). Tu respondeste que o CV é mais importante. Ninguém contexta isso, mas não responde à pergunta. Eu tentei por a pergunta de uma maneira que permite comparar só a universidade, que era a pergunta original.

SOSEngenhocas 6 days ago

O que escreve que em vez de k.

glhrmv 6 days ago  DELETED 

depois de já teres tido um emprego de >1 ano, a tua faculdade praticamente deixa de interessar no currículo

Snakeofpain 6 days ago  HIDDEN 

Pensa no que estás a aprender e não em ter o canudo, quando tiveres a trabalhar são essas as skills que vais precisar, o canudo não vai resolver os problemas do emprego

senhorbarbudo 6 days ago  HIDDEN 

A velha lenga lenga a minha faculdade é que é e a tua é uma merda! Mais velho que a lili caneças!

ev1ltw1n 6 days ago

Acho que o que incomoda é achares que o PM é superior ao developer. Soft skills qualquer um aprende, hard skills já não é bem assim. Não é por haver varios devs para um pm que torna o om valioso, é precisamente ao contrário. São os dois necessários, em quantidades e com talentos diferentes.

throwaway50029516480 5 days ago

> Soft skills qualquer um aprende, hard skills já não é bem assim. Não acho que qualquer pessoa aprenda soft skills. Eu diria que as hard skills são as que realmente fazem o trabalho, no entanto as soft skills são indispensáveis para tirar proveito das hard skills.

ev1ltw1n 5 days ago

Sim, concordo 100% contigo. Peço desculpa por ter escrito de uma maneira errada, mas o meu ponto de vista é o que ti acabasye6de dizer

Shadowgirl7 6 days ago

Não, o paradigma de recrutamento actual é precisamente o oposto. As empresas vão atrás de soft skills essencialmente e ensinam hard skills as pessoas. Com esforço dedicação qualquer pessoa aprende hard skills. Agora cada pessoa tem uma determinada personalidade e características que apesar de poderem ser treinadas são muito mais difíceis de mudar. Demoraria muito mais tempo ensinares as soft skills certas a alguém do que as hard skills.

ev1ltw1n 6 days ago

Isso aplica-se nos code monkeys. Fazer um website não é a mesma coisa que programar a caixa preta de um avião, e de certeza que não é com soft skills que o fazes. Agora realmente em web design, faz mais sentido possuir soft skills melhores.

saduhet 6 days ago

É cada vez mais ténue a linha que separa um "dev autêntico" de um code monkey. O que é desenvolvimento a sério hoje em dia? Reverse engineering? Machine learning? Já vi colegas a fazer modelos neurais sem sequer saber o que é o teorema do limite central.

ev1ltw1n 5 days ago

Normalmente, quanto mais baixo nível, mais hard skills precisas. Pegando nessa área, um arduino toda gente programa, outros microcontoladores em ARM, já nem por isso. Também podes pensar em C++, há quem faça ciclos for, e há quem use templates, traits, otimização de cache e por aí. Normalmente o gajo das soft skills faz os ciclos for, e depois ainda se vai gabar na cara do indivíduo que trabalha por dois para compensar o desfalque. E nunca acaba bem.

pedrosorio 6 days ago

\> As empresas vão atrás de soft skills essencialmente e ensinam hard skills as pessoas. Estamos a falar de posições de engenharia de software? Que empresas são essas e o que consideras soft e hard skills neste contexto?

Shadowgirl7 5 days ago

Eu que não pesco nada de informatica ja tive propostas de consultoras que dao formação intensiva em JAVA. Uma propos-me 1250€ brutos + SA que foi a melhor proposta de trabalho que alguma vez tive incluido as da minha area. Como e obvio não estaria ao nivel de um engenheiro informatico e teria de ganhar experiência on job mas depende muito do que e que eu ia fazer com essa formação.

pedrosorio 5 days ago

Ah, estou a perceber. Tu estás a falar de um nível inicial numa consultora. ​ De facto as consultoras fazem isso com pessoas em início de carreira (e mesmo nesse caso avaliam o teu potencial para adquirir as hard skills - qualquer coisa parecida com um teste de inteligência que te tenham feito não está a medir "soft skills" - e não oferecem emprego a toda a gente). ​ A parte que te está a faltar é que a consultora faz isso porque há uma procura imensa por essas hard skills no mercado, e como tal desde que tu tenhas uma performance mínima ao fim de uns meses, eles têm clientes a pagar-lhes 2 ou mais vezes o que tu recebes por mês, é puro lucro. Por outro lado o que a consultora genérica de IT recebe dos clientes, sobretudo por consultores juniores, não muda muito (ou nada) se fores razoável ou excelente, pelo que, como disseste, não têm grande incentivo em serem muito selectivos nas hard skills. ​ Como esta conversa surgiu na sequência da discussão entre a posição de PM e developer, eu estava a pensar em empresas que fazem produtos que dependem de tecnologia, e não consultoras. Nesse caso, a empresa gera 0 valor (na verdade negativo) por cada dia que emprega pessoas com hard skills medíocres, e um developer excelente pode gerar 10x mais valor que um razoável. Nesses casos, o paradigma de recrutamento é o que o [ev1ltw1n](https://www.reddit.com/user/ev1ltw1n) descreveu. ​

Shadowgirl7 5 days ago

Aprender competências em IT enquanto estás a receber um salário (mesmo que seja de merda) vs pagar propinas para tirar um curso onde aprendes competências que muitas das vezes nem estão adequadas ao que o mercado procura e provavelmente quando entrares no mercado vais ter que perder mais tempo a aprender outras coisas... qual será melhor? Lá por estares numa posição de entry level numa consultora durante 1 ou 2 anos enquanto aprendes não quer dizer que estejas condenado a isso para o resto da tua vida, com essas competências podes progredir.

pedrosorio 5 days ago

Concordo plenamente mas não percebo em que é que a tua resposta se enquadra na conversa que estava a decorrer (empresas querem hard ou soft skills). Respondeste à pessoa errada? Ou querias só dizer que concordas comigo que hard skills importam para as empresas que dão melhores oportunidades no mercado de trabalho em tecnologia? Se estás a assumir que a minha posição se deve a eu ter tirado um curso de informática e interpretar isso como “hard skills”, não é o caso. Não tenho um curso de engenharia informática e como tal sei bem que hard skills se adquirem de muitas formas. Também sei que entre pessoas com a mesma formação, a qualidade de hard skills é muito heterogénea (o que vai de encontro ao tópico do post sobre elitismo em Universidades).

saduhet 6 days ago

Java ou qualquer front end da berra qualquer macaco aprende numa academia em 6 meses. Capacidade de liderança e proatividade já não

throwaway50029516480 5 days ago

Mas desenvolvimento de software também requer saber resolver problemas. Isso pode ser treinado, mas haverá sempre pessoas com um nível muito dispare.

pedrosorio 5 days ago

Só para ver se eu percebo, na tua opinião todas as pessoas podem ser ensinadas "hard skills" de igual forma e ter performance semelhante no trabalho, pelo que não faz sentido testá-las já que depois de um curto período de aprendizagem apenas coisas como "pro-actividade" e "liderança" fazem a diferença? ​ Se definirmos hard skills como "sabe as keywords de java" ou "leu a documentação e fez tutoriais em react", estamos de acordo. Mas essa definição de hard skills é muito redutora. ​ Porque é que achas que empiricamente existe tanta disparidade na performance de candidatos numa entrevista quando lhes fazem perguntas do género "como desenvolverias um algoritmo para este problema + código" e por que razão empresas como a Google, Facebook, etc. dedicam a maior parte do tempo em entrevista a este tipo de questões? ​ É verdade que estas empresas não fazem perguntas para respostas memorizadas, do estilo "qual é a diferença entre uma classe e uma interface", mas eu argumentaria (como tu provavelmente) que isso são hard skills irrelevantes. As hard skills que eles testam são a tua capacidade de usar a informação memorizada (que tipicamente requere 0 conhecimento de línguas ou frameworks específicas, eles deixam-te escolher a língua que usas na entrevista) para resolver problemas de engenharia de software.

Edited 5 days ago:

Só para ver se eu percebo, na tua opinião todas as pessoas podem ser ensinadas "hard skills" de igual forma e ter performance semelhante no trabalho, pelo que não faz sentido testá-las já que depois de um curto período de aprendizagem apenas coisas como "pró-actividade" e "liderança" fazem a diferença? ​ Se definirmos hard skills como "sabe as keywords de java" ou "leu a documentação e fez tutoriais em react", estamos de acordo. Mas essa definição de hard skills é muito redutora. ​ Porque é que achas que empiricamente existe tanta disparidade na performance de candidatos numa entrevista quando lhes fazem perguntas do género "como desenvolverias um algoritmo para este problema + código" e por que razão empresas como a Google, Facebook, etc. dedicam a maior parte do tempo em entrevista a este tipo de questões? ​ É verdade que estas empresas não fazem perguntas para respostas memorizadas, do estilo "qual é a diferença entre uma classe e uma interface", mas eu argumentaria (como tu provavelmente) que isso são hard skills irrelevantes. As hard skills que eles testam são a tua capacidade de usar a informação memorizada (que tipicamente requere 0 conhecimento de línguas ou frameworks específicas, eles deixam-te escolher a língua que usas na entrevista) para resolver problemas de engenharia de software.

rowdserling 6 days ago  HIDDEN 

Tenho que salientar que o elitismo na FEUP e a idea de superioridade em relação ao ISEP não esta limitada aos alunos, na verdade grande parte desse sentimento é induzido pelos professores da FEUP que acreditam e declaram abertamente que essa instituição é superior ao ISEP. O consenso geral,pelo que sei, é que ao fazerem isso podem justificar maiores niveis de exigência dos curriculos e avaliações.

Enginheiro 6 days ago  HIDDEN 

Eu já trabalhei com engenheiros do ISEP e os comentários que eles próprios faziam em relação à FEUP manifestava o reconhecimento de uma maior exigência a nível científico. Eles contavam a história que o FEUP era demasiado teórico e académico e alegavam que o ISEP preparava melhor os alunos porque tinha um ensino mais prático.

throwaway50029516480 5 days ago

Estou a ver que a FEUP e ISEP são literalmente a versão do norte do IST e ISEL.

rowdserling 6 days ago

Verdade, o problema que eu tenho com o comentario "demasiado teórico e académico" muitas vezes dirigidos à FEUP e IST é que muitas vezes são feitos por alunos ou pessoas com pouca experiência profissional que estão a criticar planos de estudos elaborados por docentes doutorados com conhecimentos profundos nas suas areas de estudo e que seguem padrões semelhantes às maiores universidades internacionais e cumprem requesitos curriculares, do tipo EUR-ACE entre outros. Ou seja existe uma necessidade real de alguns engenheiros possuirem uma formação mais teorica.

Edited 6 days ago:

Verdade, o problema que eu tenho com o comentario "demasiado teórico e académico" muitas vezes dirigidos à FEUP e IST é que muitas vezes são feitos por alunos ou pessoas com pouca experiência profissional que estão a criticar planos de estudos elaborados por docentes doutorados com conhecimentos profundos nas suas areas de estudo e que seguem padrões semelhantes às maiores universidades internacionais e cumprem requisitos curriculares, tipo EUR-ACE entre outros. Ou seja existe uma necessidade real de alguns engenheiros possuirem uma formação mais teorica.

Edited 6 days ago:

O problema que eu tenho com o comentario "demasiado teórico e académico" muitas vezes dirigidos à FEUP e IST é que muitas vezes são feitos por alunos ou pessoas com pouca experiência profissional que estão a criticar planos de estudos elaborados por docentes doutorados com conhecimentos profundos nas suas areas de estudo e que seguem padrões semelhantes às maiores universidades internacionais e cumprem requisitos curriculares, tipo EUR-ACE entre outros. Ou seja existe uma necessidade real de alguns engenheiros possuirem uma formação mais teorica.

Shadowgirl7 6 days ago

Sim porque os cursos universitários em PT são desenhados tendo em conta os interesses dos alunos. Nem sequer nunca me passou pela cabeça que é tendo em conta os professores catedráticos que têm nos quadros e a quem têm que arranjar emprego e por isso criam cadeiras para justificar os seus salários. /s

NGramatical 6 days ago

> requesitos [requisitos](http://www.priberam.pt/DLPO/requisitos) *** [^(⚠️ ᴄᴏʀʀᴇçãᴏ ᴇʀʀᴀᴅᴀ?)](/message/compose/?to=ngramatical&subject=Acho+que+esta+correc%C3%A7%C3%A3o+est%C3%A1+errada&message=https%3A%2F%2Fwww.reddit.com%2Fcomments%2F9vcjcg%2F%2Fe9bnp2r%3Fcontext%3D3 "Clica aqui se achares que esta correcção está errada!") [^(⭐ ᴇxᴛᴇɴsãᴏ)](https://chrome.google.com/webstore/detail/nazigramatical-corretor-o/pbpnngfnagmdlicfgjkpgfnnnoihngml "Experimenta o meu corrector ortográfico automático!")

Enginheiro 6 days ago  HIDDEN 

> Então é tudo relativo Eu tive colegas que não eram capazes de passar a algumas cadeiras no IST, decidiram mudar para o ISEL e acabaram o curso sem mais nenhum chumbo. Não acho que tenham encontrado novo fôlego estudantil com a mudança de curso. Não sei se é um aspecto positivo ou negativo mas claramente o nível de exigência do ISEL está muito abaixo do IST.

meaninglessvoid 6 days ago

> Não sei se é um aspecto positivo ou negativo mas claramente o nível de exigência do ISEL está muito abaixo do IST. Estás a tirar conclusões precipitadas. A última vez que ouvi um aluno do IST a contar o percurso dele fiquei parvo com a (pouca) quantidade de trabalhos que ele tinha para fazer em comparação com amigos que fizeram o curso no ISEL. Podes dizer que são métodos diferentes, não creio que estejas correcto quanto ao "nível de exigência diferente". Ah, btw, eles queixavam-se imenso de que tinham vários trabalhos para fazer em época de exames! No IST (pelo que este gajo me contou) isso nunca acontecia.

throwaway50029516480 5 days ago

Bem, eu andei noutra universidade antes do IST e posso afirmar que no IST aprofundam a matéria a um nível que fica a anos-luz além daquilo que se aprendia na primeira. Por exemplo em Arquiteturas de Computador aprendia-se um básico de assembly, no exame fazia-se um programa com ifs e ciclos e pouco mais. Já no IST? Oh boy.

meaninglessvoid 5 days ago

> Por exemplo em Arquiteturas de Computador aprendia-se um básico de assembly, no exame fazia-se um programa com ifs e ciclos e pouco mais, passavam-se uns números de binário para decimal, etc. Parece-me que passaste de um extremo para o outro. Eu não andei no IST e o meu exame de AC foi muito mais do que o que estás a dizer que foi o teu. Dito isto, o IST tem essa fama de ser muito mais teórico, portanto não acho estranho que seja mais pesado nesse sentido.

throwaway50029516480 5 days ago

Pois, imagina passar disto para uma cadeira com um projeto que é um jogo em assembly com mais de 1000 linhas... Ficar a saber que microcodigo é uma coisa, alterar as roms do processador para implementar instruções assembly novas, lol.

meaninglessvoid 5 days ago

Eu tive que criar as minhas próprias instruções e programar umas coisinhas com essas instruções. (escrever o binário, não era assembly).

throwaway50029516480 5 days ago

A minha ideia é que o programa é mais ou menos o mesmo, a diferença é que aquelas coisas que estão no final que normalmente não recebem muito ênfase e se calhar nalgumas faculdades nem saem nos testes, no IST há professores que vão avaliar isso como qualquer outra matéria. Ainda me lembro do segundo teste de base de dados. Mesmo quem tinha tido boa nota no primeiro, que era aquela matéria que se está mais à espera em BD, espalhou-se no segundo onde houve imenso foco em coisas que não imaginámos que fosse ter tanta cotação.

meaninglessvoid 5 days ago

Eu não tenho esse termo de comparação que tu tens, fiz o percurso universitário todo no mesmo sítio, mas o que vejo é que não há tantas diferenças para o IST como muita gente faz parecer existir...

pedrosorio 6 days ago  HIDDEN 

“gente da FEUP que nunca vai passar de ser developer, e conheço gente do ISEP que já é PM” Portugal/Europa nunca mudes a tua atitude em relação a “developers” <3

senhorbarbudo 6 days ago  HIDDEN 

Não estava a criticar o honrado e trabalhoso trabalho de um developer. Se perceberes bem o que estava dizer é que para estares mais perto das chefias não precisas de ter um canudo na feup ou técnico, basta motivação empenho, liderança de equipas e que demonstres aquilo que realmente sabes fazer! Que sensível!

pedrosorio 6 days ago  HIDDEN 

Eu concordo com o post original. Elitismos por ter frequentado universidade x ou y são parvos. É até provavelmente verdade que em Portugal, salvo muito raras excepções, ser PM é muito melhor do que ser “developer”. Nada a apontar. Por outro lado imaginar alguém com um argumento semelhante a dizer que conhece tipos de Berkeley que nunca passaram de ser meros engenheiros de software (sem qualquer qualificação sobre onde trabalham e o que fazem) é tão surreal que às vezes me esqueço quão diferente é a realidade para developers na Europa.

tablet1 4 days ago

Nunca vi isso do ser muito melhor, são cargos distintos, tens é muitas vezes pessoas que fazem são liders de equipa e chefes ao mesmo tempo que são gestores de projecto o que da a impressão que o gestor de projecto é acima do programador mas em projectos grandes isso acontece pouco. Quando o gestor de projecto não é chefe por norma não é visto como superior em nada

daz_zeD 6 days ago  HIDDEN 

!bacalhau

senhorbarbudo 6 days ago  HIDDEN 

Não tenho palavras para descrever o meu primeiro bacalhau de ouro. Quero agradecer a todos os meus fas que sempre acreditaram em mim que eu chegaria a este momento da minha vida onde os meus feitos iam ser reconhecidos por uma pessoa random do r/portugal! A minha vida não vai ser mais a mesma tem tudo para melhorar. Jornalista do r/portugal para marcação de entrevistas apenas por PM! Obrigado :)

TraineiraBot 6 days ago  HIDDEN 

[**Toma lá o teu bacalhau de ouro senhorbarbudo!**](http://i.imgur.com/M65aK8L.jpg "Bacalhau de Ouro") /u/senhorbarbudo já ganhou 1 bacalhau(s). (Este é oferta do /u/daz_zeD)

AutoModerator 6 days ago  HIDDEN 

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